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Wednesday, October 27, 2010

E aí EB, qual é a explicação?
Trata-se "apenas" de um tubo lançador descartado? Conta outra.































Polícia de São Paulo encontra lança-míssil no meio da rua
do telejornal "Bom Dia Brasil"

Em Guarulhos, na Grande São Paulo, durante uma perseguição policial, dois homens abandonaram no meio da rua uma capa de violão. Dentro, tinha um lançador de míssil de uso restrito das Forças Armadas.

Os dois suspeitos conseguiram escapar.

O lançador foi fabricado na Suécia e é tão potente que pode destruir até tanques de guerra.



Reportagem apresentada pelo telejornal "Bom Dia Brasil" da Rede Globo.
Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, 08h11.








O súbito encanto de Marina Silva – Arnaldo Jabor







Tuesday, October 05, 2010

Quem colocou "mamãe 6%"  lá ?









































O súbito encanto de Marina Silva
por Arnaldo Jabor

Não, o Palácio de Inverno de São Petersburgo, em 1917, ainda não será tomado pela onda vermelha.

Não. Agora, o PT vai ter de encarar: estamos num país democrático, cultural e empresarialmente complexo, em que os golpes de marketing, os palanques de mentiras, os ataques violentos à imprensa não bastam para vencer eleições... (por decência, não posso mostrar aqui os e-mails de xingamentos e ameaças que recebo por criticar o governo).

O Lula vai ter de descobrir que até mesmo seu populismo terá de se modernizar. O povo está muito mais informado, mais online, mais além dos pobres homens do Bolsa Família, e não bastam charminhos e carismas fáceis, nem paz e amor nem punhos indignados para a população votar. Já sabemos que, enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as regras políticas vigentes, nada vai se resolver. Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas e nenhum carisma esconde isso para sempre. Já sabemos que administração é mais importante que utopias.

A campanha a que assistimos foi uma campanha de bonecos de si mesmos, em que cada gesto, cada palavra, era vetada ou liberada pelos donos da "verdade" midiática. Ninguém acreditava nos sentimentos expressos pelos candidatos. Fernando Barros e Silva disse bem na "Folha" : "Dilma parece uma personagem de ficção e Serra, a ficção de uma personagem". Na mosca.

Serra. Os erros da campanha do Serra foram inúmeros: a adesão falsa a Lula, que acabou rindo dele: "O Serra finge que me ama...".

Serra errou muito por autossuficiência (seu defeito principal), demorando para se declarar candidato, deixando todo mundo carente e zonzo, como num coito interrompido; Serra demorou para escolher um vice-presidente (com a gafe de dizer que vice bom é o que não aporrinha), fez acusações ligando as Farc a Dilma, esculachou o governo da Bolívia ainda no início, avisou que pode mexer no Banco Central e, quando sentiu que não estava agradando, fez anúncios populistas tardios sobre salário mínimo e aposentados.

Nunca vi uma campanha tão desagregada, uma campanha antiga, analógica numa época digital, enlouquecendo cabos eleitorais e amigos, todos de bocas abertas, escancaradas, diante do óbvio que Serra ignorou. Serra não mudou um milímetro os erros de sua campanha de 2002. Como os Bourbon, "não esqueceu nada e não aprendeu nada".

A campanha do primeiro turno resumiu-se a dois narcisismos em luta.

Dilma. Enquanto o Serra surfava em sua autoconfiança suicida, a Dilma, fabricada dos pés ao cabelo, desfilava na certeza de sua vitória, abençoada pelo "Padim Ciço" Lula.

Seus erros foram difíceis de catalogar racionalmente, mas os eleitores perceberam sutilezas na má interpretação da personagem, como atrizes ruins em filmes.

O sorriso sem ânimo, o riso esforçado, a busca de uma simpatia que escondesse o nítido temperamento autoritário, suas palavras sem a chama da convicção, ocultando uma outra Dilma que não sabemos quem é, sua postura de vencedora, falando em púlpitos para jornalistas, sua arrogância que só o salto alto permite: ser pelo aborto e depois desmentir, sua união de ateia com evangélicos, a voracidade de militante tarefeira, para quem tudo vale a pena contra os "burgueses de direita" que são os adversários, os esqueletos da Casa Civil, desde os dossiês contra FHC, passando pela Receita Federal (com Lina Vieira e depois com os invasores de sigilos), sua tentativa de ocultar o grande hipopótamo do Planalto que foi seu braço-direito e resolveu montar uma quadrilha familiar.

Além disso, os jovens contemporâneos, mesmo aqueles cooptados pelo maniqueísmo lulista, não conseguem votar naquela ostentada simpatia, pois veem com clareza uma careta querendo ser "cool".

Marina. Os erros dos dois favoritos acabaram sendo o grande impulso para Marina. No meio de uma programação mecânica de marketing, apareceu um ser vivo: Marina. Isso.

Uma das razões para o segundo turno foi a verdade da verde Marina. Sua voz calma, sua expressão sincera, o visível amor que ela tem pelo povo da floresta e da cidade tudo isso desconstruiu a imagem de uma candidata fabricada e de um candidato aferrado em certezas de um frio marqueteiro.

Marina tem origem semelhante à de Lula, mas não perdeu a doçura e a fé de vencer pelo bem. Isso passa nas imperceptíveis expressões e gestos, que o público capta.

Agora, teremos um segundo turno e talvez vejamos um PSDB fortalecido pela súbita e inesperada virada. Desta vez, o partido terá de ser oposição, defendendo-se e não desagregado, como foi no 1º turno, em que se esconderam todos os grandes feitos do próprio PSDB, durante o governo de FHC.

Desde 2002, convencionou-se (quem? por quê?) que Lula não podia ser atacado e que FHC não poderia ser mencionado. Diante dessa atitude, vimos o Lula, sua clone e seus militantes se apropriarem de todas as reformas essenciais que o governo anterior fez e que possibilitaram o sucesso econômico do governo Lula, que cantou de galo até no "Financial Times", assumindo a estabilização de nossa economia. E os gringos desinformados acreditam.

Além disso, com "medinho" de desagradar aos "bolsistas da família", ninguém podia expor mentiras e falsos dados que os petistas exibiam gostosamente, com o descaramento de revolucionários "puros". Na minha opinião, só chegamos ao segundo turno por conta dos deuses da sorte. Isso – foi sorte para o Serra e azar para a Dilma.

Ou melhor, duas sortes.

O grande estrago causado pela súbita riqueza da filharada de Erenice, ali, tudo exibido na cara do povo, e o reconhecimento popular do encanto sincero de Marina.

Isso salvou a campanha errática e autossuficiente de José Serra, que, apesar de ser um homem sério, competentíssimo, patriota, que conheço e respeito desde a UNE, mas é das pessoas mais teimosas do mundo.

Duas mulheres pariram o segundo turno. Se Serra ouvir seus pares e amigos, poderá ser o próximo presidente. Se não...


Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.
E-mail: a.j.producao@uol.com.br


Publicado no jornal "O Estado de S.Paulo" – (Cultura).
Terça-Feira, 05 de outubro de 2010.





O mal a evitar – Estadão







Sunday, September 26, 2010

ATITUDE  HONRADA
































O mal a evitar
editorial do jornal "Estadão"

A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apóia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.







































Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" – (Editorial – "Notas e Informações").
Domingo, 26 de setembro de 2010.










O BRASIL NÃO É DO PT !






Thursday, September 09, 2010

"Um povo que valoriza os seus privilégios acima dos seus princípios,
cedo perde os dois"
– Dwight Eisenhower







































Calou-se, na alma de cada cidadão, a voz da consciência que, na escura solidão da sua alma, lhe trazia a lembrança amarga de seus delitos e de seus vícios.

O inferno brasileiro
por Olavo de Carvalho

A toda hora aparecem pastores, padres e, sobretudo, jornalistas e políticos – sim, jornalistas e políticos, essas personificações supremas da moralidade – clamando contra "a degradação dos costumes". O próprio termo, completamente deslocado, que empregam para nomear o mal, prova que são parte dele. "Degradação dos costumes" é uma expressão quantitativa, escalar: supõe a vigência permanente de uma escala contra a qual se mede o decréscimo da obediência rotineira aos valores que ela quantifica.

O que se passa no Brasil não é uma "degradação dos costumes": é, sim, a destruição premeditada de todas as escalas, a inversão sistemática de todos os valores.

Os costumes degradam-se quando a população já não consegue imitar, nem de longe, os modelos melhores de conduta que a História consagrou e que, ante o olhar de cada geração, se reencarnam de novo e de novo nas figuras das personalidades admiráveis, dos sábios, dos heróis e dos santos.

Quando, ao contrário, todas as personalidades admiráveis desapareceram ou foram postas para escanteio, e em seu lugar se colocam simulacros grotescos ou inversões caricaturais, o problema já não é a desobediência, mesmo generalizada, a valores que todos continuam reconhecendo da boca para fora; é, ao contrário, a obediência a modelos de malícia, perversidade e covardia que se impuseram, pela força da propaganda e da mentira, como as únicas encarnações possíveis do meritório e do admirável.

Quanto mais alto esses personagens sobem na hierarquia social, mais esfumada e distante vai ficando, até desaparecer por completo, a escala de valores que permitiria julgá-los e condená-los; e mais e mais eles próprios se consagram como unidades de medida de uma nova escala, monstruosamente invertida, que em breve passa a ser a única. Daí por diante, quem quer que não a siga e cultue dificilmente poderá evitar a sensação de marginalidade e isolamento que é, nesse quadro, o sucedâneo perfeito do sentimento de culpa.

Calou-se, na alma de cada cidadão, a voz da consciência que, na escura solidão da sua alma, lhe trazia a lembrança amarga de seus delitos e de seus vícios. Em lugar dela, desenvolve-se uma hipersensibilidade epidérmica à opinião dos outros, ao julgamento do grupo, ao senso das conveniências aparentes.

Preso na trama virtual dos olhares de suspeita, cada um vive agora em estado de sobressalto permanente, obsediado, ao mesmo tempo, pela compulsão de exibir equilíbrio, tranqüilidade e polidez para não se tornar o próximo alvo de desprezo. A essa altura, cada um se dispõe a renegar ideais, amizades, lealdades, admirações, promessas, ao primeiro sinal de que podem condená-lo a um ostracismo psíquico – que se anuncia tanto mais insuportável quanto mais tácito, implícito e não reconhecido como tal.

Há uma diferença enorme entre um "estado de medo" e uma "atmosfera de medo". O primeiro é patente, é público, todos falam dele e, não raro, encontram um meio de enfrentá-lo. A segunda é difusa, nebulosa, esquiva, e alimenta-se da sua própria negação, na medida em que acusar sua presença é, já, candidatar-se à rejeição, à perda dos laços sociais, ao isolamento enlouquecedor.

Nessa atmosfera, a única maneira de evitar o castigo ante cuja iminência se treme de pavor é negar que ele exista, e, com um sorriso postiço de serenidade olímpica, ajudar a comunidade a aplicá-lo a imprudentes terceiros que tenham ousado notar, em voz alta, a presença do mal.

Não digo que todos os brasileiros tenham se deixado submergir nessa atmosfera. Mas pelo menos as "classes falantes", se é possível diagnosticá-las pelo que publicam na mídia, já têm sua consciência moral tão deformada que até mesmo suas ocasionais e debilíssimas efusões de revolta contra o mal vêm contaminadas do mesmo mal.

Por exemplo, o fato de que clamem contra desvios de dinheiro público com muito mais veemência do que contra o massacre anual de 50 mil brasileiros (quando chegam a dar-lhe alguma atenção) prova, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que por trás do seu ódio a políticos corruptos não há uma só gota de sentimento moral genuíno, apenas a macaqueação de estereótipos moralistas que ficam bem na fita. E que ainda continuem discutindo "se" o partido governante tem parceria com as Farc, depois de tantas provas documentais jamais contestadas, mostra que estão infinitamente menos interessadas em averiguar os fatos do que em apagar as pistas da sua longa e obstinada recusa de averiguá-los. Recusa que as tornou tão culpadas quanto aqueles a quem, agora, relutam em acusar, porque sentem que acusá-los seria acusar-se a si próprias.

Quando, por indolência seguida de covardia, os inocentes se tornam cúmplices ex post facto, já não sobra ninguém para julgar o crime: todos, agora, estão unidos na busca comum de um subterfúgio anestésico que o suprima da memória geral.

Não, não se trata de "degradação dos costumes", como nos Estados Unidos, na França, na Espanha ou em tantos outros países: trata-se, isto sim, da perda completa do senso moral, o que faz deste País uma bela imagem do inferno. No inferno não existe degradação, porque não há a presença do bem para graduá-la.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA. O. de Carvalho é também o editor do seu próprio site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" – Opinião.
Quarta-feira, 08 de setembro de 2010, 20h23.





O crime continuado do PT – Editorial do "Estadão"






Friday, August 27, 2010

E "eles", o que dizem? Ora, "batem" continência!

LEIA TAMBÉM: FILME VELHO

































O crime continuado do PT
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião, com a mesma sórdida intenção de atingir o candidato tucano ao Planalto, José Serra.

Em 16 minutos, na hora do almoço do dia 8 de outubro de 2009, na delegacia do Fisco em Mauá, na Grande São Paulo, foram abertas e impressas as declarações do ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique, Luiz Carlos Mendonça de Barros; do arrecadador informal da campanha de Serra ao Senado em 1994 e em seguida diretor da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira; e do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima de Serra.

Os sistemas de controle da Receita identificaram como pertencendo à analista fiscal Antonia Aparecida Neves Silva a senha utilizada para a invasão no computador da servidora Adeilda Ferreira dos Santos. Antonia, contra quem foi aberto processo administrativo, admitiu ter passado a senha a Adeilda e a outra colega, Ana Maria Caroto Cano. Todas negam envolvimento no caso. O processo depende de uma perícia que não tem data para terminar. É incerto igualmente se aparecerão os nomes dos autores e mandantes do crime. Se aparecerem, não será antes da eleição.

O que parece fora de dúvida é que a devassa foi ordenada de dentro do apparat petista para a formação de um dossiê a ser eventualmente usado contra Serra, conforme revelado pela Folha de S.Paulo, que teve acesso ao material. Na campanha de 2006, quando ele concorria ao governo paulista, o coordenador da campanha do então candidato ao Senado pelo PT, Aloizio Mercadante, envolveu-se com a malograda tentativa de um grupo de companheiros de comprar uma papelada para atacar o tucano. Eles foram presos em flagrante com uma bolada de dinheiro. O presidente Lula limitou-se a chamá-los de aloprados.

Não se sabe se desta vez também há dinheiro envolvido na sujeira afinal desmascarada. Ainda que haja, deve ter prevalecido na montagem da operação o mais autêntico espírito partidário do vale-tudo para tomar e permanecer no poder, como, por palavras e atos, o próprio Lula ensina sem cessar à companheirada. Esse espírito está na origem do mensalão, do escândalo dos aloprados e das demais baixarias que vieram à tona nestes 8 anos. Do PT se pode dizer, parafraseando uma citação clássica, que nada esqueceu e nada deixou de aprender em matéria de vilania política.

Aprendeu, sobretudo, que os fins não apenas justificam os meios, mas dependem de meios eficazes para ser alcançados. O principal deles é o controle - no sentido mais raso do termo - da máquina pública. Dos muitos objetivos a que serve o aparelhamento do Estado, um dos mais importantes é criar um disseminado e leal "exército secreto", como já se escreveu nesta página, pronto para fazer os trabalhos sujos que dele se demandem. A ordem tanto pode partir dos mais altos escalões do governo ou do partido como resultar da iniciativa de indivíduos e grupos que conhecem as regras do jogo na casa e sabem a quem recorrer numa ou em outra circunstância.

No caso da violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e a Serra, é até possível que Dilma só viesse a saber dela quando já estava em curso ou depois de escancarada. O que teria sido possível graças a inconfidências de membros da campanha em conflito com o setor de onde parece ter partido a decisão de arrombar o cofre de informações da Receita. Mas, na ordem das coisas que contam, o essencial, o assustador, é que se constituiu no governo uma rede de agentes que a qualquer momento pode funcionar como uma organização criminosa.

Essa estrutura, que se nutre do próprio Estado em que se encastelou, só deverá se fortalecer com a provável vitória da candidata presidencial do PT.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 27 de agosto de 2010.











FILME VELHO


































Governo Lula violou sigilo fiscal de generais

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência fez a Receita Federal quebrar o sigilo fiscal de seis oficiais do Exército (três generais da ativa) que criticaram o governo Lula ou seriam indicados a cargos. "Nada consta", informou a Receita sobre todos eles. A ordem do GSI chegou ao Ministério da Fazenda pelo sistema "Note", de comunicação entre ministros, às 15h37 de 18 de janeiro. O pedido foi enviado à Receita às 13h08 de 23 de janeiro. Procurados pela coluna, GSI, Receita e Fazenda se recusaram a comentar a informação.

Fonte: claudiohumberto.com.br - 10/05/2010



DIÁLOGO ENTRE DOIS PAISANOS SOBRE A NOTÍCIA ACIMA:

– Caramba! E o que "eles" fizeram?

– Ora, ora! "Bateram" continência!

– O que "eles" irão fazer quando a terrorista, traidora da Pátria, ladra e assassina de soldados assumir a presidência devido a uma eleição eletronicamente fraudada e com os votos de uma massa de parasitas que vivem de esmolas, ajudas, auxílios e benefícios sem dar nada em troca ao país?

– Ora pois! "Baterão" continência, afinal "eles" são disciplinados (leia-se "amestrados") e a sacripanta terá sido "eleita" pela "maioria", de acordo com os resultados defecados das "urnas funerárias eletrônicas". Pois, como bem disse recentemente o atual comandante e supremo pinguço "deles", agora são todos "tovarishches".

– Cáspite! E o tal juramento "deles"?

– Foi modificado, agora ficou assim:

"Recebendo a nomeação de Aspirante a Oficial do Exército Bolivariano da URSAL*, assumo o compromisso de cumprir rigorosamente as ordens do PT a quem estou inteiramente subordinado; de respeitar os meus superiores hierárquicos, tais como: O Supremo Pinguço, o Comandante Chávez, a Comandante Stella e o Marechal Jobim; de tratar com desconfiança e permanente vigilância os "tovarishches" e com muita afeição os subordinados GLBTs; e de me dedicar inteiramente a causa do "Socialismo Bolivariano do Século XXI" cujos crimes, corrupções e déspotas, defenderei com o sacrifício da própria vida. PÁTRIA, SOCIALISMO OU MORTE!"

(*) URSAL: União das Repúblicas Socialistas da América Latrina, composta por Cuba, Venezuela, Bolívia, Argentina, Brasil, Equador, Paraguai, Uruguai, Nicarágua entre outras merdas cucarachas.



NE: Já que me foi solicitado um esclarecimento, segue a explicação para os três zeros antes da vírgula no quepe da figura representando um militar prestando continência, conforme consta no dicionário Aulete:

Zero à esquerda

1 – Fig. Aquilo que nada acrescenta, que não faz diferença, que não tem significado, irrelevância de valor (como o zero, quando escrito à esquerda de um número).

2 – Pessoa que não tem valor próprio, que não cria, não trabalha, não ajuda outras, etc.

Obs.: Os três zeros = Marinha, Exército e Aeronáutica.

Understand now, friend?




Estadistas não consultam marqueteiros – Augusto Nunes







Tuesday, August 17, 2010

O que é a maioria? A maioria é tolice. O bom senso sempre tem sido de poucos.
Convém pesar os votos, não contá - los.

VALE A PENA VER DE NOVO – VEJA entrevista: O "povo brasileiro"


































Estadistas não consultam marqueteiros
por Augusto Nunes

A era dos marqueteiros produziu incontáveis espantos: acabou com todos os vincos e rugas, erradicou os cabelos brancos, instituiu a obrigatoriedade do uso do uniforme terno-azul-marinho-camisa-azul-celeste-gravata-vermelho-cheguei, aposentou os óculos de aros grossos, converteu arrogantes vocacionais em poços de humildade, permitiu a gargantas franzinas formularem incongruências com voz de tenor, transformou azarões em favoritos, elegeu perfeitas nulidades e promoveu bestas quadradas a gênios da raça. Mas não produziu um único estadista.

O sumiço dessa fina estirpe não pode ser debitado inteiramente na conta dos profissionais do marketing político. Mas é impossível imaginar um marqueteiro soprando o que deve ser feito aos ouvidos de um estadista. Gente assim sabe que pesquisas de opinião captam um estado de ânimo condicionado por circunstâncias passageiras – e pelo imaginário popular. Sabe que a voz do povo não é ditada pela Divina Providência: é apenas a voz do povo, e não traduz necessariamente o que é melhor para um país.

Como os políticos comuns, profissionais do marketing político pensam na próxima eleição. Estadistas pensam na próxima geração. Em 1938, já que a maioria dos britânicos queria um tratado de paz com a Alemanha, os marqueteiros teriam sugerido a Winston Churchill que fosse mais polido com Adolf Hitler. Nos anos seguintes, sobraçando levantamentos do Instituto Gallup, teriam implorado a Franklin Roosevelt que mantivesse os Estados Unidos fora de uma guerra que, para sete entre dez americanos, era um problema europeu.

Na eleição que se seguiu ao triunfo contra a Alemanha nazista, Churchill também seria aconselhado a livrar-se do charuto, beber menos, esconder que dormia depois do almoço, emagrecer pelo menos 15 quilos, usar fotografias que amputassem a calvície e, sobretudo, parar de denunciar com tanta veemência a política expansionista da União Soviética. Cansados de guerra, os ingleses não queriam sequer ouvir falar em Guerra Fria. Churchill talvez não tivesse perdido a eleição. Mas perderia a chance de voltar nos anos 50, o lugar que lhe coube na História e o respeito que sempre merecerá de todas as gerações.

A oposição brasileira precisa mais de líderes com visão histórica que de candidatos com chances de vitória. O país que presta está pronto para o combate frontal e sem prazo para terminar. Se o preço a pagar pela chegada ao poder for a rendição sem luta, os democratas preferem a derrota. O que está em jogo não é o Palácio do Planalto, é o futuro. Não se trata de escolher entre nomes, mas entre a liberdade e o autoritarismo. José Serra e todos os oposicionistas decentes devem mirar-se no exemplo do primeiro-ministro britânico. A farsa precisa ser desmascarada. A fraude não resiste ao confronto com a verdade. Quem se opõe tem o dever de denunciar com dureza os crimes e pecados do adversário.

Churchill perdeu as primeiras batalhas. Sabia, quando começou a guerra contra o inimigo primitivo e poderoso, que tinha o apoio declarado de menos que 5% dos ingleses. Mas também sabia que tinha razão. E a civilização sobreviveu.

Publicado na seção Direto ao Ponto da "Coluna do Augusto Nunes".
Segunda-feira, 16 de agosto de 2010, 18h44.




NÃO HÁ NADA MAIS ASSUSTADOR QUE O "POVO BRASILEIRO" EM AÇÃO!

Dna. Neili: A rematada representante da maioria (96%), obra-mestra da brasilidade ou,
uma mistura "pronta e acabada" de estupidez, cupidez e insensatez. Êta nóis aí otravez!

Recado para Dna. Neili: "Cuba" vem aí, sua renda mensal de US$ 1.050, vai ser só US$ 50, tá bom ou quer mais? Merece!
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE    aguarde completar o carregamento
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Os brasileiros do Bolsa Família abdicaram do direito de sonhar
por Augusto Nunes

"Primeiro tenho de saber se a patroa deixa", condicionou Neili dos Santos Ferreira ao ser convidada pela produção do VEJA Entrevista. Liberada pela dona do apartamento de que cuida uma vez por semana, a diarista nascida na Bahia, 39 anos e dois filhos escolheu a melhor roupa, cobriu-se com uma contrafação de casaco de pele, incompatível com a tarde quente, e apareceu no estúdio pronta para contar o que pensa e como vive uma brasileira inscrita no Bolsa Família.

Incluído o salário do marido, a renda familiar é de R$1,8 mil. Pelos critérios dos alquimistas federais, pertencem à classe média os quatro brasileiros que, sem dinheiro para a casa própria, moram com a sogra de Neili. Ganha do governo R$ 20 por mês, mas se daria por satisfeita com a metade. "O Lula é um paizão", abre o sorriso a diarista, decidida a votar no sucessor escolhido pelo único político em quem confia. "Ele foi pobre igual à gente", explica.

Não sabe quem é Dilma Rousseff, mas a ministra pode contar com quatro votos se Lula quiser. Ouviu dizer que, se a oposição vencer, o Bolsa Família vai acabar. Não sabe muito sobre o mensalão e outros escândalos. Não lê jornais nem revistas, nunca leu um livro. Anda evitando os noticiários da TV "porque só falam em coisa ruim". Não vê diferenças entre os partidos, mas se declara fiel ao PT, "que mudou para melhor". Na última eleição, só votou num candidato a deputado. Não recorda o nome: "Foi meu irmão que indicou".

Sempre falta dinheiro no fim do mês. Se ganhasse na loteria, compraria uma casa. Sem tempo nem verba para qualquer tipo de lazer, nunca viu uma peça de teatro e foi ao cinema só uma vez. A filha quer ser cabeleireira, o filho tem jeito para futebol. O que faria se o menino se tornasse um craque internacional? Ajudaria o irmão alcóolatra. Parou de estudar ainda no segundo grau porque não gostava.

Não dá maior importância à formação escolar. Lula, por exemplo, não precisa aprender mais nada para lidar com qualquer problema, até mesmo complicações internacionais. Se for preciso, basta chamar um professor particular. Neili acompanha à distância as bandalheiras no Senado, não entende direito o que está acontecendo. O ser humano é muito ganancioso, generaliza. Num recado a José Sarney, recomenda ao senador que, se tiver culpa no cartório, confesse o que fez e peça desculpas. Lula não tem nada a ver com a confusão, ressalva.

A incursão pelo universo do Bolsa Família é reveladora e inquietante. Como a diarista, milhões de brasileiros admitem que a vida anda difícil, mas não têm queixas a fazer, muito menos exigências a apresentar: sobreviver é suficiente. Abdicaram do direito de sonhar. Conformam-se com pouco mais que nada.

Publicado na seção Vídeos: VEJA entrevista da "Coluna do Augusto Nunes".
Sexta-feira, 07 de agosto de 2009, 21h29.



Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganhado por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".







Stallone está certo – Olavo de Carvalho






Thursday, July 29, 2010

Brasil: Sobrevivendo no "planeta dos macacos vermelhos".


Video Bonus Post




































Rambo está com a macaca

Declarações de Stallone sobre Brasil indignam mídia. Olavo de Carvalho fecha com Rambo.

Stallone está certo
por Olavo de Carvalho

A mídia inteira está brabíssima com o ator Sylvester Stallone porque ele disse que no Brasil você pode explodir o país e as pessoas ainda lhe agradecem, dando-lhe de quebra um macaco de presente. Alguns enfezados chegaram até a resmungar que com isso o ator estava nos chamando de macacos – evidenciando claramente que não sentem a diferença entre dar um macaco e ser um macaco.

Da minha parte, garanto que Stallone só pecou por eufemismo. Macaco? Por que só macaco? Exploda o País e os brasileiros lhe dão macaco, tatu, capivara, onça pintada, arara, cacatua, colibri, a fauna nacional inteira, mais um vale-transporte, uma quota no Fome Zero, assistência médica de graça, um ingresso para o próximo show do Caetano Veloso e um pacote de ações da Bolsa de Valores.

Exploda o País como o fazem as Farc, treinando assassinos para dizimar a população, e o governo lhe dá cidadania brasileira, emprego público para a sua mulher e imunidade contra investigações constrangedoras.

Seqüestre um brasileiro rico e cinco minutos depois os outros ricos estão nas ruas clamando pela libertação – não do seqüestrado, mas do seqüestrador (passado algum tempo, o próprio seqüestrado convida você para um jantar na mansão dele).

Crie uma gigantesca organização clandestina, armando com partidos legais uma rede de proteção para organizações criminosas, e a grande mídia lhe dará todas as garantias de discrição e silêncio para que o excelente negócio possa progredir em paz; sobretudo, ninguém, ninguém jamais perguntará quem paga a brincadeira.

Tire do lixo o cadáver do comunismo, dando-lhe nova vida em escala continental, e os capitalistas o encherão de dinheiro e até se inscreverão no seu partido, alardeando que você mudou e agora é neoliberal.

Crie a maior dívida interna de todos os tempos, e seus próprios credores serão os primeiros a dizer que você restaurou a economia nacional.

Encha de dinheiro os invasores de terras, para que eles possam invadir mais terras ainda, e até os donos de terras o aplaudirão porque você "conteve a sanha dos radicais".

Mande abortar milhões de bebês, e os próprios bispos católicos taparão a boca de quem fale mal de você. Mande seu partido acusar as Forças Armadas de todos os crimes possíveis e imagináveis, e os oficiais militares, além de condecorar você, sua esposa e todos os seus cupinchas, ainda votarão em você nas eleições presidenciais.

Destrua a carreira de um presidente "direitista" e alguns anos depois ele estará trocando beijinhos com você e cavando votos para a sua candidata comunista no interior de Alagoas.

Um macaco? Um desprezível macaquinho? Que é isso, Stallone? Você não sabe de quanta gratidão, de quanta generosidade o brasileiro é capaz, quando você bate nele para valer.

Fora essa ressalva quantitativa, no entanto, a declaração do ator de "Rambo" é a coisa mais verdadeira que alguém disse sobre o Brasil nos últimos anos: este é um país de covardes, que preferem antes bajular os seus agressores do que tomar uma providência para detê-los.

O clássico estudo de Paulo Mercadante, A Consciência Conservadora no Brasil, já expunha a tendência crônica das nossas classes altas, de tudo resolver pela conciliação. Mas a conciliação, quando ultrapassa os limites da razoabilidade e da decência, chega àquele extremo de puxa-saquismo masoquista em que o sujeito se mata só para agradar a quem quer matá-lo.

Curiosamente, muitos dos que se entregam a essa conduta abjeta alegam que o fazem por esperteza, citando a regra de Maquiavel: se você não pode vencer o adversário, deve aderir ao partido dele.

Esses cretinos não sabem que, em política prática, Maquiavel foi um pobre coitado, que sempre apostou no lado perdedor e terminou muito mal. A pose de malícia esconde, muitas vezes, uma ingenuidade patética.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" – Opinião.
Terça-feira, 27 de julho de 2010, 19h54.




Vídeo: Trailer do filme "THE EXPENDABLES".*
Dirigido por Sylvester Stallone e rodado no Brasil.


(*) Expendable = Termo usado por militares para "dispensáveis" (pessoal, equipamentos ou materiais,
que podem ser sacrificados a fim de que se realize um objetivo militar).

Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE    aguarde completar o carregamento
e então pulse PLAY    novamente.




ESTA GENTINHA MERECE A VELHOTA COMUNISTA – Janer Cristaldo








Thursday, September 10, 2009

SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS


Quem estiver pendurado no "bolsa-esmola", deverá ter seus Direitos Políticos interrompidos por enquanto subsistir em tal situação, portanto, não poderá votar e nem ser votado.
É a única porta de saída para tentar salvar o Brasil da guerra civil!

























































O lado bom (do meu pessimismo)
por Carlos Reis

Quando eu imagino que já vi tudo, aparece essa história do Collor entrar para Acadêmica Alagoana de Letras sem ter escrito um único livro. O Reinaldo Azevedo, que não presta, escreveu que há um lado bom nisso: o Collor poderia ter escrito um livro! Eu já o imagino de fardão, na companhia do Sarney, mergulhado no mundo da ficção literária em que vivem; se deixando enlevar pelas preciosas letras e pelos vapores de... um bloco de gelo dourado, apenas sendo sobressaltado de quando em vez pela difícil tarefa de decidir como gastar tanto dinheiro e aproveitar o poder que vem de Lula, seu companheiro e mestre literário.

Entrementes, a quadra não é boa. A "boca não é boa", como diz a minha cunhada. Honduras está prestes a ser bombardeada virtualmente pelo Departamento de Estado americano, hoje nas mãos hábeis e ligeiras da Hilária Clinton. Ao preferir Hugo Chávez e Zelaya contra a vontade da maioria do povo hondurenho, a Casa Branca deu um passo decisivo de aproximação com a seção cubano-bolivariana do Foro de São Paulo, o que equivale a dar carta branca para os cocaleros e seus negócios na América Latina.

Mas enquanto isso os cocaleros fazem reuniões para demonstrar medo de Barack Hussein. Tudo uma palhaçada. Aquela repressão americana prometida contra as FARC e as drogas é de boca para fora? É, ou não é? Se é, pelo menos a imagem de repressão foi criada lá em Bariloche.

Se, no entanto o Barack Hussein ficar nessa linha contraditória, nessa política de agradar a gregos e bahianos, não poderá sustentar-se por muito tempo senão empregando força e ardis secretos maliciosos, tão eficientes quanto uma porrada na cara, mas muito próximos dos métodos fascistas dos cocaleros. Com um viés de força e autoritarismo, algo completamente estranho às tradições americanas, essa política capitulacionista, esse big stick ao contrário de quem se apóia em frágeis cocaleros, não sustentará o próprio presidente americano nem ninguém. Ele, mais cedo ou mais tarde terá que renunciar à vida eterna ou ao seu caráter divino. Será lembrado disso: no, you cannot!

Não se vive para sempre sustentando psicopatas como Hugo Chávez, Fidel, Evo Morales, et caterva. A esquizofrenia de apoiar ou fazer parecer que vai apoiar a luta contra as FARC de Álvaro Uribe e, ao mesmo tempo agradar o Foro de São Paulo, ferrando a pequenina Honduras, encaminhará muito mal o seu Obama. A política e a diplomacia cocaleros do Brasil e seus sócios são uma bela Stalingrado para o Obama. Como diria o Reinaldo, esse é o lado bom da história.

Mas até lá comeremos o pão que Marx e Che amassaram. Comerão muito mais desse pão, entretanto, aqueles que se voltarem esperançosos para as eleições do ano que vem, acreditando estar lutando uma boa guerra. Eu sei que são tentadoras a disputa, a velocidade dos cavalos de raça, a análise objetiva dos números e das chances políticas dos candidatos, até com direito a um improvável sonho de vitória antiesquerdista - toda eleição tem disso, para nossa maior amargura -, mas no fim é inarredável a decepção, ou a deception.

Prefiro a expressão inglesa, embora de sentido diferente. Enganar é da natureza do político, assim como o drible é da natureza do craque, e o vício do racionalismo é o ópio dos intelectuais. No mundo dos vivos, dos muito vivos, e dos mais espertos ainda, a deception é a única lei. Para enganar eles usam todos os meios e truques, especialmente os democráticos, porque esse regime maravilhoso permite tanto o crack quanto a roubalheira bem intencionada, majoritariamente sancionada, como acontece há anos no nosso pig sty, e como aconteceu agora na questão da censura da internet.

Somente a democracia, e suas conseqüências e mazelas, o socialismo majoritário, a legitimidade, o peso do voto comprado, coisas muito mais poderosas do que qualquer lei ou constituição, podem manter um estado de deception por muito tempo, um tempo maior do que o nosso próprio. Diante disso não temos nenhuma saída, exceto ter calma e esperar que esse regime desmorone sobre sua própria pecaminosidade, segundo uma lei de inexorabilidade que Lincoln celebrizou. Se apelarmos às armas deles, isto é, às eleições democráticas, penaremos mais; se apelarmos às suas cortes, penaremos mais ainda. Nem nossas forças armadas estão nesta equação. Unfortunatelly.

Eu não vou nessa porque já me vacinei de todos os fakes e hoaxes da política. Não preciso acompanhar o suicídio desse regime quando chegar a sua hora. Porque sei que qualquer movimento meu, como votar, por exemplo, dá vida e mais alento a esse regime. Se pensarmos o regime Lula e a estrutura do Foro de São Paulo como um organismo vivo, logo veremos que sua expectativa de vida não é muito grande; é muito menor do que eles imaginam, embora ainda muito maior do que a nossa própria expectativa de vida. Para isso temos que pensar para além dela. Digo mais, a sobrevida desse organismo é inversamente proporcional à sua ambição de poder. Ele padece de gigantismo celular, tentacular; o Reich dos mil anos do Lula et caterva, é o seu maior inimigo.

Por falar em reich, muitos analistas realmente sérios sempre viram em Hugo Chávez, por exemplo, um caráter trágico, wagneriano, ou tragicômico, que lembra Mussolini. Está tudo lá, o histrionismo, as fanfarras, as palhaçadas que, sem ele saber, já escreveram seu destino. Mas não tentem matá-lo. E se tentarem, não errem, porque haverá represálias! Esperemos. O que o povo hondurenho, venezuelano, e nós mesmos temos que fazer é ficar firmes e esperar a cena do posto de gasolina de Milão. Há ali, naquele organismo doentio, um dispositivo de autodestruição. Esperemos de outros também a mesma coisa porque são muitos os mussolinis da cocaína. A brevidade previsível desses fanfarrões não é boa companheira de Barack Obama e do próprio Foro de São Paulo.

Como vocês devem estar percebendo algo de muito estranho está acontecendo com o meu pessimismo. Nem a suspeita que a globalização já resolveu a questão do Foro de São Foro, do Barack Hussein, e de nós mesmos, absorvendo tudo como um buraco negro para engordar o Governo Mundial, mesmo assim, hoje nem isso me abala. Por isso, aproveitem o lado bom do meu pessimismo que eu não sei quanto tempo ele durará.


Carlos Alberto Reis Lima é médico neurologista e escritor.

Publicado no site "Mídia Sem Máscara".
Terça-feira, 08 de setembro de 2009.




LULA NA TV – Reinaldo Azevedo





Wednesday, September 02, 2009

FILHOTES DA MESMA NINHADA!

Foto: Dois diletos ovovivíparos da "hidra-mãe", amancebados no Partido Socialista Totalitário Do Brasil.




























A Candidata Dilma
por Ipojuca Pontes

Sim, amigos, apesar dos percalços éticos, Dilma Rousseff, ex-terrorista, ainda pode chegar lá. Para que isso ocorra, basta que Lula aumente os impostos, abra as torneiras e solte mais grana para políticos, juízes, artistas, empresários, universidades, funcionalismo, mídia, etc. e, lá no fim, para fazer alarde nos programas políticos, solte alguma laminha para os "excluídos". Ou seja, corrompa ainda mais.

Também conhecida como a Mãe da Mentira, a candidata Dilma Rousseff, posta em banho-maria pela vontade dos estrategistas do Planalto, a julgar pelo andar da carruagem pode afundar o barco das pretensões lupetistas em permanecer no poder por vias interpostas, provavelmente uma jogada manhosa articulada nos intestinos do Foro de São Paulo. Se o esquema dos ideólogos comunistas deu certo na Argentina dos Kirchner, por que não por essas bandas?

Seria uma boa para o País livrar-se da impertinente chefe da Casa Civil, figura instável e de má catadura, embora observadores das artimanhas comunistas estimem, com boa dose de percuciência, que a "Companheira de armas" (metralhadoras, fuzis, granadas e artefatos do gênero) foi lançada candidata à presidência da República como uma espécie de balão de ensaio. Se a candidatura colasse, muito bem, o barco continuaria a navegar. Caso contrário, como ora se evidencia, o presidente de nove dedos partiria para execução do "plano b", que é o dele mesmo candidatar-se ao 3º mandato tão logo Álvaro Uribe, na Colômbia, abra o caminho e se pronuncie pela segunda reeleição presidencial.

(Neste caso, na disputa com Serra, o Insosso, Lula, o Malandrinho, liquidaria mole a fatura e teríamos mais quatro anos de intensa corrupção, tempo seguro para a definitiva instalação do "Socialismo do Século XXI" e, por conseqüência, o apodrecimento geral e irrestrito das instituições do Estado e da própria coletividade nacional. Por enquanto, estamos no meio do caminho).

Com efeito, a candidata Dilma, de formação marxista-leninista, ex-integrante do grupo terrorista Var-Palmares, mente de modo compulsivo, mesmo quando proclama verdade aparente. E não poderia ser de outro modo. A mentira sempre foi arma predileta dos marxistas leninistas - antes, durante e depois da tomada do poder. Como se sabe Marx, um "filodoxo" por natureza, mentia em tudo e sobre tudo, a começar pela mentira da "mais-valia" (teoria econômica amplamente desmoralizada pelo austríaco Bohm-Bawerk na análise das valorações subjetivas) e o seu "devir" revolucionário.

Lenin, por sua vez, um lixo moral, fanático por vocação, tinha a mentira por ato de fé. Ele próprio, depois da fracassada revolta russa de 1905 (na qual Nicolau II saiu fortalecido), prescreveu o seguinte, num "comunicado" aos membros da cúpula bolchevique: "Camaradas, devemos estimular sem tréguas a mentira e a violência como armas da revolução, sob pena de novas derrotas"

Em retrospecto, as mentiras de Dilma tornaram-se mais vexatórias quando ela, instada pelo senador José Agripino (DEM-RN) se mentia ao explicar-se sobre a sua vida pregressa de revolucionária e o "dossiê" de gastos excedentes preparado pela Casa Civil contra o melífluo FHC e sua mulher, Dona Ruth, declarou sob argüição da verdade à Comissão de Infra-Estrutura do Senado: "Me orgulho de ter mentido porque salvei companheiros da tortura dos militares".

A resposta ao senador foi uma mentira dupla, pois a atual candidata de Lula, presa como terrorista em 1970, entregou à repressão, de bandeja, o operário Natael Custódio Barbosa que, trinta anos depois da traição, em Londrina, Paraná, afirmou ao repórter Luís Marklouf : "Acho que ela me entregou porque eu era da base operária (Var-Palmares) e não tinha como aumentar o prejuízo". (Aqui, sem querer, o "inocente" Natael deixa entrever o que todos sabemos: a "elite revolucionária" só vê o operário como pretexto e massa de manobra).

Em julho deste ano descobriu-se que as informações do currículo acadêmico de Dilma eram falsas. Ao contrário do que se informava, inclusive nos sites do governo e da Petrobras (onde faz parte do Conselho de Administração e ganha invejável bolada mensal), ela não é "Mestre em Teoria Econômica" e muito menos "Doutorada em Economia Monetária e Financeira". A própria Universidade de Campinas, onde se dizia ter a ministra de Lula conquistado os tais títulos, contestou em nota a informação inverídica - embora, verdade seja dita, graduar-se pela UNICAMP em economia não seja propriamente motivo de orgulho.

Mais recentemente, ao rol das mentiras sistemáticas da "Companheira de armas", soma-se a escandalosa denúncia da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que confirmou no Senado ter a chefe da Casa Civil do governo solicitado, em entrevista clandestina, para que ela "agilizasse a investigação contra o filho de Sarney - este, por sua vez, indiciado em inquérito na Polícia Federal por formação de quadrilha, gestão financeira fraudulenta, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Dilma negou o encontro e o Planalto destruiu as gravações que poderiam comprovar a verdade dos fatos. Neste caso, pergunto: por que não submeter a chefe da Casa Civil a um detector de mentiras?

Num país civilizado, ou nem isso, seria impossível uma figura com o currículo de Dilma Rousseff, somando assaltos à mão armada, roubo de bancos e tráfico de armas, chegar à Presidência da República. Mas no Brasil da Era Lula, país que perdeu o senso dos valores éticos e a mentira tornou-se um dado de valor social, tal anomalia é perfeitamente plausível.

Sim, amigos, apesar dos percalços éticos, Dilma Rousseff, ex-terrorista, ainda pode chegar lá. Para que isso ocorra, basta que Lula aumente os impostos, abra as torneiras e solte mais grana para políticos, juízes, artistas, empresários, universidades, funcionalismo, mídia, etc. e, lá no fim, para fazer alarde nos programas políticos, solte alguma laminha para os "excluídos". Ou seja, corrompa ainda mais.

Por fim, sejamos objetivos, quem conta com uma tropa de choque altamente escolada, capaz de tudo e mais alguma coisa, gente do porte de um Zé Dirceu, Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá, Collor de Mello, Ricardo Berzoíni, Tarso Genro, Requião, Jaques Wagner, Marco Aurélio Garcia ( "Mac, o Fanático"), Celso Amorim (o "Celsinho da Embrafilme"), Aluízio Mercadante, Sérgio Cabral, etc., uma corriola com astúcia e gana incontroláveis, não tem que temer adversário da estatura de um FHC, sujeito que, outro dia, cheio de vaselina, depois de defender o uso da maconha, declarou em entrevista à CBN: "Lula foi bom para o país".

AVISO AOS NAVEGANTES: Se nada do que foi acima previsto ocorrer, ainda assim a coisa não melhora. Com Zé Serra no poder só muda o estilo, menos debochado. Mas a agenda da caminhada para o "Socialismo do Século XXI" - com mais impostos e leis repressoras - continua a mesma.

Que fazer?


Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.






Publicado no site "Mídia Sem Máscara".
Terça-feira, 01 de setembro de 2009.




O enterro das Forças Armadas – Geraldo Almendra




Wednesday, August 19, 2009

"Diógenes 16%" em busca de um "Leônidas".
Uma missão impossível!








































Click AQUI e veja "Diógenes 16%" em pleno "inferno", procurando debalde por um "Leônidas".


ONDE ESTAIS "LEÔNIDAS"?
por Olympio P. S. Junior

Na batalha do desfiladeiro de Termópilas, travada em 481 AC, Leônidas a frente de 300 Espartanos, alguns Tespienses e Tebanos, enfrentou mais de 200 mil Persas. Combateram a sombra pois as flechas lançadas pelo inimigo encobriam o sol. Foram massacrados mas lutaram um bom combate e a proporção, em relação ao exercito inimigo, era muito menor do que 16%.. O que ficou, para a história, foi a coragem e a determinação dos Espartanos em não se entregarem aos invasores, jamais. Ou voltavam para casa segurando seus escudos ou mortos sobre eles.

O que precisamos é de um Leônidas que queira, representando os 16%, concorrer às próximas eleições para Presidente, enfrentando, de peito aberto todas as adversidades, todas as dificuldades mas pronto e decidido a lutar o bom combate. O adversário é poderoso não só pelo número de seguidores mas também pelas armas que possui, mas isso tudo não fez Leônidas e seus Espartanos acovardarem-se. Cerraram fileiras a entrada do desfiladeiro e resistiram até o último homem.

Devemos procurar o nosso Leônidas, aquele que represente os anseios e as aspirações desses 16% que ainda estão conscientes. Vamos nos reunir com ele e apresentar um programa para um novo Brasil.. Vamos lutar o bom combate no campo democrático, no campo das idéias, frente a frente ao adversário, com garra e patriotismo, o que não podemos é nos entregar, sem luta, assistindo a tudo passivamente e protestando pela Internet somente entre nós.

Eles já avançam sobre a Cidade, já preparam-se para a luta reunindo suas forças e seus aliados. Já cavam suas trincheiras e municiam suas armas.

Estamos atrasados. Vamos nos reunir. AGORA , e preparar a nossa defesa conscientes de que vamos lutar o bom combate.

TEMOS QUE ACHAR O NOSSO LEÔNIDAS!


Olympio Pereira da Silva Junior, nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 04 de janeiro de 1951, formou-se bacharel em Direito pela Faculdade de Direito Cândido Mendes em 1975. Ingressou na carreira do Ministério Público Militar em 1976, tendo sido designado pelo Presidente da República Ernesto Geisel para assumir a Procuradoria junto à Auditoria da 4ª CJM em Juiz de Fora-MG, onde permaneceu até 1979, quando então foi transferido para o Rio de Janeiro, exercendo sua atividade junto à 3ª Auditoria do Exército. Trabalhou como Procurador ainda junto às Auditorias de Manaus e Santa Maria-RS. Em 1982, novamente transferido para a Auditoria da 4ª CJM (Juiz de Fora-MG), local onde permaneceu lotado até 1993. Professor da Faculdade de Direito Cândido Mendes, na cadeira de Prática Forense dos anos de 1976 a 1980. Professor da Academia de Polícia no Estado do Rio de Janeiro, na cadeira de Processo Penal de 1978 a 1981. Em 29 de março de 1993, foi nomeado pelo Presidente da República para exercer o cargo em comissão de Procurador Regional da Advocacia-Geral da União, 2ª Região, RJ/ES e, em 18 de novembro de 1994, tomou posse como Ministro do Superior Tribunal Militar, onde permanece até a presente data.


Publicado no site "A verdade sufocada".
Terça-feira, 18 de agosto de 2009.




As elites somos nós – João Mellão Neto




Elite brasileira. Issso ainda existe?
 
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