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Tuesday, August 25, 2009

DIA DO SOLDADO???
QUEM SABE, DAQUI A UNS QUINZE OU VINTE ANOS...

Original Photo: © Delmiro Junior




































O FUTURO É DUVIDOSO

O Exército de "ontem" está "velho" ou já morreu. Porém foi heróico e cumpriu com seu dever e, por isso alguns deles estão pagando e outros ainda pagarão o preço por nos salvarem das garras do comunismo.

O Exército de "hoje", está de joelhos. Seus compromissos atuais são tão somente com soldos, cargos e aposentadorias, para isso bajulam, medalham e homenageiam seus futuros algozes e vezeiros traidores da pátria. Viraram as costas para os heróis do Exército de "ontem", que foram deixados à mercê da sanha vingativa dos traidores comunistas por eles (os de "ontem") derrotados.

O Exército de "amanhã", é uma incógnita, tanto poderá ser escravizador de seu próprio povo, como libertador desse mesmo povo, tudo dependerá em qual Exército se espelhará, no digno e honroso de "ontem", ou no covarde e "vendido" de "hoje". Só o tempo poderá responder.




De quatro – João Ubaldo Ribeiro




Wednesday, May 14, 2008

Esses intrépidos homens voadores e suas máquinas maravilhosas.

Vídeo: Yves Rossy - A flight with JETMAN - 14/05/2008 - Alpes-Suiça


Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.
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Ex-militar passeia sobre Alpes suíços com engenhoca voadora
Do Portal G1

Yves Rossy saltou de um pequeno avião na região de Bex, na Suíça, para isso, usou uma asa com jatos e voou fazendo o formato do número oito no ar.

O ex-piloto militar da Suíça, Yves Rossy sobrevoou nesta quarta-feira (14/05/2008) os Alpes suíços com uma engenhoca que simula asas e o transforma em uma espécie de homem-pássaro. Conhecido como “homem fusão”, ele pula de pequenos aviões usando suas asas com jatos e voa fazendo diversas vezes o formato do número oito no ar. O salto desta quarta aconteceu na região de Bex, na Suíça.


Publicado no Portal G1.
Quarta-Feira, 14 de maio de 2008, 11h27.


Abaixo uma bela seqüência de fotos do bem sucedido vôo realizado hoje em Bex-Suiça, sendo
que na última foto vemos o próprio "Jet Man", o corajoso e talentoso Yves Rossy.

SINTA-SE COMO UM PÁSSARO! HONESTAMENTE, QUEM JÁ NÃO SONHOU COM ISSO?



































































































































































































































Obama ainda precisa mostrar quem é " – William Waack

Tuesday, May 06, 2008

Tudo é uma grande "mentira" em um país onde não existem "janelas" para o futuro.

































Pequenas bobagens traçam nosso destino
por Arnaldo Jabor

Há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos Chicletes Adams. Essas caixinhas tinham uma janela de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Um dia, notei que a janela original tinha sido trocada por uma falsa abertura: um desenho na caixa com os chicletinhos delineados. Algum executivo zeloso tinha cortado despesas, eliminando a doce escotilha por onde se viam as balinhas frescas como a brisa. Uma bobagem, não? Mas, senti que a 'pós-modernidade' (uff...) estava começando. É isso: nas irrelevâncias do cotidiano se escondem indícios de nosso destino.

O Brasil está vivendo uma ridícula revolução de costumes, um sarapatel de velhas idéias e novas anomalias que mataram os velhos conceitos que nos explicavam. Já há um pós-poder, uma pós-corrupção, uma pós-direita, um pós-crime, uma pós-miséria, uma pós-língua se cristalizando. Que palavras podemos usar para descrever o que vemos? Sou colunista de jornal há 17 anos. Falo na TV há 13. No rádio, todo dia há mais de 5. E vejo que as palavras que sempre usei já não bastam. As idéias não correspondem mais aos fatos. Só nos restam os indícios.

Querem entender o ódio que os jovens dedicam ao País? Vejam as paredes do Rio e São Paulo. Não existe uma nesga de muro que não exiba uma pichação. Vingam-se das cidades que os excluem. Não há slogans, ou protestos. Apenas hieróglifos para sujar a melhor pedra, o mármore mais antigo; qualquer beleza tem de ser destruída. As pichações são o manifesto do não-sentido de nossa juventude pobre. Que nome daremos a este imenso bucho informe que a miséria cria nas periferias? A razão da barbárie cria uma nova língua feita de grunhidos, em torno da morte e da droga. As palavras, a pronúncia, a gíria letal dos bandidos nos acena com um futuro de guerras sem trégua.

Outra pergunta: que estará anunciando para nosso futuro esta incessante repetição de escândalos políticos jamais resolvidos?

O Lula, eufórico com seu ibope, estimula esta impunidade, pela perversão esperta que agora pratica de apoiar indiciados, de se abraçar com os mais tenebrosos corruptos. Isto também é uma linguagem no ar. A negativa de crimes mais evidentes, o 'não sei', o 'não fui eu' vai criando uma espécie de 'jurisprudência da impunidade'. Talvez a crosta de corrupção nacional fique tão grossa que nunca mais se volte a uma mínima moralidade.

Mesmo nas microbobagens, como no chiclete sem janela, vejo dicas de uma mutação. Fico alucinado com a febre de uma pseudolinguagem executiva, uma algaravia técnica e informática que enche nossos ouvidos: celulares em voz alta na rua, nos aeroportos, nos cinemas. Outro dia, dentro de um avião, vi um sujeito demitir no celular um empregado aos berros: 'Rua! Vou te cozinhar com a maçã na boca!'

E as campainhas? De repente, um funk ao seu lado, um Pour Elise, uma cornetinha trauteando. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria baixinho: 'Alô'! Odeio 'gadgets' como blackberries que nos acorrentam nas informações, que nos fazem viver num alerta permanente, espantalhos elétricos conectados a tudo: rádio, videogame, filmes, bolsa, previsão do tempo, torpedinhos, um suspense eterno de que algo vai chegar e nos salvará, ou matará.

Que recado nos traz a evidente hipersexualização das moças no Brasil (lá fora não é assim, não). Todas se vestem de 'cachorras', barriguinha de fora, ingênuas com rebolados intensos. Há algo de sinistro em tanta nudez. Riam de mim, mas não agüento mais bundas. Nos outdoors, revistas, TVs. Por que bunda vende tanto?

Fico doido quando uma telefonista me pergunta: 'Quem deseja?' Tenho ganas de gritar: 'O ser humano deseja!' Mas, ela continua: 'Senhooorrr, o dr. Fulano não se encontra...' Como? Está maluco, caiu em desgraça, se perdeu na floresta?

E o 'imagina', que o Joaquim Ferreira dos Santos dissecou outro dia: 'Obrigado...' 'Imagina!' Que significa? Que não posso ser grato? Por que não 'de nada' ou o velho e doce 'Não tem de quê...' E por aí, vou me irritando com esses maus agouros.

Quando peço um guaraná, lembrando das belas frutinhas amazônicas, ouço invariavelmente: 'Com gelo e laranja?' Por quê? O meu guaraná indígena não basta mais? Quem inventou essa besteira? Tenho ainda a esperança de encontrar um velho garçom que me pisque o olho e pergunte: 'Da Brahma ou da Antártica?'

Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada e a água não sai. Tenta de novo, nada. Até que o faxineiro te ensina a posição certa, esperando a gorjeta. A água jorra e pára, antes de lavar o sabão líquido cor-de-mijo.

Tenho nojo de papel higiênico de folha fina, que se esgarça entre as unhas, abomino e-mails em cascata com as piadinhas da hora, tenho asco de frasezinhas que me tiram do sério, com gente me dizendo: 'Bom descanso' ou 'Bom trabalho' - tristes cumprimentos de escravos do capital. Odeio anúncio de avião, que repete a mesma bosta há anos. E o telemarketing, com pobres moças trêmulas te enchendo com ofertas? Eu tenho pena de sua solidão e deixo que me torrem o saco.

Estamos mudando nesses indícios. Estamos afogados pelo ferro-velho mental do País, pelas oligarquias felizes e impunes, por um Judiciário caquético, pelas caras deformadas de políticos, pelas barrigas, gravatas escrotas, pela gomalina dos cabelos, pelas notas frias, pela boçalidade dos discursos, pelos superfaturamentos, estamos soterrados de detritos de vergonhas, togas de desembargadores, bicheiros soltos, balas perdidas, crianças assassinadas, celebridades imbecis, depressões burguesas, doenças tropicais, dengue, barriga d'água, barbeiros e chagas, enchente que não drenou, irresponsabilidades fiscais, assassinos protegidos no Congresso, furtos em prefeituras, municípios apodrecidos.

Cientistas políticos não bastam. Precisamos de detetives da mediocridade brasileira.


Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.



Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo".
Terça-feira, 06 de maio de 2008.


Leia mais artigos de ARNALDO JABOR no BOOTLEAD:

¤ O Brasil progride enquanto dorme

¤ A IRRESISTÍVEL SEDUÇÃO DO TERCEIRO MANDATO

¤ Em Tropa de Elite, queremos vingança

¤ 'Brasileiro tem de assumir a própria lepra!'

¤ Os aviões andaram bebendo

¤ Síndrome da incompetência generalizada

¤ O troço. O lulismo é uma nova categoria política

¤ Um bode preto assola o país

¤ Lula, o intocável

¤ Será possível que ninguém se toca?

¤ Qual é a origem do dinheiro (Comentário de Jabor censurado na Internet pelo TSE)







Mais lamentável que apanhar no recreio do colégio, é não ter pai nem mãe para reclamar... – Carl von Clausewitz

Tuesday, May 01, 2007

O "espectro" que domina o povo brasileiro.


































O HEGEMONISMO DA BESTA TRIUNFANTE
por Augusto de Franco

Formou-se a mais poderosa coalizão de forças de nossa história recente em apoio ao governo corrupto de Lula da Silva. O arco de alianças vai desde uma organização política clandestina disfarçada de movimento social (o MST), passando pelas centrais sindicais (agora anexadas como aparelhos do Estado e financiadas com dinheiro público), por organizações totalmente degeneradas que remanesceram da época da luta revolucionária contra o regime militar, até chegar à grande maioria dos partidos (inclusive o PV de Gabeira – vejam só! – faz parte da base do governo...).

Existem evidências importantes de que parte desse tenebroso ajuntamento tem raízes no crime organizado. E começam a surgir sinais preocupantes da existência de ramificações do submundo do crime no judiciário, no legislativo e em vários governos.

E tudo isso conta com o apoio de parte significativa do empresariado, em todos os setores da atividade produtiva, mas, em especial, nos bancos.

Também não são desprezíveis os contingentes de articuladores e analistas políticos que estão passando para o lado do governo. Alguns de forma explícita: o caso inaugural foi o de Ciro, mas – como a caçamba seguindo a corda – veio também o vira-casaca Mangabeira; até o Padilha – campeão das articulações congressuais no governo FHC – passou-se de armas e bagagens para o lado do vencedor. Outros, de modo tácito, trabalham para sustentar o governo "do lado de lá", como é o caso do Aécio (e, agora, ao que tudo indica, do próprio Tasso). Gente de mídia também anda doida para sentar no colo de Lula a partir dos empregos e outras prebendas que serão fornecidos pela TV estatal do "comissário" Franklin Martins.

Sobrou pouca coisa fora dessa formidável articulação de forças regressivas: uma parte da imprensa, uma parte dos partidos ditos de oposição e um contingente considerável, porém difuso, de cidadãos indignados com o processo de perversão da política e de degeneração das instituições em curso no país a partir de 2003.

Ora, ninguém monta uma estrutura desse porte – pagando o preço que tiveram que pagar quando vieram à tona os escândalos Waldomiro-Dirceu, Mensalão-Valerioduto, Palocci-Casa dos Prazeres, Falso Dossiê– Entourage de Lula – para abandonar o poder. Sim, eles não pretendem sair do poder em 2010. E não vão mesmo, a menos que façamos alguma coisa. Nós, quem?

Não é incrível que pessoas tão inteligentes, que dedicaram uma vida inteira à função pública ou à prática da política, não estejam vendo isso? Como se explica essa miopia pandêmica?

As explicações podem ser várias, mas do ponto de vista político existe uma que é central: a traição da oposição aos votos recebidos nas urnas de 2002 e 2006. Sem quem trave o combate político quotidiano, sem quem interprete e decodifique os atos do governo e do demagogo neopopulista que o chefia, sem quem defenda a democracia brasileira e as instituições republicanas da sanha lulopetista pelo controle do Estado e da sociedade, não há como fazer frente, nem no curto nem no médio prazo, ao hegemonismo da besta triunfante.



Augusto de Franco é Coordenador-Geral da AED – Agência de Educação para o Desenvolvimento, é autor de mais de 12 livros. Além de Coordenador Geral da AED é também Diretor Presidente da ARCA – Sociedade do Conhecimento. Augusto de Franco é professor convidado da Fundação Dom Cabral na área de responsabilidade corporativa, sustentabilidade empresarial e gestão de stakeholders, articulista do jornal Folha de São Paulo, conferencista, consultor senior de governos estaduais e municipais, empresas e organizações internacionais e professor de vários MBA nas áreas de terceiro setor e desenvolvimento local.
Site do autor: democracia.org.br.



Publicado no site DIEGOCASAGRANDE.COM.BR.
Terça-feira, 01 de maio de 2007.


Tuesday, February 06, 2007

O futuro já começou...










































O Futuro nos Condena
por Guilherme Afif Domingos

Depois de 20 anos dos governos militares, o Brasil iniciou um processo de democratização que já dura 22 anos, que em vez de parecer concluído, sempre apresenta retrocessos. Desde o início do período democrático, o País procurou mais “ajustar contas com o passado” do que construir bases para o futuro. Editou-se uma Lei de Anistia, destinada não a “apagar o passado”, mas a permitir a reconciliação nacional, a qual foi ampliada de forma tão absurda, que permitiu o enriquecimento de muitos e representou um prêmio injustificado a uma das partes, em total desacordo com o objetivo visado, de não haver vencedores nem vencidos.

Em uma clara volta ao passado, busca-se agora rever a Lei da Anistia, tão-somente para apurar “supostos crimes” cometidos por uma das partes, como se, aos vencidos, todos os crimes que cometeram tivessem sido justificados pela causa que defendiam, que não era a da Democracia, mas a de tentar implantar, no Brasil, os regimes socialistas de vários matizes que os apoiavam.

No plano econômico, realizamos uma Assembléia Constituinte, que, no dizer de Roberto Campos, olhava pelo espelho retrovisor e não para a estrada que tínhamos pela frente, renegando toda herança do período militar, não por seus méritos ou deméritos, mas por sua origem. Infelizmente o Muro de Berlim ainda não havia caído, o que permitiu que todas ilusões do Estado Benfeitor fossem incorporadas ao texto, que todos os privilégios de grupos fosses mantidos ou ampliados, que a liberdade de empreender fosse cerceada e as finanças públicas comprometidas.

Apesar das várias reformas realizadas no sentido de abrir mais a economia, o gigantismo do Estado, herança de um passado que deveria ter sido superado, resulta em uma carga tributária que consome cerca de 40% do PIB, isto é, de tudo que a sociedade produz anualmente. Essa excrescência constitui-se em um peso excessivo, que reduz a capacidade competitiva do País, e impediu que o Brasil pudesse aproveitar o cenário externo extremamente favorável dos últimos anos para crescer a taxas elevadas como a das demais nações emergentes.

A elevada carga tributária brasileira se torna ainda mais grave quando se considera que o Estado não tem investido o suficiente para que o País possa crescer, o que vem provocando a deterioração da infra-estrutura e dos equipamentos de alguns importantes segmentos, como o das Forças Armadas.

É difícil saber até que ponto o sucateamento a que vêm sendo submetidas as três Armas se deve apenas a questões orçamentárias, ou decorre de um “viés” ideológico, quando se comparam suas dotações com o volume de recursos canalizados para movimentos ditos sociais, que promovem constantes ataques às propriedades e bens públicos.

Preocupa essa desatenção para com as Forças Armadas, quando se consideram a extensão das fronteiras brasileiras e a existência, em suas proximidades, de grupos de guerrilheiros, de narcotraficantes e contrabandistas de armas, além do fato de que outros países da América do Sul se armam, alterando um equilíbrio que perdurou por muitas décadas, seguindo diretrizes estabelecidas pelo Foro São Paulo, do qual o Brasil é ativo participante por altas figuras do Governo.

Embora a segurança das cidades não seja competência das Forças Armadas, o alto grau de organização e poderio bélico de grupos de criminosos representam uma ameaça à segurança interna que não pode ser ignorada. Assiste-se com grande preocupação às pressões externas com relação à Amazônia, respaldadas por movimentos internos em que se misturam entidades religiosas e ONGs financiadas do exterior.

Segundo o Informe da Agência Destaque Internacional sobre o 5º Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre em janeiro de 2005, a meta dessas entidades de esquerda religiosa e política parece ser a de transformar vastas regiões da Amazônia Continental em “zonas liberadas”, deixando-as, ao menos na aparência, sob controle dos indígenas, e nas quais os Estados nacionais veriam sua soberania limitada. Essa estratégia foi definida no Foro Social Pan Americano (FSPA), realizado em Manaus uns dias antes do FSM.

Com as Forças Armadas desaparelhadas, as polícias estaduais despreparadas e a população civil desarmada, enquanto as organizações criminosas se fortalecem, a sociedade se sente cada vez mais insegura, não apenas no tocante ao patrimônio, como à integridade física. O Governo gastou mais com o referendo do Desarmamento do que em medidas para aumentar a segurança.

Não bastassem os graves problemas existentes, procura-se criar artificialmente uma questão racial no País, dividindo a sociedade arbitrariamente em “raças”, buscando-se gerar conflito onde sempre predominou a convivência, renegando uma das maiores heranças brasileiras que é a miscigenação. Estimulam-se “movimentos sociais” não apenas a fazerem reivindicações, mas, sobretudo, a contestarem as “instituições burguesas”, em nome da “sociedade civil”, que exclui
os militares como se eles não fossem cidadãos.

O desconstrutivismo vem sendo aplicado de forma sistemática para minar os valores da Pátria e da família, para construir o “mundo novo” baseado no relativismo moral, que promove a desestruturação da sociedade e deixa a juventude sem parâmetros para se orientar.

Diante desse quadro, o que podem fazer aqueles que acreditam na liberdade em todas suas formas, na livre iniciativa como mecanismo mais eficiente de coordenação da economia, no civismo e nos valores cristãos? Não basta se preocupar. É preciso se ocupar. Organizar-se para se contrapor a esse movimento insidioso que vem solapando as bases da nacionalidade, entrar na luta das idéias e na batalha da comunicação. Se é difícil penetrar na mídia impressa e televisiva, vamos usar a Internet como grande aliada para procurar resgatar o patriotismo e os valores da família e defender o Brasil daqueles que sonham em implantar no País a “utopia” socialista, mesmo depois de seu fracasso em muitas nações.

"Se o passado e as idéias ultrapassadas ainda nos perseguem, o futuro nos condena a lutar!"


Guilherme Afif Domingos é Empresário, Secretário do Emprego e Relações de Trabalho do Estado de São Paulo e Presidente da Federação de Associações do Comércio do Estado de São Paulo. Guilherme Afif Domingos, também foi Deputado Federal Constituinte, candidato à Presidência da República em 1989 e duas vezes candidato à Senador pelo Estado de São Paulo.






Publicado na Revista do Clube Militar No. 423.
Janeiro de 2007.




Militante "petralha" não é um ser que pensa. É um ser que repete palavras de ordem, repete acusações caluniosas, ataca os adversários de seus donos. O militante "petralha" é o mais perigoso agente contra a Democracia porque não pensa, obedece ordens e fanáticamente acredita. E como a militância "petralha" é uma entidade obscura no meio do grande "rebanho" lulo-petista, ele nunca aparece para assumir a responsabilidade pelos seus atos. Enfim, ser militante "petralha", é ser mentecapto, inepto, vagabundo, além de serem os tipos mais feios, desprezíveis e sujos existentes neste País.

por Bootlead











 
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