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Tuesday, July 12, 2011

O MORFÉTICO ENEADÁCTILO É O GENE ESTRUTURAL DO PT!





AH, SE FOSSEMOS DO PT
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Estaríamos inebriados com tantos sucessos.

É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Battisti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de ideias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.


Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que povo gosta.

Por tudo, e fácil entender porque nos ufanamos de ser petistas.

Querem mais?


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do "Exército de Caxias".









Publicado no site "TERNUMA – Grupo Terrorismo Nunca Mais" – (Artigos).
Segunda-feira, 11 de julho de 2011.





Desonestidade é cultura – João Ubaldo Ribeiro






Monday, March 02, 2009

A TV do Franklinstein, um "brinquedinho" caro.

Foto: O terrorista e seqüestrador Franklin de Souza Martins que "está" Ministro da Comunicação Social de Lula.































O caso Morel
por Ipojuca Pontes

Mario Morel é jornalista de larga experiência na imprensa brasileira. Depois de trabalhar como repórter no jornal Última Hora e na revista Manchete, iniciou-se na TV na redação dos telejornais das TVs Rio e Excelsior - duas das grandes emissoras do eixo Rio-São Paulo nos anos 1960. A partir de 1985, ingressou na TV Educativa (hoje, TV Brasil) e, pelas mãos de Fernando Barbosa Lima, passou a dirigir por quase dez anos o programa de entrevistas Sem Censura, à época, com nítida audiência registrada pelo Ibope.

Na TV do Lula, desalojado do Sem Censura, Morel passou a dirigir Olhar e, no início do segundo mandato, Espaço Público, ambos programas de entrevistas, no ar a partir da meia-noite. Em setembro de 2008, no entanto, depois de duas décadas na TV Brasil (ex-TVE), o jornalista foi demitido sem nenhuma explicação. E também foi para o espaço o programa Espaço Público, o único a questionar problemas brasileiros sem o enfoque exclusivamente governista, ainda que subordinado à ótica de debatedores em geral comprometidos com a ortodoxia esquerdista.

Não se pode dizer que tenha sido expurgado da TV Brasil por ser profissional incompetente, petista dissidente ou mesmo um neoliberal tresmalhado. Filho do legendário repórter Edmar Morel (autor do livro-depoimento A Revolta da Chibata, apreciado, entre outros, por Luís Carlos Prestes), Mario Morel, ademais, escreveu Lula, o Metalúrgico - Anatomia de uma Liderança (Nova Fronteira, Rio, 1980, em 3ª edição), livro biográfico que, no seu devido tempo, ajudou o ex-operário a chegar à Presidência da República.

De fato, a demissão de Mario Morel é um enigma. Ele dá a entender que o Espaço Público, uma fenda na programação da casa, pode ter sido a razão de sua saída. Em declaração formal, partiu para a denúncia: "Fica cada vez mais claro que a TV Brasil é uma ?TV chapa-branca? a serviço do oficialismo da comunicação, objeto do deslumbramento de alguns diretores, cabide de emprego, sorvedouro de verbas públicas e área de manobra para empresas de comunicação do setor privado."

Na sua indignação, Morel, que antes imaginava a TV Brasil como uma possível "TV pública", conforme anúncio original de Lula, não faz jogo de palavras: "Os atuais dirigentes não são do ramo. Entre eles, ninguém nunca trabalhou numa emissora de televisão ou rádio. E ninguém tem experiência como dirigente de empresas. Criou-se ali um programa de debates, ?livre e independente?, chamado 3 a 1. O primeiro entrevistado foi o presidente Lula. Para a entrevista foi escalada a própria diretora de jornalismo de emissora."

Sobre quem manda hoje na TV Brasil Mario Morel faz revelações inusitadas: "Ela não é, como se diz por aí, a TV do Lula, mas, sim, a ?TV do La Peña?. La Peña é um jornalista dono de uma empresa de comunicação, a Monte Castelo, que atua nos bastidores através da diretora de jornalismo, Helena Chagas, e do presidente da Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto), jornalista Arnaldo Jacob, ambos com estreitas e antigas relações com a empresa Monte Castelo. Nos corredores da TV, La Peña se intitula amigo e conselheiro do ministro de Comunicação Social, Franklin Martins."

Ao tecer suas considerações, pondera, em tom dedutivo, mas contundente: "A TV Brasil não será uma TV pública como Lula disse que desejava. Uma TV que demite um jornalista (Luiz Lobo, ex-editor-chefe da TV e ex-âncora do Repórter Brasil) que não aceita chamar de ?banco de dados? o ?dossiê? do governo federal contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que extingue Espaço Público, único programa a discutir problemas brasileiros com independência, uma TV que só atinge 52 municípios dos 5.565 do País e com menos de 1% de audiência não é uma TV pública, é um brinquedo que custa R$ 350 milhões dos cofres públicos. A TV do La Peña é cara."

De fato, segundo o Ibope, a audiência média (nacional) da TV Brasil, que era de 0,75%, caiu para 0,72% (cerca de 170 mil pessoas) na atual gestão. E custa quantia bem mais elevada aos cofres da viúva (leia-se bolso do contribuinte): além dos R$ 350 milhões mencionados, a empresa tem acesso a um fundo de produção do Ministério da Cultura da ordem de R$ 80 milhões, além de outros tantos milhões advindos do faustoso universo das verbas publicitárias das estatais e do governo - sob o controle da Secretaria de Comunicação Social, dirigida pelo ex-guerrilheiro e jornalista Franklin Martins, a quem em última instância a emissora está subordinada.

Por mais incrível que pareça, o principal problema da TV Brasil não se apresenta no ostensivo desperdício de dinheiro público, muito menos no oficialismo que tomou conta de seus informativos ou mesmo na sua redução a área de manobra para empresas de comunicação privadas, como acusa o jornalista demitido. O mais perigoso, ou daninho, em especial para a frágil democracia vigente no País, é a infiltração sistemática da ideologia terceiro-mundista que impera na sua programação, a vender, sempre, de forma subliminar ou direta, valores distorcidos, preconceitos da luta de classes e as inatingíveis promessas da "utopia" socialista.

Com efeito, como a justificar os índices vergonhosos de audiência, ali se cultivam, sem questionamentos, as ideias e imagens de um Guevara messiânico, as bravatas do chavismo bolivariano, as eternas louvaminhas ao democida Fidel Castro, responsável direto pela morte de 130 mil pessoas. Outro dia, reproduzindo programa de entrevista com o esloveno Slavoj Zizek, "filósofo do caos", o espectador tomou o choque de ouvir esse embusteiro cultural tecer considerações (alucinadas) sobre a positividade dos gulags soviéticos, sem que ninguém presente protestasse.

Quanto ao enigma da demissão de Morel, parece não haver neste caso enigma nenhum: ele apenas expressa, desde Lenin, a velha prática do poder esquerdista de devorar os próprios aliados.


Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.






Publicado no jornal " O Estado de S. Paulo" (Opinião).
Segunda-feira, 02 de março de 2009.



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Ministro sugere que famílias questionem Lei da Anistia – Jornal Zero Hora





A TV do Franklinstein, um "brinquedinho" caro.

Saturday, March 29, 2008

Esta será a última imagem que o "parvo de nove dedos" verá...
Quando, proferirá suas últimas palavras: "Na cara não, pra não estragar o velório".










































Cínico, debochado e mentiroso - o PT se apropriou do país...
por Rebecca Santoro

O que mais se poderia dizer do discurso no presidente reeleito do Brasil, na eleição mais fenomenal da história das eleições mundiais. Fenomenal no sentido de fenômeno, fato extraordinário, não comum. Sim, quem é que não se lembra do milagre da caixa-preta eletrônica eleitoral que fez 11 milhões de pessoas mudarem seu voto do primeiro para o segundo turno das eleições, nas quais, sem motivo aparente nenhum 2 milhões de pessoas resolveram deixar de anular seu voto e mais outras 6 milhões migraram de candidato? O resultado do fenômeno inquestionado e inconferível está aí: o senhor da Silva reeleito, aparelhando cada vez mais o Estado e todas as suas instituições e colocando a ele, a seus familiares, a seus amigos e companheiros, todos, acima da Lei, do Bem e do Mal.

Ontem, talvez inflado por resultados divulgados sobre pesquisa de popularidade de seu governo, pelo CIN/Ibope, Lula exagerou na dose de "eu digo o que é real ou não", durante o segundo dia de visita a Pernambuco, para juntamente com o presidente Hugo Chavez, da Venezuela, acompanhar as obras da refinaria de petróleo em construção no porto de Suape, na qual a Petrobrás ficará com 60% do capital e a PDVSA, estatal venezuelana do petróleo, com 40%.

Para ressaltar o clima de harmonia entre os dois presidentes, Lula voltou a defender a entrada da Venezuela no Mercosul: "Todos nós queremos que a Venezuela seja membro definitivo do Mercosul, todos nós". O "todos nós", é claro, não inclui, necessariamente, o povo brasileiro, mas, certamente, os membros do Foro de São Paulo. Como se não bastasse, e a despeito do farto registro da imprensa que mostra o contrário, Lula, o senhor da realidade, com um cínico sorriso, disse também que o mundo estaria devendo a Chavez os entendimentos que evitaram uma guerra entre a Colômbia e o Equador, no episódio em que forças militares colombianas colombiana entraram pelo território fronteiriço de seu país com o Equador para atacar um acampamento de terroristas das Forças Armadas Comunistas (as FARC) que atuam na Colômbia.

Como se sabe, a realidade foi bem outra. Na época do episódio, Chavez foi o primeiro líder da região a usar a palavra "guerra", em seus inflamados discursos sobre os possíveis desdobramentos da crise – todos em favor das FARC, é claro, grupo sobre o qual Chavez possuiria mágicas e suspeitas influências de negociador. Nessa mesma missão "apaziguadora", pelo menos segundo a avaliação de Lula, o presidente venezuelano mandou fechar a embaixada da Venezuela em Bogotá (Colômbia), além de ter mobilizado seis mil soldados, tanques e aviões para a fronteira com a Colômbia (há denúncias de que não foi exatamente de toda essa quantidade de gente e de armas a mobilização; mas isso já é outra estória).

De modo que, das duas uma: ou Lula mente descaradamente mesmo sobre o episódio, querendo transformar a realidade, ou sabe de coisas que a imprensa não somente não sabe como também nem sequer tenha suspeitado, uma vez que nada tenha sido falado a respeito dessa atitude "pacificadora" de Chavez. Do jeito que as coisas andam, pode ser também que as duas opções sejam verdadeiras. Quem levanta a "lebre" é o próprio Lula, ao fazer declarações obviamente contrárias à realidade dos fatos que foram amplamente divulgados pela imprensa.

Em seu estranho estado de alegria, Lula também falou sobre a crise na economia americana, dizendo, inclusive, ter ligado para o presidente norte-americano, George W. Bush: "Eu liguei para ele e falei: - Ô Bush, o problema é o seguinte, meu filho: nós ficamos 26 anos sem crescer. Agora que a gente está crescendo, vocês vêm atrapalhar, pô? Resolve a tua crise!". Assim mesmo, com essa fineza toda.

Em inegável peregrinação eleitoreira, com o dinheiro do contribuinte é claro, já que Lula está presidente do Brasil, o para lá de ex-operário classe-média baixa, senhor da Silva, segue viagem pelo nordeste, de palanque em palanque, defendendo, baseado em discursos que, no mínimo tergiversam sobre a realidade, notórias figuras do espetáculo de corrupção que não sai de cartaz no Brasil, como os ex-presidentes da Câmara, Severino Cavalcanti, e do Senado, Renan Calheiros.

Nas suas andanças "palanqueiras", Lula, sempre acompanhado por Dilma Rousseff, sua pupila sucessora, disse também que vai emplacar um sucessor na presidência da república nas próximas eleições presidenciais, em 2010. Que novidade, não?! Depois, passados os quatro anos da gestão deste sucessor, é lógico, Lula pretende voltar por mais 8 anos. Quem mais se surpreenderia com isso no paraíso do voto eletrônico e do estado aparelhado?!

Para espantar as suspeitas sobre a atuação "KGBística" da Casa Civil, que teria levantado, segundo Dilma Rousseff, um "relatório de dados", e não feito um dossiê, sobre os gastos da equipe do ex-presidente FHC com cartões corporativos do governo e com contas tipo B, dando "destaque", digamos assim, às despesas da ex-primeira-dama, Ruth Cardoso, aos ministros e às pessoas próximas do ex-presidente, tanto particular como profissionalmente, Lula e Dilma adotaram o discurso de acusar quem teria divulgado a execução do tal "dossiê". É, o crime, nesse governo comunista, é falar dos crimes do governo. Além disso, tentam passar a idéia de que o tal levantamento de dados seria ação de rotina. Hoje, o ministro da justiça, Tarso Genro, já adiantou que a Polícia Federal não vai investigar nada sobre o assunto, classificando o mesmo de simples disputa política. Crime do PT cai sempre nessa classificação. De modo que a PF, agora, é de propriedade do PT - o partido decide o que é crime e o que deve ou não ser investigado.

Lula supõe ter procuração para mentir e para fazer o que bem entender num país que virou propriedade privada do PT. O presidente conta com a divulgação de pesquisas de popularidade a seu favor. Ontem, saiu o resultado da pesquisa CNI/Ibope sobre os índices de popularidade do senhor presidente. Ele está com 58% de aprovação (ótimo ou bom), segundo a pesquisa, na qual foram entrevistados 2.002 eleitores em 141 municípios entre os dias 19 e 23 de março. E eu pergunto: quem dos nossos leitores já foi ouvido pelo Ibope numa pesquisa dessas? Quantas já não foram as denúncias de que não são consideradas, por muitos pesquisadores, as respostas que vão contra os interesses do governo? E mais: quantas pessoas o leitor conhece que aprovam, como ótimo e até mesmo como bom o governo de Lula?

O governo de Lula vai bem por causa da estabilidade econômica? Que estabilidade? Essa que está aí, completamente baseada em crédito e endividamento? Um dia o mico preto vai acabar na mão de alguém... adivinha na mão de quem... Pelo amor de Deus! O brasileiro compra até alimentos com crédito... Isso é que é sinal de economia saudável? O governo Lula vai bem por causa da ascensão de milhões de famílias vindas da classe E às classes D ou C? E a decadência de outras milhões da classe média B (que é a que sustenta a empregabilidade privada do país) e C para a classe D e até para a E, não conta? E a falência da agricultura que não seja a de grãos ou a de insumos para os biocombustíveis? E falência, também, de nossas fábricas em decorrência da invasão chinesa no mercado? O governo lula vai bem porque têm aumentado os índices de emprego com carteira assinada? Mas, em que nível estariam esses novos empregados? Nos níveis de produção de conhecimento, de ciência e de tecnologia - todos agregadores? É claro que não. O que aumentou foi o emprego no nível de "apertador de parafuso" - o que, apesar de ser aparentemente bom para o país, na verdade será péssimo a longo prazo, carregando-nos a todos para os confins da subcultura, do subdesenvolvimento.

Certamente, então, o governo Lula vai bem por causa da infinidade dos escandalosos casos de corrupção no governo - ininterruptamente, um atrás do outro e cada um mais obviamente incriminador que o outro. Vai ver que o governo de Lula (e a sua pessoa) vão bem, então, nas pesquisas porque, "nunca na histhória desthe paisth", tanta gente amiga e parente de um presidente enriqueceu tanto e milagrosamente em tão pouco tempo. Vide o filho de Lula, o Lulinha, que saltou de biólogo empregado de zoológico, ganhando R$ 600,00 por mês, a mega-empresário de comunicação, contando com a ajuda da Telemar que doou/investiu R$15 milhões no pimpolho - isso para não falar das investidas do garoto em mega fazendas espalhadas pelo páis. O próprio presidente, nos primeiros 4 anos de governo, quadruplicou seu patrimônio!

Essa popularidade toda do presidente Lula também pode ser pelo fato de sua esposa e de seus filhos terem buscado conseguir a cidadania italiana. Ou pode ser também pelo fato das epidemias de dengue virem piorando a cada ano no país, no qual voltaram a aparecer doenças que já estavam erradicadas, como tuberculose e febre amarela. Se não for por nada disso, ou por tudo isso junto, talvez toda essa popularidade se deva ao fato de que milhares de brasileiros sejam deportados de volta ao Brasil, de onde fogem para alcançar a sonhada cidadania, em sociedades que valorizem um pouco mais os méritos e os talentos de cada ser humano. São mais de 30 mil brasileiros mandados de volta ao país por ano. No exterior, ficamos cada vez mais conhecidos como criminosos e como prostitutas - para o Japão, por exemplo, exportamos ladrões de carro e para a Espanha, traficantes e prostitutas.

Quem aprova Lula e seu governo, afinal? Ora, os militantes do PT, os banqueiros, os grandes empresários, os agraciados com cargos no serviço público, os funcionários contratados ao Estado como DAS, as vítimas dos bolsa-isso-bolsa-aquilo e a gente que faz parte dos chamados movimentos sociais, como os quilombolas, o movimento dos Sem-Teto, dos Sem-Terra, as centrais sindicais e, porque não dizer, a gente que trabalha com o crime organizado. Essa gente, sim, é que aprova o governo de Lula em sua maioria. Até aí, nada de novo. Mas, o que causa estranheza é esse pessoal já estar representando 58% da população - isto se formos tomar a pesquisa do Ipobe como referência. Será?


Rebecca Santoro é jornalista formada pela Bond University - Austrália, em 1995, também é repórter freelancer e escritora. Em virtude de haver sido assistente da jornalista Christina Fontenelle desde 2005, ficou encarregada de administrar e de escrever as matérias e artigos (a partir de set/2007) que dão continuidade ao trabalho iniciado por Fontelelle. Rebecca Santoro, possui diversos cursos nas áreas de Comunicação Social e Jornalismo, no Brasil e no exterior, escreve regularmente para diversos sites e blogs, além de manter seu próprio site: Imortais Guerreiros.
E-mail: rebeccasantoro@gmail.com



Publicado no site " Brasil acima de tudo ".
Sábado, 29 de março de 2008.





ESTADO SINDICAL, GOVERNO CONIVENTE, SUPREMO MST – Ricardo Alfaya Saravia
 
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