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Thursday, April 30, 2009

CRIANÇAS DO MST: HOJE INOCENTES ("ESCUDOS") ÚTEIS,
AMANHÃ GUERRILHEIROS SANGÜINÁRIOS. NÃO SE ILUDAM!

Foto: Inocentes crianças abusadas pelos pais e vagabundos do MST,
porém no futuro serão os algozes dos nossos filhos e netos.














































Click AQUI se desejar ver a imagem no tamanho original (853 x 1280)


ACORDA SOCIEDADE BRASILEIRA!
Mensagem do Grupo Guararapes

A SOCIEDADE está acuada. Pois, nas circunstâncias atuais, está ameaçada de todos os lados. Mas o pior lado é o de onde vem o MST, esse movimento dito dos sem terra, embora boa maioria deles não são propriamente "sem terra", mas ativistas recrutados entre revoltados na pobreza, pobres coitados da sorte, ou vivendo aquém de suas expectativas, lembradas ou reativadas pelos ideólogos do socialismo-comunismo. Estes que não desistem de se apoderar de vez do governo, e a este agora servindo, como já tentaram diversas vezes, como em 1935, 64 e 68; mas sempre derrotados, vencidos pela SOCIEDADE, que não os aceita, porque não se convence de suas ideias, não tolera o marxismo-leninismo. Mas eles teimam, não descansam, persistem, não desistem.

E hoje, numa nova estratégia, sabiamente idealizada e em plena execução, o MST invade a propriedade pública e privada, órgãos públicos e fazendas, nos meios urbano e rural, muitas vezes com a conivência de autoridades e até o apoio financeiro do próprio governo, por portas travessas de organizações, mesmo governamentais. Do próprio governo, onde estão os mesmos ideólogos, sob a máscara de estarem fazendo democracia, quando, valendo-se desta, só pretendem destruí-la, para chegar a um poder ditatorial socialista. Por isso animam e estimulam o MST, fazendo-o seu instrumento. Para fazê-lo crescer a um ponto que, amanhã, quando for tarde demais, enfrentará até as Forças Armadas, que, de reduzido efetivo, mal armadas e mal equipadas - de propósito, poderão não ter condições de contê-lo. E o objetivo dos que estão no poder - e do MST se servindo -, logo se concretizará. E o pior, no propósito jurado de defender a Pátria e as Instituições, com o sacrifício da própria vida, as FFAA se lançarão a um possível desastre pois poderemos ter uma carnificina – quem sabe(?) –, pior que em Canudos. São levas e levas, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, em todo o País; de homens e mulheres, - armados a pau, ferro e fogo, acompanhados inclusive de crianças, como escudos protetores, e muitas vezes enganados, a serviço de lideranças mal intencionadas.

Os proprietários, de ordinário de fazendas produtivas, não contam com a segurança do Estado – e até têm o Estado contra eles, como nos recentes incidentes no Pará, onde a governadora - petista, se diga -, ao que se vê na mídia e na Internet, não manda cumprir, ou retarda o cumprimento de decisões da Justiça para reintegração de posse de propriedades invadidas. Os proprietários defendem-se como podem, fazendo despesas extraordinárias para pagar e armar seguranças, defendendo os seus bens, de vez que as forças do Estado lhes faltam para garantir-lhes a posse, direito que a Constituição lhes assegura.

Muitos dos confrontos que o MST provoca têm sido da maior violência, inclusive com mortos e feridos, sendo exemplo marcante o chamado massacre de Eldorado de Carajás, quando a Polícia, depois julgada como assassina irresponsável, teve que reagir, em legítima defesa, acuada por contraventores da Lei, que aos policiais se lançavam, com paus, facões e foices (como se viu repetidamente nas TVs) e mesmo com armas de fogo, como se teria depois verificado.

Os do MST invadem propriedades e nelas se instalam, usando e abusando dos bens alheios, matando rezes para se regalarem, ateando fogo em veículos - de simples transporte ou máquinas agrícolas de alto custo, destruindo ou furtando o que encontram pela frente. E o Executivo, tolerante e conivente, parecendo interessado no quanto pior, melhor, para os seus maus propósitos; e um Judiciário inerte e ausente, que parece também acuado, com receios, não se sabe de que (ministros contrariarem governo que os nomeou?); e um Legislativo acovardado, só receoso de perder votos.

A SOCIEDADE precisa despertar e lembrar-se de que ela não está desprotegida. De que ela tem suas próprias armas e tem, mais, suas armas principais asseguradas no texto constitucional, para manterem a Lei e a Ordem. Armas a que a mesma SOCIEDADE já apelou mais de uma vez. Sempre que esteve em perigo. Armas que são do povo, QUE SÃO SUAS - pois que ela é POVO -, que jamais lhe faltaram, sempre acorrendo para o seu bem, que é o bem do BRASIL!

Mas não há muito que esperar. Pode ficar tarde demais. E não valerá arrepender-se.

ACORDA SOCIEDADE BRASILEIRA!


Publicado no site do "Grupo Guararapes".
Quarta-feira, 29 de abril de 2009.





A T E N Ç Ã O

INFORMAÇÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTE PARA A LIBERDADE E A DEMOCRACIA

Recebi de fonte altamente fidedigna (obviamente não divulgável), que foi decidido em reunião realizada recentemente nos "subterrâneos" desse desgoverno autoritário, que quando a gripe suína se propagar por vários estados brasileiros e atingir um certo número de pessoas, com as conseqüentes mortes resultantes da mesma, será primeiramente decretado ESTADO DE DEFESA (Art. 136, CF), e posteriormente ESTADO DE SÍTIO (Art. 137, CF). Isto é tudo o que a canalha comuno-petista deseja para poder implantar de uma vez por todas o seu projeto socialista-comunista bolivariano. Para essa raça uma pandemia viral com todas as suas agravantes, além do pânico correspondente, vêm a calhar para os seus indisfarçáveis propósitos.

A HORA ESTÁ PRÓXIMA, ATENTOS BRASILEIROS!

Bootlead




GRIPE SUÍNA AVANÇA E ASSUSTA O MUNDO – CENÁRIO PREOCUPANTE – Correio Braziliense





CRIANÇAS DO MST: HOJE INOCENTES ("ESCUDOS") ÚTEIS, AMANHÃ GUERRILHEIROS SANGÜINÁRIOS. NÃO SE ILUDAM!

Saturday, February 14, 2009

BEM-VINDO! AO CLUBE DOS 16%.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UM SÓCIO-FUNDADOR.









































ATENÇÃO! PARA SER ADMITIDO COMO INTEGRANTE PLENO DESTA SOCIEDADE,
VOCE PRECISA CONCORDAR INTEIRAMENTE COM OS ARTIGOS DO ESTATUTO ABAIXO:


CLUBE DOS 16%

Art. 1º: Fica constituída, com a denominação acima, a sociedade civil sem fins lucrativos, cuja finalidade é a de se recusar a aceitar o que dizem ser o pensamento dominante de 84% da população do País.

Art. 2º: Os integrantes desta entidade esclarecem que jamais foram entrevistados por qualquer instituto de pesquisa de opinião nem conhecem quem quer que seja que já tenha sido entrevistado por algum instituto de pesquisa de opinião ou já tenha ouvido falar da existência de alguma pessoa que já tenha sido entrevistada por algum instituto de pesquisa de opinião, que tenha manifestado sua opinião de aprovação a quem anunciam como detentor de 84% de opinião favorável da população.

Art. 3º: Os integrantes desta entidade aqui manifestam, claramente, sua adesão ao critério da valorização pelo mérito.

Art. 4º: Por critério da valorização pelo mérito aqui se entende o crescimento, o desenvolvimento e a elevação geral de padrão de existência da pessoa humana que decorra, fundamentalmente, do reconhecimento ao esforço de seu aprendizado e consequentes resultados.

Art. 5º: Os integrantes da entidade aqui constituída se recusam a aceitar o critério de cotas, de qualquer espécie, que substitua o mencionado critério de valorização pelo mérito, seja para ingresso em instituições de ensino, empresas estatais ou entidades de qualquer esfera da Administração Pública.

Art. 6º: Os integrantes da entidade aqui constituída são contrários à distribuição de quaisquer tipos de Bolsas que não sejam, exclusivamente, de estudo.

Art. 7º: Os integrantes da entidade aqui constituída não acham que é preconceito exigir preparo das pessoas públicas, especialmente daquelas que detêm as maiores responsabilidades de comando.

Art. 8º: Os integrantes desta entidade consideram que um alto dirigente público tem de possuir um acervo de conhecimentos suficiente para que não tenha de "comer pela mão" de subordinados - inclusive divergentes entre si - ou se submeter às pressões dos lobbies, cujos interesses frequentemente em nada se assemelham aos interesses da coletividade sobre a qual atuam.

Art. 9º: Os integrantes desta entidade não acham que é possível governar "de ouvido", tomar decisões com base apenas no que lhe cochicham os oportunistas, os áulicos ou os que ainda não se libertaram de um ideologismo rançoso, que só sobrevive graças ao sentido folclórico ou museológico que ainda mantém no mundo contemporâneo.

Art. 10º: Os participantes desta associação consideram que não deve haver vergonha ou sentimento de culpa pelo fato de se usar o vernáculo corretamente, observando-se a topologia pronominal, os tempos verbais e respeitando-se a exigência básica do vocábulo no plural, qual seja, a adoção da letra "s" ao final da palavra.

Art. 11: Os integrantes desta entidade não se sentem diminuídos pelo fato de eventualmente terem estudado em boas escolas e universidades, pois acreditam que isso, em vez de significar insulto pessoal aos que não tiveram a oportunidade de fazê-lo, lhes pode representar um desafio à busca de oportunidades semelhantes, pelo esforço redobrado do aprendizado, com o que tantos já cresceram, acima de todas as expectativas, próprias e alheias.

Art. 12: Por valorizarem o esforço pessoal do aprendizado e do trabalho é que os participantes desta associação não concordam com que grandes empresas façam negócios com filhos dos homens públicos mais poderosos, dando-lhes uma participação excepcional - que em nada corresponda às aptidões consignadas em seus respectivos currículos -, assim caracterizando um escandaloso tráfico de influência.

Art. 13: Os integrantes do clube ora constituído não concordam que tenham sido jogadas para debaixo do tapete todas as falcatruas do tipo mensalão, "recursos não contabilizados", sanguessugas, valeriodutos, dólares na cueca e catrevagens assemelhadas.

Art. 14: Os participantes desta associação consideram que também as famílias de pessoas brancas, heterossexuais e capazes de prover o sustento com o próprio trabalho devem ser julgadas normais, sem sofrer qualquer tipo de discriminação por suas opções.

Art. 15: Os membros do Clube constituído pelo presente instrumento consideram que são legítimos a posse e o desfrute de propriedades que eventualmente possuam, assim como julgam correta a oposição que façam a esbulhos que lhes pratiquem militantes de movimentos sociais de sem-terra.

Art. 16: Os integrantes do presente sodalício se recusam a participar de passeatas "pela paz", quando essas se realizam em razão de crimes horripilantes, especialmente os praticados contra jovens e crianças, visto que não é "paz", e sim punição rigorosa que merecem os facínoras que os cometeram, além do fato de os direitos humanos de suas vítimas também deverem ser respeitados.

Art. 17: Entendem os membros deste Clube que é uma aberração os criminosos cumprirem só um sexto de suas penas e a legislação brasileira se assemelhar a apenas três outras do mundo - da Venezuela, Colômbia e Guiné - ao estabelecer a responsabilidade penal dos facínoras somente quando estes completem 18 anos de idade, antes do que só podem receber "medidas socioeducativas" por suas atrocidades.

Art. 18: Os integrantes desta sociedade consideram Oscar Niemeyer um talentoso artista que faculta a presença de pessoas dentro de suas esculturas - chamadas de prédios -, mesmo que estas lá se sintam desprovidas de serviços não escultóricos, próprios das necessidades da natureza humana.

Art. 19: Os membros da associação ora constituída declaram ódio ao BBB.

Art. 20: Este Clube entra em funcionamento na presente data.


Mauro Chaves é formado em Direito, Administração de Empresas, Filosofia, Cinema e Línguas, é jornalista, escritor, autor teatral, compositor e artista plástico. Mauro também é Editorialista e articulista do jornal "O Estado de S. Paulo", desde 1981 e comentarista político da Rede Gazeta de Televisão. Entre seus vários livros publicados, destacam-se "Três Contos Artificiais", "O Dólar Azul" e "Eu não disse?".
E-Mail: mauro.chaves@attglobal.net




Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Opinião).
Sábado, 14 de fevereiro de 2009.



A PROFISSÃO MILITAR

"Senhor, umas casas existem, no vosso reino onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta, se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta, se deitam obedecendo. Da vontade fizeram renúncia como da vida.

Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares...

Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a liberdade e a vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão.

Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem.

Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina".





IDADE DAS TREVAS – Maria Lucia Victor Barbosa"





 
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