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Saturday, May 22, 2010

Já tomou a vacina H1N1? Não se preocupe...
No melhor dos casos você pode ter contraído AIDS. Coisa à-toa!
































O Brasil foi escolhido pela Governança Mundial da ONU, como laboratório para suas experimentações biológicas, visando à extinção em massa dos povos considerados inaptos para a "Nova Ordem Mundial" que se aproxima a passos largos. Por conseguinte, os brasileiros que são considerados um dos povos mais ingênuos e incapazes da face da Terra (eu diria, uns idiotas completos), foram selecionados como cobaias para inoculação, testes de eficiência e efeitos desses novos experimentos "científicos" em prol da "nova humanidade".

Toda essa manipulação por parte da "NOM-ONU-OMS", conta com o apoio criminoso e irrestrito da parte dos "governantes" do nosso País, principalmente do "cara" (vejam a profusão de prêmios e salamaleques), o seu partido "nazi-comuno-fascista" (o sempre porco PT) e, sendo executada com fidelidade canina pelo portuga safado de Merufe (cu do Judas), também conhecido como Temporão (gayzista e abortista convicto). Acreditem neles e vocês estarão fodidos!

Obs.: Consta, que eles (os comuno-petistas), venderam a propriedade (Brasil) de porteira fechada, porém, se comprometeram com os "compradores" que entregariam a área livre de colonos e inquilinos (vide o caso Raposa-Serra do Sol). O compromisso assumido encontra-se agora em plena "execução".

MORTE AOS TRAIDORES DA PÁTRIA – DE PRONTO!
Bootlead




Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa
do G1, em Brasília e no Rio de Janeiro

Segundo agência, falso resultado pode ocorrer após vacinação.
Alteração em anticorpo "engana" teste mais comum realizado no Brasil.


Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinado contra a gripe.

O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que "podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A(H1N1)".

O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que "engana" o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.

A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro.

Segundo ela, não há motivo para pânico. "Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova", afirmou Lilian. De acordo com ela, nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

"Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não", afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Problema incomum, mas sem gravidade

"Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos (quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada) por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV", aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

"No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas."

"Não tem nenhuma gravidade, do ponto de vista que a pessoa não está realmente infectada, mas a contraprova é importante", diz Cunha-Neto.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 21 de maio de 2009, 16h27, atualizado às 19h01.








ATENÇÃO SENHORES IDIOTAS! DIRIJAM-SE ÀS "URNAS ELETRÔNICAS" PARA PARTICIPAREM DE MAIS UMA ESPARRELA PATROCINADA PELOS COMUNAS.


SE AINDA NÃO VIU, VEJA: VACINEM-SE IDIOTAS! E TENHAM UMA "BOA MORTE".





Friday, November 13, 2009

PMSP: AÇÃO PATÉTICA!




































ASSALTO EM RESIDÊNCIA MONITORADO À DISTÂNCIA... UMA EXPERIÊNCIA FRUSTRANTE E INÚTIL.

É incrível, mas qualquer pessoa dotada de pelo menos dois neurônios organizaria e comandaria essa operação, com uma probabilidade de sucesso de 100%, ou seja: No mínimo quatro vagabundos na cadeia ou mortos (preferencialmente), sem vítimas inocentes ou efeitos colaterais. No entanto, além de não impedirem a ação e fuga dos marginais, sobressaltaram uma família vizinha, que com certeza deve ter sofrido um grande abalo psicológico com a "ação" destrambelhada dos PMs. Resultado conseqüente, a vítima que investiu um bom dinheiro para dotar seu patrimônio de uma segurança com tecnologia de ponta, ficou inteiramente no prejuízo, tornando-se apenas um mero espectador da invasão de sua propriedade e do "confisco" dos frutos de seu trabalho. Também, a anedótica justificativa apresentada pela PMSP, "endereço errado", é um daqueles casos em que se costuma dizer: A emenda saiu pior que o soneto. Concluindo, o fato demonstra claramente que tecnologia e despreparo não se ajustam.
Bootlead







Advogado vê do escritório invasão a sua casa na Zona Oeste de SP
do G1, com informações do Jornal Hoje

Homem gastou R$ 30 mil para colocar câmeras em todos os cômodos. Ele chamou a polícia, mas os assaltantes conseguiram fugir.

As imagens registradas pelas câmeras de segurança de uma casa de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, assaltada na sexta-feira (6), puderam ser vistas ao vivo pelo dono do local, o advogado Carlos Ergas. Ele gastou R$ 30 mil para instalar 16 câmeras em todos os cômodos de sua casa, mas não conseguiu fazer nada quando viu de seu escritório que o imóvel foi invadido.

O advogado chegou a chamar a polícia, mas os assaltantes conseguiram fugir. "Nós monitoramos, ligamos para o Copom dando a posição dos assaltantes dentro da minha casa, fora de casa, praticamente irradiando um jogo de futebol, com todos os detalhes. Eles chegaram cinco minutos antes deles deixarem a casa, era tempo suficiente para uma operação tranquila da polícia, sem riscos", disse o advogado.

As gravações mostram que a ação começou na calçada. Primeiro, elas mostram uma empregada lavando a calçada. Ela não percebe quando o carro preto do outro lado da rua. Ela já havia terminado a limpeza e guardava o equipamento quando dois homens saem do carro.

Um deles segue pela mesma calçada, enquanto o outro atravessa e vai em direção à mulher. Ele conversa um pouco, enquanto o outro dá a volta e surge pelo lado oposto. Juntos, eles anunciam o assalto.
Por outra câmera, é possível ver quando os criminosos entram com a empregada na casa. O equipamento usado para lavar a calçada fica do lado de fora e não chama a atenção de ninguém.

Os ladrões vasculham todos os cômodos até achar o cofre. As imagens mostram quando eles voltam para a garagem. Um tira o carro da família e o coloca na rua, enquanto outro veículo com outros criminosos dentro entra na garagem.

Uma terceira câmera mostra quando quatro homens guardam um cofre no porta-malas do veículo. Eles também levaram joias e equipamentos eletrônicos.

Os criminosos ainda estavam dentro da casa quando três carros da Polícia Militar chegaram. As imagens mostram que os PMs foram até a casa do vizinho. Nesse momento, os assaltantes abrem o portão eletrônico e saem com o carro. Os policiais ainda correram, mas ninguém foi preso.

O porta voz da PM, capitão Macera, reconheceu que houve uma falha de comunicação da corporação. Segundo ele, a primeira ligação recebida pelo comando foi de uma testemunha que viu a empregada ser rendida. Entretanto, ela informou o número da casa errado.

Para o capitão, isso desencadeou a série de problemas. O capitão disse que a PM vai fazer uma reunião para apurar as responsabilidades e corrigir os procedimentos.


Publicado no portal "G1".
Quinta-feira, 12 de novembro de 2009,14h19.








URGENTE: ÚLTIMA CHAMADA! A SITUAÇÃO JÁ ESTÁ QUASE IRREFREÁVEL!






Friday, August 28, 2009

Da série "RETRATOS DE UM PAÍS MEDÍOCRE": Professora ou ...?
A verdade é que o brasileiro está "todo enfiado" pelo lulo-petismo, e, está gostando!





































Professora da Bahia é demitida após vídeo sensual cair na web, diz advogado
por Glauco Araújo

Instituição de ensino, em Salvador, informou que medida foi consensual. Educadora foi filmada fazendo coreografia de pagode no palco, em junho.

Uma professora de ensino fundamental, de 28 anos, foi demitida após um vídeo em que ela aparece dançando sensualmente ao lado de um grupo de pagode, em Salvador, cair na internet. As imagens foram registradas, em meados de junho deste ano, por várias pessoas que estavam na plateia de uma casa noturna e usaram câmeras de celular.

O flagrante' aconteceu durante uma apresentação do grupo de pagode O Troco, que costuma convidar as espectadoras para subir ao palco e fazer a coreografia da música "Todo enfiado". O vídeo já teve mais de 100 mil acessos.



A professora é formada em pedagogia e faz pós-graduação na área e ministrava aulas de alfabetização para crianças de 5 anos em uma escola particular da capital baiana. Após a divulgação do vídeo na internet, ela disse que passou a sofrer retaliações no bairro onde morava. "Ela teve de mudar de endereço e agora está na casa de familiares. Depois disso, ela foi demitida", disse Antonio Leite Matos, advogado da educadora.

A direção da escola explica que houve uma conversa com a professora e a mãe dela e a demissão foi uma medida consensual. Ainda de acordo com a instituição de ensino, após a exposição do vídeo da professora na internet, ela não se sentia mais à vontade para trabalhar e para continuar na mesma casa onde vivia.

Leite Matos informou que a filha de 7 anos da professora, que estudava na mesma escola em que a mãe trabalhava, teve de parar os estudos. "Ela não cometeu crime algum. Minha cliente estava em um momento de lazer e não fazia ideia de que as imagens da coreografia fossem parar na internet."

O advogado disse ainda que a educadora está arrependida do ocorrido. "Ela trabalhava na escola havia mais de um ano e sempre foi boa funcionária", afirmou Matos. A direção da escola informou ao G1 que mantém contatos diários com a ex-funcionária para prestar apoio.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 28 de agosto de 2009,13h30.








Aprendemos de cabeça para baixo – Arnaldo Jabor


DIA DO SOLDADO??? QUEM SABE, DAQUI A UNS QUINZE OU VINTE ANOS...





Da série "RETRATOS DE UM PAÍS MEDÍOCRE": Professora ou ...?

Friday, July 17, 2009

PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO:
UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E, VIVA O "POVO BRASILEIRO"!



Para assistir o vídeo em click no botão PLAY  


Receita Federal descobre mais 25 contêneires com lixo no Porto de Santos
Do G1 - São Paulo, com informações da TV Tribuna de Santos

Carga chegou em novembro e estava abandonada em terminal. Ao todo, já são 680 toneladas de lixo vindas da Inglaterra.

Agentes da Receita Federal do Porto de Santos descobriram nesta quinta-feira (16) mais 25 contêneires procedentes da Inglaterra repletos de lixo. Ao todo, já são 41 contêineres com lixos, que somam 680 toneladas, segundo a Receita Federal.

A carga chegou ao porto em novembro e estava abandonada no terminal. No início do mês, uma empresa inglesa já havia despachado 16 contêneires para outro terminal do porto. Desta vez, no entanto, mudou a operadora que transportou a carga.

Os técnicos do Ibama foram avisados em seguida e constataram que houve contaminação do meio ambiente, pois óleo queimado vazou de alguma embalagem. Cada um dos 25 contêneires foi vistoriado e, em cada um deles, os agentes encontraram uma surpresa diferente.

Foram encontrados embalagens de alimentos e de produtos químicos, brinquedos velhos e muito lixo eletrônico. Havia até produtos com mensagens que alertam para os cuidados com o meio ambiente, como milhares de DVDs e sacolas reutilizáveis. E também encontraram, em um deles, galões de produtos químicos com rótulos indicando que o material é perigoso. A área onde estão os contêneires foi isolada.

Tanto a empresa quanto a operadora serão multadas em mais de R$ 200 mil. Assim que foi notificado pela Receita Federal o responsável pelo Ibama foi até o local e constatou a irregularidade. Nesta sexta-feira (17), além de técnicos do Ibama, agentes da Polícia Federal e da prefeitura de Santos participaram da vistoria. Uma equipe de uma emissora de TV de Londres também acompanhou os trabalhos.



E CONTINUAM OS DESDOBRAMENTOS

Empresa britânica acusada pelo Ibama de exportar lixo é de brasileiro
Do mesmo G1

Em entrevista à BBC Brasil, Julio Cesar Rando da Costa defendeu-se das acusações.

Duas empresas britânicas citadas pelo Ibama como exportadoras dos contêineres de lixo que foram encontrados em portos do Brasil pertencem a um cidadão brasileiro.

A Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. pertencem a Julio Cesar Rando da Costa, que mora em Swindon, na Grã-Bretanha.

Em entrevista à BBC Brasil, Costa defendeu-se das acusações, dizendo que a responsabilidade pelo lixo enviado ao Brasil é de fornecedores britânicos com os quais as suas empresas trabalham.

A Polícia Federal está investigando a origem de 89 contêineres que foram encontrados nos portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS) com centenas de toneladas de lixo.

Entre o material encontrado, estariam pilhas, seringas, camisinhas e fraldas usadas.

RESPONSABILIDADE

Julio Cesar Rando da Costa - paranaense que possui passaporte português e fundou a Worldwide Biorecyclables, que entrou em falência neste ano. Em seguida, ele criou a UK Multiplas Recycling, que opera no mesmo local, em Swindon.

Ele alega que sua empresa faz apenas a prensagem de plástico recolhido por empresas britânicas e exporta a sucata para o Brasil. Ele diz que a responsabilidade por qualquer outro material que tenha chegado ao Brasil seria das fornecedoras britânicas.

Costa ainda afirmou não ter sido procurado pelo Ibama ou pelo governo brasileiro.

"Se tem qualquer coisa lá dentro que não é plástico, eu tenho contrato com a fornecedora britânica de lixo no qual está escrito que é só plástico que eles têm que passar para a gente", disse Costa à BBC Brasil, nesta sexta-feira, por telefone.

"É o pessoal das casas que joga (o lixo) das suas casas na caçamba aqui na Inglaterra. Alguém pode ter jogado alguma coisa lá no meio que o funcionário deles não viu."

"Já teve vez que encontramos galão de tinta cheio, galão de veneno para passar na grama (pesticidas), então eles (os funcionários de Costa) tiravam fora e reclamavam à empresa (fornecedora) para que eles não deixassem acontecer isso."

Costa afirma que os clientes brasileiros nunca reclamaram da sucata de plástico exportada para o país.

"Lá no Brasil as empresas que importavam diziam: 'Júlio, não tem problema', porque nós não fabricamos nada para (embalagem de produto) comestível.' O que é reciclado lá é usado para outras coisas, como caixaria, mangueira, outras coisas - então não tem problema. Lá eles tinham um pessoal que fazia rastreamento, separava tudo na mão."

BRINQUEDOS

A polícia afirmou que um dos contêineres de lixo que chegou da Inglaterra ao Brasil continha brinquedos sujos com um recado em português "Lave antes de dar às crianças pobres brasileiras."

Costa confirma a informação e diz que foram os funcionários brasileiros da sua empresa que escreveram o bilhete.

"Não eram brinquedos sujos. Como aqui o povo da Inglaterra joga muita coisa boa fora, eles (os funcionários de Costa) pegaram um monte de bolas novas e boas que vinham, pegaram brinquedos e esses carrinhos de controle remoto bons e colocaram separados em um buraco que veio em um contêiner. Mas é plástico limpo. E eles colocaram separado no contêiner. Eles mandaram para ser consertado e dado para crianças lá no Brasil."

PUNIÇÕES

O Ibama informou, por meio de uma nota oficial, que está estudando a possibilidade jurídica de aplicar sanções às empresas britânicas responsáveis pela exportação dos resíduos.

As empresas brasileiras responsáveis pela importação do lixo ao Brasil já foram autuadas e receberam multas que chegam a R$ 408 mil.

O Ibama agora prepara um laudo que será enviado ao Ministério das Relações Exteriores e, em seguida, ao Secretariado da Convenção de Basileia, que decidirá sobre as eventuais punições.

Tanto o Brasil como a Grã-Bretanha são signatários da Convenção de Basileia, que regulamenta o transporte internacional de resíduos tóxicos.



HISTÓRIAS DESENCONTRADAS (Receita Federal, IBAMA, PF, quem?)
Ainda no mesmo G1

Os contêineres com 290 toneladas de lixo que foram encontrados no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo, estavam, no final da manhã desta terça-feira (7), isolados num terminal de cargas no Guarujá, a 86 km da capital paulista. A carga deve embarcar de volta para Inglaterra no mesmo navio em que foi trazida para o Brasil

A carga de 16 contêineres foi descoberta no Porto de Santos, vinda da Europa. Ela teria saído de um porto na Inglaterra em fevereiro. O material chegou registrado como produto para reciclagem, mas se tratava de lixo comum.

O Ibama soube da carga por meio de uma denúncia do Porto do Rio Grande (RS) porque foi descoberta um material semelhante lá. O Ibama foi verificar outra carga da mesma empresa que foi enviada para o Porto de Santos. Nos contêineres os fiscais do Ibama encontraram restos de alimento, peças de computador, travesseiros velhos, embalagens vazias de produtos de limpeza.


Publicado no portal "G1".
Sexta-feira, 17 de julho de 2009.






A PERGUNTAÇÃO QUE NINGUÉM FAZ: Há quanto tempo isso vem ocorrendo? (Com certeza há anos). Porquê só agora os órgãos responsáveis tomaram ciência? (Esse "lixo", talvez até radioativo, está no porto desde NOVEMBRO/2008). Como? A "carga" irá voltar no mesmo navio... O navio está esperando no porto, ainda? Que culpa tem a empresa de navegação? Tem "truta" aí, maracutaia das grossas, alguém não pagou o devido "pedágio"? Guerra de "máfias": RF, PF, IBAMA, PT, PMDB e outros menos cotados? (Lembrem-se quem manda nos portos do Brasil é o vampiro-brasileiro, cujo nome verdadeiro é MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA, perceberam o último sobrenome, é destino).


CONCLUSÃO: O BRASIL É O "LIXÃO" DO MUNDO E OS BRASILEIROS OS "URUBUS".
É ISSO AÍ "ALULADOS" – MERECEMOS MUITO MAIS!



UMA NO CRAVO E OUTRA NA FERRADURA!





PORQUÊ TANTA INDIGNAÇÃO? NÓS SOMOS ISSO MESMO, UM DEPÓSITO DE LIXO A CÉU ABERTO. E VIVA O "POVO BRASILEIRO"!

Tuesday, May 05, 2009

OBAMA: O ANTICRISTO E SEUS "TUTORES" SATANISTAS
(Clube de Bilderberg – CFR – Comissão Trilateral).

Filme: "The Obama Deception" (Versão Integral – Legendado)

Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE (;), aguarde alguns minutos e então pulse o PLAY novamente.



A FRAUDE OBAMA – DESMASCARADA

O filme "The Obama Deception" é um duro golpe, que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos interesses do povo norte-americano.

O fenômeno Obama é uma farsa cuidadosamente concebida pelos comandantes da Nova Ordem Mundial.

Ele está sendo empurrado como um salvador, na tentativa de que povo americano aceite a escravidão global.

Chegamos a um momento crítico dos planos da Nova Ordem Mundial. Não é sobre a esquerda ou a direita: Trata-se de um Governo Mundial. O plano dos bancos internacionais para saquear o povo dos Estados Unidos da América e transformá-los em escravos de uma Colônia Global.

Este filme abrange: Quem trabalha para Obama, o que ele disse e qual é a sua verdadeira agenda. Se você quer conhecer os fatos e suprimir os exageros, este filme é para você.

Asista "The Obama Deception" e entenda como:

– Obama é a continuação do processo de transformar a América em algo semelhante à Alemanha nazista, com o Serviço Nacional forçado, espiões civis, desgarantia do sigilo nas comunicações, destruição da Segunda Emenda, acampamentos da FEMA e implantação da lei marcial.

– Os manipuladores de Obama estão anunciando abertamente a criação de um novo Banco Mundial, que dominará todas as nações da terra através das taxas de carbono e de uma força militar.

– Os banqueiros internacionais engendraram propositadamente o colapso financeiro mundial para provocar a falência de todas as nações do planeta e implantar o Governo Mundial.

– Os planos de Obama para saquear a classe média, destruir aposentadorias e pensões e federalizar os estados para que a população se torne totalmente dependente do Governo Central.

– A Elite Global está usando Obama para acalmar a opinião pública e para que possam conduzir a União Norte-Americana furtivamente, lançando uma nova Guerra Fria e continuando a ocupação do Iraque e do Afeganistão.

As informações contidas neste filme é vital para o futuro da República e a liberdade em todo o mundo.

O presidente Barack Obama é apenas o instrumento de uma agenda maior. Até que todos sejam informados, a humanidade continuará prisioneira dos mestres da Nova Ordem Mundial.

A verdade agora irá contra-atacar Obama e seu sindicato do crime!

O filme "The Obama Deception", foi produzido e dirigido por Alex Jones de "INFOWARS.COM".

*Agradecemos ao amigo do GG, Socrates Bonfiglio pela pertinente recomendação do vídeo "The Obama Deception".


















































CEM DIAS DE OBAMA
por José Nivaldo Cordeiro

"Não é a economia estúpido, a propaganda é a alma do negócio em política", poderíamos cinicamente arremedar a frase de James Carville,marketeiro de Bill Clinton, referindo-se ao inicio do governo de BarackObama. Mais que arremedar, corrigir. O fator econômico só tem relevância dentro do contexto de normalidade, que defino como sendo a certeza razoável que se pode ter de haver, nos próximos meses, a repetição dos meses anteriores, sem grandes alterações e nem fatos novos que redefinam a vida cotidiana.

Vivemos tudo, menos isso. Os cem primeiros dias de Obama no poder foram acompanhados de problemas econômicos de toda ordem, desemprego, descontrole na oferta de moeda, bailouts atabalhoados e uma caminhada sem paralelo histórico no rumo da estatização da economia, conforme matéria publicada no Estadão de hoje. Em resumo, nada a comemorar, tudo a lamentar. No mesmo Estadão podemos ler que em abril pela primeira vez na história os EUA perderam a liderança como parceiro comercial do Brasil, tendo a China tornado-se nosso maior mercado importador. Uma relação de causa e efeito direta da crise daquele país e das maluquices de política econômica posta em prática por Obama.

E, todavia, a popularidade do líder dos EUA não dá sinais de deterioração.

O fato novo fundamental que tivemos é o desaparecimento do frenesi propagandístico contra os EUA da esquerda militante na mídia, como por um passe de mágica. É como se a guerra no Iraque tivesse acabado, como se EUA não estivessem onde sempre estiveram. Os jornais mudaram sua pauta para uma nova agenda. O frenesi de propaganda contra Bush deu lugar a uma placidez impressionante e a uma tolerância irrestrita para com Barack Obama, cada vez mais pop star. No lugar da malhação do Judas americano apareceu toda sorte de nota apologética ao novo governante, cada vez mais retratado como um salvador do mundo.

Não surpreende que até tenham inventado o falso pânico da gripe suína, que mobilizou a atenção da opinião pública mundial. Claro, o preço foi matar a indústria turística do México por algum tempo. Um mero factóide, mas devastador para a economia mexicana. Fiquei com a impressão que esse fato foi explorado precisamente para desviar a atenção da opinião pública mundial para o desastroso balanço dos cem primeiro dias deObama. Uma análise fria mostrará que seu governo tem sido um rotundo fracasso e que não se pode enfrentar a realidade com retórica vazia. Os fatos atropelam os incompetentes e os despreparados. E os mal intencionados também.

A propaganda só pode ser a alma do negócio por algum tempo, pois não se pode enganar a todos por todo o tempo. Essa mudança nos destinos das exportações brasileiras não é fato isolado, a China de fato tem se agigantado, ocupando o vácuo da outrora pujante economia norte-americana. Penso que essa mudança é estrutural e permanente, redefinindo o jogo de poder mundial. Enquanto os EUA não voltarem ao leito correto da economia de mercado, acabando com os privilégios de aposentados, de parasitas do Tesouro e da regulação estúpida das trocas internacionais, "protegendo" seu mercado interno, a crise só irá se agravar. Enquanto não cuidarem bem se sua própria moeda, o dólar será paulatinamente expulso do mercado mundial como meio de troca. A pirotecnia propagandista não produzirá uma realidade melhor e nem esconderá por muito tempo as mazelas. O povo americano está empobrecendo com muita rapidez.

Obama assumiu, mas não saiu do palanque. Vive de bravatas e frases feitas, como um Sancho Pança governando uma ilha da fantasia. A decadência americana será rápida, sob esse falso líder, esse animador de auditório, esse Chacrinha da política. Um ciclo histórico está sendo concluído.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br

Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Domingo, 03 de maio de 2009.














































Cem dias de governo Obama foram uma "abominação", diz acadêmico conservador
entrevista por Daniel Buarque

Jerome Corsi é autor de "Obama nation", crítica lançada antes da eleição. Ele diz que presidente está levando país rumo ao socialismo.

A previsão do acadêmico conservador norte-americano Jerome Corsi para o futuro do país estava no título do livro lançado meses antes da eleição presidencial do ano passado no país. "The Obama nation" (Nação Obama) lido rapidamente soava como "abomination", abominação. Por mais radical que fosse contra o então candidato democrata, e por mais que tenha sido amplamente rejeitado pela mídia do país, Corsi assistiu aos primeiros cem dias da nova administração se sentindo "vingado": "Eu estava certo", disse.

"Os primeiros cem dias do governo Obama provam que eu estava certo no que escrevi em meu livro. Temos uma presidência de extrema-esquerda, que está guiando o país rapidamente rumo ao socialismo", explicou. Para ele, "o governo Obama é uma abominação", no sentido de uma coisa terrível, que vai levar o país a ter uma economia menor, menos força militar, e todos vão viver de forma pior em meio a uma longa depressão piorada por decisões do governo.

"Vamos acabar com uma economia diminuída, já que o governo Obama não vai conseguir acabar com a crise, e os planos do presidente vão intensificar a recessão. Além disso, vamos ficar enfraquecidos militarmente. Obama está seguindo uma política externa de pedidos de desculpas em diferentes países do mundo, o que não acho eficiente para manter nosso país seguro. Isso demonstra fraqueza e ingenuidade. Isso tudo estava previsto no meu livro, que foi recusado como propaganda quando o publiquei", disse ao G1, por telefone, após ser questionado sobre o que achava das políticas do novo presidente dos Estados Unidos.

Ao completar seu argumento, Corsi se diz preocupado. Segundo ele, já há protestos pelo país contra Obama, e não apenas em movimentos incentivados pelo partido republicano. "A população está insatisfeita com o aumento dos impostos e com o programa de redistribuição do presidente. Isso é algo que Obama tenta ignorar, mas que claramente está deixando as pessoas insatisfeitas."

Popularidade

O acadêmico admite que popularidade de Obama continua alta, mas alega que ela já caiu bastante desde que o presidente assumiu, em 20 de janeiro. "A obamamania já está mudando. Obama se comporta como se estivesse eternamente em campanha. Ele aparece todos os dias na televisão, fazendo discursos de campanha e se expondo demais. Enquanto a economia continua a piorar, as pessoas estão ficando cansadas da campanha e querem ver Obama agir. Mais cedo ou mais tarde, as pessoas vão começar a culpá-lo por manter a economia em queda. Obama está repetindo erros cometidos por Bush, e não está resolvendo nossa crise econômica."

Para ele, a aprovação do governo só não caiu ainda mais porque a mídia norte-americana continua protegendo o presidente. "Eles preferem se preocupar com o que a primeira-dama veste, em comparações entre Obama e Kennedy, e não fazem críticas a suas decisões políticas." A maioria da população norte-americana, entretanto, diz, está longe disso. Sua preocupação é com a manutenção do emprego, com a recuperação econômica, e é isso que Corsi acha que vão cobrar do presidente.

O chamado "caso de amor" da mídia com Obama é usado pelo acadêmico também para refutar as críticas que "Obama nation" recebeu quando foi lançado, em agosto do ano passado. Apesar de ter se tornado rapidamente um dos livros mais vendidos no país, a obra de Corsi foi criticada por quase todas as publicações independentes. "New York Times", "Los Angeles Times", Associated Press, "Time", "Newsweek", "Guardian", CNN, "Independent" e Politifact, além de muitas outras publicações, atacaram veementemente o livro como uma obra de propaganda, obra de teoria da conspiração e chamaram o autor de preconceituoso.

"Os ataques a meu livro tinham interesses políticos. Eles falam que rebateram minhas informações, mas não conseguem provar que estou errado. Meu livro tinha pouquíssimos erros, e nenhum deles muito grande. Eu já previa que ele não iria governar do centro político, mas da extrema esquerda, e que iria tentar redistribuir a renda da população, e é isso que ele está fazendo, nos levando ao socialismo. Meu livro está sendo comprovado pelo governo Obama, ao contrário do que a mídia disse em críticas a meu trabalho. Eu continuo defendendo o que escrevi", disse Corsi, durante a entrevista.

Otimismo

Apesar das fortes críticas, Corsi nega que esteja torcendo para o governo fracassar, como admitiu fazer o radialista Rush Limbaugh, principal porta-voz da oposição à Presidência de Barack Obama. O único problema, diz, é que acha impossível ele ser bem-sucedido continuando o rumo demonstrado até agora.

"Quero que Obama seja bem-sucedido, mas acho que ele precisa ser pragmático e desistir dos planos quando eles não funcionarem. Queria que ele deixasse a abordagem ideológica da economia de lado e trabalhasse de forma a ter sucesso", disse, alegando que não é republicano e que também criticou o governo Bush. "Ficaria feliz se todas as minhas previsões no livro estivessem erradas e o governo Obama fosse bem-sucedido, mas não acredito que isso vá acontecer com estas políticas de extrema-esquerda."

Em meio a tantas críticas, entretanto, ele consegue ver um lado positivo nas decisões tomadas pelo presidente nestes primeiros cem dias de governo. O fato de Obama não ter retirado as tropas do Iraque imediatamente e de ter aumentado a presença militar no Afeganistão foram uma surpresa positiva para ele nesses primeiros meses de governo. "Estou feliz por ele não ter abandonado os esforços que já foram feitos na região."

Além do forte ataque a Obama, Corsi já havia se tornado uma figura célebre nos Estados Unidos por conta de outras publicações bombásticas. Em 2004, um livro sobre a participação do então candidato democrata John Kerry na guerra do Vietnã foi apontado como um dos responsáveis pela reeleição de George W. Bush.

O próximo trabalho, contou, vai ser publicado em outubro, e vai se chamar "America for sale" (América à venda). Segundo ele, trata-se de uma análise da globalização no mundo atual e como Obama se comporta nela. "Obama é um globalista, como Bush foi. Isso é o que acho que vai levar ao colapso da economia americana, transformando o que poderia ser revertido em um ou dois anos em uma longa depressão."


Publicado no site do "G1" - SãoPaulo.
Quinta-feira, 30 de abril de 2009.




PEDIDO DE DESCULPAS – Gen Valmir Fonseca Azevedo Pereira





OBAMA: O ANTICRISTO E SEUS "TUTORES" SATANISTAS

Tuesday, September 30, 2008

FIM DE FESTA, O MUNDO ESTÁ À DERIVA!
































Quais as consequências da crise a longo prazo?
por William Waack

O texto de hoje é sobre a crise financeira internacional. Antes, porém, um recado aos leitores: esta secção do G1 é uma coluna que não é diária. Uma das características da atual crise é a rápida sucessão de eventos. Portanto, vou tentar me concentrar em aspectos que possam ser lidos nas próximas duas horas sem padecer de envelhecimento precoce.

Quais são as consequências político-sociais de longo prazo do cataclismo (sim, estamos diante de uma catástrofe)? Acho que vamos considerar 2008 como um ponto de inflexão, assim como 1929 acabou sendo consagrada como uma data que prenunciava importantes mudanças – ainda que o impacto mais forte da crise daquela época só atingisse as principais economias européias em 1934/5.

Especialmente os comentaristas europeus (franceses e alemães, em particular) assinalam o fim do "modo" anglo-saxônico de encarar os mercados financeiros. O argumento mais corrente é o de que as principais economias européias, muito mais reguladas que as dos Estados Unidos e Reino Unido, sofrerão menos com a crise.

O problema desse argumento são os fatos dos últimos dias: os principais governos europeus tiveram de socorrer instituições financeiras privadas com dinheiro público. O socorro prestado pelo governo alemão a uma das principais caixas hipotecárias do país irritou profundamente a própria comissão da União Européia (mas os Países Baixos tiveram de fazer o mesmo, praticamente na mesma hora).

Não, por favor, não leiam isto como uma prova de que "são todos os mesmos" (afinal, não é com dinheiro público que o governo americano quer salvar o sistema financeiro?). Nos países europeus, a presença do Estado na economia foi sempre vista de outra maneira do que nos Estados Unidos e Reino Unido. Sobretudo os social-democratas acham que os tempos mudaram – e por um período muito longo – a favor de sua tese favorita, e que se traduziu numa expressão alemã adotada também pelos conservadores: economia social de mercado, com forte presença dirigista do Estado. Nicholas Sarkozy, o "liberal" presidente francês, assinaria embaixo.

Há um debate entre os dois lados do Atlântico muito mais cultural do que ideológico sobre o papel de governos não apenas em situações de crise. Essa discussão está profundamente ligada aos problemas que a globalização apresenta também para as economias mais avançadas, e este provavelmente é um dos pontos mais negativos da atual crise: ela deve provocar uma onda irrefreável de protecionismo em nome da proteção de empregos e sobrevivência de instituições nacionais (bancos e empresas, por exemplo).

Curiosamente, os europeus levantam de novo as bandeiras de valores fundamentais da economia, como trabalho e poupança, contra o "estilo anglo-saxão" de tomar empréstimos e arriscar nos mercados de capital. É interessante notar que em sociedades de outros lugares do planeta (Japão, por exemplo) "trabalho" e "poupança" são valores bastante cultivados e nem por isso os japoneses escaparam de uma difícil situação econômica, e não faz muito tempo.

Os autores clássicos, especialmente os da Sociologia, costumam dizer que sem um arcabouço teórico dificilmente se entende os fatos correntes. É o que economistas dizem agora da atual crise. Robert Samuelson, por exemplo, argumenta que o "vácuo intelectual" a respeito de qual teoria econômica melhor explicaria a atual crise é que levou ao caos político no Congresso americano. Em outras palavras, não se previa – pelo menos do ponto de vista da teoria – o que viria acontecer. A principal delas: a falta de experiência em como estabilizar mercados financeiros.

Ligar diretamente em relação de causa-efeito mecânica o campo da economia e o da política é um tipo de sub marxismo que nada explica da realidade – é o departamento das verdades absolutas e respostas prontas, que apenas confundem. É difícil prever, portanto, como e se a atual crise, que promete ser longa e difícil, levará a consequencias políticas e onde.

Mas é possível dizer que no campo "cultural" do debate entre Estado e Mercado o pêndulo deve mover-se com força para o primeiro lado. Deve aumentar consideravelmente nossa (de novo, no campo "cultural") insegurança diante de um mundo no qual tudo parecia explicado, conectado, ajustado e, por tanto, controlável. É aquilo que, em alemão, chama-se "Kulturpessimismus" – a idéia de que, no fundo, não somos capazes de dar ordem e direção ao que queremos.

Não falo aqui do ponto de vista do investidor (os inteligentes saberão perceber no momento de crise também o momento da oportunidade). Falo do ponto de vista da experiência de sociedades que se julgavam acima de crises.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Segunda-feira, 29 de setembro de 2008, 21h45.




MOMENTO PARA O HUMOR

A ONU encomendou uma pesquisa de opinião em alguns países sobre o problema da fome no mundo, a pesquisa solicitava aos entrevistados que respondessem apenas esta única pergunta abaixo:

"Por favor, diga honestamente: Qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo?"

Porém, os resultados foram altamente desanimadores e a pesquisa um tremendo fracasso. Porque:

1 - Os europeus não entendiam o que significava "escassez".

2 – Os africanos não sabiam o que eram "alimentos".

3 – Os argentinos desconheciam o que queria dizer "por favor".

4 – Os americanos perguntaram o que significava "resto do mundo".

5 – Os cubanos solicitaram que lhes explicassem o que era "opinião".

6 – E os brasileiros, estão até hoje se perguntando qual é o significado de "honestamente".



"América Latina está gobernada por el Foro de Sao Paulo" - Antonio Sánchez García


A próxima crise americana – Olavo de Carvalho



Friday, September 12, 2008

O "czar" da banânia.










































Fomos coniventes com Evo Morales
por William Waack

A capacidade de Evo Morales e Hugo Chávez de tornarem as coisas difíceis para si mesmos e para o resto do continente é diretamente proporcional à incapacidade brasileira de convencê-los de que os caminhos “bolivarianos” levam apenas ao fracasso das economias, ao dissenso interno, à desestabilização política e a conflitos externos absolutamente desnecessários.

Curiosamente, é amplo consenso no Brasil que esses fenômenos – instabilidade econômica e política, conflitos externos – não nos interessam. Não há candidatos sérios à Presidência da República por aqui com plataformas sequer remotamente apegadas à quebra das instituições, rompimento de contratos de longo prazo, repúdio a dívidas, hostilidade a potências estrangeiras, nacionalização, estatização, perseguição de minorias, cerceamento da oposição ou destruição dos outros poderes.

É o que Evo Morales e Hugo Chávez fazem, diante de um governo brasileiro incapaz de articular nossa conduta em função dos nossos interesses de longo prazo. Que interesse podemos ter em vizinhos à beira da guerra civil, como a Bolívia? Que interesse podemos ter num vizinho que ressuscita a Guerra Fria no Caribe como maneira de promover a própria fanfarronice militar, como faz a Venezuela?

Cabe aqui uma pergunta central: qual a capacidade que o Brasil tinha de influenciar acontecimentos nos reinos de Evo Morales e Hugo Chávez? Muita, se tivessemos já há bastante tempo deixado suficientemente claro para ambos que à principal potência regional (o Brasil) não interessa a instabilidade que ambos promovem. É, sim, direito legítimo dos povos da Venezuela e da Bolívia de viver sob o regime político e econômico que bem entenderem.

Mas – e é nesse “mas” que reside nosso problema – não às custas de sacudir o resto. Pode o atual governo brasileiro olhar para a situação boliviana e dizer que se trata de um observador neutro, empenhado em promover algum tipo de conciliação interna baseada no compromisso e entendimento que as partes possam atingir? Claro que não. Fomos coniventes com Morales – “a coisa mais extraordinária” da América do Sul, segundo Lula.

Podemos nos dirigir a Chávez dizendo que, para o Mercosul (um projeto que nasceu não apenas para baixar tarifas aduaneiras), é contraproducente a fabricação de conflitos com outros centros de poder? Claro que não. Assistimos ao jorro de sandices verbais do desequilibrado presidente da Venezuela como se fosse um animador de auditórios – agora que ele não só compra aviões russos mas, também, trata de provocar infantilmente os Estados Unidos promovendo manobras militares com os russos nós vamos bater palmas, rir ou fazer de conta que nada está acontecendo?

Permitam-me aqui um parênteses. Na célebre crise dos mísseis de 1962 (quando Moscou instalou mísseis nucleares em Cuba), Fidel Castro, o maior inspirador de Chávez, foi o principal perdedor. Estados Unidos e União Soviética entenderam-se à revelia do ditador cubano. Não seria difícil imaginar que, na visão de mundo distorcida e peculiar de Chávez, ele talvez possa estar achando que será uma espécie de “vingador” da História, trazendo para a porta dos fundos dos EUA seu velho rival. Arrisca-se a ser, como Fidel, o principal perdedor.

Situações de política externa desfavoráveis aos interesses de um país não são cataclismos meteorológicos, surgidos do nada. Morales e Chávez precisaram ser cultivados, criados, tolerados, precisaram sentir-se livres para agir, incentivados a tentar e convencidos de que podem conseguir. Em momento algum sentiram-se impedidos pelo seu principal vizinho, o Brasil.

Quem os apóia e festeja esse tipo de panacéia retrógrada e perigosa tem motivos para celebrar. Para os interesses do Brasil os acontecimentos na Bolívia e na Venezuela são lamentáveis. Resta esperar que a realidade se imponha – algo que dirigentes ideologizados jamais se dignam a admitir. O preço será pago por um enorme e indesejado sofrimento das populações da Bolívia e da Venezuela.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Quinta-feira, 11 de setembro de 2008, 20h13.



11 de Setembro de 2001 - Não nos esqueçamos jamais!

General Raymundo Nonato: "Um grande ensinamento" - Editoria de Economia do jornal "O Dia Online".



O "czar" da banânia.

Friday, September 05, 2008

Palin, a "pitbull" caçadora de "raposas" comunistas!










































Sarah Palin "embaralha as cartas" da campanha eleitoral nos EUA.
por William Waack

Não é preciso concordar com o que diz Sarah Palin, a candidata republicana a vice-presidente dos Estados Unidos, para admitir que ela é a grande sensação da convenção republicana. No momento em que este texto foi enviado para publicação, o candidato a presidente, John McCain, ainda não havia falado – e arrisco-me a dizer que seu pronunciamento terá menos repercussão que as palavras pronunciadas pela companheira de chapa na véspera.

A pergunta que não cala desde a última sexta-feira é saber se Sarah acrescenta votos ou se atrapalha a campanha republicana, que parece bem menos organizada e agressiva do que a dos democratas, pelo menos até agora. Minha opinião é a de que ela acrescenta, e bastante, simplesmente pelo fato de ter embaralhado as cartas de forma, creio, irrecuperável.

A mensagem de Obama é a da mudança dos hábitos políticos num país cansado de "Washington" (aqui entendida a velha política)? Palin acusa Obama de fazer parte do clube que ele critica. É a mensagem dos democratas a proximidade com o sofrimento das classes médias americanas, as mais atingidas pela atual crise? Palin diz que ela vive ainda como uma mãe de família de classe média, enquanto Obama…

Palin soltou uma grande piada em seu discurso: a da diferença entre uma "hockey mom" (as mães que levam os filhos para a aula de esporte) e um pitbull. "É o batom", disse ela. A combinação aqui é perigosíssima, e boa parte da imprensa liberal (no sentido americano) e dos ativistas democratas já percebeu isso.

Ataca-se uma mulher como Palin, e o resultado é torná-la uma vítima de machismo, sexismo, preconceito, etc. Dá-se as costas a ela, e você sai com uma bela mordida no traseiro. O de Obama deve estar ardendo: Palin o atacou como nem mesmo Hillary Clinton tivera a audácia de fazê-lo. Ela não poupou sequer a mulher de Obama, Michelle.

Quando falo que Palin embaralhou as cartas, refiro-me também ao fato de que ela mudou para as próximas nove semanas os argumentos mais esgrimidos até agora entre os contendores – a saber: a) quem é mais experiente para conduzir o país; b) quem traz mudanças nos hábitos políticos; c) quem sabe melhor o que acontece com o americano médio; d) quem conserta a economia.

A chapa McCain-Palin reinventou-se como corajosa e competente não por abordar temas específicos, mas, ao contrário, por arriscar falar sem se importar com as consequencias políticas. Palin atacou boa parte da chamada "grande" imprensa americana acusando-a de preconceito em relação a alguém, como ela, que não era conhecida nos coquetéis frequentados por políticos e jornalistas bem informados em Washington.

Mas ironia, sarcasmo e bom humor são componentes de discursos bem organizados para um público escolhido quando o jogo é em casa (o caso da convenção republicana). É difícil calcular o quanto Palin aguentará no mesmo ritmo as próximas nove semanas, especialmente quando ela não for mais novidade alguma. A eleição não está perdida para os democratas, mas Obama-Biden estão longe ainda de ter garantido a vitória.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Quinta-feira, 04 de setembro de 2008, 19h17.



A foto abaixo é dedicada ao blogueiro de VEJA, Reinaldo Azevedo,
pelo seu bem humorado artigo "Sexo é política"










































Raw Data: Sarah Palin Remarks at GOP Convention - Sharon Kehnemui Liss.



Palin, a "pitbull" caçadora de "raposas" comunistas!

Friday, August 29, 2008

McCain & Palin: Simply the best choice!

Foto: Sarah Palin, Governadora do Alasca e candidata a vice de John McCain.









































O apelo eleitoral de Sarah Palin
por William Waack

A escolha feita por John McCain de uma jovem (para os padrões políticos) governadora como companheira de chapa foi um extraordinário feito político dos republicanos. Transformou mesmo em coisa da história o discurso da véspera feito por Barack Obama – do qual boa parte da imprensa instantânea parou de falar 12 horas depois dele ter sido chamado de “histórico”.

Aos 72 anos de idade, John McCain não é exatamente um triatleta. Ao contrário, sempre se comentou que tão importante quanto o candidato republicano seria saber qual seu vice. E que vice! Uma “hockey mom”, como a própria governadora Sarah Palin se define: uma dessas mães de subúrbio (lá, subúrbio tem outra conotação), que levam as crianças de tarde para o treino do time de hockey. E vão torcer pela prole no domingo – depois da igreja, claro.

Se houvesse um rosto da americana típica de classe média, e um jeito de falar também, seria o de Sarah Palin. É óbvio que ela tem apelo eleitoral até para as democratas que continuam infelizes pelo fato de Hillary Clinton não ter sido escolhida sequer a vice de Obama. Ela é arquiconservadora em questões morais e sociais, o que fala também a um grande número de eleitores americanos.

E, se Obama é o “candidato mensagem”, Palin dá à campanha dos republicanos um inesperado ar de jovialidade. Foi uma brilhante tacada política. O nome do qual mais se falava até agora para vice era o do empresário-governador Mitt Romney – competente, bem sucedido, monótono. Até McCain tinha um sorriso meio bobo quando anunciou Sarah Palin – sorriso de velho quando ganha elogio de mulher muito mais nova.

O discurso de aceitação de Obama foi até agora o mais importante de sua carreira, mas faltou a ele o típico carisma com que encantou muita gente durante as primárias. Obama tinha de mostrar os dentes e, desta vez, não era para sorrisos. Foi duro e contundente nos ataques a Bush e McCain – algo pelo qual os democratas imploravam. E fez pelo menos duas promessas retumbantes, de difícil realização, e pelas quais será cobrado.

Primeira promessa: acabar em dez anos com a dependência americana do petróleo do Oriente Médio. Talvez seja o objetivo estratégico mais importante formulado por um chefe de governo americano desde a política de contenção da União Soviética no início da Guerra Fria, e já lá se vão uns 60 anos (o “star wars” de Reagan foi a continuação dessa política). Tem um subproduto interessante: o reconhecimento que é melhor retirar-se de um lugar onde os conflitos parecem mesmo intratáveis.

Segunda promessa: reduzir impostos para 95% das famílias de classe média. A principal dificuldade em reduzir impostos reside no fato, reconhecido pelo próprio Obama no discurso de quinta à noite, de que ele precisa financiar programas sociais, programas de investimento em infraestruturas e, conforme prometeu também, manter equilíbrio fiscal. Conciliar tudo isso requer extraordinário senso de equilíbrio, visão de longo prazo e articulação política.

Faltam 67 dias para as eleições americanas e elas parecem em aberto. São as mais fascinantes para pelo menos três gerações. O eleitorado americano – e o mundo, pode-se dizer, dadas as conseqüências das decisões que são tomadas nos Estados Unidos, gostemos delas ou não – está diante de escolhas reais. E não é fácil decidir entre uma e outra.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Sexta-feira, 29 de agosto de 2008, 14h20.



Contra a demarcação: Coronel vê risco de surgir "nação étnica" na fronteira – Entrevista do Cel Fregapani à Folha de S. Paulo.



Sunday, July 13, 2008

Por enquanto Daniel "dança", prossegue a "matanza" de "carneiros". Meu Deus!
Quando daremos um BASTA a este "inferno" que "eles" nos conduziram?

Dúvida: "MERDA", agora começa com "P", de "PRESIDENTE"?








































Em perseguição, polícia diz ter matado jovem por engano no PR
Do Portal G1, em São Paulo

Carro de casal bateu acidentalmente em viatura e foi alvejado por dois agentes. Em nota, PM lamenta e informa que vai apurar os acontecimentos.

Uma jovem de 20 anos foi morta durante uma perseguição policial na madrugada deste domingo (13), no município de Porto Amazonas, distante cerca de 80 quilômetros de Curitiba. Policiais disseram ter confundido o carro em que ela estava com um amigo com o veículo que estava sendo perseguido.

De acordo com nota divulgada pela Polícia Militar, os agentes perseguiam um carro suspeito que já havia furado dois bloqueios nas cidades de Lapa (PR) e São Mateus do Sul (PR). Os fugitivos estavam em Porto Amazonas.

Durante a perseguição, o carro onde estava os jovens chocou-se com uma das viaturas e dois policiais desceram atirando. Segundo a nota, "no momento da colisão, eles acharam que se tratava de mais um integrante de uma possível quadrilha e que havia colidido intencionalmente com a viatura. A fim de pará-lo, efetuaram disparos contra o veículo."

Somente depois de atirarem, os policiais perceberam se tratar do carro ocupado pelo casal e que havia batido acidentalmente na viatura.

Segundo a Polícia Militar, Rafaele Ramos Lima estava no banco do passageiro e foi baleada na cabeça. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. O rapaz que dirigia o carro, Diogo Soldi, de 21 anos, levou um tiro de raspão e foi encaminhado para exames em um hospital de Curitiba.

Em nota, a Polícia Militar "lamenta profundamente os fatos ocorridos" e informa que pediu acompanhamento do Ministério Público Estadual na apuração dos acontecimentos.

Os dois policiais militares que atiraram no casal foram detidos e encaminhados para o Batalhão da PM em Ponta Grossa (PR). As armas também foram apreendidas e enviadas para a perícia.

Após o engano, equipes encontraram o provável veículo foragido, com placas de Curitiba, abandonado com pacotes de cigarros vindos do Paraguai.

Na nota, a PM informa que o objetivo é que "a apuração seja rigorosa e transparente" e que "o Comando Geral da Polícia Militar do Paraná e o Ministério Público acompanham de perto o desenrolar da investigação."


Publicado no "Portal G1".
Domingo,13 de julho de 2008, 16h40.





Dantas: "Vou contar tudo! Detonar!" – Bob Fernandes-Terra Magazine




Wednesday, May 14, 2008

Esses intrépidos homens voadores e suas máquinas maravilhosas.

Vídeo: Yves Rossy - A flight with JETMAN - 14/05/2008 - Alpes-Suiça


Click no botão PLAY (4) para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE (;), aguarde completar o carregamento e então pulse play.

Ex-militar passeia sobre Alpes suíços com engenhoca voadora
Do Portal G1

Yves Rossy saltou de um pequeno avião na região de Bex, na Suíça, para isso, usou uma asa com jatos e voou fazendo o formato do número oito no ar.

O ex-piloto militar da Suíça, Yves Rossy sobrevoou nesta quarta-feira (14/05/2008) os Alpes suíços com uma engenhoca que simula asas e o transforma em uma espécie de homem-pássaro. Conhecido como “homem fusão”, ele pula de pequenos aviões usando suas asas com jatos e voa fazendo diversas vezes o formato do número oito no ar. O salto desta quarta aconteceu na região de Bex, na Suíça.


Publicado no Portal G1.
Quarta-Feira, 14 de maio de 2008, 11h27.


Abaixo uma bela seqüência de fotos do bem sucedido vôo realizado hoje em Bex-Suiça, sendo
que na última foto vemos o próprio "Jet Man", o corajoso e talentoso Yves Rossy.

SINTA-SE COMO UM PÁSSARO! HONESTAMENTE, QUEM JÁ NÃO SONHOU COM ISSO?



































































































































































































































Obama ainda precisa mostrar quem é " – William Waack

Quem realmente é esse "Hussein"?










































Obama ainda precisa mostrar quem é
por William Waack

Mauren Dowd, talvez a mais ferina língua do colunismo político americano, inventou um jeito de Barack Obama punir Hillary Clinton por tudo o que ela disse dele na briga interna dos democratas. É só nomeá-la vice-presidente, sugeriu Dowd, no "New York Times".

Do jeito que ela é, continua a colunista, Hillary teria convulsões estomacais todo dia que acordasse pensando que é Obama, e não ela, o chefe de Estado americano. E se consolaria lembrando que 14 vice-presidentes americanos acabaram assumindo o posto.

Mas a brincadeira para a própria Dowd parou aí. Ela lembra que Obama não é o mesmo perto de Hillary – a agressividade, a tenacidade e a figura da oponente parecem paralisar um político, Obama, que demonstrou ser um excepcional encantador de públicos. Talvez tenha sido esse o principal "serviço" prestado por Hillary, ainda que involuntariamente, durante a campanha política.

Pois está claro agora que Obama tem de correr e dizer quem é – ainda que a gente possa se perguntar: nessa altura do campeonato, Obama precisa ainda dizer quem é? Precisa. A eleição nacional é completamente diferente da disputa entre os democratas, nas quais, por sinal, Hillary pareceu muito forte em relação a Obama justamente naqueles estados populosos que fazem a diferença entre republicanos e democratas na conta do voto nacional.

Hillary deixou bem evidente para a máquina de campanha eleitoral republicana os pontos nos quais Obama surge como figura vulnerável: ele precisa, por exemplo, começar a usar a bandeirinha americana espetada na lapela do paletó. Pode parecer ridículo ao público brasileiro, mas, para o americano, demonstrar patriotismo a cada segundo é fundamental para qualquer candidato.

Mais além das pesquisas de intenção de voto, os pesquisadores de comportamento eleitoral americano descobriram recentemente que 45% dos eleitores se identificam com os "valores de Obama" (assim mesmo, bem vago), mas 54% do eleitorado enxerga melhor os "valores de McCain"). Os republicanos têm condições, a partir da leitura desses resultados, de tentar uma campanha baseada em "valores", deixando de lado a situação da economia do país, que lhes é francamente desfavorável em termos políticos.

Vários comentaristas americanos vêm batendo nos últimos dias na mesma tecla: mesmo no recente caso das declarações sobre raça feitas pelo reverendo Jeremyah Wright, que Obama se apressou em repudiar, ficou um ar de dúvida se apenas a frase "entendo a situação dos negros americanos, assim como entendo a situação dos brancos americanos" é suficiente.

Quando os republicanos falam de "valores", ao que eles se referem, além de elementos claramente éticos e morais como casamento de pessoas do mesmo sexo ou aborto? A máquina eleitoral republicana fala principalmente de coisas como apego ao trabalho (em vez de programas de assistência patrocinados pelo estado), simpatia pelas vítimas de crime (em vez de "compreensão" pela situação social que levou alguém a ser um criminoso), proteção das fronteiras (em vez de tolerar a entrada de imigrantes ilegais).

Parte ou não apenas de um mito americano, há algo mais que o eleitorado nos Estados Unidos valoriza muito, e isso se chamaria aqui do apelo exercido pelas Forças Armadas e a projeção do poder americano (definido como imperial, decadente, ou o que o leitor quiser). O fato é que uma boa parte do eleitorado que tanto McCain quanto Obama querem conquistar considera essencial que um presidente não só fale duro, mas prometa agir duro em termos de política externa.

No fundo, o problema de Obama é não permitir que ele seja colocado, pelos republicanos, do lado errado daquilo que os comentaristas americanos chamam de "cultural devide" – a tênue linha a partir da qual o eleitorado que ele precisa conquistar (para vencer as eleições) o consideraria não confiável.

A vitória não está garantida para Obama. E muitos dos que se entusiasmaram com ele aqui no Brasil provavelmente ficarão decepcionados com o que ele, acredito, começará a dizer agora.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Segunda-feira, 12 de maio de 2008, 20h08.





PSICOPOLÍTICA E "CURA MENTAL" – Maria Lucia Victor Barbosa
 
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