Wednesday, June 17, 2009

UM PINGUÇO SEM NENHUM CARÁTER, NADA MAIS DO QUE ISSO!
















































Um defensor da teocracia iraniana
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Se é que não o fez longe das vistas, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad bem que poderia ter aproveitado a presença do seu colega brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ontem na cidade russa de Ecaterimburgo, para a reunião dos chefes de governo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), da qual o Irã participou como observador, e dar-lhe um fraternal abraço de agradecimento. O motivo, as palavras de desdém com que o seu futuro anfitrião sul-americano escarneceu dos protestos que acabariam levando às ruas de Teerã centenas de milhares de pessoas e deixaram pelo menos 7 mortos, abatidos pela milícia do regime na mesma segunda-feira em que Lula, ainda em Genebra, desqualificava as manifestações. Elas exprimiram a revolta de legiões de iranianos contra os resultados oficiais da eleição presidencial que deram a Ahmadinejad uma vitória literalmente inacreditável de 63% a 34% dos votos sobre o reformista Mir Hossein Mousavi.

Com a mesma metáfora usada por Ahmadinejad no dia anterior, quando comparou os manifestantes a torcedores furiosos depois da derrota de seu time, Lula equiparou a crise a "apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos". A essa altura, quanto mais não fosse para apaziguar a indignação popular, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, já havia encaminhado ao Conselho de Guardiães o pedido de Mousavi para a anulação do pleito por fraude eleitoral. Ontem, talvez pelo mesmo motivo, o colegiado de 12 juristas islâmicos fez saber que determinará uma recontagem parcial dos votos, rejeitando embora a demanda pela anulação. Por menos que indique uma reviravolta no escandaloso desfecho da eleição iraniana, a concessão do conselho desmoraliza os desinformados - se não cínicos e, de toda maneira, indecentes - comentários de Lula.

Ele admitiu estar "muito distante do Irã", por isso só poderia externar uma "impressão". Nesse caso, antes tivesse calado, ou recorrido ao conhecido estoque de expressões anódinas de que se valem governantes e diplomatas para falar de acontecimentos em outros países sem, a rigor, dizer grande coisa. Naturalmente, seria pedir demais que ele se declarasse, como Barack Obama, "perturbado" pelos eventos iranianos, ou mesmo, como a chanceler alemã Angela Merkel, fizesse votos para que as denúncias de fraude fossem submetidas a um "exame transparente". Mas, boquirroto como sempre, disparou: "Não conheço ninguém, além da oposição, que tenha discordado da eleição no Irã." Quem ele queria que também discordasse? A teocracia vitoriosa? Os observadores estrangeiros que foram impedidos de fiscalizar a votação e, especialmente, a apuração? As emissoras independentes que inexistem no país?

Pior ainda foi o seu argumento em favor da lisura dos resultados. "Ahmadinejad teve uma votação de 62,7%", começou. "É uma votação muito grande para a gente imaginar que possa ter havido fraude." Quem sabe o seu solícito assessor internacional Marco Aurélio Garcia poderia informá-lo, com todo o respeito, que na antiga União Soviética o Partido Comunista ganhava invariavelmente as eleições com quase 100% dos votos. É verdade que "não tem número, não tem prova" da fraude, como alegou Lula. Mas os relatos recolhidos pelos jornalistas estrangeiros em Teerã de funcionários do governo que pediam para não ser identificados dificilmente poderiam ser mais eloquentes. Um deles, do Ministério do Interior, responsável pela apuração, revelou que os chefes das equipes foram escolhidos a dedo com semanas de antecedência. "Não é que adulterassem os sufrágios. Eles nem sequer os olhavam", contou. "Simplesmente escreviam os nomes dos candidatos nas planilhas e punham números ao lado."

A crueza do processo foi tamanha que Mousavi, de etnia azeri, "perdeu" a disputa mesmo em Tabriz, a capital da província iraniana do Azerbaijão. Em toda parte, a vantagem do presidente era praticamente uniforme. A oposição tinha um fiscal para cada cinco seções eleitorais. Eles deveriam se comunicar por mensagens de celular. A rede ficou fora do ar, assim como as suas páginas na internet. E foram impedidos de acompanhar a compilação dos resultados em Teerã. Mas Lula não foi uma voz solitária a saudar a reeleição de Ahmadinejad. Ele está na adequada companhia do autocrata venezuelano Hugo Chávez, do ditador sírio Bashar Assad e do "querido líder" norte-coreano Kim Jong-il.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" – (Editorial Opinião).
Quarta-feira, 17 de junho de 2009.










FAMÍLIA OU BANDO?

Foto: A quadrilha "da silva" quando atuava em Vicente de Carvalho (Guarujá-SP), antes da fuga para
S.B. do Campo, motivada pelo "achado" de Cr$ 130 mil cruzeiros pelo membro alcunhado de "Vavá".





































O "driblador" de caráter
por Adriana Vandoni

Em reunião com prefeitos, Lula disse que obras suspeitas de irregularidades, não devem ser paralisadas. Claro, pelo bem da campanha eleitoral de 2010. Que se dane se o dinheiro público estiver sendo roubado.

Ele está errado? Depende. Mas depende de que? Depende da ótica. Para meus conceitos de ética ele está dando carta branca aos ladrões. Para os conceitos de ética dele...mas quais conceitos e qual ética Lula tem?

Quanto mais passa o tempo cada vez mais me convenço que este Luiz Inácio é um salafrário, ou pelo menos age como se fosse. Há tempos citei em um artigo a infame teoria que rege a vida de Lula, segundo suas próprias palavras, de que achado não é roubado. Em maio deste ano li uma matéria da revista IstoÉ com Denise Paraná, uma escritora que nada sei a seu respeito além de que é amiga de Lula e o admira, o que pra mim já basta para ter as piores impressões e acreditar que ela vê luzes quando Lula fala. A matéria é sobre o livro escrito pela Denise sobre a vida de Lula e como ele, segundo ela, "driblou o destino".

Ôpa! Qual foi o drible? E o destino, qual é? Uma das tristes lembranças de Lula, diz a escritora, foi que ele e sua família nunca comiam carne. "A carne que a gente comia era a mortadela que meu irmão roubava na padaria em que ele trabalhava", relatou Lula no livro.

Não é lindo? Quando o irmão roubava. Veja a singeleza do ato! Isto é de um drible fenomenal. Drible no caráter, na ética, na honestidade e na polícia. O irmão roubava do patrão, mas sempre se safou e nunca foi preso.

Que drible, pqp!

Esse mesmo irmão, um sortudo!!!, foi responsável pela mudança na vida da família. Sortudo, achou um pacote de dinheiro (cerca de 34 salários mínimos) embrulhado num jornal, embaixo de um carrinho. Como ninguém reclamou ele roubou o dinheiro. Mas ai a escritora amiga de Lula arremata, "usou-o para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em São Bernardo do Campo". Como se fizesse diferença usar para pagar aluguel ou para beber com prostituta. Roubo é roubo, não interessa a causa nem a quantia. Ladrão é ladrão.

Ou seja, Lula foi criado em um ambiente delinqüente onde o roubo e o desvio de conduta eram encarados como sorte, como drible. Não tem em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo.

Lula não driblou seu destino, como afirma a escritora. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter.

Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano.


Adriana Vandoni, é economista especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/EBAPE – Rio de Janeiro. Professora universitária e comentarista política e também editora-chefe do site "Prosa & Política".







Publicado no site "Prosa & Política".
Quarta-feira, 10 de junho de 2009, 18h31.





O BRASIL PRECISA SER "RESGATADO" ANTES QUE SE PUTREFAÇA POR INTEIRO!




1 comment:

MÃOS LIMPAS BRASIL said...

Matemática pura, verdade clara!
Dezesseis por cento (16%), se 16 entre estes 16% tivessem 16% do caráter de 16% de 16 dos Iranianos que estão nas ruas arriscando suas vidas para que sejam livres, nossa pátria não estaria dominada por 16 ladrões.
Um povo de costumes corrompidos não é capaz de liberdade. Karl Von Clausewitz

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