Sunday, May 17, 2009

É O "END" MESMO! TUDO VIROU UMA GRANDE PALHAÇADA.































Click AQUI para ver uma série de fotos do "general" Jobim, cometendo mais um crime na sua prodigiosa carreira, sob os olhares complacentes e embevecidos daqueles que no cumprimento do dever, deveriam lhe dar voz de prisão sem a menor hesitação. Seria apenas ridículo, se não fosse imoral e ilegal!



Não dá para entender, porquê razão o Cmt do EB, é conivente com o ladrão e receptador de um bem público, além de fraudador confesso da magna-carta, que nunca fez parte das fileiras do EB, nem nunca fará, fantasie-se com o uniforme privativo da Força e agora espantosamente, também venha a portar armamento de uso restrito das FFAA. Qual seria o intuito disso, humilhar e provocar?
Bootlead


A fantasiosa estratégia
Luiz Gonzaga S. Lessa

Assisti a palestra do ministro Nelson Jobim no Clube Militar sobre a nova Estratégia Nacional de Defesa - END, tão comentada nos últimos tempos.

Foi desolador ouvir o titular da pasta, por quase 3 horas, desfiar objetivos, metas, prioridades, princípios que, longe de convencerem, despertaram inquietação e pasmo pelo seu alto conteúdo teórico, calcado em falsas premissas de democratização, subordinação do militar ao poder civil e sua efetiva retirada do processo político brasileiro, alheando-o das grandes decisões nacionais.

Desembaraçado, com bom domínio da platéia, o ministro dissecou a dita END, as suas origens e a metodologia que foi aplicada na sua elaboração, e ao longo da exposição ficou muito evidente a falta de consistência das idéias apresentadas, pelo total alheamento com a realidade do país, seja qual for o campo que se considere - político,diplomático, científico, econômico, psicossocial - estabelecendo metas tão absurdas e descompromissadas com o tempo que, por pouco, faltou prever a nossa ida à lua, à marte ou, quiçá, até mesmo ao sol, ao longo dos próximos 50, 100 ou 1000 anos.

O descomprometimento temporal, a não convergência com as condicionantes políticas brasileiras de não se prosseguir projetos de governos passados, a ausência de orçamento econômico-financeiro de longo prazo, o descompasso técnico-científico que vive o país com até mesmo grandes dificuldades de absorção de novas tecnologias, põem por terra as supostas benesses que possibilitariam transformar as Forças Armadas Brasileiras em efetiva e confiável máquina de guerra.

É difícil citar projetos que vingaram e se firmaram na Nação desafiando sucessivos governos, sendo o mais evidente de todos eles o da Petrobras. Nada garante que os futuros governos aceitem, como prioritárias, as premissas estatuídas na referida Estratégia e deem a ela prosseguimento ao longo dos próximos 50 anos. É pura utopia assim pensar.

Talvez alguma coisa dê frutos e, como princípios a seguir, foram bem colocados a transferência de tecnologia na aquisição dos diferentes materiais e o incentivo à indústria nacional de defesa.

Todavia, nenhuma palavra sequer foi dita com o intuito de reverter as atuais fragilidades das Forças Armadas, com carências de toda ordem, obsolescência dos seus equipamentos e armamentos, precariedade dos seus sistemas logísticos, limitações no adestramento e na qualificação dos seus quadros e muitas outras, pois, nesse caso, o ministro teria que sair das suas considerações essencialmente teóricas e fora da realidade para efetivamente se engajar e o atual governo na alocação de vultosos recursos que possibilitariam reverter tão preocupante cenário que ameaça até mesmo a soberania do país.

É fácil, mas sem sentido, elaborar um documento de tal envergadura jogando para os futuros governos a responsabilidade da sua viabilização. Na realidade, é com "forças desarmadas" que dispõe o país para a sua defesa, incapazes de se oporem com razoável grau de sucesso a possíveis investidas inimigas, sejam elas de que origem for.

A responsabilidade por esse desastroso quadro é dos políticos, tem nome e sobrenome - poder civil- que vem governando o país por mais de 20 anos e que não atribui ao seu segmento militar as prioridades que ele necessita.

Se fosse uma estratégia séria, teria previsto metas e objetivos a serem atingidos ao longo do tempo, comprometendo orçamentos econômicos e financeiros realistas para alcançá-los, conferindo em primeira mão alta prioridade à reversão do atual e melancólico quadro em que as Forças Armadas se encontram.

Mas isso o ministro não poderia garantir, particularmente face à atual conjuntura econômica mundial. Por isso, esquivou-se.

De fato. o que temos presenciado é o corte nos orçamentos militares, a considerável redução nas despesas de custeio e de investimentos e no número de conscritos a serem incorporados. Essa é a realidade das Forças Armadas e não a ficção, o sonho quimérico, lunático, que o ministro pretendeu vender como uma verdade futura.

Considerar a Amazônia como área prioritária não constitui novidade. Há muito tempo assim o entendem as Forças Armadas, especialmente o Exército, quando nos últimos 20 anos para lá transferiu várias das suas brigadas. Mas é chocante confrontar-se os ditames da atual Estratégia com as enormes dificuldades com que civis e militares lá se defrontam. quando até mesmo as condicionantes básicas de vida estão muitas vezes ausentes nos pelotões de fronteira, onde, ainda hoje, são raridades a energia elétrica, o esgoto, a água tratada e encanada, as comunicações confiáveis etc.

Antes de sonhar com esse hipotético soldado do futuro, réplica crioula de um mimetizado "X-Man", é preciso cuidar do soldado do presente, tão esquecido e desprezado nessa Estratégia.

Considerar que os problemas que envolvem a TI Raposa Serra do Sol não ameaçam à soberania do país e que, também, não são da alçada do Ministério da Defesa é um lastimável engano e uma grande decepção pela miopia da visão distorcida, pela não valorização da unidade nacional e pelo desconhecimento ou menosprezo das pressões internacionais sobre a Amazônia.

Pobre das Forças Armadas que continuarão sendo iludidas por aqueles que sobre elas têm responsabilidade, prometendo-lhes mundos e fundos que nunca virão, tônica presente em todos os últimos governos, a despeito da lealdade, competência e eficiência com que vêm servindo a Nação!

Infelizmente, e o futuro dirá, a Estratégia Nacional de Defesa é mais um engodo, mais um desvario megalomaníaco, um documento para "inglês ver" e do qual não sairão Forças Armadas efetivamente dotadas de poder combativo capaz de respaldar o país na defesa dos seus mais altos interesses.


Luiz Gonzaga Schroeder Lessa é General-de-Exército do Exército Brasileiro.








Publicado no blog "A CONTINÊNCIA" (Cel Erildo).
Sexta-feira, 15 de maio de 2009.




Obediência, hierarquia e terceiro mandato.*
por Mário Fontes

A beleza da instituição castrense, em particular da força terrestre, repousa nos valores primordiais que devem amoldar a alma humana. O amor a Pátria, a moral, a ética, a lealdade, sem limites, a dignidade pessoal, o temor a Deus, a hierarquia e a obediência. Estes fatores, que formataram e amoldaram, como que gravado em bronze, o espírito de nossos soldados denota de forma cristalina que o Exército Brasileiro não é só uma mera instituição nacional, mas sim a própria Pátria. Seu eterno e vigilante guardião. Um amor tão intenso, tão sem limites, que aquele que ama é confundido, como amálgama fosse, com sua Pátria. Com estes valores como verdadeiros pilares, tem-se o que de melhor a Pátria pode dar a seus filhos.

O amor e o dever se confundem, na instituição de Caxias. A moral é rígida, a ética praticada. A lealdade sem limites é sentida. Não tivesse o Exército brasileiro dignidade, não tivesse temor de Deus, não se teria chegado aonde se chegou enquanto organismo vivo. A única instituição nacional que apregoa e pratica os valores acima declinados, entre todos os seus componentes sem exceção. Sem exceção em função da disciplina e da hierarquia. Valores estes que remontam em nosso exército desde tempos idos.

Seja o eventual terceiro mandato de Lula, acatado por nossos comandantes militares, sem qualquer reação, devemos nós que nos opomos de maneira contundente a tal possibilidade questionarmos se tal atitude, de nosso exército, seria por amor a Pátria, entendendo que no concerto das nações, assim seria o que de melhor para o Brasil, em razão de reflexos econômicos e políticos. Ou se ainda, tal estaria contrariando por completo a dignidade pessoal de cada um dos envolvidos, participes destacados de nossa história contemporânea e a se escrever.

Somos governados pelo pior tipo de gente, pela escória. Permitimos que tal acontecesse e por esta razão devemos bater no peito e fazer o mea culpa. Se esta gente, que nos governa, contraria a própria natureza, como vimos observando, no dia a dia, sem dúvida admitir o terceiro mandato seria atentar contra a dignidade pessoal. Seria perder por completo o amor próprio. Já nos alijaram de praticamente tudo, a titulo econômico e financeiro, será que farão a muitos, quedar de joelhos, perdendo o sentido moral e ético?

A hierarquia não pode jamais ser quebrada e a história nos mostra ser verdadeira tal afirmação. No entanto, entre o pequeno mas poderoso circulo dos generais de quatro estrelas, os valores que forjaram a alma do soldado brasileiro, falará mais forte, na hipótese de vir a se convalidar um terceiro mandato para o sr. Luis Inácio Lula da Silva.

Mais forte a ponto de se fazer ouvir de imediato. Se ouvir no sentido de se pronunciar publicamente contra a posição destes políticos que às claras apregoam ser este o caminho melhor para o País. Já se ouve que o presidente da República é um gênio, em um mundo com poucos gênios.

Isto é nefasto e perigoso para o Brasil! Tem de ser combatido. O dever se confunde, neste momento com o amor a Pátria. Perdemos literalmente um pedaço do País no episódio triste e lamentável da reserva Raposa Serra do Sol. Questão de pouco tempo, a não ser que derramemos o sangue de nossos homens para que como verdadeiros soldados, defendamos o solo pátrio de inimigos externos e internos. Solo pátrio que vem sendo traído, por cafajestes, por gente sem qualificação, como o ministro do supremo, Aires Brito. E sem dúvida, este, tem diversos ao seu lado. O lado dos facínoras. Esta gente, facínoras, que nos dirigem, esta gente que quer colocar farda em ministro da defesa e arrebentar, através do END, com os valores da Pátria e do Exército brasileiro.

Finalizo, reafirmando a crença nos valores da hierarquia e da disciplina como fatores basilares para a grandeza de nosso exército. E reputo como honra e glória a mantença da dignidade pessoal, da moral, da ética e principalmente do dever.

Mário Fontes

(*) Comentário postado no site "A verdade sufocada".



O decálogo de uma sociedade apodrecida – Geraldo Almendra





2 comments:

ALBERTO FIGUEIREDO said...

Qual é o problema no jobei esta armado?
Ele avacalhou as FFAA no dia que se fantasiou de general e os comandantes aceitaram, então nada demais do comandante supremo das forças armadas do Brasil (PT/MST)vestir-se de general, estar armado.
Depois que se perde a vergonha, se ve a honra e o respeito de uma instituição como a FFAA ser demoralizada por um terrorista,e aceitar como capacho suas ordens, porque gritar tanto?

paschoal said...

Só acredito porque a foto é a prova cabal do crime. Se só faltava isso para desacreditar as F.A., agora não falta!
Que vergonha. Pensar que foi a instituição de maior credibilidade no país e agora essa palhaçada.
Eu, que sou civil, estou corado de vergonha!

Share
 
Copyright © 2004-2016 Bootlead