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Monday, March 30, 2009

SALVE 31 DE MARÇO DE 1964!

Foto: General Olympio Mourão Filho - Um Herói Nacional.









































HOMENAGENS AOS HERÓIS BRASILEIROS VÍTIMAS DO TERRORISMO COMUNISTA.


EM SÃO PAULO:








































NO RIO DE JANEIRO:







































































Foto: O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, ainda General-de-Divisão,
entregando o espadim ao Cadete Carlos Eduardo Vernes Mack (25 de agosto de 1960 – AMAN).










































MOMENTOS DECISIVOS
Clovis Purper Bandeira

No mês de março comemoramos o aniversário do Movimento Democrático de 31 de Março de 1964. Você, Novo Camarada, não era nascido nessa época e por certo já ouviu muitas histórias a respeito daqueles acontecimentos, a maioria das quais, infelizmente, não corresponde à verdade histórica e constitui uma releitura distorcida dos fatos, com a finalidade de confirmar, sob um falso manto de pretensa veracidade, as posições e convicções políticas dos derrotados em 1964.

Não pretendo, neste curto espaço de nosso encontro trimestral, lembrar todos os acontecimentos da época, os quais você pode reler nos principais jornais de 1963/64, na biblioteca de sua cidade ou na Internet. Quero, apenas, rememorar três dos acontecimentos cruciais que levaram à intervenção da Forças Armadas, num momento de sério risco para a sobrevivência do regime democrático brasileiro, respondendo ao clamor público que cobrava um basta à situação alarmante em que o país mergulhava. Foram eles o Comício da Central do Brasil, o motim dos marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos e a reunião do Presidente da República com os sargentos no Automóvel Clube.

Tais eventos, ocorridos em março de 1964, culminavam uma série crescente de greves parciais, gerais e de "solidariedade"; aumento do papel político dos sindicatos, alçados à condição de verdadeiros partidos políticos, quando não passavam de centrais de agitação e propaganda esquerdista; cerco e tentativa de intimidação de todos os contrários às mudanças pró-comunismo em andamento; aliciamento de civis e militares por meio de palavras de ordem, ameaças veladas aos não aderentes e premiação ostensiva aos simpatizantes da baderna; paralisação quase total da vida política e econômica do país; surgimento de sindicato de praças na Marinha e dos generais e almirantes "do povo", em oposição aos "gorilas", nome pejorativo que procurava identificar e isolar os militares que não concordavam com o descalabro que só fazia aumentar; dúvidas nas mentes, exigindo decisão entre a lealdade ao governo, à cadeia de comando legal cada vez mais dominada pelas idéias esquerdistas e a resposta ao clamor do povo e da maioria das forças democráticas políticas, econômicas, sociais, militares e religiosas aos desmandos governamentais.

Os sindicatos, os partidos políticos da base governamental, parte da imprensa (sempre dependente da benevolência do governo para importar papel e receber publicidade dos órgãos públicos), os grêmios estudantis, os movimentos sociais, todos estavam infiltrados e "aparelhados" pelos esquerdistas que, em suas próprias palavras, "já haviam tomado o governo, só faltava tomar o poder".

Nos três eventos que citamos, as Forças Armadas foram atingidas em seus valores mais fundamentais, a hierarquia e a disciplina.

No Comício da Central do Brasil, os cartazes alardeavam: "Reformas, na lei ou na marra!" - "Paredón para os gorilas!" – "Partido Comunista com o povo e com o presidente" – "Desta vez o povo será governado através de seus sindicatos" – "República sindicalista para o Brasil!".

Ministros de estado, inclusive os militares, congressistas esquerdistas, militares fardados carregando nos ombros o Almirante Aragão, o Deputado Brizola instigando a assistência, fomentando a revolta popular, apresentando o Presidente da República, que chegava ao palanque, como salvador da Pátria e presidente da República Sindicalista do Brasil, esse era o cenário. No final de seu discurso inflamado, o Presidente João Goulart afirmou: "... advirto o Congresso, os Governadores reacionários, a minoria retrógrada e capitalista, de que o verdadeiro Chefe de Estado, quando circunstâncias excepcionais lhe impõem medidas excepcionais, adota-as. E este que vos fala não recuará. O povo está a mostrar-me o caminho. Eu os conduzirei por este caminho"!

Pouco depois, no Sindicato dos Metalúrgicos, um verdadeiro motim acontecia, promovido pela espúria Associação de Cabos, Marinheiros e Fuzileiros Navais e liderado, entre
outros, pelo tristemente famoso Cabo Anselmo. As tropas de Fuzileiros Navais enviadas para conter o movimento aderiram parcialmente ao mesmo. O Ministro da Marinha foi substituído. Finalmente, os amotinados, chefiados pelo Almirante Aragão, pelo novo Ministro e pelo Cabo Anselmo, os três carregados sobre os ombros, embarcaram em viaturas do Exército e foram conduzidos até o quartel do Batalhão de Guardas, onde foram liberados, com a promessa do governo de que ninguém seria punido. A hierarquia e a disciplina, enxovalhadas nesse episódio, exigiam a reação dos militares conscientes.

Finalmente, no dia 30 de março, o Presidente da República, acompanhado de seus ministros, compareceu ao Automóvel Clube, onde lhe seria prestada uma homenagem pelos sargentos das Forças Armadas, coroando a tática subversiva de separar oficiais e praças, a fim de dividir e enfraquecer as forças militares, último bastião que se opunha à comunização do país.

As palavras, os chavões, as bravatas, tudo lembrava os discursos do Comício da Central do Brasil, que ocorrera apenas dezessete dias antes. Na mesma linha de discurso, o Presidente da República prometia (ameaçava?): "Prometo, para cumprir dentro em breve, que as reformas sairão, quer queiram ou não os reacionários do Congresso. Quer queiram ou não os generais fossilizados e ultrapassados. Quer queiram ou não os políticos traidores, que há muito já deveriam estar banidos da política nacional".

Não havia mais dúvida possível: um golpe sindicalista e comunizante estava em marcha, para ser desencadeado em breve. O Presidente da República, por convicção ou por oportunismo, embarcara nessa aventura. Os fundamentos das Forças Armadas estavam seriamente abalados pela ação ou pela inação dos que deveriam defendê-los.

A contra-revolução, já planejada, precipitou-se e, na manhã de 31 de março, iniciou-se o deslocamento das tropas de Minas Gerais, em direção ao Rio de Janeiro.

A sorte estava lançada e o aparentemente sólido castelo da subversão, inflado pela demagogia e pela propaganda, acreditando numa força que era apenas retórica, desmoronou ao primeiro embate. A Nação estava salva.

Após tanto tempo, Novos Camaradas, rememoremos os graves acontecimentos daqueles idos de 1964. E homenageemos a memória dos bravos patrícios que venceram suas dúvidas e tiveram a coragem de ficar ao lado do verdadeiro interesse nacional, evitando que a nação mergulhasse na treva comunista que ainda infelicitaria tantos povos.

Sobretudo, permaneçamos atentos.


Clovis Purper Bandeira é General-de-Divisão do Exército Brasileiro e 1º Vice-presidente do Clube Militar.








Publicado no site do "CLUBE MILITAR – A Casa da República"



QUE COISINHA MAIS FOFA...




























Vejam o vídeo AQUI, mas prometam manter a calma.




COLIFORMES MENTAIS – Maria Lucia Victor Barbosa




Friday, December 05, 2008

Uh, lá, lá, Lula no se vá!

Foto: O cafajeste que irá "sífu" bem mais cedo do que ele possa imaginar.































SEM QUERER QUERENDO, CHÁVEZ ENTREGA O OURO
por Bootlead

O vídeo abaixo deste texto contém uma síntese da entrevista do putrefato ditador Hugo Chávez da "bolivariana" Venezuela, concedida a correspondentes estrangeiros em Caracas no dia 24 de novembro último, ou seja, um dia após as eleições regionais para governadores e prefeitos realizadas naquele país, onde o "enrustido" tomou uma "surra" por parte do eleitorado mais esclarecido e que realmente conta na Venezuela.

Tal entrevista durou nada menos do que quatro longas e intermináveis horas de disparates e mentiras proferidas pelo indecoroso e anti-higiênico Chávez, porém quando perguntado pela correspondente da rede de televisão norte-americana CNN, a jornalista Patricia Janiot, se ele, Chávez, faria nova tentativa de aprovação de emenda constitucional sobre a sua reeleição indefinidamente, o chulo déspota além de evasivo e ofensivo na resposta à jornalista, que se prolongou por quase trinta minutos, deu-se ao desplante de intrometer-se em assuntos que só interessam a nós brasileiros e, isto em cadeia de rádio e televisão venezuelana e na presença de dezenas de correspondentes da mídia internacional.

Porém, como pode ser visto no vídeo, na altura de mais ou menos quatro minutos decorridos, o burlesco personagem, nos dá uma pista de quais são as intenções do seu parceiro brasileiro, o reles cachaceiro de Garanhuns, no que diz respeito ao tema reeleição presidencial no Brasil. Ou seja, conforme planejado pelo chefe máximo do Foro de São Paulo, o morto-vivo Fidel Castro, essa turma composta pelo próprio Cháves, Evo Morales, Rafael Correa, o tal "bispo" Fernando Lugo do Paraguai, a famiglia mafiosa-peronista dos Kirchner da vizinha república platense e, claro o nosso vagabundo-mor, o execrável Luiz Inácio, não irão largar o poder tão facilmente, eles vieram para ficar e vão fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Note-se, que até agora os citados "cachorros loucos", têm usado a democracia para atingir seus objetivos indizíveis, mesmo que as custas de fraudes eleitorais de todos os tipos e formas (principalmente através de urnas eletrônicas), compra de votos e consciências dos "homens-massa", intimidações, propaganda enganosa e subliminar, aliciamento midiático, etc. Contudo, agora que a tal crise econômica mundial começa a se propagar e instalar-se ruinosamente nos países nos quais os aprendizes de "tiranetes" nadavam às braçadas, o pânico está estabelecido. Como tal fator, "crise", escapa completamente aos seus controles e poderão levar por água abaixo seus planos de perpetuação no poder, os "moleques-do-fidel", terão que acelerar seus planos diabólicos (PAC-Plano de Aceleração Comunista), para impor suas ditaduras e, portanto como última tentativa "pacífica e democrática", tentarão já no ano que vem fazer passar, via emenda constitucional, reforma constitucional, ou até via uma assembléia constituinte exclusiva (caso brasileiro), a reeleição presidencial por prazo indeterminado. Lembrem-se: A Venezuela é o laboratório, o projeto piloto de um plano de comunização de toda a América Latina, um antigo "sonho" arquitetado pelo "lúcifer da ilha", primeiro testam a adoção de medidas ditatoriais na Venezuela, depois as impõem aos países satélites dependentes do petróleo e do dinheiro do tirano de Miraflores, e por fim em nosso país. Desta feita, não será diferente vão tentar reproduzir aqui o que o piloto de provas venezuelano fará por lá, pois o "sonho" do "lúcifer da ilha", não será realizado sem o Brasil.

Assim sendo, invoco os cidadãos brasileiros (eu disse "cidadãos", não estou referindo-me ao tal "povo", aquela cambada disforme de analfabetos funcionais, bolsistas, petistas, comunistas, emessetistas, cutistas e todos estes "istas" que o demônio "caga" diariamente nas esquinas e grotões deste país chamado Brasil), para que fiquem atentos aos sinais que começarão a pipocar aqui e ali, já a partir de janeiro próximo, via impren$a vendida, deputado$ da "ba$e alienada", empre$ário$ de $uce$$o e outro$ meno$ cotado$, para que seja dada a partida ao "Uh, lá, lá, Lula no se vá!".

Atenção: Essa será a última e desesperada tentativa da "canalha comunista" de impor sua ditadura vermelha sem sangue, o que não é habitual por parte daquela raça maldita, caso não obtenham êxito nos seus intentos, partirão sem hesitar para o confronto e a violência, enfim, será instalado o caos inerente a uma guerra civil fratricida, feroz, cruel e sangrenta. É só uma questão de tempo e, como repetia o ex-presidente Collor sensatamente: "O tempo é o senhor da razão!".

Ops! Alguém aí perguntou pelos militares? Respondo: Vão bem obrigado, cumprindo seus deveres constitucionais e ansiosos para receber brevemente com toda a pompa, galhardia e rapapé possíveis, o venerado primeiro-irmão do "lúcifer da ilha", o assassino atroz Raúl Castro, também este, outro "enrustido", conhecido nos antros da pederastia de La Habana como "Raulzito" ou "La China", na dúvida perguntem a Juana de la Caridad (Juanita) Castro Ruz, irmã dos demônios cubanos. Antes porém, no dia oito deste mes, a alta cúpula (atenção eu disse cúpula) das nossas pundonorosas forças participarão do grande almoço festivo anual com o chefete, que nessas ocasiões costuma tratá-los por "bando". O "prato de resistência" deste ano será "Sapos à Moda Petista", iguaria esta, muito apreciada pelos comensais, já que estão habituados a engoli-los com regularidade.





Click na SETA ou no botão PLAY, para ativar o vídeo.


Uh, ah, Chávez no se vá
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

O caudilho Hugo Chávez não se emenda. Durante a campanha para as eleições regionais de novembro, ele ameaçou deixar à míngua de recursos os Estados e municípios que elegessem candidatos oposicionistas. A estes ameaçou de prisão, simplesmente porque a perspectiva de sua vitória eleitoral colocava em risco o projeto do "socialismo do século 21". Temendo que isso não bastasse para intimidar os candidatos e influenciar o eleitorado, mais de uma vez anunciou que mandaria tanques e blindados para esmagar os "traidores". Na véspera do pleito, advertiu que, se perdesse o controle dos Estados e municípios mais populosos, 2009 seria "um ano de guerra" com seus oponentes. Os novos governadores e prefeitos imediatamente depois de eleitos se ofereceram para trabalhar em conjunto com o governo federal para superar os problemas econômicos e sociais do país.

Mas Hugo Chávez declarou guerra aos novos governantes, alegando que os "fascistas" não têm outro plano para governar, além do de derrubá-lo com a ajuda do "império" e do "paramilitarismo colombiano". E conclamou seus partidários a "varrer do mapa" os oposicionistas. Também ordenou às Forças Armadas que se preparem para eventualmente "neutralizar" as forças policiais dos governos de oposição - cujos chefes, lembrou o ministro da Justiça, só podem ser nomeados após a aprovação do governo central, como manda a "lei habilitante" aprovada em outubro. Invocando outra "lei habilitante", Chávez retirou do governador distrital de Caracas - da oposição - a competência para administrar escolas, hospitais e outras instalações metropolitanas.

Concluída a manobra de intimidação dos oposicionistas que conquistaram nas urnas os governos das cidades e regiões mais ricas e populosas do país, o coronel golpista passou a tratar do que realmente lhe interessa. Mandou o seu Partido Socialista Unificado da Venezuela preparar, imediatamente, um projeto de emenda constitucional que permita sua reeleição indefinida. O projeto deve estar pronto em janeiro, para ser votado em referendo em fevereiro.

"Não quero passar 2009 discutindo se Chávez é um tirano, se não é um tirano, se é meio tirano, se é isso ou aquilo. Uma jornada longa, não", esclareceu o caudilho. E anunciou que o lema dessa "batalha" será Uh, ah, Chávez no se vá, convocando para a luta os "batalhões" e "patrulhas" das milícias bolivarianas. De quebra, foi avisando que "não existe chavismo sem Chávez, nem dissidentes, mas traidores".

Quando os venezuelanos rejeitaram em referendo, há um ano, a constituição bolivariana, que condenaria o país a um regime totalitário, chefiado por um ditador vitalício, Hugo Chávez anunciou publicamente que não voltaria a apresentar um projeto de emenda constitucional para se perpetuar no poder. E Chávez, como se sabe, é um homem de palavra. A nova emenda não será apresentada por ele, mas pela Assembléia Nacional, onde se contam nos dedos das mãos os deputados que se opõem a seus projetos ditatoriais. Se for levantada a inconstitucionalidade da proposta - pois a Constituição em vigor, aliás redigida por Chávez em 1999, proíbe a realização de referendo sobre matéria já derrotada, numa mesma legislatura -, o caso irá ao Tribunal Supremo de Justiça, composto também por fiéis seguidores do caudilho.

É mais que provável, portanto, que o novo projeto seja submetido a referendo no exíguo prazo determinado por Chávez. Sua pressa não se deve ao alegado desejo de não sustentar um debate sobre se é ou não tirano. O fato é que a popularidade do ditador continua alta, mas diminui rapidamente a possibilidade de impor sua vontade e seus projetos aos venezuelanos. Perdeu o referendo do ano passado, sofreu uma grave derrota nas eleições regionais de 23 de novembro e as oposições, antes fragmentadas, finalmente descobriram que a união é o único caminho para vencer o ditador.

Além disso, os venezuelanos estão se dando conta de que a retórica revolucionária de Chávez tem um custo elevadíssimo. Não falta dinheiro para financiar movimentos bolivarianos na Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba. Mas na Venezuela faltam bens de primeira necessidade, moradias e condições dignas de vida, pioradas por uma grave crise fiscal e uma inflação de mais de 30%.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Quinta-feira, 04 de dezembro de 2008.










Santa Catarina: Gastos, desastres, acidentes? NÃO!




As três faces de um canalha – Cel Paulo Carvalho Espíndola



Wednesday, February 27, 2008

Este é o tipo de armamento que se encontram nas mãos do MST.

Foto: De cima para baixo, fuzil de assalto AKM (Irã ou China?) e fuzil de assalto Kalashnikov AK-103 (Rússia).

































Reflexão IV
por Aluisio Madruga

Partido dos Trabalhadores
Seu desgoverno e as Forças Armadas - a Revolução Petista em marcha

Depois de tudo que já foi dito, creio ser fácil concluir que não é possível continuarmos perpetuando a falácia dos "pobres heróis", que tombaram sob a fuzilaria do "opressor" Exército Brasileiro.

Esses "pobres heróis inocentes" estavam a serviço de quem? Quem os recrutava? Quais eram seus objetivos? Quem os comandava?

É importante que fique claro que desde 1961 já havia uma Revolução em andamento, liderada pelos comunistas, e que a Nação estava em perigo, a soberania do Brasil estava ameaçada e foi preciso agir em defesa da Pátria – então veio a Contra–Revolução de 1964.

Devemos ter em mente que a farsa dos esquerdistas, seguidores de Marx, Lênin, Stalin, Trotski e Gramsci, além de outros, continuará. Não há interesse de que as suas idéias sejam discutidas e entendidas popularmente, porque, se assim o forem, elas não poderão ser utilizadas como bandeiras de manipulação das massas.

Ainda há muito a dizer e é preciso ser dito. Vamos então citar várias declarações feitas por militantes do Partido dos Trabalhadores para que o leitor, ao conhecê-las, possa aquilatar o grau de violência revolucionária existente dentro do partido, particularmente, em relação às Forças Armadas. Então vamos a elas:

"Nossa estratégia, desde logo, prevê a acumulação de forças visando uma ruptura radical com a ordem burguesa, pois a destruição do Estado burguês, historicamente, é um passo imprescindível para a construção de uma sociedade sem classes, igualitária". (Encontro de sindicalistas do PT- Diadema-SP, de 16 a 18 de maio de 1986).

O Presidente do PT afirmou, em Caçapava/SP, que: "O poder tem que ser tomado pelos trabalhadores, pela conscientização como classe, ou na marra". Não chega a ser uma doutrina, apesar do reiterado gosto do Sr, Luís Inácio Lula da Silva pela Luta Armada. (Publicado no "Jornal do Brasil" - Editorial de 23 de julho de 1986).

"A transformação da sociedade será armada, porque a burguesia estará armada para impedir que os trabalhadores acabem com esse estado de exploração. Infelizmente haverá muitas mortes e correrá muito sangue, pois ninguém é ingênuo para pensar ao contrário". (Otávio Rodrigues de Carvalho, a época vereador do PT e militante da organização trotskista Tendência Partidária Democracia Socialista - TP/DS, em entrevista ao jornal. "A Gazeta", edição de 09 de abril de 1989.)

"Não se constrói o socialismo apenas com um processo político meramente nacional. Deve-se, portanto, trabalhar em conjunto com o PT peruano, o Movimiento de Isquerda Revolucionário(MIR) do Chile, o Movimiento Al Socialismo (MAS) da Argentina etc. A tática a ser adotada, deve ser a de tomar o poder através do movimento de massas, e não pela via eleitoral". (Anísio Garcez Homem, militante da organização trotskista “ O Trabalho Para Reconstrução da Quarta Internacional – OT/QI. Discurso na Câmara Municipal de Curitiba-PR, durante encontro promovido pelo PT paranaense, em 02 de Julho de 1989).

"Estamos no processo revolucionário; A revolução não começa com a ruptura, mas por mudanças de comportamento, de idéias, por uma ruptura ideológica; A revolução já está acontecendo e ver tantos jovens aqui reunidos, discutindo, demonstra isso; A Prefeitura pode representar um instrumento da revolução; Assim como as Comunidades Eclesiais de Base, os movimentos populares politizados e partidos políticos como instrumento de classe, também uma Prefeitura pode representar um instrumento da revolução; O que nos identifica é nossa condição de trabalhadores revolucionários." (Discurso da então prefeita de São Paulo pelo PT Luíza Erundina, durante encerramento do Curso de Verão em 04 de fevereiro de 1989 - São Paulo-SP, para agentes pastorais das Comunidades Eclesiais de Base).

"Não descarto o uso das armas se esta for uma decisão não só de um partido mas da maioria da população". (Entrevista de Luíza Erundina ao Jornal Report on The América, editado em Nova Iorque e publicada no jornal "Correio Braziliense" de 25 de maio de 1989).

Luiz Carlos Prestes e seus seguidores tinham abandonado o PCB por não concordarem com o nível, segundo eles, de pacifismo do partido, tendo sido criada a "ALA PRESTES" que se enquistou no PT, ocasião em que Prestes declarou: "A forma de revolução é secundária. O importante é o emprego de uma tática justa. Não creio que se possa descartar uma revolução sem conflitos do tipo guerra civil ou armada. Em qualquer situação haverá violência". (Publicado no jornal "Folha de S. Paulo" de 04 de maio de 1986).


Aluisio Madruga de Moura e Souza é Coronel do Exército Brasileiro, e autor dos livros: "Movimento Comunista Brasileiro: Guerrilha do Araguaia - Revanchismo: A Grande Verdade" e "Documentário - Desfazendo Mitos da Luta Armada"

N.R. A leitura destes dois livros é imprescindível para aqueles que se interessam pela verdade dos fatos e não pelas versões mentirosas difundidas pelos comunas. Ambos estão à venda na Livraria Brasil.Net.

Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais" - (Regional Brasília).
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008.





O Brasil progride enquanto dorme – Arnaldo Jabor

A História jamais absolverá "el comandante" – Carlos Alberto Montaner

Wednesday, February 20, 2008

O ovo da serpente!




































Reflexão III
por Aluisio Madruga

Partido dos Trabalhadores
Seu desgoverno e as Forças Armadas - a Revolução Petista em marcha

Na atualidade, escrever na internet sobre o desgoverno do PT, após tudo o que tem sido publicado na imprensa escrita, falada e televisada pode parecer a muitos como um “disparate”. Mas estou convicto que não o é.

Por total incapacidade ou omissão dos verdadeiros democratas, os comunistas, no final do século passado, após terem sido derrotados em 1964, voltaram a dominar vários setores da política nacional. Veio o novo século e com eles os tempos mudaram.

Depois de uma campanha milionária e mal explicada, liderados pelo senhor Luís Inácio Lula da Silva, os comunistas mais cruéis e violentos chegaram ao governo, multiplicaram-se, avolumaram-se e viraram “estrelas”.

Com eles veio o comunismo disfarçado e o terrorismo institucionalizado, marcado por “saques” dissimulados ao erário público, em prol deles mesmos e a tentativa de continuarem no governo. Visam à busca do poder, ou seja, o domínio total, não só do Executivo, como também do Legislativo e do Judiciário. Para isso necessitam do controle das mentes das massas, o que estão conseguindo com os “vales alimentação, escola e tantos outros” que redundam na compra da barriga do pobre. Por intermédio da corrupção compram várias consciências, desde membros dos três poderes e até alguns industrias. Está tudo dominado!

Surgem as perguntas e todas sem resposta.

Por que o prefeito do PT Celso Daniel foi seqüestrado, assassinado ou justiçado? Foi porque não quis mais participar de esquemas de obtenção de dinheiro que estariam em curso no PT? Foi porque sabia demais? Foi porque poderia vir a ocupar, no governo federal, o lugar de José Dirceu? Foi por que iria acabar, ou atrapalhar, a escalada dos justos?

E o prefeito de Campinas, o Toninho do PT? Quais as razões pelas quais foi assassinado?

O José Dirceu e o Genoino eram companheiros de luta armada, sendo que o primeiro na guerrilha urbana e o segundo na guerrilha rural. Foram guerrilheiros escolhidos por Lula para ocupar cargos no topo do governo.

Governaram o país. Deu no que deu. Surgiu o “mensalão”.

No lugar do José Dirceu, o Presidente colocou, como Ministra Chefe da Casa Civil, outra guerrilheira urbana, a senhora Dilma Rousseff.

Não fosse o deputado Roberto Jefferson, com o dedo indicador bastante sujo, como a maioria dos políticos e de outras autoridades nacionais, apontar toda a falcatrua coordenada pela cúpula do PT, visando sua manutenção no governo e a busca da implantação de um partido único no Brasil, até hoje, e quem sabe para sempre, estaríamos sem nada saber.

Quanto ao Presidente Lula, este é um homem “inocente”, atrapalhado, que profere discursos lamentáveis, óbvios, fala dos pais que “nasceram analfabetos”, mas não dos problemas nacionais que necessitam urgentemente de solução como saúde pública, educação e segurança, além de muitos outros. Pisoteia a escola e aqueles que fazem esforços para estudar, quando estufa o peito e se vangloria de ter chegado à Presidência da República sem ter curso superior, formação esta desnecessária e inútil (nas entrelinhas).

É um homem tão virtuoso e tão heróico que conseguiu chegar à Presidência da República com o cérebro do Dirceu, com o trabalho de um marqueteiro como Duda Mendonça, com a generosidade financeira inesgotável de Marcos Valério, com a militância cega, com a ganância infinita e irresponsável de alguns industriais e com o desvario popular.

Mas quem governaria seria o José. O Dirceu, que é bem mais astuto, inteligente, frio. Ele que, ainda hoje, permanece nos bastidores, à distancia, como um grande diretor teatral da chamada corrente majoritária do PT, que acaba de ser reestruturada dentro do partido.

No palco, o ator principal interpreta tão magnificamente, que consegue temperar as suas falas com piadas e expressões inadequadas para um Presidente. Boas piadas e analogias engraçadas. Quase convence de que tudo é real, verossímil. Tudo pelo povo, pelo Brasil. Além de presidente amador é também artista amador. Aliás, hoje no Brasil do Partido dos Trabalhadores amadorismo é moda.

O Presidente é uma estrela. Vermelha! Bem Vermelha. Como também é amigo do ditador Fidel Castro, dos Presidentes Hugo Chávez, Evo Morales e fundador do Foro de São Paulo, com Fidel Castro e outros, organização internacional da qual fazem parte várias organizações terroristas.

Tem boas intenções... Não sabia e continua não sabendo de nada. Do esquema do mensalão, das malas de dinheiro e muito menos do recente escândalo dos cartões corporativos. Como também não sabiam o Dirceu, Genoino, João Paulo e tantos outros. Que traição! Também, quem mandou confiar no Delúbio e no Silvinho. É, Silvinho, este mesmo que acabou de ser condenado pelo STF a prestar serviço comunitário, sem que nem mesmo constasse da sentença aonde e para quem. Este é o Brasil no qual ninguém consegue mais se indignar.

Roberto Jefferson não diz, mas sugere uma grande questão: para que tanto dinheiro? Seria para saldar dívidas de campanha? Sendo o PT um partido de trabalhadores, popular, por que e para que tanto luxo, tanta pompa, tanta ostentação?

O dinheiro (muito dinheiro), além da simples corrupção pessoal, deve estar servindo para financiar o Governo e o PT e tudo que ainda não sabemos ou só imaginamos saber.

O MST e o MLST, por exemplo, quem os financia, dirige, manobra, desloca? Hoje, depois da invasão da Câmara dos Deputados já sabemos que o MLST é dirigido por Bruno Maranhão, ex-militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), amigo particular de Lula e militante de projeção no PT. Essa organização recebe verba do governo, como o MST e tantas outras. Elas, assim como a CUT, são o braço armado do PT.

Mas os que atuam nestas organizações ainda não pararam para pensar que muitos militantes que ajudaram a fazer a revolução russa, chinesa, cubana etc, por serem considerados mão-de-obra, não tiveram benefícios especiais. E outros, por serem considerados ideologicamente fracos e saberem demais, entraram no mesmo rol dos “traidores”. Tiveram milhares de parceiros e companheiros assassinados, familiares torturados e mortos e tratamento desumano como todo o povo.

Chega de desgoverno em busca do caos, para em seguida, das cinzas, estabelecer um governo ditatorial, de partido único, como ocorre há mais de 48 anos, em Cuba.

Em prosseguimento, estaremos difundindo o artigo Reflexão IV.


Aluisio Madruga de Moura e Souza é Coronel do Exército Brasileiro e autor dos livros: "Movimento Comunista Brasileiro: Guerrilha do Araguaia - Revanchismo: A Grande Verdade" e "Documentário - Desfazendo Mitos da Luta Armada"

N.R. A leitura destes dois livros é imprescindível para aqueles que se interessam pela verdade dos fatos e não pelas versões mentirosas difundidas pelos comunas. Ambos estão à venda na Livraria Brasil.Net.

Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais" - (Regional Brasília).
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008.



Tirem suas próprias conclusões quanto ao que venho afirmando sobre quem é Dna. Dilma "Stella" Rousseff:

Estilo capataz na Casa Civil

Ex-figurão do governo coleciona histórias da "delicadeza" da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Eis uma delas:

Participavam de reunião coletiva em seu gabinete, certa vez, dois diretores da BR Distribuidora. Ela não gostou das intervenções da dupla, ligou para o presidente da estatal e, diante de todos, ordenou aos gritos: "Na próxima vez, mande gente competente". Desligou, olhou para os dois e despachou: "Vocês aí, rua!".

Publicado no site "claudiohumberto.com.br"
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008, 0h00.


N.R. Alguém tem alguma dúvida de que esta "gfdp" agiria da mesma maneira com os Gal Felix, Gal Enzo, Brig Saito ou com o Alm Moura Neto. O que fazer com essa delinqüente após sua captura? Se possível deixem este "serviço" por minha conta. Me sentiria honrado pela confiança depositada.
Bootlead





Dessa vez Lula não foi bobo. Foi leviano – Ricardo Noblat

Um Governo Surrealista – Cel Av Luís Mauro

Tuesday, September 18, 2007

E então senhores, vão permanecer com estas "caras de paisagem", enquanto nossas crianças são "doutrinadas"?
É O FUTURO DO BRASIL QUE ESTÁ EM JOGO!
































Click aqui para ver a imagem ampliada.


O que ensinam às nossas crianças
por Ali Kamel

Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático "Nova História Crítica, 8ª série" distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.

Sobre o que é hoje o capitalismo: "Terras, minas e empresas são propriedade privada. As decisões econômicas são tomadas pela burguesia, que busca o lucro pessoal. Para ampliar as vendas no mercado consumidor, há um esforço em fazer produtos modernos. Grandes diferenças sociais: a burguesia recebe muito mais do que o proletariado. O capitalismo funciona tanto com liberdades como em regimes autoritários."

Sobre o ideal marxista: "Terras, minas e empresas pertencem à coletividade. As decisões econômicas são tomadas democraticamente pelo povo trabalhador, visando o (sic) bem-estar social. Os produtores são os próprios consumidores, por isso tudo é feito com honestidade para agradar à (sic) toda a população. Não há mais ricos, e as diferenças sociais são pequenas. Amplas liberdades democráticas para os trabalhadores." Sobre Mao Tse-tung: "Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador."

Sobre a Revolução Cultural Chinesa: "Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas. Velhos administradores foram substituídos por rapazes cheios de idéias novas. Em todos os cantos, se falava da luta contra os quatro velhos: velhos hábitos, velhas culturas, velhas idéias, velhos costumes. (...) No início, o presidente Mao Tse-tung foi o grande incentivador da mobilização da juventude a favor da Revolução Cultural. (...) Milhões de jovens formavam a Guarda Vermelha, militantes totalmente dedicados à luta pelas mudanças. (...) Seus militantes invadiam fábricas, prefeituras e sedes do PC para prender dirigentes "politicamente esclerosados". (...) A Guarda Vermelha obrigou os burocratas a desfilar pelas ruas das cidades com cartazes pregados nas costas com dizeres do tipo: "Fui um burocrata mais preocupado com o meu cargo do que com o bem-estar do povo." As pessoas riam, jogavam objetos e até cuspiam. A Revolução Cultural entusiasmava e assustava ao mesmo tempo."

Sobre a Revolução Cubana e o paredão: "A reforma agrária, o confisco dos bens de empresas norte-americanas e o fuzilamento de torturadores do exército de Fulgêncio Batista tiveram inegável apoio popular." Sobre as primeiras medidas de Fidel: "O governo decretou que os aluguéis deveriam ser reduzidos em 50%, os livros escolares e os remédios, em 25%." Essas medidas eram justificadas assim: "Ninguém possui o direito de enriquecer com as necessidades vitais do povo de ter moradia, educação e saúde."

Sobre o futuro de Cuba, após as dificuldades enfrentadas, segundo o livro, pela oposição implacável dos EUA e o fim da ajuda da URSS: "Uma parte significativa da população cubana guarda a esperança de que se Fidel Castro sair do governo e o país voltar a ser capitalista, haverá muitos investimentos dos EUA. (...) Mas existe (sic) também as possibilidades de Cuba voltar a ter favelas e crianças abandonadas, como no tempo de Fulgêncio Batista. Quem pode saber?"

Sobre os motivos da derrocada da URSS: "É claro que a população soviética não estava passando fome. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. (...) Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas... Para nós, do Terceiro Mundo, quase um sonho não é verdade? Acontecia que o povo da segunda potência mundial não queria só melhores bens de consumo. Principalmente a intelligentsia (os profissionais com curso superior) tinham (sic) inveja da classe média dos países desenvolvidos (...) Queriam ter dois ou três carros importados na garagem de um casarão, freqüentar bons restaurantes, comprar aparelhagens eletrônicas sofisticadas, roupas de marcas famosas, jóias. (...) Karl Marx não pensava que o socialismo pudesse se desenvolver num único país, menos ainda numa nação atrasada e pobre como a Rússia tzarista. (...) Fica então uma velha pergunta: e se a revolução tivesse estourado num país desenvolvido como os EUA e a Alemanha? Teria fracassado também?"

Esses são apenas alguns poucos exemplos. Há muito mais. De que forma nossas crianças poderão saber que Mao foi um assassino frio de multidões? Que a Revolução Cultural foi uma das maiores insanidades que o mundo presenciou, levando à morte de milhões? Que Cuba é responsável pelos seus fracassos e que o paredão levou à morte, em julgamentos sumários, não torturadores, mas milhares de oponentes do novo regime? E que a URSS não desabou por sentimentos de inveja, mas porque o socialismo real, uma ditadura que esmaga o indivíduo, provou-se não um sonho, mas apenas um pesadelo?

Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Se não for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém*.


(*) Notem leitores, o jornalista Ali Kamel, em seu último parágrafo faz um apelo para que alguém tome providências sobre o crime de traição, que está sendo cometido contra a Pátria. Porém nem menciona aqueles "senhores" da foto acima, provavelmente porque tem consciência que os mesmos não têm çondições sequer de se autodefenderem, quanto mais de salvar o Brasil do comunismo assassino que já está preponderando entre nós. Estes "senhores" preferem se esconder atrás do pretexto de que respeitam a "Constituição", a mesma fraudada pelo seu atual "bravo chefe", a tomarem alguma atitude espelhada nos HOMENS DE HONRA de 1964.
A NOSSA ÚNICA ESPERANÇA ESTÁ NO "LESTE". MORTE AOS COMUNISTAS!
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Ali Kamel, nasceu no Rio de Janeiro em 1962, formou-se em Sociologia e Jornalismo. Em 1982, estagiou no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e na “Rádio Jornal do Brasil”. Quando o contrato com o IBGE acabou, continuou a trabalhar na rádio. Com menos de três anos de profissão, assumiu o cargo de chefe da sucursal e repórter no Rio da revista “Afinal”. Já em 1986, Kamel tornou-se subchefe da sucursal da revista “Veja” no Rio. Em 1991, tornou-se chefe da sucursal de “O Globo”, onde permaneceu por 11 anos e em junho de 2001, transferiu-se para a TV Globo. Atualmente, é Diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo e colunista do jornal “O Globo”.




Publicado no jornal "
O Globo".
Terça-feira, 18 de setembro de 2007.


Thursday, July 05, 2007

Rumo à Praça dos Três Poderes.


































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CARTA AOS PATRIOTAS DAS FORÇAS ARMADAS
por Prado

Companheiros militares, o futuro dirá quem esteve equivocado. Se vocês me apontarem nos anos vindouros o bem-estar geral do País e venha o povo sentir que realmente se impôs uma verdadeira justiça social, me alegrarei de haver-me equivocado ao defender com tanta firmeza a necessidade de mudança.

Penso que é preciso tranqüilizar muita gente envenenada pela propaganda marxista. Posso estar errado, mas acredito em minhas idéias e acho que elas são também de muitos brasileiros. Entendo que as Forças Armadas não desejam a ditadura. Não pretendem revanche contra os seus detratores. Ao contrário, pugnam pelo desaparecimento da grande mancha de ódio lançada pelos que pretendem separá-la da Nação.

Ao advogar uma Revolução Nacional não vislumbro nisso sinônimo de tirania. Inversamente, seria feita para defender a lei e a ordem. Para preservar e honrar a Constituição. Jamais admitiria um regime que suprima o amplo direito de defesa. Jamais toleraria qualquer violação injusta à integridade física de quem quer que seja. Entendo que só deveriam temer uma nova ordem institucional os criminosos de todos os gêneros. Os que roubam o dinheiro do País. Os que roubam o dinheiro do povo. Os que transformaram as instituições públicas em casas de vantagens para si, para parentes e para amigos. Ninguém seria detido pelas suas idéias. Todos responderiam por seus atos. O que se buscaria seria fazer do Brasil uma sociedade mais justa e igualitária. Um pacto de solidariedade social que sensibilizasse os mais ricos a pensarem nas vicissitudes dos mais pobres e aos mais pobres fosse assegurada a possibilidade de ascensão econômica.

Proclamaríamos a intenção de assegurar nossa absoluta convicção de não permitir sob nenhuma circunstância que o marxismo tomasse conta do Brasil. Trabalharíamos para assegurar que o fracasso da democracia medíocre que hoje vemos não seria substituído por mais corrupção, abuso de poder, intolerância e desonestidade sob qualquer matiz.

Asseguraríamos que os aduladores e aderentes de última hora não deformariam os objetivos a serem alcançados.

Ninguém ousaria a utilização das novas instituições prometidas para seus interesses pessoais e egoísticos, para o abuso, para a prepotência, mesmo em relação aos adversários vencidos.

Companheiros militares incumbe às Forças Armadas, formadas constitucionalmente pelo Exército, pela Marinha e pela Aeronáutica, zelar pela organização política do Estado, defendê-lo em sua integridade física, moral e preservar a sua identidade histórica-cultural. Sua missão suprema é assegurar, sobre qualquer outra consideração, a sobrevivência daqueles valores, que são os superiores e permanentes da nacionalidade brasileira.

Reconhecendo-se que a Pátria se encontra em processo de destruição e desagregação, impõe-se a restauração de uma verdadeira Justiça, de um Legislativo com dignidade, de um Executivo que pugne pelo progresso e pelo desenvolvimento que os ventos mundiais exigem, ao invés do engodo da demagogia barata, do assistencialismo eleitoreiro, da falcatrua criminosa.

As Forças Armadas não servem ou sustentam um partido ou uma ideologia. Essencialmente profissionais, hierarquizadas, obedientes, disciplinadas, dão exemplo de organização e patriotismo. Contudo, como forças vivas e dinâmicas por excelência não podem omitir-se diante das continuadas quebras da constitucionalidade. Como máxima expressão da soberania da Pátria, não podem permitir seja enxovalhada a nossa Bandeira e que se ponha em risco a segurança nacional.

As Forças Armadas do Brasil se encontram em grau de inferioridade crescente diante de congêneres sul-americanas. Seus planos de reequipamento, mesmo aprovados pelo Governo, são corroídos pela sabotagem dos tecnocratas marxistas, pelo êxodo de pessoal técnico, por razões de ordem salarial, estando ameaçadas as suas capacidades operativa e logística.

Por tudo isso e por muito mais que poderá ser acrescentado pelos companheiros, estimo que essa noite de trevas não dure muito mais. E que se faça o que é preciso fazer.



Prado é um membro do Grupo Guararapes.

Publicado no site do Grupo Guararapes.
Quarta-feira, 04 de julho de 2007.


"SOBERANIA" = MORTE AO COMUNISMO!
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