Showing posts with label Nuclear. Show all posts
Showing posts with label Nuclear. Show all posts

Wednesday, June 03, 2009

"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã"
Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!
































A Al-Qaeda examina ataque biológico a partir do México.
por Sara A. Carter

Agentes de contraterrorismo dos E.U.A. autenticaram um vídeo onde um recrutador da Al-Qaeda ameaça com uma arma biológica a ser contrabandeada para os Estados Unidos através de túneis sob a fronteira do México, este foi o último sinal da determinação do grupo terrorista de uma nova etapa para causar um atentado do tipo desastre em massa contra o território norte-americano.

O vídeo exibido no início deste ano como um instrumento de recrutamento deixa claro que a Al-Qaeda está procurando explorar os pontos fracos na segurança das fronteiras dos E.U.A., e que também estão dispostos a aliarem-se com as milícias brancas ou outras entidades antigovernamentais interessadas na realização de um ataque ao interior dos Estados Unidos, de acordo com os mesmos agentes de contraterrorismo entrevistados pelo The Washington Times.

Os agentes, que falaram sob a condição de que não seriam identificados, devido a natureza sensível de seus trabalhos, salientaram que não existem quaisquer informação crível que a Al-Qaeda tenha adquirido a capacidade necessária para realizar um ataque biológico em massa, embora claramente os seus membros estejam empenhados na obtenção desta tecnologia.

O primeiro vídeo exibido pela rede de notícias árabe Al-Jazeera, em fevereiro passado e depois enviado para vários sites, mostra o dissidente kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi dircursando para uma sala cheia de adeptos no Bahrein, que a Al Qaeda está avaliando hipótese de usar a fronteira norte-americana com o México, como uma forma de enviar terroristas e armas para os Estados Unidos.

"1.800 gramas de antrax transportados por um guerreiro em uma mala através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

No vídeo, obtido e traduzido pelo Instituto de Pesquisas do Oriente Médio (MEMR), Al-Nafisi também sugere que a Al-Qaeda pode tentar colaborar com os membros das milícias da chamada supremacia branca nativa dos E.U.A e que odeiam o governo federal.

Sean Smith, porta-voz da Secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano disse que os E.U.A. levam a sério essas ameaças.

"Nunca podemos parar de ser vigilantes, enquanto houverem pessoas que procurem causar danos ao povo norte-americano," disse ele. "Continuamos a intensificar os nossos esforços com pessoal adicional e uma melhor tecnologia ao longo das fronteiras norte e sul, além de prosseguirmos no reforço das nossas portas de entradas por mar, terra e ar".

Um dos agentes de contraterrorismo dos E.U.A., falando sob a condição do anonimato, disse que Al-Nafisi é uma "pessoa que lhes interessa" e um veterano recrutador da Al-Qaeda. Equivocadamente identificado em alguns sites e blogs como um professor, ele é um dissidente kuwaitiano e associado a Al-Qaeda, que nos últimos anos tem se comunicado com os altos dirigentes da Al-Qaeda, disse o agente de contraterrorismo. O recrutador também disse ter laços estreitos com Mulá Mohammed Omar, líder dos talibãs afegãos que agora cogita-se estar no Paquistão.

Al-Nafisi "é um elemento ideológico importante nos círculos terroristas, que o torna perigoso porque ele pode inspirar seus seguidores a fazerem coisas muito ruins", disse o agente.

Os agentes da Força Administrativa de Narcóticos (DEA) e do Departamento de Defesa estão bastante atentos para as ligações existentes entre as diversas organizações terroristas, como o Hezbollah, e os cartéis das drogas na América do Sul, na América Central e no México.

"Não deverá ser uma surpresa para ninguém que as organizações terroristas venham a se utilizarem das fronteiras para introduzirem-se nos E.U.A.", disse um agente do DEA que também pediu para não ser identificado por causa de seu envolvimento em operações de inteligência em curso. "Não podemos ignorar qualquer ameaça ou qualquer detalhe quando se trata da Al-Qaeda e de outras organizações terroristas que desejem atacar os Estados Unidos"

O "The Times" reportou pela primeira vez em março que o Hezbollah-Irã apoiam um grupo baseado no Líbano, que está utilizando as rotas sob controle do narcotráfico mexicano, para introduzir contrabando e pessoas nos Estados Unidos com o intuito de financiar suas operações.

Embora para o Hezbollah os E.U.A. se apresente principalmente como uma fonte inesgotável de recursos para financiar as suas operações em outros países, "isto não deve ser visto superficialmente, pois o dinheiro arrecadado poderá ser usado contra os E.U.A. ou como garantias para futuras operações", disse outro agente de contraterrorismo.

Não há confirmação de nenhum ataque aos E.U.A., que tenham sido relacionados ao Hezbollah.

No vídeo, Al-Nafisi enfatizou que a Al-Qaeda tinha laboratórios químicos no Afeganistão antes da invasão norte-americana. Ele descreveu sua admiração pelo Hezbollah e disse que a Al Qaeda continua a ter cientistas e recursos à sua disposição.

"Os americanos têm medo que (armas de destruição em massa), possam cair nas mãos de organizações "terroristas como a Al Qaeda e outras", disse a seus seguidores. "Há uma boa razão para os medos dos americanos" . (Al Qaeda) tinha laboratórios no norte do Afeganistão. Têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como são retratados por estes jornalistas mercenários, apenas beduínos que vivem em cavernas . Não, não, de jeito nenhum. Este tipo de conversa só pode enganar pessoas ingênuas. As Pessoas que conhecem o assunto sabem que a Al-Qaeda tem laboratórios, tal como o Hezbollah ".

Agentes da Inteligência disseram que o vídeo fornece importantes informações sobre os métodos de recrutamento da Al-Qaeda e pontos de vista sobre o Ocidente.

No clipe de 10 minutos, Al-Nafisi sugeriu que a Al-Qaeda pode querer unir forças por uma causa comum, com o que ele alega serem "300.000" membros da supremacia branca e de outras milícias dos E.U.A.

"Estas milícias igualmente pensam no bombardeamento de instalações nucleares dentro os E.U.A.", disse ele. "Que Allah conceda-lhes o sucesso, mesmo que não sejamos brancos, ou nem mesmo concordemos com eles, certo? Eles têm planos para bombardear as instalações nucleares no Lago Michigan. Esta usina é muito importante. ... Que Allah garanta o sucesso destes líderes militantes, que estão pensando no bombardeio desta usina. Penso que devemos dedicar parte das nossas orações a eles".

Publicado no jornal "The Washington Times".
Quarta-feira, 03 de junho de 2009.






Vídeo (legendas em inglês) do discurso proferido pelo recrutador kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi
e exibido pela TV Al-Jazeera do Qatar em 02 de fevereiro de 2009.


No discurso o recrutador Abdullah Al-Nafisi, sonha com um ataque biológico à Casa Branca e reza para que a usina termonuclear do Lago Michigan venha a ser bombardeada, porém, sempre repetindo aquela cantinela de paz e amor dos muçulmanos. O auto-intitulado "professor" sonha com ataques de antrax aos Estados Unidos e reitera a vontade antiga de aniquilar os judeus, aproveita ainda para lançar ameaças veladas de assassinar jornalistas que sejam contra os tais desejos psicopatas, eis um belo exemplo de como Allah é benevolente. Na verdade, esta paz afetuosa, representa o verdadeiro islamismo, tendo em vista que Allah ordenou através do Alcorão que nunca deveria haver qualquer tipo de diálogo com os judeus. Observem o olhar insano da besta primitiva, são esses os ensinamentos praticados por ditos "professores" nos países árabes.

"1.800 gramas de antrax transportados em uma mala por um guerreiro através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

As armas de destruição em massa (WMD) são um problema muito sério. Os norte-americanos têm medo que as WMD possam cair em mãos de "terroristas", organizações como a Al-Qaeda e outras. Há uma boa razão para os norte-americanos temerem por isso, pois a Al-Qaeda as têm usado (armas biológicas) na região do Herat (terceira maior cidade do oeste do Afeganistão). Tinham laboratórios no norte do Afeganistão, têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como querem nos levar a acreditar grande parte do jornalismo mercenário, que são apenas beduínos que vivem em cavernas. Não, não! Este tipo de ladainha só pode enganar os ingênuos. Pessoas que conhecem o assunto, sabem que a Al-Qaeda possui seus próprios laboratórios, tal como o Hezbollah. O Hezbollah mantém no sul do Líbano laboratórios, aonde produzem suas próprias armas, inclusive vendendo-as para a Roménia e a Hungria.

E o "recrutador" continua:

"Se eles chamam alguém de terrorista, digo-lhes: Ele é meu amigo (risos). Por quê? Porque estes "terroristas" são as pessoas que mais temem a Deus (Allah) no mundo. Eles são as pessoas mais honradas do mundo, as melhores pessoas no mundo (aplausos).

Eu conheci pessoalmente o Mulá Omar (Mohammed Omar, líder espiritual do Talebã). Tive a honra de me encontrar com o Mulá Omar. Ele é um homem que não pertence a esta época. Ele sempre se recusou a se encontrar com representantes do Ocidente. Ele iria lhes dizer: Vão para Cabul, eu fico em Kandahar. Com certeza, os politeístas são impuros, vocês sabem o que eu quero dizer. Vão se encontrar com o ministro para assuntos estrangeiros para falar de política. Eu fico aqui mesmo.

Este é o tipo de pessoa adequada para lidar com o Ocidente. Quanto à 'Ariqat, Dahlan (líderes palestinos "moderados"), eles não trazem benefícios para a nação de modo nenhum.

Nos E.U.A. existem mais de 300.000 membros de milícias desejosos de golpear o governo federal em Washington, e ansiosos para expulsar aos árabes, os judeus e os negros dos E.U.A. São pessoas racistas chamados de "rednecks". A Ku-Klux-Klan. Eles são racistas.

Estes militantes querem bombardear as usinas nucleares dos E.U.A. Tomara que Allah lhes garanta o sucesso! (risos), embora nós não sejamos brancos nem nos simpatizemos com eles. Eles têm planos para bombardear usinas nucleares, como a do Lago Michigan. Esta usina é muito importante, pois fornece electricidade para toda América do Norte. Que Allah proporcione éxito aos chefes destas milícias que planejam bombardear estas instalações. Deveríamos dedicar parte das nossas orações para isso. Nós devemos rezar para que Allah conceda-lhes o sucesso, para que eles possam concluir esta missão, deveríamos visitá-los e felicitá-los. Se Allah assim o quiser.

Allah declara no Alcorão que a hostilidade entre nós (eles e os judeus) é eterna. Portanto, quem falar sobre diálogar deve ter sua língua cortada! De que diálogo estão falando? Não há espaço para o diálogo. Allah disse que a nossa hostilidade para com os judeus é eterna e, em seguida, vem alguém e fala de confraternização, e assim por diante ... Isto contradiz o Alcorão. Qualquer um que contradiz o Alcorão é um infiel. Acuso-os de heresia? Sim, eu confirmo isto. Sim, eu sou a favor de acusar os hereges.

Também devemos defender a resistência, e não permanecer calados ante as campanhas organizadas contra a resistência na imprensa da Península e no Golfo Arábico, ou em outros jornais árabes.

Há vozes que expressando dúvidas sobre os líderes da resistência. Devemos confrontar-nos com estes jornalistas e advertir-lhes que não o façam, inclusive se isso implicar em chamar-los por via telefônica e dizer-lhes: Não repitam essas coisas desprezíveis em suas colunas ou artigos, ou tomaremos medidas contra vocês. Devemos pressionar a estas pessoas. Não podemos ficar calados. Não devemos deixar-los ao seu livre arbítrio, sob o pretexto da liberdade de expressão. São uns quintas-colunas.

Eu, Abdullah Fahd Abd Al-Aziz Al-Nafisi, incito-vos à confrontação utilizando todos os meios possíveis contra qualquer pessoa que fale contra a resistência. Por quaisquer meios possíveis. Que fique claro?

Os ministros (do Hamas) são mujahidins (combatentes). Conheço um ministro que está atualmente participando das operações".




AIR FRANCE FLIGHT AF 447 (RIO – PARIS)




"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã" – Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!

Saturday, April 25, 2009

O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.











































O BRASIL E A LÓGICA DO GENOCÍDIO
por Maria Lucia Victor Barbosa

A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados "malditos" que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. "Creio porque é absurdo", eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.

A fé no absurdo se obtém através da mentira calcada num malabarismo vocabular, no qual as palavras são pervertidas para provocar um entendimento desfocado da realidade. Algo, como se nota, muito utilizado em propaganda e nos discursos de cunho totalitário.

Assim, os campos de concentração soviéticos seriam "obra de reeducação" e os carrascos "educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em homens novos". Na China, a vítima do campo de concentração era denominada de "estudante que deveria estudar o pensamento justo do partido e reformar seu próprio pensamento imperfeito". O nazismo pregava que "os judeus não são humanos". Logo, estava justificado para os alemães o assassinato de judeus, inclusive de crianças judias, nas câmaras de gás, porque era como se dissessem: "vocês não têm direito de viver, vocês são judeus".

A lógica terrorista do genocídio implica, pois, o exercício do terror através de um grupo designado como inimigo. Desse modo, a segregação baseada em classe se torna muito similar à segregação por raça. Tudo é justificado por um ideal, ainda que absurdo. A sociedade nazista deveria ser construída em torno da "raça pura". A sociedade comunista futura com base no povo proletário, purificado de toda "escória burguesa".

As monstruosidades cometidas pelo nazismo e pelo comunismo teriam ficado para trás, enterradas no século passado e servindo como advertência para que não se cometa mais abominações como a do holocausto? Teria o ser humano evoluído através da experiência aterrorizante dos horrores cometidos em passado recente? Estaria agora o homem mais compassivo, menos preconceituoso, menos sujeito à crença no absurdo na medida em que obteve espetacular evolução na ciência, na tecnologia, nos meios de transporte e de comunicação?

Nada indica que houve progresso em termos humanísticos. Exemplo disso foi a Conferência contra o Racismo (20/04 a 24/04) promovida pela ONU. Aberto o evento pelo presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, caiu por terra qualquer boa intenção que o Organismo possa ter tido, pois o que se ouviu se enquadrou na mais pura lógica do genocídio.

O déspota de fato do Irã mencionou amor e destilou ódio. Simulou humildade dizendo que perdoava os que o tinham insultado, mas os qualificou de ignorantes com sorrisos de escárnio. Acusou Israel de racista sendo ele ferrenho racista, contumaz torturador, opressor das minorias. Mas, segundo Ahmadinejad, se Israel é racista deve ser destruído. Como sempre ele negou o Holocausto, afirmando que o Estado de Israel foi criado "sob o pretexto do sofrimento de todos os judeus e da ambígua e duvidosa questão do Holocausto". E aproveitando o momento, além de seus ataques a Israel o perigoso homenzinho defendeu o direito do Irã de controlar a tecnologia nuclear.






















Ei Ahmadinejad! Sua lembrançinha de boas-vindas está AQUI

Hey Ahmadinejad! Your little souvenir from welcome is HERE

O discurso pleno de violência contra os judeus provocou a retirada coletiva dos representantes da União Européia e vários protestos, entre os quais, o do sobrevivente do Holocausto e Nobel da Paz, Elie Wiesel, que disse em relação a Ahmadinejad: "Sua presença é um insulto à decência e à humanidade". O próprio secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, expressou seu constrangimento ao criticar o iraniano: "deploro o uso dessa plataforma pelo presidente iraniano para acusar, dividir e incitar.

A imensa delegação brasileira chefiada pelo ministro da igualdade racial, Edson Santos, não se moveu do salão de conferência e Santos ainda criticou a retirada dos europeus. Reação de se esperar, pois o Brasil, sob a influência de Marco Aurélio Garcia, nosso chanceler de fato, e sob o comando do governo petista de Lula da Silva, tem mostrado acentuada tendência aoantissemitismo. Note-se que Lula, que já deve ter dado volta ao mundo várias vezes, inclusive para visitar ditaduras islâmicas do Oriente Médio e ditaduras Africanas, nunca foi a Israel. Além disso, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém não condenou o governo genocida do Sudão. Aliás, nossa diplomacia sempre se absteve de tocar na questão dos direitos humanos, pisoteados em países como China, Cuba ou Coréia do Norte.

Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hezbollah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol. No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiroAhmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sábado, 25 de abril de 2009, 13h15.




Os esclarecidos – Geraldo Almendra







O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.

Saturday, January 10, 2009

QUE TOQUEM AS TROMBETAS DE GIDEÃO!












A Click AQUI para ver a imagem no tamanho original.


A FUNDA DE DAVI
por José Nivaldo Cordeiro

A guerra movida por Israel conta o Hamas, na Faixa de Gaza, era esperada e necessária e se presta a algumas reflexões, que pretendo fazer aqui. A primeira delas é identificar o exato cenário em que está sendo desenvolvida: o período anterior à posse de Barack Obama, que por origem e por crença tem um pendor natural para o mundo árabe. Sua secretária de Estado, Hillary Clinton, deixou-se fotografar no passado ao lado da mulher de Yasser Arafat e jamais escondeu sua simpatia pela causa palestina.

A outra referência no cenário geopolítico é o avanço do Irã no domínio do ciclo da energia atômica destinada a produzir bombas. Mesmo que seu primeiro artefato venha a ser pequeno e “caseiro”, artesanal, poderá mudar o eixo estratégico da região. O Irã dispõe de foguetes capazes de fazer chegar seus artefatos atômicos a qualquer lugar do Mediterrâneo. Até mesmo a Europa ficaria à mercê dos alucinados dirigentes iranianos.Esse guerra localizada contra o Hamas é um esplêndido exercício militar de fogo real, sem maiores riscos.

Por fim, diante de sua opinião pública o governo israelense tinha a obrigação de fazer calar os foguetes do Hamas. Certo, a validade militar dessas armas é nenhuma, imprecisas que são e incapazes de alcançar alvos militares. Servem apenas para matar civis ocasionalmente e para aterrorizar as cidades fronteiriças. Por isso mesmo que a provocação não poderia ser mantida indefinidamente. Era questão de tempo que o Exército israelense fosse dar um basta.

E há mais um fator importante. A opinião publica mundial já não mais se comove com a palhaçada propagandista dos guerrilheiros, que matam civis inocentes e usam como escudo sua própria população civil, acusando Israel de atrocidades quando, na verdade, estas são praticadas precisamente por eles, terroristas que são. Tirando a esquerda militante mundial ninguém se importa mais que esses malucos sejam militarmente neutralizados, pois é isso que precisa ser feito.

O governo de Israel fez o cálculo perfeito ao iniciar a campanha no período de festividades natalinas, quando toda a gente no Ocidente está em férias, os governos semi-paralisados e Barack Obama ainda sem ter a palavra final sobre a política externa dos EUA. Israel mandou um recado claro: qualquer que seja a política de Obama fará o que precisa ser feito para garantir a segurança de seus cidadãos. Colocou o novo presidente diante de um fato consumado, tanto que não se ouviu uma palavra dele sobre o assunto. Mesmo Hillary Clinton escondeu-se do problema, pois não há meios termos: ou se apóia Israel ou o Hamas. Nesse jogo não pode haver empate. Essa omissão será sempre suspeita.

O verdadeiro alvo israelense será o Irã, este que também é responsável por financiar, armar e treinar os insurgentes do Hamas. Lutar contra o Hamas na verdade é lutar contra o Irã. Não há como se enganar quanto a isso. A funda do pequeno Davi ainda uma vez terá que ser usada, pois Israel não poderá permitir a ameaça atômica iraniana. Esse tempo está próximo.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br


Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Domingo, 04 de janeiro de 2009.



Com os diabos! Para onde fugiram os "guerreiros de Allah"? Eram tão "valentes"...


Brasil: Duas gerações de idiotas sofreram "lavagens cerebrais" KaGeBianas.



Monday, December 29, 2008

Um engodo que renderá "gordas" comissões.


































Uma aventura cara
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Uma coisa são as manifestações de entusiasmo do ministro da Defesa, Nelson Jobim, pela assinatura do acordo entre o Brasil e a França para a construção de submarinos, um dos resultados da visita do presidente Nicolas Sarkozy. Outra é o frio texto do documento - que é o que vale. Pelos cálculos do ministro, "no vigésimo ano (de vigência do acordo), vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas". Essa previsão, contudo, é um mero exercício de wishful thinking.

É política do governo brasileiro, nos últimos anos, só comprar equipamento militar acompanhado de transferência de tecnologia. Essa exigência cria graves limitações para o reequipamento das Forças Armadas de um país que não tem contenciosos internacionais que exijam meios militares abundantes e de última geração. Nenhum fornecedor se dispõe a transferir tecnologia em troca de uma venda relativamente pequena. É esse o caso dos 16 aviões de caça que a Força Aérea tenta comprar há mais de uma década.

No máximo, dependendo do tamanho e valor da encomenda, o fornecedor aceita produzir o armamento no país comprador, sob licença. Nesses casos, a transferência de tecnologia é limitada e o vendedor se beneficia com o prolongamento da vida útil de um produto que já entrou em fase de obsolescência ou enfrenta no mercado a concorrência de equipamentos mais modernos. É o caso dos 50 helicópteros franceses que serão montados pela Helibrás, ao custo de 1,899 bilhão.

O acordo para a construção de quatro submarinos convencionais Scorpéne e do casco de um outro, que poderá receber propulsão nuclear, num estaleiro a ser erguido no litoral do Rio de Janeiro, prevê, de fato, a transferência de tecnologia. Mas limita essa transferência à tecnologia de construção do estaleiro, de uma base de submarinos e do casco do submersível. Ou seja, refere-se a produtos e serviços que poderiam ser feitos pela engenharia nacional.

E como o quinto casco poderá acomodar um reator nuclear, o acordo está repleto de salvaguardas. A principal delas é que a França não repassará para o Brasil qualquer tipo de conhecimento que envolva a produção ou o uso de equipamentos nucleares. Isso começa com o estaleiro e a base. "A concepção, a construção e a manutenção das infra-estruturas e dos equipamentos necessários às operações de construção e manutenção da parte nuclear do submarino nuclear estão excluídas do âmbito do presente acordo" - esclarece o documento.

Além disso, "a parte brasileira não receberá assistência da parte francesa para a concepção, a construção e a colocação em operação do reator nuclear embarcado, das instalações do compartimento do reator nuclear e dos equipamentos e instalações cuja função seja destinada principalmente ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear".

Da mesma forma, a França não fornecerá "equipamentos e instalações que contribuam de forma acessória ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear" - e com isso a construção do estaleiro e da base de submarinos fica praticamente reduzida a uma questão de engenharia civil.

O Brasil, ao assinar o acordo, ainda aceitou condicionantes políticas. A tecnologia e os equipamentos fornecidos pela França não poderão ser repassados a terceiros e só poderão ser usados para os fins definidos no acordo. Além dessa cláusula de usuário final, a França - que se eximiu explicitamente de colaboração na parte nuclear - exigiu que o Brasil assumisse a responsabilidade exclusiva, em relação a terceiros, por danos nucleares causados pelo submarino ou instalações nucleares associadas ao apoio terrestre.

O acordo estabelece as bases da cooperação. A partir de agora, o governo brasileiro terá de negociar com empresas francesas os custos de construção do estaleiro, da base e dos submarinos - afinal, o acordo prevê que equipamentos, serviços e tecnologia serão vendidos. E, como o ministro Jobim pretende que em 20 anos o submarino nuclear esteja navegando, o Tesouro terá de providenciar recursos para o desenvolvimento da tecnologia de propulsão nuclear, ainda não dominada pela Marinha. Haja dinheiro!


Publicado no jornal "O Estado de S.Paulo".
Domingo, 28 de dezembro de 2008.









A liberdade e a esquerda – Thomas Sowell


Freedom and the Left – Thomas Sowell


Friday, May 02, 2008

Sr. Nelson "Chupim": Pode "vender" todas as aeronaves da FAB para a URSAL.
A nossa verdadeira "Força" já se encontra em alerta máximo!

Foto: O impiedoso "caçador" de Chavez, Castros, Kirchners, Correas, Morales, Lugos, Ortegas, Bachelets,
Lulas, Jobins, Saitos e caterva.































Click AQUI para ver esta foto em tamanho maior (1024 x 731).

O porta-aviões e a influência dos EUA
por William Waack

Poucos militares gostam de dizer que sua atividade tem fins políticos -e os americanos que comandam o porta-aviões George Washington não são exceção. Numa breve visita ao navio principal das manobras Unitas, nesta segunda feira (28/04), o almirante Phil Cullon, o comandante da frota americana, só admitiu um "significado político" da presença do George Washington no Atlântico Sul na sua abrangência mais ampla.

Na verdade, a vinda do poderoso navio de guerra –o centro de uma força de ataque conhecida como Strike Group 8– para manobras conjuntas com as marinhas da Argentina e Brasil tem um precedente político importante. Entre oficiais da Marinha de Guerra do Brasil causou enorme descontentamento o fato de a Unitas (o nome oficial dessas manobras conjuntas) não terem sido realizada três anos atrás por interferência política atribuída por oficiais brasileiros a Hugo Chávez.

"Já que o governo brasileiro não nos dá verbas para reequipar a Marinha, porque pelo menos não nos deixam participar de manobras conjuntas com uma marinha muito mais avançada (a americana) da qual podemos aprender muitas coisas que não estão nos manuais?", perguntava, há alguns meses, um importante comandante brasileiro que prefere não ter o nome divulgado.

Nesse sentido, o "recado" dado pelos americanos é razoavelmente claro. O George Washington tem 85 aviões de combate, entre eles o Super Hornet, a aeronave mais poderosa operando a partir de navios. Em um único porta-aviões dessa classe (a Nimitz) é mais avião de guerra de última geração voando do que a totalidade das aeronaves equivalentes à disposição da Força Aérea Brasileira.

Os pilotos e técnicos americanos provavelmente voam mais horas por semana em condições próximas às reais (45% dos vôos, por exemplo, são noturnos) do que seus colegas brasileiros e argentinos fazem em um ano, arrisco-me a dizer. Um dos pilotos brasileiros que assistia de camarote ao espetáculo de aviões ultramodernos sendo lançados e recolhidos à razão de 1 a cada 3 minutos (quase o ritmo de um movimentado aeroporto internacional civil) do convés de vôo do George Washington comentava com óbvia admiração: “o que eles fazem não é muito diferente do que a gente faz, mas a diferença é quantas vezes eles fazem”.

Porta-aviões mudaram a história das guerras nos mares, e a data precisa é o começo da Segunda Guerra Mundial, quando aviões japoneses acabaram em poucos minutos com dois formidáveis navios de superfície britânicos. Depois disso, e excetuando-se o uso da arma submarina para fins estratégicos, é impossível pensar em projeção do poder naval sem a aviação embarcada. Nesse sentido, a presença do George Washington é – quer seu almirante concorde com isso ou não – uma clara exibição de poderio militar e político.

A mensagem já é conhecida há muito tempo pelos militares brasileiros da Marinha: para proteger tanto mar declarado como o nosso temos muito poucos recursos. E nem se trata de fazer comparações com um "strike group" como o do George Washington (cujo preço de construção foi quase duas vezes o PIB de um país como a Bolívia, por exemplo).

Outra experiência foi bastante interessante a bordo desse porta-aviões americano. Entre os 4 mil e tantos tripulantes havia vários brasileiros. É bom insistir na palavra brasileiros pois esses marinheiros e marinheiras, embora trajando o uniforme de uma Força Armada de um país estrangeiro, continuam se sentindo…brasileiros. Em outras palavras: consideram-se militares americanos de profissão e brasileiros de alma e coração.

Os nomes pintados nas fuselagens dos modernos aviões de combate, as tarjas com os nomes nos uniformes dos técnicos e marinheiros e grande parte dos oficiais a bordo são latinos. Ouve-se muito espanhol a bordo do George Washington, que é considerado um padrão em termos de treinamento e capacidade de combate. Obviamente essa capacidade é função da "mão-de-obra", digamos assim, e não do hardware ou software de sistemas bélicos.

É o mesmo que acontece com a construção civil: um mexicano ou brasileiro com 7 a 8 meses de permanência numa grande cidade americana alcança, em média, nesse mesmo espaço de tempo, a produtividade de um trabalhador americano. Ou seja, esses imigrantes ou filhos de imigrantes a bordo de uma arma de primeiro mundo demonstram o mesmo padrão de eficiência e capacidade técnicas de “soldados” de primeiro mundo.

Minha leitura dessa curta visita ao George Washington tem dupla natureza. Primeiro: essas águas do Atlântico teriam, sim, de ser nossas não só por direito, mas de fato. Segundo: podemos, sim, ser tão bons quanto eles. É só parar de acreditar nas coisas erradas. E perder aquele complexo de vira-lata tão bem descrito por Nelson Rodrigues, e tão bem encarnado por Hugo Chávez.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Terça-feira, 29 de abril de 2008, 18h31.




Desintegrar para Entregar! – João Nemo



 
Copyright © 2004-2019 Bootlead