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Friday, June 25, 2010

APOIO PARA ISRAEL,  APOIO PARA O OCIDENTE




































English Version


Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos
José María Aznar

Revolta em Gaza é uma distração. Não podemos esquecer que Israel é o principal aliado do Ocidente em uma turbulenta região.

Há muito tempo está fora de moda na Europa falar em favor de Israel. Em seqüência ao recente incidente a bordo de um navio cheio de ativistas anti-Israel no Mediterrâneo, está difícil pensar em uma causa mais impopular para lutar.

Em um mundo ideal, a intervenção do exército israelense sobre o "Mavi Marmara" não teria terminado com nove mortos e alguns feridos. Em um mundo ideal, os soldados teriam sido recebidos de forma pacifica no navio. Em um mundo ideal, nenhum Estado, muito menos um aliado recente de Israel, como a Turquia, teria promovido e organizado uma flotilha, cujo único propósito era criar uma situação impossível para Israel, fazendo-o escolher entre desistir de sua segurança e do bloqueio naval, ou incitar a ira mundial.

Em nossas relações com Israel, devemos deixar para trás a raiva que muitas vezes desvirtua o nosso julgamento. Uma abordagem razoável e equilibrada deve encapsular as seguintes realidades: primeiro, o Estado de Israel foi criado por uma decisão da ONU. Sua legitimidade, portanto, não deve entrar em questão. Israel é um país com instituições democráticas profundamente enraizadas. É uma sociedade dinâmica e aberta, que tem repetidamente se destacado nos campos da cultura, ciência e tecnologia.

Em segundo lugar, devido às suas raízes, história e valores, Israel é uma nação de pleno direito ocidental. Na verdade, é uma nação ocidental normal, porém diante de circunstâncias atípicas.

Infelizmente, no Ocidente, Israel é a única democracia cuja existência tem sido questionada desde a sua criação. Em primeira instância, foi atacado por seus vizinhos que usavam armas convencionais de guerra. Em seguida, enfrentou o terrorismo que culminou com uma seqüência de ataques suicidas. Agora, a pedido de radicais islâmicos e seus simpatizantes, enfrenta uma campanha de deslegitimação através do direito internacional e diplomacia.

Sessenta e dois anos após sua criação, Israel ainda está lutando por sua sobrevivência. Punido com chuvas de mísseis que caem no norte e sul, ameaçado de destruição por um Irã que tem o objetivo de adquirir armas nucleares, e pressionado por amigos e adversários, Israel, ao que parece, nunca pode ter um momento de paz.

Durante anos, o foco de atenção do Ocidente tem sido, compreensivelmente, voltado ao processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas se Israel está em perigo hoje e toda a região está deslizando rumo a um futuro preocupante e problemático, não é devido à falta de entendimento entre as partes sobre como resolver este conflito. Os parâmetros de um acordo de paz em perspectiva são claros, por mais difícil que possa parecer para os dois lados dar o passo decisivo para o seu estabelecimento.

As verdadeiras ameaças à estabilidade regional, no entanto, encontram-se no surgimento do radicalismo islâmico que vê a destruição de Israel como o cumprimento de seu destino religioso e, simultaneamente, no caso do Irã, como uma expressão de suas ambições à hegemonia regional. Ambos os fenômenos são ameaças que afetam não só Israel, mas também a maioria do Ocidente e o mundo em geral.

O núcleo do problema reside na maneira ambígua, e muitas vezes errônea, em que muitos países ocidentais estão reagindo a esta situação. É fácil culpar Israel por todos os males do Oriente Médio. Alguns até agem e falam como se um novo entendimento com o mundo muçulmano poderia ser alcançado somente se estivéssemos dispostos a sacrificar o Estado judeu. Isso seria loucura.





















Israel é a nossa primeira linha de defesa em uma agitada região que está constantemente sob o risco de cair no caos; uma região que é vital para a segurança energética mundial devido à nossa dependência excessiva de petróleo do Oriente Médio; uma região que forma a linha de frente na luta contra o extremismo. Se Israel cai, todos nós cairemos.

Para defender o direito de Israel existir em paz, dentro de fronteiras seguras, requer um grau de clareza moral e estratégica que muitas vezes parece ter desaparecido na Europa. Os Estados Unidos mostram sinais preocupantes de seguirem uma posição no mesmo sentido.

O Ocidente está atravessando um período de incerteza com relação ao futuro do mundo. No sentido amplo, esta incerteza é causada por uma espécie de dúvida masoquista sobre nossa própria identidade; pela regra do politicamente correto; por um multiculturalismo que nos obriga a curvar-nos diante dos outros; e por um secularismo que, cinicamente, nos cega, mesmo quando somos confrontados por membros do jihad promovendo a encarnação mais fanática de sua fé. Deixar Israel a sua própria sorte, neste momento crucial, serviria apenas para ilustrar o quanto afundamos e como nosso declínio inexorável agora se torna iminente.

Isto não pode acontecer. Motivado pela necessidade de reconstruir os nossos valores ocidentais, expressando uma profunda preocupação com a onda de agressão contra Israel, e consciente de que a força de Israel é a nossa força e a fraqueza de Israel é a nossa fraqueza, tomei a decisão de promover uma nova iniciativa chamada Amigos de Israel com a ajuda de algumas personalidades, incluindo David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (ex-presidente do Peru), Marcello Pera (filósofo e ex-presidente do Senado italiano), Nirenstein Fiamma (autor e político italiano), o financista Robert Agostinelli e o intelectual católico George Weigel.

Não é nossa intenção defender qualquer política específica ou qualquer governo israelense em particular. Os patrocinadores desta iniciativa, com certeza, devem discordar das decisões tomadas por Jerusalém em algumas situações. Nós somos democratas e acreditamos na diversidade.

O que nos une, no entanto, é o nosso apoio incondicional para o direito de Israel de existir e de se defender. Os países ocidentais que se unem com aqueles que questionam a legitimidade de Israel, para que estes joguem com organismos internacionais as questões vitais de segurança de Israel, satisfazendo aqueles que se opõem aos valores ocidentais ao invés de se levantar com firmeza em defesa desses valores, não estão cometendo apenas um grave erro moral, mas um erro estratégico de primeira grandeza.

Israel é uma parte fundamental do Ocidente. O Ocidente é o que é graças às suas raízes judaico-cristãs. Se o elemento judeu dessas raízes for retirado e perdermos Israel, também estamos perdidos. Quer queiramos ou não, nossos destinos estão inextricavelmente interligados.
Tradução: Bootlead

José María Alfredo Aznar López, nasceu em Madrid-Espanha em 25 de fevereiro de 1953, formado em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, é um dos principais políticos "conservador" da Espanha; tendo sido o quarto Presidente do Governo da Espanha, após a redemocratização, iniciada com a promulgação da Constituição de 1978. Aznar exerceu dois mandatos consecutivos, entre 05 de maio de 1996 e 17 de abril de 2004, pelo Partido Popular (PP). Atualmente é presidente da Fundação para a Análise e os Estudos Sociais (FAES), que é conhecida como "o laboratório de idéias do PP", que foi planejado para ser um "think-tank" do referido partido. Aznar, também é membro do Conselho de Administração da News Corporation, Professor (Distinguished Scholar) da Disciplina de Liderança Global na Universidade de Georgetown em Washington, DC, além de promover seminários sobre política contemporânea européia e relações transatlânticas na Edmund A. Walsh School of Foreign Service. Para saber mais sobre autor, visite sua página pessoal na web: "José María Aznar". E-mail: info@jmaznar.es



Publicado no jornal "The Times" – (Colunistas – Opinião).
Quinta-feira, 17 de junho de 2010.






A dança de Lula com os déspotas – Mary O'Grady






STAND FOR ISRAEL,  STAND FOR THE WEST




































Versão em português


Support Israel: if it goes down, we all go down
José María Aznar

Anger over Gaza is a distraction. We cannot forget that Israel is the West’s best ally in a turbulent region

For far too long now it has been unfashionable in Europe to speak up for Israel. In the wake of the recent incident on board a ship full of anti-Israeli activists in the Mediterranean, it is hard to think of a more unpopular cause to champion.

In an ideal world, the assault by Israeli commandos on the Mavi Marmara would not have ended up with nine dead and a score wounded. In an ideal world, the soldiers would have been peacefully welcomed on to the ship. In an ideal world, no state, let alone a recent ally of Israel such as Turkey, would have sponsored and organized a flotilla whose sole purpose was to create an impossible situation for Israel: making it choose between giving up its security policy and the naval blockade, or risking the wrath of the world.

In our dealings with Israel, we must blow away the red mists of anger that too often cloud our judgment. A reasonable and balanced approach should encapsulate the following realities: first, the state of Israel was created by a decision of the UN. Its legitimacy, therefore, should not be in question. Israel is a nation with deeply rooted democratic institutions. It is a dynamic and open society that has repeatedly excelled in culture, science and technology.

Second, owing to its roots, history, and values, Israel is a fully fledged Western nation. Indeed, it is a normal Western nation, but one confronted by abnormal circumstances.

Uniquely in the West, it is the only democracy whose very existence has been questioned since its inception. In the first instance, it was attacked by its neighbors using the conventional weapons of war. Then it faced terrorism culminating in wave after wave of suicide attacks. Now, at the behest of radical Islamists and their sympathizers, it faces a campaign of delegitimisation through international law and diplomacy.

Sixty-two years after its creation, Israel is still fighting for its very survival. Punished with missiles raining from north and south, threatened with destruction by an Iran aiming to acquire nuclear weapons and pressed upon by friend and foe, Israel, it seems, is never to have a moment’s peace.

For years, the focus of Western attention has understandably been on the peace process between Israelis and Palestinians. But if Israel is in danger today and the whole region is slipping towards a worryingly problematic future, it is not due to the lack of understanding between the parties on how to solve this conflict. The parameters of any prospective peace agreement are clear, however difficult it may seem for the two sides to make the final push for a settlement.

The real threats to regional stability, however, are to be found in the rise of a radical Islamism which sees Israel’s destruction as the fulfillment of its religious destiny and, simultaneously in the case of Iran, as an expression of its ambitions for regional hegemony. Both phenomena are threats that affect not only Israel, but also the wider West and the world at large.

The core of the problem lies in the ambiguous and often erroneous manner in which too many Western countries are now reacting to this situation. It is easy to blame Israel for all the evils in the Middle East. Some even act and talk as if a new understanding with the Muslim world could be achieved if only we were prepared to sacrifice the Jewish state on the altar. This would be folly.





















Israel is our first line of defense in a turbulent region that is constantly at risk of descending into chaos; a region vital to our energy security owing to our overdependence on Middle Eastern oil; a region that forms the front line in the fight against extremism. If Israel goes down, we all go down.

To defend Israel’s right to exist in peace, within secure borders, requires a degree of moral and strategic clarity that too often seems to have disappeared in Europe. The United States shows worrying signs of heading in the same direction.

The West is going through a period of confusion over the shape of the world’s future. To a great extent, this confusion is caused by a kind of masochistic self-doubt over our own identity; by the rule of political correctness; by a multiculturalism that forces us to our knees before others; and by a secularism which, irony of ironies blinds us even when we are confronted by jihads promoting the most fanatical incarnation of their faith. To abandon Israel to its fate, at this moment of all moments, would merely serve to illustrate how far we have sunk and how inexorable our decline now appears.

This cannot be allowed to happen. Motivated by the need to rebuild our own Western values, expressing deep concern about the wave of aggression against Israel, and mindful that Israel’s strength is our strength and Israel’s weakness is our weakness, I have decided to promote a new Friends of Israel initiative with the help of some prominent people, including David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (the former President of Peru), Marcello Pera (philosopher and former President of the Italian Senate), Fiamma Nirenstein (the Italian author and politician), the financier Robert Agostinelli and the Catholic intellectual George Weigel.

It is not our intention to defend any specific policy or any particular Israeli government. The sponsors of this initiative are certain to disagree at times with decisions taken by Jerusalem. We are democrats, and we believe in diversity.

What binds us, however, is our unyielding support for Israel’s right to exist and to defend itself. For Western countries to side with those who question Israel’s legitimacy, for them to play games in international bodies with Israel’s vital security issues, for them to appease those who oppose Western values rather than robustly to stand up in defense of those values, is not only a grave moral mistake, but a strategic error of the first magnitude.

Israel is a fundamental part of the West. The West is what it is thanks to its Judeo-Christian roots. If the Jewish element of those roots is upturned and Israel is lost, then we are lost too. Whether we like it or not, our fate is inextricably intertwined.


José María Alfredo Aznar López, born in Madrid-Spain in February 25, 1953, Bachelor of Laws at the Complutense University of Madrid is one of the most important politicians "conservative" in Spain; he was the fourth President of Government of Spain, post-democratization, which began with the promulgation of the 1978 Constitution. Aznar served two consecutive mandates, between May 5, 1996 and April 17, 2004, by the Popular Party (PP). Currently is president of the Foundation for Analysis and Social Studies (FAES), which is known as "the ideas laboratory of the PP", which was planned to be a "think tank" of that party. Aznar, is also a member of the board of directors of News Corporation, Distinguished Scholar in the Practice of Global Leadership at Georgetown University in Washington, DC, besides promoting seminars on contemporary European politics and trans-Atlantic relationships in the Edmund A. Walsh School of Foreign Service. For more information about the author, visit your personal webpage: "José María Aznar". E-mail: info@jmaznar.es



Published in the newspaper "The Times" – (Columnists – Opinion).
Thursday, June 17, 2010.






A dança de Lula com os déspotas – Mary O'Grady







Wednesday, June 02, 2010

IHH – İnsan Hak ve Hürriyetleri, mas pode chamar de Insani Yardim Vakfi.
NADA DE HUMANOS, ELES SÃO INSANOS MESMO!
































Retrato do IHH
Fontes: Intelligence and Terrorism Information Center e GlobalJihad.net

A Fundação para os Direitos Humanos e da Liberdade e Ajuda Humanitária foi criada na Turquia em 1992 por um membro da Turkish Refah Party e, foi formalmente registrada em Istambul três anos depois. Mais conhecida pelo seu nome turco, Insani Yardım Vakfi e pelo acrônimo IHH, a Fundação tinha inicialmente a missão de fornecer ajuda aos muçulmanos bósnios durante o conflito com os cristãos sérvios na guerra civil iugoslava. Atualmente, a IHH continua a enviar ajuda para áreas carentes em todo o Oriente Médio – na forma de alimentos, medicamentos, educação profissional e construção de escolas, hospitais, clínicas médicas e mesquitas. Segundo a Reuters, a IHH, esteve envolvida em missões de ajuda no Paquistão, Etiópia, Líbano, Indonésia, Iraque, territórios palestinos e em outros lugares. Nos últimos anos a IHH também estabeleceu escritórios em vários países europeus.

Embora a IHH, esteja envolvida em atividades humanitárias conforme acima exposto, os seus objetivos globais são muito mais amplos. Desmentindo a pomba da paz, cuja imagem aparece em sua logomarca, a IHH apóia abertamente o Hamas e é simpática à Al Qaeda. A IHH manteve contatos regulares com células da Al Qaeda e a insurgência sunita durante o período mais sangrento da Guerra do Iraque. A IHH tem apoiado as redes de terror jihadista não só no Iraque, mas também na Bósnia, na Síria, no Afeganistão e na Chechênia. De acordo com o analista Henri Barkey da Carnegie Endowment, a IHH é "uma organização islâmica" que tem estado profundamente envolvida com o Hamas desde muito tempo. Um relatório do Instituto Dinamarquês de Estudos Internacionais de 2006 caracterizava a IHH como um dos muitos "grupos com fins de caridade, só de fachada, que fornecem apoio à Al Qaeda" e a jihad global.

De acordo com um relatório da inteligência francesa, em meados da década de noventa o líder da IHH Bülent Yildirim esteve diretamente envolvido no recrutamento de "soldados veteranos" para organizar atividades da jihad e no envio de operários da IHH para zonas de guerra em países islâmicos para que ganhassem experiência em combate. O relatório também afirmou que a IHH tinha transferido dinheiro, bem como "estojos para munição, facas e explosivos pré-fabricados" para os combatentes muçulmanos naqueles países.

Exames dos registros telefônicos de 1996 da IHH, mostraram que repetidas chamadas foram feitas para uma hospedaria usada pela Al Qaeda em Milão e por terroristas argelinos que operam na Europa. Nesse mesmo ano, o governo dos EUA formalmente designou a IHH como uma organização terrorista com ligações com grupos extremistas no Irã e na Argélia e também como um facilitador do terrorismo na Bósnia.

Em dezembro de 1997, as autoridades turcas atuando em uma das extremidades das fontes de informações afirmaram que os líderes da IHH tinham comprado armas automáticas de outros grupos de militantes islâmicos da região e que eles, os turcos, haviam iniciado uma investigação criminal interna das atividades da IHH. Através de buscas exaustivas nos escritórios da IHH em Istambul, descobriu-se uma grande variedade de armas, explosivos, instruções para a fabricação de bombas e uma "bandeira jihad ". Além disso, as autoridades turcas apreenderam uma série de documentos da IHH cujo conteúdo levou os investigadores a concluirem que os membros da organização, estavam indo combater no Afeganistão, na Bósnia e na Chechênia.

Perto do final do ano de 2000, a IHH organizou protestos contra as propostas para derrubar o presidente iraquiano Saddam Hussein; nesses comícios foram queimadas bandeiras norte-americanas e de Israel.

Em abril de 2001, durante o julgamento do aspirante a "homem-bomba do milênio", Ahmed Ressam, foi revelado que a IHH tinha desempenhado uma "importante função" no complô para explodir o Aeroporto Internacional de Los Angeles em 31 de dezembro de 1999.

Em 2002, os investigadores encontraram correspondências a partir da IHH na sede da "Fundação do Sucesso", uma afiliada da Irmandade Muçulmana nos EUA, organização essa, cujo secretário era Abdul Rahman Alamoudi*.

Em dezembro de 2004 a IHH organizou uma marcha antiamericana em Istambul, exigindo o fim da cooperação entre as agências de inteligência americanas, britânicas e turcas. A demonstração caracterizada por slogans como "assassino enviado pelos assassinos (mandantes) Estados Unidos, saia do Oriente Médio" e "Viva a resistência!"

De acordo com um relatório emitido por um website ligado ao serviço de inteligência militar de Israel (Intelligence Corps): Desde que o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, a IHH tem apoiado campanhas de propaganda do Hamas e organizado conferências para apoio da opinião pública na Turquia. O relatório também afirma que a IHH continua operando extensamente em toda a Faixa de Gaza canalizando grandes somas de dinheiro para apoio da infra-estrutura do Hamas.

Foto: Bülent Yildirim, chefe do IHH, recebendo uma "justa" homenagem do homem de terno bege, que vem a ser nada mais e nada menos que Ismail Haniyeh, o facínora comandante do Hamas e autodenominado primeiro-ministro da Faixa de Gaza. Ambos são amigos íntimos do genocida Mahmoud Ahmadinejad presidente fraudulento do Irã, que é "irmão" do "cara" de nove dedos, língua presa e cara de porco, conhecido também como "lulalau".




























Em janeiro de 2008, uma delegação da IHH reuniu-se com Ahmed Bahar, presidente do Conselho do Hamas na Faixa de Gaza. Na reunião, a delegação revelou a amplitude da ajuda que dera Hamas durante o ano anterior e declarou a sua intenção de duplicar esta quantia no futuro.

Em 2008, Israel baniu a IHH do país por causa da sua adesão como associado da organização "Union of Good" (UOG), uma coalizão fundada sob a proteção do Hamas, composta por mais de 50 instituições de caridade islâmicas (a maioria das quais estão associadas à Irmandade Muçulmana), que mobiliza recursos financeiros e bens para instituições afiliadas ao Hamas. A UOG é comandada pelo líder da Irmandade Muçulmana Youssef Qaradawi. Em dezembro de 2008, o governo dos EUA acusou a UOG como uma entidade terrorista culpada do "desvio" de doações que eram destinadas ao "bem-estar social e outros serviços de caridade" e de haver utilizado esses fundos "para fortalecer a posição política e militar" do Hamas.

Em janeiro de 2009, chefe da IHH Bülent Yildirim, encontrou com Khaled Mash'al, presidente do Escritório Político do Hamas em Damasco e Mash'al agradeceu a Yildirim o apoio de sua organização.

Em novembro de 2009, o ativista Izzat Shahin da IHH transferiu dezenas de milhares de dólares das contas da IHH para a Sociedade Islâmica de Caridade (em Hebron) e para a Al-Tadhamun (em Nablus), dois dos mais importantes grupos de frente do Hamas que se autodeclaram "instituições de caridade".

No início de 2010, a IHH colaborou com o "Free Gaza Movement" (Movimento pela Livre Circulação na Faixa de Gaza), organizando uma flotilha de seis navios, transportando a bordo centenas de muçulmanos e ativistas anti-Israel de diversas nacionalidades, que partindo de localidades na Grécia, em Creta, na Irlanda e na Turquia, navegariam em direção à Gaza com a finalidade de romper o bloqueio naval determinado por Israel (que fora estabelecido para impedir que o Hamas pudesse receber armas provindas do Irã e de outros aliados no exterior**). Em 07 de abril de 2010, o líder da IHH Bülent Yildirim disse numa conferência de imprensa em Istambul que a chegada da flotilha representaria um "teste" para Israel. Ele advertiu que a oposição de Israel à iniciativa seria considerada "uma declaração de guerra" contra os países cujos ativistas estavam a bordo dos navios.

A flotilha iniciou sua jornada em direção a Gaza no final de maio de 2010. Durante vários dias, Israel emitiu advertências de que não seria permitido às embarcações atracarem em Gaza, sem primeiro se submeterem a uma inspeção em suas cargas. Mas, os tripulantes dos navios se recusaram a cumprir tais determinações; portanto, comandos israelenses interceptaram a flotilha na madrugada do dia 31 de maio. Os afiliados da IHH e ativistas anti-Israel, responderam violentamente, atacando os comandos com facas, paus e armas de fogo. Na confusão que se seguiu, pelo menos nove desordeiros morreram e sete soldados israelenses ficaram feridos, sendo que dois gravemente.

(*) Fundador e Diretor Executivo do Conselho Muçulmano Americano, assessor para Assuntos Islâmicos na administração Clinton, foi preso em 2003, por captação de recursos para terroristas. Eis uma de suas declarações como secretário da Irmandade Muçulmana nos EUA: "Nós somos todos adeptos do Hamas... Eu também sou um adepto do Hezbollah"

(**) Brasil incluso.
Tradução: Bootlead


Publicado no site "DiscoverTheNetworks.org"
Quarta-feira, 02 de junho de 2010.







ELES QUERIAM CONFRONTO! – ELES QUERIAM SANGUE! – ELES QUERIAM CADÁVERES!
VEJA NO VÍDEO ABAIXO COMO OS DESORDEIROS SE PREPARARAM PARA A ABORDAGEM.







E A LOUCURA CONTINUA CAMPEANDO... – Ubiratan Iorio





 
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