Showing posts with label Islã. Show all posts
Showing posts with label Islã. Show all posts

Monday, February 14, 2011

AS LEGIÕES DO DEMÔNIO




A esquerda e o Islã de mãos dadas – Parte I
por Leonardo Bruno

O professor idiota médio, aquele esquerdista encontrado em universidades e escolas, que choraminga horrores sobre a "falecida" (ou a falsa defunta) União Soviética e canta de coro e verso elogios sobre a ditadura de Fidel Castro e sua similar "bolivariana" na Venezuela de Hugo Chávez, nutre uma pernóstica admiração pelas ditaduras teocráticas islâmicas. A questão aí é confusa e necessita de uma visão mais apurada. O professor idiota médio não fala por osmose, por geração espontânea, até porque não tem miolo para tanto, mas fala por macaquices. Ele tem suas fontes de influência e desinformação: Revista Caros Amigos, Carta Maior, Le Monde Diplomatique, cartilhas do PT ou do Partido Comunista, etc.

Por que a esquerda ocidental defende, aprova e legitima a cultura politicamente correta homossexual e feminista no ocidente e contraditoriamente se posiciona a favor dos regimes islâmicos, que colocam mulheres feministas na cadeia e enforcam gays? Por que a esquerda ocidental odeia tanto o cristianismo, ao mesmo tempo em que aprova o fundamentalismo islâmico e o terrorismo? Por que uma militância ateísta e laicista, de repente, se torna aliada ao que há de pior no fanatismo e no atraso político totalitário religioso?

Uma coisa parece bastante óbvia: há uma aliança política entre o islã totalitário e os regimes comunistas. Ou melhor, há uma aliança tática entre o islã e os militantes comunistas e socialistas do ocidente. A Venezuela se aproxima do Irã para o desenvolvimento conjunto de armas nucleares, com a ajuda da Bolívia, que fornece o urânio. Os grupos terroristas islâmicos são armados com logística soviética e chinesa, além de norte-coreana, e seus excedentes de armas são disseminados na América Latina, através do narcotráfico das Farc e demais grupos terroristas de esquerda. Mesmo o proto-ditador Hugo Chávez compra armas soviéticas da Ucrânia e da Rússia.

Na verdade, o islã faz o mesmíssimo papel que Hitler fez na segunda guerra mundial. Um dos fatores que motivaram a aliança comunista com Hitler, através do Pacto Ribentropp-Molotov, era a perspectiva de que a Alemanha nazista, ao guerrear contra o oeste, se enfraqueceria, junto com as democracias ocidentais. Os regimes totalitários sabiam das fraquezas e da covardia das democracias ocidentais, temerosas em declarar uma guerra. Tanto os nazistas, como os comunistas exploravam esse medo, através de uma campanha de desinformação em massa na imprensa e na opinião pública. O regime nazista era vendido como a muralha contra as hordas bolchevistas do oriente. E os comunistas ocidentais usavam, tanto o regime nazista, como os sistemas democráticos, como espantalhos de "sociais-fascismos" e idolatravam a expansão e dominação da União Soviética.

Paradoxalmente insuflavam movimentos pacifistas de desarmamento unilateral das democracias, já que na ótica deles, tanto as democracias, como os fascismos eram apenas "fascismos", estavam no mesmo plano político. Quando a União Soviética invadiu a Finlândia em 1939, pouco depois do Pacto de aliança entre Hitler e Stálin, os intelectuais de esquerda, dentre os quais, Eric Hobsbawn, defenderam alegremente a expansão criminosa da Rússia naquele país. E quando Hitler invadiu a França em 1940, os comunistas franceses boicotaram o esforço de guerra francês contra o exército alemão.

A Alemanha, outrora bastião anti-bolchevique, tornou-se justamente a porta de entrada comunista na Europa. O exército alemão, que dependia largamente da logística e petróleo soviético, e envolvido em uma guerra longa, seria boicotado pelos russos, que invadiriam a Alemanha e dominariam a Europa. Na verdade, a Alemanha seria o quebra-gelo do exército vermelho sobre todo o continente europeu. Hitler percebeu isso a tempo e invadiu a União Soviética, pegando de surpresa os russos. A completa derrota do exército alemão e de seus aliados no Leste Europeu deu passe livre para que o exército vermelho ocupasse metade do continente. A única situação que impediu a total bolchevização da Europa foi a presença do exército americano, que evitou que todo um continente fosse perdido para o totalitarismo russo.

A situação atual não é muito diferente. É apenas mais complexa. A disputa atual não é entre democracia e ditadura apenas, mas envolve toda a estrutura de uma civilização. Tanto o islã, como o movimento comunista, são aliados na destruição completa da civilização cristã ocidental. Reitero, cristã, porque é o cristianismo que dá perfeita coerência aos nossos valores de direitos individuais e direitos humanos na democracia. Não se pode falar em sacralização da vida humana dentro do Estado laico que aprova o aborto. Nem a proteção da família com os "direitos" dos homossexuais e o decréscimo das famílias europeias e americanas. A perda de coerência de princípio das instituições europeias e ocidentais gerou essa crise de valores, essa crise hierárquica de princípios, que faz o continente europeu e o ocidente definharem para a barbárie islâmica. A campanha em massa de degradação, difamação e destruição sistemática do cristianismo já é antiga. Porém, ela ganha força quando os próprios Estados democráticos se tornam virulentamente hostis à religião cristã. Mas é só à religião cristã. Do lado islâmico, através da política do multiculturalismo, a tolerância dos Estados ocidentais é anormal, abusiva e até criminosa.

Muitos poderiam objetar que a disputa entre ocidente e oriente é entre laicismo e religião, democracia e totalitarismo. Nada mais falso. O conceito de governo laico é pura invenção do cristianismo medieval. Parte da dessacralização do poder político e da recusa saudável da divinização do Estado, do rei ou do imperador, comum ao mundo antigo e ao mundo islâmico. No entanto, o laicismo, que é uma ideologia que destrói qualquer fundamento na transcendência, tem sua forma de idolatria: o materialismo, na figura do próprio Estado encarnado, que se torna vontade última no plano dos valores e do direito.

O relativismo moral, ético e cultural do ocidente e o multiculturalismo são frutos cabais da militância laicista. A pregação intelectual laica gerou o esvaziamento ético e moral do ocidente. Foi ela a responsável pela relativização geral dos costumes, que faz com que os islâmicos imponham sua sharia ou cortem clitóris de muçulmanas no continente europeu, sem o menor escândalo de governos democráticos e entidades de direitos humanos. Ora, se todos os valores estão no mesmo plano de relativismo cultural, por que condenar as práticas bárbaras dos islâmicos? Por que defender os valores do ocidente? A democracia liberal não será capaz de proteger esses princípios. Os liberais não entendem que os conceitos formais da democracia não são suficientes para defender o ocidente das tiranias e dos totalitarismos. A democracia liberal no ocidente só sobreviveu em alguns países porque havia um esquema moral e ético cristão ancestral, que colocava os direitos naturais acima da vontade do Estado.

Atualmente, dominados por um esquema mental utilitarista, os liberais acabam por acatar qualquer subjetividade neurótica e irresponsável em nome do respeito ao indivíduo. A militância pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-destruição da família só existe porque o esquema utilitário do individualismo liberal permitiu uma completa destruição dos valores comuns da vida e da família comungados até então pelo ocidente. Na sociedade ocidental, ninguém relativizava o direito à vida de um nascituro inocente. Tampouco as estruturas tradicionais da família e da sexualidade. As reinvindicações aparentemente "individualistas" de grupos desajustados, idiossincráticos ou mesmo criminosos tornaram-se armas poderosíssimas para destruir a democracia liberal, colocando em xeque todo seu sistema de liberdades, já que esse escopo só existe dentro do direito à vida e a proteção da família. Não é mera coincidência que estes grupos politicamente corretos sejam bancados ou apoiados pelos partidos comunistas. . .

As democracias liberais não foram poderosas o suficiente para se defenderem dos movimentos totalitários do tipo fascista ou comunista. E não serão poderosas o suficiente para derrotarem a expansão islâmica, junto com a aliança comunista. Ao acatarem o laicismo e o utilitarismo, os liberais dão armas prontas para todos os inimigos dos sistemas de liberdades. A democracia liberal pode acatar até a ditadura islâmica. Basta que os "indivíduos" islâmicos sejam maioria e votem em peso pela destruição das liberdades individuais. É o que de fato ocorre na Europa, com o crescimento vertiginoso da população muçulmana. Em outras palavras, o individualismo liberal, sem a tradição cristã que organiza uma hierarquia tradicional de valores comuns, é uma arma contra a própria democracia e a civilização.

Os islâmicos terroristas e os comunistas militantes sabem muito bem explorar o sistema de liberdades para destruí-lo. Eles tomam conta da opinião pública, intimidam as democracias e a chantageiam psicologicamente e invertem toda a crítica, a fim de desmoralizar moralmente o ocidente. As democracias são paralisadas pela sua covardia ou excesso de bom mocismo. Tal como na época da expansão nazista, os políticos ocidentais tremem de medo perante o Islã. Serão sugados por ele.

A desestruturação cultural do ocidente só tem uma meta: a sua completa destruição. E o Islã será o rolo compressor contra as democracias ocidentais, com o agravante de ter uma força cultural muito maior do que o nazismo. Enquanto isso, potências como Rússia e China vão explorar o caos de uma guerra contra o ocidente, para esmagarem os dois lados enfraquecidos. Os objetivos estão perfeitamente claros: destruir o Estado judeu; islamizar a Europa e destruir as referências cristãs e ocidentais da cultura; desestabilizar as democracias na América Latina e implantar regimes totalitários pró-comunistas e pró-islâmicos. E, por último, fazer prostrar a nação norte-americana contra a força conjunta do imperialismo islâmico e comunista.

O atual caos egípcio é apenas o prelúdio que poderá levar o Oriente Médio e até o mundo à guerra. A ascensão da Irmandade Islâmica e a ameaça de quebra de acordo de paz entre o Egito e o Estado judeu vai restaurar a mesma estrutura geopolítica que engendrou a guerra dos seis dias contra Israel. E expor um país democrático à sanha fanática dos islâmicos. O Irã e a Síria estão pedindo a guerra. Falta o Egito aderir. E a esquerda ocidental finge defender a democracia, ao acatar a derrubada do ditador Hosni Mubarak, quando na prática, quer que o circo pegue fogo, aprovando a ascensão de uma ditadura pior e bem mais antiocidental.

Quem vencerá essa luta? Ninguém sabe. Porém, quaisquer que sejam os destinos, eles serão negros. George Orwell dizia que o totalitarismo seria uma bota esmagando um rosto humano. O islã é a cimitarra no pescoço da humanidade.

Publicado no blog "Conde Loppeux de la Villanueva"
Segunda-feira, 07 de fevereiro de 2011.








A esquerda e o Islã de mãos dadas – Parte II
por Leonardo Bruno

No meu último artigo sobre a aliança entre o Islã totalitário e o movimento esquerdista, alguém objetou afirmando que tudo não passaria de "teoria da conspiração". A associação chinesa, russa, norte-coreana e mesmo latino-americana com os grupos terroristas islâmicos não teria força suficiente para derrotar o ocidente, considerado cultural, política e tecnologicamente superior. No entanto, a argumentação ignora vários aspectos básicos. Primeiramente, os inimigos da civilização ocidental sabem da supremacia do ocidente sobre o resto do mundo. Mas isso tampouco os intimida. Pelo contrário, embora saibam dessa superioridade, conhecem também suas fraquezas. Se a civilização superior fosse sinônima de perpetuidade e invulnerabilidade, o Império Romano jamais seria destruído pelas hordas bárbaras do leste.
Um detalhe essencial dessa fraqueza é de princípio. A democracia não está preparada para combater seus inimigos totalitários. O século XX inteiro é um retrato cabal dessa fragilidade. Da mesma forma que o sistema de liberdades é um elemento poderoso da força criativa do ocidente, por outro lado, o relativismo moral e ético pode colocar toda essa concepção de liberdade a perder. E por quê? Ao contrário do palavreado liberal, crente que os formalismos da democracia são fontes causais e asseguradoras da nossa concepção dos direitos civis, os conceitos de liberdade do ocidente são teológicos, frutos de uma tradição cultural cristã ancestral, que faz do livre arbítrio um dilema moral basilar das nossas escolhas entre o bem e o mal, o moral e o imoral, o verdadeiro e o falso, etc.

Em outras palavras, a liberdade, a voluntariedade, o consentimento e a responsabilidade individual têm sólido peso na formação religiosa do mundo ocidental, em épocas muito anteriores ao liberalismo político. Na verdade, o sistema liberal só deu certo dentro do prisma de uma estrutura cristã elementar. Quando o cristianismo definhou, a liberdade foi junto para o espaço. Alguém poderia objetar, afirmando que países como Japão e Coréia do Sul também adotaram sistemas liberais sem serem originalmente cristãos. Porém, muitos dos valores ocidentais foram absorvidos por esses povos, inclusive, os conceitos e dilemas éticos e morais do ocidente, adaptados à realidade deles. É claro que a mera existência da Cristandade, em si mesma, não significa que haja um sistema de liberdades. É perfeitamente possível que existam governos cristãos extremamente autoritários. Todavia, o ocidente, sem os valores cristãos, parece se degenerar em sistemas muito mais opressivos, mesmo dentro dos Estados democráticos, já que os valores morais transcendentes, que não dependem da gerência governamental, são colocados de lado, em nome da vontade estatal. No final, o Estado democrático se auto-sacraliza, auto-diviniza.

A liberdade só tem sentido a partir de um prisma ético e moral, dentro de um sistema de valores orientadores da conduta individual. A democracia liberal está naufragando, justamente porque esses princípios estão em crise. Liberdade individual no ocidente se tornou sinônimo de licenciosidade e as noções morais e éticas do dever estão sendo invertidas de cabeça para baixo. E como os grupos e sistemas totalitários exploram a fraqueza moral do ocidente? Será mera coincidência que os comunistas incentivam bandeiras idiossincráticas da ditadura cultural politicamente correta, do aborto, do casamento gay e demais elementos desmoralizadores, justamente para subverter os conceitos morais e éticos ancestrais da liberdade? Não será espantoso que esses movimentos explorem a liberdade de imprensa, de opinião e informação para subverter e deturpar completamente o sentido da realidade e mesmo propaguem a destruição das próprias liberdades pelas quais são beneficiárias? As liberdades democráticas estão sendo prostituídas e utilizadas para a destruição da própria democracia.

O laicismo é, atualmente, um proselitismo caro tanto a liberais, como a esquerdistas. Contudo, as ideias liberais clássicas, de Locke, Adam Smith a Montesquieu, de Tocqueville a Bastiat, só tiveram vigor e seguridade através da crença de que há valores transcendentes na política, inspirados pelo direito natural, seja este concebido pela razão ou por Deus. Ninguém, até então questionava o valor intrínseco da vida humana, da estrutura natural da família, da moral vigente ou mesmo os deveres e iniciativas do indivíduo, em favor de caprichos particulares e absurdos. Pelo contrário, o Estado liberal visava proteger os direitos. Ademais, o sábio Tocqueville afirmava que a consequência da falta de religião na vida pública democrática transformaria a democracia de uma nação cristã para uma nação de turcos obedientes. Nada mais profética sua análise. A Europa é uma legião de "turcos" obedientes à idolatria pagã da soberania popular do Estado. E com o crescimento populacional dos muçulmanos, é possível que virem turcos de fato. A propaganda da laicidade pelos liberais está levando a uma quebra moral do ocidente, já que os valores tradicionais estão sendo dissociados de sua origem mística, transcendente. Ingenuamente, eles acreditam que o Estado liberal é neutro de valores e crenças. Paradoxalmente, tanto para o liberal, como para o socialista, justiça não é algo acima do Estado. É o próprio Estado. O liberal laico é o idiota útil que faz tudo o que o socialista deseja.

O vazio moral do liberalismo político está sendo usado como a melhor arma para destruir a sociedade civil e os direitos individuais. E como? Ao relativizarem os valores da vida, da família e de toda uma estrutura moral em nome de qualquer subjetividade neurótica, os liberais estão contribuindo para destruir os alicerces da liberdade civil, que são as instituições privadas. Lembremos, as instituições da sociedade civil são morais, no sentido de que necessitam de valores para que elas tenham confiabilidade e sejam um meio de associação e diálogo entre os indivíduos. Da família à livre empresa, da livre associação à Igreja e à escola, todas essas associações e instituições estão sendo ameaçadas por uma campanha completa de desmoralização. É muita ingenuidade ou burrice achar que as leis formais da democracia liberal vão estar acima dos valores éticos e morais consagrados pela sociedade. Se dentro da própria sociedade há movimentos subversivos e delinquentes bem organizados, que deturpam os valores comuns da vida, da liberdade, da propriedade e da família, é claro que isso vai se refletir na conduta do Estado e das leis. A agendinha politicamente correta das esquerdas está atuante e sendo perfeita beneficiária da democracia liberal. Como anteriormente, os movimentos fascistas e o nazismo foram perfeitamente beneficiários da democracia liberal nos anos 30 do século passado. Não é o liberal que acha que todas as ideias podem ser respeitadas e niveladas no mesmo plano, já que tudo é uma questão de mera subjetividade?

A mídia atual é um perfeito instrumento que incentiva o ódio a tudo aquilo que nos identifica, representa e estrutura socialmente: a moral cristã, os valores familiares, o direito à vida, o direito à propriedade, o senso de dever e solidariedade, a livre iniciativa, etc. E contraditoriamente, esta mesma fábrica de desinformação e propaganda nos dita como bajular os nossos inimigos, no sentido pervertido de sujeitar-nos covardemente sob os caprichos de nossos algozes. Daí a Europa envergonhada de suas origens cristãs, rendendo loas ao Islão que a odeia ou à tirania comunista, que almeja escravizá-la como gado. Ou a democracia que aprova as atrocidades islâmicas de extirpação do clitóris ou espancamento de mulheres sob as vistas grossas das feministas e das organizações de direitos humanos, em pleno ocidente. Tudo em nome do multiculturalismo, naturalmente!

O islão terrorista também sabe se aproveitar da democracia liberal. Enquanto o método esquerdista é o da desinformação em massa e da escandalosa colaboração política com os governos e grupos fanáticos muçulmanos, as práticas islâmicas visam o terror e a intimidação, mescladas com a chantagem psicológica (embora esse expediente seja comum ao histórico dos movimentos comunistas). Na verdade, o islão aprendeu, e muito, com o movimento comunista. Os grupos terroristas muçulmanos atuais só existem porque foram treinados e armados através de uma elaborada organização logística da KGB soviética. Alguém duvida que as ditaduras islâmicas são armadas pelos países comunistas? A OLP, o Hammas, o Hezbollah, e outros, são produtos da guerra fria, crias subversivas da Rússia. Como as ditaduras da Síria, do Irã e mesmo antiga ditadura de Saddam Hussein foram inspiradas no modelo soviético.

É um erro e uma tolice acreditar que a população islâmica destes países esteja preparada para a democracia, nos moldes ocidentais. A "revolução árabe" no Egito, alardeada como uma luta pela democracia na mídia ocidental é tão somente um prelúdio para outra ditadura islâmica atroz, tal como é atualmente o Irã, com a ascensão do aiatolá Khomeini. Erro maior ainda foi a política ocidental com relação aos cidadãos islâmicos nascidos no continente europeu. A política multiculturalista das esquerdas, com a tolerância dos liberais, visou separá-los da comunidade e dos valores ocidentais. Ao invés de assimilá-los, acabou criando duas comunidades distintas, cujo abismo cultural é assustador. No final das contas, a população islâmica europeia é uma bomba-relógio pronta para explodir e incendiar o velho continente.

Os arautos da democracia ocidental não sabem o que fazer contra essas artimanhas. Por um lado, os islâmicos provocam e hostilizam o sistema democrático, explorando seu sistema de liberdades para promover sua causa totalitária e ter passe livre para aterrorizar a população civil. E por outro lado, a imprensa ocidental, infestada de esquerdistas, boicota qualquer tipo de ação defensiva contra essas práticas. Na verdade, tanto islâmicos e esquerdistas exploram os sentimentos humanitários da democracia para jogá-los contra o ocidente. "Valores humanitários", por assim dizer, só valem para os ocidentais obedecerem, quando a relação é com o islão. Entretanto, os islâmicos fundamentalistas desprezam quaisquer causas humanitárias. Com a ajuda da opinião pública distorcida, subvertem a ordem da realidade e dos valores, imputando noções de moralidade que eles nem mesmo obedecem. Neste caso, a democracia vive um dilema sério: se se omitir contra a ação islâmica de intimidação, poderá se enfraquecer e perder a batalha contra o terrorismo. E se usar uma política dura de restrição aos direitos civis ou mesmo de expulsão dos islâmicos, será acusada de trair seus princípios individualistas e liberais. Eis o jogo perverso da chamada "guerra assimétrica". Nos dois casos, a intenção de desmoralizar e destruir a democracia é uma fórmula incrivelmente eficaz.

No geral, os liberais, idiotizados com a crença adocicada dos formalismos constitucionais e com as pregações do livre mercado, ignoram ou não percebem que as grandes disputas políticas do século XX e no século XXI foram verdadeiras lutas civilizacionais. Lutar contra o comunismo ou o nazismo não foi apenas uma guerra entre democracia liberal e totalitarismo, mas uma luta entre tudo que entendemos por civilização nos últimos dois mil anos e uma nova forma de vida e política destrutiva, perversa, que ameaçou levar a humanidade ao mais completo obscurantismo. Quem percebeu, com sabedoria, essa disparidade, foi o estadista Churchill. Pena que até então nada se aprendeu com essas lições históricas.

As cimitarras, mais uma vez, depois de séculos de guerras, estão apontadas para a Europa e o ocidente e ameaçam tudo aquilo que concebemos como civilização. A diferença é que agora os islâmicos estão armados com homens-bombas e fuzis kalashinikovs. E planejam construir até bombas atômicas, com o apoio do que foi a mais grotesca e destrutiva cria ideológica do ocidente, que é o comunismo. Entretanto, a pior crise do ocidente é interna, é moral. Ao que parece, o ceticismo domina as consciências políticas e intelectuais no quesito de seus próprios valores e não há alguém disposto a defendê-los. Essa nova guerra será menos vitoriosa pelas armas do que pela defesa dos valores em disputa. Uma delas é a Cristandade e suas estrutura de valores. Sem a moral necessária, sem a defesa apologética do arcabouço cultural que faz do ocidente uma civilização corajosa, criativa e superior, a guerra estará perdida antes de começar. E é só esperar o desastre. . .

Publicado no blog "Conde Loppeux de la Villanueva"
Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2011.



Leonardo Bruno, "Conde Loppeux de la Villanueva", um reacionário hidrófobo, blogueiro da mídia golpista.











Morre em SP o jornalista Mauro Chaves – Estadão








Friday, June 25, 2010

APOIO PARA ISRAEL,  APOIO PARA O OCIDENTE




































English Version


Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos
José María Aznar

Revolta em Gaza é uma distração. Não podemos esquecer que Israel é o principal aliado do Ocidente em uma turbulenta região.

Há muito tempo está fora de moda na Europa falar em favor de Israel. Em seqüência ao recente incidente a bordo de um navio cheio de ativistas anti-Israel no Mediterrâneo, está difícil pensar em uma causa mais impopular para lutar.

Em um mundo ideal, a intervenção do exército israelense sobre o "Mavi Marmara" não teria terminado com nove mortos e alguns feridos. Em um mundo ideal, os soldados teriam sido recebidos de forma pacifica no navio. Em um mundo ideal, nenhum Estado, muito menos um aliado recente de Israel, como a Turquia, teria promovido e organizado uma flotilha, cujo único propósito era criar uma situação impossível para Israel, fazendo-o escolher entre desistir de sua segurança e do bloqueio naval, ou incitar a ira mundial.

Em nossas relações com Israel, devemos deixar para trás a raiva que muitas vezes desvirtua o nosso julgamento. Uma abordagem razoável e equilibrada deve encapsular as seguintes realidades: primeiro, o Estado de Israel foi criado por uma decisão da ONU. Sua legitimidade, portanto, não deve entrar em questão. Israel é um país com instituições democráticas profundamente enraizadas. É uma sociedade dinâmica e aberta, que tem repetidamente se destacado nos campos da cultura, ciência e tecnologia.

Em segundo lugar, devido às suas raízes, história e valores, Israel é uma nação de pleno direito ocidental. Na verdade, é uma nação ocidental normal, porém diante de circunstâncias atípicas.

Infelizmente, no Ocidente, Israel é a única democracia cuja existência tem sido questionada desde a sua criação. Em primeira instância, foi atacado por seus vizinhos que usavam armas convencionais de guerra. Em seguida, enfrentou o terrorismo que culminou com uma seqüência de ataques suicidas. Agora, a pedido de radicais islâmicos e seus simpatizantes, enfrenta uma campanha de deslegitimação através do direito internacional e diplomacia.

Sessenta e dois anos após sua criação, Israel ainda está lutando por sua sobrevivência. Punido com chuvas de mísseis que caem no norte e sul, ameaçado de destruição por um Irã que tem o objetivo de adquirir armas nucleares, e pressionado por amigos e adversários, Israel, ao que parece, nunca pode ter um momento de paz.

Durante anos, o foco de atenção do Ocidente tem sido, compreensivelmente, voltado ao processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas se Israel está em perigo hoje e toda a região está deslizando rumo a um futuro preocupante e problemático, não é devido à falta de entendimento entre as partes sobre como resolver este conflito. Os parâmetros de um acordo de paz em perspectiva são claros, por mais difícil que possa parecer para os dois lados dar o passo decisivo para o seu estabelecimento.

As verdadeiras ameaças à estabilidade regional, no entanto, encontram-se no surgimento do radicalismo islâmico que vê a destruição de Israel como o cumprimento de seu destino religioso e, simultaneamente, no caso do Irã, como uma expressão de suas ambições à hegemonia regional. Ambos os fenômenos são ameaças que afetam não só Israel, mas também a maioria do Ocidente e o mundo em geral.

O núcleo do problema reside na maneira ambígua, e muitas vezes errônea, em que muitos países ocidentais estão reagindo a esta situação. É fácil culpar Israel por todos os males do Oriente Médio. Alguns até agem e falam como se um novo entendimento com o mundo muçulmano poderia ser alcançado somente se estivéssemos dispostos a sacrificar o Estado judeu. Isso seria loucura.





















Israel é a nossa primeira linha de defesa em uma agitada região que está constantemente sob o risco de cair no caos; uma região que é vital para a segurança energética mundial devido à nossa dependência excessiva de petróleo do Oriente Médio; uma região que forma a linha de frente na luta contra o extremismo. Se Israel cai, todos nós cairemos.

Para defender o direito de Israel existir em paz, dentro de fronteiras seguras, requer um grau de clareza moral e estratégica que muitas vezes parece ter desaparecido na Europa. Os Estados Unidos mostram sinais preocupantes de seguirem uma posição no mesmo sentido.

O Ocidente está atravessando um período de incerteza com relação ao futuro do mundo. No sentido amplo, esta incerteza é causada por uma espécie de dúvida masoquista sobre nossa própria identidade; pela regra do politicamente correto; por um multiculturalismo que nos obriga a curvar-nos diante dos outros; e por um secularismo que, cinicamente, nos cega, mesmo quando somos confrontados por membros do jihad promovendo a encarnação mais fanática de sua fé. Deixar Israel a sua própria sorte, neste momento crucial, serviria apenas para ilustrar o quanto afundamos e como nosso declínio inexorável agora se torna iminente.

Isto não pode acontecer. Motivado pela necessidade de reconstruir os nossos valores ocidentais, expressando uma profunda preocupação com a onda de agressão contra Israel, e consciente de que a força de Israel é a nossa força e a fraqueza de Israel é a nossa fraqueza, tomei a decisão de promover uma nova iniciativa chamada Amigos de Israel com a ajuda de algumas personalidades, incluindo David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (ex-presidente do Peru), Marcello Pera (filósofo e ex-presidente do Senado italiano), Nirenstein Fiamma (autor e político italiano), o financista Robert Agostinelli e o intelectual católico George Weigel.

Não é nossa intenção defender qualquer política específica ou qualquer governo israelense em particular. Os patrocinadores desta iniciativa, com certeza, devem discordar das decisões tomadas por Jerusalém em algumas situações. Nós somos democratas e acreditamos na diversidade.

O que nos une, no entanto, é o nosso apoio incondicional para o direito de Israel de existir e de se defender. Os países ocidentais que se unem com aqueles que questionam a legitimidade de Israel, para que estes joguem com organismos internacionais as questões vitais de segurança de Israel, satisfazendo aqueles que se opõem aos valores ocidentais ao invés de se levantar com firmeza em defesa desses valores, não estão cometendo apenas um grave erro moral, mas um erro estratégico de primeira grandeza.

Israel é uma parte fundamental do Ocidente. O Ocidente é o que é graças às suas raízes judaico-cristãs. Se o elemento judeu dessas raízes for retirado e perdermos Israel, também estamos perdidos. Quer queiramos ou não, nossos destinos estão inextricavelmente interligados.
Tradução: Bootlead

José María Alfredo Aznar López, nasceu em Madrid-Espanha em 25 de fevereiro de 1953, formado em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, é um dos principais políticos "conservador" da Espanha; tendo sido o quarto Presidente do Governo da Espanha, após a redemocratização, iniciada com a promulgação da Constituição de 1978. Aznar exerceu dois mandatos consecutivos, entre 05 de maio de 1996 e 17 de abril de 2004, pelo Partido Popular (PP). Atualmente é presidente da Fundação para a Análise e os Estudos Sociais (FAES), que é conhecida como "o laboratório de idéias do PP", que foi planejado para ser um "think-tank" do referido partido. Aznar, também é membro do Conselho de Administração da News Corporation, Professor (Distinguished Scholar) da Disciplina de Liderança Global na Universidade de Georgetown em Washington, DC, além de promover seminários sobre política contemporânea européia e relações transatlânticas na Edmund A. Walsh School of Foreign Service. Para saber mais sobre autor, visite sua página pessoal na web: "José María Aznar". E-mail: info@jmaznar.es



Publicado no jornal "The Times" – (Colunistas – Opinião).
Quinta-feira, 17 de junho de 2010.






A dança de Lula com os déspotas – Mary O'Grady






Monday, June 07, 2010

AQUELE QUE PREPARA UMA FORCA PARA ISRAEL, SERÁ PENDURADO NELA!


































Não temas, Israel!
por Carlos Vereza

"Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel" (Is 41.14).

Uma promessa maravilhosa! Mas onde, como e quando esta ajuda para Israel pode ser encontrada hoje? Talvez, com os EUA? Não! Ou talvez com Deus, que permitiu o Holocausto e deixou ocorrer a "intifada" (rebelião dos palestinos)? Os inimigos, cegos de ódio, não poupam nenhum sacrifício, nem a própria vida para espezinhar o "vermezinho de Jacó" e provocar uma "solução final" para poder estabelecer o chamado Estado Palestino. E isso em Eretz Israel (a terra de Israel)! O mundo sem Deus prefere crer numa mentira histórica, ao invés de crer na Palavra de Deus eternamente válida.

Lembremo-nos mais uma vez do que Deus diz do "vermezinho de Jacó": "Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito" (Dt 7.6-8).

Do "vermezinho de Jacó" brotou Davi, o "Meleque (= rei) de Israel", que escolheu ser pequeno e humilde diante de Deus. Pela graça de Deus ele pôde subir ao "trono de Davi" como rei terreno e precursor do eterno Rei da Paz, Jesus Cristo.

Deus não escolhe quem busca poder, status e fama. Pelo contrário: "Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes" (1 Co 1.27). Esse é um princípio divino, que se estende por todo o Plano de Salvação.

"Palestina", como Israel é chamado por muitos hoje, é uma designação falsa, pois essa palavra é uma derivação de "pelishtim" ou "Filístia". Na verdade Israel foi oprimido temporariamente pelo "povo do mar", os filisteus, mas os conhecedores da Bíblia sabem que Davi acertou as contas com Golias e os filisteus foram vencidos. Em tempo algum a terra de Israel pertenceu aos filisteus ou aos palestinos. Os moradores da terra, antes que Israel a ocupasse, foram as gerações dos cananeus: "Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus. E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa" (Gn 10.15-19), e a terra se chamava Canaã. "Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma" (Gn 13.12). Depois que Ló havia se separado de Abraão, este recebeu novamente uma confirmação da parte de Deus: "Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra (Canaã) que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre" (Gn 13.14-15).

Quando Israel entrou em Canaã, Josué recebeu a ordem divina: "Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Js 1.2-3). Depois de quarenta anos de peregrinação pelo deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1.500 anos até a destruição do templo no ano 70 d.C. Então Israel foi espalhado entre os povos – até que no ano de 1948, foi-lhe novamente concedida uma pátria por decisão da ONU, mas com a imposição (infeliz) de dividi-la com os árabes.

Mas de onde vem, então, o nome Palestina? O imperador romano Adriano, que odiava os judeus e os cristãos, deu esse nome à terra no ano de 135 d.C., com a intenção de que não se fizesse mais referência "ao nome Judéia de Israel". Assim foi cunhado o falso nome "Palestina" e ele ficou sendo usado desde então. Infelizmente, até as sociedades bíblicas aceitaram essa falsa denominação e a usaram nos mapas em diversas Bíblias: Palestina, ao invés de Canaã.

Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso. E por isso, na verdade, somente a Bíblia pode mostrar o caminho certo para a solução do conflito.

Israel (= Jacó) é uma designação que se refere tanto ao povo como também à terra. Povo e terra formam uma unidade inseparável. Desta forma, a terra deve pertencer aos palestinos, ou seja, aos árabes? Jamais, pois o próprio Deus garante que ela pertence a Israel. As nações deveriam prestar atenção àquilo que Deus diz do Seu "vermezinho Israel" e como Ele o protege: "Porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Zc 2.8b).

A história trágica de Israel mostra que desde o início da sua existência foi oprimido continuamente por poderes inimigos e até ameaçado pelo holocausto. Holocausto significa extermínio em massa, extinção, solução final do problema judeu. Isso já começou antigamente no Egito com Faraó, que tentou dizimar os hebreus. Mas tão certo como Faraó e seus exércitos se afogaram no Mar Vermelho, também Deus acertará as contas com os atuais inimigos de Israel. Naquele tempo ainda era um único inimigo que ameaçava a Israel, hoje são as nações.

Desde 1948 Israel foi envolvido em cinco guerras, às quais sobreviveu vitoriosamente. Hoje um dos seus principais inimigos, que usa pedras, punhais e bombas, está bem no meio do seu território. Contra isso é difícil usar tanques, ou aviões. Por meio de guerras e atos terroristas morreram milhares de israelenses desde a fundação do Estado, e a desejada paz desvanece cada vez mais para o "vermezinho de Jacó". Altos dignitários da política vêm a Israel e se atrevem a dar "bons" conselhos e exortações, dizendo que os judeus deveriam ceder territórios. Mas nada nem ninguém anula as promessas que Deus deu a Jacó: "Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência" (Gn 35.10-12). Mas nem o povo como um todo nem o governo se firma nessa promessa, e infelizmente segue o caminho da "angústia de Jacó", conforme Jeremias 30.7-10: "Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela. Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço e quebrarei os teus canzis; e nunca mais estrangeiros farão escravo este povo, que servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas, pois, meu servo, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize".

Nosso coração anseia por isso! A nossa oração sempre deve ser que, sem demora, Israel seja conduzido ao encontro do destino que Deus planejou para ele! Para isso é preciso ter fé baseada nas Escrituras e perseverança, não se deixando determinar pelo mal e pelo que é atualmente visível, mas sim, firmando-se nas imutáveis promessas de Deus!

Deus o chama de "vermezinho de Jacó". O Israel moderno – e "vermezinho de Jacó", será que isso combina? Ou Deus deveria fazer uma correção e mudar-lhe o nome? Com essa humilde terminologia divina ofenderíamos Israel diretamente. No máximo, esta expressão talvez possa ser engolida nas piadas judaicas ou no humor do escritor satírico israelense Ephraim Kishon. Israel se orgulha dos seus progressos tecnológicos. E não só por isso, pois em todas as áreas os judeus realizam coisas inovadoras. Por exemplo, em tempo recorde eles criaram um jardim florido e belas cidades nas areias do deserto. Não se consegue enumerar tudo o que eles estão conseguindo e realizando. E nós nos admiramos e nos alegramos com o seu sucesso, e naturalmente também porque foram vitoriosos nas cinco guerras, das quais se viram obrigados a participar. E se houver guerra novamente, Israel está preparado – e como!

Contudo, falta o essencial ao povo de Deus hoje: a confiança no Deus de seus pais Abraão, Isaque e Jacó. Israel quer ser como todos os outros povos e esquece o seu Deus. Por isso, hoje em dia, há medo e perplexidade por toda parte. Alastram-se a anarquia e a imoralidade em Israel como acontece nas outras nações. No Knesset (Parlamento) ninguém se levanta e chama ao retorno para o Deus dos pais. Para onde isso vai levar? Para a "angústia de Jacó", a Grande Tribulação. Só se pode implorar: "Senhor, tenha misericórdia deles e abrevie esse tempo!" O próprio Deus é fiador da salvação e do renascimento de Israel, que o Messias, Yeshua, Jesus Cristo, trará. Então se cumprirá o que está escrito: "Eu, o Senhor, te chamei em justiça; tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios" (Is 42.6). Por isso: nós, que amamos o judeu Jesus, formemos uma muralha de orações ao redor do "vermezinho de Jacó"! Assim o problema com os vizinhos de Israel, hoje ainda inimigos, estará resolvido: "Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança" (Is 19.25b).

Com absoluta certeza o "vermezinho de Jacó" pode contar com a ajuda do Senhor, pois seu Redentor, o próprio Santo de Israel, comprometeu-se com Sua promessa: "Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor" (Os 2.19-20).

Naquele tempo, segundo o direito judaico, o noivado era bem mais significativo do que nos costumes do Ocidente. Um casal de noivos ficava comprometido um com o outro, pois o noivo pagava um dote por ocasião do noivado. Com isso o acordo estava selado. Em que consiste o dote em relação a Israel? "Em justiça, em juízo, e em benignidade e em misericórdias... e em fidelidade!" Qual é o fundamento de um noivado? Evidentemente é o amor! Além disso, o Senhor ainda lhes deu Seu Filho unigênito. Portanto, o que mais Israel pode esperar de Deus? Encontramos a resposta em Romanos 11.29: "Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" e: "se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.13).

Deus cumpriu Seu juramento e continua cumprindo-o. – E Israel? "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (Jo 1.11). E: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lc 19.14b). Que tragédia para a própria desgraça! Que grande ofensa a Deus e a Seu Filho! Como deve ter sido dolorosa para Eles a recusa desse amor! Ouvimos como um lamento: "Estendi as mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos" (Is 65.2). Por isso Israel ainda tem de passar pelo juízo redentor, pois Deus diz por meio de Samuel: "Se, porém, não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do Senhor será contra vós outros, com foi contra vossos pais" (1 Sm 12.15). – "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59.1-2).

Poderíamos continuar jogando sobre Israel muitas outras passagens bíblicas que falam de condenação. Esta é a nossa tarefa? De maneira nenhuma! Isso não compete a nós! Nesse sentido nos chama a atenção a insistente exortação do apóstolo Paulo: "Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará" (Rm 11.20b-21). Por acaso será que nós temos sido continuamente fiéis ao Senhor? Infelizmente, não! Somos nós melhores do que o "vermezinho de Jacó?" De modo algum! É vergonhoso constatar que o anti-semitismo não se alastra apenas nos círculos políticos, mas até em igrejas isso tem acontecido – e contagiado membros de grupos cristãos.

Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda. O Holocausto começou com o Faraó. Na peregrinação pelo deserto foi o rei Balaque que usou os serviços do renomado adivinho e "vidente" Balaão. Este era uma sumidade no terreno do ocultismo. Balaão deveria amaldiçoar Israel por meio de suas temidas maldições mágicas, o que falhou apesar de diversas tentativas. Contra a vontade de Balaque e Balaão, ao invés de maldição, esse falso profeta teve de pronunciar as mais gloriosas palavras de bênção: "Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem... uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro" (Nm 24.9b e 17a).

A história de Israel, em muitos trechos, é uma história de sofrimentos trágicos. Finalmente houve na Suíça e em alguns outros países uma disposição para rever a História e ressarcir danos materiais às vítimas do Holocausto e seus descendentes, e se fala de revisar o passado. Mas além disso também seria importante revisar a História de Israel, sua origem e suas promessas como são ensinadas em escolas e universidades. Para isso, porém, seria necessário estudar a Bíblia! Como, entretanto, as nações e seus dirigentes estão cegos e não têm mais compromisso com a Bíblia, continuam presos à velha e antiga culpa, que é impossível de ser reparada com quaisquer bens materiais. Ninguém pode resgatar sua culpa por meio de ouro ou dinheiro! Deus não aceita nenhuma negociação de indulgências. A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: "obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração" (Ef 4.18).

Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu: "O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"? O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!" "O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?" O velho judeu disse: "Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão!

Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: "Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca." Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: "Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jr 30.11).

Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: "Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus" (Is 48.20a), e "Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor" (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: "Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos" (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei" (Pv 1.24-26).

Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). "Se morrer, morrerei"! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela!

Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao "vermezinho de Jacó": "Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria" (Is 61.7).


Carlos Alberto Vereza de Almeida, nasceu em 04 de março de 1939 na cidade do Rio de Janeiro. Nos mais de 50 anos de carreira o ator conta com um currículo extenso, com atuações em televisão (com destaque para as novelas na Rede Globo), cinema (estreou em "Massacre no Supermercado" - 1968) e teatro. De lá para cá são muitos os trabalhos de destaque na dramaturgia brasileira. Seus trabalhos mais recentes na televisão são: "O Cravo e a Rosa" (2000), "Começar de Novo" (2004), "Um Só Coração" (2004) e "Sinhá Moça" (2006). Em 2007, Carlos Vereza participa da novela "Duas Caras", da TV Globo, e do filme "Bezerra de Menezes – O Diário de Um Espírito", lançado em 2008. Carlos Vereza retorna à televisão, em 2009, para participar da novela "Paraíso". Vereza também é o editor do blog "Nas veredas do Vereza".
E-mail: carlosvereza@hotmail.com


Publicado no blog "Nas veredas do Vereza".
Sábado, 05 de junho de 2010.




IHH – İnsan Hak ve Hürriyetleri, mas pode chamar de Insani Yardim Vakfi. NADA DE HUMANOS, ELES SÃO INSANOS MESMO!




Wednesday, June 03, 2009

"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã"
Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!
































A Al-Qaeda examina ataque biológico a partir do México.
por Sara A. Carter

Agentes de contraterrorismo dos E.U.A. autenticaram um vídeo onde um recrutador da Al-Qaeda ameaça com uma arma biológica a ser contrabandeada para os Estados Unidos através de túneis sob a fronteira do México, este foi o último sinal da determinação do grupo terrorista de uma nova etapa para causar um atentado do tipo desastre em massa contra o território norte-americano.

O vídeo exibido no início deste ano como um instrumento de recrutamento deixa claro que a Al-Qaeda está procurando explorar os pontos fracos na segurança das fronteiras dos E.U.A., e que também estão dispostos a aliarem-se com as milícias brancas ou outras entidades antigovernamentais interessadas na realização de um ataque ao interior dos Estados Unidos, de acordo com os mesmos agentes de contraterrorismo entrevistados pelo The Washington Times.

Os agentes, que falaram sob a condição de que não seriam identificados, devido a natureza sensível de seus trabalhos, salientaram que não existem quaisquer informação crível que a Al-Qaeda tenha adquirido a capacidade necessária para realizar um ataque biológico em massa, embora claramente os seus membros estejam empenhados na obtenção desta tecnologia.

O primeiro vídeo exibido pela rede de notícias árabe Al-Jazeera, em fevereiro passado e depois enviado para vários sites, mostra o dissidente kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi dircursando para uma sala cheia de adeptos no Bahrein, que a Al Qaeda está avaliando hipótese de usar a fronteira norte-americana com o México, como uma forma de enviar terroristas e armas para os Estados Unidos.

"1.800 gramas de antrax transportados por um guerreiro em uma mala através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

No vídeo, obtido e traduzido pelo Instituto de Pesquisas do Oriente Médio (MEMR), Al-Nafisi também sugere que a Al-Qaeda pode tentar colaborar com os membros das milícias da chamada supremacia branca nativa dos E.U.A e que odeiam o governo federal.

Sean Smith, porta-voz da Secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano disse que os E.U.A. levam a sério essas ameaças.

"Nunca podemos parar de ser vigilantes, enquanto houverem pessoas que procurem causar danos ao povo norte-americano," disse ele. "Continuamos a intensificar os nossos esforços com pessoal adicional e uma melhor tecnologia ao longo das fronteiras norte e sul, além de prosseguirmos no reforço das nossas portas de entradas por mar, terra e ar".

Um dos agentes de contraterrorismo dos E.U.A., falando sob a condição do anonimato, disse que Al-Nafisi é uma "pessoa que lhes interessa" e um veterano recrutador da Al-Qaeda. Equivocadamente identificado em alguns sites e blogs como um professor, ele é um dissidente kuwaitiano e associado a Al-Qaeda, que nos últimos anos tem se comunicado com os altos dirigentes da Al-Qaeda, disse o agente de contraterrorismo. O recrutador também disse ter laços estreitos com Mulá Mohammed Omar, líder dos talibãs afegãos que agora cogita-se estar no Paquistão.

Al-Nafisi "é um elemento ideológico importante nos círculos terroristas, que o torna perigoso porque ele pode inspirar seus seguidores a fazerem coisas muito ruins", disse o agente.

Os agentes da Força Administrativa de Narcóticos (DEA) e do Departamento de Defesa estão bastante atentos para as ligações existentes entre as diversas organizações terroristas, como o Hezbollah, e os cartéis das drogas na América do Sul, na América Central e no México.

"Não deverá ser uma surpresa para ninguém que as organizações terroristas venham a se utilizarem das fronteiras para introduzirem-se nos E.U.A.", disse um agente do DEA que também pediu para não ser identificado por causa de seu envolvimento em operações de inteligência em curso. "Não podemos ignorar qualquer ameaça ou qualquer detalhe quando se trata da Al-Qaeda e de outras organizações terroristas que desejem atacar os Estados Unidos"

O "The Times" reportou pela primeira vez em março que o Hezbollah-Irã apoiam um grupo baseado no Líbano, que está utilizando as rotas sob controle do narcotráfico mexicano, para introduzir contrabando e pessoas nos Estados Unidos com o intuito de financiar suas operações.

Embora para o Hezbollah os E.U.A. se apresente principalmente como uma fonte inesgotável de recursos para financiar as suas operações em outros países, "isto não deve ser visto superficialmente, pois o dinheiro arrecadado poderá ser usado contra os E.U.A. ou como garantias para futuras operações", disse outro agente de contraterrorismo.

Não há confirmação de nenhum ataque aos E.U.A., que tenham sido relacionados ao Hezbollah.

No vídeo, Al-Nafisi enfatizou que a Al-Qaeda tinha laboratórios químicos no Afeganistão antes da invasão norte-americana. Ele descreveu sua admiração pelo Hezbollah e disse que a Al Qaeda continua a ter cientistas e recursos à sua disposição.

"Os americanos têm medo que (armas de destruição em massa), possam cair nas mãos de organizações "terroristas como a Al Qaeda e outras", disse a seus seguidores. "Há uma boa razão para os medos dos americanos" . (Al Qaeda) tinha laboratórios no norte do Afeganistão. Têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como são retratados por estes jornalistas mercenários, apenas beduínos que vivem em cavernas . Não, não, de jeito nenhum. Este tipo de conversa só pode enganar pessoas ingênuas. As Pessoas que conhecem o assunto sabem que a Al-Qaeda tem laboratórios, tal como o Hezbollah ".

Agentes da Inteligência disseram que o vídeo fornece importantes informações sobre os métodos de recrutamento da Al-Qaeda e pontos de vista sobre o Ocidente.

No clipe de 10 minutos, Al-Nafisi sugeriu que a Al-Qaeda pode querer unir forças por uma causa comum, com o que ele alega serem "300.000" membros da supremacia branca e de outras milícias dos E.U.A.

"Estas milícias igualmente pensam no bombardeamento de instalações nucleares dentro os E.U.A.", disse ele. "Que Allah conceda-lhes o sucesso, mesmo que não sejamos brancos, ou nem mesmo concordemos com eles, certo? Eles têm planos para bombardear as instalações nucleares no Lago Michigan. Esta usina é muito importante. ... Que Allah garanta o sucesso destes líderes militantes, que estão pensando no bombardeio desta usina. Penso que devemos dedicar parte das nossas orações a eles".

Publicado no jornal "The Washington Times".
Quarta-feira, 03 de junho de 2009.






Vídeo (legendas em inglês) do discurso proferido pelo recrutador kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi
e exibido pela TV Al-Jazeera do Qatar em 02 de fevereiro de 2009.


No discurso o recrutador Abdullah Al-Nafisi, sonha com um ataque biológico à Casa Branca e reza para que a usina termonuclear do Lago Michigan venha a ser bombardeada, porém, sempre repetindo aquela cantinela de paz e amor dos muçulmanos. O auto-intitulado "professor" sonha com ataques de antrax aos Estados Unidos e reitera a vontade antiga de aniquilar os judeus, aproveita ainda para lançar ameaças veladas de assassinar jornalistas que sejam contra os tais desejos psicopatas, eis um belo exemplo de como Allah é benevolente. Na verdade, esta paz afetuosa, representa o verdadeiro islamismo, tendo em vista que Allah ordenou através do Alcorão que nunca deveria haver qualquer tipo de diálogo com os judeus. Observem o olhar insano da besta primitiva, são esses os ensinamentos praticados por ditos "professores" nos países árabes.

"1.800 gramas de antrax transportados em uma mala por um guerreiro através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

As armas de destruição em massa (WMD) são um problema muito sério. Os norte-americanos têm medo que as WMD possam cair em mãos de "terroristas", organizações como a Al-Qaeda e outras. Há uma boa razão para os norte-americanos temerem por isso, pois a Al-Qaeda as têm usado (armas biológicas) na região do Herat (terceira maior cidade do oeste do Afeganistão). Tinham laboratórios no norte do Afeganistão, têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como querem nos levar a acreditar grande parte do jornalismo mercenário, que são apenas beduínos que vivem em cavernas. Não, não! Este tipo de ladainha só pode enganar os ingênuos. Pessoas que conhecem o assunto, sabem que a Al-Qaeda possui seus próprios laboratórios, tal como o Hezbollah. O Hezbollah mantém no sul do Líbano laboratórios, aonde produzem suas próprias armas, inclusive vendendo-as para a Roménia e a Hungria.

E o "recrutador" continua:

"Se eles chamam alguém de terrorista, digo-lhes: Ele é meu amigo (risos). Por quê? Porque estes "terroristas" são as pessoas que mais temem a Deus (Allah) no mundo. Eles são as pessoas mais honradas do mundo, as melhores pessoas no mundo (aplausos).

Eu conheci pessoalmente o Mulá Omar (Mohammed Omar, líder espiritual do Talebã). Tive a honra de me encontrar com o Mulá Omar. Ele é um homem que não pertence a esta época. Ele sempre se recusou a se encontrar com representantes do Ocidente. Ele iria lhes dizer: Vão para Cabul, eu fico em Kandahar. Com certeza, os politeístas são impuros, vocês sabem o que eu quero dizer. Vão se encontrar com o ministro para assuntos estrangeiros para falar de política. Eu fico aqui mesmo.

Este é o tipo de pessoa adequada para lidar com o Ocidente. Quanto à 'Ariqat, Dahlan (líderes palestinos "moderados"), eles não trazem benefícios para a nação de modo nenhum.

Nos E.U.A. existem mais de 300.000 membros de milícias desejosos de golpear o governo federal em Washington, e ansiosos para expulsar aos árabes, os judeus e os negros dos E.U.A. São pessoas racistas chamados de "rednecks". A Ku-Klux-Klan. Eles são racistas.

Estes militantes querem bombardear as usinas nucleares dos E.U.A. Tomara que Allah lhes garanta o sucesso! (risos), embora nós não sejamos brancos nem nos simpatizemos com eles. Eles têm planos para bombardear usinas nucleares, como a do Lago Michigan. Esta usina é muito importante, pois fornece electricidade para toda América do Norte. Que Allah proporcione éxito aos chefes destas milícias que planejam bombardear estas instalações. Deveríamos dedicar parte das nossas orações para isso. Nós devemos rezar para que Allah conceda-lhes o sucesso, para que eles possam concluir esta missão, deveríamos visitá-los e felicitá-los. Se Allah assim o quiser.

Allah declara no Alcorão que a hostilidade entre nós (eles e os judeus) é eterna. Portanto, quem falar sobre diálogar deve ter sua língua cortada! De que diálogo estão falando? Não há espaço para o diálogo. Allah disse que a nossa hostilidade para com os judeus é eterna e, em seguida, vem alguém e fala de confraternização, e assim por diante ... Isto contradiz o Alcorão. Qualquer um que contradiz o Alcorão é um infiel. Acuso-os de heresia? Sim, eu confirmo isto. Sim, eu sou a favor de acusar os hereges.

Também devemos defender a resistência, e não permanecer calados ante as campanhas organizadas contra a resistência na imprensa da Península e no Golfo Arábico, ou em outros jornais árabes.

Há vozes que expressando dúvidas sobre os líderes da resistência. Devemos confrontar-nos com estes jornalistas e advertir-lhes que não o façam, inclusive se isso implicar em chamar-los por via telefônica e dizer-lhes: Não repitam essas coisas desprezíveis em suas colunas ou artigos, ou tomaremos medidas contra vocês. Devemos pressionar a estas pessoas. Não podemos ficar calados. Não devemos deixar-los ao seu livre arbítrio, sob o pretexto da liberdade de expressão. São uns quintas-colunas.

Eu, Abdullah Fahd Abd Al-Aziz Al-Nafisi, incito-vos à confrontação utilizando todos os meios possíveis contra qualquer pessoa que fale contra a resistência. Por quaisquer meios possíveis. Que fique claro?

Os ministros (do Hamas) são mujahidins (combatentes). Conheço um ministro que está atualmente participando das operações".




AIR FRANCE FLIGHT AF 447 (RIO – PARIS)




"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã" – Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!

Friday, January 16, 2009

ISRAEL É UMA SENTINELA AVANÇADA DA DEMOCRACIA E DA
CIVILIZAÇÃO JUDAICO-CRISTÃ!































Você concorda com o título deste post? "Israel é uma sentinela avançada da democracia e da civilização judaico-cristã!". Calma antes de responder e se tiver estômago forte, assista primeiro o vídeo abaixo até o final:




Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE (;), aguarde completar o carregamento e então pulse play.
No YouTube AQUI, enquanto a "ong-mãe" (ONU) não mandar retirar

ATENÇÃO! – Para saber mais sobre o que pretende o Islã, click AQUI e assista ao vídeo "Obsession", (versão completa, em inglês).



OK assistiu, já tem uma resposta para a pergunta acima ou ainda tem alguma dúvida?

Sinto muito, mas só existem duas opções para a resposta: SIM ou NÃO, não tem quem sabe, porque, todavia, mais ou menos, pode ser, coluna do meio, etc. Ou você está com Israel ou você está com o Hamas, não dá para lavar as mãos.

No vídeo em foco, na sua primeira parte, trata-se do fuzilamento..., não fuzilamento não, pois, por mais infame que seja, tal ato ainda possui uma certa dignidade, ou seja, o executado permanece em pé e de frente para os seus carrascos, no caso aqui demonstrado os massacrados, sim esta é a palavra correta, estavam de costas e com os rostos enfiados na terra. Covardia? Muito mais. O massacre foi cometido em plena luz do dia e às vistas de mulheres e crianças, muitos deles parentes das vítimas, o lugar do massacre é um simples terreno baldio localizado em um bairro residencial da Cidade de Gaza. Quem são os massacrados? São palestinos como seus assassinos, ou como eles dizem, "irmãos".

Mas afinal, qual foi o crime que eles cometeram? Nenhum, apenas pertencem a uma outra facção política, o "Fatah", cujos membros ou simpatizantes, após o golpe armado praticado pelo Hamas, não conseguiram fugir da Faixa de Gaza para a Cisjordânia, parte controlada pela Autoridade Palestina (Fatah) e estão sendo executados sumariamente pelos "soldados" do Hamas desde 2006. Até hoje já foram mais de mil pessoas (praticamente a mesma quantidade da atual invasão defensiva de Israel), entre homens, mulheres e até crianças. Mas não se enganem, o outro lado, os integrantes do Fatah, agem da mesma forma quando capturam membros do Hamas no território sob seu controle na Cisjordânia.

Bom, o que dizer então da segunda parte do vídeo? Não há o que dizer, simplesmente é a barbárie e o horror levado até as suas últimas conseqüências. Naquelas cenas, um menino de doze, sim doze anos, pratica uma degola com uma faca quase sem gume e a sangue frio de um homem aparentando pouco mais de trinta anos, talvez um vizinho ou até um seu parente próximo.

Horrorizado? Então, saiba que tais atos cometidos por crianças é fato corriqueiro para aquela gente, faz parte do rito de iniciação para tornarem-se "soldados" do Hamas, "guerreiros" de Allah. Notem, que no vídeo existem outras crianças mais ou menos da mesma idade assistindo o terrível assassínio, certamente para logo após, também perpetrarem seus próprios "ritos de passagem", observem ainda que segurando o decapitado, existem outras crianças, muito provavelmente meninas, tendo em vista estarem usando burcas. Existem informações que após o cometimento desses pavorosos crimes, os agora "iniciados" participam de uma grande festa com muita música e dança, além de receberem das mãos do "padrinho", geralmente o pai ou até mesmo a mãe, um mortal e reluzente fuzil AK-47, dali para frente sua "ferramenta" de trabalho, os que têm menos de doze anos são chamados de "Guerreiros do Amanhã", e não vêem a hora de poderem realizar seus "ritos de passagem", "cordeiros" não faltarão.

Estes vídeos e muitos outros de igual teor, são normalmente transmitidos pela "Al-Aqsa TV", a rede de televisão do Hamas.

Pois bem, é por esse tipo de gente que nós, os ocidentais ficamos condoídos, apiedados, alguns de tão revoltados com as cenas incansavelmente mostradas pela grande mídia, totalmente pró-Hamas (terrorismo), que são levados a nutrir uma repulsa e até ódio contra o povo de Israel. Pois saibam estes, que muitas daquelas fotos de crianças ensangüentadas não passam de montagens teatrais (fakes), outras crianças são propositadamente colocados em locais que o Hamas previamente tem conhecimento que serão atacados pela aviação de Israel, por motivo de estarem sendo usados como base de lançamento de foguetes contra o território israelense, para que assim se tornem mártires da "causa", geralmente são crianças que são filhos de pais que não atuam no Hamas, é difícil, mas existem.

A luta de Israel e da civilização judaico-cristã, não é só contra os Hamas, Fatah, Hezbollah, Al-Qaeda, Jihad Islâmica, ou seja, lá o nome que eles se auto-denominem, a luta é contra todo o Islã, não se enganem se eles fazem o que você assistiu contra o seu próprio povo, imaginem o que eles fariam com os israelitas e nós mesmos se tivessem mais poderio militar e competência. Acordem antes que seja tarde demais.

Enfim, chegamos ao ponto, você concorda que Israel é uma sentinela avançada da democracia e da civilização judaico-cristã? Se depois do que viu e leu, não concorda, é porque você é um defensor ou no mínimo admirador do Hamas e seus similares aqui do Brasil, tais quais o PT, MST, MSLT, CUT, PSOL, FS, etc. Você é com toda certeza um eleitor do "demônio de nove dedos" e, se nós lhes dermos oportunidade, logo "vocês" estarão fazendo conosco e com nossos filhos o que está resumido no vídeo em pauta. Desta forma, meu pobre "inimigo virtual", neste exato momento estou lhe dando um estrondoso pontapé na bunda, além de uma tremenda vomitada e lhe avisando: NÃO ENTRE MAIS NESTE BLOG, VOCÊ NÃO É BEM-VINDO!

BOOTLEAD – TERRORISMO: "NO MERCY"




LEITURA INDISPENSÁVEL: Sob o ódio dos vizinhos – Jaime Klintowitz



NÃO DEIXE DE LER: Relatos de um palestino que não odeia Israel e os judeus – BLOG DO MUJAHDIN CUCARACHA



LEIA TAMBÉM: A paz como arma de guerra – Olavo de Carvalho




Friday, December 19, 2008

O Islã está determinado a destruir o Ocidente!
Iremos deixar que isto aconteça?














































English Version


O significado de Mumbai
por Thomas Sowell

Será que os horrores perpetrados pelos terroristas islâmicos em Mumbai causarão alguma ponderação naqueles que estão ansiosos por enfraquecer o sistema de segurança americano atualmente em vigor, incluindo-se a interceptação de chamadas telefônicas internacionais e a prisão de terroristas em Guantánamo?

Talvez. Mas nunca subestimemos a cegueira partidária em Washington ou na grande mídia – para quem, se foi a administração de Bush que fez, então está errado.

Contrário a algumas das noções mais sentimentais do que seja um governo, sua função é a proteção do povo. Ninguém, em 11 de setembro de 2001, pensou que não veríamos de novo algo semelhante, neste país, por sete longos anos.

Muitos parecem ter esquecido como, a partir de 11 de setembro, cada grande evento nacional – o Natal, a World Series, o Ano Novo, o Super Bowl – estava sob a sombra do medo de que esta seria a oportunidade para um novo ataque terrorista.

Eles não atacaram novamente, embora eles atacassem na Espanha, Indonésia, Inglaterra e Índia, dentre outros lugares. Alguém imaginou que isso tenha sido porque eles não queriam atingir novamente os EUA?

Poderia isso ter algo a ver com todas as precauções de segurança contra as quais os esquerdistas reclamam tão amargamente, que vão da interceptação de chamadas telefônicas internacionais à extração, à força, de informações de terroristas capturados?

Muitas pessoas se recusam a reconhecer que benefícios têm custos, mesmo se esses custos signifiquem que não se tenha mais sigilo em ligações telefônicas internacionais do que aquele que você tem ao enviar e-mails, num mundo em que hackers de computador abundam. Há pessoas que se recusam a abrir mão de algo, mesmo para salvar suas próprias vidas.

Um observador muito perspicaz da deterioração das sociedades ocidentais, o escritor britânico Theodore Dalrymple, disse: "Essa fraqueza mental é decadência e, ao mesmo tempo, uma manifestação de uma suposição arrogante de que nada pode nos destruir."

Há um crescente número de coisas que podem nos destruir. O Império Romano durou muito mais que os EUA têm durado, e ainda assim foi também destruído.

Milhões de vidas se deterioraram pelos séculos seguintes, porque os bárbaros que destruíram Roma foram incapazes de substituí-la por algo sequer comparável. É o que acontece com quem ameaça destruir os Estados Unidos atualmente.

A destruição dos Estados Unidos não exigirá bombas nucleares que aniquilem cidades por todo o país. Afinal, a destruição nuclear de apenas duas cidades foi suficiente para forçar o Japão a capitular – e os japoneses tinham muito mais determinação para lutar do que muitos americanos têm hoje.

Quantos americanos estão dispostos a ver Nova York, Chicago e Los Angeles desaparecerem num cogumelo nuclear, em vez de capitular a qualquer exigência odiosa que façam os terroristas?






































Tampouco Barack Obama ou aqueles que estarão a sua volta em Washington mostram quaisquer sinais de encararem seriamente a necessidade de antecipar tais escolhas terríveis, por meio de ações que tenham alguma chance realística de prevenir um Irã nuclearizado.

Terroristas fanáticos com bombas nucleares: eis o ponto de não-retorno. Nós, nossos filhos e netos viveremos à mercê de impiedosos, que têm uma história de sadismo.

Não há concessões que façamos que nos libertem de terroristas plenos de ódio. O que eles querem – o que eles precisam ter para satisfazer seu próprio auto-respeito, num mundo em que são humilhados por estarem tão visivelmente séculos atrás do Ocidente em tantas áreas – é nosso rebaixamento humilhante, incluindo-se a auto-humilhação.

Mesmo nos matar não será suficiente, tal como matar judeus não foi suficiente para os nazistas, que primeiro tiveram de submetê-los a humilhações terríveis e a um processo de desumanização em seus campos de extermínio.

Esse tipo de ódio pode não ser familiar a muitos americanos, mas o que aconteceu em 11 de setembro deveria nos dar uma pista – e um alerta.

Os indivíduos que pilotaram aqueles aviões em direção aos prédios do World Trade Center não poderiam ter sido convencidos do contrário por qualquer tipo de concessão, nem mesmo as centenas de bilhões de dólares que estamos usando hoje para salvar a economia.

Eles querem nossa alma – e se eles estão determinados a morrer e nós não – eles vêm buscá-la.





























Tradução: Antônio Emílio Angueth de Araújo (MSM)


Thomas Sowell nasceu na Carolina do Norte e ainda jovem ingressou no Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha dos EUA, onde se tornou fotógrafo durante a Guerra da Coreia. Depois de deixar o serviço nos fuzileiros, Sowell entrou para a Universidade de Harvard, formando-se em Economia, em seguida concluiu seu mestrado na Universidade de Columbia e doutorado pela Universidade de Chicago. Thomas Sowell também lecionou economia nas seguintes instituições: Cornell University, Rutgers University, Amherst University, Brandeis University e na Universidade da Califórnia, publicou ainda diversos livros, bem como inúmeros artigos e ensaios. Sowell iniciou sua carreira como colunista de jornais no final dos anos 70, vindo a ganhar o prêmio "Francis Boyer" do The American Enterprise Institute em 1990. Atualmente Sowell é Senior Fellow do Hoover Institute, em Stanford, na Califórnia e mantém uma coluna no prestigioso site "Townhall.com".


Publicado no site "Townhall.com".
Terça-feira, 09 de dezembro de 2008.




Recado ao "fardados" que ainda se considerem MILITARES: LIMPEM A BUNDA COM ESSE PAPELUCHO! É sua...


VERGONHA SEM FIM!





Sunday, March 25, 2007

Israel! "A maior loucura que um homem pode fazer, é deixar-se morrer".


































English version


Este holocausto será diferente
por Benny Morris

O segundo holocausto não será como o primeiro. Os nazistas industrializaram o massacre, claro. Mas, mesmo assim, eram obrigados a ter contato com as vítimas. Antes de as matarem efetivamente, podem tê-las desumanizado em suas mentes ao longo de meses e anos com recurso ao sofrimento de humilhações terríveis, mas, mesmo assim, tinham com as suas vítimas contatos visuais e auditivos, e alguns mesmo táteis.

Os alemães, e os seus aliados não germânicos tiveram de tirar de suas casas homens, mulheres e crianças; tiveram de arrastá-los e de lhes agredir pelas ruas e de eliminá-los em bosques nas periferias das cidades, ou amontoá-los em vagões de gado, onde seriam transportados em comboios para os campos de concentração, onde eram escravizados ("O trabalho liberta!"), separando os aparentemente sadios dos completamente inúteis, "inúteis" estes que eram colocados sob "chuveiros" e mortos com gás, depois retiravam os corpos para receber a carga seguinte.

O segundo holocausto será bastante diferente. Numa radiante manhã, daqui a cinco ou dez anos, talvez durante uma crise regional, talvez sem qualquer motivo aparente, um dia ou um ano ou cinco anos após o Irã ter conseguido fabricar a "bomba", os mulás de Qom reunir-se-ão numa sessão secreta, sob um retrato do aiatolá Khomeini com olhar severo, e darão a luz verde ao presidente Mahmoud Ahmadinejad, então no seu segundo ou terceiro mandato.

As ordens serão dadas e mísseis "Shihab III" e "Shihab IV" serão lançados contra Tel-aviv, Berseba, Haifa e Jerusalém e provavelmente contra alvos militares, incluindo meia dúzia de bases aéreas israelenses e (alegadas) bases de mísseis nucleares. Alguns dos mísseis "Shihab" terão ogivas nucleares. Outros serão meras iscas, carregados com agentes químicos e biológicos, ou simplesmente com jornais velhos, destinados a confundir as baterias antimísseis de Israel e as unidades de comando de defesa avançada.

Para um país com o tamanho e a forma de Israel (vinte mil e setecentos quilômetros quadrados, alongados), provavelmente quatro ou cinco ataques serão suficientes. Adeus Israel. Um milhão ou mais de israelenses nas áreas metropolitanas de Jerusalém, Tel-aviv e Haifa morrerão imediatamente. Milhões sofrerão os graves efeitos da radiação. Israel tem cerca de sete milhões de habitantes. Nenhum iraniano irá ver ou tocar um único israelense. Tudo será bastante impessoal.

Alguns dos mortos inevitavelmente serão árabes, cerca de 1,3 milhões dos cidadãos de Israel são árabes e outros 3,5 milhões vive nos territórios semi-ocupados da Cisjordânia (Judéia e Samaria) e na Faixa de Gaza.

Jerusalém, Tel-aviv e Haifa possuem igualmente minorias árabes substanciais. Existem igualmente grandes concentrações de populações árabes em torno de Jerusalém (em Ramallah-Al Bireh, Bir Zeit, Belém) e nos arredores de Haifa.

Aqui também, muitos morrerão, imediatamente ou aos poucos.

É duvidoso que um grande massacre de muçulmanos perturbe Ahmadinejad e os mulás. Os iranianos não gostam particularmente de árabes, especialmente de árabes sunitas, com quem têm guerreado intermitentemente por séculos. E eles têm um desprezo particular para com os (sunitas) palestinos que, apesar de tudo, mesmo sendo inicialmente em número dez vezes mais do que os judeus, não conseguiram impedir durante o longo conflito que eles criassem o seu próprio estado ou controlassem toda a Palestina.

Além de tudo isso, a liderança iraniana encara a destruição de Israel como um supremo mandamento divino, tal como um sinal da segunda vinda, e as muitas vítimas colaterais muçulmanas serão sempre encaradas como mártires na nobre causa. De qualquer forma, os palestinos, muitos deles dispersos por todo o mundo, sobreviverão enquanto povo, tal como o fará a grande "Nação Árabe" da qual fazem parte. E, com toda a certeza, para se livrarem de Israel, os árabes estarão dispostos a fazer alguns sacrifícios. No saldo cósmico das coisas, valerá a pena.

Uma questão pode mesmo assim ser levantada nos concílios iranianos: E Jerusalém? Afinal, a cidade é o terceiro lugar mais sagrado de culto ao islamismo (depois de Meca e Medina): a mesquita de Al Aksa e a Mesquita de Omar. Mas Ali Khamenei, o líder espiritual supremo, e Mahmoud Ahmadinejad muito provavelmente responderiam da mesma forma que o fariam em relação à questão mais crucial de destruir e poluir de forma radioativa a Palestina inteira. A cidade, tal como a terra, pela graça de Deus, em 20 ou 30 anos irá se recuperar. E será restaurada para o Islã (e para os árabes). E a outra poluição mais profunda terá sido erradicada.

A julgar pelas referências contínuas de Mahmoud Ahmadinejad à Palestina e à necessidade de destruir Israel, e à sua negação do primeiro holocausto, ele é um homem obcecado. E partilha a obsessão com os mulás, todos eles criados sob os ensinamentos de Khomeini, um prolífico anti-semita que freqüentemente proferia sentenças contra "o pequeno satã". A julgar pelo fato de Mahmoud Ahmadinejad ter organizado um concurso de "cartoons" sobre o holocausto e uma conferência para negar o mesmo, os ódios do presidente iraniano são profundos (e, claro, descarados).

Ele está disposto a pôr em jogo o futuro do Irã, ou mesmo o do Oriente Médio inteiro, em troca da destruição de Israel. Sem dúvida que ele acredita que Alá irá proteger o Irã, de alguma forma, de uma resposta nuclear israelense ou de uma contra-ofensiva americana. Mas, Alá à parte, ele pode muito bem acreditar que os seus mísseis pulverizarão o estado Judeu, destruindo a sua liderança e as suas bases nucleares terrestres, desmoralizando e confundindo de tal forma os comandantes dos submarinos dotados com artefatos nucleares de Israel que estes serão incapazes de responder. E, com o seu profundo desprezo pela indecisão frouxa do Ocidente, não levará a sério a ameaça de uma retaliação nuclear americana.

Ou poderá muito bem achar, de uma forma irracional (para nós), que uma contra-ofensiva é um preço que está disposto a pagar. Tal como o seu mentor, aiatolá Khomeini, disse num discurso em Qom em 1980: "Nós não adoramos o Irã, adoramos Alá… que esta terra (Irã) queime. Que esta terra desapareça em fumo desde que o Islã saia triunfante…".

Para estes adoradores do culto da morte, mesmo o sacrifício literal da pátria é aceitável se dai sair o fim de Israel.

O Vice-Ministro israelense da Defesa, Ephraim Sneh, sugeriu que o Irã nem sequer tem de utilizar a "bomba" para destruir Israel. A simples nuclearização do Irã poderá intimidar e deprimir os israelenses de tal maneira que eles perderão a esperança, emigrando gradualmente; com investidores e imigrantes evitando o estado judeu ameaçado de destruição. Conjugados, estes fatores contribuiriam para o fim de Israel.

Mas sinto que Mahmoud Ahmadinejad e os seus aliados não têm a paciência necessária para esperar pelo lento desenrolar desta hipótese; eles procuram a aniquilação de Israel aqui e agora, no futuro imediato, durante as suas vidas. Eles não querem deixar nada à mercê dos vagos ventos da História.

Tal como durante o primeiro, o segundo holocausto será precedido por décadas de preparação de corações e mentes, tanto pelos líderes iranianos e árabes, como por intelectuais e órgãos de comunicação social do ocidente (mídias). Diferentes mensagens foram dirigidas a diferentes audiências, mas todas (de forma concreta) têm servido o mesmo objetivo: a demonização de Israel. Muçulmanos em todo o mundo têm sido ensinados que "os sionistas-judeus são a personificação do mal" e que "Israel tem de ser destruído".

De forma mais sutil, o mundo ocidental foi ensinado que "Israel é um estado opressor racista" e que "Israel, nesta época de multiculturalismo, é um anacronismo supérfluo". Gerações de muçulmanos, e pelo menos uma geração no Ocidente, têm sido criados com estes catecismos.

A progressão para o segundo holocausto (que, curiosamente, irá provavelmente ter sensivelmente o mesmo número de vítimas que o primeiro) tem sido acompanhado por uma comunidade internacional fragmentada e conduzida pelos seus próprios apetites egoístas, a Rússia e a China obcecadas com os mercados muçulmanos; a França com o petróleo árabe; e os Estados Unidos, empurrados a um isolacionismo mais profundo pelo descalabro no Iraque. O Irã tem tido liberdade para prosseguir os seus sonhos nucleares, e Israel e o Irã foram deixados sozinhos para se enfrentarem.

Mas Israel, basicamente isolado, não estará à altura da tarefa, tal como um coelho paralisado pelos faróis de um carro que vem de encontro a ele. No verão passado, liderado por um primeiro-ministro incompetente e por um sindicalista fingindo-se de ministro da defesa, utilizando tropas treinadas para dominar gangues de palestinos, tropas estas, mal armadas e pior treinadas, bem como demasiados preocupados em não sofrer ou infligir baixas, Israel falhou numa mini-guerra de 34 dias contra um pequeno exército de guerrilha financiado pelos iranianos (ainda que bem treinado e bem armado). Essa mini-guerra desmoralizou totalmente as lideranças políticas e militares de Israel.

Desde então, ministros e generais, tal como os seus homólogos ocidentais, limitam-se a observar silenciosamente à medida que os patronos do Hezbollah constroem os arsenais do Apocalipse.

De forma perversa, os líderes de Israel podem até ter ficado satisfeitos com as pressões ocidentais apelando para a paralisação do programa nuclear iraniano. Muito provavelmente, eles querem acreditar profundamente nas garantias ocidentais de que alguém, a ONU, o G-8, irá tirar de suas mãos a batata quente radioativa. Há mesmo quem tivesse acreditado na bizarra idéia de que uma mudança de regime em Teerã, conduzida por uma classe-média laica, acabaria por parar os loucos mulás.

Mas de forma ainda mais concreta, o programa iraniano apresentava um complexo desafio para um país com um número limitado de recursos militares tradicionais. Aprendendo com a experiência do sucesso da destruição pela Força Aérea de Israel do reator nuclear iraquiano de Osirak em 1981, os iranianos duplicaram e dispersaram as suas instalações, enterrando-as em "bunkers" profundos. Para atacar as instalações nucleares iranianas com armas convencionais seria necessária uma força aérea do tamanho da americana, trabalhando 24 horas por dia durante mais de um mês.

Na melhor das hipóteses, a Força Aérea de Israel, os comandos e a marinha, podiam almejar a atingir apenas um dos componentes do projeto iraniano. Mas, no fim das contas, ele continuaria substancialmente intacto, e os iranianos ainda mais determinados (se tal for possível) a alcançar a "bomba" o quanto antes. Ao mesmo tempo, sem qualquer dúvida, seria gerada também uma campanha mundial de terrorismo islâmico contra Israel (e possivelmente contra os seus aliados ocidentais) e, claro, uma campanha quase universal de desprezo aos judeus. Orquestrados por Mahmoud Ahmadinejad, todos clamariam que o programa nuclear iraniano se destinava a propósitos pacíficos. Na melhor das hipóteses, um ataque convencional de Israel poderia apenas atrasar os iranianos em cerca de dois anos.

Imediatamente, as lideranças incompetentes de Jerusalém enfrentariam um cenário catastrófico, quer fosse depois do lançamento de uma ofensiva convencional ou, em vez dela, lançando um ataque nuclear preventivo e antecipado contra o programa nuclear iraniano, que tem algumas das suas instalações em torno de grandes cidades.

Teriam eles estômago para isso? Estaria a sua determinação em salvar Israel a enorme possibilidade de matar milhões de iranianos, na verdade, destruir o Irã? Este dilema foi há muito definido de forma certeira por um sábio general: o arsenal nuclear de Israel é inutilizável. Apenas pode ser usado demasiado cedo ou demasiado tarde. Nunca haverá um momento "certo". Usado "cedo demais", quer dizer antes do Irã produzir armas nucleares, Israel será colocado no papel de pária internacional, alvo de um ataque muçulmano universal, sem um amigo no mundo; "tarde demais" quereria dizer que os iranianos já atacaram. Que vantagem haveria?

Então os líderes de Israel cerrarão os dentes na esperança de que tudo corra da melhor maneira possível. Talvez, depois de terem a "bomba", os iranianos se portem de forma "racional"?

Mas os Iranianos são motivados por uma lógica transcendental. E lançarão os seus mísseis. E, tal como no primeiro holocausto, a comunidade internacional nada fará. Tudo acabará, para Israel, em poucos minutos, não como na década de quarenta, quando o mundo teve cinco longos anos para cruzar os braços e nada fazer.

Depois dos mísseis "Shihabs" caírem, o mundo enviará navios de salvamento e ajuda médica para os levemente carbonizados. Não atacará o Irã com armas nucleares. Com que objetivo e à que custos?

Uma resposta nuclear americana alienaria de forma permanente o mundo muçulmano, aprofundando e universalizando o atual choque de civilizações. E, claro, não traria Israel de volta. (enforcar um criminoso devolve à vida as suas vítimas?).

Então qual seria o propósito?

Ainda assim, o segundo holocausto será diferente no sentido em que Mahmoud Ahmadinejad não verá nem tocará naqueles que deseja ver mortos. Na verdade não haverá cenas como a seguinte, citada no recente livro de Daniel Mendelsohn, "The lost, a search for six of six million", na qual é descrita a segunda incursão nazista em Bolechow, na Polônia, em 1942:

Um episódio terrível aconteceu com a senhora Grynberg. Ucranianos e alemães invadiram sua casa e encontraram-na prestes a dar à luz. As lágrimas e as súplicas dos familiares não ajudaram e ela foi levada de casa vestindo somente uma camisola e arrastada para a praça em frente da Câmara Municipal.

Ali ela foi colocada em uma caçamba de lixo no pátio da Câmara, onde a multidão de ucranianos presentes faziam piadas e riam das suas dores do parto, até que ela deu à luz. A criança foi imediatamente arrancada dos seus braços, ainda com o cordão umbilical, e atirada para o ar, foi estraçalhada pela multidão e ela ficou ali, de pé à medida que sangue escorria do seu corpo, e permaneceu desta forma algumas horas encostada à parede da Câmara Municipal. Depois foi com todos os outros para a estação ferroviária de onde foi levada para o campo de extermínio de Belzec.

No próximo holocausto não haverá cenas destas de cortar o coração, de criminosos e vítimas ensopados em sangue (Se julgarmos através das fotografias de Hiroshima e de Nagasaki, os efeitos emocionais das explosões nucleares podem ser razoavelmente desagradáveis).

Mas mesmo assim, será um holocausto.


Benny Morris é professor de História do Oriente Médio na Universidade Ben-Gurion em Israel.

Publicado no "The Jerusalem Post".
Quinta-feira, 18 de janeiro de 2007.








"A fé é poderosa o bastante para imunizar as pessoas contra todos os sentimentos de compaixão, clemência e humanidade. Imuniza até contra o medo, se elas honestamente acreditarem que morrendo como mártires irão diretamente para o céu. Que arma! A fé religiosa merece um capítulo à parte na história da tecnologia de guerra, junto com o arco e a flecha, o cavalo, o tanque e a bomba atômica".

Richard Dawkins, em "O gene egoísta."















Onde está BOOTLEAD? Click aqui para saber.
 
Copyright © 2004-2019 Bootlead