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Friday, December 05, 2008

Uh, lá, lá, Lula no se vá!

Foto: O cafajeste que irá "sífu" bem mais cedo do que ele possa imaginar.































SEM QUERER QUERENDO, CHÁVEZ ENTREGA O OURO
por Bootlead

O vídeo abaixo deste texto contém uma síntese da entrevista do putrefato ditador Hugo Chávez da "bolivariana" Venezuela, concedida a correspondentes estrangeiros em Caracas no dia 24 de novembro último, ou seja, um dia após as eleições regionais para governadores e prefeitos realizadas naquele país, onde o "enrustido" tomou uma "surra" por parte do eleitorado mais esclarecido e que realmente conta na Venezuela.

Tal entrevista durou nada menos do que quatro longas e intermináveis horas de disparates e mentiras proferidas pelo indecoroso e anti-higiênico Chávez, porém quando perguntado pela correspondente da rede de televisão norte-americana CNN, a jornalista Patricia Janiot, se ele, Chávez, faria nova tentativa de aprovação de emenda constitucional sobre a sua reeleição indefinidamente, o chulo déspota além de evasivo e ofensivo na resposta à jornalista, que se prolongou por quase trinta minutos, deu-se ao desplante de intrometer-se em assuntos que só interessam a nós brasileiros e, isto em cadeia de rádio e televisão venezuelana e na presença de dezenas de correspondentes da mídia internacional.

Porém, como pode ser visto no vídeo, na altura de mais ou menos quatro minutos decorridos, o burlesco personagem, nos dá uma pista de quais são as intenções do seu parceiro brasileiro, o reles cachaceiro de Garanhuns, no que diz respeito ao tema reeleição presidencial no Brasil. Ou seja, conforme planejado pelo chefe máximo do Foro de São Paulo, o morto-vivo Fidel Castro, essa turma composta pelo próprio Cháves, Evo Morales, Rafael Correa, o tal "bispo" Fernando Lugo do Paraguai, a famiglia mafiosa-peronista dos Kirchner da vizinha república platense e, claro o nosso vagabundo-mor, o execrável Luiz Inácio, não irão largar o poder tão facilmente, eles vieram para ficar e vão fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Note-se, que até agora os citados "cachorros loucos", têm usado a democracia para atingir seus objetivos indizíveis, mesmo que as custas de fraudes eleitorais de todos os tipos e formas (principalmente através de urnas eletrônicas), compra de votos e consciências dos "homens-massa", intimidações, propaganda enganosa e subliminar, aliciamento midiático, etc. Contudo, agora que a tal crise econômica mundial começa a se propagar e instalar-se ruinosamente nos países nos quais os aprendizes de "tiranetes" nadavam às braçadas, o pânico está estabelecido. Como tal fator, "crise", escapa completamente aos seus controles e poderão levar por água abaixo seus planos de perpetuação no poder, os "moleques-do-fidel", terão que acelerar seus planos diabólicos (PAC-Plano de Aceleração Comunista), para impor suas ditaduras e, portanto como última tentativa "pacífica e democrática", tentarão já no ano que vem fazer passar, via emenda constitucional, reforma constitucional, ou até via uma assembléia constituinte exclusiva (caso brasileiro), a reeleição presidencial por prazo indeterminado. Lembrem-se: A Venezuela é o laboratório, o projeto piloto de um plano de comunização de toda a América Latina, um antigo "sonho" arquitetado pelo "lúcifer da ilha", primeiro testam a adoção de medidas ditatoriais na Venezuela, depois as impõem aos países satélites dependentes do petróleo e do dinheiro do tirano de Miraflores, e por fim em nosso país. Desta feita, não será diferente vão tentar reproduzir aqui o que o piloto de provas venezuelano fará por lá, pois o "sonho" do "lúcifer da ilha", não será realizado sem o Brasil.

Assim sendo, invoco os cidadãos brasileiros (eu disse "cidadãos", não estou referindo-me ao tal "povo", aquela cambada disforme de analfabetos funcionais, bolsistas, petistas, comunistas, emessetistas, cutistas e todos estes "istas" que o demônio "caga" diariamente nas esquinas e grotões deste país chamado Brasil), para que fiquem atentos aos sinais que começarão a pipocar aqui e ali, já a partir de janeiro próximo, via impren$a vendida, deputado$ da "ba$e alienada", empre$ário$ de $uce$$o e outro$ meno$ cotado$, para que seja dada a partida ao "Uh, lá, lá, Lula no se vá!".

Atenção: Essa será a última e desesperada tentativa da "canalha comunista" de impor sua ditadura vermelha sem sangue, o que não é habitual por parte daquela raça maldita, caso não obtenham êxito nos seus intentos, partirão sem hesitar para o confronto e a violência, enfim, será instalado o caos inerente a uma guerra civil fratricida, feroz, cruel e sangrenta. É só uma questão de tempo e, como repetia o ex-presidente Collor sensatamente: "O tempo é o senhor da razão!".

Ops! Alguém aí perguntou pelos militares? Respondo: Vão bem obrigado, cumprindo seus deveres constitucionais e ansiosos para receber brevemente com toda a pompa, galhardia e rapapé possíveis, o venerado primeiro-irmão do "lúcifer da ilha", o assassino atroz Raúl Castro, também este, outro "enrustido", conhecido nos antros da pederastia de La Habana como "Raulzito" ou "La China", na dúvida perguntem a Juana de la Caridad (Juanita) Castro Ruz, irmã dos demônios cubanos. Antes porém, no dia oito deste mes, a alta cúpula (atenção eu disse cúpula) das nossas pundonorosas forças participarão do grande almoço festivo anual com o chefete, que nessas ocasiões costuma tratá-los por "bando". O "prato de resistência" deste ano será "Sapos à Moda Petista", iguaria esta, muito apreciada pelos comensais, já que estão habituados a engoli-los com regularidade.





Click na SETA ou no botão PLAY, para ativar o vídeo.


Uh, ah, Chávez no se vá
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

O caudilho Hugo Chávez não se emenda. Durante a campanha para as eleições regionais de novembro, ele ameaçou deixar à míngua de recursos os Estados e municípios que elegessem candidatos oposicionistas. A estes ameaçou de prisão, simplesmente porque a perspectiva de sua vitória eleitoral colocava em risco o projeto do "socialismo do século 21". Temendo que isso não bastasse para intimidar os candidatos e influenciar o eleitorado, mais de uma vez anunciou que mandaria tanques e blindados para esmagar os "traidores". Na véspera do pleito, advertiu que, se perdesse o controle dos Estados e municípios mais populosos, 2009 seria "um ano de guerra" com seus oponentes. Os novos governadores e prefeitos imediatamente depois de eleitos se ofereceram para trabalhar em conjunto com o governo federal para superar os problemas econômicos e sociais do país.

Mas Hugo Chávez declarou guerra aos novos governantes, alegando que os "fascistas" não têm outro plano para governar, além do de derrubá-lo com a ajuda do "império" e do "paramilitarismo colombiano". E conclamou seus partidários a "varrer do mapa" os oposicionistas. Também ordenou às Forças Armadas que se preparem para eventualmente "neutralizar" as forças policiais dos governos de oposição - cujos chefes, lembrou o ministro da Justiça, só podem ser nomeados após a aprovação do governo central, como manda a "lei habilitante" aprovada em outubro. Invocando outra "lei habilitante", Chávez retirou do governador distrital de Caracas - da oposição - a competência para administrar escolas, hospitais e outras instalações metropolitanas.

Concluída a manobra de intimidação dos oposicionistas que conquistaram nas urnas os governos das cidades e regiões mais ricas e populosas do país, o coronel golpista passou a tratar do que realmente lhe interessa. Mandou o seu Partido Socialista Unificado da Venezuela preparar, imediatamente, um projeto de emenda constitucional que permita sua reeleição indefinida. O projeto deve estar pronto em janeiro, para ser votado em referendo em fevereiro.

"Não quero passar 2009 discutindo se Chávez é um tirano, se não é um tirano, se é meio tirano, se é isso ou aquilo. Uma jornada longa, não", esclareceu o caudilho. E anunciou que o lema dessa "batalha" será Uh, ah, Chávez no se vá, convocando para a luta os "batalhões" e "patrulhas" das milícias bolivarianas. De quebra, foi avisando que "não existe chavismo sem Chávez, nem dissidentes, mas traidores".

Quando os venezuelanos rejeitaram em referendo, há um ano, a constituição bolivariana, que condenaria o país a um regime totalitário, chefiado por um ditador vitalício, Hugo Chávez anunciou publicamente que não voltaria a apresentar um projeto de emenda constitucional para se perpetuar no poder. E Chávez, como se sabe, é um homem de palavra. A nova emenda não será apresentada por ele, mas pela Assembléia Nacional, onde se contam nos dedos das mãos os deputados que se opõem a seus projetos ditatoriais. Se for levantada a inconstitucionalidade da proposta - pois a Constituição em vigor, aliás redigida por Chávez em 1999, proíbe a realização de referendo sobre matéria já derrotada, numa mesma legislatura -, o caso irá ao Tribunal Supremo de Justiça, composto também por fiéis seguidores do caudilho.

É mais que provável, portanto, que o novo projeto seja submetido a referendo no exíguo prazo determinado por Chávez. Sua pressa não se deve ao alegado desejo de não sustentar um debate sobre se é ou não tirano. O fato é que a popularidade do ditador continua alta, mas diminui rapidamente a possibilidade de impor sua vontade e seus projetos aos venezuelanos. Perdeu o referendo do ano passado, sofreu uma grave derrota nas eleições regionais de 23 de novembro e as oposições, antes fragmentadas, finalmente descobriram que a união é o único caminho para vencer o ditador.

Além disso, os venezuelanos estão se dando conta de que a retórica revolucionária de Chávez tem um custo elevadíssimo. Não falta dinheiro para financiar movimentos bolivarianos na Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba. Mas na Venezuela faltam bens de primeira necessidade, moradias e condições dignas de vida, pioradas por uma grave crise fiscal e uma inflação de mais de 30%.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Quinta-feira, 04 de dezembro de 2008.










Santa Catarina: Gastos, desastres, acidentes? NÃO!




As três faces de um canalha – Cel Paulo Carvalho Espíndola



Friday, April 25, 2008

Tupiniquins go home!

Figura: Stars and Stripes of the Brazilian Empire. Cucarachas: Burn this flag!

























Nós, os imperialistas
por João Mellão Neto

Isso, um dia, haveria fatalmente de acontecer. De Lenin para cá, o inimigo dos povos pobres eram os países desenvolvidos, que usavam até mesmo a força para obrigar aqueles a comerciar com desvantagem. Segundo Vladimir Ulianov - nome verdadeiro do líder da Revolução Russa, os ricos não exploravam mais os pobres em seus próprios países, preferiam unir suas forças para tirar proveito das nações menos desenvolvidas. Inimigos, por exemplo, eram os países ricos da Europa, aqueles que já haviam realizado as suas revoluções industriais.

Da 2ª Grande Guerra para cá, o inimigo mudou de endereço. Donos de praticamente metade das riquezas do mundo, era natural a eleição, como alvo preferencial, dos Estados Unidos da América. A nossa América Latina não ficou indiferente a esse movimento. Muita tinta e muito papel foram gastos por aqui para esconjurar os demônios do norte. O maior investidor em cada um dos países da América ibérica e também o maior parceiro comercial, era previsível que a opulência norte-americana despertasse a cobiça dos seus irmãos latinos, uma vez que “não havia outra explicação para o fato de eles serem tão ricos e os demais, tão pobres”. Educação, instituições, desenvolvimento tecnológico, nada disso era levado em conta, para não desafinar o canto da procissão. Os ricos são ricos tão-somente porque exploram os pobres e ponto final.

A tese, nestas plagas, ganhou finalmente a sua bíblia, o seu livro sagrado, com a publicação da rancorosa obra do uruguaio Eduardo Galeano "As Veias Abertas da América Latina", no início da década de 1970. Escritor talentoso, Galeano pôs a sua pena a serviço da ideologia e conseguiu pintar com cores demoníacas até onde nem sequer um pequeno capeta havia. "A América Latina estava inteirinha a serviço dos EUA!", concluía, alarmado, o escritor.

Li esse livro nos meus primeiros anos de universidade. Embora tudo o que fora afirmado ali fosse de difícil comprovação, o fato é que as verdades convenientes não carecem ser chanceladas pelos fatos: acredita-se nelas e pronto. Após sua leitura, tive ímpetos de tomar o primeiro quartel que avistasse. Ainda bem que não o fiz. A História é uma senhora caprichosa e ainda haveria de dar muitas voltas nos 35 anos posteriores.

A virada do jogo se deu com a posse, como presidente da Venezuela, do coronel Hugo Chávez. Surpresa! No índex do ditador, o Brasil constava pela primeira vez como um dos países exploradores e vilões. Como isso era possível? Pois não foi aqui que se produziu a maior tonelagem de livros antiimperialistas? É verdade, como também é verdade que nós possuímos o maior território da América Latina, temos a economia mais desenvolvida e, ainda por cima, falamos um idioma diferente dos demais na região. Não basta isso para assegurar a nossa candidatura ao clube das nações odiáveis?

Logo depois de Chávez, tomou o poder na Bolívia o pseudo-índio Evo Morales, que, já no dia de sua posse, declarou ser o Brasil a principal potência a ser combatida e anunciou, para logo em seguida, a expropriação de duas usinas brasileiras em território boliviano. A promessa foi cumprida na íntegra. Em seguida, assomou ao poder, no Equador, mais um líder típico, Rafael Correa. Somados estes ao casal Kirchner, da Argentina, que nunca escondeu o seu vezo peronista, e mais Alan García, que busca cumprir as suas promessas de austeridade, mas o passado o condena, temos um quadro de volta ao passado, quando todas as nações da América do Sul rezavam pela cartilha populista.

O novo populismo - que acaba de levar a Presidência do Paraguai - é mais sofisticado e complexo do que o antigo. A base popular destes novos regimes não é mais composta pelos sindicatos organizados, mas sim pelos “despossuídos”, uma massa disforme, geralmente de origem rural, que se caracteriza por “não possuir alguma coisa: seja terra, seja teto, seja o que for”. É a essa gente que arengam os novos messias, prometendo o Céu na Terra e benesses de todos os tipos. A origem dos recursos para tanto, como no populismo tradicional, é incerta. Geralmente se alega que vão conseguir concessões comerciais de países vizinhos mais desenvolvidos.

O ódio aos Estados Unidos, como não podia deixar de ser, está presente no ideário dos novos líderes, já que nossos irmãos do norte continuam sendo a nação mais rica do planeta. Mas, em se tratando de mágoa, os neopopulistas têm outras prioridades de que cuidar. O Brasil é a principal delas e se enquadra perfeitamente no perfil de “imperialista odiável”: temos um território avantajado, um parque industrial muito mais moderno e desenvolvido do que os dos nossos vizinhos e, suprema heresia, quase todos dependem do comércio conosco para a saúde de suas economias.

Quem estudou na minha época pode enrolar as suas bandeiras de luta, porque agora os imperialistas somos nós. Todo o rancor que nós destilávamos contra os Estados Unidos agora se voltou contra o Brasil. Aqueles, dentre nós, que derramaram lágrimas ao ler o livro de Eduardo Galeano hoje repensam se é totalmente verdadeira a retórica repleta de impropérios do escritor uruguaio. Afinal, os mesmos argumentos de que ele se valeu para insuflar os intelectuais latino-americanos contra os norte-americanos estão, agora, sendo usados contra nós.

O que mais impressiona nesse novo quadro político é o comportamento ambíguo do presidente Lula. O fato é que ele tem de bajular todas as correntes que o elegeram duas vezes para ocupar o Planalto. E isso implica, entre outras coisas, prestar reverência a todos os líderes sul-americanos que surgirem brandindo uma bandeira com tons avermelhados.

Triste sina a nossa!


João Mellão Neto, nasceu na cidade de São Paulo, SP em 06/11/1955, filho de comerciante de café e agro-pecuarista estudou administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas e jornalismo na Fundação Cásper Líbero. João Mellão Neto é um dos jornalistas mais lidos, comentados e acreditados da imprensa de São Paulo e do Brasil. Seus artigos são publicados, todas as sextas-feiras na página 2 do jornal "O Estado de São Paulo" e, quinzenalmente, no "Florida Review", revista em língua portuguesa que circula na comunidade brasileira em Miami, EUA. Como escritor já publicou diversos livros na área do "pensamento político liberal", tendo em vista que João Mellão também teve uma carreira política bastante diversificada para sua idade, sendo quatro vezes secretário municipal, cumpriu dois mandatos de deputado federal e foi ministro de Estado.


Publicado no jornal " O Estado de S. Paulo".
Sexta-feira, 25 de abril de 2008.





O reinado da burrice – Benedicto Ferri de Barros

Wednesday, March 21, 2007

“OS CAVALEIROS DO APOCALIXO!”

Foto: Alegres e sorridentes com as mãos enfiadas na "BETTI".

































PALHAÇADAS BOLIVARIANAS
por Huascar Terra do Valle

Um ano antes de sua morte, ocorrida em 1830, o grande herói iluminista Simón Bolívar, El libertador, cuja memória tem sido profanada pelo histrião-caudilho Hugo Chávez, legou-nos palavras proféticas, de impressionante atualidade:

"Durante vinte anos tive o poder e tirei umas poucas conclusões inquestionáveis: 1. A América é ingovernável por nós. 2. Quem serve à causa da revolução perde tempo. 3. A única coisa a fazer na América é emigrar. 4. Este País cairá infalivelmente nas mãos de um bando desenfreado de tiranos mesquinhos de todas as raças e cores, que não merecem consideração. 5. Devorados por todos os crimes e aniquilados pela ferocidade, seremos desprezados pelos europeus. 6. Se fosse possível que parte do mundo voltasse ao caos primitivo, esta parte seria a América."

Desde da fundação do Foro de São Paulo, a América está voltando ao caos primitivo, como sempre aconteceu em países que adotaram o comunismo. Vários países estão caindo nas mãos de tiranos mesquinhos (alguns camuflados de democratas), como Fidel Castro, Noriega, Hugo Chávez, Néstor Kirchner, Evo Morales e Lula, fundador do Foro de São Paulo e, nas horas vagas, presidente do Brasil. Outros comunas são os presidente do Chile, Equador e Uruguai, e outros vêm por aí, na esteira do populismo barato que seduz os latino-americanos.

Uma demonstração deste caos foi a visita do presidente Bush a países da América Latina. Em todo o Continente houve demonstrações de rua, queimando bandeiras dos Estados Unidos e bonecos do presidente Bush. Na Argentina, que foi aliciada por alguns bilhões de petrodólares bolivarianos, o biltre Chávez financiou frotas de ônibus para trazer idiotas da periferia para aumentar o volume das passeatas e para encher o estádio onde fez um comício, como sempre, com sua lenga-lenga contra Bush e os Estados Unidos. É a velha técnica consagrada por Hítler: arrebanhar a massa ignara por meio de um inimigo comum.

Nota-se, pela aparência dos manifestantes, que se trata de pessoas do mais baixo nível: moleques de rua, arruaceiros, vagabundos, pivetes, bebuns, bandidos. vândalos, marginais e também estudantes, de mentes imaturas, manipulados pelos comunas. Especializaram-se em organizar badernas de rua como se fossem manifestações expontâneas da população. Uma verdadeira palhaçada, mas funciona, principalmente pela cumplicidade da mídia, que divulga as manifestações de meia dúzia de marginais como se fosse o clamor de toda uma nação.

Os manifestantes não sabem quem é Bush, quem são os Estados Unidos, e, a troco de alguns centavos, fazem manifestações contra qualquer causa. Uma palhaçada, totalmente incompatível com o ideário da verdadeira democracia. É a volta do caos primitivo profetizado por Bolívar. E o líder deste caos é o psicopata Hugo Chávez, um louco perigosíssimo, porque tem os bolsos recheados de petrodólares e está comprando a consciência de vários países.

O tresloucado está se armando fortemente, adquirindo aviões, navios e submarinos de última geração, enquanto o Brasil compra sucatas voadoras da França. O passado de glórias de nossa pátria está ameaçado por um futuro de humilhações.
Por que estamos caindo neste precipício? Há alguns séculos o Brasil estava mais adiantado que os Estados Unidos, e um mapa deste país ostentava os dizeres: tierras de ningun provecho. Por que os Estados Unidos evoluíram e enriqueceram tanto, enquanto o Brasil, hoje, não passa de um caudatário do novo líder das esquerdas no continente, o energúmeno Hugo Chávez?

A História nos responde. Os Estados Unidos foram fundados sob os princípios do Iluminismo, que representam o ápice da civilização ocidental, exatamente o oposto da barbárie. Não à-toa o grande Roberto Campos diagnosticou sucintamente o drama de nossa época: "O dilema esquerda-direita acabou. A dicotomia que hoje vivemos é entre o Iluminismo e a barbárie".

O Iluminismo é o fim do absolutismo e da tirania, é a divisão dos poderes, a igualdade dos cidadãos perante a lei, a separação absoluta entre igreja e Estado; o Estado de Direito (o Império da Lei), a supremacia da razão sobre a autoridade, o triunfo da ciência sobre a superstição, a ênfase no homem e neste mundo, antes que em especulativas noções sobre uma vida após a morte; respeito à propriedade privada; garantia ao cumprimento de contratos; o fim do autoritarismo e do coletivismo, a supremacia do individualismo e o principio da responsabilidade pessoal (e não coletiva), com seu aspecto político representado pela democracia e seu aspecto econômico pelo capitalismo.

Os países que adotaram os princípios do Iluminismo prosperaram e os países que só os adotaram parcialmente tiverem índices de progresso proporcionalmente menores. Os que não os adotaram regrediram à barbárie, como a Alemanha de Hítler, a Itália de Mussolini, os países comunistas e certos países árabes, como o Afeganistão dos talibãs e o antigo Iraque. Os países bárbaros, sempre tiranias ou teocracias, são obcecados com a guerra, como Cuba, Coréia do Norte, Irã. Os países iluministas só fazem guerras defensivas e não incorporam territórios alheios, como os Estados Unidos, que salvaram o mundo em duas guerra mundiais, libertaram vários países, como Cuba, Panamá e Filipinas e ajudaram a reerguer seus antigos inimigos, como Japão e Alemanha. Hoje estão sendo azucrinados pela Coréia do Norte, Irã, Síria e os paus-mandados do sargentão Hugo Chávez, inclusive nosso Presidente.

A decadência do Iluminismo é obra da tentativa de volta do absolutismo e do coletivismo, representado pelo socialismo-comunismo, uma religião profana disfarçada de teoria política-econômica, lançada em 1848 por Karl Marx e Friedrich Engels, no famigerado Manifesto do Partido Comunista, que se inicia com estas palavras proféticas: "Um espectro ronda a Europa - o espectro do comunismo". Poderiam ter dito: "O espectro da barbárie, agora com nova roupagem".

Temos que reconhecer a progressiva derrota do Iluminismo frente ao avanço da barbárie do comunismo, principalmente no Brasil, que caiu nas mãos de um comunista espertíssimo e de um partido que exibiu, em seus quatro anos de mandato, o maior espetáculo de roubalheira e corrupção jamais sonhado nem pelos mais pessimistas dentre os autodenominados cientistas políticos. Bárbaros não têm ética!

Só quem é cego não percebe o caos que atingimos, vaticinados pelo iluminista Bolívar. Basta assistir aos noticiários televisivos, com sua oferta diária de fatos escabrosos: balas perdidas fazendo várias vítimas por semana, policiais sendo executados em serviço e fora dele (recentemente onze foram eliminados em uma semeara), menino de seis anos arrastado por sete quilômetros por pivetes ladrões de carro, dezenas de seqüestros por semana, criança de ano e meio sendo estuprada e assassinada; escolares sendo executados na saída das aulas, menores aos milhares sendo aliciados pelo mundo do crime e da prostituição, para se beneficiarem do Estatuto do Menor, quadrilhas especializadas em assaltar caminhões ou bancos, pelo interior do País; as pessoas com medo de sair às ruas entregues a bandidos e morando em fortalezas, pois o governo não proporciona segurança (que saudades dos tempos do regime militar!), arrastões em praias e condomínios de luxo.

A corrupção campeia solta em todos os níveis do governo, minando os recursos que deveriam ser empregados para o bem da Nação. A Controladoria apurou irregularidade em mais de 90% das prefeituras do interior, que freqüentemente não passam de quadrilhas de malfeitores. Não é surpresa, pois o Procurador Geral da União declarou que o governo petista não passa de uma organização criminosa. O exemplo vem de cima.

Além disso, com todo nosso potencial de crescimento, o Brasil continua patinando, disputando com o Haiti a lanterninha do crescimento econômico, com uma tributação predatória duas vezes maior que de outros países emergentes. E crescendo! O Congresso e até a cúpula do Poder Judiciário revelam-se submissos diretamente ao presidente e indiretamente ao Foro de São Paulo e seu novo chefe, o demoníaco Hugo Chávez. A legislação e o burocratismo selvagens impedem a criação de empresas. A corrupção campeia em todos os níveis; a impunidade é um estímulo para a bandidagem. As estradas estão esburacadas. A roubalheira "legal" das tais indenizações aos perseguidos políticos é um escândalo. O plano megalomaníacos da transposição das águas do São Francisco custará, de fato, cerca de 20 bilhões e promete ser uma fonte infinita de corrupção. Se isto não é o caos, o que é?

Finalmente, um brilhante pensamento do ilustre pensador liberal J. O. de Meira Penna: "Atribuir o nazismo e o comunismo ao Iluminismo é uma ofensa à razão". Assino embaixo.



Huascar Terra do Valle é advogado e escritor.
 
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