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Thursday, July 31, 2008

Vaaaiii!!!


































DESABAFO DE MILITAR
por Frederico Ramos Pereira

Há tempos que me controlo em me expressar e dizer o que realmente sinto. Basta! Ou escrevo ou tenho um câncer. Estamos vivendo num país onde os ricos são amigos dos poderosos e nunca são lesados ou punidos. Os poderosos são ricos e entram na regra anterior. Fazem e acontecem e nada acontece!!! Por outro lado os pobres e miseráveis, na maioria ignorantes, a verdade seja dita, já estão comprados pelo governo (PT) com suas bolsas, auxílios, esmolas, etc., a classe média só se fode. Banca os impostos dos ricos e as esmolas dos pobres.

Eu sou descontado em folha de R$ 17.000,00 por ano só de Imposto de Renda, fora IPTU, IPVA, TAC, IOF, IPQP... Alguém paga isto de livre e espontânea vontade ao leão? Leio os jornais e ouço os noticiários e é só desgraça, corrupção, falcatrua e não acontece nada!

Será que a coisa ta ruim mesmo ou eu que sou muito pessimista?

O político, inclui-se aí o presidente, 99% do senado, 99,9% do congresso, estão cagando pra hora do Brasil, querem é se dar bem fazer caixa e eternizar a corriola, revelando e apadrinhando mais fdp para estuprar a pátria amada, embarrigá-la e abandonar o filho feio. E a violência? Todos sabem que esta vem, em grande parte, motivada pelo tráfico de drogas. Se abafarem as entradas da droga ela não chega aos grandes centros e a criminalidade é asfixiada. Por quê não fazem isso? Porque grande parte dos políticos têm seus tentáculos depositados sobre o tráfico ou vice-versa. Aí um tenente, formado pelo melhor estabelecimento universitário do país, a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), na qual tive orgulho em me formar em 1989, é colocado numa favela, devido a conchavos políticos, com a participação do Exército Brasileiro (meu Deus!), é submetido a horas de patrulha no Morro da Providência, tendo que liderar seu pelotão e controlar seus homens. Este Tenente deve ter engolido a seco várias e várias provocações de muitos marginais e subprodutos do crime, até que, como todo ser humano, aloprou e fez o que fez.

A forma foi certa? Não, claro que não, mas aqueles garotos (se é que se pode chamar assim), mais cedo ou mais tarde iriam morrer, seguindo as estatísticas das vítimas do tráfico, e não deviam ser boa coisa, não para provocar o Exército. Eu estive lá na Providência, em março, com o 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (25º BI Pqdt) e vi a situação a que eram submetidos meus soldados. É muito fácil para qualquer um, de longe, cheiroso e sob um ar condicionado crucificar tal oficial, mas guerra é guerra. Sou carioca de Bonsucesso, mas reconheço que o Rio está numa guerra e estão colocando as tropas no olho do furacão. Lembro, o Tenente é um acadêmico, outros universitários só vão à favela para participar de ONG sem vergonha e fumar maconha. O Tenente estava trabalhando. Se eu solto meu filho de 10 anos numa loja de louças chinesas e ele quebra um vaso caro a culpa é só dele? Foi deprimente ver na televisão aquela visita do Ministro da Defesa à família de uma das "vítimas", mais deprimente foi ver a cara de algumas "autoridades" que o acompanhavam, cordeirinhos! Enquanto isso cadê o General Heleno que só falou a verdade? Vários medicamentos baseados em substâncias que só encontramos na Amazônia são de patentes estrangeiras. O "açaí" é de patente japonesa!

Gringos compram pedaços daquela terra a preço de banana. Tem é político graúdo roubando feio e levando vantagens, mais uma vez, cagando pra hora do Brasil.

Como sou militar, de tropa, sem sangue azul, sem me preocupar em me dar bem com missões "boca boa", sem ser carreirista, sempre sincero com superiores e leal com subordinados, já sei como agir, nossa profissão é meio de vida e não meio de morte, cada vez mais serei corporativista, aos militares tudo o resto que se f...

Como subcomandante exijo que o batalhão cumpra horários, mas o libero na hora certa. Estamos acostumados a cumprir a missão a qualquer custo sem meios, sem dinheiro, etc...

Desde que entrei no exército ouço que somos pobres, até quando?

Faltam pouco mais de seis anos para que eu vá para a reserva e nada mudou. Vai mudar? Não creio. Num país onde bilhões são desviados para bolsos de safados e ilhas fiscais, temos que engolir que não há dinheiro para as Forças Armadas. E tem gente que engole ou finge que engole para não se queimar.

Meu compromisso é com minha família e com meus amigos, que me respeitam, com eles não posso me queimar, com o resto? Não estou preocupado.

Dói-me ver safados chamar o período de 1964 a 1985 de ditadura, vê-los receber indenizações como vítimas dele, vê-los nos achincalhar, pisar, submeter e humilhar, vê-los no poder nos olhando com soberba. Enfarta-me vê-los serem agraciados com medalhas do Pacificador. Eu, que tenho quase 20 anos só na tropa, destes, 10 anos na Brigada Pára-quedista, nunca fui punido, sempre fui leal ao Exército, não tenho. O José Genoíno, neste universo, é melhor do que eu.

Sabem o que me dói também é ver oficiais da nossa força, que vestem a pele de amantes da instituição, mas na verdade estão preocupados apenas com seus umbigos, em não se queimar.

A razão de ser do Exército é a tropa, na hora do pau é esta que vai dar a cara para bater, mas tem oficial que diz que medalha de Corpo de Tropa é para sargento, que quem é de tropa é burro e fica aí piruando ser instrutor da AMAN, EsAO e ECEME para ganhar pontinhos e pegar "bocadas", chegam a coronel e general sem ter nem 10 anos de tropa, brincadeira! Depois vão pra Brasília e viram "ideúdos".

Estou começando a achar que sou otário.

Vou ficando por aqui, agradeço a atenção.

Não vou mais engolir sapo, Homens têm que ter coragem.

Homem não tem medo de "homem". Boca é pra falar.

Tenho um filho e não quero que ele veja em mim um covarde. Nunca!

Nunca me vendi e nunca me venderei por conveniência, sigo meus princípios. Olho nos olhos das pessoas com que falo. Minha única fortuna é o meu caráter. Minha vida é minha família. Desta vida só levamos a família e os amigos. De toda a vida, apenas aqueles que estiverem ao redor de seu túmulo no dia do seu funeral é que valeram a pena, o resto foi o resto!

BRASIL, ACIMA DE TUDO!

Major Frederico Ramos Pereira
Pqdt NR 56.288
TEL: (21) 7629-7736 =Fred Pqdt=

E-mail: fredpqdt@yahoo.com.br


Frederico Ramos Pereira é Major do Exército Brasileiro.








Publicado no fotolog "Navegação Programada" (Ten Cel Licio Maciel).
Quarta-feira, 30 de julho de 2008.


Click AQUI para ver a letra da Canção do Pará-quedista.








A mosca azul e o terceiro mandato – Wilson Figueiredo


Friday, May 09, 2008

Lealdade = Fidelidade aos compromissos assumidos.
Resta saber: Compromissos assumidos com "quem"?

































Lealdade e disciplina
por Luiz Eduardo Rocha Paiva

Hierarquia e disciplina são fundamentos das Forças Armadas em qualquer país. Sem esses princípios elas se transformam em instrumentos de opressão da sociedade, desintegram-se em segmentos controlados por caudilhos ou grupos de interesses diversos, lutando entre si pela tomada do poder. Perdem o caráter de instituições nacionais e sua razão de ser como "braço armado" para a defesa da nação.

As nossas Forças Armadas são instituições permanentes e se subordinam ao Estado, também perene, que difere de governo, que é temporário. A Constituição federal atribui-lhes a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem. Situações extremas, que afetem a defesa da Pátria, a soberania e a integridade nacionais exigem posições firmes e destemidas de qualquer brasileiro, particularmente de chefes militares, cuja profissão lhes permite conhecer e avaliar cenários de evidentes ameaças. Nesses momentos pode ocorrer o dilema de ter de optar entre disciplina e lealdade, decisão difícil para um militar, como bem sabem os profissionais da carreira das armas.

O presidente da República - na condição de chefe de Estado - é o comandante supremo das Forças Armadas no Brasil. No regime presidencialista, o chefe de Estado é também chefe de governo, que tem obrigação moral e funcional de colocar aspirações e interesses nacionais acima de programas de governo e de partido, bem como de ambições eleitorais, principalmente quando uma decisão afete a defesa, a soberania e a integridade nacionais.

No Brasil, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o da Defesa (MD) deveriam ter o mesmo peso político ao assessorarem o chefe de Estado em temas relacionados com defesa e segurança nacional, mas isso não ocorre desde o início da década de 1990. Há um desequilíbrio perigoso, com a balança pendendo para o MRE, o que evidencia falta de preparo e visão estratégica da liderança nacional, incapaz de perceber vulnerabilidades daí decorrentes. Como disse Henry Kissinger, "diplomacia sem o respaldo de um forte poder militar não passa de mero exercício de retórica".

A criação do MD, necessária para a integração das Forças Armadas, não teve tal propósito, mas sim o de afastar o militar do núcleo decisório do governo. Os ministros da Defesa são escolhidos por critérios políticos, não conhecem a cultura organizacional militar e não são estudiosos dos assuntos de defesa. Até hoje não existe o secretário-executivo do MD, que deveria ser um militar (pelos motivos supramencionados), o que não se concretiza por diversos motivos, inclusive por revanchismo. Como conseqüências desse quadro, os ministros não defendem com ênfase as posições propostas por seus assessores militares ou não têm argumentação para fazer valer suas idéias.

Aí se insere a questão da Amazônia. Desde 1991, quando foi criada a Terra Indígena (TI) Ianomâmi, as Forças Armadas vêm alertando os sucessivos governos sobre o perigo de conceder imensas TIs em faixas de fronteiras; de se deixarem substituir, junto aos indígenas, por ONGs estrangeiras apoiadas por governos alienígenas e defendendo a autodeterminação daquelas terras; de retardar a ocupação e integração da Amazônia; e de relegar a segundo plano o desenvolvimento da capacidade de dissuasão militar. Os governos não deram a menor importância aos alertas feitos através da cadeia de comando, sempre de maneira discreta.

Hoje chegamos a um momento de decisão. A ONU aprovou a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas em setembro de 2007, que prevê, simplesmente, a autodeterminação para as TIs, além de outros direitos que as tornam enclaves dentro do território nacional. Considerando as dezenas de TIs nas faixas de fronteiras e no interior, o que vai ser uma "terra dividida em ilhas" é o próprio País. A Declaração recebeu, lamentavelmente, o voto favorável do Brasil. Desnecessário dizer que EUA, Austrália e Canadá votaram contra.

O governo, inexplicavelmente, adotou uma posição que cria condições objetivas para a perda de soberania e integridade territorial. Qual o motivo? Incompetência para gerir o futuro do País num mundo onde se vive em permanente disputa de interesses? Barganha por algum interesse imediato de governo?

Existem três eventos que, coincidência ou não, mostram sucessivos governos criando TIs ou unidades de conservação em faixas de fronteiras quando tinham algum interesse em negociação internacional. Em 1991, sob ameaça de boicote da conferência ecológica Rio-92, foi criada a TI Ianomâmi. Em 2002, quando houve a Conferência Rio+10 na África do Sul, foi criado o Parque Nacional do Tumucumaque, onde existe uma TI. Em 2005, quando o Brasil pleiteava um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, foi definida a TI Raposa Serra do Sol em terras contínuas, e não em "ilhas".

Eis, portanto, estabelecido o dilema entre disciplina e lealdade. Trata-se de um aparente dilema, pois a lealdade à Pátria, à Nação e ao Estado é, em síntese, manifestação de disciplina em seu grau mais elevado, considerando a missão constitucional das Forças Armadas e o juramento do militar à Bandeira Nacional. Esta lealdade se mostra, inicialmente, pela coragem de alertar a sociedade, claramente, sobre a ameaça que se está concretizando, depois de esgotados os meios de sensibilizar a liderança nacional. Cabe à sociedade, por meio de seus representantes, exercer o poder que emana do povo numa democracia. Que demonstre maturidade, dignidade e amor à Pátria, pois é hora de evidenciar que não precisa ser tutelada e se interessa pelo futuro soberano do País num mundo onde o jogo do poder é uma realidade permanente.

As Forças Armadas devem continuar alertando a Nação para não serem responsabilizadas por se omitirem em momento tão delicado como o que vive o Brasil.


Luiz Eduardo Rocha Paiva é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.








Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo".
Quarta-feira, 07 de maio de 2008.



NR. O artigo acima, do Gen Rocha Paiva, foi também reproduzido pelo excelente e combativo site "A Verdade Sufocada", onde um de seus inúmeros leitores escreveu o inteligente e reflexivo comentário abaixo exposto:

General Luiz Eduardo Rocha Paiva, Senhor...

Que quando se trata de SOBERANIA NACIONAL, dilui-se o "conflito" disciplina-lealdade.

Por outro lado, cito:

- Eis, portanto, estabelecido o dilema entre disciplina e lealdade. Trata-se de um aparente dilema, pois a lealdade à Pátria, à Nação e ao Estado é, em síntese, manifestação de disciplina em seu grau mais elevado, considerando a missão constitucional das Forças Armadas e o juramento do militar à Bandeira Nacional.

- Esta lealdade se mostra, inicialmente, pela coragem de alertar a sociedade, claramente, sobre a ameaça que se está concretizando, depois de esgotados os meios de sensibilizar a liderança nacional.

- Cabe à sociedade, por meio de seus representantes, exercer o poder que emana do povo numa democracia. Que demonstre maturidade, dignidade e amor à Pátria, pois é hora de evidenciar que não precisa ser tutelada e se interessa pelo futuro soberano do País num mundo onde o jogo do poder é uma realidade permanente.

- As Forças Armadas devem continuar alertando a Nação para não serem responsabilizadas por se omitirem em momento tão delicado como o que vive o Brasil (sic).

Pergunto: Meu General, eu entendí direito?

Os Cmtes. Militares, frente ao ataque à Cláusula Pétrea Constitucional de Direito de Propriedade vão somente "Alertar" a Sociedade?

Os Cmtes. Militares, frente ao ataque ao Direito de Defesa, perpetrado por invasão de propriedades legalmente constituidas, vão somente "Alertar" a Sociedade?

Os Cmtes. Militares, frente ao RISCO EMINENTE de ATAQUE À SOBERANIA NACIONAL vão somente "Alertar" a Sociedade?

Considero meu General, que não foi bem isto que V. Exa. quiz dizer.

Pergunto: Como mobilizar uma sociedade que se espráia por um país de dimensões continentáis como o Brasil, sem dispor de Meios de Comunicação? Como "Alertar" esta mesma sociedade, que não houve o alerta, por falta de meios de comunicação?

É largamente sabido, que a única voz que chega aos ouvidos da grande maioria dos brasileiros é a voz do Stablishment Comunista!

É largamente sabido, que todo o aparato de Mídia do país se encontra dominado por membros do Partido Príncipe.

É largamente sabido, que as escolas de ensino fundamental, são dirigidas e dispões somente de literatura fundamentalista comunista.

É largamente sabido que a propaganda comunista a mais de trinta (30) anos, vem martelando as mentes dos brasileiros.

É largamente sabido, que apesar deste domínio nefasto dos meios de comunicação (que diga-se de passagem nunca houve durante o Regime Militar) larga porcentagem da sociedade brasileira permanece CONSERVADORA, como inapelavelmente demonstrado pelo Referendun do Desarmamento que foi e continua sendo desrespeitado pelo STF, pelo Executivo e inclusive, com o apôio da FAs.

Sim, a sociedade brasileira, não "Compra" certas balelas, certa podridão comunista.

A Sociedade Brasileira, expressa pelo mais rico cidadão, pelo mais pobre cidadão, pelos cidadãos intermediários, é MACIÇAMENTE CONSERVADORA Senhor General, isto para DESESPERO DOS COMUNISTAS, que apesar de mais de 30 anos de PROPAGANDA COMUNISTA, DESVIRTUAMENTO DA VERDADE, ENCOBRIMENTO DE SUAS AÇÕES NEFASTAS E TODA SORTE DE ATITUDES SUBVERSIVAS, não conseguem fazer os BRASILEIROS coniventes com o ESTATUTO DO DESARMAMENTO, não CONSEGUEM FAZER O BRASILEIRO CONIVENTE COM A POLÍTICA ASSASSINA DO ABORTO, NÃO CONSEGUEM FAZER O BRASILEIRO GOSTAR DO MST.

Frente ao exposto meu General, não cabe afirmar que as FAs. nas pessoas de seus Cmtes., cumprem seu DEVER CONSTITUCIONAL apenas por "Alertar" a população brasileira de que há um problema.

A POPULAÇÃO BRASILEIRA SABE QUE HÁ UM PROBLEMA.

A POPULAÇÃO BRASILEIRA, APENAS CARECE DE CONHECIMENTO EFETIVO SOBRE QUEM ESTA CAUSANDO O PROBLEMA Senhor.

A POPULAÇÃO BRASILEIRA CARECE DO ELEMENTO CATALIZADOR.

SANGUE BRASILEIRO meu General, já foi derramado. Na Raposa Serra do Sol, um CONFLITO ARMADO foi estabelecido pela instigação de entidades de cunho comunista.

SANGUE BRASILEIRO meu General, tem sido derramado nesta mesma fronteira, pela ação da Liga dos Camponeses Pobres, SOBRE AS QUAIS NÃO VEJO NEM A RESERVA NEM A ATIVA DAS FAs. SE MANIFESTAREM (Ou será que o EB desconhece a existência da LCP)?

SANGUE BRASILEIRO meu General, tem sido derramado impunemente nas ações nefastas desta gente que se intitula Sem Terra, verdadeiro GRUPAMENTO GUERRILHEIRO a serviço do Partido Príncipe.

O presidente da República Federativa do Brasil, seus ministros e autoridades do stablishment, incluidas aí as do JUDICIÁRIO, com raras e honrosas excessões, são financiadores diretos ou coniventes, ou ainda avalistas do o ataque às instituições, maiormente à Carta Magna, quanto mais ao direito dela inferente.

Minhas perguntas continuam postas meu General:

Os Srs. Cmtes. vão continuar "Cumprindo com os seus Deveres Constitucionáis"???

Instaurada a bagunça, a perversão da Ordem???

Alerta meu General?

Alerta a Sociedade meu General?

Ora SENHOR, já passou a muito a hora do Alerta SENHOR!

Subscreve - Um braslileiro pagador de impostos, cidadão graduado, pái de sete (7) braslileiros, desesperado com o estado de coisas da Nação Brasileira.

Mayr Sampaio Fortuna Neto (Brasília-DF)






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