Monday, May 11, 2009

O CAÇADOR DA OSSADA PERDIDA.











































Acima o Cmt do EB, pronto para a mais importante "missão" de sua carreira, ou seja, garimpar e exumar os restos dos excrementos traidores da Pátria, que na região do Araguaia na década de 70, tentaram implantar uma guerrilha semelhante as FARCs colombianas, sob a sujeição de estados comunistas, como a extinta U.R.S.S, China, Albânia e claro, a sempre presente ilhota "paraíso" Cuba. Assim que o nobre Cmt, der por cumprida sua missão e de posse dos "valiosos" ossículos, possivelmente receba uma ordem do seu chefete, o generalíssimo Nelson "ximango" Jobim, para que tais despojos, por se tratarem de verdadeiros "heróis" nacionais, sejam depositados naquele monumento localizado no Aterro do Flamengo, lado a lado com aqueles ali homenageados. Dessa gentalha tudo é possível, não duvidem!

A meu ver, o comandante de um exército regular, que aceita tal "missão" e ordena aos seus comandados este tipo de incumbência, está colocando em xeque o mote: "Exército de ontem, de hoje e de sempre", pois quando manda os "soldados de hoje" procurar e exumar feitos coveiros, "restos" de inimigos apátridas, devidamente abatidos em combate pelos "soldados de ontem", está no mínimo pondo em dúvida a legalidade das ações à época levadas a efeito, nesse caso, podemos supor que as tropas que participaram daquelas operações cometeram crimes contra um grupo de pessoas pacíficas, que apenas se reuniam às margens do rio Araguaia, para cantar, rezar e celebrar a liberdade, uma verdadeira comunidade hippie. Sendo assim, com certeza aqueles "soldados de ontem", devem responder pelo crime de genocídio perante a uma corte internacional de justiça, proponho reativar Nuremberg.
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SEGUINDO A PRAXE, MAIS UMA BOFETADA E MAIS UM VIGOROSO PONTAPÉ.
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A primeira refere-se à recente e contundente declaração do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que os crimes da ditadura militar não poderão ficar impunes (doa a quem doer), ao mesmo tempo em que sacramentava mais uma polpuda bolsa-anistia para um inocente terrorista.

Não importa para aqueles justiceiros que um mar de lama inunde a deplorável e irrecuperável Nação. O que interessa de fato...

Quanto às indenizações, apesar dos milhares de processos na fila da bolsa-anistia, o País é rico, e será impossível, que cada perseguido e seus descendentes, não recebam a sua justa recompensa.

Lamentavelmente, na imundice nacional, ainda sobrevivem (veja-se o substancial corte de 40% no orçamento deste ano e a redução de 50% na incorporação), sabe Deus como, sua última pária, os inocentes militares das Forças Armadas. Mas não por muito tempo...

Não faz o menor sentido atestarmos, cotidianamente, que vive-se num País podre de cima abaixo, de norte a sul, de leste a oeste. Conscientemente, nada e ninguém se salva, os noticiosos que nos desmintam. A começar pela própria "justiça" que poderia ser nomeada de canalhamente "injusta", por sua proverbial incúria e pífia, quando não parcial, atuação. Contudo, os magistrados, rútilos de cínico patriotismo, demonstrando distorcido amor à verdade, tomados de inaudita indignação, exigem que os militares, que cumpriam sua missão legal de combater o terrorismo sejam caçados e punidos.

Tiradentes, por afrontar o governo imperial foi esquartejado e teve suas partes espalhadas aos quatro ventos, no mínimo, esperam que os indigitados militares tenham igual ou pior destino. Embora, saibamos que sua intenção real, é a de atingir o Exército Brasileiro, e torná-lo tão pequeno, tão indefeso e inerme, que não possa, mesmo que queira esboçar, uma mínima reação.

É coisa para não recuperar a dignidade nos próximos cem anos. Haja vista, a notícia a seguir, que confirma o triste vaticínio.

O segundo refere-se à busca dos corpos dos desaparecidos na guerrilha do Araguaia. Ano após ano, depois do fim dos governos militares, foram e são organizadas e divulgadas à larga pela grande imprensa, as medidas para o resgate das pretensas ossadas dos inocentes heróis guerrilheiros. Com estardalhaço, anualmente, são formadas Comissões e copiosos grupos que lançam-se, sem quartel, na tétrica empreitada. Felizmente, com o advento do exame de DNA as buscas tem sido infrutíferas. Não houvesse o exame, sabe-se lá quantas ossadas já não teriam sido desenterradas, atendendo aos nobres anseios de seus interesseiros agentes.

Assim, a boa-nova é a de que o Exército deverá procurar e desenterrar as ossadas dos mortos pela tirania militar durante o "massacre" do Araguaia. Alguns, os pessimistas, poderão tachar a missão (Subsidiária? Humanitária?), de maquiavélica; outros, de inocente, por julgarem que somente uma Instituição respeitável seria capaz de comer no mesmo prato em que outros cuspiram, sem o menor tremor.

Meus amigos, nós ainda ouviremos um clamor, exigindo que sejam desenterrados os ossos dos ex-presidentes militares da "dita branda" para as devidas punições, pois, para os seus acusadores é preciso resgatar a justiça, para isso, mesmo os mortos têm dívidas a pagar.

Ante as últimas demonstrações de inigualável empáfia protagonizadas por obra e graça dos nossos magistrados e da magistral (Esperta? Desmoralizante? Sarcástica?) decisão de colocar o Exército Brasileiro de quatro cavoucando buracos na região do Araguaia, sem qualquer reação visível por parte das autoridades militares, poucas esperanças nos restam na justiça dos homens aos serviços do desgoverno.

Quanto à busca das ossadas, esperamos que os Pelotões de Sepultamento estejam à altura da missão e desenterrem, também, a nossa dignidade, provavelmente, semi-sepulta em cova rasa naquela região.

Por derradeiro, e exalando o último suspiro, admitamos, este é, sem sombra de dúvida, um País sério. Não importa que alguns insistam em afirmar o contrário.

Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais" (Regional Brasília).
Quinta-feira, 07 de maio de 2009.































O ASSALTO NO QG DO EXÉRCITO
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

O Assalto no QG do Exército ou a Apoteose do Desrespeito com o moral ao rés do chão e com o orgulho em frangalhos, doravante, aproveitando a onda da gripe suína, aconselhamos aos militares a utilizarem à guisa de precaução contra o vírus mexicano, mas, ainda, para encobrir a face enrubescida, a máscara cirúrgica. O subterfúgio nos parece apropriado para escondermos o rosto da vergonha ao saber que uma dupla de reles assaltantes assaltou um banco sediado no Quartel - General do Exército.

Após o triste evento, que caracteriza uma inimaginável afronta aos militares e uma monumental descrença no seu treinamento e no seu preparo profissional, além de um infame descaso e uma descabida afronta para com a Instituição, e contra tudo aquilo que ela deveria representar.

A inconcebível audácia nos permite uma cristalina leitura da ocorrência, cujas raízes, mais profundas, vêm germinando e florescendo há alguns anos.

O destempero ocorreu no rastro da falta de consideração para com as coisas da caserna que, infelizmente, alguns militares vêm construindo com desusado labor nas últimas décadas. Entendamos que a dupla de assaltantes teve o atrevimento de assaltar uma instalação militar pretensamente super vigiada e protegida e, cujas vias de acesso poderiam ser total e facilmente bloqueadas em curto espaço de tempo. No entanto, a reles e pífia dupla de marginais atreveu - se, descaradamente, a planejar e executar seu tosco plano. E o pior, certamente, a dupla esperava escapar, como escapou, até o momento presente.

Assombra - nos, além da petulância, uma atitude ou a falta dela, que resume o nosso pesar, o DESRESPEITO da dupla de meliantes para com uma entidade, instituição ou qualquer órgão de repressão que possui na sua essência a força como instrumento de emprego e ação.

Contudo, o ridículo para não qualificar de lamentável evento, tem suas raízes numa espiral de permissividade, passividade e impunidade consentidas que se arrastaram ao longo dos últimos anos, e que alimentaram um flagrante clima de desdém em relação à Instituição. Ao olharmos para o passado, fica difícil precisar quando tudo começou. Seria, durante os "anos de chumbo", que de "duros" só tiveram o nome? Aparentemente, não. Seria, quando simples sanções disciplinares passaram a ser arbitradas pela justiça comum? Seria, quando o Adido Militar no Reino Unido foi sumariamente afastado por clamor da "esquerdalha"? Seria pelo descaso da Instituição em relação aos militares que cumpriram sua missão e hoje são perseguidos e tachados de torturadores? Ou, seria pela falta de pudor em cobrir de méritos e medalhas conhecidos detratores e mesmo antigos terroristas? E o abandono do Tenente Vinicius, aquele do Morro da Providência? Quem sabe, seria a busca das ossadas dos mortos na Guerrilha do Araguaia, apenas para satisfazer o ego do "espaçoso" Jobim? Afinal, são tantas emoções.

Por certo, vasculhando o passado, saltarão aos nossos olhos um turbilhão de atos e fatos que pavimentaram o caminho para o último (é melhor chamar de penúltimo, pois não sabemos o que nos aguarda no futuro) assalto, para o recente roubo dos sete fuzis, para o lançamento de livros e memoriais, monumentos e edificações que flagrantemente agrediram e agridem a dignidade da Força Terrestre.

Todavia, sendo a esperança a última que morre, confiamos nas medidas que serão adotadas e que breve, a dupla de descarados seja, definitivamente, encarcerada pela fulminante atuação da Instituição.

Finalmente, concluímos, desgraça pouca é bobagem.

Publicado no blog "A CONTINÊNCIA" (Cel Erildo).
Sábado, 09 de maio de 2009.



Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.















A Disputa pelo Poder – Cel Av Luís Mauro Ferreira Gomes



O candidato Serra – Ipojuca Pontes













3 comments:

Talma said...

O que será que huve com o cérebro e a galharida desses generais?
É o fim.
Passa a régua e manda a conta.
Fecha o QG e joga a chave fora. Aliás, devolve pro dono: o molusco.

Marcos Pontes said...

Muita merda essa gentalha ainda vai aprontar. Hoje questiono o que a Dilma fará com os documentos da ditadura que ela exige que sejam entregues ao executivo.

Anonymous said...

Incríveis os comentários do articulista quando diz candidamente "...o triste evento, que caracteriza uma inimaginável afronta aos militares e uma monumental descrença no seu treinamento e no seu preparo profissional, além de um infame descaso e uma descabida afronta para com a Instituição, e contra tudo aquilo que ela deveria representar"

O Exército, as Forças Armadas, os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, a República - todos estão podres.
O que é preciso é abrir os olhos para ver que o Brasil precisa ser refundado!
Rasguem-se todas essas leis péssimas e pró-bandido - começando pela Constituição de 88.
E recomece-se do zero!
Se houver boa vontade COM CERTEZA SE FARÁ MELHOR.
República e Democracia de araque para que?
Acordem senhores!

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