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Sunday, October 19, 2008

OS (p)IN(ó)ÍQU(i)OS CONDENARAM O CORONEL USTRA E SEUS "CÚMPLICES"!

























UMA INJUSTIÇA PLANEJADA E CONSENTIDA
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Um julgamento ideológico acaba de perpetrar uma injustiça.

Na investida do estado totalitário e tendencioso contra o cidadão, perdeu, como esperado, o último.

Renegado por sua Instituição, abandonado a sua própria sorte, o Cel. Ustra poderia resistir por algum tempo, como resistiu. Poderia ser inocentado, não foi. No parcial julgamento, embasado em testemunhos e razões falsas, a justiça, de olhos vendados ou arregalados, vexada, não apareceu. Cedeu o seu lugar à injustiça.

Era uma mera questão de tempo. O resultado estava escrito no livro das iniqüidades e dependia de cenário e personagens que estavam nas mãos de conhecidos e virulentos inimigos dos militares.

O julgamento do Cel. Ustra, construído segundo mal-cheirosos interesses de governo sócio-comunista, da esquerda ressentida e vingativa, com o beneplácito da Instituição e o apoio incondicional de uma mídia corrompida, muito antes de ocorrer, já tinha traçado o seu desfecho. Ou melhor, seria intentado "ad aeternum", até alcançar seu objetivo.

Assistimos, ano após ano, à montagem de um persistente complô jurídico, destinado a concretizar um objetivo, o de massacrar, publicamente, um cidadão.

Não acreditamos que esta vitória acalme a sede de vendeta. É pertinente, esperar por novos desdobramentos.

Ficou comprovado que levada ao arbítrio de um fórum faccionário, instrumentado por uma corja de crápulas, podemos esperar a chegada do mau–hálito da descarada perseguição e dos tenebrosos ventos do apocalipse.

Tal qual párias, não haverá canto escuro ou caverna, por abissal que seja, que possa resguardar a quem esteja na mira de magistrados dispostos a trucidarem o idealismo e a retidão.

Não importa a ausência de provas, não há nada, absolutamente nada, que possa rebater qualquer acusação; não importa de onde venha, "ai dos vencidos" na luta ideológica, e, assim, eles, os cordeiros, serão tangidos para o altar de sacrifício, para, no mínimo, sofrerem o escárnio moral do público.

É o triunfo da infâmia.

Assistimos a uma tragédia, a da indiferença, da avalização da covardia, da apoteose da resignação, pois, além da cumplicidade aos ditames conjunturais, nem um menor sinal de reprovação, nenhuma grita de horror.

Tornaram–se normais ou aceitáveis a distorção da verdade e a parcialidade.

Sim, meus amigos, muito mais do que a injustiça que campeia solta "nesçepaiz", assombram–nos a aquiescência, o torpor e a indiferença.

É evidente que o Cel. Ustra, ao ser julgado, não gozava dos mesmos direitos dos seus acusadores. Por isso, é com pesar que testemunhamos o desrespeito à igualdade entre os indivíduos. Infelizmente, a lei e a justiça não caminharam juntas.

Sem amparo, jogado à sanha de abutres, seu destino era uma questão de tempo.

Constatamos que ninguém está a salvo, que ninguém poderá escudar–se no cumprimento correto de suas missões e atribuições legais, pois tudo poderá mudar, numa patética demonstração de que a verdade, não é uma só, e poderá ter a face do inimigo.

É o alerta de que breve o seu jardim poderá ser invadido. Aguarde: você não perde por esperar, pois retornam com grande intensidade as tentativas para a "reabertura dos arquivos da Ditadura"; na verdade, uma nova investida para buscar vítimas militares, para inclusão no "índex" da esquerda, e serem sacrificadas nos seus tribunais de inquisição.

Quem mandou você querer salvar a Pátria? Quem mandou você colocar–se ao lado da Lei e da Ordem?

Por tudo o que temos visto, cabe um alerta aos jovens militares: "acautelai-vos, vocês poderão sofrer amanhã um linchamento público".

"O tempora, o mores!" exclamava Cícero diante das traições e patifarias de Catilina, ao indignar–se com as injustiças e a perda dos costumes que assistia àquela época.

Resta–nos fazer coro com o filósofo,... até ficarmos roucos.

E "la nave va".


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.









Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais"(Regional Brasília).
Sexta-feira, 17 de outubro de 2008.



Sou monarquista – Cel Paulo Carvalho Espíndola



OS (p)IN(ó)ÍQU(i)OS CONDENARAM O CORONEL USTRA E SEUS "CÚMPLICES".

Thursday, September 25, 2008

CARÁTER É DESTINO!

Foto: Cel Ustra (© Hipólito Pereira – "Ag. O Globo")




































Uma Singela referência aos "Ustra"
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira (Ternuma – Regional Brasília)

Não tivemos maiores nem menores contatos com o Coronel Ustra, durante a nossa carreira militar. Fomos conhecê–lo, ambos na Reserva, contudo, bastaram alguns convívios fortuitos, para que pudéssemos traçar um perfil do cidadão e militar Carlos Alberto Brilhante Ustra.

O ditado diz, "que pelo dedo se conhece o gigante". Não vimos o gigante, porém estivemos diante da sua força, da sua grandeza e da sua fortaleza, e aprendemos a respeitar e admirá-lo.

Não foi difícil descortinar, ao falar com o lídimo Coronel, que estávamos diante de um homem de caráter. Sua capacidade de defender-se, de manter o ânimo na infame adversidade, de andar de cabeça erguida, de enfrentar com honra e com dignidade a detração e as perseguições, julgamos, podem servir de exemplo a tantos quantos forem inocentes vítimas de um "establishment" de esquerda, maldoso e canalha como o que ocupa, atualmente, os diversos nichos do poder nacional.

A tenacidade, a fibra e a determinação dos "Ustra" servem como um precioso modelo, que pode e deve ser apontado para os militares e para os civis, como uma família que tem arrostado coesa as mais tenebrosas tempestades. Poderia servir de exemplo para os jovens militares de sua instituição militar de origem. Não pode. Para a Instituição, o Coronel Ustra não existe.

A Instituição Militar que com o seu peso poderia ter aliviado, pelo menos, uma parte da pesada carga que os "Ustra" carregam, virou–lhes as costas. Uma pena.

O HOMEM–ALVO tem sido um herói da resistência.

A irrepreensível carreira do Coronel Ustra foi ceifada no Uruguai. A partir de então, o valoroso militar tornou–se um pestilento, um lazarento, o qual, chefes sem pundonor ou a menor magnanimidade queriam longe da caserna, para não perturbar–lhes o insípido comando. O mesmo "esquecimento" ocorreu com outros companheiros, menos expostos, mas nem por isso, menos prejudicados.

Ao tomarmos conhecimento de que a última, espera-se, perseguição jurídica contra o Coronel, será arquivada, e um uníssono regozijo pela boa-nova ecoa entre seus incontáveis amigos, por oportuno, louvamos ao bravo militar e sua magnífica família, sublinhando que estamos todos ao seu lado.

Com respeitosa admiração, imaginamos onde buscam tantas energias. Como permanecem de pé, onde, certamente, muitos teriam sucumbido. Quantas angústias e mágoas, quantas tristezas, e quantas revoltas pelas injustas e torpes acusações.

Ao apontá–los como um exemplo de rara coragem moral, cumprimos um dever de justiça, pois os "Ustra" transpiram os Valores e as Virtudes que enobrecem qualquer Família, traços que, na quadra atual, adquirem uma magnitude impar, onde se destacam a fé e o respeito mútuo que os revigoram, continuamente, para defender com a tenacidade peculiar dos nobres de espírito, um de seus membros contra a difamação e contra a injustiça.

Aos prezados amigos Ustra e Família, parabéns!

Brasília, DF, 24 de setembro de 2008

Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.








Publicado no site "A Verdade Sufocada".
Quarta-feira, 24 de setembro de 2008.



Em busca de um pretexto patriótico – Olavo de Carvalho



Uma Singela referência aos "Ustra"
 
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