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Tuesday, August 17, 2010

O que é a maioria? A maioria é tolice. O bom senso sempre tem sido de poucos.
Convém pesar os votos, não contá - los.

VALE A PENA VER DE NOVO – VEJA entrevista: O "povo brasileiro"


































Estadistas não consultam marqueteiros
por Augusto Nunes

A era dos marqueteiros produziu incontáveis espantos: acabou com todos os vincos e rugas, erradicou os cabelos brancos, instituiu a obrigatoriedade do uso do uniforme terno-azul-marinho-camisa-azul-celeste-gravata-vermelho-cheguei, aposentou os óculos de aros grossos, converteu arrogantes vocacionais em poços de humildade, permitiu a gargantas franzinas formularem incongruências com voz de tenor, transformou azarões em favoritos, elegeu perfeitas nulidades e promoveu bestas quadradas a gênios da raça. Mas não produziu um único estadista.

O sumiço dessa fina estirpe não pode ser debitado inteiramente na conta dos profissionais do marketing político. Mas é impossível imaginar um marqueteiro soprando o que deve ser feito aos ouvidos de um estadista. Gente assim sabe que pesquisas de opinião captam um estado de ânimo condicionado por circunstâncias passageiras – e pelo imaginário popular. Sabe que a voz do povo não é ditada pela Divina Providência: é apenas a voz do povo, e não traduz necessariamente o que é melhor para um país.

Como os políticos comuns, profissionais do marketing político pensam na próxima eleição. Estadistas pensam na próxima geração. Em 1938, já que a maioria dos britânicos queria um tratado de paz com a Alemanha, os marqueteiros teriam sugerido a Winston Churchill que fosse mais polido com Adolf Hitler. Nos anos seguintes, sobraçando levantamentos do Instituto Gallup, teriam implorado a Franklin Roosevelt que mantivesse os Estados Unidos fora de uma guerra que, para sete entre dez americanos, era um problema europeu.

Na eleição que se seguiu ao triunfo contra a Alemanha nazista, Churchill também seria aconselhado a livrar-se do charuto, beber menos, esconder que dormia depois do almoço, emagrecer pelo menos 15 quilos, usar fotografias que amputassem a calvície e, sobretudo, parar de denunciar com tanta veemência a política expansionista da União Soviética. Cansados de guerra, os ingleses não queriam sequer ouvir falar em Guerra Fria. Churchill talvez não tivesse perdido a eleição. Mas perderia a chance de voltar nos anos 50, o lugar que lhe coube na História e o respeito que sempre merecerá de todas as gerações.

A oposição brasileira precisa mais de líderes com visão histórica que de candidatos com chances de vitória. O país que presta está pronto para o combate frontal e sem prazo para terminar. Se o preço a pagar pela chegada ao poder for a rendição sem luta, os democratas preferem a derrota. O que está em jogo não é o Palácio do Planalto, é o futuro. Não se trata de escolher entre nomes, mas entre a liberdade e o autoritarismo. José Serra e todos os oposicionistas decentes devem mirar-se no exemplo do primeiro-ministro britânico. A farsa precisa ser desmascarada. A fraude não resiste ao confronto com a verdade. Quem se opõe tem o dever de denunciar com dureza os crimes e pecados do adversário.

Churchill perdeu as primeiras batalhas. Sabia, quando começou a guerra contra o inimigo primitivo e poderoso, que tinha o apoio declarado de menos que 5% dos ingleses. Mas também sabia que tinha razão. E a civilização sobreviveu.

Publicado na seção Direto ao Ponto da "Coluna do Augusto Nunes".
Segunda-feira, 16 de agosto de 2010, 18h44.




NÃO HÁ NADA MAIS ASSUSTADOR QUE O "POVO BRASILEIRO" EM AÇÃO!

Dna. Neili: A rematada representante da maioria (96%), obra-mestra da brasilidade ou,
uma mistura "pronta e acabada" de estupidez, cupidez e insensatez. Êta nóis aí otravez!

Recado para Dna. Neili: "Cuba" vem aí, sua renda mensal de US$ 1.050, vai ser só US$ 50, tá bom ou quer mais? Merece!
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Os brasileiros do Bolsa Família abdicaram do direito de sonhar
por Augusto Nunes

"Primeiro tenho de saber se a patroa deixa", condicionou Neili dos Santos Ferreira ao ser convidada pela produção do VEJA Entrevista. Liberada pela dona do apartamento de que cuida uma vez por semana, a diarista nascida na Bahia, 39 anos e dois filhos escolheu a melhor roupa, cobriu-se com uma contrafação de casaco de pele, incompatível com a tarde quente, e apareceu no estúdio pronta para contar o que pensa e como vive uma brasileira inscrita no Bolsa Família.

Incluído o salário do marido, a renda familiar é de R$1,8 mil. Pelos critérios dos alquimistas federais, pertencem à classe média os quatro brasileiros que, sem dinheiro para a casa própria, moram com a sogra de Neili. Ganha do governo R$ 20 por mês, mas se daria por satisfeita com a metade. "O Lula é um paizão", abre o sorriso a diarista, decidida a votar no sucessor escolhido pelo único político em quem confia. "Ele foi pobre igual à gente", explica.

Não sabe quem é Dilma Rousseff, mas a ministra pode contar com quatro votos se Lula quiser. Ouviu dizer que, se a oposição vencer, o Bolsa Família vai acabar. Não sabe muito sobre o mensalão e outros escândalos. Não lê jornais nem revistas, nunca leu um livro. Anda evitando os noticiários da TV "porque só falam em coisa ruim". Não vê diferenças entre os partidos, mas se declara fiel ao PT, "que mudou para melhor". Na última eleição, só votou num candidato a deputado. Não recorda o nome: "Foi meu irmão que indicou".

Sempre falta dinheiro no fim do mês. Se ganhasse na loteria, compraria uma casa. Sem tempo nem verba para qualquer tipo de lazer, nunca viu uma peça de teatro e foi ao cinema só uma vez. A filha quer ser cabeleireira, o filho tem jeito para futebol. O que faria se o menino se tornasse um craque internacional? Ajudaria o irmão alcóolatra. Parou de estudar ainda no segundo grau porque não gostava.

Não dá maior importância à formação escolar. Lula, por exemplo, não precisa aprender mais nada para lidar com qualquer problema, até mesmo complicações internacionais. Se for preciso, basta chamar um professor particular. Neili acompanha à distância as bandalheiras no Senado, não entende direito o que está acontecendo. O ser humano é muito ganancioso, generaliza. Num recado a José Sarney, recomenda ao senador que, se tiver culpa no cartório, confesse o que fez e peça desculpas. Lula não tem nada a ver com a confusão, ressalva.

A incursão pelo universo do Bolsa Família é reveladora e inquietante. Como a diarista, milhões de brasileiros admitem que a vida anda difícil, mas não têm queixas a fazer, muito menos exigências a apresentar: sobreviver é suficiente. Abdicaram do direito de sonhar. Conformam-se com pouco mais que nada.

Publicado na seção Vídeos: VEJA entrevista da "Coluna do Augusto Nunes".
Sexta-feira, 07 de agosto de 2009, 21h29.



Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganhado por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".







Stallone está certo – Olavo de Carvalho






Friday, June 25, 2010

APOIO PARA ISRAEL,  APOIO PARA O OCIDENTE




































English Version


Apoie Israel: Se Israel cair, caímos todos
José María Aznar

Revolta em Gaza é uma distração. Não podemos esquecer que Israel é o principal aliado do Ocidente em uma turbulenta região.

Há muito tempo está fora de moda na Europa falar em favor de Israel. Em seqüência ao recente incidente a bordo de um navio cheio de ativistas anti-Israel no Mediterrâneo, está difícil pensar em uma causa mais impopular para lutar.

Em um mundo ideal, a intervenção do exército israelense sobre o "Mavi Marmara" não teria terminado com nove mortos e alguns feridos. Em um mundo ideal, os soldados teriam sido recebidos de forma pacifica no navio. Em um mundo ideal, nenhum Estado, muito menos um aliado recente de Israel, como a Turquia, teria promovido e organizado uma flotilha, cujo único propósito era criar uma situação impossível para Israel, fazendo-o escolher entre desistir de sua segurança e do bloqueio naval, ou incitar a ira mundial.

Em nossas relações com Israel, devemos deixar para trás a raiva que muitas vezes desvirtua o nosso julgamento. Uma abordagem razoável e equilibrada deve encapsular as seguintes realidades: primeiro, o Estado de Israel foi criado por uma decisão da ONU. Sua legitimidade, portanto, não deve entrar em questão. Israel é um país com instituições democráticas profundamente enraizadas. É uma sociedade dinâmica e aberta, que tem repetidamente se destacado nos campos da cultura, ciência e tecnologia.

Em segundo lugar, devido às suas raízes, história e valores, Israel é uma nação de pleno direito ocidental. Na verdade, é uma nação ocidental normal, porém diante de circunstâncias atípicas.

Infelizmente, no Ocidente, Israel é a única democracia cuja existência tem sido questionada desde a sua criação. Em primeira instância, foi atacado por seus vizinhos que usavam armas convencionais de guerra. Em seguida, enfrentou o terrorismo que culminou com uma seqüência de ataques suicidas. Agora, a pedido de radicais islâmicos e seus simpatizantes, enfrenta uma campanha de deslegitimação através do direito internacional e diplomacia.

Sessenta e dois anos após sua criação, Israel ainda está lutando por sua sobrevivência. Punido com chuvas de mísseis que caem no norte e sul, ameaçado de destruição por um Irã que tem o objetivo de adquirir armas nucleares, e pressionado por amigos e adversários, Israel, ao que parece, nunca pode ter um momento de paz.

Durante anos, o foco de atenção do Ocidente tem sido, compreensivelmente, voltado ao processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas se Israel está em perigo hoje e toda a região está deslizando rumo a um futuro preocupante e problemático, não é devido à falta de entendimento entre as partes sobre como resolver este conflito. Os parâmetros de um acordo de paz em perspectiva são claros, por mais difícil que possa parecer para os dois lados dar o passo decisivo para o seu estabelecimento.

As verdadeiras ameaças à estabilidade regional, no entanto, encontram-se no surgimento do radicalismo islâmico que vê a destruição de Israel como o cumprimento de seu destino religioso e, simultaneamente, no caso do Irã, como uma expressão de suas ambições à hegemonia regional. Ambos os fenômenos são ameaças que afetam não só Israel, mas também a maioria do Ocidente e o mundo em geral.

O núcleo do problema reside na maneira ambígua, e muitas vezes errônea, em que muitos países ocidentais estão reagindo a esta situação. É fácil culpar Israel por todos os males do Oriente Médio. Alguns até agem e falam como se um novo entendimento com o mundo muçulmano poderia ser alcançado somente se estivéssemos dispostos a sacrificar o Estado judeu. Isso seria loucura.





















Israel é a nossa primeira linha de defesa em uma agitada região que está constantemente sob o risco de cair no caos; uma região que é vital para a segurança energética mundial devido à nossa dependência excessiva de petróleo do Oriente Médio; uma região que forma a linha de frente na luta contra o extremismo. Se Israel cai, todos nós cairemos.

Para defender o direito de Israel existir em paz, dentro de fronteiras seguras, requer um grau de clareza moral e estratégica que muitas vezes parece ter desaparecido na Europa. Os Estados Unidos mostram sinais preocupantes de seguirem uma posição no mesmo sentido.

O Ocidente está atravessando um período de incerteza com relação ao futuro do mundo. No sentido amplo, esta incerteza é causada por uma espécie de dúvida masoquista sobre nossa própria identidade; pela regra do politicamente correto; por um multiculturalismo que nos obriga a curvar-nos diante dos outros; e por um secularismo que, cinicamente, nos cega, mesmo quando somos confrontados por membros do jihad promovendo a encarnação mais fanática de sua fé. Deixar Israel a sua própria sorte, neste momento crucial, serviria apenas para ilustrar o quanto afundamos e como nosso declínio inexorável agora se torna iminente.

Isto não pode acontecer. Motivado pela necessidade de reconstruir os nossos valores ocidentais, expressando uma profunda preocupação com a onda de agressão contra Israel, e consciente de que a força de Israel é a nossa força e a fraqueza de Israel é a nossa fraqueza, tomei a decisão de promover uma nova iniciativa chamada Amigos de Israel com a ajuda de algumas personalidades, incluindo David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (ex-presidente do Peru), Marcello Pera (filósofo e ex-presidente do Senado italiano), Nirenstein Fiamma (autor e político italiano), o financista Robert Agostinelli e o intelectual católico George Weigel.

Não é nossa intenção defender qualquer política específica ou qualquer governo israelense em particular. Os patrocinadores desta iniciativa, com certeza, devem discordar das decisões tomadas por Jerusalém em algumas situações. Nós somos democratas e acreditamos na diversidade.

O que nos une, no entanto, é o nosso apoio incondicional para o direito de Israel de existir e de se defender. Os países ocidentais que se unem com aqueles que questionam a legitimidade de Israel, para que estes joguem com organismos internacionais as questões vitais de segurança de Israel, satisfazendo aqueles que se opõem aos valores ocidentais ao invés de se levantar com firmeza em defesa desses valores, não estão cometendo apenas um grave erro moral, mas um erro estratégico de primeira grandeza.

Israel é uma parte fundamental do Ocidente. O Ocidente é o que é graças às suas raízes judaico-cristãs. Se o elemento judeu dessas raízes for retirado e perdermos Israel, também estamos perdidos. Quer queiramos ou não, nossos destinos estão inextricavelmente interligados.
Tradução: Bootlead

José María Alfredo Aznar López, nasceu em Madrid-Espanha em 25 de fevereiro de 1953, formado em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, é um dos principais políticos "conservador" da Espanha; tendo sido o quarto Presidente do Governo da Espanha, após a redemocratização, iniciada com a promulgação da Constituição de 1978. Aznar exerceu dois mandatos consecutivos, entre 05 de maio de 1996 e 17 de abril de 2004, pelo Partido Popular (PP). Atualmente é presidente da Fundação para a Análise e os Estudos Sociais (FAES), que é conhecida como "o laboratório de idéias do PP", que foi planejado para ser um "think-tank" do referido partido. Aznar, também é membro do Conselho de Administração da News Corporation, Professor (Distinguished Scholar) da Disciplina de Liderança Global na Universidade de Georgetown em Washington, DC, além de promover seminários sobre política contemporânea européia e relações transatlânticas na Edmund A. Walsh School of Foreign Service. Para saber mais sobre autor, visite sua página pessoal na web: "José María Aznar". E-mail: info@jmaznar.es



Publicado no jornal "The Times" – (Colunistas – Opinião).
Quinta-feira, 17 de junho de 2010.






A dança de Lula com os déspotas – Mary O'Grady






Tuesday, June 15, 2010

LARGA DO MEU PÉ, "MOTHERFUCKER ANKLE-BITER"!


Video Bonus Post


Aproveitando o "ensejo": Uma pequena "homenagem" à Saramago.




































A dança de Lula com os déspotas
por Mary O'Grady

"O presidente do Brasil está preservando a lamentável imagem do seu país como a de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

É muito provável que não leve muito tempo para todos nós sermos expulsos do Jardim do Éden que o Brasil vem sonhando depois que se tornou um país sério e um "global player" no cenário mundial. Agora, justo quando parecia que o eterno sonho brasileiro estava prestes a se tornar realidade, o presidente Lula consegue transformar uma vitória em uma derrota.

O Brasil pode estar ganhando algum respeito na frente econômica e monetária, mas quando se trata de liderança geopolítica, o Sr. da Silva está fazendo um trabalho extraordinário para preservar a imagem de um país ressentido, um "cãozinho pentelho" (ankle-biter) do Terceiro Mundo.

O mais recente exemplo de como o Brasil ainda não está preparado para o horário nobre dos círculos internacionais aconteceu na semana passada, quando o país votou contra sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A Turquia foi o parceiro solitário do Brasil neste episódio constrangedor. Mas a Turquia, pelo menos pode culpar a complexidade de suas raízes muçulmanas. Lula está jogando a reputação do Brasil na lama para sua própria satisfação política.

O Brasil defendeu seu voto nas Nações Unidas, fundamentado no motivo que as sanções "muito provavelmente levarão ao sofrimento o povo do Irã e jogará nas mãos daqueles que, de ambos os lados, não querem que o diálogo prevaleça". Desenrole essa afirmação e não há nenhum conteúdo. As sanções são dirigidas, não contra os civis, mas às ambições iranianas de proliferação nuclear e de mísseis. Quanto ao "diálogo", deveria ser óbvio, que agora, o que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad precisa é de um pouco menos de conversa-fiada.

Embora o Brasil tenha considerado que o seu voto foi uma posição de princípios em defesa do que seria considerado justo, sem dúvida mudou rapidamente. Depois de lançar suspeitas sobre as sanções, rapidamente anunciou que iria honrá-las. Isso sugere que ainda pode estar avaliando o diminuto retorno causado pela sua lunática política externa.

O Partido dos Trabalhadores de Lula é da esquerda inflexível, mas ninguém deve confundi-lo com um comitista bolchevique. Ele é apenas um político esperto que veio das ruas (do povão) e ama o poder e as limusines ("pobre gosta de luxo" – Joãozinho Trinta). Como primeiro presidente do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores, ele teve que equilibrar-se entre as coisas úteis que aprendeu sobre mercados e restrições monetárias, em oposição à ideologia de sua base partidária.

Foto: O presidente do Brasil Lula da Silva, com o cruel iraniano Mahmud Ahmadinejad (Teerã 16 de maio).
































Sua resposta a este dilema tem sido a de utilizar o seu Ministério das Relações Exteriores — onde a burocracia do serviço de assuntos estrangeiros é geneticamente propensa à esquerda e é chefiada pelo notoriamente antiamericano, o intelectual e anticapitalista Celso Amorim — que desse modo pode desenvolver suas credenciais esquerdistas. Com sua amizade com os "não alinhados" fazendo um papel de escudo, ele tem sido capaz de manter os ideólogos coletivistas de fora da economia.

Mas a reputação do Brasil como um líder entre as economias emergentes têm sofrido grandemente. Para satisfazer a esquerda, foi necessário que Lula defendesse e glorificasse os seus (da esquerda) heróis, que são alguns dos mais notórios violadores dos direitos humanos do planeta.

Uma revisão de seus dois mandatos na presidência revelam uma tendência para defender déspotas e denegrir democratas. O repressivo governo iraniano é apenas o exemplo mais recente. Há também o apoio incondicional de Lula para a ditadura de Cuba e da Venezuela de Hugo Chávez. Em fevereiro, Cuba permitiu que o dissidente político Orlando Zapata morresse de fome, na mesma semana em que Lula chegou à ilha-colônia de escravos para comemorar com os irmãos Castro. Quando perguntado pela imprensa sobre Zapata, Lula desqualificou a sua morte, como mais uma das muitas greves de fome na história que são ignoradas pelo mundo. Ele obviamente nunca ouviu falar do militante irlandês Bobby Sands.

Lula também sustentou o Sr. Chávez quando ele tem destruiu as instituições democráticas em seu país e colaborou com o tráfico de drogas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Um Brasil maduro teria usado sua influência para liderar uma resistência contra o terrorismo patrocinado pelo Estado. Mas, sob a analise de custo-benefício da política de Lula, vítimas da violência das FARC não contam.

Os hondurenhos também não se saíram nada bem durante a jornada de Lula no poder. O Brasil consumiu uma boa parte do ano passado, tentando forçar o país a restabelecer o presidente deposto Manuel Zelaya, apesar de ele ter sido removido do governo por civis, por ter violado a Constituição. As ações do Brasil, inclusive acolhendo o Sr. Zelaya na embaixada do Brasil por meses, criou imensas dificuldades econômicas para os hondurenhos.

Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, solicitou o retorno de Honduras à Organização dos Estados Americanos (OEA), observando que o país realizou uma eleição e voltou à normalidade. O Brasil se opôs. "O retorno Honduras à OEA deve estar ligado a meios específicos para garantir a redemocratização e o restabelecimento de direitos fundamentais", disse o atual Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Antonio de Aguiar Patriota. Uma reparação ao Brasil: Não quiseram dizer Cuba?

O Brasil vai realizar eleições presidenciais em outubro e, apesar da popularidade com que Lula vai deixar o cargo, não há garantias que a candidata do Partido dos Trabalhadores venha a ser eleita. Então, ele agora está alimentando a sua base partidária com carne crua (sanguinariamente), agarrando-se às mãos do Sr. Ahmadinejad e votando contra o Tio Sam.

Será que vai funcionar? Muita coisa vai depender se aqueles brasileiros que o vêem como quem desperdiçou as chances de uma nação emergente, ser mais numerosa do que aqueles que apóiam a sua dança com os déspotas. Como advertiu o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso, a política de Lula tem levado o Brasil "de lado a lado", mas não está muito claro se os brasileiros estão de acordo com tudo isso.
Tradução: Bootlead

Mary Anastasia O'Grady é membro do conselho editorial do The Wall Street Journal e escreve colunas e editoriais sobre a América Latina, comércio e economia internacional. Ela também é editora de "As Américas", uma coluna semanal que é exibida toda segunda-feira e trata de política, economia e negócios na América Latina e Canadá. Mary O'Grady ligou-se ao jornal em agosto de 1995 e tornou-se uma redatora sênior da editoria em dezembro de 1999. Em 2009, Mary O'Grady recebeu o "Prêmio Thomas Jefferson" da Associação de Empresas Privadas de Educação, em 2005, Mary ganhou o "Prêmio Bastiat de Jornalismo" concedido pela International Policy Network por seus artigos sobre o Banco Mundial, a economia subterrânea no Brasil e sobre os maus conselhos económicos que os E.U.A. muitas vezes propõe aos países da América Latina, em 1997 foi a vencedora do "Prêmio Inter American Press Association's Daily Gleaner" por seus editoriais e em 1999 recebeu uma menção honrosa do "Prêmio Excelência em Jornalismo" na categoria "Opinião" da Sociedade Interamericana de Opinião (SIP-IAPA). Mary O'Grady, nasceu em Bryn Mawr-PA, é bacharela em Inglês pelo Assumption College e possui MBA em gestão financeira pela Pace University. E-mail: O'Grady@wsj.com







Publicado no "The Wall Street Journal" – (Opinião: As Américas).
Segunda-feira, 14 de junho de 2010.







WSJ.com Network – Jornal Opinião: O Brasil é antiamericano?

Mary O'Grady conversa com o apresentador Dan Henninger sobre o crescimento dos laços de Lula com o Irã e o que isso pode significar para as relações do Brasil com os Estados Unidos. Edição de 11 de junho de 2010.
(em inglês)






ENFIM JUNTOS… NO INFERNO! DE ONDE NUNCA DEVERIAM TER SAÍDO.


















































O judeu de Bethesda – Claudio de Moura Castro






Monday, June 14, 2010

OS "PARASITUS BRASILIZADOS" NÃO LÊEM LIVROS. QUEIMAM LIVROS!

































O judeu de Bethesda
por Claudio de Moura Castro

"Se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura"

Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos.

Ler livros, glorificar livros, eis uma tradição judaica milenar. Vem de longe e não se buscam muitas explicações científicas para ela. Não obstante, Karl Alexander, da Universidade Johns Hopkins, somando aos 39 estudos sobre o assunto, completou uma pesquisa com alunos do ensino fundamental. Concluiu que, das vantagens acadêmicas acumuladas pelos alunos mais ricos até a 9ª série, dois terços advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias. Segundo a Secretaria de Educação americana, as perdas dos mais pobres nas férias são "devastadoras". Um pai judeu provavelmente diria: ora bolas, é o que sempre pensei. Mas, para a maioria das pessoas, os resultados são surpreendentes. Em matemática, foi possível comprovar que, durante as férias, os alunos esqueceram o equivalente a 2,6 meses de aula. Em outras palavras, somente 2,6 meses depois de recomeçarem as aulas os alunos atingem o nível de competência que tinham no último dia de aula da série anterior. Ou seja, férias são um horror para o aprendizado.

Trata-se de resultados valiosos para países que lutam bravamente para melhorar seu claudicante ensino. É simples, se for possível estancar a sangria do "desaprendizado" – que põe a perder 2,6 meses de estudos –, os ganhos serão enormes. Da ordem de 25%? Que outras intervenções seriam tão poderosas?

Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.

Desviando parcialmente do assunto, quero sugerir aos pais que façam manifestações, que acampem em frente à casa dos prefeitos, até que se mude uma situação vergonhosa. Uma pesquisa recente com as bibliotecas públicas brasileiras pôs a descoberto que (além de fecharem às 6 da tarde) apenas 20% delas abrem aos sábados e só 1% aos domingos. Como é possível que, nas horas e dias de folga das escolas, as bibliotecas permaneçam fechadas? No caso das leituras de férias, são os únicos dias em que muitos pais poderiam ir à biblioteca para escolher livros com os filhos.

Para aqueles que cuidam da educação como ofício, as implicações da pesquisa da Johns Hopkins não são menos revolucionárias. Mostram ser preciso fazer alguma coisa, somente para conseguir não andar para trás nas férias. Por exemplo, programas públicos de leitura. Não são programas caros nem complicados, basta criar monitorias para garantir que as leituras sejam feitas.

Em um nível mais ambicioso, sobretudo para alunos mais vulneráveis, poderiam ser criados cursos de férias. Não se trata de fazer a mesma coisa que no período letivo, pois seria repetir um ensino aborrecido e pouco produtivo. Precisamos de projetos intelectualmente desafiadores, atividades que estimulem os miolos, jogos e muitas outras coisas. O que precisa ser aprendido não é muito diferente, mas viria vestido com roupas mais alegres. E, como sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo, essas atividades podem até mesmo ter outras consequências benéficas, por evitar rumos pouco recomendáveis em que se deságuam as amplas energias desses jovens.


Claudio de Moura Castro, nascido no Rio de Janeiro-RJ em 29 de novembro de 1938, é um dos maiores especialistas brasileiros na área educacional, graduado em Economia pela UFMG com mestrado pela Universidade de Yale, doutoramento na Universidade de Vanderbilt (Economia). Ensinou na PUC/Rio, Fundação Getúlio Vargas, Universidade de Chicago, Universidade de Brasília, Universidade de Genebra e Universidade da Borgonha, foi também Chefe da Divisão de Programas Sociais do Banco Mundial. Claudio de Moura Castro possui mais de 30 livros publicados e de centenas de artigos para publicações científicas. Atualmente entre muitas outras atividades relacionadas à educação, Moura Castro é também articulista da revista VEJA. E-mail: claudiodemouracastro@positivo.com.br





Publicado na revista "VEJA", Edição 2169.
Sábado, 12 de junho de 2010.










MAGISTRALE M.AESTRO!



Os meninos-lobo – Claudio de Moura Castro









Wednesday, February 24, 2010

"E LA NAVE VA"

*Post reatualizado em 24/02/2010 (click na data para ver)










































ICEBERG À VISTA
por Maria Lucia Victor Barbosa

Apesar de se dizer que o Programa de Governo apresentado pelo PT para a candidata Dilma Rousseff nada tem de radical, que não passa de um amontoado de inocentes diretrizes, bem que poderia ter recebido como título: "Rousseff, o Socialismo do Século 19".

Um dos influentes artífices do Programa foi o chanceler de fato Marco Aurélio Garcia, mentor de nossa desastrada política externa que não fracassa apenas em suas tentativas de obter cargos em organismos internacionais, mas que faz feio quando apóia países que afrontam direitos humanos; se intromete onde não deve como no caso de Honduras que resultou em tremendo fiasco para o Brasil; defende eleições fraudadas de tiranetes tipo Chávez ou déspotas como MahmoudAhmadinejad o qual, inclusive, recebe total aceitação brasileira no tocante aos seus intentos de explodir o mundo, a começar por Israel.

Imagine-se, então, se Rousseff se sair vitoriosa o que fará Garcia para dar seguimento à obsessão do PT de mudar a geopolítica do planeta. Para tanto, segue-se eliminando a companhia dos melhores e se juntando aos piores. Exemplo do que se fala é o nascimento, na cúpula da Calc (Cúpula da Unidade da América Latina de do Caribe) que está sendo realizada em Cancún, no México, da OEA do B, que exclui Estados Unidos e Canadá. A idéia, não há dúvida, é mais umaconsequência da antiga dor de cotovelo latino-americana em relação aos vizinhos desenvolvidos, especialmente, aos Estados Unidos.

Sob as ordens de Lula da Silva o Programa do Governo Rousseff sofreu algumas modificações de cunho semântico para não ficar muito assustador para as "zelites". Porém, mesmo tendo se alterado algumas palavras manteve conteúdo totalitário. Além de estatizante, o que foi corroborado pela candidata em discurso, as diretrizes aprovadas contemplam, entre outras coisas: "compromisso com a jornada de 40 horas"; "combate ao monopólio dos meios eletrônicos de informação, cultura e entretenimento e reativação do Conselho Nacional de Comunicação Social"; "atualização dos índices de produtividade das propriedades rurais passíveis de desapropriação, ampliação de restrição de compras de terras por estrangeiros, revogação da MP anti-invasão editada por FHC"; "tributação sobre grandes fortunas"; "apoio incondicional ao Programa de Direitos Humanos".

Traduzindo: duro golpe na classe empresarial, sobretudo, nos pequenos e médios empresários; censura férrea dos meios de comunicação, o que deve atingir a Internet; golpe mortal no agronegócio, o grande sustentáculo de nossa balança comercial, com previsível expropriação de terras para serem doadas aos sem-terra; punição para a riqueza dos "outros", é claro.

Quanto ao Plano de Direitos Humanos, coroa e enfeixa o Programa Rousseff. Naquele calhamaço não se poupou afrontas às instituições que antes eram os pilares mais importantes da sociedade: Igreja, Forças Armadas, Mídia, Justiça, além do bombardeio ao direito de propriedade.

Impressiona que estas instituições têm aceitado ao longo de quase oito anos, com complacência bovina, tudo o que Lula disse e fez junto com seu governo. A propaganda, o culto da personalidade e, sobretudo, nossa cultura permissiva fez pobres e ricos acharem natural impostos escorchantes, corrupção deslavada, Planos fracassados, falta de infra-estrutura, Saúde em condições de descalabro, Educação no fundo do poço em termos de qualidade, deturpação de dados econômicos.

Impressionante mais ainda no momento a falta de reação das instituições que serão frontalmente atingidas se Rousseff, conseguir chegar à presidência, deixando-se, então, levar por seus influentes mestres, entre eles, Marco Aurélio Garcia ou apoiadores externos entusiastas como Hugo Chávez que já se colocou à disposição da candidata do companheiro Lula.

Esperto, Lula da Silva minimiza o Programa de Governo da afilhada, enquanto análises tranquilizantes ecoam pela imprensa referindo-se ao pragmatismo petista que tomou gosto pelo capitalismo e não quer ver escoar pelo ralo a estabilidade econômica adquirida no governo de FHC. Também o fisiologismo do PMDB, que fará o vice na chapa Rousseff, acena com alguma possível brecada no radicalismo petista, mas apenas naquilo que possa atrapalhar interesses peemedebistas.

Entretanto, alguns sinais inquietantes, como a volta da inflação e a deterioração das contas públicas deveriam deixar as instituições pelo menos mais atentas. De modo algum parece que isso está acontecendo. Ao radicalizar e afrontar à vontade o PT parece sinalizar a certeza de sua continuidade. E é como se dissesse: "se tudo correu facilmente durante quase oito anos, sem oposições partidárias ou institucionais, agora faremos o que quisermos e seremos de novo aceitos, como se dizia antigamente, "na lei ou na marra",

De tudo isso se conclui que no momento somos como os alegres passageiros do Titanic um pouco antes do navio bater no iceberg. Haverá tempo e meios de escapar do naufrágio? As urnas dirão.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido". Maria Lucia, também é editora do blog "Maria Lucia Victor Barbosa Seleção de Artigos Publicados". E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Terça-feira, 23 de fevereiro de 2010, 18h30.




Brasil: Um país de "eunucos", dirigidos por Pederastas e Travecas!





O ADMIRÁVEL NOVO MUNDO
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

No passado, a TERRORISTA Estela e "abnegados" malfeitores, agrupados em centenas de organizações terroristas e subversivas decidiram que o COMUNISMO era o melhor para esta inculta terra, e intentaram a tomada do poder. Para isso, aterrorizaram, assaltaram e mataram impunes.

Decorridos mais de 40 anos, ela e seus "cumpanheiros" concluíram que éramos um bando de amebas dominadas. Contudo, aleluia, graças à firme e forte mão do petismo- sindical, aos poucos se desfaz a treva que cobria a sociedade brasileira.

A ignara turba vagava perdida a "deus dará", até que um dia, a metamorfose ambulante, como um tosco messias, abriu com uma cajadada milagrosa a nossa entorpecida mente e, além da razão, nos brindou com a angelical e simpática Dilma, a PROMETIDA. E a TERRORISTA, ungida pelo SENHOR, nos promete um mundo novo, a "Grande Transformação", disse, chutando a humildade.

De acordo com os nossos "libertadores", vivíamos na mais tenebrosa ignorância. E o pior, sem liberdade. Nossa sociedade, segundo os seus cânones era "sem eira nem beira" (não afundava porque M... bóia). Não podíamos ir quanto mais vir. No novo mundo, ao contrário do passado, haverá liberdade de expressão (de medo, de nojo, de raiva, de tristeza?).

Mourejávamos numa falsa democracia, mas graças à firme condução dos nossos mentores, conheceremos uma nova, muito melhor, e com ela um mundo cor-de-rosa. O moralismo tacanho será banido.

Será a extinção de combalidas heranças. Adeus à antiquada propriedade privada, adeus dicotomias sociais, adeus candeeiro, adeus pobreza, adeus ímpios símbolos religiosos, adeus fetos, adeus passado criminoso da ditadura militar, adeus carcomida imprensa, adeus espoliação de índios e negros, adeus morosas ações judiciais, alvíssaras às comunidades que farão o seu papel e alvíssaras ao PNDH-3 etc.

Homossexuais e lésbicas andarão aos beijos e abraços em plena luz do dia, sem o menor temor, pois antes amavam-se e procriavam às escondidas. A parada gay, um dos mais populares eventos da nova democratura, contará, para a glória de seus assumidos, com bandas militares, e seus trêfegos grupelhos serão entremeados por garbosos soldados, sublinhando o salutar conúbio entre eles e os alegres praticantes do 2º, 3º e do 4º sexo. Mais uma máscula vitória contra o preconceito.

A SACROSSANTA confessa que "amadureci, amadurecemos", na experiência e no estudo (aprendeu a enriquecer o seu currículo). Ficamos mais abertos, mais permissivos, com menos valores, com menos moral, defeitos que embotam o espírito do cidadão obediente ao Estado. Entretanto, muito mais canalhas.

Ricos e pobres, proprietários e sem-terras saltitarão de mãos dadas. Por decreto, todos são iguais perante o governo, ou quase, os ricos menos iguais, sendo altíssimo demérito possuir bens, sejam moveis ou imóveis. Uma sociedade como a preconizada pela SANTA deve repartir riquezas e terras, com parcimônia, entre os seus acólitos.

Finalmente, a sonhada distribuição de renda. No Diário Oficial, cada família com renda mensal superior a três mil reais, receberá como encargo doar 1/3 para uma família necessitada. No DO constarão os dados e endereço dos beneficiados. A fiscalização será rigorosa.

Os índios ocuparão seu espaço na sociedade. Não sabemos se inclusos na sociedade moderna ou internados nas selvas onde vivenciarão toda a sua saudosa vida natural, e sobreviverão no período da pedra lascada, como os seus ancestrais. Não importa, a segunda será a glória almejada por embevecidos antropólogos e indigenistas, saber que eles perambularão de tanga e ignorantes, por suas imensas áreas indígenas e reservas florestais.

"Enterraremos a injustiça social". Os brancos, em represália às décadas de desmandos contra os negros e outras minorias, receberão ínfimas cotas, nas escolas, nas faculdades, nos empregos públicos, uma vez que é chegada à hora do acerto, um dever de justiça a ser imposto à risca pelo novo desgoverno. Os olhos azuis, conforme ELE, "são os culpados", por isso suas cotas serão bem menores.

Aos quilombolas, influente grupo social que vive com um pé no século XXII, caberá pelo menos a metade do território nacional, pelo muito que fizeram e têm feito pela Nação. É mais uma velha dívida resgatada.

"Privilegiaremos o nordeste...", com prejuízo do sul e do sudeste, que sempre viveram no "bem bom". Assim, aqueles quistos de progresso da opressiva democracia de antanho irão se arrepender de terem progredido mais do que as demais regiões.

No campo externo, seguiremos a política soberana de apoiar os regimes ditatoriais, desde que perturbem a paciência de nossos figadais inimigos, os EUA. Aprendemos, ainda, que outras nações alienígenas estavam de olho na nossa "boutique", doravante, não. Estaremos de olhos abertos.

Por derradeiro, a sua mensagem final, "não pergunte o que você poderá fazer pelo Estado, mas o que o Estado poderá fazer COM você".

A "UNGIDA" enunciou outros programas e projetos para a "Grande Transformação" (você em pó de M...), em todos, você é parte primordial, ela precisa da sua conivência, para isso, e muito mais.

Bom proveito, camaradas ou "cumpanheiros", como queiram.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.









Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais" (Regional Brasília).
Terça-feira, 23 de fevereiro de 2010.






UM MORTAL SILÊNCIO – Gen Valmir Fonseca Azevedo


A doença brasileira – André Frantz





Monday, October 19, 2009

"Soldados" do Mundo: Unamos-nos contra o comunismo!
































English Version


O alerta de um soldado
por J. R. Nyquist

Há mais de 160 anos, Søren Kierkegaard declarou que "a verdade é um poder". Mas é um poder que raramente é reconhecido de antemão, porque implica em sofrimento, o que a maioria das pessoas não quer. No entanto, ao fim a verdade vence e a maioria a aceita. "Por quê?", pergunta Kierkegaard. Não porque ela é verdade. "Eles aderem a ela", ele explica, "porque todo mundo mais também."

Vinte anos atrás o bloco socialista supostamente entrou em colapso. Mas quem está honestamente celebrando esse evento? Algumas pessoas imaginaram à época, completamente enganadas, que a verdade tinha vencido a mais viciosa mentira da história. O dissidente e ex-prisioneiro político russo Vladimir Bukovsky, falando no Fórum da Liberdade em Oslo no último 19 de maio, disse que o império socialista do Leste continua a existir. De algum modo ele sobreviveu: "Os que cometeram todos aqueles horríveis crimes nos países comunistas estão seguros no poder outra vez. Estas pessoas nunca se desculparam. Estas e aquelas que foram seus cúmplices no Ocidente, que foram apologistas e simpatizantes da opressão soviética por todas aquelas décadas... nunca disseram que sentiam muito, e nunca nos deram a chance de perdoá-las."

Bukovsky também alertou que o socialismo totalitário está em marcha. Não só reviveu no Leste. Está se espalhando pela Europa e América Latina. Bukovsky disse que "decorridos vinte anos, tudo o que podemos fazer é repetir a famosa frase de Mark Twain de que os rumores de sua morte são grandemente exagerados." Considere-se somente a situação nos Estados Unidos, onde os socialistas dominam o sistema educacional e controlam o governo. A idéia de que o comunismo morreu em 1989 é uma farsa. "Até agora," Bukovsky explica, "nenhum país ex-comunista consegui transcender sua experiência do passado... As instituições democráticas são sistematicamente destruídas... as eleições se transformaram em farsas, a repressão política é uma realidade diária outra vez, e mesmo novos países juntaram-se a esta lista de tiranias e sociedades repressoras, como a Venezuela."

Como isso aconteceu? Como pôde o socialismo totalitário recuperar em tão pouco tempo tanto terreno perdido e sem nenhuma significativa resistência? Como ele conseguiu fazer tanto progresso nos EUA? "Contrariamente às expectativas de alguns," Bukovsky lamenta, "o colapso dos regimes comunistas no Leste não trouxe qualquer sobriedade ao Ocidente para uma reavaliação de seus valores. Enquanto nós falamos, uma nova versão de União Soviética é forçada a uma maioria silenciosa das nações européias: a União Européia. É certo que é uma cópia muito empalidecida da União Soviética; mas de qualquer modo já uma cópia. Já nos disseram que haverá uma polícia, Europol, algum tipo de versão da KGB, que irá nos policiar em 32 acusações de crimes, duas das quais são particularmente interessantes porque não existem como crime no código penal de nenhuma nação: que são o crime de racismo e o crime de xenofobia. E já nos explicaram que aqueles de nós que se opuserem às políticas de imigração da União Européia serão acusados de crime de racismo, e quem se opuser à União Européia será acusado de crime de xenofobia. Bem, sempre vale saber sob qual artigo você vai pra cadeia."

O politicamente correto parece irresistível. A verdade não pertence à maioria dos seres humanos. Eles não são soldados para a verdade. Em vez, são vítimas da mentira. Somente uma minoria resiste, pelo processo do sofrimento - como a própria verdade sofre. Bukovsky disse no Fórum da Liberdade de Oslo que a utopia socialista é um empreendimento criminoso. Não pode ser de outro jeito. E como tal, ele explica, deveria ter sido posto em julgamento em 1992. Mas não houve nenhum julgamento.

Segundo Bukovsky, "(em 1992) Eu... tive acesso aos arquivos do Comitê Central do Politburo; e o que descobri lá explica porque o Ocidente estava tão inflexível contra um julgamento de Nuremberg em Moscou. Para começar, muitíssimas personalidades ocidentais da política, dos negócios e do mundo cultural mantinham colaboração secreta com Moscou, o que teria sido um imenso choque para o ocidente se fosse revelado. E ninguém queria esse choque. Mas mais importante, teria sido um choque ideológico. Durante todo o fim da União Soviética, segundo os documentos que vi, numerosos líderes do Ocidente, particularmente da esquerda, viriam à Rússia, à União Soviética, alarmados com a perspectiva do colapso. Agora pense nisto, nós trabalhamos toda nossa vida para ver aquele colapso e, no momento crucial quando ele estava por acontecer, o mundo inteiro estava tentando salvá-lo. E qual era a explicação? Por que eles foram tão inflexíveis apoiando o regime em desintegração? Oh, porque, como dizem, e eu cito: 'o colapso do socialismo no Leste pode levar à crise esta idéia no Ocidente.' Então o que eles estavam tentando salvar era sua própria ilusão, sua própria utopia de socialismo, condenando nossos países..."

A KGB e o Partido Comunista da União Soviética não estavam sem aliados em 1992, e eles não estão sem aliados hoje. Os socialistas soviéticos são parte de uma grande irmandade que inclui socialistas americanos e europeus ocidentais. O crime de forçar uma utopia socialista no mundo ainda é sua meta. Aqueles que "forçam uma utopia sobre as pessoas estão cometendo um crime," Bukovsky declarou. Este é legado do socialismo. Se não pudermos aprender com ele, então a gigantesca tragédia da opressão soviética "não terá qualquer significado."

No Fórum da Liberdade de Oslo, Bukovsky exigiu "rendição incondicional de nosso inimigo..." E então, ele disse, nós temos que submetê-los a julgamento. "Disseram-nos (em 1992) que nós estávamos tentando montar uma caça às bruxas," disse Bukovsky. "Bem, hoje as bruxas retornaram e nos estão caçando." O Kremlin está empenhado em um maciço programa de rearmamento. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos estão se desarmando. Aqueles que poderiam resistir foram neutralizados. Uma pequena minoria de organizadores, oficiais da KGB, agentes de influência e companheiros de viagem efetivamente viraram a mesa no mundo livre.

A crise final nos aguarda, e Bukovski nos diz que temos uma escolha: ser soldados contra o socialismo ou ser suas vítimas.

Tradução: Pedro Laini para o site "Mídia Sem Máscara".


Jeffrey R. Nyquist, é colunista, editor e um renomado expert em geopolítica e relações internacionais. Jeffery Nyquist é formado em sociologia política pela Universidade da Califórnia, é também o autor do livro "Origins of the Fourth World War". Tem também vários artigos de sua autoria publicados em web sites tais como: sierratimes.com, worldnetdaily.com, financialsense.com, e newsmax.com. Nyquist defende o ponto de vista que a queda da União Soviética foi uma ação premeditada para incentivar o ocidente a se desarmar, e que os comunistas estão no controle até hoje. Este ponto de vista foi primeiramente exposto pelo desertor soviético, Anatoly Golitsyn, em seu livro "New Lies For Old: The Communist Strategy of Deception and Disinformation". J.R. Nyquist mantém também o site "JRNyquist.com".



Coluna Semanal: Publicada no site "FINANCIAL SENSE".
Sexta-feira, 09 de outubro de 2009.



Bukovsky discursa em Oslo – Vídeos (Em inglês)

Vídeo: Fórum da Liberdade de Oslo – Vladimir Bukovsky (Parte 1 de 3)




Vídeo: Fórum da Liberdade de Oslo – Vladimir Bukovsky (Parte 2 de 3)




Vídeo: Fórum da Liberdade de Oslo – Vladimir Bukovsky (Parte 3 de 3)


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ATENÇÃO! Leia também: "Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico", absolutamente assustador.


Primores de ternura (2) – Olavo de Carvalho





"Soldados" do Mundo: Unamos-nos contra o comunismo!

Wednesday, June 03, 2009

"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã"
Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!
































A Al-Qaeda examina ataque biológico a partir do México.
por Sara A. Carter

Agentes de contraterrorismo dos E.U.A. autenticaram um vídeo onde um recrutador da Al-Qaeda ameaça com uma arma biológica a ser contrabandeada para os Estados Unidos através de túneis sob a fronteira do México, este foi o último sinal da determinação do grupo terrorista de uma nova etapa para causar um atentado do tipo desastre em massa contra o território norte-americano.

O vídeo exibido no início deste ano como um instrumento de recrutamento deixa claro que a Al-Qaeda está procurando explorar os pontos fracos na segurança das fronteiras dos E.U.A., e que também estão dispostos a aliarem-se com as milícias brancas ou outras entidades antigovernamentais interessadas na realização de um ataque ao interior dos Estados Unidos, de acordo com os mesmos agentes de contraterrorismo entrevistados pelo The Washington Times.

Os agentes, que falaram sob a condição de que não seriam identificados, devido a natureza sensível de seus trabalhos, salientaram que não existem quaisquer informação crível que a Al-Qaeda tenha adquirido a capacidade necessária para realizar um ataque biológico em massa, embora claramente os seus membros estejam empenhados na obtenção desta tecnologia.

O primeiro vídeo exibido pela rede de notícias árabe Al-Jazeera, em fevereiro passado e depois enviado para vários sites, mostra o dissidente kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi dircursando para uma sala cheia de adeptos no Bahrein, que a Al Qaeda está avaliando hipótese de usar a fronteira norte-americana com o México, como uma forma de enviar terroristas e armas para os Estados Unidos.

"1.800 gramas de antrax transportados por um guerreiro em uma mala através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

No vídeo, obtido e traduzido pelo Instituto de Pesquisas do Oriente Médio (MEMR), Al-Nafisi também sugere que a Al-Qaeda pode tentar colaborar com os membros das milícias da chamada supremacia branca nativa dos E.U.A e que odeiam o governo federal.

Sean Smith, porta-voz da Secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano disse que os E.U.A. levam a sério essas ameaças.

"Nunca podemos parar de ser vigilantes, enquanto houverem pessoas que procurem causar danos ao povo norte-americano," disse ele. "Continuamos a intensificar os nossos esforços com pessoal adicional e uma melhor tecnologia ao longo das fronteiras norte e sul, além de prosseguirmos no reforço das nossas portas de entradas por mar, terra e ar".

Um dos agentes de contraterrorismo dos E.U.A., falando sob a condição do anonimato, disse que Al-Nafisi é uma "pessoa que lhes interessa" e um veterano recrutador da Al-Qaeda. Equivocadamente identificado em alguns sites e blogs como um professor, ele é um dissidente kuwaitiano e associado a Al-Qaeda, que nos últimos anos tem se comunicado com os altos dirigentes da Al-Qaeda, disse o agente de contraterrorismo. O recrutador também disse ter laços estreitos com Mulá Mohammed Omar, líder dos talibãs afegãos que agora cogita-se estar no Paquistão.

Al-Nafisi "é um elemento ideológico importante nos círculos terroristas, que o torna perigoso porque ele pode inspirar seus seguidores a fazerem coisas muito ruins", disse o agente.

Os agentes da Força Administrativa de Narcóticos (DEA) e do Departamento de Defesa estão bastante atentos para as ligações existentes entre as diversas organizações terroristas, como o Hezbollah, e os cartéis das drogas na América do Sul, na América Central e no México.

"Não deverá ser uma surpresa para ninguém que as organizações terroristas venham a se utilizarem das fronteiras para introduzirem-se nos E.U.A.", disse um agente do DEA que também pediu para não ser identificado por causa de seu envolvimento em operações de inteligência em curso. "Não podemos ignorar qualquer ameaça ou qualquer detalhe quando se trata da Al-Qaeda e de outras organizações terroristas que desejem atacar os Estados Unidos"

O "The Times" reportou pela primeira vez em março que o Hezbollah-Irã apoiam um grupo baseado no Líbano, que está utilizando as rotas sob controle do narcotráfico mexicano, para introduzir contrabando e pessoas nos Estados Unidos com o intuito de financiar suas operações.

Embora para o Hezbollah os E.U.A. se apresente principalmente como uma fonte inesgotável de recursos para financiar as suas operações em outros países, "isto não deve ser visto superficialmente, pois o dinheiro arrecadado poderá ser usado contra os E.U.A. ou como garantias para futuras operações", disse outro agente de contraterrorismo.

Não há confirmação de nenhum ataque aos E.U.A., que tenham sido relacionados ao Hezbollah.

No vídeo, Al-Nafisi enfatizou que a Al-Qaeda tinha laboratórios químicos no Afeganistão antes da invasão norte-americana. Ele descreveu sua admiração pelo Hezbollah e disse que a Al Qaeda continua a ter cientistas e recursos à sua disposição.

"Os americanos têm medo que (armas de destruição em massa), possam cair nas mãos de organizações "terroristas como a Al Qaeda e outras", disse a seus seguidores. "Há uma boa razão para os medos dos americanos" . (Al Qaeda) tinha laboratórios no norte do Afeganistão. Têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como são retratados por estes jornalistas mercenários, apenas beduínos que vivem em cavernas . Não, não, de jeito nenhum. Este tipo de conversa só pode enganar pessoas ingênuas. As Pessoas que conhecem o assunto sabem que a Al-Qaeda tem laboratórios, tal como o Hezbollah ".

Agentes da Inteligência disseram que o vídeo fornece importantes informações sobre os métodos de recrutamento da Al-Qaeda e pontos de vista sobre o Ocidente.

No clipe de 10 minutos, Al-Nafisi sugeriu que a Al-Qaeda pode querer unir forças por uma causa comum, com o que ele alega serem "300.000" membros da supremacia branca e de outras milícias dos E.U.A.

"Estas milícias igualmente pensam no bombardeamento de instalações nucleares dentro os E.U.A.", disse ele. "Que Allah conceda-lhes o sucesso, mesmo que não sejamos brancos, ou nem mesmo concordemos com eles, certo? Eles têm planos para bombardear as instalações nucleares no Lago Michigan. Esta usina é muito importante. ... Que Allah garanta o sucesso destes líderes militantes, que estão pensando no bombardeio desta usina. Penso que devemos dedicar parte das nossas orações a eles".

Publicado no jornal "The Washington Times".
Quarta-feira, 03 de junho de 2009.






Vídeo (legendas em inglês) do discurso proferido pelo recrutador kuwaitiano Abdullah Al-Nafisi
e exibido pela TV Al-Jazeera do Qatar em 02 de fevereiro de 2009.


No discurso o recrutador Abdullah Al-Nafisi, sonha com um ataque biológico à Casa Branca e reza para que a usina termonuclear do Lago Michigan venha a ser bombardeada, porém, sempre repetindo aquela cantinela de paz e amor dos muçulmanos. O auto-intitulado "professor" sonha com ataques de antrax aos Estados Unidos e reitera a vontade antiga de aniquilar os judeus, aproveita ainda para lançar ameaças veladas de assassinar jornalistas que sejam contra os tais desejos psicopatas, eis um belo exemplo de como Allah é benevolente. Na verdade, esta paz afetuosa, representa o verdadeiro islamismo, tendo em vista que Allah ordenou através do Alcorão que nunca deveria haver qualquer tipo de diálogo com os judeus. Observem o olhar insano da besta primitiva, são esses os ensinamentos praticados por ditos "professores" nos países árabes.

"1.800 gramas de antrax transportados em uma mala por um guerreiro através de túneis escavados a partir do México para os E.U.A., são a garantia para se matar 330.000 americanos dentro de uma única hora, se forem devidamente espalhados em grandes centros populacionais" disse Abdullah. "Que ideia assustadora; o 11 de setembro será pequeno em comparação com isto. Estou certo? Não háverá necessidade de aviões, conspirações, horários, etc. Uma pessoa, com a coragem de carregar estes 1.800 gramas de antrax, seguiria para o gramado da Casa Branca, e o espalharia sobre eles feito "confete" (risos) e, em seguida, nós então "choraríamos" de alegria. Aquilo iria se transformar em uma verdadeira "celebração" para nós".

As armas de destruição em massa (WMD) são um problema muito sério. Os norte-americanos têm medo que as WMD possam cair em mãos de "terroristas", organizações como a Al-Qaeda e outras. Há uma boa razão para os norte-americanos temerem por isso, pois a Al-Qaeda as têm usado (armas biológicas) na região do Herat (terceira maior cidade do oeste do Afeganistão). Tinham laboratórios no norte do Afeganistão, têm cientistas, químicos e físicos nucleares. Eles não são como querem nos levar a acreditar grande parte do jornalismo mercenário, que são apenas beduínos que vivem em cavernas. Não, não! Este tipo de ladainha só pode enganar os ingênuos. Pessoas que conhecem o assunto, sabem que a Al-Qaeda possui seus próprios laboratórios, tal como o Hezbollah. O Hezbollah mantém no sul do Líbano laboratórios, aonde produzem suas próprias armas, inclusive vendendo-as para a Roménia e a Hungria.

E o "recrutador" continua:

"Se eles chamam alguém de terrorista, digo-lhes: Ele é meu amigo (risos). Por quê? Porque estes "terroristas" são as pessoas que mais temem a Deus (Allah) no mundo. Eles são as pessoas mais honradas do mundo, as melhores pessoas no mundo (aplausos).

Eu conheci pessoalmente o Mulá Omar (Mohammed Omar, líder espiritual do Talebã). Tive a honra de me encontrar com o Mulá Omar. Ele é um homem que não pertence a esta época. Ele sempre se recusou a se encontrar com representantes do Ocidente. Ele iria lhes dizer: Vão para Cabul, eu fico em Kandahar. Com certeza, os politeístas são impuros, vocês sabem o que eu quero dizer. Vão se encontrar com o ministro para assuntos estrangeiros para falar de política. Eu fico aqui mesmo.

Este é o tipo de pessoa adequada para lidar com o Ocidente. Quanto à 'Ariqat, Dahlan (líderes palestinos "moderados"), eles não trazem benefícios para a nação de modo nenhum.

Nos E.U.A. existem mais de 300.000 membros de milícias desejosos de golpear o governo federal em Washington, e ansiosos para expulsar aos árabes, os judeus e os negros dos E.U.A. São pessoas racistas chamados de "rednecks". A Ku-Klux-Klan. Eles são racistas.

Estes militantes querem bombardear as usinas nucleares dos E.U.A. Tomara que Allah lhes garanta o sucesso! (risos), embora nós não sejamos brancos nem nos simpatizemos com eles. Eles têm planos para bombardear usinas nucleares, como a do Lago Michigan. Esta usina é muito importante, pois fornece electricidade para toda América do Norte. Que Allah proporcione éxito aos chefes destas milícias que planejam bombardear estas instalações. Deveríamos dedicar parte das nossas orações para isso. Nós devemos rezar para que Allah conceda-lhes o sucesso, para que eles possam concluir esta missão, deveríamos visitá-los e felicitá-los. Se Allah assim o quiser.

Allah declara no Alcorão que a hostilidade entre nós (eles e os judeus) é eterna. Portanto, quem falar sobre diálogar deve ter sua língua cortada! De que diálogo estão falando? Não há espaço para o diálogo. Allah disse que a nossa hostilidade para com os judeus é eterna e, em seguida, vem alguém e fala de confraternização, e assim por diante ... Isto contradiz o Alcorão. Qualquer um que contradiz o Alcorão é um infiel. Acuso-os de heresia? Sim, eu confirmo isto. Sim, eu sou a favor de acusar os hereges.

Também devemos defender a resistência, e não permanecer calados ante as campanhas organizadas contra a resistência na imprensa da Península e no Golfo Arábico, ou em outros jornais árabes.

Há vozes que expressando dúvidas sobre os líderes da resistência. Devemos confrontar-nos com estes jornalistas e advertir-lhes que não o façam, inclusive se isso implicar em chamar-los por via telefônica e dizer-lhes: Não repitam essas coisas desprezíveis em suas colunas ou artigos, ou tomaremos medidas contra vocês. Devemos pressionar a estas pessoas. Não podemos ficar calados. Não devemos deixar-los ao seu livre arbítrio, sob o pretexto da liberdade de expressão. São uns quintas-colunas.

Eu, Abdullah Fahd Abd Al-Aziz Al-Nafisi, incito-vos à confrontação utilizando todos os meios possíveis contra qualquer pessoa que fale contra a resistência. Por quaisquer meios possíveis. Que fique claro?

Os ministros (do Hamas) são mujahidins (combatentes). Conheço um ministro que está atualmente participando das operações".




AIR FRANCE FLIGHT AF 447 (RIO – PARIS)




"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã" – Barack Hussein Obama em 02 de junho de 2009. Então, conheçamos!

Tuesday, May 05, 2009

OBAMA: O ANTICRISTO E SEUS "TUTORES" SATANISTAS
(Clube de Bilderberg – CFR – Comissão Trilateral).

Filme: "The Obama Deception" (Versão Integral – Legendado)

Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE (;), aguarde alguns minutos e então pulse o PLAY novamente.



A FRAUDE OBAMA – DESMASCARADA

O filme "The Obama Deception" é um duro golpe, que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos interesses do povo norte-americano.

O fenômeno Obama é uma farsa cuidadosamente concebida pelos comandantes da Nova Ordem Mundial.

Ele está sendo empurrado como um salvador, na tentativa de que povo americano aceite a escravidão global.

Chegamos a um momento crítico dos planos da Nova Ordem Mundial. Não é sobre a esquerda ou a direita: Trata-se de um Governo Mundial. O plano dos bancos internacionais para saquear o povo dos Estados Unidos da América e transformá-los em escravos de uma Colônia Global.

Este filme abrange: Quem trabalha para Obama, o que ele disse e qual é a sua verdadeira agenda. Se você quer conhecer os fatos e suprimir os exageros, este filme é para você.

Asista "The Obama Deception" e entenda como:

– Obama é a continuação do processo de transformar a América em algo semelhante à Alemanha nazista, com o Serviço Nacional forçado, espiões civis, desgarantia do sigilo nas comunicações, destruição da Segunda Emenda, acampamentos da FEMA e implantação da lei marcial.

– Os manipuladores de Obama estão anunciando abertamente a criação de um novo Banco Mundial, que dominará todas as nações da terra através das taxas de carbono e de uma força militar.

– Os banqueiros internacionais engendraram propositadamente o colapso financeiro mundial para provocar a falência de todas as nações do planeta e implantar o Governo Mundial.

– Os planos de Obama para saquear a classe média, destruir aposentadorias e pensões e federalizar os estados para que a população se torne totalmente dependente do Governo Central.

– A Elite Global está usando Obama para acalmar a opinião pública e para que possam conduzir a União Norte-Americana furtivamente, lançando uma nova Guerra Fria e continuando a ocupação do Iraque e do Afeganistão.

As informações contidas neste filme é vital para o futuro da República e a liberdade em todo o mundo.

O presidente Barack Obama é apenas o instrumento de uma agenda maior. Até que todos sejam informados, a humanidade continuará prisioneira dos mestres da Nova Ordem Mundial.

A verdade agora irá contra-atacar Obama e seu sindicato do crime!

O filme "The Obama Deception", foi produzido e dirigido por Alex Jones de "INFOWARS.COM".

*Agradecemos ao amigo do GG, Socrates Bonfiglio pela pertinente recomendação do vídeo "The Obama Deception".


















































CEM DIAS DE OBAMA
por José Nivaldo Cordeiro

"Não é a economia estúpido, a propaganda é a alma do negócio em política", poderíamos cinicamente arremedar a frase de James Carville,marketeiro de Bill Clinton, referindo-se ao inicio do governo de BarackObama. Mais que arremedar, corrigir. O fator econômico só tem relevância dentro do contexto de normalidade, que defino como sendo a certeza razoável que se pode ter de haver, nos próximos meses, a repetição dos meses anteriores, sem grandes alterações e nem fatos novos que redefinam a vida cotidiana.

Vivemos tudo, menos isso. Os cem primeiros dias de Obama no poder foram acompanhados de problemas econômicos de toda ordem, desemprego, descontrole na oferta de moeda, bailouts atabalhoados e uma caminhada sem paralelo histórico no rumo da estatização da economia, conforme matéria publicada no Estadão de hoje. Em resumo, nada a comemorar, tudo a lamentar. No mesmo Estadão podemos ler que em abril pela primeira vez na história os EUA perderam a liderança como parceiro comercial do Brasil, tendo a China tornado-se nosso maior mercado importador. Uma relação de causa e efeito direta da crise daquele país e das maluquices de política econômica posta em prática por Obama.

E, todavia, a popularidade do líder dos EUA não dá sinais de deterioração.

O fato novo fundamental que tivemos é o desaparecimento do frenesi propagandístico contra os EUA da esquerda militante na mídia, como por um passe de mágica. É como se a guerra no Iraque tivesse acabado, como se EUA não estivessem onde sempre estiveram. Os jornais mudaram sua pauta para uma nova agenda. O frenesi de propaganda contra Bush deu lugar a uma placidez impressionante e a uma tolerância irrestrita para com Barack Obama, cada vez mais pop star. No lugar da malhação do Judas americano apareceu toda sorte de nota apologética ao novo governante, cada vez mais retratado como um salvador do mundo.

Não surpreende que até tenham inventado o falso pânico da gripe suína, que mobilizou a atenção da opinião pública mundial. Claro, o preço foi matar a indústria turística do México por algum tempo. Um mero factóide, mas devastador para a economia mexicana. Fiquei com a impressão que esse fato foi explorado precisamente para desviar a atenção da opinião pública mundial para o desastroso balanço dos cem primeiro dias deObama. Uma análise fria mostrará que seu governo tem sido um rotundo fracasso e que não se pode enfrentar a realidade com retórica vazia. Os fatos atropelam os incompetentes e os despreparados. E os mal intencionados também.

A propaganda só pode ser a alma do negócio por algum tempo, pois não se pode enganar a todos por todo o tempo. Essa mudança nos destinos das exportações brasileiras não é fato isolado, a China de fato tem se agigantado, ocupando o vácuo da outrora pujante economia norte-americana. Penso que essa mudança é estrutural e permanente, redefinindo o jogo de poder mundial. Enquanto os EUA não voltarem ao leito correto da economia de mercado, acabando com os privilégios de aposentados, de parasitas do Tesouro e da regulação estúpida das trocas internacionais, "protegendo" seu mercado interno, a crise só irá se agravar. Enquanto não cuidarem bem se sua própria moeda, o dólar será paulatinamente expulso do mercado mundial como meio de troca. A pirotecnia propagandista não produzirá uma realidade melhor e nem esconderá por muito tempo as mazelas. O povo americano está empobrecendo com muita rapidez.

Obama assumiu, mas não saiu do palanque. Vive de bravatas e frases feitas, como um Sancho Pança governando uma ilha da fantasia. A decadência americana será rápida, sob esse falso líder, esse animador de auditório, esse Chacrinha da política. Um ciclo histórico está sendo concluído.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br

Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Domingo, 03 de maio de 2009.














































Cem dias de governo Obama foram uma "abominação", diz acadêmico conservador
entrevista por Daniel Buarque

Jerome Corsi é autor de "Obama nation", crítica lançada antes da eleição. Ele diz que presidente está levando país rumo ao socialismo.

A previsão do acadêmico conservador norte-americano Jerome Corsi para o futuro do país estava no título do livro lançado meses antes da eleição presidencial do ano passado no país. "The Obama nation" (Nação Obama) lido rapidamente soava como "abomination", abominação. Por mais radical que fosse contra o então candidato democrata, e por mais que tenha sido amplamente rejeitado pela mídia do país, Corsi assistiu aos primeiros cem dias da nova administração se sentindo "vingado": "Eu estava certo", disse.

"Os primeiros cem dias do governo Obama provam que eu estava certo no que escrevi em meu livro. Temos uma presidência de extrema-esquerda, que está guiando o país rapidamente rumo ao socialismo", explicou. Para ele, "o governo Obama é uma abominação", no sentido de uma coisa terrível, que vai levar o país a ter uma economia menor, menos força militar, e todos vão viver de forma pior em meio a uma longa depressão piorada por decisões do governo.

"Vamos acabar com uma economia diminuída, já que o governo Obama não vai conseguir acabar com a crise, e os planos do presidente vão intensificar a recessão. Além disso, vamos ficar enfraquecidos militarmente. Obama está seguindo uma política externa de pedidos de desculpas em diferentes países do mundo, o que não acho eficiente para manter nosso país seguro. Isso demonstra fraqueza e ingenuidade. Isso tudo estava previsto no meu livro, que foi recusado como propaganda quando o publiquei", disse ao G1, por telefone, após ser questionado sobre o que achava das políticas do novo presidente dos Estados Unidos.

Ao completar seu argumento, Corsi se diz preocupado. Segundo ele, já há protestos pelo país contra Obama, e não apenas em movimentos incentivados pelo partido republicano. "A população está insatisfeita com o aumento dos impostos e com o programa de redistribuição do presidente. Isso é algo que Obama tenta ignorar, mas que claramente está deixando as pessoas insatisfeitas."

Popularidade

O acadêmico admite que popularidade de Obama continua alta, mas alega que ela já caiu bastante desde que o presidente assumiu, em 20 de janeiro. "A obamamania já está mudando. Obama se comporta como se estivesse eternamente em campanha. Ele aparece todos os dias na televisão, fazendo discursos de campanha e se expondo demais. Enquanto a economia continua a piorar, as pessoas estão ficando cansadas da campanha e querem ver Obama agir. Mais cedo ou mais tarde, as pessoas vão começar a culpá-lo por manter a economia em queda. Obama está repetindo erros cometidos por Bush, e não está resolvendo nossa crise econômica."

Para ele, a aprovação do governo só não caiu ainda mais porque a mídia norte-americana continua protegendo o presidente. "Eles preferem se preocupar com o que a primeira-dama veste, em comparações entre Obama e Kennedy, e não fazem críticas a suas decisões políticas." A maioria da população norte-americana, entretanto, diz, está longe disso. Sua preocupação é com a manutenção do emprego, com a recuperação econômica, e é isso que Corsi acha que vão cobrar do presidente.

O chamado "caso de amor" da mídia com Obama é usado pelo acadêmico também para refutar as críticas que "Obama nation" recebeu quando foi lançado, em agosto do ano passado. Apesar de ter se tornado rapidamente um dos livros mais vendidos no país, a obra de Corsi foi criticada por quase todas as publicações independentes. "New York Times", "Los Angeles Times", Associated Press, "Time", "Newsweek", "Guardian", CNN, "Independent" e Politifact, além de muitas outras publicações, atacaram veementemente o livro como uma obra de propaganda, obra de teoria da conspiração e chamaram o autor de preconceituoso.

"Os ataques a meu livro tinham interesses políticos. Eles falam que rebateram minhas informações, mas não conseguem provar que estou errado. Meu livro tinha pouquíssimos erros, e nenhum deles muito grande. Eu já previa que ele não iria governar do centro político, mas da extrema esquerda, e que iria tentar redistribuir a renda da população, e é isso que ele está fazendo, nos levando ao socialismo. Meu livro está sendo comprovado pelo governo Obama, ao contrário do que a mídia disse em críticas a meu trabalho. Eu continuo defendendo o que escrevi", disse Corsi, durante a entrevista.

Otimismo

Apesar das fortes críticas, Corsi nega que esteja torcendo para o governo fracassar, como admitiu fazer o radialista Rush Limbaugh, principal porta-voz da oposição à Presidência de Barack Obama. O único problema, diz, é que acha impossível ele ser bem-sucedido continuando o rumo demonstrado até agora.

"Quero que Obama seja bem-sucedido, mas acho que ele precisa ser pragmático e desistir dos planos quando eles não funcionarem. Queria que ele deixasse a abordagem ideológica da economia de lado e trabalhasse de forma a ter sucesso", disse, alegando que não é republicano e que também criticou o governo Bush. "Ficaria feliz se todas as minhas previsões no livro estivessem erradas e o governo Obama fosse bem-sucedido, mas não acredito que isso vá acontecer com estas políticas de extrema-esquerda."

Em meio a tantas críticas, entretanto, ele consegue ver um lado positivo nas decisões tomadas pelo presidente nestes primeiros cem dias de governo. O fato de Obama não ter retirado as tropas do Iraque imediatamente e de ter aumentado a presença militar no Afeganistão foram uma surpresa positiva para ele nesses primeiros meses de governo. "Estou feliz por ele não ter abandonado os esforços que já foram feitos na região."

Além do forte ataque a Obama, Corsi já havia se tornado uma figura célebre nos Estados Unidos por conta de outras publicações bombásticas. Em 2004, um livro sobre a participação do então candidato democrata John Kerry na guerra do Vietnã foi apontado como um dos responsáveis pela reeleição de George W. Bush.

O próximo trabalho, contou, vai ser publicado em outubro, e vai se chamar "America for sale" (América à venda). Segundo ele, trata-se de uma análise da globalização no mundo atual e como Obama se comporta nela. "Obama é um globalista, como Bush foi. Isso é o que acho que vai levar ao colapso da economia americana, transformando o que poderia ser revertido em um ou dois anos em uma longa depressão."


Publicado no site do "G1" - SãoPaulo.
Quinta-feira, 30 de abril de 2009.




PEDIDO DE DESCULPAS – Gen Valmir Fonseca Azevedo Pereira





OBAMA: O ANTICRISTO E SEUS "TUTORES" SATANISTAS
 
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