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Friday, July 17, 2009

PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO:
UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E, VIVA O "POVO BRASILEIRO"!



Para assistir o vídeo em click no botão PLAY  


Receita Federal descobre mais 25 contêneires com lixo no Porto de Santos
Do G1 - São Paulo, com informações da TV Tribuna de Santos

Carga chegou em novembro e estava abandonada em terminal. Ao todo, já são 680 toneladas de lixo vindas da Inglaterra.

Agentes da Receita Federal do Porto de Santos descobriram nesta quinta-feira (16) mais 25 contêneires procedentes da Inglaterra repletos de lixo. Ao todo, já são 41 contêineres com lixos, que somam 680 toneladas, segundo a Receita Federal.

A carga chegou ao porto em novembro e estava abandonada no terminal. No início do mês, uma empresa inglesa já havia despachado 16 contêneires para outro terminal do porto. Desta vez, no entanto, mudou a operadora que transportou a carga.

Os técnicos do Ibama foram avisados em seguida e constataram que houve contaminação do meio ambiente, pois óleo queimado vazou de alguma embalagem. Cada um dos 25 contêneires foi vistoriado e, em cada um deles, os agentes encontraram uma surpresa diferente.

Foram encontrados embalagens de alimentos e de produtos químicos, brinquedos velhos e muito lixo eletrônico. Havia até produtos com mensagens que alertam para os cuidados com o meio ambiente, como milhares de DVDs e sacolas reutilizáveis. E também encontraram, em um deles, galões de produtos químicos com rótulos indicando que o material é perigoso. A área onde estão os contêneires foi isolada.

Tanto a empresa quanto a operadora serão multadas em mais de R$ 200 mil. Assim que foi notificado pela Receita Federal o responsável pelo Ibama foi até o local e constatou a irregularidade. Nesta sexta-feira (17), além de técnicos do Ibama, agentes da Polícia Federal e da prefeitura de Santos participaram da vistoria. Uma equipe de uma emissora de TV de Londres também acompanhou os trabalhos.



E CONTINUAM OS DESDOBRAMENTOS

Empresa britânica acusada pelo Ibama de exportar lixo é de brasileiro
Do mesmo G1

Em entrevista à BBC Brasil, Julio Cesar Rando da Costa defendeu-se das acusações.

Duas empresas britânicas citadas pelo Ibama como exportadoras dos contêineres de lixo que foram encontrados em portos do Brasil pertencem a um cidadão brasileiro.

A Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. pertencem a Julio Cesar Rando da Costa, que mora em Swindon, na Grã-Bretanha.

Em entrevista à BBC Brasil, Costa defendeu-se das acusações, dizendo que a responsabilidade pelo lixo enviado ao Brasil é de fornecedores britânicos com os quais as suas empresas trabalham.

A Polícia Federal está investigando a origem de 89 contêineres que foram encontrados nos portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS) com centenas de toneladas de lixo.

Entre o material encontrado, estariam pilhas, seringas, camisinhas e fraldas usadas.

RESPONSABILIDADE

Julio Cesar Rando da Costa - paranaense que possui passaporte português e fundou a Worldwide Biorecyclables, que entrou em falência neste ano. Em seguida, ele criou a UK Multiplas Recycling, que opera no mesmo local, em Swindon.

Ele alega que sua empresa faz apenas a prensagem de plástico recolhido por empresas britânicas e exporta a sucata para o Brasil. Ele diz que a responsabilidade por qualquer outro material que tenha chegado ao Brasil seria das fornecedoras britânicas.

Costa ainda afirmou não ter sido procurado pelo Ibama ou pelo governo brasileiro.

"Se tem qualquer coisa lá dentro que não é plástico, eu tenho contrato com a fornecedora britânica de lixo no qual está escrito que é só plástico que eles têm que passar para a gente", disse Costa à BBC Brasil, nesta sexta-feira, por telefone.

"É o pessoal das casas que joga (o lixo) das suas casas na caçamba aqui na Inglaterra. Alguém pode ter jogado alguma coisa lá no meio que o funcionário deles não viu."

"Já teve vez que encontramos galão de tinta cheio, galão de veneno para passar na grama (pesticidas), então eles (os funcionários de Costa) tiravam fora e reclamavam à empresa (fornecedora) para que eles não deixassem acontecer isso."

Costa afirma que os clientes brasileiros nunca reclamaram da sucata de plástico exportada para o país.

"Lá no Brasil as empresas que importavam diziam: 'Júlio, não tem problema', porque nós não fabricamos nada para (embalagem de produto) comestível.' O que é reciclado lá é usado para outras coisas, como caixaria, mangueira, outras coisas - então não tem problema. Lá eles tinham um pessoal que fazia rastreamento, separava tudo na mão."

BRINQUEDOS

A polícia afirmou que um dos contêineres de lixo que chegou da Inglaterra ao Brasil continha brinquedos sujos com um recado em português "Lave antes de dar às crianças pobres brasileiras."

Costa confirma a informação e diz que foram os funcionários brasileiros da sua empresa que escreveram o bilhete.

"Não eram brinquedos sujos. Como aqui o povo da Inglaterra joga muita coisa boa fora, eles (os funcionários de Costa) pegaram um monte de bolas novas e boas que vinham, pegaram brinquedos e esses carrinhos de controle remoto bons e colocaram separados em um buraco que veio em um contêiner. Mas é plástico limpo. E eles colocaram separado no contêiner. Eles mandaram para ser consertado e dado para crianças lá no Brasil."

PUNIÇÕES

O Ibama informou, por meio de uma nota oficial, que está estudando a possibilidade jurídica de aplicar sanções às empresas britânicas responsáveis pela exportação dos resíduos.

As empresas brasileiras responsáveis pela importação do lixo ao Brasil já foram autuadas e receberam multas que chegam a R$ 408 mil.

O Ibama agora prepara um laudo que será enviado ao Ministério das Relações Exteriores e, em seguida, ao Secretariado da Convenção de Basileia, que decidirá sobre as eventuais punições.

Tanto o Brasil como a Grã-Bretanha são signatários da Convenção de Basileia, que regulamenta o transporte internacional de resíduos tóxicos.



HISTÓRIAS DESENCONTRADAS (Receita Federal, IBAMA, PF, quem?)
Ainda no mesmo G1

Os contêineres com 290 toneladas de lixo que foram encontrados no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo, estavam, no final da manhã desta terça-feira (7), isolados num terminal de cargas no Guarujá, a 86 km da capital paulista. A carga deve embarcar de volta para Inglaterra no mesmo navio em que foi trazida para o Brasil

A carga de 16 contêineres foi descoberta no Porto de Santos, vinda da Europa. Ela teria saído de um porto na Inglaterra em fevereiro. O material chegou registrado como produto para reciclagem, mas se tratava de lixo comum.

O Ibama soube da carga por meio de uma denúncia do Porto do Rio Grande (RS) porque foi descoberta um material semelhante lá. O Ibama foi verificar outra carga da mesma empresa que foi enviada para o Porto de Santos. Nos contêineres os fiscais do Ibama encontraram restos de alimento, peças de computador, travesseiros velhos, embalagens vazias de produtos de limpeza.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 17 de julho de 2009.






A PERGUNTAÇÃO QUE NINGUÉM FAZ: Há quanto tempo isso vem ocorrendo? (Com certeza há anos). Porquê só agora os órgãos responsáveis tomaram ciência? (Esse "lixo", talvez até radioativo, está no porto desde NOVEMBRO/2008). Como? A "carga" irá voltar no mesmo navio... O navio está esperando no porto, ainda? Que culpa tem a empresa de navegação? Tem "truta" aí, maracutaia das grossas, alguém não pagou o devido "pedágio"? Guerra de "máfias": RF, PF, IBAMA, PT, PMDB e outros menos cotados? (Lembrem-se quem manda nos portos do Brasil é o vampiro-brasileiro, cujo nome verdadeiro é MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA, perceberam o último sobrenome, é destino).


CONCLUSÃO: O BRASIL É O "LIXÃO" DO MUNDO E OS BRASILEIROS OS "URUBUS".
É ISSO AÍ "ALULADOS" – MERECEMOS MUITO MAIS!



UMA NO CRAVO E OUTRA NA FERRADURA!





PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO, UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E VIVA O "POVO BRASILEIRO"!

Friday, November 14, 2008

O Brasil já está sob o domínio do "Governo Mundial"!
Só que as FFAA não perceberam e ainda falam em "soberania". Piada!










































Atentado à unidade nacional
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Se não bastassem as dificuldades para a obtenção de licenças ambientais para obras de infra-estrutura fundamentais para o desenvolvimento do País, em diversos pontos do território nacional - não só na Amazônia, decerto -, agora vem à luz mais uma barreira já antiga, embora por muitos ignorada, mas que está prestes a ser posta em efetivo funcionamento: trata-se da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. Ela estabelece que dependerão de consultas plebiscitárias aos índios e quilombolas quaisquer iniciativas legais, normativas ou de realização de obras - como estradas, hidrelétricas, portos, linhas de transmissão e de outro gênero - que envolvam tais comunidades.

Aprovada em 1989 durante a 76ª Conferência Internacional do Trabalho e assinada pelo governo brasileiro em 1992, essa Convenção foi ratificada pelo Congresso em 2002, mesmo depois de sistemática obstrução comandada pelo ex-senador Bernardo Cabral (PMDB-AM). Entrou em vigor em 2003, mas ainda não passou a funcionar porque ainda não se descobriu como fazer um plebiscito com os índios e quilombolas toda vez que alguma iniciativa legal ou obra se aproximar de "suas terras".

Esse tema foi devidamente reavivado no seminário realizado em Brasília, nos últimos dias 10 e 11, sob o título: Oportunidades e desafios para a implementação da Convenção 169 da OIT sobre povos indígenas e tribais em países independentes. Contou com os apoios do Ministério Público Federal, da OIT, da Escola Superior do Ministério Público, da Red Juridica para la Defensa de los Derechos de los Pueblos de la Amazonía, e com a ajuda financeira da ICCO (Interkerklijke Coordinatie Commissie Ontwikkelings), da Oxfam (Oxford Comitee for Famine Relief), da RFN (RainForest Foundation da Noruega) e da União Européia, sob a coordenação da Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPI-SP) e do Instituto Socioambiental (ISA). Como se vê, há muita instituição interessada na questão.

Do seminário participaram representantes de entidades indígenas de países latino-americanos como Guatemala, Colômbia e Bolívia, além do Brasil. Interessante foi o debate que se estabeleceu entre os brasileiros presentes. Marcelo Karamuirá, líder indígena de uma das 14 etnias do Xingu, reclamou das autoridades brasileiras que não obedeceram às determinações da Convenção 169, ao permitirem a instalação de grandes e pequenas hidrelétricas nas proximidades do Parque Nacional do Xingu sem consultá-los, no que "houve um desrespeito aos índios". Ao que o presidente da Funai, Márcio Meira, observou que a entidade que dirige não concede licenças, apenas opina naquilo que é função do Ibama.

O presidente da Funai lembrou que hoje existem no Brasil 220 etnias indígenas, que falam 180 línguas e que têm uma população estimada em cerca de 1 milhão de pessoas, sendo 440 mil em aldeias.

De qualquer forma, e considerando-se que em todo o País há cerca de 615 terras indígenas, e ainda mais um número indeterminado, mas em franca expansão, de terras de quilombolas - ocupadas por comunidades de afrodescendentes -, são previsíveis as dificuldades que se encontrarão para descobrir o modus faciendi do plebiscito destinado à concessão ou não da licença índio-quilombola prevista pela Convenção 169.

Assim se explica por que a senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, apesar de demonstrar a maior boa vontade em ser a autora do projeto de lei destinado a regulamentar a Convenção 169, confessa que não tem a menor idéia de como o fará: "É preciso debater o assunto e encontrar a forma de fazê-la" (a lei). Certamente a dificuldade já começa pelo cadastramento dos votantes, em comunidades que parecem sempre em expansão. Sob esse critério, até a Usina Nuclear de Angra dos Reis, para ser instalada, teria necessitado da anuência escrutinada dos índios guaranis. E há a informação de que 60 obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão em terras indígenas (e quantas não estarão em terras quilombolas?).

Como no governo não há ninguém que se preocupe com essa Convenção 169, que é um verdadeiro atentado à unidade nacional, e proponha a sua nulidade, haja plebiscitos!


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-feira, 14 de novembro de 2008.









O império do segredo – Olavo de Carvalho



O Brasil já está sob o domínio do "Governo Mundial"!

Wednesday, January 30, 2008

As árvores da Amazônia que realmente interessam ao lulo-petismo.








































A absolvição dos assassinos da mata
por Augusto Nunes

A investigação demorou sete dias. Em rigoroso silêncio, o presidente Lula vasculhou mentalmente a selva à procura de alguma coisa que lhe permitisse atribuir aos suspeitos de sempre também a espantosa reaceleração do desmatamento da Amazônia. Não encontrou impressões digitais de Fernando Henrique Cardoso nas motosserras de Mato Grosso . Tampouco localizou pegadas de George Bush nas matas assassinadas em Rondônia. Ao fim de uma semana, entendeu que não poderia incorporar à herança maldita ou à cupidez do capitalismo ianque as assustadoras radiografias produzidas pelo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inpe).

À falta de culpados convenientes, o presidente Lula recorreu ao truque que utiliza quando todas as pistas e evidências apontam para delinqüentes de estimação: inocentou todo mundo. "Não é hora de acusar ninguém", comunicou na segunda-feira, durante o programa radiofônico "Café com o presidente".

Era mais que um pito endereçado à ministra Marina Silva, que debitou o recrudescimento dos ataques à floresta a produtores de soja e pecuaristas que contam com o olhar complacente - ou a cumplicidade ativa - dos governadores de Estados que aparecem muito mal no retrato produzido pelo Inpe.

Era sobretudo um recado destinado a tranqüilizar os pecadores aliados. São inimigos jurados da floresta, certo. Mas são amigos de Lula, que não é de abandonar companheiros no meio do caminho, muito menos de esquecer governadores aliados no meio da clareira que acabaram de abrir.

A sentença do Grande Juiz absolveu liminarmente, por exemplo, o mato-grossense Blairo Maggi. Quando pressentem a aproximação do rei da soja, árvores centenárias choram como bebês, jacarés se arrastam em alta velocidade, igarapés mudam de rumo. Quando o donatário de Mato Grosso aparece no Planalto, Lula corre para o abraço.

A Amazônia está sob controle, recitou na segunda-feira o presidente que nunca pisou nos grotões da floresta. Só não sabe disso "essa gente que torce pro Brasil andar pra trás", repetiu. Lula prefere sempre olhar para a frente. Talvez por isso não consiga ver os criminosos ao lado e os oportunistas na retaguarda. Concentrado no futuro, ignora os perigos do presente. O desmatamento é apenas um entre os tantos tormentos que afligem a Amazônia. Há também os garimpeiros que caçam minérios associados a índios que, se resolverem combater com arco e flecha, acabarão atingindo o próprio pé. Há as tribos que interditam estradas federais. Há os estrangeiros que viraram donos de territórios colossais. Se sobram problemas, falta governo. Os braços do Estado não alcançam a Amazônia. Se depender de Lula, jamais alcançarão.

O apóstolo da boa notícia

Na reunião do ministério transformada pelo presidente da República numa carnavalesca imitação da Santa Ceia, o mestre ordenou aos 37 discípulos que divulgassem com mais freqüência e entusiasmo as proezas da igrejinha do Planalto. O ministro Pedro Brito, chefe da Secretaria Especial de Portos, só precisou de cinco dias para puxar o cordão dos devotos da boa notícia.

Na noite de segunda-feira, os telespectadores dos canais da TV aberta, aprisionados em cadeia nacional por três minutos, souberam que, graças ao maior governante desde a primeira caravela, existe no Brasil uma Secretaria Especial de Portos. Também souberam que seu chefe era o homem cujos cabelos desbotados imploravam pela tintura que sobrava no bigode negro como as asas da graúna.

Nem dom João VI, que há 200 anos abriu os portos brasileiros às nações amigas, pensara nisso. Tampouco os monarcas e presidentes incumbidos de cuidar do país nas décadas seguintes. Só Lula percebeu que a coisa não funcionaria sem uma secretaria especial - e comandada por alguém como Pedro Brito.

Era isso o que faltava para acabar com a espantosa frota de cargueiros à espera de uma vaga no porto de Santos, ou com as inverossímeis filas de caminhões nos acessos ao porto de Paranaguá. Era isso o que faltava para botar nos eixos um sistema aeroportuário em decomposição. Mas em 2010, balbuciou o artista em seu monólogo. O que não foi feito em 500 anos ficará pronto em três. Está escrito no PAC. A platéia só precisa esperar sentada.


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes e dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Zero Hora. Foi também apresentador do programa Roda Vida, da TV Cultura. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente é colunista do Jornal do Brasil e apresentador do programa "Verso & Reverso" da TVJB.


Publicado no jornal "Jornal do Brasil".
Quarta-feira, 30 de janeiro de 2008.



 
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