Showing posts with label Lulopetismo. Show all posts
Showing posts with label Lulopetismo. Show all posts

Tuesday, February 06, 2007

O futuro já começou...










































O Futuro nos Condena
por Guilherme Afif Domingos

Depois de 20 anos dos governos militares, o Brasil iniciou um processo de democratização que já dura 22 anos, que em vez de parecer concluído, sempre apresenta retrocessos. Desde o início do período democrático, o País procurou mais “ajustar contas com o passado” do que construir bases para o futuro. Editou-se uma Lei de Anistia, destinada não a “apagar o passado”, mas a permitir a reconciliação nacional, a qual foi ampliada de forma tão absurda, que permitiu o enriquecimento de muitos e representou um prêmio injustificado a uma das partes, em total desacordo com o objetivo visado, de não haver vencedores nem vencidos.

Em uma clara volta ao passado, busca-se agora rever a Lei da Anistia, tão-somente para apurar “supostos crimes” cometidos por uma das partes, como se, aos vencidos, todos os crimes que cometeram tivessem sido justificados pela causa que defendiam, que não era a da Democracia, mas a de tentar implantar, no Brasil, os regimes socialistas de vários matizes que os apoiavam.

No plano econômico, realizamos uma Assembléia Constituinte, que, no dizer de Roberto Campos, olhava pelo espelho retrovisor e não para a estrada que tínhamos pela frente, renegando toda herança do período militar, não por seus méritos ou deméritos, mas por sua origem. Infelizmente o Muro de Berlim ainda não havia caído, o que permitiu que todas ilusões do Estado Benfeitor fossem incorporadas ao texto, que todos os privilégios de grupos fosses mantidos ou ampliados, que a liberdade de empreender fosse cerceada e as finanças públicas comprometidas.

Apesar das várias reformas realizadas no sentido de abrir mais a economia, o gigantismo do Estado, herança de um passado que deveria ter sido superado, resulta em uma carga tributária que consome cerca de 40% do PIB, isto é, de tudo que a sociedade produz anualmente. Essa excrescência constitui-se em um peso excessivo, que reduz a capacidade competitiva do País, e impediu que o Brasil pudesse aproveitar o cenário externo extremamente favorável dos últimos anos para crescer a taxas elevadas como a das demais nações emergentes.

A elevada carga tributária brasileira se torna ainda mais grave quando se considera que o Estado não tem investido o suficiente para que o País possa crescer, o que vem provocando a deterioração da infra-estrutura e dos equipamentos de alguns importantes segmentos, como o das Forças Armadas.

É difícil saber até que ponto o sucateamento a que vêm sendo submetidas as três Armas se deve apenas a questões orçamentárias, ou decorre de um “viés” ideológico, quando se comparam suas dotações com o volume de recursos canalizados para movimentos ditos sociais, que promovem constantes ataques às propriedades e bens públicos.

Preocupa essa desatenção para com as Forças Armadas, quando se consideram a extensão das fronteiras brasileiras e a existência, em suas proximidades, de grupos de guerrilheiros, de narcotraficantes e contrabandistas de armas, além do fato de que outros países da América do Sul se armam, alterando um equilíbrio que perdurou por muitas décadas, seguindo diretrizes estabelecidas pelo Foro São Paulo, do qual o Brasil é ativo participante por altas figuras do Governo.

Embora a segurança das cidades não seja competência das Forças Armadas, o alto grau de organização e poderio bélico de grupos de criminosos representam uma ameaça à segurança interna que não pode ser ignorada. Assiste-se com grande preocupação às pressões externas com relação à Amazônia, respaldadas por movimentos internos em que se misturam entidades religiosas e ONGs financiadas do exterior.

Segundo o Informe da Agência Destaque Internacional sobre o 5º Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre em janeiro de 2005, a meta dessas entidades de esquerda religiosa e política parece ser a de transformar vastas regiões da Amazônia Continental em “zonas liberadas”, deixando-as, ao menos na aparência, sob controle dos indígenas, e nas quais os Estados nacionais veriam sua soberania limitada. Essa estratégia foi definida no Foro Social Pan Americano (FSPA), realizado em Manaus uns dias antes do FSM.

Com as Forças Armadas desaparelhadas, as polícias estaduais despreparadas e a população civil desarmada, enquanto as organizações criminosas se fortalecem, a sociedade se sente cada vez mais insegura, não apenas no tocante ao patrimônio, como à integridade física. O Governo gastou mais com o referendo do Desarmamento do que em medidas para aumentar a segurança.

Não bastassem os graves problemas existentes, procura-se criar artificialmente uma questão racial no País, dividindo a sociedade arbitrariamente em “raças”, buscando-se gerar conflito onde sempre predominou a convivência, renegando uma das maiores heranças brasileiras que é a miscigenação. Estimulam-se “movimentos sociais” não apenas a fazerem reivindicações, mas, sobretudo, a contestarem as “instituições burguesas”, em nome da “sociedade civil”, que exclui
os militares como se eles não fossem cidadãos.

O desconstrutivismo vem sendo aplicado de forma sistemática para minar os valores da Pátria e da família, para construir o “mundo novo” baseado no relativismo moral, que promove a desestruturação da sociedade e deixa a juventude sem parâmetros para se orientar.

Diante desse quadro, o que podem fazer aqueles que acreditam na liberdade em todas suas formas, na livre iniciativa como mecanismo mais eficiente de coordenação da economia, no civismo e nos valores cristãos? Não basta se preocupar. É preciso se ocupar. Organizar-se para se contrapor a esse movimento insidioso que vem solapando as bases da nacionalidade, entrar na luta das idéias e na batalha da comunicação. Se é difícil penetrar na mídia impressa e televisiva, vamos usar a Internet como grande aliada para procurar resgatar o patriotismo e os valores da família e defender o Brasil daqueles que sonham em implantar no País a “utopia” socialista, mesmo depois de seu fracasso em muitas nações.

"Se o passado e as idéias ultrapassadas ainda nos perseguem, o futuro nos condena a lutar!"


Guilherme Afif Domingos é Empresário, Secretário do Emprego e Relações de Trabalho do Estado de São Paulo e Presidente da Federação de Associações do Comércio do Estado de São Paulo. Guilherme Afif Domingos, também foi Deputado Federal Constituinte, candidato à Presidência da República em 1989 e duas vezes candidato à Senador pelo Estado de São Paulo.






Publicado na Revista do Clube Militar No. 423.
Janeiro de 2007.




Militante "petralha" não é um ser que pensa. É um ser que repete palavras de ordem, repete acusações caluniosas, ataca os adversários de seus donos. O militante "petralha" é o mais perigoso agente contra a Democracia porque não pensa, obedece ordens e fanáticamente acredita. E como a militância "petralha" é uma entidade obscura no meio do grande "rebanho" lulo-petista, ele nunca aparece para assumir a responsabilidade pelos seus atos. Enfim, ser militante "petralha", é ser mentecapto, inepto, vagabundo, além de serem os tipos mais feios, desprezíveis e sujos existentes neste País.

por Bootlead











Saturday, February 03, 2007

Está tudo dominado!






























O NEOPOPULISMO LULISTA AVANÇA COM ARLINDO CHINAGLIA
por Augusto de Franco

A disputa de ontem na Câmara emitiu um sinal. Com as oposições que temos, não há nada que se possa fazer para evitar a implantação do projeto estratégico do lulopetismo.

Se o PFL tivesse votado em Gustavo Fruet no primeiro turno, ele disputaria com Arlindo no segundo (e não Aldo). Isso não significa que ganharia a eleição, mas ajudaria a consolidar a oposição no Congresso. A pergunta é: por que o PFL não votou em Gustavo? O que esses nossos frentistas liberais andam pensando da vida?

O PSDB tem 64 deputados. O PFL 62. O PPS 17. O PV 13. E o PSOL 3. Descontados os votos deste último (que não apoiaria mesmo um tucano), a conta deveria dar 156. Mas Gustavo teve 98 votos.

A candidatura de Gustavo foi importantíssima. Mas as vacilações e os continuados erros tucanos (uma sucessão impressionante: os erros acumulados de janeiro de 2003 até agora constituem a folha corrida mais desastrosa da história partidária, pelo menos do ponto de vista da democracia), a demora para tomar a decisão de ter um candidato, a ignorância sobre quem é Arlindo Chinaglia e a incompreensão do papel da oposição neste momento em que vive o Brasil, já haviam configurado um quadro sombrio para a nossa democracia. A cartas já estavam dadas. A sorte já estava lançada. Fruet até que fez demais, dadas as circunstâncias.

Façam as contas. A Câmara tem 513 deputados. Lula tem 351 (sem contar os eventuais traidores tucanos, pefelistas, ex-comunistas e verdes - que sempre podem surgir). O que isso significa? Significa que Lula pode aprovar qualquer coisa por mais de 3/5 dos votos (com uma folga de 43 votos). Pode aprovar até o seu terceiro mandato.

Quem vai reagir? O Senado? O Senado tem 81 cadeiras. Mas Lula tem 51. Isso dá 63% dos votos (sem contar com as traições a seu favor).

Quem vai reagir? Os governadores e prefeitos da oposição? Ora, esses não farão nada que possa atrapalhar o seu currículo de belas realizações administrativas.

Quem vai reagir? A sociedade? Se depender dos tucanos e pefelistas, a sociedade será desarmada continuamente para não ter como reagir e nem como resistir. PSDB e PFL não querem que a sociedade faça qualquer coisa que possa atrapalhar seus planos. Querem monopolizar a voz oposicionista para negociar com o governo federal o seu tom, o volume e o timbre dessa voz discordante em troca de espelhinhos e miçangas (ou seja, de oportunidades no varejo para seus líderes: um lugarzinho na mesa da Câmara, um tratamento menos belicoso por parte dos deputados estaduais petistas aos governadores tucanos... e por aí vai).

Por isso é forçoso constatar. As oposições partidárias no Brasil foram convertidas - pervertidas, de fato - em forças auxiliares de sustentação da hegemonia neopopulista que está sendo implantada pelo lulopetismo.

Ainda que não existam condições, vamos dizer, "estruturais", no Brasil, para a reprodução do neopopulismo ao estilo chavista, evoista ou rafaelista - muito menos para o castrismo ou o orteguismo - não se pode negar que já estão dadas as condições políticas para o neopopulismo ao estilo lulista. Mas o que seria isso?

O neopopulismo lulista é a proposta estratégica do lulopetismo: instaurar no Brasil uma hegemonia neopopulista de longa duração (já que não existe populismo – nenhum tipo de populismo – de curta duração).

O neopopulismo é um novo tipo de populismo que floresce quando líderes carismáticos e salvacionistas, apoiados por correntes estatistas e corporativistas, se apossam, pela via eleitoral, das instituições da democracia e as corrompem, gerando um ambiente degenerativo que perverte a política, privatiza partidariamente a esfera pública e enfraquece a sociedade civil; trata-se de uma vertente política de caráter autoritário que convive com a democracia mas que exerce sobre ela uma espécie de parasitismo; ou seja, que usa a democracia contra a democracia para enfrear e reverter o processo de democratização da sociedade, assegurando condições para a permanência por longo tempo de um mesmo líder e do seu grupo no poder. Esse projeto de poder – de Lula e do PT, quer dizer, do lulopetismo – não trabalha por fora das instituições e sim por dentro (daí a sua característica de parasitismo da democracia). Enganam-se, portanto, os que acham que vão surpreendê-los mais adiante numa tentativa de golpe de Estado. Sua via principal é a eleitoral. Tudo o que Lula e o PT fizeram tinha (e tem) como objetivo continuar ganhando as eleições, sucessivamente: por um lado, palanquismo-messiânico (do líder que se diz predestinado a salvar os pobres) regado com assistencialismo-clientelista (o neoclientelismo) e, de outro, conquista dos meios institucionais pela privatização partidária da esfera pública e pela alteração da lógica de funcionamento das instituições.

Essa é a fórmula do neopopulismo lulista. Em termos políticos não há nada, no Brasil de hoje, capaz de barrá-la. Venho alertando para o perigo desde agosto de 2003. Os nossos pensadores políticos sempre fizeram pouco caso dessas previsões. Não acreditavam em nada disso e continuam não acreditando, apesar de tudo o que aconteceu nos anos de 2004 e 2005. Vão esperar ainda mais para entender o problema e perceber com clareza para onde estamos caminhando? Aí já será tarde.

Aliás, já é tarde, muito tarde. O lulopetismo avança com Arlindo, assim como avançaria com Aldo. Mas avança mais com Arlindo. Só alguém muito cretino pode achar que Lula terá dificuldades com Arlindo porque ele representa o PT mais orgânico e combativo. Bobagem. Lula é o chefe do PT. Acordem! Não maltratem tanto a inteligência tipicamente humana.

Do ponto de vista político, Arlindo Chinaglia é a pior figura que já assumiu a presidência da Câmara dos Deputados. Pior inclusive do que Severino (não em termos ético-políticos pessoais, mas político-democráticos coletivos). Não será apenas um fiel contínuo dos desejos lulistas (como foi - e seria de novo - Aldo Rebelo). Será um articulador ativíssimo para a recuperação daquela parte da quadrilha petista que foi surpreendida praticando banditismo de Estado e corrupção de Estado. E muito mais do que isso... Entendam, pelo amor de Deus com quem vocês estão lidando. Arlindo não é um aliado: é um operador dessa política lulopetista.



Augusto de Franco é Coordenador-Geral da AED – Agência de Educação para o Desenvolvimento, é autor de mais de 12 livros. Além de Coordenador Geral da AED é também Diretor Presidente da ARCA – Sociedade do Conhecimento. Augusto de Franco é professor convidado da Fundação Dom Cabral na área de responsabilidade corporativa, sustentabilidade empresarial e gestão de stakeholders, articulista do jornal Folha de São Paulo, conferencista, consultor senior de governos estaduais e municipais, empresas e organizações internacionais e professor de vários MBA nas áreas de terceiro setor e desenvolvimento local.
Site do autor: democracia.org.br.


Publicado no site " DIEGOCASAGRANDE.COM.BR.".
Sexta-feira, 02 de fevereiro de 2007.







Raio-X do cérebro dos brasileiros que apoiam o lulo-petismo, notem a área escura que envolve o minúsculo cérebro destas pessoas, este espaço é totalmente preenchido com uma substância conhecida como matéria fecal, em outras palavras é "merda" mesmo.

Bootlead






 
Copyright © 2004-2019 Bootlead