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Thursday, July 01, 2010

QUEM ELEGE "PORCOS",  NA "POCILGA" ACABA!

Foto: "O CASTIGO TARDA, MAS NÃO FALHA!"































ESTA GENTINHA MERECE A VELHOTA COMUNISTA*
por Janer Cristaldo

Que teremos como presidente da República uma terrorista impenitente, isso parecem favas contadas. Dilma Rousseff costuma afirmar que o país mudou, que os tempos mudaram, mas sempre se refere com uma ponta de orgulho aos tempos em que militava em organizações terroristas que queriam transformar o Brasil em republiqueta soviética. O que se pergunta é como um país, em pleno século XXI, duas décadas depois da queda do Muro de Berlim, do desmoronamento da União Soviética e da derrocada do comunismo, vá eleger uma velha comunista. Le fond de l’air est rouge, diziam os moleques parisienses em 68. Isto faz mais de quarenta anos, quando a URSS ainda inundava o Ocidente de propaganda comunista. Entre nós, continua sendo.

A resposta é elementar. Não há oposição. José Serra é um pusilânime, que também tem culpa no cartório. Não foi por ser democrata que se exilou no Chile. O sedizente candidato das oposições – que de oposição nada têm – tem um rico acervo de denúncias em mãos, mas não ousa usá-lo. Mensalão, falso dossiês, as relações privilegiadas do filho do presidente com uma operadora de telefonia, o assassinato de Celso Daniel.

Denunciar as corrupções do PT implica em receber de volta denúncias das corrupções do PSDB. Serra tampouco pode atacar o obsoletismo das esquerdas porque dele participou. E teme investir contra Lula, em função de sua popularidade. Ora, se vai se candidatar para perder, que pelo menos perca com dignidade.

Não estou aqui tomando o partido de Serra. Longe disso. Para mim, tanto Serra como Dilma valem a mesma coisa. Isto é, zero. Apenas constato que o PSDB, que alguma chance tinha de vencer as eleições, vai perdê-la por medo e inércia de seus candidatos.

O PT está se beneficiando de uma oposição absolutamente idiota. Não passa dia sem que eu receba spam de generais de pijama denunciando o governo. General de pijama é sempre valente. Garantida a aposentadoria, vira fera. Quando na ativa, quando detinham o poder das armas, dobraram vilmente a cerviz ao governo. Na reserva, se tornam heróis. Nada confere mais coragem a um general que um confortável pijama.

Isso sem falar nos monomaníacos que só pensam naquilo: atacar o PT. Não, não estou defendendo o partido corrupto. Eu o atacava antes mesmo de sua existência. No final dos anos 70, em Porto Alegre, quando o PT ainda não tinha sido fundado, eu denunciava seus futuros líderes, Tarso Genro, Marco Aurélio Garcia, Pilla Vares, Flávio Koutzii. Ocorre que atacar o PT com calúnias ou denúncias inconsistentes é favorecer o PT. Isso é o que têm feito os anti-petistas profissionais, que algum lucro devem usufruir de suas campanhas sistemáticas.

Já recebi dezenas de spams explicando por que Dilma Rousseff não pode ser presidente do Brasil. Porque teria participado do seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick e nos Estados Unidos não há prescrição para tal crime. Estaria portanto impedida de entrar em território americano. Estes bobalhões, ao que tudo indica, querem elegê-la. Dilma não participou do seqüestro de Elbrick. Participaram, isto sim, Fernando Gabeira e Franklin Martins. Quem a acusa de participação no seqüestro do embaixador está lhe concedendo a confortável condição de caluniada.

Acusações ao PT, costumo afirmar, não podem ser infundadas. Só favorecem os petistas. Triste país este meu, em que a oposição está oferecendo de bandeja, ao corrupto partido detentor do poder, mais quatro anos de poder. Felizmente, para minha tranqüilidade espiritual, não mais me interessa o que possa acontecer ao Brasil ou brasileiros. Vou cuidar de meu jardim.

Esta gentinha que elegeu Lula e sua quadrilha – e que vai reelegê-los – bem os merece.

(*) Concordo em gênero, número e caso.
Abaixo assinado:
  BOOTLEAD

Janer Cristaldo nasceu em 02 de julho de 1947 em Santana do Livramento, graduou-se em Direito e Filosofia em Santa Maria e Porto Alegre, respectivamente, fez curso de língua sueca na Stockholms Universitet e doutorou-se em Letras Francesas e Comparadas pela Université de la Sorbonne Nouvelle (Paris III). Janer Cristaldo também é escritor, tradutor, ensaísta, contista e articulista de diversos jornais e sites, destacando-se entre eles o "Baguete Jornalismo Digital" e o seu próprio blog: "Janer Cristaldo". E-mail: janercr@terra.com.br





Publicado no blog "Janer Cristaldo".
Quarta-feira, 30 de junho de 2010, 17h41.





Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos – José María Aznar







Tuesday, August 26, 2008

Olimpíadas no Brasil em 2016.

No caso de o Brasil vir a sediar os Jogos Olímpicos de 2016, deveríamos aproveitar a ocasião para lançarmos a "CAPOEIRA" como modalidade olímpica em substituição ao beisebol, esporte recém excluído dos mesmos.

No vídeo abaixo poderemos ver uma exibição prévia da nova modalidade olímpica, um confronto realizado entre Brasil e EUA (atleta brasileiro de calção branco e atleta norte-americano de calção preto). Levaremos "merdalha" na certa!




Click no botão PLAY, para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE, aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY.


A falácia do quadro de medalhas
por Marcos Tavares Martins

Pois é, ficamos atrás da Etiópia, do Quênia, da Jamaica...mas ficamos na frente de países de primeiríssima linha, como Suécia, Suíça, Dinamarca, Áustria, Grécia. E o que significa isso? Resposta: Nada. Absolutamente nada.

A utilização do quadro de medalhas para comparar países e povos foi uma estratégia de Hitler nos jogos de 1936, para provar a superioridade da raça branca, mas um afro-descendente (Jesse Owens) arrasou a onda dele. Depois disso, URSS e EUA despejaram milhões de dinheiros no esporte durante a guerra fria, com o mesmo tipo disputa arrogante e vazia. A URSS acabou, e juntando os retalhos todos, não é nem metade do que já foi nas medalhas. Mas em compensação, o IDH* dos países que a formavam melhorou e muito. Agora, a China, sob acusação de abusos com seus atletas, virou "a maior do mundo".

No dia seguinte às provas de velocidade, O Globo publicou uma enorme manchete sobre os feitos dos atletas da Jamaica: "Que País é esse??" E dizia: do tamanho do Espírito Santo, com a população de Salvador, etc.etc. Respondendo ao Globo, com suas próprias palavras: A Jamaica é um país pequeno, pobre, carente, desigual, sem futuro. E depois dessas medalhas todas? Vai continuar um país pobre, pequeno, desigual, carente, sem futuro. Vai continuar a ser o país do reggae e agora dos velocistas.

Quadro de medalhas não muda o IDH de um país. Vejam o caso (ou o ocaso) de Cuba, que enquanto financiada pela "propaganda" do regime, brilhava nos quadros de medalhas. Cadê Cuba? Está atrás da gente.

E o nosso povo, vai ficar melhor do que o povo da Suécia, Suíça, Dinamarca, Áustria...? Acho que não...pelo menos, não tão cedo!

Em Pequim, aumentamos nosso "volume" na disputa. Participamos de mais finais, competimos em mais modalidades, tivemos medalhas inesperadas de gente que está na batalha. Perdemos ouros quase certos, que pena! Mas estávamos ali, não éramos os azarões.

Vamos parar com essas comparações a partir do quadro de medalhas. Isso é coisa de ditadura, que o utiliza como "propaganda" de seu regime.

Temos outras prioridades além do quadro de medalhas: educação, saúde, saneamento, infra-estrutura, etc, etc.

O investimento estatal no esporte poderia vir associado à educação de base, que identificaria os meninos com aptidão esportiva, para depois serem apoiados pelo patrocínio das empresas, ainda que parte delas sejam estatais. Esse é o caminho. Mas que isso seja feito como parte de um processo de melhoria da educação.

A melhoria do quadro de medalhas virá naturalmente.

*IDH = Índice de Desenvolvimento Humano (Medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores).


Marcos Tavares Martins é Cidadão Brasileiro.








Publicado na Seção Opinião do jornal "O Globo Online".
Segunda-feira, 25 de agosto de 2008, 15h53.



EM MARCHA, SOLDADOS DO BRASIL! (HOMENAGEM AO DIA DO SOLDADO)



Friday, December 08, 2006

Com esse "povinho" nunca seremos uma grande Nação.



























DESFIGURAÇÃO MORAL E ÉTICA DE UMA NAÇÃO DECADENTE
por Geraldo Almendra

"Não me pergunte o que é ainda, que eu não sei, e não me pergunte a solução, que eu não a tenho, mas vou encontrar, porque o país precisa crescer". Lula, depois das eleições.

O estelionato eleitoral de outubro de 2006 está sendo festejado com a união de oposições em torno do presidente reeleito. Não pode existir no processo político de um país, nada mais degradante do que o horror da aética e da imoralidade desta torpe coalizão que estamos presenciando, movimento antipatriótico que força uma covarde e absoluta maioria parlamentar a favor do fascismo populista, maioria muito maior do que as urnas permitiram.

O que temem os traidores do país que patrocinam a coalizão espúria para acabar com a oposição ao desgoverno petista?.

Estamos próximos da segunda posse do pior presidente da República que os eleitores já colocaram no poder, eleito e reeleito por dois sucessivos e grotescos estelionatos eleitorais, mentiras versus verdades e confirmação pública de mentiras, aceitos e validados por uma sociedade apática, acovardada, aética e imoral, que está entregando sua pátria pacificamente nas mãos de um latente Estado Comunista de Direito.

Um homem criado no laboratório da traição aos nossos sonhos de democracia e liberdade, e principal agente da entrega do nosso país nas mãos sujas de uma esquerda fascista, decadente e corrupta, irá assumir, pela vontade majoritária de um povo comprado com um projeto preservador da pobreza e motivador, por opção, da indolência paga com o dinheiro dos contribuintes, o poder absolutista da prostituição da política por mais quatro anos, consolidando o projeto de domínio do país pela oligarquia petista da gang dos 40, seus cúmplices e seus lacaios.

Desde o fim do regime militar que acompanhamos a infiltração, na sociedade organizada, especialmente na administração pública, de gente da pior espécie da decadência da política, corja disfarçada de adoradores do povo e promotores da “democracia”.

A infiltração dessa gentaça vermelha, no submundo da prostituição política nos corredores do poder público, objetivou, explicitamente, viabilizar um projeto de um socialismo mentiroso, com o fito de chegar ao poder perpétuo, autocrático e autoritário, com a mensagem estelionatária de um assistencialismo fascista, hipócrita, leviano e picareta.

A desqualificação do homem de Caetés, que após sua chegada ao poder presidencial, se apresentou, sem meios termos, como uma grotesca fraude humana e política, não se deve ao fato de ser um retirante apedeuta, pois existem milhares de pessoas humildes de mesma origem que carregam valores fundamentados na ética e na moralidade, muitos agindo apenas por instinto, fruto de uma índole pura de gente simples, honesta e não prostituída em seus valores humanos, mas levados à convocação marqueteira do aceite ao espúrio usufruto dos favores de um desgoverno corrupto e populista, que transforma, sem controle, a compulsória assistência social aos excluídos, em assistencialismo fascista comprador de votos.

O “arauto” dos nossos sonhos “de sermos felizes novamente” já demonstrou ser, na verdade, um digno habitante do lado mais permissivo e prostituído da política, em que a leviandade, a falsidade, a hipocrisia, a mentira, e as meias verdades voláteis dos seus “comícios” de uma campanha eleitoral que nunca termina, formam um espírito político maligno, um anticristo da política, que tem demonstrado um absoluto domínio maquiavélico do balcão de negociação com as prostitutas e os prostitutos das “Vitrines de Amsterdã”.

Sua desqualificação, enfim, se deve à traição de todos os princípios que devem nortear as ações de um presidente da República, um estadista, e acabou se apresentando como um espelho de uma histórica decadência moral e ética do país que, no seu caso, foi “autopermitida” em nome e na defesa de uma gang denunciada, formada por seus melhores amigos, construtores comuns e parceiros do maior engodo político da história do Brasil.

Não existe prova mais evidente da relativização espúria e da falência da Justiça no desgoverno petista, do que a impunidade de todos os que foram denunciados pelo Procurador Geral da República como a gang dos 40, tendo como boi de piranha, para livrar a cara do verdadeiro chefe da máfia da prostituição da política o deficiente mental, auditivo e mental, o seu antigo e poderoso “ex-primeiro-ministro”.

Os subprodutos mais pérfidos da degeneração política do nosso país são as prostitutas e os prostitutos das “Vitrines de Amsterdã”, merecido codinome para o Parlamento das Pizzas, cooptados com sinecuras públicas temporais ou permanentes no jogo sujo do corporativismo bandoleiro, com o poder consentido dos cargos públicos, e com bilhões roubados dos contribuídos, dinheiro maquiado com a sacanagem da denominação de “recursos não contabilizados”, com suas cotas algumas vezes entregues no meio de cuecas ou festas com garotas de programa pagas pelos palhaços e imbecis dos contribuintes.

Depois de tantos escândalos que continuam impunes à luz de uma Justiça relativista e inoperante no mundo da prevaricação no poder público petista, como cidadãos contribuintes que trabalham mais de cinco meses por ano para pagar seus impostos escorchantes, não enxergamos mais muitos dos que habitam os Poderes da República, no papel de qualificados representantes das lutas da sociedade por um país mais justo e mais digno, mas sim, como habitantes coniventes de um antro, de um covil de malfeitores, uma horda de prostitutos e prostitutas da política, uma camarilha de corruptos ou, simplesmente, ladrões e bandidos.

Muitos desses vândalos dos nossos sonhos de democracia e justiça social estão vendendo quase coletivamente suas “ideologias”, suas responsabilidades de defesa da cidadania, e seus escassos sentimentos de patriotismo, nos balcões de negociação das almas espúrias, com seus agentes espalhados nos corredores do submundo do sujo jogo do poder, um sórdido ambiente corporativista público-privado mais calhorda de nossa história, semeado em desgovernos anteriores, depois do regime militar, e trazido à tona na sua face mais maquiavélica e cruel na administração petista.


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site Ternuma - Terrorismo Nunca mais.
Segunda-feira, 04 de dezembro de 2006.








"Freqüentemente a falsidade é a verdade deformada pelos patifes com o fim de usa-la como ardil para os tolos".
R. Kipling














 
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