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Tuesday, July 12, 2011

O MORFÉTICO ENEADÁCTILO É O GENE ESTRUTURAL DO PT!





AH, SE FOSSEMOS DO PT
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Estaríamos inebriados com tantos sucessos.

É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Battisti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de ideias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.


Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que povo gosta.

Por tudo, e fácil entender porque nos ufanamos de ser petistas.

Querem mais?


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do "Exército de Caxias".









Publicado no site "TERNUMA – Grupo Terrorismo Nunca Mais" – (Artigos).
Segunda-feira, 11 de julho de 2011.





Desonestidade é cultura – João Ubaldo Ribeiro






Wednesday, March 09, 2011

Carnaval: A apoteose dos coprófagos.




A NOSSA FANTASIA
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Hoje, retiramos do armário a nossa fantasia de palhaço, de fato uma mistura de palhaço com pierrô, traje que alguns poderão, pejorativamente, nominar como de tolo empedernido, outros de trouxa assumidos.

É antiga. Temos usada a mesma e batida caricatura (?) de palhaço nos últimos oito anos, embora, a cada ano acrescentemos mais um adereço aqui, outro acolá. Assim, para os desconhecidos, ela poderá parecer nova.

Infelizmente, nós os palhaços não caímos nas graças do petismo, que dirá do lulismo, e muito menos do continuísmo.

Por pura vaidade ou vergonha, nos falta coragem para adentrarmos nas passarelas da folia com as indumentárias que o sindical – petismo - lulista adora.

A de "bichonas" ficou ridícula, conforme a nossa veneranda mãe, a de "crioulos", vergonhosa, segundo a nossa tia lésbica, a de "secundaristas da UNE", uma blasfêmia, na opinião dos sobrinhos, a de "universitários graças aos questionáveis exames do Enem", um nojo, foi a sentença de um velho amigo.

E assim, por tentativa e erro, fomos procurando uma fantasia mais de acordo com o nosso atual estado de espírito, tudo em vão.

Tanto a de "PAC 1" como a de "PAC 2", cheias de fogos de artifícios, de pompas e circunstâncias foram sumariamente desclassificadas.

A de "lavrador do MST", ignóbil, a de "sindicalista raivoso", sórdida, a de "assessor sem concurso", um vexame, a de "escamoteador de dinheiro na cueca", repugnante, a de "filiado ao PT", infame, a de "amedalhado pelas autoridades militares" (peito cheio de medalhas), indigna, a de "terrorista convicto" (portando granada e o escambau), repulsiva, a de "político corrupto", redundante, a de "juiz venal", desprezível, todas, foram espinafradas com desusado vigor por um grupo, que receamos nem podemos chamar de amigos, pois se negam a endossar nossas simpatias pelo atual (?) e muito menos pelo desgoverno passado (?).

Desarvorados, por sermos incapazes de escolher uma miserável fantasia para gozar dos folguedos de momo, tentamos, como último recurso, a de METAMORFOSE AMBULANTE, visto que, o dito goza da preferência nacional.

Não cortamos o dedo mindinho da mão esquerda (poderíamos até ser aposentados), isto tirou a veracidade de nossa indumentária, mas carregávamos uma garrafa de pinga, volta – e - meia trocávamos os passos, riamos às bandeiras despregadas, mentíamos à larga, mas esta derradeira tentativa foi a pior, a vaia correu solta. Quase apanhamos. Inclusive, rasgaram a nossa camiseta de "VIVA O MULLA".

Por tudo, compungidos, voltamos a tirar do armário a velha e rota fantasia.

O nariz, aquela bolinha vermelha que alegra a petizada está cada vez maior, as orelhas de burro, também. A novidade é a dentuça postiça uma singela homenagem à nova majestade.

Hoje, mais do nunca é preciso cair na gandaia, pois os ventos que sopram anunciam que este poderá ser, na atual quadratura, o último baile da Ilha Fiscal.

Depois, é pagar a pesada conta, que ele nos legou por nossa total e inconseqüente falta de caráter.

Nóis merece a fantasia de "tolinhos na terra dos vivaldinos".


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do "Exército de Caxias".










Publicado no site "A verdade sufocada"
Domingo, 06 de março 2011.



Click na capa do livro para comprar.






A "Casa do Caralho" é a grande campeã do carnaval brasileiro em 2011.
CONFIRA O SAMBA-ENREDO!





Mentiras carnavalescas
por Leonardo Bruno

Estamos na época de carnaval. É moda a mídia e a televisão venderem a idéia de que somos um povo festeiro e farrista. Bem, até nesta sexta-feira, eu seguia uma ética rotineira, porém fora do comum dessas fases pagodeiras: estava trabalhando e analisando meios de ganhar dinheiro com advocacia. Tenho que pagar minhas contas. Presenciei com indiferença a semana de carnaval. O tempora, O mores!

Interessante a experiência que tive quando fui ao Rio de Janeiro, no carnaval de 2005. Visitava um amigo, quando percebi que a cidade estava vazia. E sentia que a grande maioria desprezava ou ignorava o carnaval. De fato, a maioria do povo não dava à mínima. O grosso da população carioca fugia da cidade. Sobravam apenas alguns favelados, traficantes de drogas, bicheiros e artistas da Rede Globo. Além do que, claro, os turistas estrangeiros, visíveis deslumbrados e bobalhões (claro que não faço parte deles). Na última vez que passei pelo Rio de avião, indo de viagem a São Paulo, via um desses turistas toscos falando da caipirinha, com aquele sotaque meio ridículo. Estava com um grupo de gringos de sua espécie. Reconheci o passaporte: era da África do Sul. Com certeza vai levar uma imagem caricatural da nossa gente, ou seja, a de um país de praias, futebol, mulatas exóticas e foguentas e povo alegórico e fantasista. Quem diz que o Rio de Janeiro é o cartão postal desta nação realmente não sabe do que está falando.

Não consigo me identificar em nada com o Rio. Na verdade, eu não tenho a menor identidade com qualquer coisa tropical. O clima e a vegetação do norte me parecem monótonos e sem graça, além da temperatura ser alta, calorenta e por vezes insuportável. Sem querer depreciar meus amigos nordestinos, não me empolgo com praias ou paisagens solares. Tal como o Rio, as capitais nordestinas me fazem lembrar turistas gringos idiotas, prostitutas, trios elétricos e micaretas. Costumo apreciar climas temperados e cinzentos e roupas pesadas. Embora nunca tenha ido a Europa, aquela paisagem cinzenta, sombria que vejo em fotos e vídeos me causa uma séria impressão. Sem contar as quatro estações, que dão graça ao tempo. No Brasil, por mais que seja um gaúcho radicado no Pará, o máximo que me identifico é com São Paulo, terra da prosperidade e modernidade (ainda que o povo paulista vote no canastrão analfabeto e insípido Tiririca ou no charlatão pseudo-filósofo Gabriel Chalita para deputado federal). Ou as paisagens do sul, com suas colinas enormes e costumes europeus arraigados dos colonizadores. Se bem que os sulistas tenham fama de rudes, mal humorados, criaturas estranhas. Para quem está acostumado com a polidez e simpatia do povo paraense, a rudeza peculiar dos sulistas parece coisa de homens das cavernas, de verdadeiros ogros.

O carnaval passaria indiferente para mim, como para milhões de brasileiros, se não fosse um detalhe que virou notícia na internet. Uma escola de samba de Florianópolis chamada "Unidos da Ilha da Magia" vai desfilar com um tema de Cuba, em particular, homenageando a ditadura de mais de meio século do todo-poderoso ditadorzinho de republiqueta do Caribe, Fidel Castro. Se as escolas de samba se restringissem a mostrar mulheres nuas, cachaça à vontade e muita promiscuidade sexual, vá lá, eu não me importaria. O problema é a falsificação histórica digna dos piores dias do famigerado "realismo socialista" stalinista. Com o título "Cuba sim! Em nome da verdade", a escola de samba está propagando sórdidas mentiras. Com direito ainda a participação especial de Aleida Guevara, filha do guerrilheiro, terrorista, psicopata e assassino Che Guevara.

Algo me incomodou profundamente. Nada mais me atinge na alma do que a destruição da verdade. E, no entanto, o espectro de Stálin e do "Realismo Socialista" paira no carnaval, contaminando milhões de consciências com as falsidades abjetas e cínicas do regime socialista. Quando sambistas começam a falar sobre história, parecem papagaios analfabetos. Se bem que o problema não é somente de sambistas. O que não falta no curso de história são papagaios analfabetos, seja do marxismo, seja de apologia à tirania cubana, seja de qualquer governo liberticida. As escolas de samba, como subprodutos do velho fascismo varguista, agora servem a outro totalitarismo, só que comunista. O que mudou? O pensamento do governo e da intelligentsia. Continuam cada vez mais idiotas.

Falei de "realismo socialista"? As letras da música são pura paródia de mau gosto, de pura distorção da realidade. O besteirol começa desse jeito: "Uma forte emoção / No meu coração /Liberdade /Eu sou União/ A voz de um povo pela igualdade". Resta-nos saber onde está a liberdade numa ditadura que reprime as liberdades elementares do povo cubano. E que igualdade existe numa sociedade onde uma diminuta nomenclatura burocrática controla um país inteiro e trata seus concidadãos como verdadeiros servos? Deve ser a igualdade na miséria, todo mundo nivelado por baixo. Ou quem sabe o tipo peculiar de "igualdade socialista", onde uns são mais iguais que outros. A vigarice não termina por aí: "Guerreiros unidos na revolução/Pelo bem de uma nação/Um preço a pagar, não vou negar/Mas a comunidade em primeiro lugar". Grotesco é escutar que uma nação deva pagar a destruição de sua liberdade pela revolução. Em outras palavras, prisões arbitrárias, censura à liberdade de pensamento, de consciência e de imprensa, tortura, execuções sumárias, fuga em massa do país. Napoleão, no alto do seu sarcasmo, dizia que a revolução é a opinião que adquiriu algumas baionetas. No caso cubano, a revolução é a opinião que adquiriu o fuzil no paredão do quartel de La Cabaña.

O trecho da modinha esconde o lado perverso da história, típico da mentalidade socialista: a comunidade, em primeiro lugar, representada pelo Estado, tem pleno direito de esmagar o indivíduo. Hitler pregava os "direitos" da comunidade sobre indivíduo. Stálin pregava os "direitos" da comunidade sobre o indivíduo. Enfim, qualquer tirano prega a tirania da comunidade sobre o indivíduo. Porque não há maior representação de conformismos social do que a coletividade, do que está preestabelecido, do que é imposto pelo conjunto, em detrimento dos direitos do indivíduo. Isto porque nem mesmo a sociedade decide nada: é o Estado, ou uma camarilha bem diminuta chamada "Partido", que dita, tanto para a coletividade, como para o indivíduo, esmagando ambos.

E para finalizar, o sambinha vulgar nos vende a propaganda mentirosa do regime cubano, nestes termos: "Os sonhos se tornam verdade/ Trazendo pra muitos a felicidade/ Com saúde, educação/ A base pra um cidadão". Um sambista da vida não seria tão inteligente o bastante para escrever essas asneiras (embora seja bastante equiparada a estupidez e tagarelice comum do comunista). Não será suspeito que uma escola de samba fale "em nome da verdade", o que é a mais grotesca mentira?

Qualquer pessoa sensata e bem informada sabe que os serviços de saúde e educação cubanos não prestam. E desde quando um serviço de saúde e educação controlado pelo Estado vale a liberdade humana? Desde quando o suposto bem-estar social vale o mal estar espiritual de ser eternamente prisioneiro de um regime político tirano? Benjamin Franklin, na sua imensa sabedoria, afirmava que quem abdica da liberdade pela segurança, não merece a liberdade, nem a segurança. Cuba, em nome da segurança, perdeu a liberdade. E também a segurança.

Tal propaganda descarada cheira a uso indevido de dinheiro público, propina, peita, para promover ideologias e regimes genocidas. Ou quem sabe a dinheirada da própria ditadura cubana. Numa época em que um ex-presidente da república usou de sua influência no Ministério da Cultura para fazer um filminho ruim sobre sua vida, não me espantaria que a ideologização da cultura no Estado brasileiro esteja mais forte do que nunca, com a ascensão do PT no poder. Bem que o Ministério da Cultura deveria ser modificado, em homenagem a George Orwell e sua novela "1984": O Ministério da Verdade, que seria entendido como Ministério da Mentira!

"Cuba, em nome da mentira" é o espetáculo que a escola de samba de Florianópolis nos brinda. Não se pode exigir de sambistas carnavalescos ignorantes algum conhecimento de história. Mas por que dão palpites irresponsáveis? Provavelmente não tiraram asnices do nada. Extraíram de alguém, de alguma pretensa autoridade no assunto. Notoriamente da vulgata marxista dos nossos professores de história, entusiastas de qualquer mandatário de plantão, viuvinhas de Stálin e nostálgicos do Muro de Berlim que são. Ou então a tal "Associação Cultural José Martí", que deu apoio e orientação aos sambistas, já que a delegação da escola de samba foi a Cuba, deslumbrada, tal como um turista idiota nas praias do Rio de Janeiro. Voltaram apaixonados pela barbicha do Che Guevara, tal como um dia outros foram gamados pelos longos bigodes do sanguinário serial killer da Geórgia, o Sr. Diugashivili, guia genial dos povos.

Vigarices à parte, os carnavalescos ignorantes não parecem agradecidos pelo sistema de liberdades que usufruem. Envolvidos pela sua "ilha da magia", ignoram completamente que Cuba é uma ilha sim, mas de magia negra. Os idiotas úteis brincam no carnaval como macacos de uma grande farsa. Só que a farsa não é mera fantasia de carnaval. É uma burla destrutiva que oculta, oprime e esconde a aflição de milhões de cubanos. E no reino de todas as prisões, campos de concentração, paredões e águas que separam Cuba do exterior, a pior muralha que isola a vida dos cubanos do mundo real democrático é a mentira. Mentira que é alimentada por intelectuais, historiadores, universidades, "associações culturais", imprensa, enfim, todos colaborando para a eterna prisão do povo cubano. A mentira repetida pela escola de samba é mais uma chave nos grilhões daquela pobre nação. E a ignorância, alimentada pela mentira sistemática, aliena cada vez mais as nações democráticas na sua obrigação de defender da liberdade contra os males do totalitarismo.


Leonardo Bruno, "Conde Loppeux de la Villanueva", um reacionário hidrófobo, blogueiro da mídia golpista.








Publicado no blog "Conde Loppeux de la Villanueva"
Sábado, 05 de março 2011,04h28.




A alegria é um produto de mercado – Arnaldo Jabor







Thursday, July 01, 2010

QUEM ELEGE "PORCOS",  NA "POCILGA" ACABA!

Foto: "O CASTIGO TARDA, MAS NÃO FALHA!"































ESTA GENTINHA MERECE A VELHOTA COMUNISTA*
por Janer Cristaldo

Que teremos como presidente da República uma terrorista impenitente, isso parecem favas contadas. Dilma Rousseff costuma afirmar que o país mudou, que os tempos mudaram, mas sempre se refere com uma ponta de orgulho aos tempos em que militava em organizações terroristas que queriam transformar o Brasil em republiqueta soviética. O que se pergunta é como um país, em pleno século XXI, duas décadas depois da queda do Muro de Berlim, do desmoronamento da União Soviética e da derrocada do comunismo, vá eleger uma velha comunista. Le fond de l’air est rouge, diziam os moleques parisienses em 68. Isto faz mais de quarenta anos, quando a URSS ainda inundava o Ocidente de propaganda comunista. Entre nós, continua sendo.

A resposta é elementar. Não há oposição. José Serra é um pusilânime, que também tem culpa no cartório. Não foi por ser democrata que se exilou no Chile. O sedizente candidato das oposições – que de oposição nada têm – tem um rico acervo de denúncias em mãos, mas não ousa usá-lo. Mensalão, falso dossiês, as relações privilegiadas do filho do presidente com uma operadora de telefonia, o assassinato de Celso Daniel.

Denunciar as corrupções do PT implica em receber de volta denúncias das corrupções do PSDB. Serra tampouco pode atacar o obsoletismo das esquerdas porque dele participou. E teme investir contra Lula, em função de sua popularidade. Ora, se vai se candidatar para perder, que pelo menos perca com dignidade.

Não estou aqui tomando o partido de Serra. Longe disso. Para mim, tanto Serra como Dilma valem a mesma coisa. Isto é, zero. Apenas constato que o PSDB, que alguma chance tinha de vencer as eleições, vai perdê-la por medo e inércia de seus candidatos.

O PT está se beneficiando de uma oposição absolutamente idiota. Não passa dia sem que eu receba spam de generais de pijama denunciando o governo. General de pijama é sempre valente. Garantida a aposentadoria, vira fera. Quando na ativa, quando detinham o poder das armas, dobraram vilmente a cerviz ao governo. Na reserva, se tornam heróis. Nada confere mais coragem a um general que um confortável pijama.

Isso sem falar nos monomaníacos que só pensam naquilo: atacar o PT. Não, não estou defendendo o partido corrupto. Eu o atacava antes mesmo de sua existência. No final dos anos 70, em Porto Alegre, quando o PT ainda não tinha sido fundado, eu denunciava seus futuros líderes, Tarso Genro, Marco Aurélio Garcia, Pilla Vares, Flávio Koutzii. Ocorre que atacar o PT com calúnias ou denúncias inconsistentes é favorecer o PT. Isso é o que têm feito os anti-petistas profissionais, que algum lucro devem usufruir de suas campanhas sistemáticas.

Já recebi dezenas de spams explicando por que Dilma Rousseff não pode ser presidente do Brasil. Porque teria participado do seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick e nos Estados Unidos não há prescrição para tal crime. Estaria portanto impedida de entrar em território americano. Estes bobalhões, ao que tudo indica, querem elegê-la. Dilma não participou do seqüestro de Elbrick. Participaram, isto sim, Fernando Gabeira e Franklin Martins. Quem a acusa de participação no seqüestro do embaixador está lhe concedendo a confortável condição de caluniada.

Acusações ao PT, costumo afirmar, não podem ser infundadas. Só favorecem os petistas. Triste país este meu, em que a oposição está oferecendo de bandeja, ao corrupto partido detentor do poder, mais quatro anos de poder. Felizmente, para minha tranqüilidade espiritual, não mais me interessa o que possa acontecer ao Brasil ou brasileiros. Vou cuidar de meu jardim.

Esta gentinha que elegeu Lula e sua quadrilha – e que vai reelegê-los – bem os merece.

(*) Concordo em gênero, número e caso.
Abaixo assinado:
  BOOTLEAD

Janer Cristaldo nasceu em 02 de julho de 1947 em Santana do Livramento, graduou-se em Direito e Filosofia em Santa Maria e Porto Alegre, respectivamente, fez curso de língua sueca na Stockholms Universitet e doutorou-se em Letras Francesas e Comparadas pela Université de la Sorbonne Nouvelle (Paris III). Janer Cristaldo também é escritor, tradutor, ensaísta, contista e articulista de diversos jornais e sites, destacando-se entre eles o "Baguete Jornalismo Digital" e o seu próprio blog: "Janer Cristaldo". E-mail: janercr@terra.com.br





Publicado no blog "Janer Cristaldo".
Quarta-feira, 30 de junho de 2010, 17h41.





Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos – José María Aznar







Thursday, May 06, 2010

VÃO SE FODER, DUPLA DE FILHOS DA PUTA!
TEM OTÁRIO QUE AINDA LEVA FÉ NESSE TAL DE SERRA. PUTZ!

Foto: Serra e Dilma em "debate" realizado hoje (Belo Horizonte-06/05/2010). Debate????

























Serra afirma que, se eleito, quer PT e PV em seu governo

O pré-candidato tucano José Serra disse nesta quinta-feira, se eleito, quer tanto o PT quanto o PV no governo. "O Brasil vai precisar estar junto nos próximos anos. Hoje e ontem a oposição sempre tem um comportamento que empurra o governo para um lado que não devia", afirmou.

Publicado na Folha Online
06/05/2010 - 18h28





VACINEM-SE IDIOTAS! E TENHAM UMA "BOA MORTE".






Friday, August 14, 2009

ELITE BRASILEIRA. E, ISSO AINDA EXISTE?



































As elites somos nós
por João Mellão Neto

Se você tem um bom automóvel, uma casa confortável e uma renda folgada, parabéns! Mesmo sem saber, você faz parte "da zelite".

Você argumentará que seu carro é financiado, sua casa está hipotecada e sua renda provém de salário. Ou poderá dizer que é um profissional liberal que sua a camisa por cada centavo que amealha. Tanto faz. Em qualquer das condições acima, você, inapelavelmente, é "da zelite".

No caso de você possuir um negócio próspero e empregar alguns funcionários, aí, então, a coisa piora. De nada adianta você evocar a sua origem humilde e afirmar que tudo o que possui provém de seu próprio esforço. Em qualquer circunstância você faz parte "da zelite" mesmo.

E o que é, afinal, "a zelite"?

Segundo o discurso oficial, trata-se de uma gente míope, egoísta e inconsequente que - a partir de uma visão muito particular da História - esteve no poder nos últimos cinco séculos e é, portanto, responsável por todas as mazelas nacionais.

No caso de você ser branco e ter olhos azuis, a coisa piora. Segundo o líder maior, você é um sujeito irresponsável e ganancioso, que, - fazendo parte de uma congregação maior - por sua cupidez e volúpia, acabou criando um clima propício para que se instalasse a atual crise mundial. Afinal, onde já se viu banco quebrar? Só pode ser porque era dirigido por gente cega como você.

Pelo sim, pelo não, vá a uma ótica e trate de comprar e colocar, ao menos, umas lentes de contato que mudem a cor de seus olhos.

"A zelite" é egoísta e voluptuosa. Dispõe-se a "explorar" todos, desde a coitadinha da doméstica até profissionais de nível superior.

Não tem como escapar disso. Quanto mais pessoas você emprega, mais explorador você é.

Qual é a lógica que preside e dá sentido a tudo isso?

Simples. Trata-se de uma espécie de marxismo cuidadosamente apurado e adequado às circunstâncias próprias a um clima tropical.

O raciocínio, devidamente resumido, é o seguinte: um trabalhador que labore 40 horas semanais acaba não recebendo do patrão um salário equivalente ao seu esforço. Recebe menos. A diferença fica com o patrão. É o lucro dele. E é por isso que ele é rico.

E o mérito?

Não há lugar para mérito nesse processo. O patrão é sempre um explorador.

O que fazer para identificar um membro "da zelite"?

Fácil. Basta reparar no relógio ou nas roupas com que costuma se apresentar. É tudo coisa "de grife", como se diz. Coisa que os pobres não podem usar. É muito cara e, portanto, supérflua.

Gente "da zelite" frequenta lugares da moda e costuma esbanjar dinheiro. O preço, por exemplo, de uma única refeição num restaurante chique daria para alimentar pelo menos uns dez meninos de rua. E "a zelite" ainda tem o desplante de reclamar quando esses desvalidos, num momento de desespero, tomam uma arma e a assalta nos semáforos. Exige punição. Acontece que a polícia não está aí para acudi-la. Ela deve, isso sim, é trabalhar nos bairros periféricos para garantir a segurança dos pobres.

Aliás, é justamente na área pública que se identificam os marxistas tropicais.

Ninguém propõe, pura e simplesmente, o massacre, a extinção "da zelite". Isso é coisa do marxismo antigo e não existe mais em lugar nenhum. Ela deve continuar existindo, ao menos para pagar impostos e, assim, garantir a arrecadação. Cabe ao Estado apossar-se desses recursos e redistribuí-los a quem deles precisa.

Agora, beneficiar "a zelite" com políticas públicas, jamais.

O preço a pagar pelo status de pertencer a ela é bastante elevado. Paga-se, no mínimo, um terço do que se ganha em tributos. A carga tributária nacional é de 38%.

Se for considerado que os membros "da zelite" pagam tudo em dobro, o peso do Estado em sua vida é muito maior. Paga-se pelo ensino gratuito e pela escola particular. Custeia-se a saúde pública e paga-se convênio pela assistência médica privada. Sustenta-se a segurança pública e mantém-se também um serviço de segurança das nossas ruas ou dos nossos condomínios.

Ninguém se recusa a pagar impostos, mas se entende que seria de bom alvitre se se visse o retorno disso em obras e serviços para os menos favorecidos. Qual o quê! Afora o Bolsa-Família, tudo o que mais existe não passa de discurso. Esse programa mesmo - menina dos olhos do atual governo - é puro assistencialismo, pois de nada serve para que os pobres possam deixar de sê-lo.

O discurso que se pratica é de ressentimento contra "a zelite". Seu surgimento é de longa data. Mas foi inaugurado publicamente em 1989, quando o atual presidente - então candidato ao cargo pela primeira vez - logrou passar para o segundo turno. Mesmo que os comunistas, no mundo, estrebuchassem em seus derradeiros estertores, aqui, no Brasil, suas palavras de ordem haviam obtido alento. Foi com esse discurso que elas deixaram os bancos das universidades para ganhar as ruas.

Esse tipo de discurso tem servido apenas para disfarçar e justificar a inatividade e a incompetência de quem o faz.

"A zelite", ou as elites, somos eu, você, todos nós que, pelo estudo ou pelo trabalho, logramos nos destacar dos demais. Todo povo tem elites. E nós, agora, além das elites tradicionais temos uma nova. Que se moldou nos sindicatos e nas universidades e pretende se firmar justamente por meio de um discurso antielites.

Nós nunca cobiçamos as casas dos nossos vizinhos. Trabalhamos e lutamos para construir as nossas. E esperamos dos nossos vizinhos que não as cobicem, também.


João Mellão Neto, nasceu na cidade de São Paulo, SP em 06/11/1955, filho de comerciante de café e agro-pecuarista estudou administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas e jornalismo na Fundação Cásper Líbero. João Mellão Neto tem seus artigos publicados, todas as sextas-feiras na página 2 do jornal "O Estado de S. Paulo". Como escritor já publicou diversos livros na área do "pensamento político liberal", em vista que João Mellão também teve uma carreira política bastante diversificada para sua idade, sendo quatro vezes secretário municipal, cumpriu dois mandatos de deputado federal e foi Ministro do Trabalho e da Administração, atualmente é deputado estadual em São Paulo (DEM). E-mail: jmellao@al.sp.gov.br



Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 14 de agosto de 2009.




Brasil: Jamais verás nenhum país como este. Não verás mesmo!




Saturday, August 08, 2009

Brasil: Jamais verás nenhum país como este. Não verás mesmo!

Figura Original: © M&M'S Candies.































Para ver a figura em detalhes, click AQUI. (tam. 1600 x 1200)


O "POVINHO" É SAFADO MESMO. NÃO HÁ ESPERANÇAS!

Neili Santos Ferreira, diarista: o Brasil do Bolsa Família (Parte 1)
entrevistada por Augusto Nunes


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Neili Santos Ferreira, diarista: o Brasil do Bolsa Família (Parte 2)
entrevistada por Augusto Nunes


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Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".




Publicado na seção VEJA Entrevista da "Coluna do Augusto Nunes".
Sexta-feira, 07 de agosto de 2009.




Nenhum de nós lhes deve nada. Eles nos devem tudo, a começar pela vida. – Augusto Nunes






Friday, July 17, 2009

PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO:
UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E, VIVA O "POVO BRASILEIRO"!



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Receita Federal descobre mais 25 contêneires com lixo no Porto de Santos
Do G1 - São Paulo, com informações da TV Tribuna de Santos

Carga chegou em novembro e estava abandonada em terminal. Ao todo, já são 680 toneladas de lixo vindas da Inglaterra.

Agentes da Receita Federal do Porto de Santos descobriram nesta quinta-feira (16) mais 25 contêneires procedentes da Inglaterra repletos de lixo. Ao todo, já são 41 contêineres com lixos, que somam 680 toneladas, segundo a Receita Federal.

A carga chegou ao porto em novembro e estava abandonada no terminal. No início do mês, uma empresa inglesa já havia despachado 16 contêneires para outro terminal do porto. Desta vez, no entanto, mudou a operadora que transportou a carga.

Os técnicos do Ibama foram avisados em seguida e constataram que houve contaminação do meio ambiente, pois óleo queimado vazou de alguma embalagem. Cada um dos 25 contêneires foi vistoriado e, em cada um deles, os agentes encontraram uma surpresa diferente.

Foram encontrados embalagens de alimentos e de produtos químicos, brinquedos velhos e muito lixo eletrônico. Havia até produtos com mensagens que alertam para os cuidados com o meio ambiente, como milhares de DVDs e sacolas reutilizáveis. E também encontraram, em um deles, galões de produtos químicos com rótulos indicando que o material é perigoso. A área onde estão os contêneires foi isolada.

Tanto a empresa quanto a operadora serão multadas em mais de R$ 200 mil. Assim que foi notificado pela Receita Federal o responsável pelo Ibama foi até o local e constatou a irregularidade. Nesta sexta-feira (17), além de técnicos do Ibama, agentes da Polícia Federal e da prefeitura de Santos participaram da vistoria. Uma equipe de uma emissora de TV de Londres também acompanhou os trabalhos.



E CONTINUAM OS DESDOBRAMENTOS

Empresa britânica acusada pelo Ibama de exportar lixo é de brasileiro
Do mesmo G1

Em entrevista à BBC Brasil, Julio Cesar Rando da Costa defendeu-se das acusações.

Duas empresas britânicas citadas pelo Ibama como exportadoras dos contêineres de lixo que foram encontrados em portos do Brasil pertencem a um cidadão brasileiro.

A Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. pertencem a Julio Cesar Rando da Costa, que mora em Swindon, na Grã-Bretanha.

Em entrevista à BBC Brasil, Costa defendeu-se das acusações, dizendo que a responsabilidade pelo lixo enviado ao Brasil é de fornecedores britânicos com os quais as suas empresas trabalham.

A Polícia Federal está investigando a origem de 89 contêineres que foram encontrados nos portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS) com centenas de toneladas de lixo.

Entre o material encontrado, estariam pilhas, seringas, camisinhas e fraldas usadas.

RESPONSABILIDADE

Julio Cesar Rando da Costa - paranaense que possui passaporte português e fundou a Worldwide Biorecyclables, que entrou em falência neste ano. Em seguida, ele criou a UK Multiplas Recycling, que opera no mesmo local, em Swindon.

Ele alega que sua empresa faz apenas a prensagem de plástico recolhido por empresas britânicas e exporta a sucata para o Brasil. Ele diz que a responsabilidade por qualquer outro material que tenha chegado ao Brasil seria das fornecedoras britânicas.

Costa ainda afirmou não ter sido procurado pelo Ibama ou pelo governo brasileiro.

"Se tem qualquer coisa lá dentro que não é plástico, eu tenho contrato com a fornecedora britânica de lixo no qual está escrito que é só plástico que eles têm que passar para a gente", disse Costa à BBC Brasil, nesta sexta-feira, por telefone.

"É o pessoal das casas que joga (o lixo) das suas casas na caçamba aqui na Inglaterra. Alguém pode ter jogado alguma coisa lá no meio que o funcionário deles não viu."

"Já teve vez que encontramos galão de tinta cheio, galão de veneno para passar na grama (pesticidas), então eles (os funcionários de Costa) tiravam fora e reclamavam à empresa (fornecedora) para que eles não deixassem acontecer isso."

Costa afirma que os clientes brasileiros nunca reclamaram da sucata de plástico exportada para o país.

"Lá no Brasil as empresas que importavam diziam: 'Júlio, não tem problema', porque nós não fabricamos nada para (embalagem de produto) comestível.' O que é reciclado lá é usado para outras coisas, como caixaria, mangueira, outras coisas - então não tem problema. Lá eles tinham um pessoal que fazia rastreamento, separava tudo na mão."

BRINQUEDOS

A polícia afirmou que um dos contêineres de lixo que chegou da Inglaterra ao Brasil continha brinquedos sujos com um recado em português "Lave antes de dar às crianças pobres brasileiras."

Costa confirma a informação e diz que foram os funcionários brasileiros da sua empresa que escreveram o bilhete.

"Não eram brinquedos sujos. Como aqui o povo da Inglaterra joga muita coisa boa fora, eles (os funcionários de Costa) pegaram um monte de bolas novas e boas que vinham, pegaram brinquedos e esses carrinhos de controle remoto bons e colocaram separados em um buraco que veio em um contêiner. Mas é plástico limpo. E eles colocaram separado no contêiner. Eles mandaram para ser consertado e dado para crianças lá no Brasil."

PUNIÇÕES

O Ibama informou, por meio de uma nota oficial, que está estudando a possibilidade jurídica de aplicar sanções às empresas britânicas responsáveis pela exportação dos resíduos.

As empresas brasileiras responsáveis pela importação do lixo ao Brasil já foram autuadas e receberam multas que chegam a R$ 408 mil.

O Ibama agora prepara um laudo que será enviado ao Ministério das Relações Exteriores e, em seguida, ao Secretariado da Convenção de Basileia, que decidirá sobre as eventuais punições.

Tanto o Brasil como a Grã-Bretanha são signatários da Convenção de Basileia, que regulamenta o transporte internacional de resíduos tóxicos.



HISTÓRIAS DESENCONTRADAS (Receita Federal, IBAMA, PF, quem?)
Ainda no mesmo G1

Os contêineres com 290 toneladas de lixo que foram encontrados no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo, estavam, no final da manhã desta terça-feira (7), isolados num terminal de cargas no Guarujá, a 86 km da capital paulista. A carga deve embarcar de volta para Inglaterra no mesmo navio em que foi trazida para o Brasil

A carga de 16 contêineres foi descoberta no Porto de Santos, vinda da Europa. Ela teria saído de um porto na Inglaterra em fevereiro. O material chegou registrado como produto para reciclagem, mas se tratava de lixo comum.

O Ibama soube da carga por meio de uma denúncia do Porto do Rio Grande (RS) porque foi descoberta um material semelhante lá. O Ibama foi verificar outra carga da mesma empresa que foi enviada para o Porto de Santos. Nos contêineres os fiscais do Ibama encontraram restos de alimento, peças de computador, travesseiros velhos, embalagens vazias de produtos de limpeza.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 17 de julho de 2009.






A PERGUNTAÇÃO QUE NINGUÉM FAZ: Há quanto tempo isso vem ocorrendo? (Com certeza há anos). Porquê só agora os órgãos responsáveis tomaram ciência? (Esse "lixo", talvez até radioativo, está no porto desde NOVEMBRO/2008). Como? A "carga" irá voltar no mesmo navio... O navio está esperando no porto, ainda? Que culpa tem a empresa de navegação? Tem "truta" aí, maracutaia das grossas, alguém não pagou o devido "pedágio"? Guerra de "máfias": RF, PF, IBAMA, PT, PMDB e outros menos cotados? (Lembrem-se quem manda nos portos do Brasil é o vampiro-brasileiro, cujo nome verdadeiro é MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA, perceberam o último sobrenome, é destino).


CONCLUSÃO: O BRASIL É O "LIXÃO" DO MUNDO E OS BRASILEIROS OS "URUBUS".
É ISSO AÍ "ALULADOS" – MERECEMOS MUITO MAIS!



UMA NO CRAVO E OUTRA NA FERRADURA!





PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO, UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E VIVA O "POVO BRASILEIRO"!

Tuesday, April 21, 2009

PRECISA DESENHAR?



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PAÍS DE BRAHMEIROS

Brasil, país de Brahmeiros, quem não rouba e trapaceia é bebum o ano inteiro. Vota em anta e é feliz, pensa que sabe das coisas, mas não percebe o desgraçado nem a ponta do nariz. Morre na fila do SUS agradecendo ao Lulão, deus amado e poderoso, que não está nem aí se trata com gente ou cachorro. Mas enquanto o Corinthians ganhar, tudo vai às mil maravilhas, a pátria amada está salva, e a vida? Ora, a vida se empurra com a barriga.
Maria Lucia Victor Barbosa


Os esclarecidos
por Geraldo Almendra

"No Brasil, ninguém tem a obrigação de ser normal. Se fosse só isso, estaria bem. Esse é o Brasil tolerante, bonachão, que prefere o desleixo moral ao risco da severidade injusta. Mas há no fundo dele um Brasil temível, o Brasil do caos obrigatório, que rejeita a ordem, a clareza e a verdade como se fossem pecados capitais. O Brasil onde ser normal não é só desnecessário: é proibido. O Brasil onde você pode dizer que dois mais dois são cinco, sete ou nove e meio, mas, se diz que são quatro, sente nos olhares em torno o fogo do rancor ou o gelo do desprezo. Sobretudo se insiste que pode provar".
Andrei Pleshu

As armas da revolta de uma minoria de esclarecidos, vis a vis o tamanho da população brasileira, com a perspectiva de terem todos os seus direitos questionados por um Estado Petista de Direito Comunista, estão voltadas para as hordas dos deserdados da justiça social que foram subornados pelo grotesco assistencialismo clientelista promovido em larga e incontrolável escala pelo Retirante Pinóquio, seguindo o exemplo da cretinice de seu antecessor.

O país está paralisado diante do poder do Estado Bandido, e das ações criminosas dos movimentos sociais que estão invadindo propriedades privadas, destruindo patrimônios alheios e cometendo assassinatos, tudo impune ou questionado de mentirinha com a proteção do corporativismo sórdido e de uma Justiça rigorosamente indecente, cada vez mais subserviente ao Poder Executivo.

A sociedade está em coma de Justiça e com as obrigações sociais do Estado Bandido, rigorosamente falidas nos seus resultados essenciais. Fazer escravos de projetos assistencialistas e clientelistas tem sido a grande e maior realização desse desgoverno desqualificado.

É de uma comodidade absolutamente covarde muitos declararem agora, diante do quase inevitável, a tomada do poder por uma terrorista, que "o Brasil não presta porque o povo não presta", ou "que a população brasileira é formada de estúpidos, imbecis, retardados mentais, ignorantes" como únicas justificativas precípuas para o domínio do petismo no país.

Tudo é dito como se a formação do imbecil coletivo fosse um fato histórico autônomo e não dependesse das ações criminosamente elaboradas pelos esclarecidos e suas elites dirigentes durante os desgovernos civis.

O Regime Militar, que estava construindo uma sociedade digna de se viver, cometeu um absurdo erro ao permitir um "movimento de redemocratização" sem terminar o dever de casa, que era expurgar para sempre do país os canalhas do socialismo genocida que hoje estão destruindo nossa pátria e promovendo a troca de nossa bandeira pela vermelha de estrela única.

Os comandantes das Forças Armadas estão agora distribuindo medalhas para o petismo e arriando suas calças para seus superiores comunistas, em troca da destruição dos nossos sonhos de democracia e liberdade, e da proteção do futuro desgoverno da terrorista Estela.

O famoso movimento de redemocratização, que estava minado pelas sementes de uma esquerda mal intencionada e apodrecida, culminou com a tomada do Estado pelos artífices da construção de um poder público corrupto, prevaricador e corporativista sórdido, que serviu de instrumento para o enriquecimento ilícito de milhares de "políticos" – O Pior dos Insultos – e a consolidação da distribuição do poder político para as oligarquias políticas canalhas que até hoje dominam a sociedade, sobressaindo-se a nova burguesia petista que está dando uma lição de competência e excelência criminosa para se sustentar no poder.

Os comandantes militares da época, com medo dos diabinhos da esquerda suja, ajudaram a construir a fantasia do Golbery: o demônio de um líder "político" – uma verdadeira fraude de ser humano – para "neutralizar" as forças do mal. Estão pagando o preço até hoje, mas que, de preço pago, está aparentemente começando a se transformar em promessas de sinecuras cada vez melhores.

Uma pergunta fundamental: – Foi o imbecil coletivo que estruturou a sociedade e sua postura coletiva imoral, aética e apátrida depois do regime militar?

A resposta incomoda muito, pois quem promoveu a lambança do apatriotismo, e da degeneração moral e ética que domina o país, foram justamente os esclarecidos e/ou seus cúmplices – "políticos", acadêmicos, artistas, grandes empresários exploradores do Estado e do povo, um Sistema Financeiro que agora causou a bancarrota do mundo, apresentadores de televisão, jornalistas marrons e, obviamente, os sinecuristas que se apossaram do poder público.

Foram rigorosamente esses brasileiros "esclarecidos" que abriram o caminho para que o mais desqualificado e etílico líder "político" – O Pior dos Insultos – de nossa história, agora esteja dando as cartas, transformando as Forças Armadas em soldadinhos de chumbo arrumados no tabuleiro do jogo sujo de destruição de nossa pátria conforme suas vontades, e mantendo suas forças paramilitares dos movimentos sociais infernizando a vida de quem trabalhou, durante muitos anos, para construir patrimônios, que estão sendo invadidos e destruídos com a proteção da nova Justiça petista.

A propriedade privada, a democracia, e a liberdade já são "fantasias" em estado de degeneração legal e já somos subordinados a uma democracia de mentira, controlada por um Estado Bandido ditatorial e autoritário, que comanda os poderes públicos e a sociedade com medidas provisórias votadas e aprovadas por um Congresso imerso no mar da degeneração moral e ética, que faz todos os dias, impunemente, os contribuintes de palhaços do Circo do Retirante Pinóquio.

Alguém escreveu:

"O povo brasileiro é resultante do cruzamento de portugueses ladrões, assassinos e escravocratas com negros africanos, ignorantes e escravizados e índios indolentes e não menos ignorantes. O resultado disso foi uma formação de uma sub-raça com um QI inferior e uma índole apegada ao furto e a indolência. Com tal matéria prima humana é impossível se formar uma nação respeitável."

Esta será sempre a filosofia de uma parcela da sociedade esclarecida que não aceita reconhecer sua própria culpa por ser a maior responsável pela entrega do nosso país nas mãos dos "políticos" – O Pior dos Insultos.

Diante das críticas que tenho recebido por muitos esclarecidos a quem envio meus artigos, que declaram que sou um radical descontrolado entre tantos outros "qualificativos" menos nobres, neste momento, deixo de fazê-los durante algum tempo, ou para "sempre", continuando com minhas aulas a plantar sementes de cidadãos que tenham a coragem de defender sua pátria quando necessário e que não se escondam no casulo de sua covardia quando virem um canalha comunista pela frente.

Se minha "platéia" preferencial se incomoda com "minhas verdades" não tenho mais o que fazer, não que eu quisesse fazê-las verdades únicas, pois minha humildade e formação não permitem que eu tenha essa postura.

Contudo, se for convocado, estarei disponível para me unir àqueles que desejem iniciar um movimento de resistência ao futuro desgoverno da terrorista que irá assumir o poder em 2010 graças à covardia de uma classe esclarecida que vendeu sua alma e sua pátria, à omissão, ao suborno imoral, aético, material e financeiro, tudo amplamente promovido pelas forças obedientes ao demônio do Retirante Pinóquio.

É importante frisar que tenho recebido muito mais sinais de respeito pelo meu patriotismo de gente da esquerda não apodrecida, do que daqueles esclarecidos "defensores do Estado Democrático de Direito", a quem durante mais de seis anos tenho tentando alertar para a destruição de meu país pelo socialismo genocida.

Se nada fizermos na prática, e se Deus me permitir ficar vivo mais algum tempo, serei testemunha do resultado da mais grotesca covardia de uma sociedade esclarecida que permitiu, sem luta, que sua pátria se transformasse em uma nova Cuba, sendo que desta vez, com a força geopolítica de um continente e suas alianças genocidas.

E que nossos filhos e suas famílias nos perdoem por temos deixado isso acontecer...

A postura das Forças Armadas diante do que está acontecendo no país se arrisca a nos colocar uma dúvida: eram mesmos heróis aqueles que nos defenderam da sanha comunista durante o Regime Militar?

Boa sorte para todos e até 2014 com a volta da turma do sapo barbudo ao poder e impune de todos os seus crimes, que ficarão arquivados para sempre, como segredo de Estado, nos porões criados durante o "mandato" da terrorista Estela, e sob a proteção das novas Forças Armadas protetoras da bandeira vermelha de estrela única.


Geraldo Almendra é Economista, Consultor e Professor de Matemática.
E-mail: glaf@superig.com.br








Publicado no site "Brasil acima de tudo".
Segunda-feira, 20 de abril de 2009.




GUARARAPES: A GUERRA BRASÍLICA E O NASCEDOURO DE UM EXÉRCITO. - Bootlead





Friday, March 13, 2009

MST = Malta Satânica e Terrorista

Foto: Resultado de uma "ocupação" do MST.

































Fora MST!
por João Mellão Neto

Nos meados da década de 80, quando o MST ainda se esboçava, ocorreu uma invasão. Uma entre centenas, dirão. Pois é, mas essa eu tive a oportunidade de acompanhar. Estava iniciando como jornalista e buscava conhecer em detalhes todos os temas palpitantes da época. Reforma agrária era um deles.

Como se dizia, o esbulho aconteceu. E logo depois a área foi desapropriada. Passaram-se alguns meses e aqueles quase 3 mil hectares foram entregues aos tais trabalhadores sem-terra. Um político de esquerda da região não perdeu a oportunidade. Com um grande alicate, compareceu ao local e, perante uma plateia atenta, solenemente cortou a cerca de arame farpado da fazenda. "Neste momento", declarou, "entrego estas terras ao povo brasileiro".

O "povo brasileiro" não se interessou em tomar posse de imediato. Para tanto era necessário que alguém fosse lá demarcar os lotes e sortear quem seriam os proprietários de cada um. Esse processo demandou uns 20 meses, mas ninguém se esquentou. Sem a menor cerimônia, os briosos manifestantes montaram acampamento à beira da cidadezinha mais próxima e, a partir de então, munidos de cupons para alimentação, fornecidos pelo governo federal, tornaram-se consumidores urbanos.

Quando os lotes ficaram prontos, ocorreu um fato que em nada contribuía para o sucesso da causa agrária. Os felizes contemplados não se mostraram dispostos a trocar a doce vida urbana que tinham pelas agruras da condição de novos proprietários rurais. Pudera, os lotes não tinham água nem luz. Os cupons para alimentação deixariam de ser fornecidos tão logo se configurasse a posse. Ninguém ali estava a fim de se tornar herói.

Com muito custo o assentamento se configurou. Após a posse, voltaram todos para a cidade e passaram a reivindicar, novamente, o fornecimento de água, luz e comida.

Dez anos depois, a situação era a seguinte: quatro ou cinco famílias se aventuraram a mudar para seus lotes e lá viviam em condições precárias. Mais de 20 trataram de vender os seus direitos de posse e seus lotes passaram por inúmeros donos. Especulação imobiliária da pior espécie, algo absolutamente condenável pelos ideólogos esquerdistas que chefiavam o movimento.

A maioria agiu de forma ainda pior. Como havia uma usina de álcool nas redondezas, trataram todos de arrendar seus lotes a ela e continuaram a viver na cidade. Tornaram-se, com isso, burgueses rentistas. E isso era deplorável e intolerável.

No Brasil inteiro situações como essa se repetiram e nada foi mostrado à opinião pública. Os padres e organizadores dos movimentos eram todos socialistas, mas os invasores, curiosamente, não. Entregavam-se a práticas capitalistas as mais comezinhas e mesquinhas tão logo lhes surgisse uma oportunidade.

Paciência. Estava patente, para os ideólogos, que o povo brasileiro, em geral, era tacanho. Não tinha a largueza de visão e o desprendimento necessários para a condução de uma revolução vitoriosa. Essa tarefa, então, como sempre, teria de ficar por conta das vanguardas - as camadas mais instruídas e esclarecidas dos movimentos. E essas, na época, eram compostas pelos padres e intelectuais.

Foi dessa forma, ideologicamente cambaleante, que nasceram os movimentos agrários. Agora eles são muito mais organizados, lograram se estabelecer. E o dinheiro para tanto? Ora, obviamente vem do Estado. E este, assim, segundo as tais vanguardas, cumpre uma de suas funções mais básicas e edificantes: está subsidiando a reforma agrária. E não pode existir uma destinação de verbas mais nobre e meritória.

Os contribuintes não concordam. Foi-se o tempo em que a opinião pública se embevecia com a causa fundiária. Hoje em dia todos acompanham, contrariados, o noticiário que reporta o desperdício de recursos em tudo o que diz respeito ao tema.

Até mesmo a razão de ser dos movimentos sociais do campo deixou de existir. A causa original, todos se recordam, era o combate aos latifúndios improdutivos. Pois bem, esses não existem mais. Quem tinha terra, e não produzia, tratou de vendê-la para quem o fazia.

Adotou-se então a tese de que a função dos movimentos era a de combater as grandes plantações feitas com sementes geneticamente modificadas. Não colou. Ninguém se comoveu com a causa.

O inimigo, agora, é o agronegócio. Havia pudores no passado quanto a se atacar propriedades reconhecidamente produtivas. Agora não há mais. Não se discute mais a questão da produtividade da terra, mas sim a que essa produtividade serve.

Segundo esta ótica obtusa, 100 hectares de terra nas mãos de um microproprietário rural - mesmo que esse alcance patamares medíocres de produção - cumprem melhor a sua função social do que o mesmo quinhão de terra pertencendo a uma grande usina de açúcar ou a uma fábrica de papel e celulose.

Essa nova razão de ser dos movimentos "sem-terra" seria digna de debate não fosse ela a quinta ou a sexta evocada pelos seus líderes para justificarem a sua existência. Eles se dispõem até mesmo a contrariar os mais óbvios interesses nacionais, ajudando o novo governo populista do Paraguai a expulsar os fazendeiros brasileiros de lá.

Os padres e intelectuais socialistas que no passado recente ainda podiam dizer-se idealistas, tornaram-se todos velhacos e parasitas. Apelam, agora, para qualquer nova bandeira que mantenha os movimentos que dirigem existindo. Para, assim, continuar recebendo preciosas verbas do governo.

Moral da história: sem-terra, que nada! Não passam de uns sem-vergonha que vivem à nossa custa e desperdiçam o nosso dinheiro. Não precisamos mais dessa gente. Tchau! Fora! Abaixo o MST!

Que não fiquem por aí por falta de despedida. Adeus!


João Mellão Neto, nasceu na cidade de São Paulo, SP em 06/11/1955, filho de comerciante de café e agro-pecuarista estudou administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas e jornalismo na Fundação Cásper Líbero. João Mellão Neto tem seus artigos publicados, todas as sextas-feiras na página 2 do jornal "O Estado de S. Paulo". Como escritor já publicou diversos livros na área do "pensamento político liberal", em vista que João Mellão também teve uma carreira política bastante diversificada para sua idade, sendo quatro vezes secretário municipal, cumpriu dois mandatos de deputado federal e foi Ministro do Trabalho e da Administração, atualmente é deputado estadual em São Paulo (DEM). E-mail: jmellao@al.sp.gov.br



Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 13 de março de 2009.




Antessala do inferno – João Ubaldo Ribeiro






Thursday, April 17, 2008

Um exército sitiado e atacado por todos os lados. E, não reage!








































Já que mais uma vez não haverá reação, então cantemos todos: "Joga pedra na Geni - Joga bosta na Geni - Ela é feita pra apanhar - Ela é boa de cuspir"


O PEDIDO DE DESCULPAS
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Circula a notícia de que em nome do governo Lula, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça pedirá formalmente à população da região do Araguaia (sul e sudeste do Pará, norte do Tocantins e sul do Maranhão) desculpas pelos atos cometidos por militares brasileiros na primeira metade dos anos 70, durante o combate à guerrilha do PC do B que atuava na área.

O pedido de perdão será manifestado no município de São Domingos do Araguaia (PA) nos próximos dias 25 e 26 pelo presidente da comissão, Paulo Abrão Júnior, e pelos seis conselheiros que analisam os
requerimentos de indenização apresentados, até agora, por 240 moradores do Araguaia.

A noticia pode ser falsa, ou até verdadeira. Ou, mesmo um balão de ensaio para testar até a capacidade de absorver golpes, sem gemer, do Exército Brasileiro.

Não Importa.

Importa que o Comando da Força se esclareça sobre o assunto no mais curto prazo, se é que ainda não sabe, e deixe de lado o tal de "o que vem de baixo não me atinge", e reaja contra a barbaridade, repudiando – a como inaceitável, e brade aos quatro ventos que o ato gratuito irá macular a dignidade da Instituição.

O fato de os citados serem "os militares brasileiros", na verdade, explicitamente, refere-se à Instituição, pois é sabido que a principal força militar em operação na área foi o Exército. Portanto, fuja-se da vaga referência "aos militares brasileiros", e, em substituição, leia-se em letras garrafais e em negrito, "O EXÉRCITO BRASILEIRO".

A realização de semelhante achincalhe, que atinge os pináculos do escárnio e do tripúdio, não tem paralelo na espiral do revanchismo de que é vitima o Exército Brasileiro.

Espera-se que o Comandante da Força, não permita semelhante deboche, e chegue às últimas conseqüências para impedir tal disparate. Ou se insubordina e se afasta do cargo. Mas, não permita que seja conspurcada a nossa Instituição.

Por identificação, mergulhados no impávido exemplo repassado a nós pelos forjadores da identidade do Exército Brasileiro, João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão, Antonio Dias Cardoso e Henrique Dias, heróis moldados nas lutas contra os holandeses, e que glorificaram a 1ª Batalha dos Guararapes, consignada como a data magna da Instituição(19 de abril), que o Alto Comando mire–se no compromisso firmado por eles, numa inequívoca demonstração de dignidade, fé e amor à pátria.

Aqueles revoltaram-se contra o inimigo mais forte, mais preparado, mais adestrado, e tiveram a coragem e a subida honra de afrontá–los, e de assumir um memorável Compromisso (no qual o vocábulo PÁTRIA é citado, pela vez primeira, em nossa historiografia), que para muitos custou muito mais do que um cargo ou riqueza... custou–lhes a própria vida.

- "Nós, abaixo assinados, nos conjuramos e prometemos, em serviço da liberdade, não faltar a todo o tempo que for necessário, com toda a ajuda de fazendas e de pessoas, contra todo o risco que se oferecer, contra qualquer inimigo, em restauração de nossa Pátria, para o que nos obrigamos a manter todo o segredo que nisto convém; sob pena de quem o contrário fizer ser tido por rebelde e traidor e ficar sujeito ao que as leis, em tal caso, permitem. Debaixo deste comprometimento nos aliamos em 23 de maio de 1645".


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.








Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais" – (Regional Brasília).
Quarta-feira, 16 de abril de 2008.





Lula, o pelego? – Francisco C. Weffort

Thursday, March 27, 2008

ORIGENS E DESTINOS SEMELHANTES: DA CLOACA PARA A FOSSA.


























TEMOS O NOSSO MUSSOLINI. ALELUIA!
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

De palanque em palanque, o nosso guia assume a pose majestática e arrogante, que cunhou na História, a patética figura do “Duce”.

A imagem pode não ser perfeita, mas ....Inclusive, temos também o nosso Hitler bolivariano, por quem o metalúrgico tem nítido respeito/medo, senão declarada admiração.

Língua afiada, mesmo que para dizer asnices, que uma plebe ignara aplaude com fervor, o apedeuta, pouco a pouco, atinge o orgasmo populista, ao vociferar contra gregos e troianos, que ousem colocar–se contra os seus interesses.

Nosso guru, diria o filósofo, ultimamente, tem atingido o nirvana, estado inebriado de pleno gozo físico e mental, que somente os “sem papas na língua” atingem.

Ameaças e impropérios abundam na lógica lulista, e não é para menos, nunca dantes na história deste País, de forma tão descarada, a máxima de que “os fins justificam os meios” foi mais aplicada. As arrecadações mensais recordes de impostos permitem sua copiosa distribuição entre apaniguados, o constante fluxo de caixa para pagamentos de licitações fajutas ou dirigidas, e uma substancial cota para suprir vários tipos de Bolsas, com a possibilidade esperta, de serem criadas muitas outras, abarcando na pobreza, quantos nichos forem necessários.

Na certeza da impunidade, ao arrepio de uma oposição ridícula e facilmente negociável, na crença de que a venda nos olhos da justiça é apenas uma metáfora, e na convicção de que a Nacional, só verá o que lhe interessa, o governo lula vai atropelando.

Não importa que o dito seja alcunhado de “metamorfose ambulante”, e a cada novo dia a transformação ecloda patrocinando um gigantesco espetáculo pirotécnico, o Zé Povinho, nem sabe o que é isto, e muito menos tem condições para avaliar o significado do infausto fenômeno.

A cada novo dia, mais destempero, mais empáfia (nunca na história deste País...), mais confiança (aprovação da contribuição obrigatória para os sindicatos), mais atrevimentos (a Dilma vem aí, acautelem-se). Felizmente, parece que aqueles que a amedalharam pelos bons serviços ao Exército Brasileiro, poderão escapar. Isto, realmente, é pensar no futuro), mais astúcia (a recente liberação de recursos para as prefeituras, sob a capa do PAC, o que aumentará substancialmente as bases municipais do PT), mais cara de pau (abertura e difusão dos gastos do FHC e consorte, quando no nobre desempenho da função presidencial), mais correligionários fanatizados (Previdência para os invasores de terras), mais indenizações para os perseguidos políticos, mais mosquitos da dengue, mais corruptos, mais crimes, mais impunidade, mais invasões de terra, mais...

E nós, revolucionários, ou contra-revolucionários, acreditando em Papai Noel, a cada dia temos menos Brasil, menos soberania, menos democracia, menos salário, menos Amazônia, menos território nacional, menos justiça, menos Forças Armadas, menos...

Ai dos vencidos! Principalmente, se perderem a dignidade para reagir.

Por derradeiro, como diria com propriedade o meu amigo S, uma breve conclamação aos Soldados Desconhecidos (?):

Rufem os tambores!

Comemorem, com pompa e circunstância, o Aniversário da Contra– Revolução de 31 de Março de1964!

Encham-se de brios, ergam a cabeça!

Nada temam, e tenham para sempre o respeito e a admiração de todos nós!


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.








Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais" – (Regional Brasília).
Segunda-feira, 24 de março de 2008.





O Brasil tem guerrilha – Alan Rodrigues (ISTOÉ)

Tuesday, March 11, 2008

Esses vagabundos que estão no poder não passam de uns "rola-bostas".






























A burrice é incansável...
por Ubiratan Iorio

A patologia da mentira latino-americana inocula na cabeça de inocentes, desde a mais tenra infância, que, se João é pobre, é porque Pedro é rico... Se considerarmos dois outros falsos dogmas do socialismo-marxismo, o da crença na existência de um estado natural de abundância e o de que a economia é sempre um bolo de dimensões fixas, não causam espanto algumas tentativas de experimentações da economia de Robin Hood, de tirar dos ricos para dar aos pobres, de que o Imposto sobre Grandes Fortunas (ISGF) - parvoíce agora ressuscitada por alguns sindicatos no bojo da "reforma tributária" do companheiro Mantega - é mais um triste exemplo, ao lado de outras aberrações, como as propostas de mais alíquotas para o imposto de renda da pessoa física e de abolição da demissão por justa causa.

Alguns políticos e sindicalistas sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar no chão os frutos, mas nunca desconfiaram que, antes, é preciso plantá-las... Suas proposições ostentam o viés demagógico e o interesse político e eleitoral de aparecer na mídia. Como as tolices são abundantes e o espaço é escasso, comento hoje apenas uma delas.

A implantação do ISGF, também chamado em alguns países de "Imposto de Solidariedade sobre Grandes Fortunas" (solidariedade compulsória não é solidariedade, mas extorsão, diga-se de passagem), só causaria efeitos devastadores sobre a economia: fuga de capitais; desestímulo à poupança e aos investimentos e, portanto, ao crescimento econômico; imobilização dos fluxos de capitais internacionais; punições ao trabalho e ao desejo legítimo de progredir na vida; empobrecimento generalizado; forte exortação à lavagem de dinheiro; e conclamação à sonegação.

Em todos os países onde foi aplicado, o ISGF mostrou altíssimo custo de arrecadação e baixíssima produtividade fiscal: Itália, Irlanda e Japão o abandonaram; em Espanha e França os resultados foram também decepcionantes; na Índia, economia emergente, foi outro fracasso. E a explicação é simples e natural: tributar pesadamente, tirando dos mais capazes e motivados para dar aos menos capazes ou menos dispostos, em geral redunda em punir os primeiros, sem capacitar nem corrigir os segundos. A solução, óbvia, é mandar Robin Hood às favas e prover os menos preparados de boa educação e saúde, sob leis que estimulem o trabalho, o emprego, o esforço e a parcimônia.

Ademais, esse imposto embute outro enorme defeito: a riqueza ou patrimônio é um estoque e, como qualquer estoque, é formado por fluxos - no caso, os dos rendimentos do trabalho e do capital - e, portanto, ao taxar o estoque, ocorre dupla tributação, pois os fluxos já foram tributados diretamente pelo Imposto de Renda sobre rendimentos do trabalho e do capital. Só mesmo a doença da cegueira ideológica, o atributo da burrice e o vício da preguiça o apóiam...

E isso não é tudo, porque há ainda sérios problemas operacionais: o que é uma "grande fortuna"? É um simples valor monetário? Uma fração dos grandes contribuintes do Imposto de Renda? Qual o sujeito passivo do imposto, apenas as pessoas físicas ou, também, as jurídicas? Que patrimônio deve ser tributado, o líquido ou o bruto? As alíquotas devem ser proporcionais ou progressivas? Será universal ou apresentará exceções? E o que dizer com respeito aos preceitos constitucionais que proíbem confiscos e garantem direitos de propriedade e de herança? Incidirá sobre toda a "riqueza" ou somente sobre bens que denotarem "suntuosidade"? Neste último caso, o que seriam bens "suntuosos"? Garrafas de Romanée-Conti? Saca-rolhas de R$ 900?

A idéia do ISGF nasceu em 1989, por proposta do então senador Fernando Henrique Cardoso, que estabelecia pagamento de 0,3% a 1% para fortunas acima, em moeda atual, de R$ 100 mil. Agora, uma deputada do PSOL pretende ampliar as alíquotas para faixas que iriam de 1% a 5%, que incidiriam sobre fortunas a partir de R$ 1 milhão. É a ignorância econômica explicitada em números.

Em um momento em que o país carece de uma verdadeira reforma que reduza o astronômico número de tributos, diminua e simplifique alíquotas e promova o federalismo fiscal, é, francamente, de causar indignação ver nédios representantes do povo, dos trabalhadores e da burocracia incrustada em Brasília brincando de Robin Hood e declamando que pagar impostos seria "cidadania". Porque cidadania é exatamente o contrário: é controlar os gastos do governo e respeitar os contribuintes.

É lamentável que a burrice seja incansável e que campeie em nossas plagas...

N. R. Os "rola-bostas", também chamados de escaravelhos, são besouros da família dos escarabeídeos. Eles alimentam-se de fezes de animais e na época da reprodução enterram bolinhas de estrume para alimentar as larvas, que se criam sob o solo.


Ubiratan Jorge Iorio de Souza é Doutor em Economia pela EPGE/Fundação Getulio Vargas, ex-funcionário do Banco Central do Brasil, foi também articulista de Economia do "Jornal do Brasil" e do jornal "O DIA". Ubiratan Iorio tem cerca de quinhentos artigos publicados em jornais e revistas brasileiros, é Consultor em diversas instituições e já publicou os seguintes livros: "Economia e Liberdade: a Escola Austríaca e a Economia Brasileira", "Uma Análise Econômica do Problema do Cheque sem Fundos no Brasil" e "Macroeconomia e Política Macroeconômica". Para saber mais sobre Ubiratan acesse seu site/blog pessoal "Ubiratan Iorio". E-mail: commenti@ubirataniorio.org




Publicado no "Jornal do Brasil".
Segunda-Feira, 10 de março de 2008.




OEA reflete vitórias colombianas contra as Farc – William Waack


 
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