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Monday, September 07, 2009

Excelente "lembrado" para um medíocre 7 de Setembro!
Seria, O. de C. um profeta? Não! "Apenas" um sábio.

Foto: O Professor Olavo de Carvalho durante uma transmissão ao vivo do seu talk show: "TRUE OUTSPEAK".

































LULA NA TV
por Reinaldo Azevedo

Lula falou ontem em rede nacional de rádio e TV. Fez campanha eleitoral desavergonhada. Não se limitou ao nacionalismo de ocasião, com as fantasias do pré-sal. Aproveitou para exaltar as virtudes do seu governo e, de modo nada discreto, insuflar a população contra o Congresso. Eu os convido a ler o que segue.

*
Os apóstolos do Estado nacional, que espumam de indignação patriótica à simples idéia de privatizar alguma empresa estatal, tornam-se de repente globalistas assanhados quando um poder supranacional vem defender os interesses deles contra os interesses da pátria.

Essa conduta é tão repetida e uniforme que só um perfeito idiota não perceberia nela um padrão, e por trás do padrão uma estratégia. Desde logo, "a pátria" que eles celebram se constitui exclusivamente de estatais, onde têm sua base de operações e de onde dominam não somente uma boa fatia do Estado, mas também os sindicatos de funcionários públicos e seus monumentais fundos de pensão.

Defendendo sua toca com a ferocidade de javalis acuados, desprezam tudo o mais que compõe a noção de "pátria" e não se inibem de colocar-se a serviço de ONGs e governos estrangeiros quando atacam as instituições nacionais, desmoralizam as Forças Armadas, desmembram o território brasileiro em "nações indígenas" independentes, impõem normas à educação de nossas crianças, fomentam conflitos raciais para destruir o senso de unidade nacional e, em suma, arrebentam com tudo o que constitui e define a essência mesma da nacionalidade. Da pátria, só uma coisa lhes interessa: o dinheiro e o poder que lhes vêm das estatais.

Em segundo lugar, o nacionalismo que ostentam é de um tipo peculiar, desde o ponto de vista ideológico. É um nacionalismo seletivo e negativo, que enfatiza menos o apego aos valores nacionais do que a ojeriza ao estrangeiro - e mesmo assim não ao estrangeiro em geral, como seria próprio da xenofobia ordinária, mas a um estrangeiro em particular: o americano.

Assim, por exemplo, não sentem a menor dor na consciência quando, sob o pretexto imbecil de que toda norma gramatical é imposição ideológica das classes dominantes, demolem a língua portuguesa e acabam suprimindo do idioma duas pessoas verbais (mutilação inédita na história lingüística do Ocidente); mas, ante o simples ingresso de palavras inglesas no vocabulário - um processo normal de assimilação que jamais prejudicou idioma nenhum, e que aliás é mais intenso no inglês do que no português -, saltam ao palanque, com os olhos vidrados de cólera, para denunciar o "imperialismo cultural". (v. AQUI )

Ser nacionalista, para essa gente, não é amar o que é brasileiro: é apenas odiar o americano um pouco mais do que se odeia o nacional. Mas, para cúmulo de hipocrisia, seu alegado antiamericanismo não os impede de celebrar o intervencionismo ianque quando lhes convém, por exemplo quando ajudam alegremente a desmoralizar a cultura miscigenada que constitui o cerne mesmo do estilo brasileiro de viver e lutam para impor entre nós a política americana das quotas raciais, em consonância com as campanhas milionárias subsidiadas pelas fundações Ford e Rockefeller.

Do mesmo modo, seu antiamericanismo fecha os olhos à entrada de novos códigos morais - feministas e abortistas, por exemplo - improvisados em laboratórios americanos de engenharia social com a finalidade precisa de destruir os obstáculos culturais ao advento da nova civilização globalista.

Redução do nacionalismo à defesa das estatais, substituição do antiamericanismo ao patriotismo positivo, adesão oportunista ao que é americano quando favorece a esquerda: desafio qualquer um a provar que a conduta constante e sistemática da chamada "esquerda nacionalista" não tem sido exatamente essa que aqui descrevo, definida por esses três pontos.

Nunca, na História, houve patriotas a quem se aplicasse tão exatamente, tão literalmente e com tanta justiça a observação de Samuel Johnson, de que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.

(*)
Gostaram? O título do artigo é "O nacionalismo de esquerda é uma fraude" e foi escrito por Olavo de Carvalho em maio de 2001. Parece-me uma excelente análise da fala de Lula, feita com mais de oito anos de antecedência…


Reinaldo Azevedo é formado em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e em Jornalismo pela Universidade Metodista, foi professor de literatura e redação dos colégios Quarup, Singular e do curso Anglo, foi também redator-chefe das revistas República e Bravo!, diretor de redação da revista Primeira Leitura, além de coordenador de política da sucursal de Brasília do jornal Folha de S. Paulo. Escreve freqüentemente sobre política nos jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo". Reinaldo atualmente é articulista da revista "VEJA" e escreve o blog político mais influente da rede, "Blog Reinaldo Azevedo". Polêmico, irônico, ferino, Reinaldo Azevedo é autor dos livros "Contra o Consenso: Ensaios e Resenhas", pela Editora Barracuda, do best seller "O país dos Petralhas" e por último "Máximas de um País Mínimo", ambos da Editora Record.





Publicado no "Blog Reinaldo Azevedo".
Segunda-feira, 07 de setembro de 2009, 6h33.




A Candidata Dilma – Ipojuca Pontes





Sunday, September 07, 2008

7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil! É para rir ou para chorar?

Sem nenhuma vontade, mas para não dizer que não falei da "Independência", abaixo vai um vídeo produzido pelo canal de videoreportagem AEROVIA-FAB, para o Dia da Independência de 2007, muito bem feito por sinal, exceto pelas imagens de alguns seres abjetos, que não foram possíveis editar devido a problemas de sincronismo do áudio/vídeo no YouTube, também a musiqueta de fundo é muito "nipônica" para a data, deve ter sido escolha do Brig Saito, que provavelmente confunde o início do Hino da Independência com: "japonês" da Pátria filhos (...). Por outro lado, o vídeo vale a pena pela singela declaração do Coronel que comandou o destacamento da FAB no desfile militar do ano passado, em: "De que é feita a espada?". Não deixem de assistir!

Independência de Portugal: Bom, para começar os portugueses não eram "invasores", e sim "descobridores", é certo que nos espoliaram por 322 anos (dentro das possibilidades exploratórias e tecnológicas da época), em contrapartida para cá trouxeram a maioria dos nossos antepassados ou lhes permitiram que viessem, como também nos deixaram de herança o idioma único e um país-continente, graças a sua "bravura" e sua poderosa frota naval, caso contrário seríamos divididos em algumas dezenas de republiquetas (bolivarianas, espanholas, francesas, holandesas, inglesas, entre outras), além do mais, tudo que daqui levaram, não chega a "fazer cócegas" perto do que já nos foi e está sendo roubado nestes últimos vinte anos, bem como as pretensões dos "invasores" comunistas, já em sua terceira tentativa, esta sim uma "invasão" derradeira, onde eles pretendem fatiar as nossas Terras com a raça mais peçonhenta que jamais existiu no planeta.

Sendo hoje, o 6º ano consecutivo que nossos soldados terão que desfilar para os porcos-comunistas (que me perdoem os suínos genuínos), desta feita inclusive com a presença da "boca-de-sopro" portenha (quem sabe o macaco bolivariano também não aparece de última hora, que aí sim o "circo" ficaria completo), pois bem, imagino como deve estar sendo difícil para os "camaradas" que honram a farda e o Brasil e hoje terão que desfilar perante aquelas "autoridades alienígenas", invasores, força de ocupação, sim senhores, a "pátria-mãe" dessa raça é Cuba e não o Brasil, hoje estarão nos palanques, não para comemorar a data máxima da nossa Pátria, mas comemorando a sua mais fácil vitória, nem um tiro precisaram disparar, a não ser em seus próprios "soldados" (Celso Daniel, Toninho do PT e outras centenas não tão conhecidos), do alto de sua arrogância, eles assistirão os "subjugados" desfilarem garbosos, prestarem-lhes continência, apresentarem-lhes armas e ainda seus comandantes, todos pimpões a darem-lhes tapinhas nas costas e sorrisos amarelos, amarelos de vergonha e covardia. É isso aí, pergunto novamente: Comemorar o quê? A rendição incondicional por pura covardia?

Comunista bom é comunista morto, mas não enterrado neste solo "Mãe Gentil", e sim com suas carcaças fedorentas lançadas nas profundezas do oceano, lá para os lados do tal pré-sal de que tanto eles tagarelam, como é sabido que bosta flutua e peixe não come, devemos atar aos seus "pedaços" alguns bons quilos de "Pb" ou na falta vai de pedra mesmo.
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Click na seta ou no botão PLAY, para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE, aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY.


O DONO DA ESPADA

Brigadeiro-do-Ar Helio Langsch Keller, quando ainda 2º Ten Av, cumpriu 95 missões sobre os céus da Itália, como integrante do 1º Grupo de Caça. Após o retorno do 1º Grupo de Caça ao Campo dos Afonsos em 1945, Keller foi Comandante da "Esquadrilha de Paus", Comandante do 3º/1º Gp.Av.Ca. e Comandante do 1º Grupo de Caça. Filho do Geneneral Floriano Peixoto Keller, era um respeitado e respeitável Instrutor da aviação de Caça. Amava assuntos de tática de emprego. Leitor incansável fundou a "Pequena Biblioteca do Piloto de Caça (3º/1º Gp Av Ca)", na certeza de que os pilares da "excelência do piloto de combate", também passava pela cultura especializada.

Foi um dos componentes do grupamento de Pilotos de Caça escolhidos para serem treinados na aeronave a reação P-80 nos EUA. Comandou o 1º Grupo de Caça quando já equipado com F-8 Gloster Meteor.

Ao deixar a carreira, cursou Economia e foi incorporado à equipe da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos - Min. Planejamento). Nessa função, assegurou o financiamento (fato inédito) para o desenvolvimento do Projeto EMBRAER T-27 (US$ 18 milhões), o que garantiu a produção dos protótipos, seus ensaios e as "cabeças de série" da produção. Uma decisão muito mais do Aviador do que do economista. O Brig Helio Langsch Keller, faleceu em 1991. Herói de guerra brasileiro, completamente desconhecido para a grande maioria dos brasileiros.




Caso queiram ouvir o bonito Hino da Independência, é só acessar o "mini-player" abaixo e clicar PLAY. Infelizmente o refrão "Brava gente brasileira! (...)", tornou-se uma piada de mau gosto.






Click AQUI para ver a letra do Hino da Independência.





Sarah Palin "embaralha as cartas" da campanha eleitoral nos EUA – William Waack







 
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