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Monday, November 23, 2009

VENEZUELA: NARCOESTADO-TERRORISTA.
BEM-VINDA AO MERCOSUL!










































Militantes islâmicos reforçam seu papel no comércio de drogas
por Claude Salhani com contribuição de Sara A. Carter de Washington

As rotas marítimas do Atlântico Sul tornaram-se a rota preferida dos traficantes de drogas desde a América Latina para a África Ocidental e para a África do Norte, onde a Al Qaeda e grupos relacionados, estão cada vez mais envolvidos no reembarque da droga para a Europa, disseram especialistas e agentes da inteligência antidrogas.

Um oficial da inteligência norte-americana no Oriente Médio disse que sua agência tinha obtido "relatórios muito preocupantes" da crescente cooperação entre os militantes islâmicos que operam na África do Norte e Ocidental com os chefões das drogas da América Latina. Devido a atenção dos EUA estar focalizada no Caribe e os países africanos carecerem de meios para vigiar suas regiões costeiras, resulta que a maioria das rotas marítimas do Atlântico Sul estão abertas à navegação ilegal, confirmou o mesmo.

"O Atlântico Sul, tornou-se uma espécie de mar sem dono", disse o funcionário, falando sob condição do anonimato devido à natureza de seu trabalho.

Um porta-voz da Drug Enforcement Agency (DEA) confirmou a nova rota.

"Os colombianos têm mudado seu modus operandi de enviar cocaína através do Caribe, pois viram uma oportunidade de vender cocaína na Europa, transportando a carga para a Venezuela e depois através do Atlântico Sul para a África e, posteriormente para a Espanha de onde será distribuída para toda a Europa", disse Michael Sanders, porta-voz da DEA ao The Washington Times. "Isso é o que estamos observando. É apenas uma relocalização. Esse é o caminho que estamos monitorando, na maior parte do tempo".

O The Washington Times relatou em março que o Hesbolah, o grupo xiita libanês apoiado pelo Irã, está profundamente envolvido no tráfico de drogas. Cada vez mais, no entanto, grupos sunitas ligados à Al Qaeda também se transformam em traficantes de drogas para financiar suas organizações, dizem os especialistas.

"É uma arma contra os infiéis no Ocidente", disse Chris Brown, pesquisador sênior associado ao Instituto Potomac adjacente à Washington. "Enquanto o alvo do tráfico de drogas forem os infiéis, eles não vêem problemas em fazer isso."

As preocupações estão centradas em grupos como a Al Qaeda na região do Magrebe* (AQIM - Al Qaeda in the Islamic Maghreb), que opera principalmente no Marrocos, Argélia e Tunísia. Autoridades norte-africanas disseram que temem que o intuito da AQIM seja acumular grandes somas em dinheiro provenientes do tráfico de drogas, para posteriormente fazer uso do mesmo no financiamento de ataques com o objetivo de afugentar o turismo e desse modo abalar as economias daqueles países, para finalmente deporem os seculares regimes locais.

Grande parte do tráfico de drogas passa pela Venezuela, disse Jaime Daremblum, diretor do Centro para Estudos Latino-Americanos do Hudson Institute e ex-embaixador da Costa Rica para os Estados Unidos.

"Caracas se tornou a meca do narcotráfico", disse ele.

As drogas produzidas na Colômbia e no Peru passam através da Venezuela a caminho da África e depois são transbordadas para os mercados europeus, dizem os especialistas antidrogas. A guerrilha das FARC, que visa desestabilizar o governo da Colômbia, está envolvida e tem ligações com os islâmicos no norte da África, afirmaram eles.

"A maioria das drogas que estão disponíveis na Espanha são provenientes da Venezuela", disse o Sr. Daremblum.

O embaixador da Venezuela em Washington, Bernardo Alvarez disse que o governo do presidente venezuelano Hugo Chávez não tem nada a ver com o tráfico e luta ativamente contra ele.

"Não se esqueça que a Venezuela está no meio do caminho, entre o maior produtor de drogas da região (a Colômbia) e os maiores consumidores das mesmas (os EUA)", disse Alvarez, via e-mail. Responsabilizar a Venezuela, "seria como dizer que o governo dos EUA abençoam o tráfico de armas para o México, considerando-se que cerca de noventa por cento das armas apreendidas no México são procedentes dos EUA."

O embaixador acrescentou ainda, que "a Venezuela tem adotado uma estratégia global antidrogas que inclui prevenção, apreensões, detenções, extradições dos criminosos, a destruição de pistas de pouso clandestinas e o controle das possíveis rotas de tráfico".

"A Venezuela tem acordos de cooperação antidrogas com 37 países, incluindo França, Espanha e Portugal. A luta da Venezuela contra o tráfico tem sido reconhecida e elogiada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e até mesmo pela Organização Internacional de Polícia Criminal."

Michael Shifter, vice-presidente para assuntos políticos do Diálogo Interamericano, um centro de análises políticas em Washington com atuação em toda a América Latina, disse: "A Venezuela é o principal ponto de transbordo das drogas", porém, acrescentou que o problema é complexo.

"Os traficantes de droga estão fazendo um piquenique", disse ele. "As FARC estão claramente envolvidas, mas há muitos outros atores."

Os funcionários da inteligência e outros especialistas, dizem que alguns dos acordos entre os grupos islâmicos e os narcotrficantes são acertados na Guiné-Bissau, país localizado no oeste da África, uma ex-colônia Portuguesa onde a corrupção se desenvolve sem controle.

Num relatório recente, o International Crisis Group (ICG) disse que há "um risco real da Guiné-Bissau tornar-se o primeiro narcoestado da África".

O ICG, é um "think tank" (catalizador de idéias) com sede em Washington e Bruxelas, que se concentra nas análises de campo e na sensibilização a fim de evitar e resolver conflitos letais, acrescentou que "na ausência efetiva do Estado e das estruturas de segurança, o país tornou-se um ponto de trânsito fundamental para o tráfico de drogas entre a América Latina e a Europa."

Um oficial de inteligência para o Oriente Médio, disse que a CIA tenta controlar o tráfico, mas não poderá detê-lo em um país onde os islâmicos e os traficantes compram sua impunidade através do pagamento de pesados subornos aos funcionários locais.

O oficial sugeriu que deveria ser criado um centro de monitoramento conjunto para coordenar dados dos embarques e do espaço aéreo em ambos os lados do Atlântico Sul.

"Se os sul-americanos tiverem conhecimento de um navio ou avião dirigindo-se para a África, eles poderiam nos informar, e nós o acompanharíamos daqui", completou o oficial.

Sanders da DEA disse que sua organização "sabe que há grupos extremistas na África Ocidental, mas no momento não sabemos se eles estão desempenhando alguma função tráfico de drogas".

(*) A União do Magrebe Árabe (UMA) foi criada em 17 de fevereiro de 1989, através do Tratado de Marrakech. Os Estados-membros são: Argélia, Tunísia, Líbia, Marrocos e Mauritânia.


Publicado no jornal "The Washington Times".
Terça-feira, 17 de novembro de 2009.







HORA DO VÔMITO! NÃO ESQUEÇA DO "SAQUINHO"






Friday, December 26, 2008

Definitely, you are NOT guilty of this!





























Versão em português


Freedom and the Left
by Thomas Sowell

Most people on the left are not opposed to freedom. They are just in favor of all sorts of things that are incompatible with freedom.

Freedom ultimately means the right of other people to do things that you do not approve of. Nazis were free to be Nazis under Hitler. It is only when you are able to do things that other people don't approve that you are free.

One of the most innocent-sounding examples of the left's many impositions of its vision on others is the widespread requirement by schools and by college admissions committees that students do "community service."

There are high schools across the country from which you cannot graduate, and colleges where your application for admission will not be accepted, unless you have engaged in activities arbitrarily defined as "community service."

The arrogance of commandeering young people's time, instead of leaving them and their parents free to decide for themselves how to use that time, is exceeded only by the arrogance of imposing your own notions as to what is or is not a service to the community.

Working in a homeless shelter is widely regarded as "community service"-- as if aiding and abetting vagrancy is necessarily a service, rather than a disservice, to the community.

Is a community better off with more people not working, hanging out on the streets, aggressively panhandling people on the sidewalks, urinating in the street, leaving narcotics needles in the parks where children play?

This is just one of the ways in which handing out various kinds of benefits to people who have not worked for them breaks the connection between productivity and reward, as far as they are concerned.

But that connection remains as unbreakable as ever for society as a whole. You can make anything an "entitlement" for individuals and groups but nothing is an entitlement for society as a whole, not even food or shelter, both of which have to be produced by somebody's work or they will not exist.

What "entitlements" for some people mean is forcing other people to work for their benefit. As a bumper sticker put it: "Work harder. Millions of people on welfare are depending on you."

SAY "NO" TO "POLITICALLY CORRECT"

































The most fundamental problem, however, is not which particular activities students are required to engage in under the title of "community service."

The most fundamental question is: What in the world qualifies teachers and members of college admissions committees to define what is good for society as a whole, or even for the students on whom they impose their arbitrary notions?

What expertise do they have that justifies overriding other people's freedom? What do their arbitrary impositions show, except that fools rush in where angels fear to tread?

What lessons do students get from this, except submission to arbitrary power?

Supposedly students are to get a sense of compassion or noblesse oblige from serving others. But this all depends on who defines compassion. In practice, it means forcing students to undergo a propaganda experience to make them receptive to the left's vision of the world.

I am sure those who favor "community service" requirements would understand the principle behind the objections to this if high school military exercises were required.

Indeed, many of those who promote compulsory "community service" activities are bitterly opposed to even voluntary military training in high schools or colleges, though many other people regard military training as more of a contribution to society than feeding people who refuse to work.

In other words, people on the left want the right to impose their idea of what is good for society on others-- a right that they vehemently deny to those whose idea of what is good for society differs from their own.

The essence of bigotry is refusing to others the rights that you demand for yourself. Such bigotry is inherently incompatible with freedom, even though many on the left would be shocked to be considered opposed to freedom.


Thomas Sowell was born in North Carolina still young he joined the Marine Corps (U.S. Navy), where he became photographer in the Korean War. After leaving the service in the Marines, Sowell came to Harvard University, graduated in economics, he went on to receive his master's in economics from Columbia University and a doctorate in economics from the University of Chicago. Thomas Sowell also taught economics at the following institutions: Cornell University, Rutgers University, Amherst University, Brandeis University and the University of California, also published several books and numerous articles and essays. Sowell began his career as a columnist for newspapers in the late 70, came to win the prize "Francis Boyer" in The American Enterprise Institute in 1990. Currently Sowell is a senior fellow at the Hoover Institute in Stanford, Calif. and maintains a column in the prestigious site "Townhall.com".


Published in "Townhall.com".
Tuesday, December 02, 2008



Viva Israel! Long Life to Israel! Next Stop: 2009 a "NUKE" on Iran.
























































Indians and Pakistanis are already beginning to facilitate the things for us, see from inside the "CASAMATA"
(in Portuguese).




Previous post published in English: The Meaning of Mumbai – Thomas Sowell



 
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