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Friday, June 25, 2010

APOIO PARA ISRAEL,  APOIO PARA O OCIDENTE




































English Version


Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos
José María Aznar

Revolta em Gaza é uma distração. Não podemos esquecer que Israel é o principal aliado do Ocidente em uma turbulenta região.

Há muito tempo está fora de moda na Europa falar em favor de Israel. Em seqüência ao recente incidente a bordo de um navio cheio de ativistas anti-Israel no Mediterrâneo, está difícil pensar em uma causa mais impopular para lutar.

Em um mundo ideal, a intervenção do exército israelense sobre o "Mavi Marmara" não teria terminado com nove mortos e alguns feridos. Em um mundo ideal, os soldados teriam sido recebidos de forma pacifica no navio. Em um mundo ideal, nenhum Estado, muito menos um aliado recente de Israel, como a Turquia, teria promovido e organizado uma flotilha, cujo único propósito era criar uma situação impossível para Israel, fazendo-o escolher entre desistir de sua segurança e do bloqueio naval, ou incitar a ira mundial.

Em nossas relações com Israel, devemos deixar para trás a raiva que muitas vezes desvirtua o nosso julgamento. Uma abordagem razoável e equilibrada deve encapsular as seguintes realidades: primeiro, o Estado de Israel foi criado por uma decisão da ONU. Sua legitimidade, portanto, não deve entrar em questão. Israel é um país com instituições democráticas profundamente enraizadas. É uma sociedade dinâmica e aberta, que tem repetidamente se destacado nos campos da cultura, ciência e tecnologia.

Em segundo lugar, devido às suas raízes, história e valores, Israel é uma nação de pleno direito ocidental. Na verdade, é uma nação ocidental normal, porém diante de circunstâncias atípicas.

Infelizmente, no Ocidente, Israel é a única democracia cuja existência tem sido questionada desde a sua criação. Em primeira instância, foi atacado por seus vizinhos que usavam armas convencionais de guerra. Em seguida, enfrentou o terrorismo que culminou com uma seqüência de ataques suicidas. Agora, a pedido de radicais islâmicos e seus simpatizantes, enfrenta uma campanha de deslegitimação através do direito internacional e diplomacia.

Sessenta e dois anos após sua criação, Israel ainda está lutando por sua sobrevivência. Punido com chuvas de mísseis que caem no norte e sul, ameaçado de destruição por um Irã que tem o objetivo de adquirir armas nucleares, e pressionado por amigos e adversários, Israel, ao que parece, nunca pode ter um momento de paz.

Durante anos, o foco de atenção do Ocidente tem sido, compreensivelmente, voltado ao processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas se Israel está em perigo hoje e toda a região está deslizando rumo a um futuro preocupante e problemático, não é devido à falta de entendimento entre as partes sobre como resolver este conflito. Os parâmetros de um acordo de paz em perspectiva são claros, por mais difícil que possa parecer para os dois lados dar o passo decisivo para o seu estabelecimento.

As verdadeiras ameaças à estabilidade regional, no entanto, encontram-se no surgimento do radicalismo islâmico que vê a destruição de Israel como o cumprimento de seu destino religioso e, simultaneamente, no caso do Irã, como uma expressão de suas ambições à hegemonia regional. Ambos os fenômenos são ameaças que afetam não só Israel, mas também a maioria do Ocidente e o mundo em geral.

O núcleo do problema reside na maneira ambígua, e muitas vezes errônea, em que muitos países ocidentais estão reagindo a esta situação. É fácil culpar Israel por todos os males do Oriente Médio. Alguns até agem e falam como se um novo entendimento com o mundo muçulmano poderia ser alcançado somente se estivéssemos dispostos a sacrificar o Estado judeu. Isso seria loucura.





















Israel é a nossa primeira linha de defesa em uma agitada região que está constantemente sob o risco de cair no caos; uma região que é vital para a segurança energética mundial devido à nossa dependência excessiva de petróleo do Oriente Médio; uma região que forma a linha de frente na luta contra o extremismo. Se Israel cai, todos nós cairemos.

Para defender o direito de Israel existir em paz, dentro de fronteiras seguras, requer um grau de clareza moral e estratégica que muitas vezes parece ter desaparecido na Europa. Os Estados Unidos mostram sinais preocupantes de seguirem uma posição no mesmo sentido.

O Ocidente está atravessando um período de incerteza com relação ao futuro do mundo. No sentido amplo, esta incerteza é causada por uma espécie de dúvida masoquista sobre nossa própria identidade; pela regra do politicamente correto; por um multiculturalismo que nos obriga a curvar-nos diante dos outros; e por um secularismo que, cinicamente, nos cega, mesmo quando somos confrontados por membros do jihad promovendo a encarnação mais fanática de sua fé. Deixar Israel a sua própria sorte, neste momento crucial, serviria apenas para ilustrar o quanto afundamos e como nosso declínio inexorável agora se torna iminente.

Isto não pode acontecer. Motivado pela necessidade de reconstruir os nossos valores ocidentais, expressando uma profunda preocupação com a onda de agressão contra Israel, e consciente de que a força de Israel é a nossa força e a fraqueza de Israel é a nossa fraqueza, tomei a decisão de promover uma nova iniciativa chamada Amigos de Israel com a ajuda de algumas personalidades, incluindo David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (ex-presidente do Peru), Marcello Pera (filósofo e ex-presidente do Senado italiano), Nirenstein Fiamma (autor e político italiano), o financista Robert Agostinelli e o intelectual católico George Weigel.

Não é nossa intenção defender qualquer política específica ou qualquer governo israelense em particular. Os patrocinadores desta iniciativa, com certeza, devem discordar das decisões tomadas por Jerusalém em algumas situações. Nós somos democratas e acreditamos na diversidade.

O que nos une, no entanto, é o nosso apoio incondicional para o direito de Israel de existir e de se defender. Os países ocidentais que se unem com aqueles que questionam a legitimidade de Israel, para que estes joguem com organismos internacionais as questões vitais de segurança de Israel, satisfazendo aqueles que se opõem aos valores ocidentais ao invés de se levantar com firmeza em defesa desses valores, não estão cometendo apenas um grave erro moral, mas um erro estratégico de primeira grandeza.

Israel é uma parte fundamental do Ocidente. O Ocidente é o que é graças às suas raízes judaico-cristãs. Se o elemento judeu dessas raízes for retirado e perdermos Israel, também estamos perdidos. Quer queiramos ou não, nossos destinos estão inextricavelmente interligados.
Tradução: Bootlead

José María Alfredo Aznar López, nasceu em Madrid-Espanha em 25 de fevereiro de 1953, formado em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, é um dos principais políticos "conservador" da Espanha; tendo sido o quarto Presidente do Governo da Espanha, após a redemocratização, iniciada com a promulgação da Constituição de 1978. Aznar exerceu dois mandatos consecutivos, entre 05 de maio de 1996 e 17 de abril de 2004, pelo Partido Popular (PP). Atualmente é presidente da Fundação para a Análise e os Estudos Sociais (FAES), que é conhecida como "o laboratório de idéias do PP", que foi planejado para ser um "think-tank" do referido partido. Aznar, também é membro do Conselho de Administração da News Corporation, Professor (Distinguished Scholar) da Disciplina de Liderança Global na Universidade de Georgetown em Washington, DC, além de promover seminários sobre política contemporânea européia e relações transatlânticas na Edmund A. Walsh School of Foreign Service. Para saber mais sobre autor, visite sua página pessoal na web: "José María Aznar". E-mail: info@jmaznar.es



Publicado no jornal "The Times" – (Colunistas – Opinião).
Quinta-feira, 17 de junho de 2010.






A dança de Lula com os déspotas – Mary O'Grady






Tuesday, June 15, 2010

LARGA DO MEU PÉ, "MOTHERFUCKER ANKLE-BITER"!


Video Bonus Post


Aproveitando o "ensejo": Uma pequena "homenagem" à Saramago.




































A dança de Lula com os déspotas
por Mary O'Grady

"O presidente do Brasil está preservando a lamentável imagem do seu país como a de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

É muito provável que não leve muito tempo para todos nós sermos expulsos do Jardim do Éden que o Brasil vem sonhando depois que se tornou um país sério e um "global player" no cenário mundial. Agora, justo quando parecia que o eterno sonho brasileiro estava prestes a se tornar realidade, o presidente Lula consegue transformar uma vitória em uma derrota.

O Brasil pode estar ganhando algum respeito na frente econômica e monetária, mas quando se trata de liderança geopolítica, o Sr. da Silva está fazendo um trabalho extraordinário para preservar a imagem de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

O mais recente exemplo de como o Brasil ainda não está preparado para o horário nobre dos círculos internacionais aconteceu na semana passada, quando o país votou contra sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A Turquia foi o parceiro solitário do Brasil neste episódio constrangedor. Mas a Turquia, pelo menos pode culpar a complexidade de suas raízes muçulmanas. Lula está jogando a reputação do Brasil na lama para sua própria satisfação política.

O Brasil defendeu seu voto nas Nações Unidas, fundamentado no motivo que as sanções "muito provavelmente levarão ao sofrimento o povo do Irã e jogará nas mãos daqueles que, de ambos os lados, não querem que o diálogo prevaleça". Desenrole essa afirmação e não há nenhum conteúdo. As sanções são dirigidas, não contra os civis, mas às ambições iranianas de proliferação nuclear e de mísseis. Quanto ao "diálogo", deveria ser óbvio, que agora, o que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad precisa é de um pouco menos de conversa-fiada.

Embora o Brasil tenha considerado que o seu voto foi uma posição de princípios em defesa do que seria considerado justo, sem dúvida mudou rapidamente. Depois de lançar suspeitas sobre as sanções, rapidamente anunciou que iria honrá-las. Isso sugere que ainda pode estar avaliando o diminuto retorno causado pela sua lunática política externa.

O Partido dos Trabalhadores de Lula é da esquerda inflexível, mas ninguém deve confundi-lo com um comitista bolchevique. Ele é apenas um político esperto que veio das ruas (do povão) e ama o poder e as limusines ("pobre gosta de luxo" – Joãozinho Trinta). Como primeiro presidente do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores, ele teve que equilibrar-se entre as coisas úteis que aprendeu sobre mercados e restrições monetárias, em oposição à ideologia de sua base partidária.

Foto: O presidente do Brasil Lula da Silva, com o cruel iraniano Mahmud Ahmadinejad (Teerã 16 de maio).
































Sua resposta a este dilema tem sido a de utilizar o seu Ministério das Relações Exteriores — onde a burocracia do serviço de assuntos estrangeiros é geneticamente propensa à esquerda e é chefiada pelo notoriamente antiamericano, o intelectual e anticapitalista Celso Amorim — que desse modo pode desenvolver suas credenciais esquerdistas. Com sua amizade com os "não alinhados" fazendo um papel de escudo, ele tem sido capaz de manter os ideólogos coletivistas de fora da economia.

Mas a reputação do Brasil como um líder entre as economias emergentes têm sofrido grandemente. Para satisfazer a esquerda, foi necessário que Lula defendesse e glorificasse os seus (da esquerda) heróis, que são alguns dos mais notórios violadores dos direitos humanos do planeta.

Uma revisão de seus dois mandatos na presidência revelam uma tendência para defender déspotas e denegrir democratas. O repressivo governo iraniano é apenas o exemplo mais recente. Há também o apoio incondicional de Lula para a ditadura de Cuba e da Venezuela de Hugo Chávez. Em fevereiro, Cuba permitiu que o dissidente político Orlando Zapata morresse de fome, na mesma semana em que Lula chegou à ilha-colônia de escravos para comemorar com os irmãos Castro. Quando perguntado pela imprensa sobre Zapata, Lula desqualificou a sua morte, como mais uma das muitas greves de fome na história que são ignoradas pelo mundo. Ele obviamente nunca ouviu falar do militante irlandês Bobby Sands.

Lula também sustentou o Sr. Chávez quando ele tem destruiu as instituições democráticas em seu país e colaborou com o tráfico de drogas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Um Brasil maduro teria usado sua influência para liderar uma resistência contra o terrorismo patrocinado pelo Estado. Mas, sob a analise de custo-benefício da política de Lula, vítimas da violência das FARC não contam.

Os hondurenhos também não se saíram nada bem durante a jornada de Lula no poder. O Brasil consumiu uma boa parte do ano passado, tentando forçar o país a restabelecer o presidente deposto Manuel Zelaya, apesar de ele ter sido removido do governo por civis, por ter violado a Constituição. As ações do Brasil, inclusive acolhendo o Sr. Zelaya na embaixada do Brasil por meses, criou imensas dificuldades econômicas para os hondurenhos.

Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, solicitou o retorno de Honduras à Organização dos Estados Americanos (OEA), observando que o país realizou uma eleição e voltou à normalidade. O Brasil se opôs. "O retorno Honduras à OEA deve estar ligado a meios específicos para garantir a redemocratização e o restabelecimento de direitos fundamentais", disse o atual Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Antonio de Aguiar Patriota. Uma reparação ao Brasil: Não quiseram dizer Cuba?

O Brasil vai realizar eleições presidenciais em outubro e, apesar da popularidade com que Lula vai deixar o cargo, não há garantias que a candidata do Partido dos Trabalhadores venha a ser eleita. Então, ele agora está alimentando a sua base partidária com carne crua (sanguinariamente), agarrando-se às mãos do Sr. Ahmadinejad e votando contra o Tio Sam.

Será que vai funcionar? Muita coisa vai depender se aqueles brasileiros que o vêem como quem desperdiçou as chances de uma nação emergente, ser mais numerosa do que aqueles que apóiam a sua dança com os déspotas. Como advertiu o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso, a política de Lula tem levado o Brasil "de lado a lado", mas não está muito claro se os brasileiros estão de acordo com tudo isso.
Tradução: Bootlead

Mary Anastasia O'Grady é membro do conselho editorial do The Wall Street Journal e escreve colunas e editoriais sobre a América Latina, comércio e economia internacional. Ela também é editora de "As Américas", uma coluna semanal que é exibida toda segunda-feira e trata de política, economia e negócios na América Latina e Canadá. Mary O'Grady ligou-se ao jornal em agosto de 1995 e tornou-se uma redatora sênior da editoria em dezembro de 1999. Em 2009, Mary O'Grady recebeu o "Prêmio Thomas Jefferson" da Associação de Empresas Privadas de Educação, em 2005, Mary ganhou o "Prêmio Bastiat de Jornalismo" concedido pela International Policy Network por seus artigos sobre o Banco Mundial, a economia subterrânea no Brasil e sobre os maus conselhos económicos que os E.U.A. muitas vezes propõe aos países da América Latina, em 1997 foi a vencedora do "Prêmio Inter American Press Association's Daily Gleaner" por seus editoriais e em 1999 recebeu uma menção honrosa do "Prêmio Excelência em Jornalismo" na categoria "Opinião" da Sociedade Interamericana de Opinião (SIP-IAPA). Mary O'Grady, nasceu em Bryn Mawr-PA, é bacharela em Inglês pelo Assumption College e possui MBA em gestão financeira pela Pace University. E-mail: O'Grady@wsj.com







Publicado no "The Wall Street Journal" – (Opinião: As Américas).
Segunda-feira, 14 de junho de 2010.







WSJ.com Network – Jornal Opinião: O Brasil é antiamericano?

Mary O'Grady conversa com o apresentador Dan Henninger sobre o crescimento dos laços de Lula com o Irã e o que isso pode significar para as relações do Brasil com os Estados Unidos. Edição de 11 de junho de 2010.
(em inglês)






ENFIM JUNTOS… NO INFERNO! DE ONDE NUNCA DEVERIAM TER SAÍDO.


















































O judeu de Bethesda – Claudio de Moura Castro






Saturday, May 22, 2010

Já tomou a vacina H1N1? Não se preocupe...
No melhor dos casos você pode ter contraído AIDS. Coisa à-toa!
































O Brasil foi escolhido pela Governança Mundial da ONU, como laboratório para suas experimentações biológicas, visando à extinção em massa dos povos considerados inaptos para a "Nova Ordem Mundial" que se aproxima a passos largos. Por conseguinte, os brasileiros que são considerados um dos povos mais ingênuos e incapazes da face da Terra (eu diria, uns idiotas completos), foram selecionados como cobaias para inoculação, testes de eficiência e efeitos desses novos experimentos "científicos" em prol da "nova humanidade".

Toda essa manipulação por parte da "NOM-ONU-OMS", conta com o apoio criminoso e irrestrito da parte dos "governantes" do nosso País, principalmente do "cara" (vejam a profusão de prêmios e salamaleques), o seu partido "nazi-comuno-fascista" (o sempre porco PT) e, sendo executada com fidelidade canina pelo portuga safado de Merufe (cu do Judas), também conhecido como Temporão (gayzista e abortista convicto). Acreditem neles e vocês estarão fodidos!

Obs.: Consta, que eles (os comuno-petistas), venderam a propriedade (Brasil) de porteira fechada, porém, se comprometeram com os "compradores" que entregariam a área livre de colonos e inquilinos (vide o caso Raposa-Serra do Sol). O compromisso assumido encontra-se agora em plena "execução".

MORTE AOS TRAIDORES DA PÁTRIA – DE PRONTO!
Bootlead




Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa
do G1, em Brasília e no Rio de Janeiro

Segundo agência, falso resultado pode ocorrer após vacinação.
Alteração em anticorpo "engana" teste mais comum realizado no Brasil.


Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinado contra a gripe.

O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que "podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A(H1N1)".

O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que "engana" o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.

A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro.

Segundo ela, não há motivo para pânico. "Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova", afirmou Lilian. De acordo com ela, nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

"Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não", afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Problema incomum, mas sem gravidade

"Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos (quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada) por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV", aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

"No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas."

"Não tem nenhuma gravidade, do ponto de vista que a pessoa não está realmente infectada, mas a contraprova é importante", diz Cunha-Neto.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 21 de maio de 2009, 16h27, atualizado às 19h01.








ATENÇÃO SENHORES IDIOTAS! DIRIJAM-SE ÀS "URNAS ELETRÔNICAS" PARA PARTICIPAREM DE MAIS UMA ESPARRELA PATROCINADA PELOS COMUNAS.


SE AINDA NÃO VIU, VEJA: VACINEM-SE IDIOTAS! E TENHAM UMA "BOA MORTE".





Wednesday, January 27, 2010

Um general falastrão ou apenas mais um acólito do "lulo-petismo"?

Foto: Gen Bda Floriano Peixoto, comandante militar da Missão de Estabilização da ONU para o Haiti (Minustah).






























Governo Lula ameaça vítimas do terremoto com um PAC do Haiti
por Augusto Nunes

As cenas de ciumeira explícita protagonizadas pelo governo brasileiro depois do desembarque dos americanos no Haiti foram sobretudo mesquinhas. Enquanto uma nação ferida de morte implorava por alimentos e socorros que tardavam a chegar, o Itamaraty implorava pelo comando de um sistema de distribuição inexistente.

As cenas de exibicionismo explícito protagonizadas pelo general Floriano Peixoto diante do palácio presidencial em Porto Príncipe foram especialmente constrangedoras. “É uma forma de marcar posição, é muito importante que haja a percepção do trabalho do Brasil”, discursou o comandante-geral da Minustah no Haiti, suando a farda na operação de entrega de cestas básicas a flagelados já atendidos pelos ianques do outro lado do muro.

“Lamentavelmente, a imprensa tem dado pouco importância à participação brasileira na ajuda humanitária”, queixou-se o general. Queixou-se do general a canadense Kim Bolduc, coordenadora de assistência humanitária da Minustah: “Tem muita duplicação. Não sabemos a ração que estão entregando é suficiente, nem em quanto tempo será consumida”. Até a ofensiva de Floriano Peixoto, os oficiais em missão no Haiti mantiveram-se fora do assédio ao Conselho de Segurança da ONU. Palanque não é coisa para militares da ativa.

Nesta quinta-feira, o ministro Celso Amorim reincidiu na fantasia: o Haiti deve ser reconstruído por um Plano Lula, semelhante ao Plano Marshall do pós-guerra, executado sob a liderança do Brasil. Somadas às geradas pela competição impossível com os americanos, as cenas de sabujice explícita estreladas pelo chanceler ultrapassaram todos os limites do ridículo ─ e reduziram o Brasil a protagonista de um espetáculo indecoroso.

A alma subalterna de Amorim, que se refere ao chefe como “Nosso Guia”, revogou há muito tempo o sentimento da vergonha. Pior para ele. O país não merece virar motivo de chacota em todos os idiomas. É o que ocorrerá se prosseguir a chanchada concebida para equiparar o Brasil aos Estados Unidos e infiltrar um governante desoladoramente jeca na galeria dos estadistas que reconstruíram o mundo em escombros do pós-guerra.

Promover a potência emergente um país ainda afundado no atraso é uma esperteza eleitoreira quase inofensiva se confinada em comícios. Acreditar na fantasia e tentar vendê-la ao mundo é coisa de napoleão de hospício. Se o governo acha que falta serviço, que cuide das secas, das enchentes ou dos morros conflagrados que sobram por aqui.

Se for pouco, pode tratar de outros ítems da pauta gigantesca ─ os 12 milhões de analfabetos, o sistema de saúde falimentar, a malha rodoviária em decomposição ou a multidão de excluídos da rede de saneamento básico. Se ainda assim sobrar tempo, que trate de construir efetivamente o país fictício que estaciona nas inaugurações de araque programadas para fazer de conta que o PAC existe.

Em homenagem a Zilda Arns, que doou discretamente a própria vida, é preciso acabar com a quermesse armada pelos gigolôs da tragédia. Em respeito à imensidão de mortos, entre os quais 21 bravos brasileiros, convém enterrar sem demora nem honras o Plano Lula. Um PAC do Haiti seria pior que terremoto.


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".




Publicado na seção Direto ao Ponto da "Coluna do Augusto Nunes".
Terça-feira, 26 de janeiro de 2010.





A Crise – Cel Av Luís Mauro Ferreira Gomes





Saturday, April 25, 2009

O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.











































O BRASIL E A LÓGICA DO GENOCÍDIO
por Maria Lucia Victor Barbosa

A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados "malditos" que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. "Creio porque é absurdo", eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.

A fé no absurdo se obtém através da mentira calcada num malabarismo vocabular, no qual as palavras são pervertidas para provocar um entendimento desfocado da realidade. Algo, como se nota, muito utilizado em propaganda e nos discursos de cunho totalitário.

Assim, os campos de concentração soviéticos seriam "obra de reeducação" e os carrascos "educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em homens novos". Na China, a vítima do campo de concentração era denominada de "estudante que deveria estudar o pensamento justo do partido e reformar seu próprio pensamento imperfeito". O nazismo pregava que "os judeus não são humanos". Logo, estava justificado para os alemães o assassinato de judeus, inclusive de crianças judias, nas câmaras de gás, porque era como se dissessem: "vocês não têm direito de viver, vocês são judeus".

A lógica terrorista do genocídio implica, pois, o exercício do terror através de um grupo designado como inimigo. Desse modo, a segregação baseada em classe se torna muito similar à segregação por raça. Tudo é justificado por um ideal, ainda que absurdo. A sociedade nazista deveria ser construída em torno da "raça pura". A sociedade comunista futura com base no povo proletário, purificado de toda "escória burguesa".

As monstruosidades cometidas pelo nazismo e pelo comunismo teriam ficado para trás, enterradas no século passado e servindo como advertência para que não se cometa mais abominações como a do holocausto? Teria o ser humano evoluído através da experiência aterrorizante dos horrores cometidos em passado recente? Estaria agora o homem mais compassivo, menos preconceituoso, menos sujeito à crença no absurdo na medida em que obteve espetacular evolução na ciência, na tecnologia, nos meios de transporte e de comunicação?

Nada indica que houve progresso em termos humanísticos. Exemplo disso foi a Conferência contra o Racismo (20/04 a 24/04) promovida pela ONU. Aberto o evento pelo presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, caiu por terra qualquer boa intenção que o Organismo possa ter tido, pois o que se ouviu se enquadrou na mais pura lógica do genocídio.

O déspota de fato do Irã mencionou amor e destilou ódio. Simulou humildade dizendo que perdoava os que o tinham insultado, mas os qualificou de ignorantes com sorrisos de escárnio. Acusou Israel de racista sendo ele ferrenho racista, contumaz torturador, opressor das minorias. Mas, segundo Ahmadinejad, se Israel é racista deve ser destruído. Como sempre ele negou o Holocausto, afirmando que o Estado de Israel foi criado "sob o pretexto do sofrimento de todos os judeus e da ambígua e duvidosa questão do Holocausto". E aproveitando o momento, além de seus ataques a Israel o perigoso homenzinho defendeu o direito do Irã de controlar a tecnologia nuclear.






















Ei Ahmadinejad! Sua lembrançinha de boas-vindas está AQUI

Hey Ahmadinejad! Your little souvenir from welcome is HERE

O discurso pleno de violência contra os judeus provocou a retirada coletiva dos representantes da União Européia e vários protestos, entre os quais, o do sobrevivente do Holocausto e Nobel da Paz, Elie Wiesel, que disse em relação a Ahmadinejad: "Sua presença é um insulto à decência e à humanidade". O próprio secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, expressou seu constrangimento ao criticar o iraniano: "deploro o uso dessa plataforma pelo presidente iraniano para acusar, dividir e incitar.

A imensa delegação brasileira chefiada pelo ministro da igualdade racial, Edson Santos, não se moveu do salão de conferência e Santos ainda criticou a retirada dos europeus. Reação de se esperar, pois o Brasil, sob a influência de Marco Aurélio Garcia, nosso chanceler de fato, e sob o comando do governo petista de Lula da Silva, tem mostrado acentuada tendência aoantissemitismo. Note-se que Lula, que já deve ter dado volta ao mundo várias vezes, inclusive para visitar ditaduras islâmicas do Oriente Médio e ditaduras Africanas, nunca foi a Israel. Além disso, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém não condenou o governo genocida do Sudão. Aliás, nossa diplomacia sempre se absteve de tocar na questão dos direitos humanos, pisoteados em países como China, Cuba ou Coréia do Norte.

Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hezbollah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol. No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiroAhmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sábado, 25 de abril de 2009, 13h15.




Os esclarecidos – Geraldo Almendra







O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.

Saturday, March 28, 2009

O CLONE!


























Clone: Cópia ou imitação produzida pelos mesmos processos ou com as mesmas características
técnicas básicas que o produto original.


COLIFORMES MENTAIS
por Maria Lucia Victor Barbosa

Dia 26 deste, durante entrevista coletiva que encerrou o encontro oficial de Lula da Silva com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, o presidente brasileiro mais uma vez contaminou a platéia com seus coliformes mentais. Deitando falatório pelos cotovelos como se estivesse num daqueles comícios em que leva a mãe do PAC a tiracolo, ele sapecou diante da delegação inglesa a seguinte "preciosidade", referindo-se à crise mundial: "É uma crise causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis que antes da crise parecia que sabia tudo e agora demonstra não saber nada".

Deixemos de condescendências. Não foi uma gafe, como se costuma dizer para atenuar os desastrados gracejos do presidente da República. Foi uma estupidez. Pior. Foi crime de racismo, coroado pela gabação xenófoba de que aquela gente branca, irracional, de olhos azuis são uns ignorantes que não sabem nada. Lula da Silva deve achar que só ele entende das coisas, como seualter ego, Hugo Chávez, igualmente populista e chibante.

Questionado por um repórter britânico se sua declaração tinha viés ideológico, o presidente titubeou, engasgou e se saiu como mais uma idiotice: disse não conhecer nenhum banqueiro negro ou índio.

Acontece que existem banqueiros negros, como Stan O’Neil, ex-presidente do MerryllLynch, um dos bancos norte-americanos que teve que ser vendido por causa das perdas bilionárias com as hipotecas subprime. E o negro Frank Raines, ex-presidente da Fannie Mae, instituição financeira que ajudou a desencadear o colapso de Wall Street.

Mas Lula da Silva sabe que ao associar raça e classe, como se todos os brancos de olhos azuis fossem capitalistas exploradores de negros e índios, joga bonito para platéia brasileira e mesmo latino-americana. Afinal, não somos todos de esquerda nessas plagas? Se formos temos que levar adiante a luta de classes como fiéis seguidores de Karl Marx. Mas nem esse chegou a tanto, pois teorizou sobre burguesia e proletariado e não sobre brancos de olhos azuis e negros de olhos escuros.

Vai assim Lula da Silva como porta-voz das garbosas esquerdas brasileiras fomentando ódio e preconceito. Em nome do PT ele veio para desagregar e não para agregar a nação. Como um Chacrinha de auditório propositalmente confunde a mente dos incautos que enxergam nele o defensor dos pobres e oprimidos, quer dizer, dos índios e negros, vítimas dos brancos irracionais de olhos azuis.

Diante desse despautério a impressão que se tem é que o presidente da República quer se portar como um Hitler subdesenvolvido ás avessas. Ele não gosta de gente branca de olhos azuis, como se existisse pureza racial. E se quis referir aos países desenvolvidos, especialmente aos Estados Unidos, esqueceu que no Brasil existe gente branca de olhos azuis. São descendentes dos europeus que para aqui vindo deram uma substancial colaboração para o progresso que o país hoje desfruta.

Além do mais, alguém conte para o presidente que brancos de olhos azuis, aqui, na Europa ou nos Estados Unidos, não são intrinsecamente maus ou ignorantes e nem sempre são ricos. No Brasil muitos se casaram com negras, com índias, e seus descendentes compõem nossa sociedade multirracial. Como resultado dessa miscigenação não temos um tipo racial específico.

O bestialógico de Lula da Silva deve ter soado no mínimo inusitado aos ouvidos dos ingleses. Mas o presidente deu mais vexame. Segundo o Estado de S. Paulo (27/03/2009), ele "se expressou com pouca familiaridade sobre questões que estarão em debate no encontro de cúpula do G-20, em Londres, no próximo dia 2".

Naturalmente, nesse encontro, o presidente da República defenderá os pobres e oprimidos e clamará contra o protecionismo daquela gente branca de olhos azuis. Curiosamente, matéria do jornal citado dá conta de que o Brasil dobrou barreiras em 2008. Yes, nós somos fortemente protecionistas e nossos principais alvos foram a China, a Europa e os Estados Unidos.

Outra incoerência que se observa em nossa política externa diz respeito à generosidade de um presidente que, se por um lado defende negros e índios, por outro permite que seu governo, do qual é o principal responsável, se recuse no Conselho de Direitos Humanos da ONU a aprovar resolução que condena duramente as "graves violações de direitos humanos na Coréia do Norte. As atrocidades cometidas na tirania comunista norte-coreana incluem a fome, a tortura e a perseguição política. Horrores que existem em Cuba, também vigorosamente apoiada por Lula da Silva e seu governo. O Itamaraty tampouco condena regimes acusados de violações graves como os do Sudão e do Congo. Mas endossa fortes críticas contra Israel.

Os coliformes mentais de Lula da Silva foram lançados para inglês ver, sendo que nesta enorme Sucupira em que vai se transformando o Brasil são tidos como lampejos de genialidade. Em todo caso, nossos brancos irracionais de olhos azuis que se cuidem. E se Lula cismar de mandá-los para aqueles chuveiros de onde não se volta?


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sábado, 28 de março de 2009, 11h09.




FERMENTO POLÍTICO – Oliveiros S. Ferreira







Tuesday, January 13, 2009

Quem com ferro fere, com fogo será queimado e quem estiver
no lugar errado, na hora errada e com o terrorista "errado", também!




























Foto acima: Foguete do grupo terrorista Hamas, lançado sobre Ashkelon, cidade israelense que fica a 12 km da divisa-norte da Faixa de Gaza. Ashkelon tem aproximadamente 120 mil habitantes, sendo que mais de trinta e duas mil são crianças. Tendo em vista, que os foguetes que são lançados diariamente sobre a cidade, não possuem nenhum tipo de precisão na determinação das coordenadas, pois nem sequer buscam alvos compensadores (militares), podendo virem a impactarem sobre hospitais, escolas, sinagogas, hotéis ou shopping centers, etc. Além do que, por ser uma cidade histórica e balneária, Ashkelon recebe durante todo o ano uma enorme quantidade de turistas provenientes de quase todas as partes do mundo, turistas estes, que são imprescindíveis para sua sobrevivência. Mas quem se importa?

Para saber mais, click AQUI e visite o site da Municipalidade de Ashkelon.



A paz como arma de guerra
por Olavo de Carvalho

Na guerra assimétrica, a derrota é do vencedor. O terrorismo não é um objetivo em si mesmo, já dizia Lenin. A mídia é o instrumento-chave dessa transformação e Israel arrisca-se a cair nesse engodo pela milésima vez.

Enquanto Hugo Chávez expulsa o embaixador de Israel e no Brasil o PT compara os israelenses aos nazistas, na Flórida a militância esquerdista sai às ruas e grita: Judeus, voltem para o forno.

Está aberta a temporada de caça. Ninguém parece julgar isso de todo mau. Como é possível que, decorrido pouco mais de meio século do Holocausto, o ódio aos judeus vá aos poucos se incorporando novamente ao senso comum, como se fosse coisa decente, obrigatória, e dele dependessem melhores esperanças de paz e liberdade para a espécie humana?

A resposta é simples: controle o fluxo de informações e terá o domínio absoluto das conclusões que o público vai tirar delas. Uma das regras mais elementares da ciência histórica é: a difusão dos fatos causa novos fatos. O fato desconhecido não gera efeitos. Se a maioria das distribuidoras de vídeos não tivesse bloqueado o acesso dos espectadores ao documentário Obsession (para ver o filme, click AQUI ), se o vídeo (v. AQUI ) fosse exibido às massas, se no mínimo o direito de chorar seus mortos no horário nobre da TV não fosse um monopólio dos esquerdistas e terroristas, ninguém diria que a reação de Israel foi excessiva: todos entenderiam que foi justa, racional e tardia.

Para que esse desastre não aconteça, é preciso garantir que cada judeu explodido pelas bombasdo Hamas seja enterrado duas vezes: uma no solo, outra no desconhecimento geral. Assim, todo mundo fica com a impressão de que os judeus não estão defendendo a própria pele, apenas arrancando a de seus inimigos.

Também seria ingenuidade acreditar que o abismo crescente entre noticiário e realidade é o efeito espontâneo de um simples viés ideológico, de preferências subjetivas da classe jornalística.

Só para fins de comparação: as Farc, segundo se descobriu no famoso laptop de Raul Reyes, não são um bando de psicóticos enfurnados na selva - são uma organização mundial, com uma rica e eficiente rede de apoio em 29 países. Mutatis mutandis, quantos colaboradores têm o Hamas e o Hezbollah no Brasil, nos demais países da América Latina, nos EUA e na Europa? Quantos deles são agentes de influência colocados em postos decisivos das empresas jornalísticas para dar a impressão de que é normal chamar os judeus de nazistas e no mesmo ato sugerir enviá-los de volta aos campos de concentração? Ninguém vai jamais investigar isso em profundidade, dar nomes, responsabilizar criminalmente os desgraçados? Até quando a mídia continuará sendo a principal arma de guerra assimétrica e posando de observadora neutra, no máximo um tanto preconceituosa?

Claro, existem sempre os idiotas úteis, que repetem o que ouvem dizer. Mas a idiotice em estado bruto é inerme. Para tornar-se útil ela tem de sofrer um upgrade. Não se pode explicar um preconceito geral pela simples propagação automática, sem que alguém tenha deslanchado o processo. E quem o deslanchou sabe exatamente aonde pretende chegar com ele.

Lenin já explicava que o terrorismo não é jamais um objetivo em si mesmo, que suas finalidades só se cumprem quando os ataques cessam e as conquistas obtidas são sacramentadas na mesa das negociações.

A transição depende, na sua quase totalidade, das disposições da opinião pública. Quando o povo está cansado de guerra, está na hora de o lado militarmente mais fraco oferecer a paz ao mais forte em troca de vantagens políticas. A mídia é o instrumento-chave dessa mutação. Respaldada por ela, a equipe de governo de Barack Hussein Obama já oferece ao Hamas a oportunidade de transformar a derrota em vitória por meio do "diálogo".

Nenhuma organização terrorista aspira senão a isso: ser transmutada de bando de criminosos em organização política decente, portadora dos méritos da "paz". Por isso mesmo, a guerra assimétrica é chamada, tecnicamente, de a derrota do vencedor. Sob a pressão da mídia mundial, Israel arrisca-se a cair nesse engodo pela milésima vez.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (Opinião).
Domingo, 11 de janeiro de 2009, 22h31.




Vídeo: "OBSESSION" – Radical Islam's War against the West

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Vídeo: Hamas firing rockets from the UN School and the counterattacks of the IAF

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Ele sabe até o que fez Capitu – Augusto Nunes



Saturday, January 10, 2009

QUE TOQUEM AS TROMBETAS DE GIDEÃO!












A Click AQUI para ver a imagem no tamanho original.


A FUNDA DE DAVI
por José Nivaldo Cordeiro

A guerra movida por Israel conta o Hamas, na Faixa de Gaza, era esperada e necessária e se presta a algumas reflexões, que pretendo fazer aqui. A primeira delas é identificar o exato cenário em que está sendo desenvolvida: o período anterior à posse de Barack Obama, que por origem e por crença tem um pendor natural para o mundo árabe. Sua secretária de Estado, Hillary Clinton, deixou-se fotografar no passado ao lado da mulher de Yasser Arafat e jamais escondeu sua simpatia pela causa palestina.

A outra referência no cenário geopolítico é o avanço do Irã no domínio do ciclo da energia atômica destinada a produzir bombas. Mesmo que seu primeiro artefato venha a ser pequeno e “caseiro”, artesanal, poderá mudar o eixo estratégico da região. O Irã dispõe de foguetes capazes de fazer chegar seus artefatos atômicos a qualquer lugar do Mediterrâneo. Até mesmo a Europa ficaria à mercê dos alucinados dirigentes iranianos.Esse guerra localizada contra o Hamas é um esplêndido exercício militar de fogo real, sem maiores riscos.

Por fim, diante de sua opinião pública o governo israelense tinha a obrigação de fazer calar os foguetes do Hamas. Certo, a validade militar dessas armas é nenhuma, imprecisas que são e incapazes de alcançar alvos militares. Servem apenas para matar civis ocasionalmente e para aterrorizar as cidades fronteiriças. Por isso mesmo que a provocação não poderia ser mantida indefinidamente. Era questão de tempo que o Exército israelense fosse dar um basta.

E há mais um fator importante. A opinião publica mundial já não mais se comove com a palhaçada propagandista dos guerrilheiros, que matam civis inocentes e usam como escudo sua própria população civil, acusando Israel de atrocidades quando, na verdade, estas são praticadas precisamente por eles, terroristas que são. Tirando a esquerda militante mundial ninguém se importa mais que esses malucos sejam militarmente neutralizados, pois é isso que precisa ser feito.

O governo de Israel fez o cálculo perfeito ao iniciar a campanha no período de festividades natalinas, quando toda a gente no Ocidente está em férias, os governos semi-paralisados e Barack Obama ainda sem ter a palavra final sobre a política externa dos EUA. Israel mandou um recado claro: qualquer que seja a política de Obama fará o que precisa ser feito para garantir a segurança de seus cidadãos. Colocou o novo presidente diante de um fato consumado, tanto que não se ouviu uma palavra dele sobre o assunto. Mesmo Hillary Clinton escondeu-se do problema, pois não há meios termos: ou se apóia Israel ou o Hamas. Nesse jogo não pode haver empate. Essa omissão será sempre suspeita.

O verdadeiro alvo israelense será o Irã, este que também é responsável por financiar, armar e treinar os insurgentes do Hamas. Lutar contra o Hamas na verdade é lutar contra o Irã. Não há como se enganar quanto a isso. A funda do pequeno Davi ainda uma vez terá que ser usada, pois Israel não poderá permitir a ameaça atômica iraniana. Esse tempo está próximo.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br


Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Domingo, 04 de janeiro de 2009.



Com os diabos! Para onde fugiram os "guerreiros de Allah"? Eram tão "valentes"...


Brasil: Duas gerações de idiotas sofreram "lavagens cerebrais" KaGeBianas.



Monday, December 15, 2008

AÇÃO MAÇÔNICA





MANIFESTO À NAÇÃO BRASILEIRA


Nós, do Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim, tendo jurado "Glorificar a Verdade e a Justiça" e " ...promover o bem estar da Pátria e da Humanidade", vimos, por meio deste manifesto, demonstrar nosso veemente repúdio para com as espoliações anunciadas de nosso Território, que se quer perpetrar contra o Povo Brasileiro, inclusive afetando as gerações futuras, decorrente da demarcação da Reserva Indígena Raposa da Serra do Sol (RIRSS), em áreas contínuas e com superfície desproporcional ao número de índios, de diversas etnias, que nela habitam.

Não somos contra os direitos das tribos indígenas, desde que tais direitos não se amparem em ingerências de organismos nacionais e internacionais, que possam colocar em risco a Soberania Nacional.

I - DIRIGIMO-NOS:

1 - Ao Poder Judiciário, particularmente ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável precipuamente pela guarda da Constituição da República Federativa do Brasil (Constituição) como redigida em seu Art. 102º e a quem cabe decidir em favor da união indissolúvel da Nação e de sua soberania, como reza seu Art. 1º;

2 - Aos integrantes do Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado), nossos representantes eleitos e Legais, responsáveis pela fiscalização dos atos exercidos pelos poderes constituídos;

3 - Às Forças Armadas, Instituições Nacionais Permanentes e Regulares, destinadas à defesa da Pátria (Art. 142º da Constituição);

4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros;

5 - Às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis;

6 - À População Brasileira.

Para alertá-los sobre, fatos, decisões, concessões e constatações de extrema gravidade, no cenário Político-Estratégico da Amazônia Brasileira, neste início de século XXI, conclamando, a todos os nominados a agir, dentro de suas esferas de atuação, para que não exista a possibilidade de desmembramento do Território Nacional, em decorrência da política indigenista adotada desde Governos anteriores até ao Governo atual.

II - APRESENTAMOS OS FATOS

1 - Em decreto assinado pelo Exmo. Presidente Fernando Collor de Mello, em 15 de novembro de 1991, uma área demarcada de forma contínua de 96.649 km² na fronteira com a Venezuela, foi transformada na Reserva Indígena Ianomâmi (RII). Essa superfície foi e é destinada a cerca de 5.000 índios, e onde se encontram vastas riquezas minerais, inclusive as maiores reservas conhecidas no mundo de Titânio, Ouro e Diamantes. A assinatura de tal decreto foi o resultado de pressões diretas de Governos Estrangeiros, executadas com diligência e paciência, desde o final da década de 60.

2 - Em 15 de abril de 2005, o Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou um decreto de homologação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), em área contínua, nas fronteiras com a Venezuela e Guiana (ex-Guiana Inglesa e hoje membro da "Commonwealth of Nations" - Comunidade das Nações - antiga Comunidade Britânica). A área abrange 160.000 km², habitada por cerca de 16.000 índios. Seu subsolo é rico em Diamantes, Ouro e Nióbio, sendo este um metal fundamental para as pesquisas de FUSÃO NUCLEAR, que promete acabar com a dependência da energia gerada pelo Petróleo.

Juntas as Reservas Indígenas totalizam uma área de 256.649 km² destinadas a 21.000 índios, ou seja, cada índio ocupa 12,22 km² (densidade populacional de 0,08 índios por km²).

Apenas para efeito de comparação, nos Estados Unidos da América a área total das Reservas Indígenas é de 225.000 km², para uma população indígena de 2.786.652, o que dá 0,081 km² para cada índio (densidade populacional de 12,38 índios por km²).

Se excluirmos a Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (território e população indígena) do cálculo de nosso Território e População (8.514.876 km² e População de 183.987.291 habitantes, segundo IBGE em 2007), teremos cada habitante ocupando 0,045 km² (densidade populacional de 22,28 habitantes por km²).

Outro dado importante: a área da Reserva Indígena Ianomâmi e a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, somadas, equivalem a área da Grã-Bretanha (258.256 km²). Essa área é ocupada por cerca de 60.000.000 de habitantes, ou seja, cada habitante Britânico ocupa 0,004 km².

Como se verifica, a área destinada aos índios pelo Governo Brasileiro ultrapassa qualquer bom senso.

3 - Há vários anos, declarações importantes sobre a "internacionalização da Amazônia", a "soberania relativa dos Brasileiros sobre este território"e outras do gênero, vêm sendo feitas por entidades e dirigentes dos Países detentores de tecnologia, os maiores usuários de matérias primas, conforme "Declarações" no final deste documento.

4 - A Emenda Constitucional nº 45/2004, introduziu no Art. 5º da Constituição, os parágrafos 3º e 4º, que dizem, textualmente:

§ 3º - Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.

§ 4º - O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão.

5 - Os Diplomatas Brasileiros, cumprindo determinação do Exmo. Presidente Luis Inácio Lula da Silva, assinaram, em 13 de setembro de 2007, a Declaração da Organização das Nacões Unidas (ONU) sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Em que pese a ambígua e única redação, protegendo os direitos dos "Estados" (Art. 46º), os Art. 3º e 45º, dentre dezenas de outros, exemplificam bem a real intenção de tal documento.

Artigo 3º
Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seu desenvolvimento.

Artigo 45º
Nada contido na presente Declaração interpretar-se-á no sentido de que se limitem ou anulem os direitos que os povos indígenas têm na atualidade, ou possam adquirir no futuro.

Como se verifica com uma simples leitura deste item, e do anterior (Emenda Constitucional), a Declaração da ONU tem que ser ratificada pelo Congresso, e se o for, tem força de Lei. Ou seja: um documento que possibilita nosso desmembramento territorial estará incluído em nossa Constituição. E os Brasileiros que agirem contra, serão submetidos ao Tribunal Penal Internacional!

Está aberto o caminho, sob tutela da ONU e endosso de nossos representantes, para que "Nações Indígenas" esquartejem o Brasil.

É fato também que, os Estados Unidos da América, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que têm indígenas em seus Territórios, não são signatários da Declaração da ONU, mas o primeiro tem assento permanente no seu Conselho de Segurança, e os demais são membros da Comunidade das Nações (Britânicas), e todos têm interesses específicos na região Amazônica.

6 - A Lei Federal nº. 11.284, de 02 de março de 2006, que dispõe sobre a gestão de florestas públicas, permite que empresas multinacionais com sede no Brasil, explorem áreas do tamanho de países, para "produção sustentável" e, no Art. 35º, prevê até 40 anos para exploração dessas florestas, de "acordo com o ciclo de colheita ou exploração", e até 20 anos, para exploração de "serviços florestais".

7 - Segundo a Polícia Federal e a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) existem ONGs (organizações não governamentais) estrangeiras e "Missões Religiosas" que, a pretexto de "filantropia ecológica", ou de apoio à cultura indígena, na realidade praticam o contrabando de minerais e madeiras, a biopirataria, e o aliciamento de indígenas para sua causa, efetuando, ainda, minuciosos levantamentos estratégicos das riquezas minerais do subsolo da Amazônia, notadamente das áreas das Reservas Indígenas, enviando-os aos Países patrocinadores, os maiores interessados na riqueza mineral da região.

8 - Existem "Missões Religiosas" e ONGs nacionais e estrangeiras, que estão aliciando nossos indígenas de modo que as tribos por eles influenciadas, por vezes, nem falam a Língua Portuguesa (exprimindo-se, porém, em inglês e francês), e seus membros são levados a estudar no exterior, voltando impregnados de ilusões e conceitos contrários aos interesses do Povo Brasileiro.

III – EXIGIMOS

Como Brasileiros, e preocupados com a Nação que iremos legar aos nossos descendentes, que:

1 - O Poder Executivo cesse imediatamente esta política indigenista equivocada, leniente, e conivente com os interesses internacionais, em detrimento de nossa autodeterminação enquanto Nação Soberana;

2 - Sejam responsabilizados, e punidos de acordo com as Leis Brasileiras, todos os indivíduos que se encontrarem em solo brasileiro, representantes de ONGs, "Missões Religiosas" e seus congêneres, envolvidos com a biopirataria, com o contrabando de minerais e madeira, com o aliciamento de indígenas Brasileiros, e a espionagem de nossas riquezas.

IV - SOLICITAMOS:

1 - Ao STF, em sintonia com suas obrigações constitucionais, parecer contrário à demarcação contínua, e em área de fronteira, da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, estendendo à Reserva Indígena Ianomâmi, e a outras em igual situação, sua decisão.

2 - Ao Congresso Nacional que não endosse a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, preservando o Brasil, sem dar margem a possíveis ações dos atores globais, baseadas em nossos próprios equívocos, com o intuito de espoliar nosso território e nossas riquezas (Culturais, Étnicas, Naturais e outras)

3 - Às Forças Armadas, presentes na Amazônia, em especial nas regiões de fronteira, para que ocupem todos os espaços que lhes cabem, inclusive dentro das Reservas Indígenas, pois serão, como sempre, o último baluarte e argumento quando toda a Diplomacia falhar, no interesse de nosso País, agindo, como se espera que hajam, com a autoridade moral que sempre tiveram em defesa da Pátria.

E ainda zelem pelas nossas Leis, com base no Art. 142º do Código Penal Militar, agindo Legalmente contra indivíduos ou organizações que atentem contra nossa integridade e soberania:

Art. 142º - Tentar

I - submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;

II - desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;

III - internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional:

Pena - reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes

4 - Às Associações de Classe, Empresariais e de Trabalhadores Brasileiros; às Instituições Universitárias, Acadêmicas e Estudantis; e a todo o Povo Brasileiro, que reflitam sobre a Nação que iremos legar aos nossos filhos e netos, e não se omitam, unam-se e participem dessa luta, que é de todos e por todos nós.

Sorocaba, SP, 30 de setembro de 2008.

Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim
José Marcos de Souza Barros
Presidente

DECLARAÇÕES

"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas riquezas,
seus territórios e suas fábricas"
(Margareth Tatcher, 1983, então Primeira-Ministra da Inglaterra).

"Só a internacionalização pode salvar a Amazônia"
(Grupo dos Cem, 1989, Cidade do México).

"A destruição da Amazônia seria a destruição do Mundo"
(Parlamento Italiano, 1989).

"Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós"
(Al Gore, 1989, então Vice-Presidente dos Estados Unidos).

"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia"
(François Mitterrand, 1989, então Presidente da França).

"A Amazônia deve ser intocável, pois constitui-se no banco de reservas florestais da Humanidade"
(Congresso de Ecologistas Alemães, 1990).

"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes"
(Mikhail Gorbachev, 1992, ex-Presidente da extinta União Soviética).

"As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecologistas internacionais que visam à limitação das soberanias nacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região"
(John Major, 1992, então Primeiro Ministro da Inglaterra).


"A Amazônia é um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa área pelos países mencionados (Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador) é meramente circunstancial"
(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes para o desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico"
(Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, reunidas em Genebra, 1992).

"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos"
(Henry Kissinger, 1994, ex-Secretário de Estado americano).

"A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força"
(Warren Christopher, 1995, então Secretário de Defesa dos Estados Unidos).

"Se o Brasil quiser fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente dos Estados Unidos, precisamos interromper esse processo imediatamente"
(General U. S. Army, P. Hugges, em 1998, então Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos - DIA).

"Se definirmos as florestas tropicais como bem público, diante do papel fenomenal que elas têm, então se impõe um certo número de regras de gestão coletiva delas"
(Pascal Lamy, em 2005, então Comissário do Comércio da União Européia, e hoje Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio - OMC).

"A Amazônia é um recurso global"
(Barack Obama, candidato do Partido Democrata ao cargo de Presidente dos EUA, em 2008).


"A MAÇONARIA é UNIVERSAL - SEM FRONTEIRAS, em qualquer ORIENTE, de qualquer RITO, de qualquer POTÊNCIA, somos todos IRMÃOS".



Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais".



Como ser popular no Brasil moderno – Augusto Nunes


Lula surfando na marolinha – Carlos Alberto Cordella



 
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