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Saturday, November 21, 2009

HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO".

*Atualizado em 22/11/2009.
































Foto acima: Cenas de um casamento bolivariano. Aargh! Que nojo... sem mais palavras.

Vídeo: "El mono" usa o Brasil para atacar os EUA, é um envolvimento para lá de constragedor.




COMUNISMO: COMO LEVAR UM PAÍS À MISÉRIA, EM RITMO ACELERADO.

Foto: Energia Elétrica, Água e Esgotos, Escolas, Hospitais, Alimentos, Segurança Pública, etc.
         Mais uma grande "obrada" do comunismo.





























Click AQUI para ver a foto no tamanho original.


Chávez anuncia la llegada a Venezuela de más de 300 tanques y blindados
via AFP

El presidente venezolano Hugo Chávez anunció la noche del sábado la llegada a Venezuela de unos 300 tanques rusos y vehículos blindados y ordenó a los militantes del PSUV, que él preside, formar parte de las milicias y los cuerpos armados.

"Van a empezar a llegar, no es ningún secreto, más de 300 carros blindados y tanques de guerra de Rusia. Los T-72 vamos a tenerlos aquí", anunció el mandatario.

Chávez, que considera a Rusia un "aliado estratégico", confirmó hace algunos meses la compra de estos tanques tipo BMP3, MPR y T-72 a Moscú, destinados, entre otras cosas a renovar unos blindados ya obsoletos.

"Todo eso requiere ir organizando los soldados que van a manejar, que van a disparar", señaló Chávez, por lo que ordenó a "todos los cuadros del PSUV a formar parte de la milicia".

"Pero no como un ‘hobby’, marchar por acá para que Chávez me vea, no, es organizar cuerpos de combatientes de campesinos, donde viven, donde trabajen la tierra, allá en las fábricas (…) en los campos petroleros", donde se puedan convocar "verdaderos entrenamientos de combate".

La nueva ley de las Fuerzas Armadas la consagra como "bolivarianas", y en una reciente reforma se introdujo la figura de los "cuerpos de combatientes", definidos como "unidades de ciudadanos y ciudadanas (…) que de manera voluntaria son registrados, organizados y adiestrados por el comando general de la Milicia Bolivariana".

El mandatario, que insistió en que es una "necesidad de la revolución" bolivariana el fortalecimiento de las fuerzas armadas de su país, compró a Rusia entre 2005 y 2007, 24 cazas Sukhoi, 50 helicópteros de combate y 100.000 fusiles de asalto Kalashnikov.

Fonte: Agence France-Presse



Publicado no site "noticias24".
Domingo, 22 de novembro de 2009, 01h38.





CONFECOM: A SOVIETIZAÇÃO DO BRASIL - José Nivaldo Cordeiro






HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO".

Sunday, September 14, 2008

Friday, September 12, 2008

O "czar" da banânia.










































Fomos coniventes com Evo Morales
por William Waack

A capacidade de Evo Morales e Hugo Chávez de tornarem as coisas difíceis para si mesmos e para o resto do continente é diretamente proporcional à incapacidade brasileira de convencê-los de que os caminhos “bolivarianos” levam apenas ao fracasso das economias, ao dissenso interno, à desestabilização política e a conflitos externos absolutamente desnecessários.

Curiosamente, é amplo consenso no Brasil que esses fenômenos – instabilidade econômica e política, conflitos externos – não nos interessam. Não há candidatos sérios à Presidência da República por aqui com plataformas sequer remotamente apegadas à quebra das instituições, rompimento de contratos de longo prazo, repúdio a dívidas, hostilidade a potências estrangeiras, nacionalização, estatização, perseguição de minorias, cerceamento da oposição ou destruição dos outros poderes.

É o que Evo Morales e Hugo Chávez fazem, diante de um governo brasileiro incapaz de articular nossa conduta em função dos nossos interesses de longo prazo. Que interesse podemos ter em vizinhos à beira da guerra civil, como a Bolívia? Que interesse podemos ter num vizinho que ressuscita a Guerra Fria no Caribe como maneira de promover a própria fanfarronice militar, como faz a Venezuela?

Cabe aqui uma pergunta central: qual a capacidade que o Brasil tinha de influenciar acontecimentos nos reinos de Evo Morales e Hugo Chávez? Muita, se tivessemos já há bastante tempo deixado suficientemente claro para ambos que à principal potência regional (o Brasil) não interessa a instabilidade que ambos promovem. É, sim, direito legítimo dos povos da Venezuela e da Bolívia de viver sob o regime político e econômico que bem entenderem.

Mas – e é nesse “mas” que reside nosso problema – não às custas de sacudir o resto. Pode o atual governo brasileiro olhar para a situação boliviana e dizer que se trata de um observador neutro, empenhado em promover algum tipo de conciliação interna baseada no compromisso e entendimento que as partes possam atingir? Claro que não. Fomos coniventes com Morales – “a coisa mais extraordinária” da América do Sul, segundo Lula.

Podemos nos dirigir a Chávez dizendo que, para o Mercosul (um projeto que nasceu não apenas para baixar tarifas aduaneiras), é contraproducente a fabricação de conflitos com outros centros de poder? Claro que não. Assistimos ao jorro de sandices verbais do desequilibrado presidente da Venezuela como se fosse um animador de auditórios – agora que ele não só compra aviões russos mas, também, trata de provocar infantilmente os Estados Unidos promovendo manobras militares com os russos nós vamos bater palmas, rir ou fazer de conta que nada está acontecendo?

Permitam-me aqui um parênteses. Na célebre crise dos mísseis de 1962 (quando Moscou instalou mísseis nucleares em Cuba), Fidel Castro, o maior inspirador de Chávez, foi o principal perdedor. Estados Unidos e União Soviética entenderam-se à revelia do ditador cubano. Não seria difícil imaginar que, na visão de mundo distorcida e peculiar de Chávez, ele talvez possa estar achando que será uma espécie de “vingador” da História, trazendo para a porta dos fundos dos EUA seu velho rival. Arrisca-se a ser, como Fidel, o principal perdedor.

Situações de política externa desfavoráveis aos interesses de um país não são cataclismos meteorológicos, surgidos do nada. Morales e Chávez precisaram ser cultivados, criados, tolerados, precisaram sentir-se livres para agir, incentivados a tentar e convencidos de que podem conseguir. Em momento algum sentiram-se impedidos pelo seu principal vizinho, o Brasil.

Quem os apóia e festeja esse tipo de panacéia retrógrada e perigosa tem motivos para celebrar. Para os interesses do Brasil os acontecimentos na Bolívia e na Venezuela são lamentáveis. Resta esperar que a realidade se imponha – algo que dirigentes ideologizados jamais se dignam a admitir. O preço será pago por um enorme e indesejado sofrimento das populações da Bolívia e da Venezuela.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Quinta-feira, 11 de setembro de 2008, 20h13.



11 de Setembro de 2001 - Não nos esqueçamos jamais!

General Raymundo Nonato: "Um grande ensinamento" - Editoria de Economia do jornal "O Dia Online".



O "czar" da banânia.

Tuesday, June 10, 2008

Bootlead: "MOMENTO HUMORÍSTICO".
RIR É O MELHOR REMÉDIO? ENTÃO, NÃO MORRA DE TANTO RIR.

Assista mais um capítulo da Comédia-Pastelão Bolivariana "Los Chaburros".

Estrelando o maior comediante venezuelano da atualidade, Huguito Chávez ("EL PAYASO ESCARLATA") e grande elenco de autênticos palhaços bolivarianos.

*Chaburros: Como são chamados os comediantes da companhia circense "Os Idiotas Latrinos-Americanos", que também é um antropônimo de Cháves + burro.

Um oferecimento da VTV (Venezolana de Televisión), coirmã da TV Brasil (TV Lula), "A TV que ninguém V".

Click na seta ou no botão PLAY (4), para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE (;), aguarde completar o carregamento e então pulse play.



TOLOS LATRINOS UNIRDES NA MESMA CLOACA!


"PÁTRIA, SOCIALISMO OU MORTE!" MORTE COM CERTEZA!






Hipocrisia Presidencial – Cel Av Luís Mauro Ferreira Gomes
 
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