Foto: O cafajeste que irá "sífu" bem mais cedo do que ele possa imaginar.
SEM QUERER QUERENDO, CHÁVEZ ENTREGA O OURO por Bootlead
O vídeo abaixo deste texto contém uma síntese da entrevista do putrefato ditador Hugo Chávez da "bolivariana" Venezuela, concedida a correspondentes estrangeiros em Caracas no dia 24 de novembro último, ou seja, um dia após as eleições regionais para governadores e prefeitos realizadas naquele país, onde o "enrustido" tomou uma "surra" por parte do eleitorado mais esclarecido e que realmente conta na Venezuela.
Tal entrevista durou nada menos do que quatro longas e intermináveis horas de disparates e mentiras proferidas pelo indecoroso e anti-higiênico Chávez, porém quando perguntado pela correspondente da rede de televisão norte-americana CNN, a jornalista Patricia Janiot, se ele, Chávez, faria nova tentativa de aprovação de emenda constitucional sobre a sua reeleição indefinidamente, o chulo déspota além de evasivo e ofensivo na resposta à jornalista, que se prolongou por quase trinta minutos, deu-se ao desplante de intrometer-se em assuntos que só interessam a nós brasileiros e, isto em cadeia de rádio e televisão venezuelana e na presença de dezenas de correspondentes da mídia internacional.
Porém, como pode ser visto no vídeo, na altura de mais ou menos quatro minutos decorridos, o burlesco personagem, nos dá uma pista de quais são as intenções do seu parceiro brasileiro, o reles cachaceiro de Garanhuns, no que diz respeito ao tema reeleição presidencial no Brasil. Ou seja, conforme planejado pelo chefe máximo do Foro de São Paulo, o morto-vivo Fidel Castro, essa turma composta pelo próprio Cháves, Evo Morales, Rafael Correa, o tal "bispo" Fernando Lugo do Paraguai, a famiglia mafiosa-peronista dos Kirchner da vizinha república platense e, claro o nosso vagabundo-mor, o execrável Luiz Inácio, não irão largar o poder tão facilmente, eles vieram para ficar e vão fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos.
Note-se, que até agora os citados "cachorros loucos", têm usado a democracia para atingir seus objetivos indizíveis, mesmo que as custas de fraudes eleitorais de todos os tipos e formas (principalmente através de urnas eletrônicas), compra de votos e consciências dos "homens-massa", intimidações, propaganda enganosa e subliminar, aliciamento midiático, etc. Contudo, agora que a tal crise econômica mundial começa a se propagar e instalar-se ruinosamente nos países nos quais os aprendizes de "tiranetes" nadavam às braçadas, o pânico está estabelecido. Como tal fator, "crise", escapa completamente aos seus controles e poderão levar por água abaixo seus planos de perpetuação no poder, os "moleques-do-fidel", terão que acelerar seus planos diabólicos (PAC-Plano de Aceleração Comunista), para impor suas ditaduras e, portanto como última tentativa "pacífica e democrática", tentarão já no ano que vem fazer passar, via emenda constitucional, reforma constitucional, ou até via uma assembléia constituinte exclusiva (caso brasileiro), a reeleição presidencial por prazo indeterminado. Lembrem-se: A Venezuela é o laboratório, o projeto piloto de um plano de comunização de toda a América Latina, um antigo "sonho" arquitetado pelo "lúcifer da ilha", primeiro testam a adoção de medidas ditatoriais na Venezuela, depois as impõem aos países satélites dependentes do petróleo e do dinheiro do tirano de Miraflores, e por fim em nosso país. Desta feita, não será diferente vão tentar reproduzir aqui o que o piloto de provas venezuelano fará por lá, pois o "sonho" do "lúcifer da ilha", não será realizado sem o Brasil.
Assim sendo, invoco os cidadãos brasileiros (eu disse "cidadãos", não estou referindo-me ao tal "povo", aquela cambada disforme de analfabetos funcionais, bolsistas, petistas, comunistas, emessetistas, cutistas e todos estes "istas" que o demônio "caga" diariamente nas esquinas e grotões deste país chamado Brasil), para que fiquem atentos aos sinais que começarão a pipocar aqui e ali, já a partir de janeiro próximo, via impren$a vendida, deputado$ da "ba$e alienada", empre$ário$ de $uce$$o e outro$ meno$ cotado$, para que seja dada a partida ao "Uh, lá, lá, Lula no se vá!".
Atenção: Essa será a última e desesperada tentativa da "canalha comunista" de impor sua ditadura vermelha sem sangue, o que não é habitual por parte daquela raça maldita, caso não obtenham êxito nos seus intentos, partirão sem hesitar para o confronto e a violência, enfim, será instalado o caos inerente a uma guerra civil fratricida, feroz, cruel e sangrenta. É só uma questão de tempo e, como repetia o ex-presidente Collor sensatamente: "O tempo é o senhor da razão!".
Ops! Alguém aí perguntou pelos militares? Respondo: Vão bem obrigado, cumprindo seus deveres constitucionais e ansiosos para receber brevemente com toda a pompa, galhardia e rapapé possíveis, o venerado primeiro-irmão do "lúcifer da ilha", o assassino atroz Raúl Castro, também este, outro "enrustido", conhecido nos antros da pederastia de La Habana como "Raulzito" ou "La China", na dúvida perguntem a Juana de la Caridad (Juanita) Castro Ruz, irmã dos demônios cubanos. Antes porém, no dia oito deste mes, a alta cúpula (atenção eu disse cúpula) das nossas pundonorosas forças participarão do grande almoço festivo anual com o chefete, que nessas ocasiões costuma tratá-los por "bando". O "prato de resistência" deste ano será "Sapos à Moda Petista", iguaria esta, muito apreciada pelos comensais, já que estão habituados a engoli-los com regularidade.
Click na SETA ou no botão PLAY, para ativar o vídeo. Uh, ah, Chávez no se vá editorial do jornal O Estado de S. Paulo
O caudilho Hugo Chávez não se emenda. Durante a campanha para as eleições regionais de novembro, ele ameaçou deixar à míngua de recursos os Estados e municípios que elegessem candidatos oposicionistas. A estes ameaçou de prisão, simplesmente porque a perspectiva de sua vitória eleitoral colocava em risco o projeto do "socialismo do século 21". Temendo que isso não bastasse para intimidar os candidatos e influenciar o eleitorado, mais de uma vez anunciou que mandaria tanques e blindados para esmagar os "traidores". Na véspera do pleito, advertiu que, se perdesse o controle dos Estados e municípios mais populosos, 2009 seria "um ano de guerra" com seus oponentes. Os novos governadores e prefeitos imediatamente depois de eleitos se ofereceram para trabalhar em conjunto com o governo federal para superar os problemas econômicos e sociais do país.
Mas Hugo Chávez declarou guerra aos novos governantes, alegando que os "fascistas" não têm outro plano para governar, além do de derrubá-lo com a ajuda do "império" e do "paramilitarismo colombiano". E conclamou seus partidários a "varrer do mapa" os oposicionistas. Também ordenou às Forças Armadas que se preparem para eventualmente "neutralizar" as forças policiais dos governos de oposição - cujos chefes, lembrou o ministro da Justiça, só podem ser nomeados após a aprovação do governo central, como manda a "lei habilitante" aprovada em outubro. Invocando outra "lei habilitante", Chávez retirou do governador distrital de Caracas - da oposição - a competência para administrar escolas, hospitais e outras instalações metropolitanas.
Concluída a manobra de intimidação dos oposicionistas que conquistaram nas urnas os governos das cidades e regiões mais ricas e populosas do país, o coronel golpista passou a tratar do que realmente lhe interessa. Mandou o seu Partido Socialista Unificado da Venezuela preparar, imediatamente, um projeto de emenda constitucional que permita sua reeleição indefinida. O projeto deve estar pronto em janeiro, para ser votado em referendo em fevereiro.
"Não quero passar 2009 discutindo se Chávez é um tirano, se não é um tirano, se é meio tirano, se é isso ou aquilo. Uma jornada longa, não", esclareceu o caudilho. E anunciou que o lema dessa "batalha" será Uh, ah, Chávez no se vá, convocando para a luta os "batalhões" e "patrulhas" das milícias bolivarianas. De quebra, foi avisando que "não existe chavismo sem Chávez, nem dissidentes, mas traidores".
Quando os venezuelanos rejeitaram em referendo, há um ano, a constituição bolivariana, que condenaria o país a um regime totalitário, chefiado por um ditador vitalício, Hugo Chávez anunciou publicamente que não voltaria a apresentar um projeto de emenda constitucional para se perpetuar no poder. E Chávez, como se sabe, é um homem de palavra. A nova emenda não será apresentada por ele, mas pela Assembléia Nacional, onde se contam nos dedos das mãos os deputados que se opõem a seus projetos ditatoriais. Se for levantada a inconstitucionalidade da proposta - pois a Constituição em vigor, aliás redigida por Chávez em 1999, proíbe a realização de referendo sobre matéria já derrotada, numa mesma legislatura -, o caso irá ao Tribunal Supremo de Justiça, composto também por fiéis seguidores do caudilho.
É mais que provável, portanto, que o novo projeto seja submetido a referendo no exíguo prazo determinado por Chávez. Sua pressa não se deve ao alegado desejo de não sustentar um debate sobre se é ou não tirano. O fato é que a popularidade do ditador continua alta, mas diminui rapidamente a possibilidade de impor sua vontade e seus projetos aos venezuelanos. Perdeu o referendo do ano passado, sofreu uma grave derrota nas eleições regionais de 23 de novembro e as oposições, antes fragmentadas, finalmente descobriram que a união é o único caminho para vencer o ditador.
Além disso, os venezuelanos estão se dando conta de que a retórica revolucionária de Chávez tem um custo elevadíssimo. Não falta dinheiro para financiar movimentos bolivarianos na Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba. Mas na Venezuela faltam bens de primeira necessidade, moradias e condições dignas de vida, pioradas por uma grave crise fiscal e uma inflação de mais de 30%.
Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião). Quinta-feira, 04 de dezembro de 2008.
Fotografias obtidas de satélites, em dias de boa visibilidade, sobre países europeus, têm acusado imagens muito estranhas que foram denominadas de estrelas químicas ou "chemtrails", que podem ser entendidas como rastros ou vestígios químicos. Essas marcas estranhas foram observadas sobre o Canal da Mancha, Itália, Inglaterra, França, ilhas Canárias e Oceano Atlântico e estranhamente estão sendo ignoradas pelos veículos de comunicação, apesar de muita gente tê-las visto. Imagens fornecidas pelo satélite Meteosat registraram também essas trilhas no lado ocidental da península Ibérica.
Esses vestígios misteriosos poderiam ser confundidos com os gases e vapores emitidos pelos aviões, que no céu formam rastros de muitos quilômetros de extensão. Algumas características diferenciam essas marcas químicas das condensações habituais emitidas pelos aviões. Na composição química desses misteriosos registros são encontrados polímeros constituídos de filamentos de silício, o dibromoetano (EDB) que é um pesticida proibido, células humanas, entre estas células sanguíneas, glóbulos vermelhos e brancos. Foram detectados também os elementos químicos bário e alumínio e uma larga escala de substâncias não identificadas.
Aviões com dispositivos especiais, com a finalidade de aspersão de produtos químicos, não identificados, promoveram a fumigação de toneladas desses agentes químicos na atmosfera em diversas partes do mundo durante muitos dias.
O que dizem os governos dos países desenvolvidos
Diante dessas misteriosas comprovações, quando questionados, o Parlamento Europeu, Italiano, Grego e os governos americanos, espanhol e alemão, procuram ignorar os questionamentos. Quando respondem, contestam com as seguintes argumentações: "as estrelas são parte de estudos para contrastar o efeito da invernagem"; "são condensações normais da aviação comercial"; "fazem parte de estudos para combater o terrorismo". Não é fornecida uma resposta consistente capaz de convencer e sustentar a verdade dos fatos.
Na falta da confiança nas argumentações governamentais, surgem suspeitas que os rastros químicos espalhados pelos céus de diversas partes do mundo, são registros de parte de projetos secretos com a finalidade de estudar e controlar o clima. Há a considerar a especulação de que façam parte de projetos de guerra biológica com o emprego de agentes patogênicos, capazes de causar doenças.
Controle climático - a nova arma de guerra
Existem tratados e convenções internacionais proibindo o estabelecimento de projetos objetivando o controle climático. A posse desse controle conferiria ao seu detentor o poder de destruição de massa, mais poderosa e eficiente do que o emprego do arsenal nuclear.
Diferentemente da ação destruidora e contaminação ambiental promovida pelas radiações liberadas pela explosão de artefatos nucleares, os equipamentos que causam o descontrole climático com finalidade de conquista de vastas áreas terrestres com suas riquezas intactas promovem seca, inundação, tornados, ciclones e diversas catástrofes ambientais, ficando intactas as variadas riquezas à disposição dos poderosos "donos do clima" e candidatos a tomada da posse do mundo.
Reina uma dúvida de que existe verdadeiramente um aquecimento global, a confundir a natureza. Desequilíbrios climáticos são responsáveis por diversas catástrofes, constantemente veiculados nos órgãos de comunicação, resultantes do acúmulo de gás carbono liberado das queimadas, dos desmatamentos e dos resíduos da queima de combustíveis fósseis.
As nações pobres que apresentam riquezas em seu território e as em desenvolvimento, que lutam para alcançar o estágio de potência desenvolvida, entre elas, o Brasil, devem ficar atenta a esta nova arma que está sendo empregada pelos países desenvolvidos, com tendências hegemônicas, que não medirão esforços para serem os senhores absolutos do planeta.
Edvaldo Tavares é Tenente-Coronel Médico do Exército Brasileiro. Nota: Autor do livro: "Sucesso na vida é para qualquer um. Inclusive para você!".
Publicado no site "Opinião e Notícia". Sexta-feira, 19 de setembro de 2008.
O que é, o que é? É uma figura patética, mas perigosa. Banha-se em uma piscina de petrodólares, mas tem o aspecto de quem não é chegado a uma boa ducha. Tem cara de bobo, mas é esperto e anda armado... Refiro-me ao grotesco e paleolítico coronel Hugo Chávez - o "Chapolim de Miraflores" - que, mercê de uma farsa democrática, quer perpetuar-se no poder até - vejam! - o ano de 2030... E que, a cada reeleição - que vence, sabe-se lá como - apresta-se a mudar sua bíblia, a Constituição "bolivariana" de seu país, para moldá-la à sua ganância de poder.
Os escravos de Nabucodonosor da Babilônia ralavam 20 horas por dia porque não havia outro jeito, por causa das chibatadas e, em casos extremos, da morte, mas, se tivessem chance, colocariam veneno na lauta refeição do tirano. Hoje, os socialistas, comunistas e "teólogos" de falsas libertações criaram outra forma de servidão, desta vez consentida e, até, agradecida. Na América Latina, só são considerados intelectuais os artistas, cineastas, escritores, sociólogos, invasores de propriedades alheias e catadores de lixo que têm a aquiescência e complacência das esquerdas. Como disse Nelson Rodrigues, "não há ninguém mais bobo do que um esquerdista sincero. Ele não sabe nada. Apenas aceita o que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer".
Até o século 19, os tolos eram apenas tolos, nada mais do que tolos e que se comportavam como tolos. Mas, com Marx e a ascensão das ideologias, descobriram que eram em maior número e revestiram-se de súbita sabedoria, passando a "pensar" pelos preparados e inteligentes, com o apoio da mídia socialista, que infesta os cadernos ditos "culturais" dos jornais. Em outros tempos, os melhores pensavam pelos idiotas. Hoje em dia, são os idiotas que pensam pelos melhores, porque ou estes se submetem aos primeiros ou são por eles engolidos.
Ser professor em uma universidade estatal, ou cineasta, escritor, sociólogo, artista ou socialista do Leblon, eis, com poucas exceções, os modos mais fáceis e diretos de ser intelectual sem ler, sem pensar e sem precisar esforçar-se para ligar duas simples idéias. Basta simular defender uma estranha liberdade, aplicável a eles, mas não aos demais, esganar-se de berrar contra todos os regimes de força de direita mas levar em sua algibeira a sua ditadurazinha particular e, naturalmente, socialista...
A Revolução dos Tolos acusa Pinochet, Médici e qualquer outro direitista (especialmente Bush) de carniceiros e ditadores, enquanto entoa hosanas a Lênin, Mao, Guevara, Fidel, Saddam, Morales, Chávez e outros monstros autores de crimes bem mais brutais, como se fossem deuses libertadores. Voltemos a Nelson Rodrigues: "A URSS, a China e Cuba são nações que assassinaram todas as liberdades, todos os direitos humanos, que desumanizaram o homem e o transformaram no anti-homem, na antipessoa. A história socialista é um gigantesco mural de sangue e excremento. Tão parecidos Stalin e Hitler, tão gêmeos, tão construídos de ódio. Ninguém mais Stalin do que Hitler, ninguém mais Hitler do que Stalin".
Na América Latina o marxismo adquiriu uma forma difusa, volátil, caleidoscópica e etérea. É-se marxista sem estudar, sem pensar, sem ler, sem escrever, nem - seria exigir demais - pensar, pois basta respirar e assumir ares de "socialmente engajado". Vêem-se em cada beco "amantes espirituais" de Hugo Chávez e outros idiotas perigosos, formados por jornalistas, sociólogos, intelectuais, ex-frades, poetas, cineastas, taxistas e bombeiros hidráulicos. Só falta pôr na parede retratos do pelintra, em uma pederastia fantasiada, idealizada, utópica, pornofotográfica...
Sua raiva contra a pobreza e a má distribuição de renda é altamente profissional. Essa gente vive da fome dos que morrem de fome, mas em plena abundância. "Bolivariana", é claro...
Ubiratan Jorge Iorio de Souza é Doutor em Economia pela EPGE/Fundação Getulio Vargas, ex-funcionário do Banco Central do Brasil, foi também articulista de Economia do "Jornal do Brasil" e do jornal "O DIA". Ubiratan Iorio tem cerca de quinhentos artigos publicados em jornais e revistas brasileiros, é Consultor em diversas instituições e já publicou os seguintes livros: "Economia e Liberdade: a Escola Austríaca e a Economia Brasileira", "Uma Análise Econômica do Problema do Cheque sem Fundos no Brasil" e "Macroeconomia e Política Macroeconômica". Para saber mais sobre Ubiratan acesse seu site/blog pessoal "Ubiratan Iorio". E-mail: commenti@ubirataniorio.org
Publicado no "Jornal do Brasil". Segunda-feira, 11 de dezembro de 2006.
SEM DÚVIDA, NA FOTO ACIMA, CHE GUEVARA ENCONTRA-SE NO SEU MELHOR MOMENTO.
Atenção bobocas adoradores de falsos-mitos, copiem esta foto e apliquem em camisetas, façam pôsteres e pendurem em seus quartos e levem sempre com vocês uma cópia da última foto do carrasco da "Fortaleza Cubana", assim vocês não correm o risco de esquecer qual é o fim dos aventureiros e assassinos.
Una nueva fase del chavismo por Carlos Alberto Montaner
Hugo Chávez se propone cerrar Radio Caracas-Televisión. No le renovará la licencia. La razón alegada por el gobierno es que esa empresa apoyó el confuso golpe de abril del 2002. Pero no es verdad. El coronel Arias Cárdenas respaldó el golpe apasionadamente, como puede comprobar cualquiera que se tome la molestia de buscar el video con sus declaraciones de entonces en youtube, y luego Chávez lo nombró embajador en Naciones Unidas. Lo que Chávez premia o castiga es el grado de sumisión a su egregia persona. No actúa por principios, sino por cálculos estratégicos. Si te arrodillas, te llena de honores y hasta te hace rico. Si te opones, te destruye. Es el ''plata o plomo'' de los narcos sudamericanos elevado a la categoría de política de Estado.
Tras ganar las elecciones de diciembre del 2006, Chávez se dispone a darle algunas vueltas a la tuerca autoritaria. A corto plazo es muy probable que busque formas de cerrar o doblegar a Globovisión y a los diarios El Universal y El Nacional. Como dispone a su antojo del sistema judicial y de la temida Hacienda, es posible golpear a estos medios imponiéndoles multas millonarias o inventándoles delitos fiscales. Sería una forma de recurrir al ''plomo''. Pero acaso Chávez prefiera utilizar la ''plata''. Mediante unos amables testaferros, los hombres del presidente pueden adquirir los canales de comunicación de los enemigos con una buena tajada de petrodólares. Los propietarios entenderían el mensaje con cruel nitidez: o los venden o los pierden. Incluso, el precio podría sea alto. No es cuestión de dinero.
De la misma manera que para Chávez, por lo que se va conociendo, lo importante no son los procedimientos, sino los resultados, su compromiso ideológico también es difícil de precisar. Cambia con cada interlocutor o consejero que consigue situarse junto a su confusa cabecita. En los noventa estaba bajo la influencia de Norberto Ceresole, un argentino fascista cercano a los manicomios libio e iraní que se enamoró del teniente coronel golpista y lo puso a leer El libro verde de Gadaffi, un galimatías dedicado a consagrar el odio a Occidente, al mercado y a la democracia. Luego, a partir de 1994, Fidel Castro lo tomó de la mano y de forma creciente lo desvió hacia el marxismo-leninismo y el antiamericanismo militante, hasta que juntos concibieron y parieron el ``socialismo del siglo XXI''.
¿Qué es eso? La convicción de que La Habana y Caracas sustituyen a Moscú en la tarea de liderar a la humanidad en dirección del paraíso. La tarea exige, por supuesto, poner fuera de combate a Estados Unidos, Europa, Japón, más otros pequeños inconvenientes, pero el primer paso consiste en conquistar América Latina. ¿Cómo lo van a lograr? Repitiendo el experimento venezolano: se llega al poder legítimamente por medios electorales y desde la cúspide se desmantela el Estado de Derecho mientras se ejecutan medidas populistas demagógicas y efectistas. ¿Para qué ese esfuerzo? Para implantar un régimen gloriosamente colectivista en el que, finalmente, todas las personas sean buenas, desinteresadas, odien el consumo de viles objetos materiales y adopten comportamientos dulcemente idealistas.
Curiosamente, donde Chávez está encontrando una mayor resistencia es en la fase venezolana de construcción del socialismo. Lanzó a bombo y platillo una reforma agraria y descubrió que en Venezuela no hay campesinos y que hace más de cuarenta años que la tierra se distribuyó. Pensó en estatizar las grandes empresas y advirtió que los cuadros chavistas se caracterizan por exhibir una incapacidad crónica para la gerencia. Todo lo que tocan lo corrompen, lo destruyen o lo arruinan. Si mediante un decreto revolucionario Chávez nacionalizara las mil mayores empresas venezolanas, antes de 180 días todas tendrían que colgarse del presupuesto para sobrevivir porque habrían sido financieramente diezmadas. Y si Chávez, víctima de la legendaria incapacidad de su tribu política, no puede colectivizar la economía, ¿cómo continuará expresando su radicalismo revolucionario? Muy sencillo: en el terreno de la dictadura política: seguirá silenciando a sus opositores mediante plomo o plata. Radio Caracas Televisión es sólo el inicio.
Carlos Alberto Montaner nació en La Habana, Cuba, en 1943. Reside en Madrid desde 1970. Ha sido profesor universitario en diversas instituciones de América Latina y Estados Unidos. Es escritor y periodista. Varias decenas de diarios de América Latina, España y Estados Unidos recogen desde hace más de treinta años su columna semanal. La revista Poder lo ha calificado como uno de los columnistas más influyentes en lengua española. Se calcula en seis millones de lectores semanales quienes tienen acceso a sus artículos en español, inglés y portugués.
Publicado en el sitio Firmas Press. Domingo, Enero 07, 2007.
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Comentário de Jabor deve ser retirado da internet.
O ministro Ari Pargendler, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou, liminarmente, a retirada da página da rádio CBN na internet, e das páginas de todas as suas afiliadas, do comentário do colunista Arnaldo Jabor feito às 8h05 do último dia 10 de outubro. A rádio CBN foi notificada da decisão, por fax, nessa quinta-feira (12).
Qual é a origem do dinheiro por Arnaldo Jabor
O debate de domingo serviu para vermos dois lados do Brasil. De um lado, a busca de um "choque de capitalismo", de outro um delirante choque de um socialismo degradado em populismo estatista, num getulismo tardio. De um lado, São Paulo e a complexa experiência de um estado industrializado, rico e privatista e, do outro, a voz de grotões onde o Estado ainda é o provedor dos vassalos famintos. De um lado, a teimosa demanda de Alckmin pelo concreto da administração pública e, do outro lado, o Lula apelando para pretextos utópicos, preferindo rolar na retórica de símbolo, lendo constrangido estatísticas e citando obras quem nem foram iniciadas.
Alckmin foi incisivo; Lula foi evasivo. Lula saiu da arrogância do primeiro turno para o papel de "sóbrio estadista injustiçado". Mas não deu para esconder seu mau humor quase ofendido, por ter de dialogar ali com aquele "burguês", limpinho, sem barba. Faltou-lhe a convicção de suas afirmações, pois seu "amor ao povo" não teve a energia de antes. Gaguejou, tremeu, suas frases peremptórias não tinham ritmo, não tinham "punch line", não "fechavam", enquanto Alckmin parecia um cronômetro, crescendo no ritmo e concluindo com fragor.
Lula estava rombudo, Alckmin era um estilete. Lula estava deprimido porque raramente foi contestado assim, ao vivo. Sempre recuamos diante do sagrado "Lulinha do povo", imagem que se rompeu domingo. Houve um leve sabor de sacrilégio na acusação do agora agressivo "picolé de chuchu". Alckmin rompeu a blindagem do Lula, protegido dos escândalos. Alckmin atacou a intocabilidade do operário sagrado e tratou-o como cidadão. Isso. O Lula perdeu um pouco da aura de "ungido de Deus".
Lula sempre se disse "igual" a nós ou ao "povo", mas sempre do alto de uma intocabilidade, como se ele estivesse "fora da política". Sempre houve um temor reverencial por sua origem pobre; qualquer crítica mais acerba soava como ataque da "elite reacionária que não suporta um operário no poder", como clamam tantos lulo-colunistas e artistas burros. Quando apertou o cerco, Lula tentou se valer dos pobres, dos humildes, falou da mãe analfabeta, mas sempre evitou responder qualquer pergunta concreta, como se a concretude fosse uma ofensa a seu mundo ideológico puro, acima da vida "comum". Várias vezes, suas falas não faziam sentido, porém mantinham para o espectador acrítico aquele ronronar grosso que empresta um ritmo de fundo em torno da sua imagem de "símbolo dos pobres".
Lula não precisa dizer a verdade; basta parecer. Sempre que o Alckmin o encostava na parede, ele chamava as verdades proferidas de "leviandades", o que é muito comum no vocabulário petista que nomeia de "erros" os crimes cometidos ou de "meninos", os marmanjos corruptos que transportam dólares na cueca ou nas maletas e que foram "desencaminhados", coitados, por bandidos comuns, talvez até (quem sabe?) "a serviço" de tucanos solertes.
Lula tentou encobrir os crimes de sua quadrilha apelando para pretensos "crimes" de gestões anteriores, como barragem de CPIs, votos comprados, caixa 2 sem provas. Ele e os petistas se julgam donos de uma "meta-ética", uma "supra moral" que os absolveria de tudo e, por isso, Lula se utilizou de mentiras e meias-verdades para responder às acusações de mensalões e sanguessugas em seu governo. Para justificar a omissão e a passividade diante da Bolívia e do prejuízo de 1 bilhão e meio de dólares nas instalações da Petrobras, Lula chegou a criticar a violência burra do Bush para se absolver na política de "companheirismo" com o Evo Morales.
Em vez de se defender de acusações pontuais, dizia que a era-FHC também era corrupta, como nas brigas de bordel, em que as prostitutinhas se defendem apontando os pecados das outras.
Lula tentou fugir da pergunta que não vai se calar: "Qual a origem do dinheiro?".
Lula respondeu com a metáfora batida: "Muitas vezes o sujeito está na sala e não sabe o que está acontecendo na cozinha". Ou seja: é normal que o chefe da Casa Civil e agora o presidente do partido, Berzoini, Hamilton Lacerda, o chefe da campanha do Mercadante, o diretor do Banco do Brasil, seu assessor, seu churrasqueiro, petistas ativos no diretório, todos soubessem e trouxessem o dinheiro em malas, sem avisar o chefe. E quer que a gente engula. Lula pediu a Deus que não o mate "até que ele saiba de onde veio o dinheiro". A resposta óbvia é: "Não precisa perguntar a Deus; basta perguntar aos seus assessores na sala ao lado...", como escreveu a Miriam Leitão.
Quando Alckmin o apertava, ele o desqualificava: "Meu Deus... como é que pode? Você está nervoso, Alckmin... Não é o seu estilo...", querendo trancar o desafiante em seu papel de gentil picolé. Diante do pedido de explicações, fugia, tentando abordar "questões programáticas" (como se ele as tivesse...), como se elas pudessem estar acima das "bobagens de crimes que sempre houve, de erros de companheiros" etc... Assim, tentou voar por cima da ética assassinada.
Acontece que os crimes de sua quadrilha "são" a questão principal e também "programática" porque, além da imoralidade, esses crimes prefiguram uma política que visa atropelar a democracia através de grossuras truculentas que lhes mantenham no emprego a qualquer custo.
Lula não pôde responder a pergunta fatal ("de onde vem o dinheiro?") porque sua origem é conhecida.
Todos sabemos que o dinheiro veio de algum nicho onde está guardado para "despesas do partido", dinheiro desviado ou de fundos de pensão ou de estatais ou de bancos oficiais ou de contratos superfaturados. Todos eles sabem. Só falta o nome do dono da cueca ou das maletas. E, certamente, o advogado do governo não permitirá que saibamos até o dia 29.
Tudo está óbvio. Neste momento perigosíssimo de nossa história, só resta esperar que o "povo" perceba o óbvio, já que os intelectuais jamais o enxergarão.
Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.
Publicado no jornal "O Povo" de Fortaleza. Sábado 14 de outubro de 2006.
PROFECIA:
"Nosso país se encontra em processo de decadência, encontramo-nos numa derrocada sem precedentes tanto dos valores cristãos quanto na política e na moral. É possível que a nossa amada, decantada e tão defendida "Democracia" nos conduza à negação final de independência, liberdade e justiça. Esta situação se deve à aquelas pessoas que elegeram de forma voluntária o falso profeta e seus seguidores da "estrela vermelha", esta sim a marca da besta, do Anticristo, além de ser o "pai da mentira" como também é denominado o próprio Satanás. Em Apocalipse 13, está escrito: "que a primeira besta, o Anticristo, que emerge do mar dos povos, aparentemente é alguém sem poder, um pobre coitado que não tem nada". Pois bem, o fato é que quase 60 milhões de adoradores do Anticristo lhe deram poder e autoridade, uma opção que selará o destino de todos nós brasileiros por inúmeras gerações." Assim falou Bootlead!
"When dark evil strides across the land, and even noble hearts shrink in fear, there are always warriors of pure spirit who take up the sword and stand their ground."