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Tuesday, June 15, 2010

LARGA DO MEU PÉ, "MOTHERFUCKER ANKLE-BITER"!


Video Bonus Post


Aproveitando o "ensejo": Uma pequena "homenagem" à Saramago.




































A dança de Lula com os déspotas
por Mary O'Grady

"O presidente do Brasil está preservando a lamentável imagem do seu país como a de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

É muito provável que não leve muito tempo para todos nós sermos expulsos do Jardim do Éden que o Brasil vem sonhando depois que se tornou um país sério e um "global player" no cenário mundial. Agora, justo quando parecia que o eterno sonho brasileiro estava prestes a se tornar realidade, o presidente Lula consegue transformar uma vitória em uma derrota.

O Brasil pode estar ganhando algum respeito na frente econômica e monetária, mas quando se trata de liderança geopolítica, o Sr. da Silva está fazendo um trabalho extraordinário para preservar a imagem de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

O mais recente exemplo de como o Brasil ainda não está preparado para o horário nobre dos círculos internacionais aconteceu na semana passada, quando o país votou contra sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A Turquia foi o parceiro solitário do Brasil neste episódio constrangedor. Mas a Turquia, pelo menos pode culpar a complexidade de suas raízes muçulmanas. Lula está jogando a reputação do Brasil na lama para sua própria satisfação política.

O Brasil defendeu seu voto nas Nações Unidas, fundamentado no motivo que as sanções "muito provavelmente levarão ao sofrimento o povo do Irã e jogará nas mãos daqueles que, de ambos os lados, não querem que o diálogo prevaleça". Desenrole essa afirmação e não há nenhum conteúdo. As sanções são dirigidas, não contra os civis, mas às ambições iranianas de proliferação nuclear e de mísseis. Quanto ao "diálogo", deveria ser óbvio, que agora, o que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad precisa é de um pouco menos de conversa-fiada.

Embora o Brasil tenha considerado que o seu voto foi uma posição de princípios em defesa do que seria considerado justo, sem dúvida mudou rapidamente. Depois de lançar suspeitas sobre as sanções, rapidamente anunciou que iria honrá-las. Isso sugere que ainda pode estar avaliando o diminuto retorno causado pela sua lunática política externa.

O Partido dos Trabalhadores de Lula é da esquerda inflexível, mas ninguém deve confundi-lo com um comitista bolchevique. Ele é apenas um político esperto que veio das ruas (do povão) e ama o poder e as limusines ("pobre gosta de luxo" – Joãozinho Trinta). Como primeiro presidente do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores, ele teve que equilibrar-se entre as coisas úteis que aprendeu sobre mercados e restrições monetárias, em oposição à ideologia de sua base partidária.

Foto: O presidente do Brasil Lula da Silva, com o cruel iraniano Mahmud Ahmadinejad (Teerã 16 de maio).
































Sua resposta a este dilema tem sido a de utilizar o seu Ministério das Relações Exteriores — onde a burocracia do serviço de assuntos estrangeiros é geneticamente propensa à esquerda e é chefiada pelo notoriamente antiamericano, o intelectual e anticapitalista Celso Amorim — que desse modo pode desenvolver suas credenciais esquerdistas. Com sua amizade com os "não alinhados" fazendo um papel de escudo, ele tem sido capaz de manter os ideólogos coletivistas de fora da economia.

Mas a reputação do Brasil como um líder entre as economias emergentes têm sofrido grandemente. Para satisfazer a esquerda, foi necessário que Lula defendesse e glorificasse os seus (da esquerda) heróis, que são alguns dos mais notórios violadores dos direitos humanos do planeta.

Uma revisão de seus dois mandatos na presidência revelam uma tendência para defender déspotas e denegrir democratas. O repressivo governo iraniano é apenas o exemplo mais recente. Há também o apoio incondicional de Lula para a ditadura de Cuba e da Venezuela de Hugo Chávez. Em fevereiro, Cuba permitiu que o dissidente político Orlando Zapata morresse de fome, na mesma semana em que Lula chegou à ilha-colônia de escravos para comemorar com os irmãos Castro. Quando perguntado pela imprensa sobre Zapata, Lula desqualificou a sua morte, como mais uma das muitas greves de fome na história que são ignoradas pelo mundo. Ele obviamente nunca ouviu falar do militante irlandês Bobby Sands.

Lula também sustentou o Sr. Chávez quando ele tem destruiu as instituições democráticas em seu país e colaborou com o tráfico de drogas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Um Brasil maduro teria usado sua influência para liderar uma resistência contra o terrorismo patrocinado pelo Estado. Mas, sob a analise de custo-benefício da política de Lula, vítimas da violência das FARC não contam.

Os hondurenhos também não se saíram nada bem durante a jornada de Lula no poder. O Brasil consumiu uma boa parte do ano passado, tentando forçar o país a restabelecer o presidente deposto Manuel Zelaya, apesar de ele ter sido removido do governo por civis, por ter violado a Constituição. As ações do Brasil, inclusive acolhendo o Sr. Zelaya na embaixada do Brasil por meses, criou imensas dificuldades econômicas para os hondurenhos.

Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, solicitou o retorno de Honduras à Organização dos Estados Americanos (OEA), observando que o país realizou uma eleição e voltou à normalidade. O Brasil se opôs. "O retorno Honduras à OEA deve estar ligado a meios específicos para garantir a redemocratização e o restabelecimento de direitos fundamentais", disse o atual Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Antonio de Aguiar Patriota. Uma reparação ao Brasil: Não quiseram dizer Cuba?

O Brasil vai realizar eleições presidenciais em outubro e, apesar da popularidade com que Lula vai deixar o cargo, não há garantias que a candidata do Partido dos Trabalhadores venha a ser eleita. Então, ele agora está alimentando a sua base partidária com carne crua (sanguinariamente), agarrando-se às mãos do Sr. Ahmadinejad e votando contra o Tio Sam.

Será que vai funcionar? Muita coisa vai depender se aqueles brasileiros que o vêem como quem desperdiçou as chances de uma nação emergente, ser mais numerosa do que aqueles que apóiam a sua dança com os déspotas. Como advertiu o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso, a política de Lula tem levado o Brasil "de lado a lado", mas não está muito claro se os brasileiros estão de acordo com tudo isso.
Tradução: Bootlead

Mary Anastasia O'Grady é membro do conselho editorial do The Wall Street Journal e escreve colunas e editoriais sobre a América Latina, comércio e economia internacional. Ela também é editora de "As Américas", uma coluna semanal que é exibida toda segunda-feira e trata de política, economia e negócios na América Latina e Canadá. Mary O'Grady ligou-se ao jornal em agosto de 1995 e tornou-se uma redatora sênior da editoria em dezembro de 1999. Em 2009, Mary O'Grady recebeu o "Prêmio Thomas Jefferson" da Associação de Empresas Privadas de Educação, em 2005, Mary ganhou o "Prêmio Bastiat de Jornalismo" concedido pela International Policy Network por seus artigos sobre o Banco Mundial, a economia subterrânea no Brasil e sobre os maus conselhos económicos que os E.U.A. muitas vezes propõe aos países da América Latina, em 1997 foi a vencedora do "Prêmio Inter American Press Association's Daily Gleaner" por seus editoriais e em 1999 recebeu uma menção honrosa do "Prêmio Excelência em Jornalismo" na categoria "Opinião" da Sociedade Interamericana de Opinião (SIP-IAPA). Mary O'Grady, nasceu em Bryn Mawr-PA, é bacharela em Inglês pelo Assumption College e possui MBA em gestão financeira pela Pace University. E-mail: O'Grady@wsj.com







Publicado no "The Wall Street Journal" – (Opinião: As Américas).
Segunda-feira, 14 de junho de 2010.







WSJ.com Network – Jornal Opinião: O Brasil é antiamericano?

Mary O'Grady conversa com o apresentador Dan Henninger sobre o crescimento dos laços de Lula com o Irã e o que isso pode significar para as relações do Brasil com os Estados Unidos. Edição de 11 de junho de 2010.
(em inglês)






ENFIM JUNTOS… NO INFERNO! DE ONDE NUNCA DEVERIAM TER SAÍDO.


















































O judeu de Bethesda – Claudio de Moura Castro






Monday, November 23, 2009

VENEZUELA: NARCOESTADO-TERRORISTA.
BEM-VINDA AO MERCOSUL!










































Militantes islâmicos reforçam seu papel no comércio de drogas
por Claude Salhani com contribuição de Sara A. Carter de Washington

As rotas marítimas do Atlântico Sul tornaram-se a rota preferida dos traficantes de drogas desde a América Latina para a África Ocidental e para a África do Norte, onde a Al Qaeda e grupos relacionados, estão cada vez mais envolvidos no reembarque da droga para a Europa, disseram especialistas e agentes da inteligência antidrogas.

Um oficial da inteligência norte-americana no Oriente Médio disse que sua agência tinha obtido "relatórios muito preocupantes" da crescente cooperação entre os militantes islâmicos que operam na África do Norte e Ocidental com os chefões das drogas da América Latina. Devido a atenção dos EUA estar focalizada no Caribe e os países africanos carecerem de meios para vigiar suas regiões costeiras, resulta que a maioria das rotas marítimas do Atlântico Sul estão abertas à navegação ilegal, confirmou o mesmo.

"O Atlântico Sul, tornou-se uma espécie de mar sem dono", disse o funcionário, falando sob condição do anonimato devido à natureza de seu trabalho.

Um porta-voz da Drug Enforcement Agency (DEA) confirmou a nova rota.

"Os colombianos têm mudado seu modus operandi de enviar cocaína através do Caribe, pois viram uma oportunidade de vender cocaína na Europa, transportando a carga para a Venezuela e depois através do Atlântico Sul para a África e, posteriormente para a Espanha de onde será distribuída para toda a Europa", disse Michael Sanders, porta-voz da DEA ao The Washington Times. "Isso é o que estamos observando. É apenas uma relocalização. Esse é o caminho que estamos monitorando, na maior parte do tempo".

O The Washington Times relatou em março que o Hesbolah, o grupo xiita libanês apoiado pelo Irã, está profundamente envolvido no tráfico de drogas. Cada vez mais, no entanto, grupos sunitas ligados à Al Qaeda também se transformam em traficantes de drogas para financiar suas organizações, dizem os especialistas.

"É uma arma contra os infiéis no Ocidente", disse Chris Brown, pesquisador sênior associado ao Instituto Potomac adjacente à Washington. "Enquanto o alvo do tráfico de drogas forem os infiéis, eles não vêem problemas em fazer isso."

As preocupações estão centradas em grupos como a Al Qaeda na região do Magrebe* (AQIM - Al Qaeda in the Islamic Maghreb), que opera principalmente no Marrocos, Argélia e Tunísia. Autoridades norte-africanas disseram que temem que o intuito da AQIM seja acumular grandes somas em dinheiro provenientes do tráfico de drogas, para posteriormente fazer uso do mesmo no financiamento de ataques com o objetivo de afugentar o turismo e desse modo abalar as economias daqueles países, para finalmente deporem os seculares regimes locais.

Grande parte do tráfico de drogas passa pela Venezuela, disse Jaime Daremblum, diretor do Centro para Estudos Latino-Americanos do Hudson Institute e ex-embaixador da Costa Rica para os Estados Unidos.

"Caracas se tornou a meca do narcotráfico", disse ele.

As drogas produzidas na Colômbia e no Peru passam através da Venezuela a caminho da África e depois são transbordadas para os mercados europeus, dizem os especialistas antidrogas. A guerrilha das FARC, que visa desestabilizar o governo da Colômbia, está envolvida e tem ligações com os islâmicos no norte da África, afirmaram eles.

"A maioria das drogas que estão disponíveis na Espanha são provenientes da Venezuela", disse o Sr. Daremblum.

O embaixador da Venezuela em Washington, Bernardo Alvarez disse que o governo do presidente venezuelano Hugo Chávez não tem nada a ver com o tráfico e luta ativamente contra ele.

"Não se esqueça que a Venezuela está no meio do caminho, entre o maior produtor de drogas da região (a Colômbia) e os maiores consumidores das mesmas (os EUA)", disse Alvarez, via e-mail. Responsabilizar a Venezuela, "seria como dizer que o governo dos EUA abençoam o tráfico de armas para o México, considerando-se que cerca de noventa por cento das armas apreendidas no México são procedentes dos EUA."

O embaixador acrescentou ainda, que "a Venezuela tem adotado uma estratégia global antidrogas que inclui prevenção, apreensões, detenções, extradições dos criminosos, a destruição de pistas de pouso clandestinas e o controle das possíveis rotas de tráfico".

"A Venezuela tem acordos de cooperação antidrogas com 37 países, incluindo França, Espanha e Portugal. A luta da Venezuela contra o tráfico tem sido reconhecida e elogiada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e até mesmo pela Organização Internacional de Polícia Criminal."

Michael Shifter, vice-presidente para assuntos políticos do Diálogo Interamericano, um centro de análises políticas em Washington com atuação em toda a América Latina, disse: "A Venezuela é o principal ponto de transbordo das drogas", porém, acrescentou que o problema é complexo.

"Os traficantes de droga estão fazendo um piquenique", disse ele. "As FARC estão claramente envolvidas, mas há muitos outros atores."

Os funcionários da inteligência e outros especialistas, dizem que alguns dos acordos entre os grupos islâmicos e os narcotrficantes são acertados na Guiné-Bissau, país localizado no oeste da África, uma ex-colônia Portuguesa onde a corrupção se desenvolve sem controle.

Num relatório recente, o International Crisis Group (ICG) disse que há "um risco real da Guiné-Bissau tornar-se o primeiro narcoestado da África".

O ICG, é um "think tank" (catalizador de idéias) com sede em Washington e Bruxelas, que se concentra nas análises de campo e na sensibilização a fim de evitar e resolver conflitos letais, acrescentou que "na ausência efetiva do Estado e das estruturas de segurança, o país tornou-se um ponto de trânsito fundamental para o tráfico de drogas entre a América Latina e a Europa."

Um oficial de inteligência para o Oriente Médio, disse que a CIA tenta controlar o tráfico, mas não poderá detê-lo em um país onde os islâmicos e os traficantes compram sua impunidade através do pagamento de pesados subornos aos funcionários locais.

O oficial sugeriu que deveria ser criado um centro de monitoramento conjunto para coordenar dados dos embarques e do espaço aéreo em ambos os lados do Atlântico Sul.

"Se os sul-americanos tiverem conhecimento de um navio ou avião dirigindo-se para a África, eles poderiam nos informar, e nós o acompanharíamos daqui", completou o oficial.

Sanders da DEA disse que sua organização "sabe que há grupos extremistas na África Ocidental, mas no momento não sabemos se eles estão desempenhando alguma função tráfico de drogas".

(*) A União do Magrebe Árabe (UMA) foi criada em 17 de fevereiro de 1989, através do Tratado de Marrakech. Os Estados-membros são: Argélia, Tunísia, Líbia, Marrocos e Mauritânia.


Publicado no jornal "The Washington Times".
Terça-feira, 17 de novembro de 2009.







HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO"






Saturday, November 21, 2009

HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO".

*Atualizado em 22/11/2009.
































Foto acima: Cenas de um casamento bolivariano. Aargh! Que nojo... sem mais palavras.

Vídeo: "El mono" usa o Brasil para atacar os EUA, é um envolvimento para lá de constragedor.




COMUNISMO: COMO LEVAR UM PAÍS À MISÉRIA, EM RITMO ACELERADO.

Foto: Energia Elétrica, Água e Esgotos, Escolas, Hospitais, Alimentos, Segurança Pública, etc.
         Mais uma grande "obrada" do comunismo.





























Click AQUI para ver a foto no tamanho original.


Chávez anuncia la llegada a Venezuela de más de 300 tanques y blindados
via AFP

El presidente venezolano Hugo Chávez anunció la noche del sábado la llegada a Venezuela de unos 300 tanques rusos y vehículos blindados y ordenó a los militantes del PSUV, que él preside, formar parte de las milicias y los cuerpos armados.

"Van a empezar a llegar, no es ningún secreto, más de 300 carros blindados y tanques de guerra de Rusia. Los T-72 vamos a tenerlos aquí", anunció el mandatario.

Chávez, que considera a Rusia un "aliado estratégico", confirmó hace algunos meses la compra de estos tanques tipo BMP3, MPR y T-72 a Moscú, destinados, entre otras cosas a renovar unos blindados ya obsoletos.

"Todo eso requiere ir organizando los soldados que van a manejar, que van a disparar", señaló Chávez, por lo que ordenó a "todos los cuadros del PSUV a formar parte de la milicia".

"Pero no como un ‘hobby’, marchar por acá para que Chávez me vea, no, es organizar cuerpos de combatientes de campesinos, donde viven, donde trabajen la tierra, allá en las fábricas (…) en los campos petroleros", donde se puedan convocar "verdaderos entrenamientos de combate".

La nueva ley de las Fuerzas Armadas la consagra como "bolivarianas", y en una reciente reforma se introdujo la figura de los "cuerpos de combatientes", definidos como "unidades de ciudadanos y ciudadanas (…) que de manera voluntaria son registrados, organizados y adiestrados por el comando general de la Milicia Bolivariana".

El mandatario, que insistió en que es una "necesidad de la revolución" bolivariana el fortalecimiento de las fuerzas armadas de su país, compró a Rusia entre 2005 y 2007, 24 cazas Sukhoi, 50 helicópteros de combate y 100.000 fusiles de asalto Kalashnikov.

Fonte: Agence France-Presse



Publicado no site "noticias24".
Domingo, 22 de novembro de 2009, 01h38.





CONFECOM: A SOVIETIZAÇÃO DO BRASIL - José Nivaldo Cordeiro






HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO".

Friday, February 20, 2009

CLUBE DOS 16%: PARTIR PARA AÇÃO OU ACEITAR A RENDIÇÃO?











































SOS JUSTIÇA ELEITORAL
por Maria Lucia Victor Barbosa

Finalmente a oposição se mexeu. Entrou com ação junto ao TSE contra a campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff. A ministra, que começa parecer uma réplica do seu cabo eleitoral, o presidente da República, retrucou como este fez em sua campanha de reeleição, que a oposição tenta "interditar" o governo, "judicializar as obras porque não têm projeto".

O governador José Serra, potencial candidato do PSDB à presidência da República, por sua vez afirmou com relação às obras do PAC, "que apesar de toda propaganda, 70% dos investimentos realizados no Brasil, não são feitos pelo governo federal".

Na verdade, Lula da Silva, a vinte meses das eleições, faz o que gosta: campanha. Quando não está viajando está no palanque, sempre acompanhado por sua candidata e no "púlpito" populista desaparece o lulinha paz e amor. Gritos, xingamentos, espasmos, rosto congestionado e rubro, ressurge o alterado líder sindicalista que joga fora a compostura, o terno Armani e deita falação atropelando o idioma para delírio da platéia, especialmente, a dos seus redutos nordestinos, onde funcionam melhor as bolsas-esmola, nova modalidade de compra de votos.

Vilma, com chamam os nordestinos, é mãe do PAC, esse amontoado confuso de projetos e intenções, de obras feitas e por fazer. Lula é o pai dos pobres. Par perfeito e divinizado que se entrega ao povo criança que gosta de tutela, que quer que as coisas mudem desde que não precise fazer força. Assim, pai e mãe, Lula e Dilma, se inserem na tradição paternalista implantada desde nossos tempos coloniais. Juntos empolgam especialmente os pobres que precisam de alguém que fale por eles, tome conta deles, cobre benefícios por eles.

Não se duvide, pois, que Dilma Rousseff consiga chegar lá. Rosto renovado apenas não irá ajudá-la, mas um bom marqueteiro pode transformar, pelo menos temporariamente, a mãe zangada, autoritária e ríspida em mãe carinhosa, engraçada como o pai. Quem sabe ela pode vir adotar em seu discurso um "menas" aqui, um "Ponto G" ali, e, porque não, um "sifu" acolá, já que esse linguajar vai se tornando oficial e politicamente correto.

O que parecia impossível faz pouco tempo pode se realizar: "Vilma" ser eleita. Afinal, inaugurando até escola do tempo de JK e pintura em meio-fio, o pai beneficia sua sucessora com um poder que nenhum adversário sonha possuir. Ao mesmo tempo, ela é a garantia de continuidade do PT, que entranhado na máquina estatal seguirá girando as engrenagens do poder. Contudo, a missão prioritária da mãe será a de preparar a volta gloriosa do pai, em 2014. Isto se ele não quiser o 3º mandato ou lançar outro candidato se achar que a mãe não se tornou Nossa Senhora Vilma.

Dia 15 passado, num festivo domingo, Hugo Chávez obteve finalmente o que queria. Através de referendo, 54 % dos eleitores venezuelanos, contra 46%, consagraram o projeto político do Mussolini latino-americano de se eternizar no poder. Ele conseguiu a revolução sem tiro, o golpe de Estado constitucional, a democracia despótica. Inovações dos novos tempos.

Naturalmente, não lhe faltou o uso da violência: não autorizou comícios da oposição, dissolveu passeatas dos estudantes com força policial, amedrontou opositores com suas milícias fascistóides, ameaçou funcionários públicos, enquanto agradava os pobres, beneficiários das "missiones", programas assistencialistas e eleitoreiros equivalentes as bolsas-esmola ou bolsas-voto do governo Lula da Silva.

Vitorioso, em que pesem as péssimas condições da economia venezuelana e a queda abrupta dos preços do petróleo, única riqueza do país, Chávez declarou que "está assumindo a vanguarda da América Latina". Na verdade, ele tem seguidores na Bolívia, no Equador e na Nicarágua. De Fidel Castro parece se sentir sucessor. Sua aproximação com Cristina Kirchner é evidente.

Chávez lidera também o Brasil? Se a pergunta pode parecer descabida e ferir os brios pátrios, recorde-se que Lula da Silva sempre fez campanha para o companheiro Chávez, o chama de democrata, faz coro com ele contra os Estados Unidos, enquanto coloca o país de joelhos perante os chavistas Evo Morales e Rafael Correa, além de se acocorar diante do governo argentino.

Ademais, em matéria de estratégia eleitoral, a usada por Lula da Silva é, em alguns aspectos, muito parecida com a do companheiro da boina vermelha: amplo uso do Tesouro nacional e da máquina estatal, compra de votos através das bolsas-esmola e propaganda enganosa intensiva de fazer inveja a Hitler.

Difícil enfrentar tal poderio. Além do mais, exceto vozes isoladas, não existem reais oposições no Brasil. Portanto, é de se perguntar: será que estamos nos encaminhando para uma ditadura disfarçada de democracia? Não seria conveniente, que os 16% enviassem um SOS a Justiça Eleitoral? Afinal, a democracia ainda é a melhor forma de governo.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009, 12h07.


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Tanto riso, Oh! quanta alegria, Mais de cento e noventa milhões de palhaços no salão...











































Esse carnaval vai longe
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

O carnaval é o período consagrado à folia em que as coisas não são o que parecem, mas foi muito antes da inauguração do reinado de Momo que, sob o signo da fantasia, da farsa, do disfarce, em suma da carnavalização, começou a ganhar ritmo a campanha pela sucessão presidencial de 2010. Desfila nas ruas, desde o ano passado, com o samba-enredo composto pelo sempre folgazão - no bom sentido, evidentemente - Luiz Inácio Lula da Silva, o bloco da pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Na sua roupagem mais vistosa, é a "mãe do PAC", agraciada pelas lantejoulas com que o cordão do lulismo exalta as suas virtudes maternais, o zelo incansável pela sublime missão que abraçou de nutrir o crescimento do Brasil. É também a "sacerdotisa do serviço público", na barroca declamação do senador José Sarney, promovido por ela, em retribuição, a "presidente para sempre do Brasil".

Um dos momentos altos da festa, que também pode ser comparada a um baile para uma debutante só, foi a consagração da ministra no recente Encontro Nacional com os Novos Prefeitos e Prefeitas. A quermesse política foi promovida em Brasília exatamente com aquela finalidade. Custou a bagatela de R$ 1,85 milhão em dinheiro público, que só muito relutantemente o Planalto admitiu ter gasto, depois de ser apanhado barateando a verdade em reportagem deste jornal. Peça importante do faz-de-conta é a teatral indignação do presidente Lula diante dos tépidos protestos da oposição sobre o caráter eleitoral das andanças de Dilma - que ainda tem muito a caminhar até o eleitor comum aprender a reconhecê-la, deixando, por exemplo, de chamá-la de Vilma, como ouviu ao incursionar, há pouco, ao semiárido nordestino (onde só faltou dizer que o sertanejo é antes de tudo um forte).

Ainda agora, reunido com o seu Conselho Político, Lula anunciou, como se necessário fosse, que ela continuará a viajar pelo País para acompanhar o andamento das obras do PAC. "Ela é a gerente do PAC. Tem não apenas o direito, mas a obrigação de acompanhar inaugurações e fiscalizar o andamento das obras", arrazoou Lula, fingindo que não a despacha para dar andamento à obra eleitoral que concebeu e da qual é o principal pilar, para uma plateia de leais operadores que fingiam acreditar no que escutavam. A ministra, por sua vez, já provou que aprende depressa. Aprendeu, entre outros predicados, a sintonizar com a predileção por metáforas do arquiteto do seu empreendimento político. "Fui para a cozinha fazer o prato e é natural que esteja presente na hora de servir", argumentou dias atrás, esquecida, porém, de que, segundo as estatísticas do PAC, há pouco a servir e muito ainda à espera de ir ao fogo.

Contagiada pela prosódia lulista, diz também, tentando fazer ironia, que "este governo tem a mania de falar com o povo e tem gente que não gosta". É quase isso, mas não é isso. Na realidade, o chefe deste governo tem, mais do que a mania, a calculada obsessão de falar ao povo - tirando todo o proveito possível do seu inigualável talento para produzir vibrantes monólogos em série que arrebatam as audiências mesmerizadas, porque a lógica do espetáculo é levá-las a se identificar com o dono do palanque. Mas a pré-candidata não está longe da verdade quando acusa a oposição de "judicializar" a atividade do governo, ao comentar as três representações protocoladas na quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo PSDB e o DEM, que acusam o presidente e a ministra de crime eleitoral. A iniciativa é apenas uma forma de sair da penumbra e bater o bumbo. Mas não levanta a arquibancada.

Os queixosos sabem que é praticamente impossível caracterizar a ilicitude da deslavada mobilização do governo Lula em favor de Dilma, sob a fantasia de ação administrativa. É que a peculiar legislação brasileira diz quando pode começar a propaganda, proíbe a sua antecipação, mas não define o que é campanha eleitoral. Além disso, uma coisa é configurar o chamado uso da máquina em municípios e Estados de baixa densidade política, outra é fazer o mesmo no plano federal. Sem falar que o presidente da República e sua gente são mais espertos do que as autoridades provinciais em pôr a rodar os seus carros alegóricos sem dar margem a serem desmascarados - literalmente - pela Justiça Eleitoral. Eis por que esse carnaval irá longe.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 20 de fevereiro de 2009.










SELEÇÃO NATURAL OU EVOLUÇÃO???






































Por que não sou fã de Charles Darwin
por Olavo de Carvalho

O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória.

As festividades bilionárias em comemoração aos duzentos anos de nascimento de Charles Darwin tornam momentaneamente invisíveis alguns fatos essenciais da vida e da obra desse homem de ciência.

Desde logo, Darwin não inventou a teoria da evolução: encontrou-a pronta, sob a forma de doutrina esotérica, na obra do seu próprio avô, Erasmus Darwin, e como hipótese científica em menções inumeráveis espalhadas nos livros de Aristóteles, Sto. Agostinho, Sto. Tomás de Aquino e Goethe, entre outros.

Tudo o que ele fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em "seleção natural". A teoria da moda, o chamado "neodarwinismo", proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. Que eu saiba, o mero acaso é precisamente o contrário de uma regularidade fundada em lei natural, racionalmente expressável. O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Todos os celebrantes do ritual darwiniano, neodarwinistas inclusos, rejeitam como pseudocientífica a teoria do "design inteligente". Mas quem inventou essa teoria foi o próprio Charles Darwin. Isso fica muito claro nos parágrafos finais de A Origem das Espécies, que na minha remota adolescência li de cabo a rabo com um enorme encantamento e que fez de mim um darwinista, fanático ao ponto de colocar o retrato do autor na parede do meu quarto, rodeado de dinossauros (só agora compreendo que ele é um deles). Agora, graças à amabilidade de um leitor, tomei conhecimento dos estudos desenvolvidos por John Angus Campbell sobre a "retórica das ciências". Ele estuda os livros científicos sob o ponto de vista da sua estratégia de persuasão.

Num vídeo fascinante que vocês podem ver abaixo (em inglês), ele demonstra que o "design inteligente" não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies. O "design inteligente" é, portanto, a única parcela da teoria darwiniana que ainda tem defensores: e estes são os piores inimigos do darwinismo.


Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.

É certamente um paradoxo que o inventor de uma explicação falsa para uma teoria preexistente seja celebrado como criador dessa teoria, porém um paradoxo ainda maior é que a premissa fundante da argumentação darwiniana seja repelida como a negação mesma do darwinismo.

Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução "foi usada" para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia.

O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

"Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila."

Imaginem, durante as eleições americanas, a campanha de John McCain proclamar que Barack Hussein Obama estava mais próximo do gorila do que o candidato republicano!

Tem mais: "Olhando o mundo numa data não muito distante, que incontável número de raças inferiores terá sido eliminado pelas raças civilizadas mais altas!"

Para completar, um apelo explícito à liquidação dos indesejáveis:

"Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie.

Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem."

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

No entanto, minha abstinência de opiniões a respeito de uma questão que considero insolúvel não me proíbe de notar a absurdidade das opiniões de quem tenha alguma. Há muito tempo já compreendi que os cientistas são ainda menos dignos de confiança do que os políticos, e os paradoxos da fama de Charles Darwin não fazem senão confirmá-lo. Meus instintos malignos impelem-me a pegar os darwinistas pela goela e perguntar-lhes:

– Por que tanta onda em torno de Charles Darwin? Ele inventou o "design inteligente", que vocês odeiam, e a seleção natural, que vocês dizem que é falsa. Ele pregou abertamente o racismo e o genocídio, que vocês dizem abominar. Para celebrá-lo, vocês têm de criar do nada um personagem fictício que é o contrário do que ele foi historicamente. Não vêem que tudo isso é uma palhaçada?


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (Opinião).
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009, 21h08.




O Brasil virou um grande PMDB – Arnaldo Jabor





Friday, December 05, 2008

Uh, lá, lá, Lula no se vá!

Foto: O cafajeste que irá "sífu" bem mais cedo do que ele possa imaginar.































SEM QUERER QUERENDO, CHÁVEZ ENTREGA O OURO
por Bootlead

O vídeo abaixo deste texto contém uma síntese da entrevista do putrefato ditador Hugo Chávez da "bolivariana" Venezuela, concedida a correspondentes estrangeiros em Caracas no dia 24 de novembro último, ou seja, um dia após as eleições regionais para governadores e prefeitos realizadas naquele país, onde o "enrustido" tomou uma "surra" por parte do eleitorado mais esclarecido e que realmente conta na Venezuela.

Tal entrevista durou nada menos do que quatro longas e intermináveis horas de disparates e mentiras proferidas pelo indecoroso e anti-higiênico Chávez, porém quando perguntado pela correspondente da rede de televisão norte-americana CNN, a jornalista Patricia Janiot, se ele, Chávez, faria nova tentativa de aprovação de emenda constitucional sobre a sua reeleição indefinidamente, o chulo déspota além de evasivo e ofensivo na resposta à jornalista, que se prolongou por quase trinta minutos, deu-se ao desplante de intrometer-se em assuntos que só interessam a nós brasileiros e, isto em cadeia de rádio e televisão venezuelana e na presença de dezenas de correspondentes da mídia internacional.

Porém, como pode ser visto no vídeo, na altura de mais ou menos quatro minutos decorridos, o burlesco personagem, nos dá uma pista de quais são as intenções do seu parceiro brasileiro, o reles cachaceiro de Garanhuns, no que diz respeito ao tema reeleição presidencial no Brasil. Ou seja, conforme planejado pelo chefe máximo do Foro de São Paulo, o morto-vivo Fidel Castro, essa turma composta pelo próprio Cháves, Evo Morales, Rafael Correa, o tal "bispo" Fernando Lugo do Paraguai, a famiglia mafiosa-peronista dos Kirchner da vizinha república platense e, claro o nosso vagabundo-mor, o execrável Luiz Inácio, não irão largar o poder tão facilmente, eles vieram para ficar e vão fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Note-se, que até agora os citados "cachorros loucos", têm usado a democracia para atingir seus objetivos indizíveis, mesmo que as custas de fraudes eleitorais de todos os tipos e formas (principalmente através de urnas eletrônicas), compra de votos e consciências dos "homens-massa", intimidações, propaganda enganosa e subliminar, aliciamento midiático, etc. Contudo, agora que a tal crise econômica mundial começa a se propagar e instalar-se ruinosamente nos países nos quais os aprendizes de "tiranetes" nadavam às braçadas, o pânico está estabelecido. Como tal fator, "crise", escapa completamente aos seus controles e poderão levar por água abaixo seus planos de perpetuação no poder, os "moleques-do-fidel", terão que acelerar seus planos diabólicos (PAC-Plano de Aceleração Comunista), para impor suas ditaduras e, portanto como última tentativa "pacífica e democrática", tentarão já no ano que vem fazer passar, via emenda constitucional, reforma constitucional, ou até via uma assembléia constituinte exclusiva (caso brasileiro), a reeleição presidencial por prazo indeterminado. Lembrem-se: A Venezuela é o laboratório, o projeto piloto de um plano de comunização de toda a América Latina, um antigo "sonho" arquitetado pelo "lúcifer da ilha", primeiro testam a adoção de medidas ditatoriais na Venezuela, depois as impõem aos países satélites dependentes do petróleo e do dinheiro do tirano de Miraflores, e por fim em nosso país. Desta feita, não será diferente vão tentar reproduzir aqui o que o piloto de provas venezuelano fará por lá, pois o "sonho" do "lúcifer da ilha", não será realizado sem o Brasil.

Assim sendo, invoco os cidadãos brasileiros (eu disse "cidadãos", não estou referindo-me ao tal "povo", aquela cambada disforme de analfabetos funcionais, bolsistas, petistas, comunistas, emessetistas, cutistas e todos estes "istas" que o demônio "caga" diariamente nas esquinas e grotões deste país chamado Brasil), para que fiquem atentos aos sinais que começarão a pipocar aqui e ali, já a partir de janeiro próximo, via impren$a vendida, deputado$ da "ba$e alienada", empre$ário$ de $uce$$o e outro$ meno$ cotado$, para que seja dada a partida ao "Uh, lá, lá, Lula no se vá!".

Atenção: Essa será a última e desesperada tentativa da "canalha comunista" de impor sua ditadura vermelha sem sangue, o que não é habitual por parte daquela raça maldita, caso não obtenham êxito nos seus intentos, partirão sem hesitar para o confronto e a violência, enfim, será instalado o caos inerente a uma guerra civil fratricida, feroz, cruel e sangrenta. É só uma questão de tempo e, como repetia o ex-presidente Collor sensatamente: "O tempo é o senhor da razão!".

Ops! Alguém aí perguntou pelos militares? Respondo: Vão bem obrigado, cumprindo seus deveres constitucionais e ansiosos para receber brevemente com toda a pompa, galhardia e rapapé possíveis, o venerado primeiro-irmão do "lúcifer da ilha", o assassino atroz Raúl Castro, também este, outro "enrustido", conhecido nos antros da pederastia de La Habana como "Raulzito" ou "La China", na dúvida perguntem a Juana de la Caridad (Juanita) Castro Ruz, irmã dos demônios cubanos. Antes porém, no dia oito deste mes, a alta cúpula (atenção eu disse cúpula) das nossas pundonorosas forças participarão do grande almoço festivo anual com o chefete, que nessas ocasiões costuma tratá-los por "bando". O "prato de resistência" deste ano será "Sapos à Moda Petista", iguaria esta, muito apreciada pelos comensais, já que estão habituados a engoli-los com regularidade.





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Uh, ah, Chávez no se vá
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

O caudilho Hugo Chávez não se emenda. Durante a campanha para as eleições regionais de novembro, ele ameaçou deixar à míngua de recursos os Estados e municípios que elegessem candidatos oposicionistas. A estes ameaçou de prisão, simplesmente porque a perspectiva de sua vitória eleitoral colocava em risco o projeto do "socialismo do século 21". Temendo que isso não bastasse para intimidar os candidatos e influenciar o eleitorado, mais de uma vez anunciou que mandaria tanques e blindados para esmagar os "traidores". Na véspera do pleito, advertiu que, se perdesse o controle dos Estados e municípios mais populosos, 2009 seria "um ano de guerra" com seus oponentes. Os novos governadores e prefeitos imediatamente depois de eleitos se ofereceram para trabalhar em conjunto com o governo federal para superar os problemas econômicos e sociais do país.

Mas Hugo Chávez declarou guerra aos novos governantes, alegando que os "fascistas" não têm outro plano para governar, além do de derrubá-lo com a ajuda do "império" e do "paramilitarismo colombiano". E conclamou seus partidários a "varrer do mapa" os oposicionistas. Também ordenou às Forças Armadas que se preparem para eventualmente "neutralizar" as forças policiais dos governos de oposição - cujos chefes, lembrou o ministro da Justiça, só podem ser nomeados após a aprovação do governo central, como manda a "lei habilitante" aprovada em outubro. Invocando outra "lei habilitante", Chávez retirou do governador distrital de Caracas - da oposição - a competência para administrar escolas, hospitais e outras instalações metropolitanas.

Concluída a manobra de intimidação dos oposicionistas que conquistaram nas urnas os governos das cidades e regiões mais ricas e populosas do país, o coronel golpista passou a tratar do que realmente lhe interessa. Mandou o seu Partido Socialista Unificado da Venezuela preparar, imediatamente, um projeto de emenda constitucional que permita sua reeleição indefinida. O projeto deve estar pronto em janeiro, para ser votado em referendo em fevereiro.

"Não quero passar 2009 discutindo se Chávez é um tirano, se não é um tirano, se é meio tirano, se é isso ou aquilo. Uma jornada longa, não", esclareceu o caudilho. E anunciou que o lema dessa "batalha" será Uh, ah, Chávez no se vá, convocando para a luta os "batalhões" e "patrulhas" das milícias bolivarianas. De quebra, foi avisando que "não existe chavismo sem Chávez, nem dissidentes, mas traidores".

Quando os venezuelanos rejeitaram em referendo, há um ano, a constituição bolivariana, que condenaria o país a um regime totalitário, chefiado por um ditador vitalício, Hugo Chávez anunciou publicamente que não voltaria a apresentar um projeto de emenda constitucional para se perpetuar no poder. E Chávez, como se sabe, é um homem de palavra. A nova emenda não será apresentada por ele, mas pela Assembléia Nacional, onde se contam nos dedos das mãos os deputados que se opõem a seus projetos ditatoriais. Se for levantada a inconstitucionalidade da proposta - pois a Constituição em vigor, aliás redigida por Chávez em 1999, proíbe a realização de referendo sobre matéria já derrotada, numa mesma legislatura -, o caso irá ao Tribunal Supremo de Justiça, composto também por fiéis seguidores do caudilho.

É mais que provável, portanto, que o novo projeto seja submetido a referendo no exíguo prazo determinado por Chávez. Sua pressa não se deve ao alegado desejo de não sustentar um debate sobre se é ou não tirano. O fato é que a popularidade do ditador continua alta, mas diminui rapidamente a possibilidade de impor sua vontade e seus projetos aos venezuelanos. Perdeu o referendo do ano passado, sofreu uma grave derrota nas eleições regionais de 23 de novembro e as oposições, antes fragmentadas, finalmente descobriram que a união é o único caminho para vencer o ditador.

Além disso, os venezuelanos estão se dando conta de que a retórica revolucionária de Chávez tem um custo elevadíssimo. Não falta dinheiro para financiar movimentos bolivarianos na Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba. Mas na Venezuela faltam bens de primeira necessidade, moradias e condições dignas de vida, pioradas por uma grave crise fiscal e uma inflação de mais de 30%.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Quinta-feira, 04 de dezembro de 2008.










Santa Catarina: Gastos, desastres, acidentes? NÃO!




As três faces de um canalha – Cel Paulo Carvalho Espíndola



Tuesday, October 14, 2008

O Brasil será a Venezuela amanhã!
Efeito "folhas de coca".








































































































Rafael Poleo, é um veterano jornalista e arguto analista político de grande influência na Venezuela, Rafael também é diretor do jornal "El Nuevo País" editado em Caracas e da revista "Zeta", juntamente com sua filha, a também polêmica e perspicaz jornalista Patrícia Poleo, ambos perseguidos pelo regime do ditador Hugo Chávez pela sua renhida oposição ao mesmo.






Publicado no jornal "El Nuevo País" (Coluna "A Sangre Fría")
Caracas-VE, 14 de outubro de 2008.



A crise nas garras do Leão – Ipojuca Pontes



Friday, October 03, 2008

O "stalin" bolivariano, já começou a expurgar seus "tukhachevsky".



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Preso o ex-Número 1 de Chávez.
por Bootlead

O general da reserva Raúl Isaías Baduel, ex-ministro da Defesa venezuelano, foi preso quando saía de um supermercado em companhia de sua mulher Cruz Maria De Baduel, por policiais da Direção Geral de Inteligência Militar (DIM) no Estado de Aragua.

Baduel era um dos homens de confiança de Chávez, mas rompeu ele em 2007, quando se declarou contrário a um projeto de reforma da Constituição promovido pelo governo. Hoje ele é uma das principais figuras da oposição. A promotoria militar alega que nvestiga o militar em um suposto caso de corrupção.

O promotor militar general Nelson Morales afirmou que Baduel está sendo levado para um tribunal militar. Baduel falou à emissora Globovisión por telefone, o general afirmou que estava sendo conduzido de "maneira violenta". "Desconheço as acusações", disse, qualificando a operação como "um atropelo". "Não tenho nada a temer nem nada de que me envergonhar", completou.

Baduel nega as acusações e sustenta que seu caso "não tem nenhuma conotação jurídica". Ele afirma que sofre o assédio da justiça "para calar-me, amedrontar-me".

O militar passou à reserva em julho de 2007, logo após ser afastado do cargo de ministro da Defesa por Chávez. Quatro meses depois, voltou à esfera pública para criticar um projeto de reforma constitucional impulsionado pelo presidente. O texto, que previa o estabelecimento de um modelo socialista e a reeleição presidencial indefinida, foi rejeitado dezembro em referendo pela população.

Na ocasião o general Raúl Baduel, afirmou que a reforma constitucional seria um golpe de Estado se fosse aprovada no referendo de 2 de dezembro, e pediu aos militares que reflitissem sobre a situação.

Baduel disse aida que se a reforma fosse aprovada "estaria consumado na prática um golpe de Estado, que violaria de maneira descarada o texto constitucional e seus mecanismos, introduzindo mudanças de maneira fraudulenta e por procedimentos impróprios, levando o povo como ovelhas ao matadouro".

Baduel lembrou que "as Forças Armadas são uma instituição essencialmente profissional, sem militância política, organizada pelo Estado para garantir a independência e a soberania da Nação (...) e que está a serviço exclusivo da Nação, e não de uma pessoa ou projeto político".

Raul Isaias Baduel, nasceu em 6 de julho de 1955, na cidade de Las Mercedes, Estado de Guárico. Foi Comandante Geral do Exército venezuelano de janeiro de 2004 até julho de 2006 e Ministro da Defesa de junho de 2006 até julho de 2007, foi um dos precursores, ao lado de Chávez, do movimento bolivariano clandestino dentro das Forças Armadas, que em em 17 de dezembro de 1982, se reuniram sob a mitológica árvore Samán de Güere, a mesma freqüentada pelo libertador Simón Bolívar (1783-1830), onde selaram um juramento de lutar "até quebrar as correntes que nos aprisionam seguindo a vontade dos poderosos", o general Baduel é inclusive padrinho de um dos filhos de Chávez.

N.R. General-de-Divisão Mikhail TUKHACHEVSKY (1893 - 1937), foi um comandante militar soviético e chefe do Exército Vermelho, acusado injusta e falsamente de colaborar com os nazistas durante o Grande Expurgo, sendo condenado e executado pelos Processos de Moscou. Sua morte foi a mais notável entre os generais do Exército Vermelho, por ser ele um veterano e bem reputado oficial.


Foto: Chávez e Baduel, compadres e farinha do mesmo saco.




























Uma suspeita inconveniente - Ten Cel Med Edvaldo Tavares



Monday, September 22, 2008

Plano de Defesa do Brasil: Lero-leros e "goiabeiras".
Os problemas das FFAA não estão nos "planos" e sim na DOUTRINA!

Foto: É por aqui que deve ser iniciada uma nova DOUTRINA.
























Click AQUI para ver esta foto no tamanho original (1280 x 700).


E o Plano de Defesa, ministro?
por Alexandre Barros

Depois do acidente da TAM em Congonhas, o ministro Nelson Jobim anunciou o novo Plano de Defesa do Brasil para setembro de 2008. Por que setembro? Por que não julho ou outubro? Suspeito, seriamente, que seria para coincidir com o 7 de Setembro, que já passou e, até agora, nada de plano.

O anúncio foi feito na cerimônia de apresentação dos novos generais ao presidente, ainda em 2007. Comparados comigo, eles são todos muito jovens. Em relação à velocidade de mudança do mundo, receio que estejam muito velhos.

Afinal, por que a idade é tão importante? É simples: Forças Armadas são burocracias que operam fora do mercado. Nelas existe apenas uma maneira de subir: fazer só o que os chefes mandam. E, como todas as burocracias não sujeitas às punições do mercado, elas não são capazes de aprender com seus próprios erros.

Só progridem nas burocracias os muito obedientes e os pouco criativos. Qualquer burocracia pública é assim. Inovação e atrevimento são punidos. O conformismo é premiado.

Oficiais jovens norte-americanos combatentes no Iraque estão começando a se insurgir contra essas características burocráticas das Forças Armadas dos EUA, que nisso são iguais a todas as outras. Os generais não vão ao campo de batalha nem costumam ter agilidade mental para acompanhar as mudanças do mundo, da tecnologia e, conseqüentemente, da estratégia. O resultado é que uma das coisas mais caras aos militares, a doutrina (que, trocando em miúdos, quer dizer: como se empregam as Forças Armadas em batalhas), acaba ficando desatualizada. Isso é muito grave num mundo que se move cada vez mais rapidamente.

No caso brasileiro é mais sério ainda, porque nossas Forças Armadas não se envolvem em guerras há muito tempo. Disse-me um oficial: "As Forças Armadas brasileiras medem a capacidade dos oficiais pelas notas que tiram nas escolas militares. Seus méritos são testados em batalhas simuladas entre azuis e vermelhos, e não em combates reais, com munição de verdade."

Em exércitos guerreiros, mesmo com a inércia burocrática, ainda há espaço para a inovação nas guerras. Heróis são os indisciplinados que dão certo. Militarmente, isso é simples: o indisciplinado que fez alguma coisa diferente das ordens que recebeu, e morreu, deu errado. O que sobreviveu e ajudou a ganhar a batalha virou herói e contribuiu para a mudança da doutrina.

Sem guerra e com promoções dos mais conformistas, nossa rota para a inovação militar está cheia de obstáculos.

Militares não são pagos para olhar o que militares de outros países fazem. Eles são pagos para adivinhar o que potenciais inimigos externos ou elementos desestabilizadores podem ou vão fazer. Daí a importância dos serviços de espionagem.

Os orçamentos militares, no Brasil, sempre foram definidos pelos militares, sem ouvirem ninguém. Eles definem quem acham que são os inimigos (ou acreditam em histórias que lhes contam), determinam do que precisam para combater quem eles acham que são os inimigos e o Congresso vota sem ter idéia do que está aprovando.

Numa democracia com controle civil, como se presume que seja a nossa, espera-se que os militares digam à sociedade ou aos representantes por ela eleitos, primeiro, contra o que e contra quem eles pretendem nos defender; segundo, como pretendem fazer isso; terceiro, com que meios e recursos eles precisam contar; quarto, quanto isso vai custar. E, finalmente: será que não dá para fazer isso por um preço mais barato?

Nenhuma dessas condições tem sido atendida pelos militares brasileiros.

Agora vamos ao que comprar. Como não temos tecnologia militar de ponta - se deveríamos ter ou não é outra questão -, estamos limitados a comprar o que está disponível no mercado.

Essas coisas se dividem em três categorias: material não-letal, letal de baixa tecnologia e letal de alta tecnologia.

No primeiro quesito estamos bem: fardas, botinas, marmitas, cozinhas de campanha, caminhões e coisas que tais. Destas a indústria local dá conta. Quanto ao material letal de baixa tecnologia, ainda damos conta de boa parte. Afinal, a indústria nacional de armas, bem como as de metalurgia, podem, em curto espaço de tempo, adaptar-se para suprir boa parte das necessidades.

A porca torce o rabo é nos materiais letais de alta tecnologia. Estes os países fornecedores cedem ou vendem sem transferir tecnologia (e as Forças Armadas brasileiras só gostam de adquirir material com transferência de tecnologia, o que limita significativamente o número de supridores). Temos de aceitar o que nos for oferecido, na quantidade e nos prazos que os vendedores fixarem. Negociações nessa área são longas e complicadas.

Desde o ano passado as coisas se complicam na Bolívia. O país está dividido e o grau de violência aumenta.

A Rússia manda bombardeiros para manobras conjuntas com as forças militares da Venezuela.

Os anúncios da Petrobrás informam que as reservas presumidas de petróleo brasileiro no Atlântico são bem maiores do que se pensava.

Os EUA reativaram a IV Frota, responsável pelo patrulhamento e segurança no Atlântico Sul.

E o Plano de Defesa, anunciado pelo ministro Jobim para setembro, que fim levou?

Numa de suas primeiras declarações o ministro Jobim disse muito energicamente, sobre a crise aérea, que não importava a cor do gato, desde que ele matasse o rato.

A ausência de um Plano de Defesa claro, para uma politéia que tem crises pipocando em volta, parece levar a crer que o ministro se atrapalhou na sua declaração e disse o contrário do que talvez quisesse dizer: que ele achava que, na realidade, a cor do gato é muito mais importante do que a morte do rato.


Alexandre de Souza Costa Barros é Ph.D. em Ciência Política (University of Chicago), é Pró-Reitor do Centro Universitário Unieuro (Brasília). Sócio-Diretor da Early Warning e Presidente do Fórum Empresarial Brasil, membro do Advisory Board do Institute of Brazilian Business and Public Management Issues da George Washington University, de onde é professor visitante. Alexandre também escreve regularmente para o Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo e Gazeta Mercantil, já atuou como comentarista das TVs Globo e Manchete.
E-mail: alexandrebarros@unieuro.edu.br



Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" - (Opinião – Espaço Aberto).
Segunda-feira, 22 de setembro de 2008.



Estão pensando que eu sou bobo – João Ubaldo Ribeiro



Wednesday, September 17, 2008

ATENÇÃO! ISTO É GRAVE, GRAVÍSSIMO.

VEJAM NESTE VÍDEO: O EXÉRCITO BOLIVIANO ESTÁ ATIRANDO PARA MATAR! Um cinegrafista conseguiu registrar o Exército boliviano tomando o controle do aeroporto de Cobija, capital de Pando. Os militares dispararam contra manifestantes desarmados e um homem morreu sem socorro.

A Bolívia já se encontra na eminência de uma guerra civil, causada pelo "índio cocainômano", a despeito do que diz o vagabundo "pinto-cego", que atende pelo vulgo de "celso amorim": "A prisão do governador (Leopoldo Fernández, governador da província de Pando) não acirra a crise na Bolívia". Huuummm! Então está combinado.




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AGORA VEJAM ESTA NOTÍCIA (meio que escondida no site do "Estadão"):

Brasil ajudará na luta contra grupos armados na Bolívia, diz Evo
Publicado no jornal on-line "Estadão.com.br", na seção Internacional, ontem, 16 de setembro de 2008 às 19h24. (Notem: A notícia é procedente de Caracas)

Lula "prometeu enviar ministro da Defesa para ação conjunta", diz presidente boliviano; confrontos já mataram 15.

CARACAS - O chefe de Estado da Bolívia, Evo Morales, pediu nesta terça-feira, 16, a seus opositores que "não façam o povo sofrer" e anunciou que acordou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atuar em conjunto para desmantelar grupos armados em seu país. Lula "me prometeu enviar seu ministro da Defesa para fazer essa ação conjunta", ressaltou Evo por telefone em uma conversa transmitida em meio a uma coletiva de imprensa do presidente venezuelano, Hugo Chávez.

O presidente boliviano acusou o governador de Pando, Leopoldo Fernández, detido nesta terça, e o ex-presidente da Bolívia Jorge Quiroga, dirigente da aliança opositora Podemos, de "organizar" o grupo paramilitar Forças Expedicionárias. "Estão acostumados a utilizar a violência" e "agora usam narcotraficantes, paramilitares e sicários" que operam na fronteira com o Brasil.


VEJAM BEM SENHORES, ESTES VAGABUNDOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER, ESTÃO PRESTES A ENVOLVER O NOSSO PAÍS EM UMA TRÁGICA AVENTURA, COM CONSEQÜÊNCIAS IMPREVISÍVEIS.

O "ser rastejante", que atualmente habita o Palácio do Planalto, o "filho do demônio", que possui apenas nove dedos como se fosse uma marca de sua malevolência, além de estar semeando a discórdia e o desalento entre nossos legítimos cidadãos e a prostituição cívica entre aqueles que por pura safadeza e ignorância são chamados de "povo" ou simplesmente "massa", agora, por ordem de seus "cumpanheiros" do "FORO DE SÃO PAULO", querem nos jogar em uma catastrófica situação de confronto com nossos vizinhos "anticomunistas" da região boliviana da "Media Luna", tudo para "salvar" seus parceiros "comunos-foropaulistanos-bolivarianos", Evo Morales, Hugo Chávez e Rafael Correa da derrocada final que se aproxima inevitavelmente.

Para isto, já encarregou seu "marechal-de-campo", o bundão que responde por "lero-lero jobim", de colocar nossas FFAA à disposição do fornecedor de "coca" dos sócios do "Foro" e com certeza o mesmo será acompanhado por aquela pornográfica figura "boca-de-fossa" que atende por "marco top-top garcia. Esperemos para ver, qual será a atitude que tomarão os "cumandantes" das FFAA, em especial o "cumandante" do EB, aceitará ser "carne-de-canhão" do troglodita "tenente curonel" Chávez, esbirro do "coma-andante" Castro? É capaz!

E o Congresso (Senado Federal), aonde entram nisso? E a Constituição permite que interfiramos na soberania de outro país? Que merda é essa, estamos dependendo unicamente da vontade de um desprezível vagabundo eleito pelos seus iguais? Esse amoral, apenas por enviar um "ministro" do Estado Brasileiro para debater este assunto sem a prévia e devida autorização do Congresso Nacional já poderia ser destituído por crime de responsabilidade. IMPEACHMENT NO CRETINO!

Juro que jamais pensei que isso fosse possível, nosso País sendo exposto internacionalmente como leão-de-chácara de um filho-da-puta de um cocalero-comunista, que usurpou nossas refinarias e gasodutos, pagos com o suor e com certeza algum sangue de CIDADÃOS BRASILEIROS.

Essa "incumbência", foi determinada na tal reunião de Santiago do Chile (Unasul ou Ursal como preferirem), tendo em vista que se o macaco-louco da Venezuela, como era de seu desejo, viesse a interferir diretamente no problema, levaria uma "bordoada" norte-americana, na forma de uma ação mais ou menos semelhante de quando os mesmos invadiram o Iraque (Operação Tempestade no Deserto), com o intuito de defender a soberania do Kuwait, ou seja: deitavam para correr da Bolívia os venezuelanos, cubanos e qualquer outra raça alienígena que por lá estivessem e como de praxe completariam o "serviço" seguindo até Caracas, capturando o "porco escarlate", dando-lhe o mesmo fim que o "temível" Saddam Hussein e libertando o povo da Venezuela do pesadelo que hora lhes acomete.

Mas agora, esta situação parece que está mais próxima de acontecer com o nosso País, ou os nossos "oficiais" antiamericanistas, imaginam que os EUA, ficarão de braços cruzados no caso de uma interferência de nossa parte na Bolívia? Experimentem e verão a canoa furada que irão embarcar, direto para Guantánamo!

Alguns sinais estimulante por parte dos "brothers":

(1) Estão retirando seus cidadãos da Bolívia e já se preparam para operacionalizar as mesmas condições na Venezuela e no Equador.

(2) Puseram em movimento, mesmo ainda não totalmente equipada a tão temida 4a. Frota, inclusive algumas embarcações já encontram-se atracadas no porto da Cidade de Belize-Belize, a meio caminho da região-alvo.

(3) Os bombardeiros russos Tu-160 que estavam estacionados na Venezuela, com data para o retorno somente em meados de outubro, já estão de malas prontas para retornarem as suas bases, fato que deveria acontecer ontem (terça, 16) ou mais tardar hoje (quarta, 17).

G. W. Bush não quer deixar para seu sucessor (McCain), essa "bomba" da América Latrina, ainda mais com os russos querendo se aproveitar da situação, vai resolver essa parada logo. A Bolívia é só o "startup". Tomara!

ACAUTELAI-VOS GENERAIS MELANCIAS: PONHAM SUAS BARBAS PETISTAS-COMUNISTAS DE MOLHO.
THE MARINES ARE COMING!

Bootlead


Foto: General do Exército Brasileiro, ostentando uma
barba "à la Genoíno-PT" (Geraldo). Uma beleza, não?





























Radiografia do caso Obama – Olavo de Carvalho



Sunday, September 14, 2008

 
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