Showing posts with label Safados. Show all posts
Showing posts with label Safados. Show all posts

Saturday, August 08, 2009

Brasil: Jamais verás nenhum país como este. Não verás mesmo!

Figura Original: © M&M'S Candies.































Para ver a figura em detalhes, click AQUI. (tam. 1600 x 1200)


O "POVINHO" É SAFADO MESMO. NÃO HÁ ESPERANÇAS!

Neili Santos Ferreira, diarista: o Brasil do Bolsa Família (Parte 1)
entrevistada por Augusto Nunes


Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE    aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY  



Neili Santos Ferreira, diarista: o Brasil do Bolsa Família (Parte 2)
entrevistada por Augusto Nunes


Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE    aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY  


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".




Publicado na seção VEJA Entrevista da "Coluna do Augusto Nunes".
Sexta-feira, 07 de agosto de 2009.




Nenhum de nós lhes deve nada. Eles nos devem tudo, a começar pela vida. – Augusto Nunes






Thursday, December 06, 2007

"brasileiro": povinho ignorante, desonesto, covarde, burlesco, vagabundo, etc...
Porém, nem tudo está perdido. Ainda há Brasileiros em Berlim!

Fotos: © Portal G1









































Chorem mais pelo Brasil e menos pelo Corinthians
por Leandro Saez

Assim como os cerca de 30 milhões de corintianos, acompanhei neste domingo o desfecho da pífia campanha que o time realizou durante o campeonato, ocasionada por uma série de fatores tanto dentro das quatro linhas quanto extra campo. Enfim, apesar de ser um grande amante do futebol e torcedor do alvinegro do parque São Jorge, em momento algum fiquei chateado com o resultado. Primeiro, por saber que não poderia ter havido um final diferente, haja vista a qualidade dos jogadores que tínhamos em campo (apenas uma das conseqüências da má administração por parte dos gestores do clube); e segundo por encarar o futebol apenas como mais uma diversão. Seja qual for o resultado não acarretará qualquer influência em minha vida, a não ser é claro pela chuva de e-mails com gozações, com os quais, na maioria das vezes, até me divirto bastante.

Tenho que confessar, porém, que algo que aconteceu neste domingo realmente me deixou extremamente triste, aborrecido, chateado, me tirando até o sono; me fazendo inclusive ligar o computador às 23h, mesmo sabendo que teria de estar em pé às 6h da manhã de segunda-feira. O ocorrido que tanto me perturbou foi a cena de homenzarrões e mulheres de todas as idades, raças e classes chorando por aquilo, pois é, por aquilo que eu disse há pouco se tratar apenas de um momento de lazer. Não quero aqui questionar a real importância que o Corinthians ou o futebol representam para um ou para outro, quero sim me perguntar se estas pessoas, sim, as "choronas", se elas vertem alguma lágrima ao assistirem aos noticiários diários, que demonstram diariamente as mazelas sociais pelas quais elas mesmas passam diariamente. Se elas ficam com um nó na garganta ao verem provas de avaliação de nosso ensino público, que demonstram como as crianças que ali estão concluem o ginásio e o ensino médio sem saberem ao menos ler e escrever, nos mostrando a cada dia que nosso Ministério da Educação não passa da administração de uma fábrica de incapacitados, estes que por muitas vezes só encontram a opção da marginalidade como forma de sobrevivência.

Será que as lágrimas também vêm aos olhos destas pessoas quando percebem que o mundo está vivendo um de seus melhores momentos econômicos e, apesar disso, mesmo com uma arrecadação recorde de impostos nossos governantes não remetem um centavo em favor da sociedade. Nossa saúde continua precária, a violência só aumenta, nossas estradas cada dia matam mais pessoas, nossos aeroportos cada vez mais estão sucateados e saturados, nossas fontes de energia são as mesmas da década passada, a não ser pela gigantesca bacia de petróleo recém-descoberta, que o Brasil não terá tecnologia para explorar pelo menos nos próximos 10 anos; pelo gás que por uma desleal queda de braço travada contra a "poderosa" Bolívia está cada vez mais escasso e caro, e claro, pelo nosso glorioso etanol, cujo preço não pára de subir, apesar de sermos o maior produtor mundial do produto.

É, meus amigos, talvez os poucos que lerem o início deste desabafo, digo poucos pois tenho ciência da pequena parcela da população que ainda lê jornais, ficarão um pouco irritados com o fato de eu ter me referido à pouca importância que a mim representou a derrota do Timão, e não estou me referindo apenas aos corintianos, e sim também aos torcedores de outros times que já se mobilizaram alguma vez na vida em prol de seus times do coração, ou mesmo já se viram no fim do mundo quando o resultado foi uma derrota. E é justamente para estes que se irritaram que resolvi escrever, para que estes que se acham no direito de torcer, chorar, e até brigar por causa do futebol, revejam um pouco aquilo que realmente devemos dar valor em nossas vidas, e um dia lutem, chorem, briguem, saiam às ruas, escrevam nos jornais, leiam os jornais, analisem friamente os fatos, e, pelo amor de Deus, façam alguma coisa para que o Brasil não tenha o mesmo fim que o Corinthians teve neste domingo.

Há muito tempo, assim como o Corinthians, nosso país vem sofrendo uma séria crise em sua administração, na qual aqueles que lá estão agem apenas em interesse próprio. E nosso povo em nada difere dos medíocres jogadores que disputaram esta última partida contra o Grêmio e nada puderam fazer. Nós, assim como este time e medíocres como tais, somos apenas a conseqüência dessa má administração. Entretanto, mesmo no time do Corinthians conseguimos destacar dois ou três indivíduos que lutaram até o fim, apesar da deficiência técnica própria ou de seus companheiros. Tomemos como exemplo estes dois ou três, e tentemos através da luta, mesmo em meio a um povo tão alienado e benevolente com a situação do país, nos destacar e servir de inspiração para que muitos outros nos acompanhem e transformem nosso país em uma nação onde o único motivo para chorarmos será a derrota de nosso time do coração.


Leandro Saez é Cidadão Brasileiro.








Publicado na Seção Opinião do jornal "O Globo Online".
Segunda-feira, 03 de dezembro de 2007, 16h03.





Monday, April 23, 2007

BEM-VINDOS AO BRASIL ! SINTAM-SE NO CU DO MUNDO !





O império do mal
por Ipojuca Pontes
"A mentira revolucionaria não é mentira"
Vladimir Ilie Ulianov (dito Lênin)

O Brasil, mais rápido do que se imagina, está se transformando no Império do Mal. Em muitos aspectos já é, embora, o mais das vezes, o Maligno se apresente como a própria manifestação do bem, da virtude, da probidade e da honra. Sim, é sabido: uma das características do mal é justamente a de se encobrir com o manto da virtude - e o próprio demônio, antes de arrojar-se nas profundas dos infernos, passava por anjo rebelde. Mas, no caso brasileiro, o predomínio da maldade pouco falta para atingir o plano do Absoluto.

Tome-se como parâmetro, por exemplo, a nossa vida pública (“extensão da privada”, como queria o Barão de Itararé). Nela são hoje cultuados, com obstinação selvagem, os sete pecados capitais da maldade política, a saber: a mentira, o nepotismo, o estelionato (também eleitoral), a felonia, a pusilanimidade, a desfaçatez e a demagogia. Sim, amigos, eis o fato inquestionável: não se dá mais um passo na vida pública nacional, nos palácios, gabinetes, ministérios e repartições, nos púlpitos, sindicatos e parlamentos, nas cátedras, palcos e telas, sem que não se dê de cara com a dissolução dos assim chamados “homens públicos” – em geral, tidos por eles mesmos como agentes da “justiça social”.

O florentino Maquiavel deixou a entender que a política real é uma atividade alheia a moralidade comum. Por extensão, os parâmetros que guiam a ética entre os políticos só estariam comprometidos com o utilitarismo, o pragmatismo, a conquista e a manutenção do poder. Parafraseando Dostoiévisky, pode se dizer que se o existe o político profissional, tudo é permitido. Já no seu “Diário de um escritor” o gigante russo não deixou por menos: “O político mais esperto tem sempre um pacto com a maldade que o leva, mais cedo ou mais tarde, à tirania”.

De todos os sete pecados que norteiam a vida política cabocla o que se apresenta como o mais nocivo, desde logo, é a mentira. Ela é quase uma religião, fonte de fé, esperança e felicidade. Se o amigo não tem vocação nem sabe mentir com esmero, por favor, não ingresse na política, pois, para o êxito de um político a mentira deve ser um estado natural como o ato de dormir ou respirar. De fato, para ser bem-sucedido, ele deve mentir a respeito de tudo e de todos até quando diz a verdade. E, o que é mais doentio: deve acreditar piamente na mentira que constrói, fingindo, por sua vez, aceitar como verdade a mentira dos pares. De ordinário, quanto mais próximo do poder absoluto, mais mentiroso torna-se o político profissional, invariavelmente um fanático cultor da grande mentira – a Mentira Utópica.

Sim, pode-se dizer que mentir é próprio da condição humana e raros são os que conseguem escapar de sua prática ou uso, ainda que episódico. Há, sem dúvida, a vigência da mentira necessária, socialmente útil, que diverte e afaga, em suma, o exercício da mentira como convenção (“Muito prazer em conhecê-lo”, por vezes, é uma delas). Mas o fato é que a força da mentira na vida pública brasileira atingiu, nos últimos tempos, proporções avassaladoras. Convém aqui salientar que não se trata apenas de entender a mentira como um vício capital, quem sabe ingrediente necessário ao eterno banquete da arena política. De modo algum. Na verdade, a mentira é própria essência da vida pública nacional, de uso consciente e premeditado, uma espécie de tara que contamina toda a nação e que está a transformá-la num vasto e tenebroso império – o Império do Mal.

Veja-se, por exemplo, o caso da crise do apagão aéreo. Tudo começou em setembro de 2006 com a colisão do Boeing da Gol com o jato Legacy, que ceifou 154 vidas. Uma vez recusada a presença dos familiares das vítimas no Planalto, tratou-se de prender, por imperícia, os dois pilotos americanos que escaparam do desastre.

Trinta dias depois da colisão, sempre se sonegando a verdade, começou a onda interminável de atrasos e cancelamentos de vôos, sob a alegação de que o sistema do tráfego aéreo estava obsoleto. Milhares e milhares de passageiros foram para o buraco, sem nenhuma indenização. O bode expiatório apontado desta feita foi a ganância das companhias aéreas, acusadas de fomentarem o “overbooking” legalizado – sem que a crise, no entanto, fosse debelada.

Então, instalou-se o caos. O inepto Waldir Pires, ministro da Defesa do corporativismo sindical, saudoso da revolta dos sargentos nos tempos de Jango (de quem foi Consultor Geral), sob pressão e passando por cima da hierarquia militar, admitiu em reunião privada com os sargentos controladores a possibilidade de desmilitarizar o controle do tráfico aéreo, uma “resolução” previamente maquinada pelos mentores do motim.

Enquanto uma comissão criada pelo governo tratava de “amarrar o acordo”, a crise nos aeroportos atingia cerca de 350 mil passageiros que não conseguiam embarcar, todos indignados ou dormindo pelos cantos. Sempre atrasada, a comissão da Anac tornou público relatório que apontava a desmilitarização do controle do tráfego como solução para o apagão aéreo. Lula, em pronunciamento demagógico, exigiu “dia e hora” para a crise ser resolvida.

Três dias depois, como resposta, os controladores militares rebelados pararam o país, ocasionando o maior caos aéreo da história tupiniquim. O sargento Edileuzo, um dos mentores do amotinamento, simplesmente pôs em execução o recurso da sabotagem, prática apontada por Lênin como fundamental para se “atingir os fins propostos”.

O que se esconde por trás disso tudo? O seguinte: os sargentos amotinados, instrumentalizados pelo trotskismo em marcha, querem a estatização civil do controle aéreo e da aviação comercial no Brasil, sob o pretexto de que o capitalismo é selvagem e precisa ser detido. O começo de tudo é a desmilitarização do controle do tráfico, uma espécie de “Potemkim” aéreo, para desmontar em definitivo o que resta de poder nas Forças Armadas.


Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.







Publicado no site "MídiaSemMáscara".
Segunda-Feira, 23 de abril de 2007.






Saturday, November 18, 2006

O único remédio é a pena de morte!










































O Brasil está muito doente. Mas de corrupção.
por Tsuli Narimatsu

A corrupção é um comportamento endêmico no Brasil, alerta a psicóloga Denise Ramos, coordenadora de pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP. Convidada a fazer parte de um estudo mundial sobre "Traumas Culturais", a pesquisadora passou a analisar o Brasil como se fosse um paciente. E descobriu por que elegemos políticos desonestos toda a vez que vamos às urnas.

"O País está todo doente. É preciso entender o que nos leva a corrompermos e sermos corrompidos" , diz ela. A pesquisadora destaca que esse mal comportamento não se restringe aos políticos e bandidos. "Abrange também o homem comum que dá uma gorjeta para o guarda para se livrar da multa, ou passa na frente do outro na fila".

"Proteção" – Do ponto de vista psicológico, os brasileiros – disparadamente à frente de outros povos – recorrem à corrupção como forma de proteção. "Somos uma Nação de órfãos", explica a psicóloga. "Os primeiros brasileiros não eram aceitos pelo pai português, por serem bastardos, nem pela mãe índia, pois não eram puros".

Um fator complicador que ajudou a desenvolver essa patologia nacional foi a intenção com a qual o País foi colonizado. "Os portugueses vieram retirar riquezas para pagar a dívida com a Inglaterra. Não houve um projeto de construção de nação. Só de exploração", lembra Denise Ramos. Esta verdade histórica, por sua vez, acabou agravada pelo período de escravização.

Caráter – "Nossos pais, se índios ou negros, eram marginalizados. Se portugueses, nos rejeitavam". A combinação resultou num povo que vive um dia de cada vez, sem pensar no futuro, e que tinha como modelo os estrangeiros que aqui vieram para levar sempre a melhor em tudo. Resultado: "um país com baixa auto-estima, que ri da burrice dos portugueses, não se valoriza nem valoriza o que faz".

O brasileiro, órfão, teve então dois caminhos a seguir: espelhar os que vinham de fora com a missão de fazer a retirada das riquezas ou buscar retaguarda entre aqueles que detinham poder e trocavam proteção por obediência. "Há uma relação de permissividade entre políticos e eleitores. Eles pensam: vamos ajudar a eleger este porque ele é esperto e nos protege". Esse sentimento, segundo Denise, mostra o menosprezo do brasileiro pela confiança em si próprio.

"Quem tem orgulho de si mesmo não se permite corromper", afirma a psicóloga. Infelizmente, a cada eleição, os brasileiros se submetem a um novo pacto de silêncio permissivo. "Os líderes políticos corruptos têm um protecionismo afetuoso. Adhemar de Barros tratava todo o mundo como filho. O Maluf também. Eles inibem a queixa de um possível denunciante porque o protegem", analisa Denise.

Neurose – Observar o trato dos políticos em períodos de campanha é uma tática interessante para detectar a complexidade desta relação. Olho no olho, crianças no colo, sorrisos e carinhos. Promessa de cargos ou de resolução de problemas. Nossa história, segundo a psicóloga da PUC-SP, é também repleta de figuras autoritárias que também preencheram a lacuna do 'pai' ausente.

Os políticos, na avaliação da psicóloga, são na verdade o sintoma da cultura que aceita socialmente os pequenos delitos. E só condena com base no teor dos recursos envolvidos. "Eles também são vítimas desse padrão nacional de comportamento. Alguns chegam à neurose porque o que já roubaram não poderão consumir ao longo da vida. E, mesmo assim, continuam roubando".

Carnaval – Os brasileiros em geral, caracterizados por um forte complexo de inferioridade – ainda que inconsciente – vez ou outra lutam para fugir desse sentimento. E é nesse conflito que surge a prova de que o País poderia ser bem diferente se adotasse uma postura honesta. "Pode reparar, no Carnaval não há corrupção (no sentido da organização humana dentro do espetáculo). Aquela gente toda se reúne, pobres, ricos, brancos, negros, estrangeiros, bandidos, trabalhadores de bem, todos desfilam, pagam a fantasia, respeitam os regulamentos, os horários, as políticas internas de cada escola de samba e ensaiam à exaustão. A capacidade de transformação e organização do brasileiro expressa em épocas como o Carnaval e a Festa de Parintins (AM) mostra que se ele tiver algo para se orgulhar, para se valorizar, muda de comportamento".

Pesquisa – O estudo elaborado por Denise Ramos e pesquisadores de outros países foi transformado no livro "The Cultural Complex" (Editora Routledge, EUA, 2004). Ao lado do Brasil, outros países são analisados historicamente como se fossem um paciente no divã. Investigação esta que considera a origem e a relação de 'pai' e 'mãe' para a construção do caráter social e seus arquétipos. O trabalho realizado nos EUA, por exemplo, analisa a influência do puritanismo na problemática do racismo. O ímpeto patológico de querer dominar o mal a qualquer custo, acabou na construção da maior indústria exportadora de pornografia do mundo. Em Israel, os psicólogos procuraram detectar o trauma coletivo da disputa entre israelenses e árabes palestinos. No México, a patologia nacional é a traição e o boicote a si mesmo.

O tratamento desses traumas coletivos, segundo Denise, é recontar a história dessas nações de modo a fazer com que o povo adquira consciência – trabalho este que ela já está desenvolvendo no Brasil e quem em poucos anos será implementado em caráter experimental em algumas escolas. Os demais países seguem o mesmo caminho. Todos no divã


Tsuli Narimatsu é jornalista e integra a equipe de repórteres do jornal "Diário do Comércio".

Publicado no jornal Diário do Comércio.
Sábado, 18 de novembro de 2006.


 
Copyright © 2004-2019 Bootlead