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Sunday, February 10, 2008

Quem realmente manda nas FFAA? Ela: "Stella"!
Sua "voz de comando", faz tremer generais, almirantes e brigadeiros.










































MENSAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS
por Geraldo Almendra

Será sempre fácil obedecer a um canalha quando somos covardes ou se somos cúmplices da sua canalhice.

Em artigo anterior titulado "Mensagem ao Presidente", exerci meu direito de dizer o que penso dessa fraude como político e ser humano chamado Luís Inácio Lula da Silva, que foi eleito no maior estelionato eleitoral de nossa história, e que permanece aprofundando seu domínio da sociedade com um grotesco populismo assistencialista-corrupto-corporativista-prevaricador.

Desse senhor e de seus desgovernos, não há mais nada a dizer, pois os adjetivos mais pejorativos perderam a condição de qualificar esse sórdido filho dos ovos da serpente da prostituição da política, que transformou, impunemente, as sementes da degeneração moral e ética, espalhadas na sociedade pelos desgovernos civis anteriores, em "valores" quase definitivos nas relações públicas e privadas.

Suas trupes, as "gangs dos quarenta" e seus cúmplices, escandalizaram e ainda surpreendem, diariamente, o país, com suas falcatruas; a mais recente, mas já anunciada há tempos, é o roubo dos contribuintes através do uso imoral, desonesto e inescrupuloso, dos cartões corporativos – um dos hediondos instrumentos de suborno dos canalhas mais esclarecidos, que tem, no sistema de controle do desgoverno petista, os gastos da cúpula do poder executivo classificados como confidenciais sem suporte legal, em uma clara, imoral e criminosa obstrução ao direito da sociedade de tomar conhecimento do que está sendo feito com o dinheiro dos contribuintes.

A freqüência e a quantidade de escândalos de grotesca corrupção, evidenciados ao longo dos desgovernos petistas, e a falta de reação relevante da sociedade esclarecida, estabeleceu, no nosso país, a vitória da impunidade da corrupção, da prevaricação, e do relativismo da justiça dos Tribunais Superiores, que ajudam a consolidar a imagem do Poder Judiciário como o mais corrupto e corporativista dos podres poderes da República.

Diante da falência moral dos poderes instituídos e da cumplicidade explícita da sociedade esclarecida corrupta, que se beneficia com a degradação das relações públicas e privadas, somente uma dura intervenção civil-militar poderia trazer para o país novos caminhos para a construção de uma sociedade justa e digna.

O presidente da República, sempre afirmando nada saber, que nada vê, e que nada escuta, já perdeu a legitimidade do comando das Forças Armadas, papel constitucional que tem uma premissa que não poderia ser agredida, que é a premissa da moralidade, da honestidade e da ética no exercício do seu mandato; este senhor já está desqualificado para qualquer cargo público, seja por culpabilidade direta, ou por criminosa omissão diante do que está acontecendo dentro do seu desgoverno.

Se não fosse a falência da Justiça em nosso país, a omissão dos Tribunais Superiores, o corporativismo público-civil, e a transformação do Congresso em uma casa de tolerância da política prostituída, a postura do presidente já o teria desqualificado até como cidadão com direito à liberdade civil, quanto mais como presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas.

O ex-presidente Collor foi deposto, de forma merecida, por prevaricações rigorosamente "irrelevantes", se comparadas ao que já foi denunciado e evidenciado nos desgovernos do PT, mas salvo, também, de punições mais duras, graças ao corporativismo criminoso que tomou conta das instituições públicas após um regime militar, que tinha seus defeitos, mas elevou o país à classe das maiores economias do mundo e o transformou em uma potência econômica, mais tarde meticulosamente destruída pelas canalhices dos desgovernos civis.

Nos desgovernos petistas o poder público acabou perdendo sua razão de ser, se transformando, de forma definitiva, em um covil de malfeitores com a cumplicidade das elites dirigentes e seus protegidos, que ficam mais milionários a cada dia que passa.

Enquanto isso o absurdo de impostos que pagamos não nos garante mais saúde, educação, segurança e saneamento. Não recebemos do poder público nada mais que justifique a extorsão que nos é imposta, obrigando o pagamento de tributos que correspondem a mais de cinco meses de trabalho dos contribuintes todos os anos.

Quando defendemos uma intervenção civil-militar não estamos pedindo para que o país seja conduzido nos moldes de uma ditadura genocida.O que estamos defendendo é que a sociedade sofra um duro choque moral e ético de cima para baixo, com a ajuda do poder militar; somente isso poderá salvar nosso país de ser engolido pelo regime socialista populista e corrupto.

Estamos falando do poder de intervenção das forças armadas legalistas, que junto com civis descomprometidos com as canalhices que imperam no país, tenham o compromisso de defender nossa pátria da canalha comunista que está tomando conta das instituições públicas e subvertendo, de forma grotesca, os valores éticos e morais que devem nortear as atitudes do poder público.

Nossa sociedade, por suas raízes históricas e sua premeditada falência cultural e educacional, precisa ser reconduzida a uma nova construção, que não pode prescindir mais de uma dura intervenção civil-militar; estamos no caminho do apodrecimento acelerado dos mais básicos valores que conduzem uma sociedade na direção do progresso econômico e social, para tornar-se desenvolvida em todos os sentidos.

A impunidade da imoralidade e da falta de ética dentro do poder público está nos deixando órfãos da democracia e da liberdade, diante da inevitabilidade do declínio da sociedade brasileira na direção de um regime político e de um poder público sórdidos nas próximas décadas, com o aval dos esclarecidos e bem formados, que estão sendo subornados e corrompidos no jogo do poder político prostituído.

A falta de atitude das Forças Armadas, que apenas defendem aumentos de salários, nos transmite a perspectiva que somente uma guerra civil sanguinária poderá livrar nosso país dos canalhas da corrupção e da prostituição da política, que fazem, sistematicamente e impunemente, os contribuintes de palhaços e imbecis do circo do Retirante Pinóquio.

Quando os pobres perceberem que não passam de imbecis e idiotas manipulados pelo mais canalha dos canalhas da prostituição da política e seus cúmplices, patifes que fazem absurdos e imorais gastos com os cartões corporativos enquanto subornam os ignorantes com os cartões da bolsa-preservação-da-pobreza, iremos todos presenciar a revolução de baixo para cima. Quando os "morros" descerem para os asfaltos...

Já existe uma formação de opinião comum no nosso país que a honestidade, a moralidade e a ética já são encarados como os vírus de uma doença, que impede os cidadãos de crescerem na pirâmide social quando confrontados com o poder dos canalhas da corrupção e do corporativismo. Portanto, vamos todos sermos canalhas...

Somente continuaremos sendo governados por políticos inescrupulosos e corruptos, se aceitarmos sermos qualificados de ignorantes, covardes ou cúmplices dos mesmos crimes que esses canalhas vêm cometendo.

"Os silêncios" dos últimos defensores – as Forças Armadas – de nossa pátria, das mãos dos canalhas da corrupção e da prevaricação, os colocam no mesmo nível desses patifes que estão roubando nossas esperanças de que nossos filhos e suas famílias possam, um dia, viver num país que não tenha a corrupção, a imoralidade e a falta de ética como os melhores instrumentos para o crescimento na pirâmide social.

Nesse triste momento de nossa história, está sendo registrado que nossas Forças Armadas estão sendo coniventes, por cumplicidade ou patética omissão, com a entrega do nosso país nas mãos de uma das piores mutações do socialismo populista e corrupto, comandado por uma fraude política e traidor de nossa pátria, fundador e dirigente durante mais de uma década da representação das FARC no país.

As sinecuras, a transformação de militares da ativa em pessoas jurídicas para receberem remunerações adicionais, o suborno corporativista, e as promessas de aumentos de salário, podem estar sendo, para os comandantes militares, mais fortes do que o amor à pátria, à democracia e à liberdade, que são cantados em versos nas suas marchas, mas esquecidos na hipocrisia de suas relações com o poder público.

Esses senhores estão manchando a biografia militar do país e fazendo por onde merecerem todas as humilhações que as Forças Armadas vêm sendo submetidas pelos canalhas da corrupção e da prevaricação, desde que entregaram o poder aos civis.

Neste momento cabe aos verdadeiros militares conspirarem a favor da libertação do país da tirania dos canalhas civis e militares ou, alternativamente, à semelhança das elites dirigentes, se juntarem aos marginais que tomaram conta do poder público, aceitando serem cúmplices da transformação do país em um Estado Comunista de Direito.

Agora uma pergunta aos comandantes militares dignos de vestirem suas fardas.Como os senhores, diante da falência da Justiça para punir os canalhas da corrupção, da prevaricação, e do corporativismo sórdido dentro dos podres poderes da República, podem continuar em estado de covarde omissão diante da seguinte notícia:

"Por ordem do presidente Lula, o Portal da Transparência do governo escondeu os titulares de cartões corporativos responsáveis pelos gastos com mordomia, instalações pessoais e assistência a seus filhos. Entre os titulares de cartões cujos nomes viraram "segurança de Estado" estão o tenente-coronel Rui Chagas Mesquita, chefe da Ajudância de Ordens de Lula, e Maria Emilia Évora, ecônoma ligada à primeira-dama, d. Marisa."

Será que algum militar honesto e comprometido com a dignidade da farda de sua força, com nossa pátria, e com a honra de sua função constitucional, poderia me responder por que não se juntam a civis decentes e destituem essa fraude política e humana do poder junto com toda a canalha que lhe é cúmplice? Será por medo da milícia urbana ou sem-terra do petismo?

E não me venham com essa leviandade de que é necessário a sociedade sair às ruas pedindo sua intervenção. Que sociedade? A dos milhões de ignorantes subornados com os cartões-preservação-da-pobreza? A dos banqueiros e seus investidores podres de ricos com a exploração dos contribuintes? A dos vagabundos que vivem do assistencialismo público? A dos artistas hipócritas, comunistas nas idéias, mas capitalistas no seu patrimonialismo e cúmplices da entrega do país ao socialismo corrupto e espúrio? A da imprensa maioria chapa-branca? A da academia que vive das mordomias do poder público? Ou das elites dirigentes públicas subornadas com sinecuras e cartões corporativos? A da classe média covarde que está aceitando a fronteira da pobreza ou se associando aos canalhas da corrupção e da prevaricação para sobreviverem? A dos sem-terra e sem-nada que invadem as propriedades privadas destruindo o patrimônio daqueles que trabalham e não vivem do roubo do dinheiro público?

Que sociedade é essa que precisa sair às ruas para trazer à tona a dignidade, a honra e o patriotismo dos que vestem as fardas das Forças Armadas?

Ou será que o suborno material, corporativista, aético e imoral das consciências dos esclarecidos foi coletivo?

Por que os militares não se reúnem e mandam uma mensagem clara para os podres poderes da República que se não pararem imediatamente com essa grotesca e pública sacanagem com o dinheiro do povo, Brasília estará sitiada para uma dura intervenção civil-militar?

QUE VERGONHA! QUANTA OMISSÃO E IMPOTÊNCIA DIANTE DOS CANALHAS DA CORRUPÇÃO E DA PREVARICAÇÃO!

Senhores militares e seus comandantes. O PT assumiu o poder graças ao seu discurso ético prometendo acabar com a picaretagem no poder público.

O PT não mudou nada nas relações públicas e privadas. Melhor dizendo, este partido é que mudou, tirando a carapuça que escondia suas verdadeiras intenções de executar um projeto de poder perpétuo-corrupto-prevaricador com a cumplicidade dos picaretas que tanto atacou.

"Os lugares mais quentes do INFERNO estão reservados para aqueles que EM TEMPOS DE CRISE MORAL optam por ficar na NEUTRALIDADE." (Dante Aligheri).


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site "Brasil acima de tudo".
Sábado, 09 de fevereiro de 2008.






Luiz Inácio "Fausto" da Silva, é o resultado de um pacto com "Mefistófeles"! – Fenix

Quando a vaca vai pro brejo? - Bootlead

Thursday, January 10, 2008

Para "barnabés" fardados e de costas para o Brasil, salário fala mais alto.































A arte da canalhice
por Geraldo Almendra


"Os Comandantes Militares deveriam mandar as suas Forças entrarem de Prontidão, todos deveriam ir para bordo dos Navios, para os Quartéis e para as Bases Aéreas, deveriam recomendar ao Presidente que não saísse do Palácio, como Comandante Supremo Ele também estaria de Prontidão, para que os Parlamentares não corressem nenhum risco, Eles deveriam ficar em seus Domicílios, enfim uma paralisação total, ninguém entra nem sai, inclusive os Ministros dos Tribunais Superiores também ficariam em casa."


Quando li o texto acima publicado na internet senti uma pontinha de ânimo e me perguntei: - será que a caserna está se movimentando para salvar o país das mãos dos canalhas?

Engano. É uma proposta para forçar o desgoverno petista a cumprir suas promessas de aumentos para os militares.

Pessoas canalhas, principalmente as que infestam o poder público, deveriam ser banidas do jogo do poder pela aplicação das leis no combate às suas falcatruas assim como pelo desprezo dos contribuintes e dos eleitores, que deveriam impor-lhes vaias e ovos podres sempre que os encontrassem.

Institutos de pesquisa provam a absurda situação em que acima de 80 % da população não confia no Poder Legislativo e demonstra, também, que mais de 50 % não confia no Poder Executivo, um percentual menor, obviamente influenciado pelo assistencialismo populista espúrio praticado pelo petismo.

Para completar esse quadro dantesco, é opinião comum entre as classes esclarecidas que o Poder Judiciário, que deveria combater o crime e evitar a impunidade, se apresenta como o grande vilão da corrupção, e o mais corporativista entre os podres poderes da República.

A sociedade, então, já reconhece que o poder público é o maior propagador da degradação moral e ética nas relações públicas e privadas.

O paradoxo da covardia é a falta de atitudes dessa mesma sociedade em lutar de forma objetiva e direta contra a disseminação do ato canalha como um valor para sobrevivência pessoal dentro das estruturas dos poderes dominantes.

Estamos permitindo que o país seja conduzido por canalhas, sejam os de ofício, sejam os canalhas covardes que tiram todo o proveito possível da canalhice dos outros em benefício próprio, por omissão, ou por cumplicidade.

Aumenta nossa apreensão, em relação à tomada do poder pelos comunistas, lermos na Internet mensagem incentivadora de revolta militar apenas por questões de vencimentos.

Traduzindo, se nossos militares das Forças Armadas estiverem ganhando bem que se “exploda” o resto.

Se não podemos mais confiar no patriotismo dos homens da caserna para defender o país da patifaria sem controle dentro do poder público, temos que reconhecer que realmente estamos nas mãos dos canalhas.

Quando o petismo assumiu o poder, uma grande parcela da sociedade tinha esperanças que os picaretas do poder público seriam combatidos. Contudo, temos que reconhecer a consolidação da canalhice da política, herdada dos governos FHC, e pior, no desgoverno petista o país afundou, definitivamente, no lamaçal da degradação moral e ética dentro do poder público.

Os representantes da sociedade civil, artistas, acadêmicos, religiosos, professores, empresários, sindicalistas, jornalistas, estudantes universitários, etc., com poucas exceções, já jogaram a toalha da covardia e da falta de patriotismo; estão permitindo que as "gangs dos quarentas" consolidem seu projeto de poder fundamentado na sacanagem do socialismo populista espúrio, na formação de um poder público absolutamente corrupto e corporativista, e na garantia da proteção das elites financeiras do país que nunca ganharam tanto dinheiro como no desgoverno petista.

O beijo da Senadora Ideli Salvati na boca do Senador José Sarney em pleno Parlamento, após expressões e gestos de carinho, cuja foto está sendo distribuída na Internet, é apenas mais uma das imagens da podridão da política canalha que tomou conta do Congresso Nacional.

Provavelmente ninguém vai se importar com isso, a exemplo daquelas fotos do cachaceiro em “estado etílico”, comandante das "gangs dos quarenta", que também foram amplamente distribuídas pela Internet.

Estamos trabalhando mais de cinco meses por ano para sustentar instituições absolutamente desacreditadas pela sociedade.

"...acostumado (o governo) que está a se valer da ignorância para enganar, burlar e depois invocar o direito de reinventar a realidade, mudando o nome das coisas, chamando enganação de mudança de opinião. Agiu assim desde o começo, firmou um padrão, incorporou a mentira ao modo de governar e se relacionar com a sociedade e as instituições ao ponto de a agressão à verdade não representar mais riscos políticos nem servir à denúncia de conduta indevida. E porque fez da mentira um hábito, o governo não vê insulto nem se defende quando chamado de mentiroso. Aceita a constatação e vive feliz com isso, livre, dando asas às artimanhas e ao seu dom de iludir oficial, solene e honorificamente." (Dora Kramer - Jornalista)

O Brasil precisa da ação de um duro movimento interventor formado por pessoas decentes - civis e militares - para acabar com essa patifaria que tomou conta das relações sociais públicas e privadas, que já colocou o país no topo do ranking mundial da corrupção e do corporativismo sórdido. Está se consolidando no mundo uma versão de que somos um povo otário comandado por bandidos.

Somos um país falido na educação, na cultura, na moral, na ética, na vergonha na cara e na coragem. Nossos filhos e suas famílias um dia olharão para trás e dirão: que geração covarde, sem vergonha, e corrupta, essa que entregou nosso país nas mãos dos canalhas comunistas!

Estamos no início de mais uma temporada do BBB, sigla que reflete, como nenhuma outra, a prostituição de valores de nossa sociedade.

Os calhordas e os aprendizes, vítimas da falência da cultura, da educação, e da família, terão dezenas de horas de puro deleite de como ser falso, mentiroso, infiel, hipócrita, leviano, canalha, com todos os derivativos da falta de ética e imoralidade estando à mostra.

Enquanto isso a grande vilã das comunicações continuará se enchendo de glória e dinheiro com o patrocínio de canalhices ao vivo e a cores de 14 candidatos a um grande prêmio, vitória pela maior habilidade em agirem como devassos das relações com o próximo.

Enquanto a sociedade der audiência a esse tipo de patifaria televisiva, a falência da família e dos valores morais e éticos não vai mais retroceder.

"Estamos nos acostumando demais com a corrupção, com a falta de responsabilidade de quem produz gêneros e produtos, com os discursos falaciosos dos políticos em geral e outras autoridades que assumem cargos por decorrência da posição dos amigos. Estamos criando o pernicioso hábito de conviver com a canalhice sem que ela nos incomode." (Sandra Silva - Socióloga)


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site " Brasil acima de tudo ".
Quinta-feira, 10 de janeiro de 2008.


*Barnabé: Bras. Pop. Funcionário público de categoria modesta - Novo Dicionário Aurélio. (P.N.)


 
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