Friday, February 20, 2009

CLUBE DOS 16%: PARTIR PARA AÇÃO OU ACEITAR A RENDIÇÃO?











































SOS JUSTIÇA ELEITORAL
por Maria Lucia Victor Barbosa

Finalmente a oposição se mexeu. Entrou com ação junto ao TSE contra a campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff. A ministra, que começa parecer uma réplica do seu cabo eleitoral, o presidente da República, retrucou como este fez em sua campanha de reeleição, que a oposição tenta "interditar" o governo, "judicializar as obras porque não têm projeto".

O governador José Serra, potencial candidato do PSDB à presidência da República, por sua vez afirmou com relação às obras do PAC, "que apesar de toda propaganda, 70% dos investimentos realizados no Brasil, não são feitos pelo governo federal".

Na verdade, Lula da Silva, a vinte meses das eleições, faz o que gosta: campanha. Quando não está viajando está no palanque, sempre acompanhado por sua candidata e no "púlpito" populista desaparece o lulinha paz e amor. Gritos, xingamentos, espasmos, rosto congestionado e rubro, ressurge o alterado líder sindicalista que joga fora a compostura, o terno Armani e deita falação atropelando o idioma para delírio da platéia, especialmente, a dos seus redutos nordestinos, onde funcionam melhor as bolsas-esmola, nova modalidade de compra de votos.

Vilma, com chamam os nordestinos, é mãe do PAC, esse amontoado confuso de projetos e intenções, de obras feitas e por fazer. Lula é o pai dos pobres. Par perfeito e divinizado que se entrega ao povo criança que gosta de tutela, que quer que as coisas mudem desde que não precise fazer força. Assim, pai e mãe, Lula e Dilma, se inserem na tradição paternalista implantada desde nossos tempos coloniais. Juntos empolgam especialmente os pobres que precisam de alguém que fale por eles, tome conta deles, cobre benefícios por eles.

Não se duvide, pois, que Dilma Rousseff consiga chegar lá. Rosto renovado apenas não irá ajudá-la, mas um bom marqueteiro pode transformar, pelo menos temporariamente, a mãe zangada, autoritária e ríspida em mãe carinhosa, engraçada como o pai. Quem sabe ela pode vir adotar em seu discurso um "menas" aqui, um "Ponto G" ali, e, porque não, um "sifu" acolá, já que esse linguajar vai se tornando oficial e politicamente correto.

O que parecia impossível faz pouco tempo pode se realizar: "Vilma" ser eleita. Afinal, inaugurando até escola do tempo de JK e pintura em meio-fio, o pai beneficia sua sucessora com um poder que nenhum adversário sonha possuir. Ao mesmo tempo, ela é a garantia de continuidade do PT, que entranhado na máquina estatal seguirá girando as engrenagens do poder. Contudo, a missão prioritária da mãe será a de preparar a volta gloriosa do pai, em 2014. Isto se ele não quiser o 3º mandato ou lançar outro candidato se achar que a mãe não se tornou Nossa Senhora Vilma.

Dia 15 passado, num festivo domingo, Hugo Chávez obteve finalmente o que queria. Através de referendo, 54 % dos eleitores venezuelanos, contra 46%, consagraram o projeto político do Mussolini latino-americano de se eternizar no poder. Ele conseguiu a revolução sem tiro, o golpe de Estado constitucional, a democracia despótica. Inovações dos novos tempos.

Naturalmente, não lhe faltou o uso da violência: não autorizou comícios da oposição, dissolveu passeatas dos estudantes com força policial, amedrontou opositores com suas milícias fascistóides, ameaçou funcionários públicos, enquanto agradava os pobres, beneficiários das "missiones", programas assistencialistas e eleitoreiros equivalentes as bolsas-esmola ou bolsas-voto do governo Lula da Silva.

Vitorioso, em que pesem as péssimas condições da economia venezuelana e a queda abrupta dos preços do petróleo, única riqueza do país, Chávez declarou que "está assumindo a vanguarda da América Latina". Na verdade, ele tem seguidores na Bolívia, no Equador e na Nicarágua. De Fidel Castro parece se sentir sucessor. Sua aproximação com Cristina Kirchner é evidente.

Chávez lidera também o Brasil? Se a pergunta pode parecer descabida e ferir os brios pátrios, recorde-se que Lula da Silva sempre fez campanha para o companheiro Chávez, o chama de democrata, faz coro com ele contra os Estados Unidos, enquanto coloca o país de joelhos perante os chavistas Evo Morales e Rafael Correa, além de se acocorar diante do governo argentino.

Ademais, em matéria de estratégia eleitoral, a usada por Lula da Silva é, em alguns aspectos, muito parecida com a do companheiro da boina vermelha: amplo uso do Tesouro nacional e da máquina estatal, compra de votos através das bolsas-esmola e propaganda enganosa intensiva de fazer inveja a Hitler.

Difícil enfrentar tal poderio. Além do mais, exceto vozes isoladas, não existem reais oposições no Brasil. Portanto, é de se perguntar: será que estamos nos encaminhando para uma ditadura disfarçada de democracia? Não seria conveniente, que os 16% enviassem um SOS a Justiça Eleitoral? Afinal, a democracia ainda é a melhor forma de governo.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009, 12h07.


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Tanto riso, Oh! quanta alegria, Mais de cento e noventa milhões de palhaços no salão...











































Esse carnaval vai longe
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

O carnaval é o período consagrado à folia em que as coisas não são o que parecem, mas foi muito antes da inauguração do reinado de Momo que, sob o signo da fantasia, da farsa, do disfarce, em suma da carnavalização, começou a ganhar ritmo a campanha pela sucessão presidencial de 2010. Desfila nas ruas, desde o ano passado, com o samba-enredo composto pelo sempre folgazão - no bom sentido, evidentemente - Luiz Inácio Lula da Silva, o bloco da pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Na sua roupagem mais vistosa, é a "mãe do PAC", agraciada pelas lantejoulas com que o cordão do lulismo exalta as suas virtudes maternais, o zelo incansável pela sublime missão que abraçou de nutrir o crescimento do Brasil. É também a "sacerdotisa do serviço público", na barroca declamação do senador José Sarney, promovido por ela, em retribuição, a "presidente para sempre do Brasil".

Um dos momentos altos da festa, que também pode ser comparada a um baile para uma debutante só, foi a consagração da ministra no recente Encontro Nacional com os Novos Prefeitos e Prefeitas. A quermesse política foi promovida em Brasília exatamente com aquela finalidade. Custou a bagatela de R$ 1,85 milhão em dinheiro público, que só muito relutantemente o Planalto admitiu ter gasto, depois de ser apanhado barateando a verdade em reportagem deste jornal. Peça importante do faz-de-conta é a teatral indignação do presidente Lula diante dos tépidos protestos da oposição sobre o caráter eleitoral das andanças de Dilma - que ainda tem muito a caminhar até o eleitor comum aprender a reconhecê-la, deixando, por exemplo, de chamá-la de Vilma, como ouviu ao incursionar, há pouco, ao semiárido nordestino (onde só faltou dizer que o sertanejo é antes de tudo um forte).

Ainda agora, reunido com o seu Conselho Político, Lula anunciou, como se necessário fosse, que ela continuará a viajar pelo País para acompanhar o andamento das obras do PAC. "Ela é a gerente do PAC. Tem não apenas o direito, mas a obrigação de acompanhar inaugurações e fiscalizar o andamento das obras", arrazoou Lula, fingindo que não a despacha para dar andamento à obra eleitoral que concebeu e da qual é o principal pilar, para uma plateia de leais operadores que fingiam acreditar no que escutavam. A ministra, por sua vez, já provou que aprende depressa. Aprendeu, entre outros predicados, a sintonizar com a predileção por metáforas do arquiteto do seu empreendimento político. "Fui para a cozinha fazer o prato e é natural que esteja presente na hora de servir", argumentou dias atrás, esquecida, porém, de que, segundo as estatísticas do PAC, há pouco a servir e muito ainda à espera de ir ao fogo.

Contagiada pela prosódia lulista, diz também, tentando fazer ironia, que "este governo tem a mania de falar com o povo e tem gente que não gosta". É quase isso, mas não é isso. Na realidade, o chefe deste governo tem, mais do que a mania, a calculada obsessão de falar ao povo - tirando todo o proveito possível do seu inigualável talento para produzir vibrantes monólogos em série que arrebatam as audiências mesmerizadas, porque a lógica do espetáculo é levá-las a se identificar com o dono do palanque. Mas a pré-candidata não está longe da verdade quando acusa a oposição de "judicializar" a atividade do governo, ao comentar as três representações protocoladas na quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo PSDB e o DEM, que acusam o presidente e a ministra de crime eleitoral. A iniciativa é apenas uma forma de sair da penumbra e bater o bumbo. Mas não levanta a arquibancada.

Os queixosos sabem que é praticamente impossível caracterizar a ilicitude da deslavada mobilização do governo Lula em favor de Dilma, sob a fantasia de ação administrativa. É que a peculiar legislação brasileira diz quando pode começar a propaganda, proíbe a sua antecipação, mas não define o que é campanha eleitoral. Além disso, uma coisa é configurar o chamado uso da máquina em municípios e Estados de baixa densidade política, outra é fazer o mesmo no plano federal. Sem falar que o presidente da República e sua gente são mais espertos do que as autoridades provinciais em pôr a rodar os seus carros alegóricos sem dar margem a serem desmascarados - literalmente - pela Justiça Eleitoral. Eis por que esse carnaval irá longe.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 20 de fevereiro de 2009.










SELEÇÃO NATURAL OU EVOLUÇÃO???






































Por que não sou fã de Charles Darwin
por Olavo de Carvalho

O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória.

As festividades bilionárias em comemoração aos duzentos anos de nascimento de Charles Darwin tornam momentaneamente invisíveis alguns fatos essenciais da vida e da obra desse homem de ciência.

Desde logo, Darwin não inventou a teoria da evolução: encontrou-a pronta, sob a forma de doutrina esotérica, na obra do seu próprio avô, Erasmus Darwin, e como hipótese científica em menções inumeráveis espalhadas nos livros de Aristóteles, Sto. Agostinho, Sto. Tomás de Aquino e Goethe, entre outros.

Tudo o que ele fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em "seleção natural". A teoria da moda, o chamado "neodarwinismo", proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. Que eu saiba, o mero acaso é precisamente o contrário de uma regularidade fundada em lei natural, racionalmente expressável. O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Todos os celebrantes do ritual darwiniano, neodarwinistas inclusos, rejeitam como pseudocientífica a teoria do "design inteligente". Mas quem inventou essa teoria foi o próprio Charles Darwin. Isso fica muito claro nos parágrafos finais de A Origem das Espécies, que na minha remota adolescência li de cabo a rabo com um enorme encantamento e que fez de mim um darwinista, fanático ao ponto de colocar o retrato do autor na parede do meu quarto, rodeado de dinossauros (só agora compreendo que ele é um deles). Agora, graças à amabilidade de um leitor, tomei conhecimento dos estudos desenvolvidos por John Angus Campbell sobre a "retórica das ciências". Ele estuda os livros científicos sob o ponto de vista da sua estratégia de persuasão.

Num vídeo fascinante que vocês podem ver abaixo (em inglês), ele demonstra que o "design inteligente" não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies. O "design inteligente" é, portanto, a única parcela da teoria darwiniana que ainda tem defensores: e estes são os piores inimigos do darwinismo.


Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.

É certamente um paradoxo que o inventor de uma explicação falsa para uma teoria preexistente seja celebrado como criador dessa teoria, porém um paradoxo ainda maior é que a premissa fundante da argumentação darwiniana seja repelida como a negação mesma do darwinismo.

Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução "foi usada" para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia.

O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

"Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila."

Imaginem, durante as eleições americanas, a campanha de John McCain proclamar que Barack Hussein Obama estava mais próximo do gorila do que o candidato republicano!

Tem mais: "Olhando o mundo numa data não muito distante, que incontável número de raças inferiores terá sido eliminado pelas raças civilizadas mais altas!"

Para completar, um apelo explícito à liquidação dos indesejáveis:

"Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie.

Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem."

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

No entanto, minha abstinência de opiniões a respeito de uma questão que considero insolúvel não me proíbe de notar a absurdidade das opiniões de quem tenha alguma. Há muito tempo já compreendi que os cientistas são ainda menos dignos de confiança do que os políticos, e os paradoxos da fama de Charles Darwin não fazem senão confirmá-lo. Meus instintos malignos impelem-me a pegar os darwinistas pela goela e perguntar-lhes:

– Por que tanta onda em torno de Charles Darwin? Ele inventou o "design inteligente", que vocês odeiam, e a seleção natural, que vocês dizem que é falsa. Ele pregou abertamente o racismo e o genocídio, que vocês dizem abominar. Para celebrá-lo, vocês têm de criar do nada um personagem fictício que é o contrário do que ele foi historicamente. Não vêem que tudo isso é uma palhaçada?


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (Opinião).
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009, 21h08.




O Brasil virou um grande PMDB – Arnaldo Jabor





7 comments:

Lígia L. R. said...

Prezado Boot
Eu só me rendo a D'us...
Se tenho confiança no que digo e se digo é porque refleti...Ação!

A Sentinela said...

Gente,

Acabo de me inscrever no club dos 16%, sou cético, mas não posso ficar calado.
abs

PS Pq nem todos os posts tem opção de comments?

A Sentinela said...

Mais...
Acabei de linkar o blog, e depois
passo para dar uma olhada com mais
calma no play list.
abs

Maria B. said...
This comment has been removed by the author.
Anonymous said...

Enquanto as Forças Armadas "esmolam respeitosamente" verbas, estes aqui as recebem sem prestar nenhuma contrapartida e vão se posicionando como um verdadeiro "exército popular".
Até quando?

23/02/2009 | 16:15
Sem-terra invadem fazendas em SP
Grupos de sem-terra ligados a José Rainha Júnior, líder dissidente do Movimento dos Sem-Terra, invadiram nesta madrugada 20 fazendas no Pontal do Paranapanema e região da Alta Paulista. Segundo Rainha, as fazendas ocupadas são consideradas “improdutivas, em processo de desapropriação pelo Incra, e aquelas consideradas terras públicas, reivindicadas pelo Estado para a reforma agrária”.De acordo com a nota distribuída pelas lideranças, o chamado "Carnaval Vermelho" mobilizou cerca de dois mil militantes. Além de dissidentes do MST, participaram integrantes do Mast, Uniterra, MTST e de sindicatos ligados à CUT. Seu grupo foi beneficiado com repasses de mais de R$ 7 milhões pelo governo federal nos últimos anos.

A Sentinela said...

Bom dia,

Como foi o carnaval do amigo?
abs

Aluizio Amorim said...

Caro Bootlead,
mas o Olavão nessa aí patinou feio.
Mas acho que foi apenas para polemizar...hehehe...
abs

aluizio amorim

P.S.: prefiro os seus artigos políticos do Olavo denunciando o Foro de São Paulo, baixando o sarrafo nos petralhas.

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