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Wednesday, June 02, 2010

IHH – İnsan Hak ve Hürriyetleri, mas pode chamar de Insani Yardim Vakfi.
NADA DE HUMANOS, ELES SÃO INSANOS MESMO!
































Retrato do IHH
Fontes: Intelligence and Terrorism Information Center e GlobalJihad.net

A Fundação para os Direitos Humanos e da Liberdade e Ajuda Humanitária foi criada na Turquia em 1992 por um membro da Turkish Refah Party e, foi formalmente registrada em Istambul três anos depois. Mais conhecida pelo seu nome turco, Insani Yardım Vakfi e pelo acrônimo IHH, a Fundação tinha inicialmente a missão de fornecer ajuda aos muçulmanos bósnios durante o conflito com os cristãos sérvios na guerra civil iugoslava. Atualmente, a IHH continua a enviar ajuda para áreas carentes em todo o Oriente Médio – na forma de alimentos, medicamentos, educação profissional e construção de escolas, hospitais, clínicas médicas e mesquitas. Segundo a Reuters, a IHH, esteve envolvida em missões de ajuda no Paquistão, Etiópia, Líbano, Indonésia, Iraque, territórios palestinos e em outros lugares. Nos últimos anos a IHH também estabeleceu escritórios em vários países europeus.

Embora a IHH, esteja envolvida em atividades humanitárias conforme acima exposto, os seus objetivos globais são muito mais amplos. Desmentindo a pomba da paz, cuja imagem aparece em sua logomarca, a IHH apóia abertamente o Hamas e é simpática à Al Qaeda. A IHH manteve contatos regulares com células da Al Qaeda e a insurgência sunita durante o período mais sangrento da Guerra do Iraque. A IHH tem apoiado as redes de terror jihadista não só no Iraque, mas também na Bósnia, na Síria, no Afeganistão e na Chechênia. De acordo com o analista Henri Barkey da Carnegie Endowment, a IHH é "uma organização islâmica" que tem estado profundamente envolvida com o Hamas desde muito tempo. Um relatório do Instituto Dinamarquês de Estudos Internacionais de 2006 caracterizava a IHH como um dos muitos "grupos com fins de caridade, só de fachada, que fornecem apoio à Al Qaeda" e a jihad global.

De acordo com um relatório da inteligência francesa, em meados da década de noventa o líder da IHH Bülent Yildirim esteve diretamente envolvido no recrutamento de "soldados veteranos" para organizar atividades da jihad e no envio de operários da IHH para zonas de guerra em países islâmicos para que ganhassem experiência em combate. O relatório também afirmou que a IHH tinha transferido dinheiro, bem como "estojos para munição, facas e explosivos pré-fabricados" para os combatentes muçulmanos naqueles países.

Exames dos registros telefônicos de 1996 da IHH, mostraram que repetidas chamadas foram feitas para uma hospedaria usada pela Al Qaeda em Milão e por terroristas argelinos que operam na Europa. Nesse mesmo ano, o governo dos EUA formalmente designou a IHH como uma organização terrorista com ligações com grupos extremistas no Irã e na Argélia e também como um facilitador do terrorismo na Bósnia.

Em dezembro de 1997, as autoridades turcas atuando em uma das extremidades das fontes de informações afirmaram que os líderes da IHH tinham comprado armas automáticas de outros grupos de militantes islâmicos da região e que eles, os turcos, haviam iniciado uma investigação criminal interna das atividades da IHH. Através de buscas exaustivas nos escritórios da IHH em Istambul, descobriu-se uma grande variedade de armas, explosivos, instruções para a fabricação de bombas e uma "bandeira jihad ". Além disso, as autoridades turcas apreenderam uma série de documentos da IHH cujo conteúdo levou os investigadores a concluirem que os membros da organização, estavam indo combater no Afeganistão, na Bósnia e na Chechênia.

Perto do final do ano de 2000, a IHH organizou protestos contra as propostas para derrubar o presidente iraquiano Saddam Hussein; nesses comícios foram queimadas bandeiras norte-americanas e de Israel.

Em abril de 2001, durante o julgamento do aspirante a "homem-bomba do milênio", Ahmed Ressam, foi revelado que a IHH tinha desempenhado uma "importante função" no complô para explodir o Aeroporto Internacional de Los Angeles em 31 de dezembro de 1999.

Em 2002, os investigadores encontraram correspondências a partir da IHH na sede da "Fundação do Sucesso", uma afiliada da Irmandade Muçulmana nos EUA, organização essa, cujo secretário era Abdul Rahman Alamoudi*.

Em dezembro de 2004 a IHH organizou uma marcha antiamericana em Istambul, exigindo o fim da cooperação entre as agências de inteligência americanas, britânicas e turcas. A demonstração caracterizada por slogans como "assassino enviado pelos assassinos (mandantes) Estados Unidos, saia do Oriente Médio" e "Viva a resistência!"

De acordo com um relatório emitido por um website ligado ao serviço de inteligência militar de Israel (Intelligence Corps): Desde que o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, a IHH tem apoiado campanhas de propaganda do Hamas e organizado conferências para apoio da opinião pública na Turquia. O relatório também afirma que a IHH continua operando extensamente em toda a Faixa de Gaza canalizando grandes somas de dinheiro para apoio da infra-estrutura do Hamas.

Foto: Bülent Yildirim, chefe do IHH, recebendo uma "justa" homenagem do homem de terno bege, que vem a ser nada mais e nada menos que Ismail Haniyeh, o facínora comandante do Hamas e autodenominado primeiro-ministro da Faixa de Gaza. Ambos são amigos íntimos do genocida Mahmoud Ahmadinejad presidente fraudulento do Irã, que é "irmão" do "cara" de nove dedos, língua presa e cara de porco, conhecido também como "lulalau".




























Em janeiro de 2008, uma delegação da IHH reuniu-se com Ahmed Bahar, presidente do Conselho do Hamas na Faixa de Gaza. Na reunião, a delegação revelou a amplitude da ajuda que dera Hamas durante o ano anterior e declarou a sua intenção de duplicar esta quantia no futuro.

Em 2008, Israel baniu a IHH do país por causa da sua adesão como associado da organização "Union of Good" (UOG), uma coalizão fundada sob a proteção do Hamas, composta por mais de 50 instituições de caridade islâmicas (a maioria das quais estão associadas à Irmandade Muçulmana), que mobiliza recursos financeiros e bens para instituições afiliadas ao Hamas. A UOG é comandada pelo líder da Irmandade Muçulmana Youssef Qaradawi. Em dezembro de 2008, o governo dos EUA acusou a UOG como uma entidade terrorista culpada do "desvio" de doações que eram destinadas ao "bem-estar social e outros serviços de caridade" e de haver utilizado esses fundos "para fortalecer a posição política e militar" do Hamas.

Em janeiro de 2009, chefe da IHH Bülent Yildirim, encontrou com Khaled Mash'al, presidente do Escritório Político do Hamas em Damasco e Mash'al agradeceu a Yildirim o apoio de sua organização.

Em novembro de 2009, o ativista Izzat Shahin da IHH transferiu dezenas de milhares de dólares das contas da IHH para a Sociedade Islâmica de Caridade (em Hebron) e para a Al-Tadhamun (em Nablus), dois dos mais importantes grupos de frente do Hamas que se autodeclaram "instituições de caridade".

No início de 2010, a IHH colaborou com o "Free Gaza Movement" (Movimento pela Livre Circulação na Faixa de Gaza), organizando uma flotilha de seis navios, transportando a bordo centenas de muçulmanos e ativistas anti-Israel de diversas nacionalidades, que partindo de localidades na Grécia, em Creta, na Irlanda e na Turquia, navegariam em direção à Gaza com a finalidade de romper o bloqueio naval determinado por Israel (que fora estabelecido para impedir que o Hamas pudesse receber armas provindas do Irã e de outros aliados no exterior**). Em 07 de abril de 2010, o líder da IHH Bülent Yildirim disse numa conferência de imprensa em Istambul que a chegada da flotilha representaria um "teste" para Israel. Ele advertiu que a oposição de Israel à iniciativa seria considerada "uma declaração de guerra" contra os países cujos ativistas estavam a bordo dos navios.

A flotilha iniciou sua jornada em direção a Gaza no final de maio de 2010. Durante vários dias, Israel emitiu advertências de que não seria permitido às embarcações atracarem em Gaza, sem primeiro se submeterem a uma inspeção em suas cargas. Mas, os tripulantes dos navios se recusaram a cumprir tais determinações; portanto, comandos israelenses interceptaram a flotilha na madrugada do dia 31 de maio. Os afiliados da IHH e ativistas anti-Israel, responderam violentamente, atacando os comandos com facas, paus e armas de fogo. Na confusão que se seguiu, pelo menos nove desordeiros morreram e sete soldados israelenses ficaram feridos, sendo que dois gravemente.

(*) Fundador e Diretor Executivo do Conselho Muçulmano Americano, assessor para Assuntos Islâmicos na administração Clinton, foi preso em 2003, por captação de recursos para terroristas. Eis uma de suas declarações como secretário da Irmandade Muçulmana nos EUA: "Nós somos todos adeptos do Hamas... Eu também sou um adepto do Hezbollah"

(**) Brasil incluso.
Tradução: Bootlead


Publicado no site "DiscoverTheNetworks.org"
Quarta-feira, 02 de junho de 2010.







ELES QUERIAM CONFRONTO! – ELES QUERIAM SANGUE! – ELES QUERIAM CADÁVERES!
VEJA NO VÍDEO ABAIXO COMO OS DESORDEIROS SE PREPARARAM PARA A ABORDAGEM.







E A LOUCURA CONTINUA CAMPEANDO... – Ubiratan Iorio





Friday, May 29, 2009

PROCURADOS VIVOS OU MORTOS. TANTO FAZ!



































BANALIDADE DO MAL
por Maria Lucia Victor Barbosa

Estaremos no fim de uma era? Essa pergunta não pretende uma interpretação milenarista de cunho profético ou religioso, que prevê catástrofes destruidoras da ordem vigente, a qual seria substituída por tempos de felicidade. Mesmo porque, dificilmente dá para imaginar um mundo onde o mal deixe de ser o locatário.

Seja como for, não se pode deixar de constatar que o mal tem estado bastante ativo. Pior. Está se vivendo a banalidade do mal, expressão da filósofa judia, Hannah Arendt, que tomo emprestado.

Isto não é difícil de constatar, pois nessa época em que valores foram perdidos, os horrores da violência, da impiedade, da indiferença à vida, aumentaram substancialmente. Lideranças perniciosas manipulam a maioria incapaz de discernir sua própria ruína. Através de conceitos deturpados governos utilizam o "duplipensar", termo criado por George Orwell em "1984". Desse modo, despotismo passa por democracia. Populismo é visto como defesa dos interesses do povo. Arbitrariedades de toda espécie são apresentadas como exercício de soberania. Intoxicadas pela propaganda enganosa as massas louvam e cultuam personalidades equivocadas. Evolui no mundo o terrorismo que se alimenta do fanatismo religioso. Avoluma-se a corrupção nos meios governamentais e políticos estão se lixando para a opinião pública. Eles sabem que na verdade opinião pública inexiste. Mesmo porque, façam o que fizerem, são eleitos e reeleitos.

Se tudo é processo, foram gestadas nas mudanças mundiais figuras malignas, entre as quais se destacam Mahmoud Ahmadinejad, o fanático e despótico presidente do Irã, e Kim Jong-il, o tirano comunista da Coréia do Norte.

Ahmadinejad, que nega o holocausto, tem como obsessão destruir Israel. E enquanto o presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, prefere as luvas de pelica da diplomacia, Ahmadinejad, o odiento, avança em seu programa nuclear pondo em risco não só Israel, mas todo o mundo.

Quanto ao ditador Kim Jong-il, deu demonstração de força ao realizar neste mês de maio seu segundo teste nuclear. Ele explodiu um artefato que pode ter potência comparável à bomba que os Estados Unidos lançaram em Hiroshima, em 1945. Isto além dos mísseis que vem lançando, o que põe em alerta especialmente a Coréia do Sul e o Japão. Um dos mísseis que fazem parte do arsenal da Coréia do Norte, o Taepodong, pode atingir o Alasca e o Havaí. Naturalmente tais atos desencadearam a reprovação mundial, inclusive, a do Conselho de Segurança (CS) da ONU. Até a China, que sustenta a miserável Coréia do Norte se posicionou contra as provocações do homenzinho.

O leitor pode indagar: o que o Brasil tem a ver com tais turbulências? Respondo que tem a ver com a banalização do mal. Isto porque, nossa política externa, comandada de fato por Marco Aurélio Garcia, tem demonstrado uma atração irresistível para o que não presta.

Por exemplo, Ahmadinejad foi convidado a nos visitar mesmo após seu discurso violento contra Israel, pronunciado na conferência sobre racismo promovida pela ONU. Felizmente ele cancelou a vinda e pesaram para isso os protestos de judeus e de movimentos sociais contra a presença nefanda.
Ahmadinejad deixou, por assim dizer, seu anfitrião e presidente da República, Lula da Silva, esperando no aeroporto.

Kim, chamado de o "Grande Sol do século 20", também merece a paixão de nossa diplomacia. Tanto é que pela primeira vez o Brasil poria uma embaixada na Coréia do Norte. O presidente Lula da Silva teve que recolher às pressas a tal embaixada, que ficou postergada para quando o tresloucado tirano, quem sabe, ficar mais calmo e parar de provocar o mundo do alto de seus sapatos de plataforma, tentativa de aumentar sua diminuta estatura.

Na ONU o Brasil vem consolidando a posição de poupar países acusados de violar direitos humanos, como a Coréia do Norte e o Congo. Tampouco menciona esses direitos em seus negócios com a China. E votou a favor de uma polêmica resolução na ONU que poupa críticas ao governo do Sri Lanka e evita investigação internacional sobre crimes de guerra.

Estamos à beira de perder mais um cargo internacional, entre os muitos que já perdemos, diante da escolha do Itamaraty que recai sobre um egípcio antissemita para diretor da UNESCO, em detrimento de um brasileiro.

Na América Latina existe um indisfarçável caso de amor entre Lula da Silva e seus admirados companheiros da esquerda caudilhista: Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correia, Fernando Lugo e o eterno ditador do Caribe, Fidel Castro. Na áfrica o presidente da República visita ditadores e pergunta como fazer para ficar tanto tempo no poder.

Para culminar, o terrorista e assassino italiano, Cesare Battisti, é nosso, sem possibilidade de extradição para a Itália. E, segundo Janio de Freitas, colunista da Folha de S. Paulo, em 26/05/09, "está preso no Brasil, sob sigilo rigoroso, um integrante da alta hierarquia do Al Qaeda, identificado como responsável pelo setor internacional da organização".

Posteriormente foi dito que o homem chamado apenas de K tinha sido solto e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defensor da permanência de Battisti no Brasil, desmentiu o relacionamento de K com a organização terrorista. Será isso mesmo?

Tudo é aceito com indiferença. Tudo está banalizado. Inclusive, o mal.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sexta-feira, 29 de maio de 2009, 11h47.





O OVO DA SERPENTE – José Nivaldo Cordeiro


SOBRE OVELHAS, LOBOS E CÃES PASTORES – Dave Grossman








Saturday, April 25, 2009

O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.











































O BRASIL E A LÓGICA DO GENOCÍDIO
por Maria Lucia Victor Barbosa

A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados "malditos" que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. "Creio porque é absurdo", eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.

A fé no absurdo se obtém através da mentira calcada num malabarismo vocabular, no qual as palavras são pervertidas para provocar um entendimento desfocado da realidade. Algo, como se nota, muito utilizado em propaganda e nos discursos de cunho totalitário.

Assim, os campos de concentração soviéticos seriam "obra de reeducação" e os carrascos "educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em homens novos". Na China, a vítima do campo de concentração era denominada de "estudante que deveria estudar o pensamento justo do partido e reformar seu próprio pensamento imperfeito". O nazismo pregava que "os judeus não são humanos". Logo, estava justificado para os alemães o assassinato de judeus, inclusive de crianças judias, nas câmaras de gás, porque era como se dissessem: "vocês não têm direito de viver, vocês são judeus".

A lógica terrorista do genocídio implica, pois, o exercício do terror através de um grupo designado como inimigo. Desse modo, a segregação baseada em classe se torna muito similar à segregação por raça. Tudo é justificado por um ideal, ainda que absurdo. A sociedade nazista deveria ser construída em torno da "raça pura". A sociedade comunista futura com base no povo proletário, purificado de toda "escória burguesa".

As monstruosidades cometidas pelo nazismo e pelo comunismo teriam ficado para trás, enterradas no século passado e servindo como advertência para que não se cometa mais abominações como a do holocausto? Teria o ser humano evoluído através da experiência aterrorizante dos horrores cometidos em passado recente? Estaria agora o homem mais compassivo, menos preconceituoso, menos sujeito à crença no absurdo na medida em que obteve espetacular evolução na ciência, na tecnologia, nos meios de transporte e de comunicação?

Nada indica que houve progresso em termos humanísticos. Exemplo disso foi a Conferência contra o Racismo (20/04 a 24/04) promovida pela ONU. Aberto o evento pelo presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, caiu por terra qualquer boa intenção que o Organismo possa ter tido, pois o que se ouviu se enquadrou na mais pura lógica do genocídio.

O déspota de fato do Irã mencionou amor e destilou ódio. Simulou humildade dizendo que perdoava os que o tinham insultado, mas os qualificou de ignorantes com sorrisos de escárnio. Acusou Israel de racista sendo ele ferrenho racista, contumaz torturador, opressor das minorias. Mas, segundo Ahmadinejad, se Israel é racista deve ser destruído. Como sempre ele negou o Holocausto, afirmando que o Estado de Israel foi criado "sob o pretexto do sofrimento de todos os judeus e da ambígua e duvidosa questão do Holocausto". E aproveitando o momento, além de seus ataques a Israel o perigoso homenzinho defendeu o direito do Irã de controlar a tecnologia nuclear.






















Ei Ahmadinejad! Sua lembrançinha de boas-vindas está AQUI

Hey Ahmadinejad! Your little souvenir from welcome is HERE

O discurso pleno de violência contra os judeus provocou a retirada coletiva dos representantes da União Européia e vários protestos, entre os quais, o do sobrevivente do Holocausto e Nobel da Paz, Elie Wiesel, que disse em relação a Ahmadinejad: "Sua presença é um insulto à decência e à humanidade". O próprio secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, expressou seu constrangimento ao criticar o iraniano: "deploro o uso dessa plataforma pelo presidente iraniano para acusar, dividir e incitar.

A imensa delegação brasileira chefiada pelo ministro da igualdade racial, Edson Santos, não se moveu do salão de conferência e Santos ainda criticou a retirada dos europeus. Reação de se esperar, pois o Brasil, sob a influência de Marco Aurélio Garcia, nosso chanceler de fato, e sob o comando do governo petista de Lula da Silva, tem mostrado acentuada tendência aoantissemitismo. Note-se que Lula, que já deve ter dado volta ao mundo várias vezes, inclusive para visitar ditaduras islâmicas do Oriente Médio e ditaduras Africanas, nunca foi a Israel. Além disso, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém não condenou o governo genocida do Sudão. Aliás, nossa diplomacia sempre se absteve de tocar na questão dos direitos humanos, pisoteados em países como China, Cuba ou Coréia do Norte.

Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hezbollah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol. No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiroAhmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sábado, 25 de abril de 2009, 13h15.




Os esclarecidos – Geraldo Almendra







O próximo "Saddam" vem vindo aí, por enquanto, grunhindo e fedendo.
 
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