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Thursday, November 06, 2008

O CÍRCULO SE FECHOU, JÁ TEMOS UM "LEVIATÃ"!










































TEMPOS OBÂMICOS (I)
por José Nivaldo Cordeiro

Quem manda no mundo? Responder a essa questão é responder ao essencial em ciência política. A vitória de Barack Obama é um emblema dos tempos e responde adequadamente à pergunta, embora seja verdade que quem manda no mundo não são os EUA. É só ver como a vontade do Estado norte-americano não é levada em conta em toda parte, a começar pela diplomacia brasileira. Mesmo no Iraque em guerra, onde rebeldes insistem em resistir. É bom que se diga desde logo essa verdade. Quem manda no mundo são os seguidores do socialismo, que obtiveram vitórias esmagadoras no mundo todo, inclusive agora com Obama nos EUA. Idéias é que mandam no mundo.

A esquerda mundial comemorou, com razão, a vitória do novo presidente. Ele é o ícone dessa gente que vê no Estado a alavanca para todos os problemas da humanidade. Os EUA vêm praticando políticas socialistas desde o início do século XX, quando socialismo lá era conhecido pela alcunha de progressismo, um irmão gêmeo do fascismo. Desde então a coisa tem piorado e apenas em momentos episódicos, como na Era Reagan, tentou-se reverter o processo. Em vão. O Legislativo já estava inteiramente tomado pela crença estatista, assim como a imprensa, a juventude universitária e a esmagadora maioria da opinião pública. A eleição de Obama foi uma mera conseqüência.

Claro, a crise econômica fez a sua parte nas eleições, chegando em um momento adequado para destruir qualquer pretensão eleitoral dos adversários. O problema é que a crise econômica que estamos vivendo é conseqüência direta do gigantismo estatal daquele país, fato que é revelado pelos mastodônticos déficits gêmeos, raiz primeira da crise. Ela deriva também de decisões alucinadas, como a de obrigar o sistema bancário a emprestar a clientes que, de antemão, sabia-se incapazes de pagarem suas dívidas, como no caso dos sub-prime. O estouro da bolha imobiliária era um fenômeno perfeitamente previsível.

A formidável onda inflacionária gerou a falsa prosperidade, cujo preço agora está sendo cobrado. Quando as informações de como funcionava o sistema de crédito vieram a público foi um espanto, tamanha a irresponsabilidade do que foi feito. A conclusão é bem simples: os EUA e o mundo precisam desesperadamente de estadistas que governem exatamente contra as idéias socialistas, pois elas não apenas não têm como resolver os graves problemas, como tendem a agravá-los rapidamente. O socialismo é um conjunto de crenças falsas sobre a realidade, sendo a primeira, e a mais importante, a promessa de abolição da lei da escassez e, junto com ela, a promessa de felicidade pela isenção impossível do trabalho duro e diligente que cada homem tem que realizar na sua existência. Obama prometeu precisamente isso. E vai querer concretizar a promessa. Se esse prognóstico for correto é certeza que a economia dos EUA entrará em parafuso, levando junto o mundo inteiro.

Mudança, o slogan tão repetido, é o que não houve. A estrutura de poder é que foi reforçada. Há muito os conservadores estão em decadência política. Obama, como Lula, é o homem-massa no poder. O socialismo é a crença típica do homem-massa. Governantes assim não conduzem as massas, são por elas conduzidos. Eles não têm como acordar de seu sono hipnótico e não têm como acordar as massas de suas ilusões. Esses governantes deixam-se levar pelos urros da multidão, sem saber muito bem o que fazer pelo simples fato de não compreenderem o real. O Estado é uma ferramenta para algumas coisas, mas não para outras. Mas esses novos príncipes passaram a vida toda se iludindo com falsas teorias e palavras de ordem do tipo "um outro mundo possível". O fato é que não há outro mundo, apenas este aqui, que deve ser compreendido para poder ser adequadamente governado.

Tentar abolir a lei da escassez é uma alucinação perigosa. Essa alucinação leva ao ativismo político. Decisões em série serão tomadas, desde a posse, seja para debelar a crise, seja para atender aos anseios da massa. A cada decisão que não vingar, a cada lei inútil promulgada, mais o ativismo crescerá. A explosão de violência poderá ser a verdadeira bolha que nos espera na curva da história, como já houve no passado. A guerra será sempre a solução final, a trazer a humanidade para a sua perversa condição, de criatura orgulhosa e incapaz de se enxergar no seu próprio tamanho.

Quem viver verá.

Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Quarta-feira, 05 de novembro de 2008.




TEMPOS OBÂMICOS (II)
por José Nivaldo Cordeiro

No artigo acima tentei mostrar que a idéia de mudança, associada à campanha do presidente eleito, é falsa, visto que Barack Obama é a expressão política mais acabada da radicalização da estrutura de poder instalada no Estado norte-americano. Foi essa estrutura de poder que gerou a crise atual. E qual é esta estrutura? Aquela que deposita no poder de Estado a esperança de que ele tenha as soluções para todos os problemas humanos, seja por medida legislativa, seja pela ação direta do ente estatal. Essa estrutura de poder determina a expansão continuada da oferta de moeda, dos gastos públicos e das ações militares. É nisso que essa gente acredita. Dominando a Casa Branca e o Congresso, os liberais esquerdistas poderão agora levar a sua pseudo política ao limite do possível.

Naquele artigo sublinhei a falsa crença de que seria possível, via ação estatal, suprimir a lei da escassez. Quero aqui sublinhar outras crenças, não menos perigosas e falsas. (O discurso sóbrio de Obama em Chicago foi apoteótico em face da platéia prostrada a seus pés. As imagens foram assustadoras, até gente como Colin Powell chorando. Fez-me lembrar de Hitler no seu auge, desprovido da fúria vingativa que portava o alemão. Hitler também invocou o efeito raça a seu favor. As manifestações populares por todo o mundo foram algo assombroso também, visto que o eleito nada tem a ver diretamente com africanos, europeus e asiáticos. As massas mundiais, de fato, identificam-se com a pessoa carismática do presidente eleito. Sóter, um salvador, é o que todos enxergam, em delírio alucinado. Mas ele não pode ser isso, é na verdade o oposto disso. Sua única e irredutível proposta é pôr o Estado a serviço dos apetites das massas, satisfazendo os dois vícios mais comuns, a preguiça e ócio. E prometendo o que não pode prometer: a eliminação do risco existencial. A decepção das massas será tão rápida quanto foi a sua adesão. O principio de realidade não tolera os sonhos. A crise está aí para ser enfrentada.)

Uma das questões práticas relevantes que Obama terá pela frente é a guerra no Iraque. Não consigo imaginar uma saída rápida e unilateral das forças expedicionárias que lá estão. Se assim for feito a guerra civil se instala de imediato e um confronto entre os xiitas iranianos e os sunitas sauditas será questão de dias. A presença norte-americana ali garante que esses brigões não briguem. A saída das forças dos EUA e o conseqüente conflito elevariam o preço do petróleo a números imprevisível, desestabilizando ainda mais a economia mundial. O preço em vidas também seria brutal. Isso obrigaria um retorno, mais caro e mais custoso, das forças que ora estão lá. E um retorno seria pior também porque o Irã teria que ser enfrentado e, com ele, talvez Rússia e China. Em resumo, uma saída rápida e unilateral seria algo tão estúpido como foi a política unilateral de desarmamento feita pela Inglaterra e EUA na década de Trinta do século passado.

Da mesma forma, não enfrentar a ameaça nuclear do Irã, em termos categóricos, é convite para que as forças israelenses o façam. Nesse cenário teríamos também um desastre do qual poderia se esperar qualquer coisa, até uma guerra mundial. Não é possível querer a paz omitindo-se das responsabilidades militares. Os clérigos que controlam o Irã só conhecem o argumento da força.

A necessidade de enfrentamento dos déficits públicos dos EUA, tanto o orçamentário como o da balança comercial, impõe o contrário de uma política expansionista: é preciso reduzir gastos e aumentar impostos. Obama foi eleito prometendo justamente o oposto. Na melhor das hipóteses ele se curvará ao princípio de realidade e fará o que precisa ser feito, mesmo ao preço de perder sua popularidade. Ainda não perdi as esperanças de que, por detrás do discurso populista, esconda-se alguém com vocação de estadista. Na pior hipótese tentará o salto para a frente, gastos alucinados bancados por emissão de moeda. O desastre viria em breve tempo.

Obama tem a simpatia de toda a gente, mas essa simpatia deveu-se a circunstâncias únicas, pela sua origem, sua cor e seu discurso. Sua promessa de paz e distensão mundial exigirá o oposto do que as multidões gostariam que viesse. Os governos europeus querem ter mais influência política, assim como Rússia, China e Japão. A equação não fecha. Poder anda de mãos dadas com responsabilidade. Não é possível tê-lo sem exercê-lo. Será interessante observar quais serão as opções tomadas por ele. Quaisquer que venham a ser desagradará muita gente. Só torço para que ele não dê as costas à realidade como ela é. Seria sua pior opção.

Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Quinta-feira, 06 de novembro de 2008.



José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br


"Good" morning Earth! Started the countdown! The "END" is black, but this was your choice.


GO McCAIN! YOU ARE AN AMERICAN SAILOR!



Monday, November 03, 2008

GO McCAIN! YOU ARE AN AMERICAN SAILOR!


Click na SETA ou no botão PLAY para iniciar o vídeo.

"I AM AN AMERICAN SAILOR!"


Hear my voice, America! Though I speak through the mist of 200 years, my shout for freedom will echo through liberty's halls for many centuries to come. Hear me speak, for my words are of truth and justice, and the rights of the humanity. For those ideals I have spilled my blood upon the world's troubled waters. Listen well, for my time is eternal -yours is but a moment. I am the spirit of heroes past and future.

I AM AN AMERICAN SAILOR!

I was born upon the icy shores at Plymouth, rocked upon the waves of the Atlantic, and nursed in the wilderness of Virginia. I cut my teeth on New England codfish, and I was clothed in southern cotton. I built muscle at the halyards of New Bedford whalers, and I gained my sea legs high atop mizzen of yankee clipper ships.

Yes, I am the American Sailor, one of the greatest seamen the world has ever known. The sea is my home and my words are tempered by the sound of paddle wheels on the Mississippi and the song of whales off Greenland's barren shore. My eyes have grown dim from the glare of sunshine on blue water, and my heart is full of star-strewn nights under the Southern Cross. My hands are raw from winter storms while sailing down round the Horn, and they are blistered from the heat of cannon broadside while defending our nation. I am the American Sailor, and I have seen the sunset of a thousand distant, lonely lands.

I AM AN AMERICAN SAILOR!

It was I who stood tall beside John Paul Jones as he shouted, "I have not yet begun to fight!" I fought upon the Lake Erie with Perry, and I rode with Stephen Decatur into Tripoli harbor to burn Philadelphia. I met Guerriere aboard Constitution, and I was lashed to the mast with Admiral Farragut at Mobile Bay. I have heard the clang of Confederate shot against the sides of Monitor. I have suffered the cold with Peary at the North Pole, and I responded when Dewy said, "You may fire when ready Gridley," at Manila Bay. It was I who transported supplies through submarine infested waters when our soldier's were called "over there." I was there as Admiral Byrd crossed the South Pole. It was I who went down with the Arizona at Pearl Harbor, who supported our troops at Inchon, and patrolled dark deadly waters of the Mekong Delta.

I am the American Sailor and I wear many faces. I am a pilot soaring across God's blue canopy and I am a Seabee atop a dusty bulldozer in the South Pacific. I am a corpsman nursing the wounded in the jungle, and I am a torpedoman in the Nautilus deep beneath the North Pole. I am hard and I am strong. But it was my eyes that filled with tears when my brother went down with the Thresher, and it was my heart that rejoiced when Commander Shepherd rocketed into orbit above the earth. It was I who languished in a Viet Cong prison camp, and it was I who walked upon the moon. It was I who saved the Stark and the Samuel B. Roberts in the mine infested waters of the Persian Gulf. It was I who pulled my brothers from the smoke filled compartments of the Bonefish and wept when my shipmates died on the Iowa and White Plains. When called again, I was there, on the tip of the spear for Operations Desert Shield and Desert Storm.

I AM AN AMERICAN SAILOR!

I am woman, I am man, I am white and black, yellow, red and brown. I am Jew, Muslim, Christian, and Buddhist. I am Irish, Filipino, African, French, Chinese, and Indian. And my standard is the outstretched hand of Liberty. Today, I serve around the world; on land, in air, on and under the sea. I serve proudly, at peace once again, but with the fervent prayer that I need not be called again. Tell your children of me. Tell them of my sacrifice, and how my spirit soars above their country. I have spread the mantle of my nation over the ocean, and I will guard her forever. I am her heritage and yours.

I AM AN AMERICAN SAILOR!

Original work by The U. S. Navy Band personnel. The music was written by MUCM Jeffrey Taylor and the words were written by MUCM Jere Wallace, both retired.


Mais mistério – Olavo de Carvalho



Saturday, November 01, 2008

Mas como é que pode, está todo mundo cego?






























Click AQUI para ver mais fotos da vida e carreira de John McCain, um Herói Americano.

Mais mistério
por Olavo de Carvalho

Enquanto os adeptos de Hillary Clinton denunciam que a derrama de títulos de eleitor falsos pela militância obamista não começou agora, mas já vem desde o tempo das eleições primárias (v. AQUI ), e enquanto o advogado Philip J. Berg recorre à Suprema Corte com o seu pedido de que a certidão de nascimento de Barack Obama seja divulgada para tirar as dúvidas quanto à nacionalidade do candidato (v. AQUI ), mais um mistério surge na vida do enigmático personagem. A certidão eletrônica publicada no site da sua campanha afirma que Obama nasceu em Honolulu, Havaí, em 4 de agosto de 1961, e quem quer que ouse contestar essa alegação é instantaneamente rotulado de louco, racista, difamador, etc. etc., até mesmo por alguns jornalistas republicanos. Acontece que, naquela data, a mãe de Obama, Stanley Ann Dunham, estava estudando na Universidade do Estado de Washington e morando num apartamento em Capitol Hill, Seattle, a 2.680 milhas de Honolulu.

Ann freqüentou a Universidade do Havaí nos seguintes períodos: outono de 1960, primavera de 1963, verão de 1966, outono de 1972, outono de 1974, primavera de 1978, outono de 1984 e verão de 1992. A de Washington, no outono de 1961, inverno de 1962 e de 1962. Os dados são respectivamente do Office of Admissions and Records da Universidade do Havaí e do Office of Public Records do Estado de Washington (v. AQUI ).

Se o local de nascimento de Obama já era duvidoso, agora a data também o é. A grande mídia, empenhada com desvelo materno em proteger Obama contra a revelação de quaisquer fatos que o desabonem, menospreza essas dúvidas como "intrigas da internet", fingindo ignorar que a internet é hoje um meio de difusão incomparavelmente mais confiável e mais respeitado do que os maiores jornais americanos. Estes continuam caindo como jacas maduras na escala da preferência popular. Um estudo da revista Editor & Publisher mostra que, em seis meses de 2008, comparados a igual período de 2007, só dois dos principais jornais americanos não tiveram sua circulação diminuída: O Wall Street Journal, conservador, e o USA Today, jornal mais de espetáculos e esportes que de política. E mesmo assim esses dois não cresceram além de 0,01 por cento. O New York Times caiu 3,58 por cento, o Washington Post 1,94 por cento, o Los Angeles Times 5,20 por cento, e assim por diante. O Los Angeles Times acaba de demitir mais 75 repórteres e o tradicional Christian Science Monitor desistiu de sua edição diária: virou semanário. Quem, na chamada "grande mídia", tem cacife para empinar o nariz ante o jornalismo eletrônico? Em matéria de público, nenhum jornal americano pode concorrer com o WND (World Net Daily) ou com o site de Rush Limbaugh.

Em 2000, quando conversei com Brent Bozell III, fundador do Media Research Center, ele previu que tudo isso ia acontecer caso os jornais não abdicassem do seu esquerdismo desvairado. Nas eleições de 2008, eles escolheram tornar-se mais esquerdistas ainda, apoiando Obama não só em artigos editoriais, o que é do seu direito, mas mediante a supressão de notícias contra o candidato democrata e a exploração abusiva dos menores detalhes prejudiciais à dupla McCain-Palin. Vejam a pesquisa do Project for Excellence in Journalism em Newsmax.com. Recomendo também dois artigos recentes sobre o assunto: "Media's Presidential Bias and Decline", de Michael S. Malone, (v. AQUI ), e "Would the Last Honest Reporter Please Turn On the Lights?", de Orson Scott Card (v. AQUI ). Malone é um veterano repórter de tecnologia da ABC News e Scott Card um romancista de sucesso, que viveu dois anos no Brasil como missionário religioso.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos no jornal "Diário do Comércio" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém um site em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias.
E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (Editorial).
Quarta-feira, 29 de outubro de 2008.



A porta da rua é a serventia da casa – Demóstenes Torres



Friday, October 24, 2008

AMÉRICA – SOB O DOMÍNIO DO MAL!

Foto: Barack Hussein Obama, islamita, comunista e demonista, precisa dizer mais?




































Candidato do medo
por Olavo de Carvalho

Obama promete desmantelar o sistema de defesa espacial, desacelerar o programa americano de pesquisas nucleares, transformar em derrota a vitória no Iraque, vetar a abertura de poços de petróleo.

Chamado de Messias pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de Meu Jesus pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: "Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura." Já pensaram se ele não avisasse? Qualquer que seja o caso, pelo menos um milagre confirmado ele já fez: é o primeiro candidato presidencial que obtém o aplauso de todos os inimigos dos EUA sem que isto desperte contra ele a menor desconfiança do establishment americano. Entre seus entusiastas, contam-se o Hammas, o presidente iraniano Ahmadinejad, Muammar Khadafi, Fidel Castro, Hugo Chávez e o canal de TV Al-Jazeera. Imagino o que aconteceria à candidatura de Franklin D. Roosevelt em 1932 se ele recebesse o apoio ostensivo de Josef Stalin, Adolf Hitler e Benito Mussolini.

É verdade que Obama promete desmantelar o sistema de defesa espacial dos EUA, desacelerar unilateralmente o programa americano de pesquisas nucleares, transformar em derrota a vitória no Iraque, vetar a abertura de poços de petróleo e oferecer carteiras de motorista e assistência médica gratuita aos imigrantes ilegais, aquele povinho patriota que quer transformar o Texas e a Califórnia em estados mexicanos. Mas, se você insinua que qualquer dessas coisas é um bom motivo para os comunistas e radicais islâmicos gostarem dele, a mídia em peso diz que você "passou dos limites" e é virtualmente culpado de crime de ódio.

Ahmadinejad declarou que a vitória do candidato democrata nas eleições dará o sinal verde para a islamização do mundo, Khadafi proclamou que Obama é um muçulmano fiel apoiado por milionários islamitas e Louis Farrakhan, aproveitando a onda de entusiasmo obamista, anunciou que a Nation of Islam, a sociedade secreta de radicais islâmicos que ele preside, há décadas funcionando em marcha lenta, está tendo "um novo começo" e logo estará operando de novo com força total. O sentido desses fatos é claro, mas notar isso é imoral: todo cidadão de respeito tem de jurar que o apoio vindo dos inimigos da América é apenas um equívoco da parte deles, já que Obama não lhes deu – oh, não! - o menor pretexto para que simpatizassem com ele. Insinuar qualquer convergência de interesses é imputar a Obama culpa por associação – uma perfídia carregada, evidentemente, de "subtons racistas".

Qualquer palavra mais dura contra o candidato negro é, aliás, apontada como prova de racismo, e a mínima sugestão de que haja nisso alguma chantagem racial é prova dupla. O próprio John McCain faz questão de manter o debate na esfera das idéias, frisando que o oponente é "um homem decente, do qual não há nada a temer." Essa declaração é involuntariamente irônica. A coisa que todo americano mais teme, hoje em dia, é alguém suspeitar que ele pensa mal de Barack Hussein Obama. Seguindo o exemplo do líder, a militância republicana capricha nas exibições de respeito e veneração à pessoa do adversário.

Um funcionário do escritório da campanha de McCain em Pompano Beach, CA, que colocou atrás de sua mesa um cartaz associando Obama a Marx e Hitler foi instantaneamente demitido. Um cidadão do Estado de Ohio, que fez umas perguntas mais duras ao candidato democrata sobre seu projeto de reforma fiscal, pagou caro pelo atrevimento. Teve sua vida particular vasculhada pelos repórteres e foi severamente criticado pelos crimes hediondos de trabalhar como encanador sem licença e de não ter pago uma multa de trânsito que recebeu no Arizona oito anos atrás. Isso dá uma idéia do zelo exasperado com que a grande mídia protege a imagem de Barack Obama. Samuel Wurzelbacher, ou Joe Encanador – o apelido pelo qual veio a ser nacionalmente conhecido -, tira da sua experiência a conclusão incontornável: "Quando você já não pode mais fazer perguntas a seus líderes, é uma coisa temível."

O temor não é somente psicológico. Vários militantes republicanos já foram surrados por obamistas, escritórios da campanha McCain em vários estados foram invadidos e destruídos, e só a ação da polícia impediu, a tempo, que centenas de agitadores obamistas bem treinados, armados de coquetéis Molotov, queimassem os ônibus que se dirigiam à Convenção Republicana em St. Paul (mesmo assim os remanescentes fizeram um belo estrago).

Quando um candidato usa de métodos terroristas e ao mesmo tempo o establishment decreta que chamá-lo de terrorista é o suprassumo da demência, está claro que esse candidato tem direitos ilimitados. Ele pode receber 63 milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior, e nada de mau lhe acontecerá por isso. Uma ONG que o apadrinha pode fazer uma derrama de títulos de eleitor falsos em treze estados, e ai de quem sugira que ele tem alguma culpa no caso. Em compensação, McCain foi acusado de violência verbal criminosa pelo simples fato de mencionar a ligação arquicomprovada de Obama com William Ayers.

Uma passeata em favor de McCain-Palin, em Nova York, foi recebida com toda sorte de xingamentos e ameaças. Como, em contrapartida, nenhuma violência se observasse contra os militantes obamistas, foi preciso inventar que, num comício de Sarah Palin, alguém gritou Kill him! ao ouvir o nome de Obama. A polícia examinou cuidadosamente as gravações do encontro e concluiu que ninguém gritou nada disso. Outro fator intimidante é a superioridade econômica. A campanha de Obama recolheu nada menos de 605 milhões de dólares em contribuições. Para cada anúncio de McCain, saem quatro de Obama. Mais avassaladora ainda é a propaganda gratuita fornecida ao candidato democrata pela grande mídia.

Até o momento, o único jornal de certa importância que noticiou o processo movido pelo advogado democrata Philip Berg contra Obama foi o Washington Times - nominalmente republicano –, que no entanto classifica as dúvidas quanto à nacionalidade de Obama como meros "rumores da internet" e, aludindo ao processo só nas linhas finais, como se fosse apenas um rumor a mais, se omite de informar que Obama, em vez de apresentar sua certidão de nascimento como solicitado pelo queixoso, preferiu lançar mão de uma complexa argumentação jurídica para se esquivar de fazê-lo. O segundo processo, aberto no estado de Washington, não é nem mencionado.

As maiores empresas de jornais e canais de TV protegem o candidato democrata não somente contra seus adversários, mas contra ele próprio. Atos ou declarações dele que possam mostrá-lo a uma luz desfavorável são cuidadosamente omitidos. Em toda a grande mídia americana não se encontrará uma só palavra sobre a longa carreira de Obama como militante abortista, muito menos sobre a única atividade importante desenvolvida por ele no plano internacional: a campanha montada, com dinheiro público, para elevar ao poder no Quênia o agitador anti-americano e pró-terrorista Raila Odinga, culpado de ordenar o assassinato de mais de mil de seus opositores políticos e de conspirar com líderes muçulmanos para impingir a religião islâmica a uma nação de maioria cristã.

Obama não somente ajudou Odinga com dinheiro dos contribuintes americanos e abriu contatos para ele no Senado, mas fez comícios em favor dele no Quênia. Se algo mostra a verdadeira natureza dos compromissos internacionais do candidato democrata, é esse episódio – mas até a FoxNews se omite de tocar no assunto.

Por aqui, todo mundo diz que a vitória de Obama é certa. A mim me parece que, mesmo se perdesse as eleições, Obama seria um vencedor. O partido de seus adversários já estava de joelhos no momento em que, em vez de um conservador autêntico, escolheu como candidato um típico liberal republican, promessa garantida, caso eleito, de um governo fraco, subserviente aos críticos, exatamente como o foi o de George W. Bush.

A esse primeiro desatino seguiu-se outro pior: a partir do instante em que os republicanos, em vez de abrir mil processos como o de Philip Berg, aceitaram como adversário eleitoral legítimo e decente um candidato sem nacionalidade comprovada, com uma biografia nebulosa e repleta de mentiras flagrantes, ajudado e subsidiado pelos mais odientos inimigos do país, ficou claro que haviam abdicado de todo sentimento de honra e consentido em legitimar uma farsa. Se perderem as eleições, eles merecerão tantas lágrimas quanto aqueles que preferiram antes deixar Lula conquistar a presidência do Brasil do que contar o que sabiam sobre o Foro de São Paulo.

Quanto à campanha de Obama, seu perfil é claro. O amálgama de promessas utópicas, propaganda avassaladora, beatificação psicótica do líder, apelo racial, controle da mídia e intimidação sistemática do eleitorado é idêntico nos mínimos detalhes à estratégia eleitoral de Hitler em 1933, mas para dizer isso em público – ou mesmo conscientizá-lo em voz baixa – é preciso mais coragem do que se pode esperar do eleitor médio hoje em dia.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos no jornal "Diário do Comércio" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém um site em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias.
E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (Opinião).
Quinta-feira, 23 de outubro de 2008, 22h05



JORNAL NACIONAL = MINISTÉRIO DA PROPAGANDA PETISTA
(NÃO ACREDITE NA GLOBO, SÃO TOTALMENTE VENAIS, PLIM, PLIM).

VEJA NESTE VÍDEO DO QUE É CAPAZ A REDE GLOBO E SEUS APRESENTADORES.
ELES TOPAM TUDO POR DINHEIRO, VENDEM ATÉ A ALMA PARA O DIABO!




Podem incluir na relação da mídia safada e mentirosa os jornalões "Folha de S. Paulo", "O Estado de S. Paulo", "O Globo", "Jornal do Brasil", "Correio Braziliense", "O Estado de Minas Gerais", etc. E mais ainda: "IBOPE", "Datafolha", "CNT" e outras merdas do mesmo naipe.


ESSES NOJENTOS, VÃO PAGAR CARO, NÃO PERDEM POR ESPERAR!

Vídeo originalmente exibido no blog "DOIS EM CENA".


Morrendo por delicadeza – Olavo de Carvalho

Os desacertos da polícia paulista – Editorial do Jornal do Brasil



Thursday, October 23, 2008

Obama: Uma farsa intocável!










































Morrendo por delicadeza
por Olavo de Carvalho

Até o último debate, a única denúncia séria que a dupla McCain-Palin fez contra Barack Obama foi a de sua longa associação com o terrorista William Ayers. Nenhuma resposta à mentira escabrosa de que Obama não tinha nada a ver com a Acorn, responsável pela maior inundação de títulos de eleitor falsos já registrada na história americana. Nem uma palavra sobre os milhões de dólares em contribuições estrangeiras ilegais, sobre a onda de agressões e intimidações a militantes republicanos, sobre os favores prestados com dinheiro público ao vigarista sírio Tony Resko e ao genocida queniano Raila Odinga, e muito menos sobre as piruetas jurídicas com que Obama tem escapado de exibir qualquer outra prova de que é, como diz, cidadão americano nato.

A polidez mórbida dos candidatos republicanos, que raia a cumplicidade passiva pura e simples (no melhor estilo Chuchu e Serra), já irritou seus eleitores ao ponto de muitos deles explodirem em recriminações contra McCain durante um comício no Missouri. Provocando-os ainda mais, ele respondeu que Obama era "um homem decente, do qual não há nada a temer". O velho soldado parece ter renunciado à luta, preferindo antes perder com espírito esportivo do que manchar a imagem sacrossanta do seu opositor.

No entanto, a vanguarda obamista não concede a McCain nem mesmo o direito de dizer o pouco que disse. A simples menção ao caso Ayers foi condenada unanimemente pela cúpula democrata e pela grande mídia – entidades cada vez mais indiscerníveis – como "terrorismo verbal", "campanha de ódio" e até instigação ao assassinato do Messias esquerdista. O fato de que Obama mentisse, e de que as suspeitas de cumplicidade com Ayers tivessem acabado se comprovando integralmente, foi preterido em favor das regras de etiqueta, válidas aliás só para as ligações perigosas de Obama, não para os problemas de família de Sarah Palin, decerto mais decisivos para a segurança nacional americana.

Na análise do debate, na FoxNews, quem disse a coisa certa foi Mary Anne Marsh, estrategista do Partido Democrata: o decisivo não são as promessas de campanha, mas a confiança que os candidatos inspiram no eleitorado. Não é uma questão de programa de governo, é uma questão de empatia e de currículo. No primeiro quesito, McCain e Obama empatam, o primeiro pelo jeitão paternal e por ser herói de guerra, o segundo pela voz e pelo jogo de cena. É no currículo que McCain tem uma superioridade arrasadora, mas para evidenciá-la seria preciso mostrar a nulidade das credenciais do oponente, e isto foi precisamente o que ele não quis fazer. A Obama não falta somente experiência: falta uma biografia confiável, falta até mesmo uma nacionalidade definida. Ninguém sabe realmente quem ele é. Ostentador e esquivo, exibido e cheio de segredos, o homem refugia-se num suposto direito à privacidade para omitir-se de exibir sua certidão de nascimento, seu histórico escolar, seus registros médicos ou qualquer documento capaz de corroborar o passado do qual se pavoneia em "Dreams of my father". O próprio livro, que lhe rendeu a fama de literato, é de autoria incerta: o exame estilístico de seus escritos anteriores – grosseiros e pueris – mostra que coisa tão boa não pode ter sido obra dele (o ghost writer, dizem, foi William Ayers). Nunca se viu tamanho mistério em torno de um postulante à Presidência americana. Na comparação, a biografia de McCain é um exagero de transparência. Bastaria o candidato republicano dizer isso, e seu oponente estaria liquidado por nocaute. Mas a chantagem racial parece ter imposto aos adversários de Obama a obrigação indeclinável da piedade suicida, reservando a ele o direito de nunca ser cobrado por seus atos. Tal como aconteceu com Lula em 2002 e 2006 (a técnica é mundialmente padronizada), todos se inibem de atirar a verdade na cara do menino pobrezinho, tão discriminadinho, coitado.

A história da direita, no norte e no sul do Novo Mundo, resume-se no verso de Rimbaud: "Par délicatesse j’ai perdu ma vie."


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no "Jornal do Brasil" (Opinião).
Quinta-feira, 23 de outubro de 2008.




Os desacertos da polícia paulista – Editorial do Jornal do Brasil



Thursday, October 09, 2008

OBAMA: MENTIRAS E FALSIFICAÇÕES











































Silêncio e Mistério
por Olavo de Carvalho

Depois do pedido de dispensa com que se esquivaram de entregar à corte a certidão de nascimento de Barack Obama (v. meu artigo anterior AQUI), os advogados do candidato democrata armaram esta semana uma segunda manobra protelatória, solicitando que qualquer nova ordem judicial para a exibição do documento seja sustada até a decisão do juiz quanto àquele pedido. O processo foi aberto em 15 de setembro pelo advogado democrata Philip Berg porque a direção nacional do seu partido, desobedecendo o Freedom of Information Act (Lei de Liberdade de Informação, que assegura aos cidadãos o acesso a documentos publicamente relevantes), recusou mostrar-lhe um original impresso, que Berg exigia por suspeitar que a versão eletrônica publicada pela campanha de Obama era forjada, como o asseguravam peritos judiciais consultados.

Mais estranhamente ainda, o Departamento de Estado e a administração do Senado Federal, alertados quanto à possível falsidade da certidão eletrônica, não quiseram investigar o assunto. Berg ficou ainda mais desconfiado quando, comparando as declarações de adeptos e familiares de Obama, notou que o Messias democrata parecia ter realizado o milagre de nascer simultaneamente em dois hospitais (v. AQUI).

Tantos esforços para fugir à exibição de um documento banal sugerem que realmente ele não existe, que Obama nunca foi cidadão americano e que sua possível eleição à Presidência será seguida de uma crise política horrososa, com metade do país pedindo a cabeça do mandatário ilegítimo, a outra metade clamando histericamente contra o "golpe" e exigindo que a Constituição seja sacrificada no altar da fé obâmica um resultado até mais delicioso, para os inimigos dos EUA, do que a simples eleição do presidente americano mais esquerdista de todos os tempos.

Mais esquerdista e mais misterioso. Além de sua nacionalidade duvidosa e de inúmeros episódios comprometedores da sua biografia, sonegados à população pela grande mídia (ajuda recebida de terroristas, troca de favores com o estelionatário Tony Resko, intervenções diretas na política do Quênia em favor do genocida e agitador anti-americano Raila Odinga), resta o fato de que Barack Hussein Obama, por motivos incertos e não sabidos, usa também os nomes de Barry Obama, Barry Sotero, Barrack Dunham e Barry Dunham.

Para complicar, Jerome Corsi, o repórter do World NetDaily enviado ao Quênia para esclarecer as passagens nebulosas de Obama pelo país, foi preso pela polícia local e enviado de volta aos EUA. Se o muro de silêncio erguido no Brasil em torno do Foro de São Paulo foi várias vezes furado pelos jornais de outras nações latino-americanas, o círculo mágico de proteção em torno da identidade de Barack Obama parece ser tão global quanto o imposto que ele quer fazer a humanidade pagar à ONU.

Mesmo os candidatos republicanos, com evidente prejuízo eleitoral próprio, guardam respeitoso silêncio quanto ao processo que corre contra seu adversário na Pensilvânia e, quando mencionam outros fatos indecorosos da sua carreira, como o fez Sarah Palin dias atrás, amortecem a denúncia com termos vagos e genéricos, que antes servem para irritar o eleitorado obamista do que para fazê-lo enxergar o tamanho da encrenca em que, segundo tudo indica, está se metendo ao confiar num desconhecido que se esmera em encobrir seu passado.

Até o próprio WorldNet Daily, o mais intransigentemente conservador entre os grandes sites de jornalismo, só noticiou o processo no último dia 6, com atraso formidável. Por esses detalhes vocês vêem o quanto é falsa a noção, diariamente reiterada pela mídia nacional, de que a reputação do ilibado Obama está sob cerrado bombardeio da campanha McCain. O arquiprotegido Obama passa bem, obrigado. Sarah Palin é que já virou até personagem de filme pornô.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos no jornal "Diário do Comércio" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém um site em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias.
E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no "Jornal do Brasil" (Opinião).
Quinta-feira, 09 de outubro de 2008.


VIDEO: BARACK OBAMA AND THE TERRORIST WILLIAM AYERS


Mantega defende ''uso criativo'' das reservas internacionais – Celia Froufe (O Estado de S. Paulo)



Monday, September 29, 2008

"Depois de ter dado abrigo ao mal, ele não mais pedirá que você acredite nele."
(Franz Kafka)










































A próxima crise americana
por Olavo de Carvalho

Para fins de destruição dos EUA, colocar Obama na presidência é um grande avanço, mas a crise constitucional que pode se seguir à declaração da sua inelegibilidade retroativa é melhor ainda.

Jamais se vasculhou o passado de alguém com tanta ânsia de encontrar crimes e vergonhas como a grande mídia tem vasculhado a vida de John McCain e Sarah Palin. Até o momento, tudo o que se encontrou foi uma garota que transou com o namorado, um policial demitido em circunstâncias um tanto deprimentes e um assessor de campanha que teria sido bem remunerado por Fannie Mae e Freddie Mac. E, destas três miseráveis picuinhas, nada se provou de ilegal quanto à segunda e a terceira se revelou absolutamente falsa: o sujeito já havia se demitido da sua firma de advocacia quando ela começou a trabalhar para os gigantes falidos.

Em compensação das atenções universais voltadas obsessivamente para essas antinotícias, nada ou quase nada se vê no New York Times ou na CNN – muito menos na mídia brasileira – sobre os fatos simplesmente escabrosos da biografia de Barack Hussein Obama – biografia tão repleta de lances comprometedores que não é possível contá-la, mesmo no estilo mais frio e comedido, sem dar a impressão de campanha difamatória. Nada desse calibre existe contra Sarah Palin ou John McCain. Nenhum dos que falam contra eles pôs a cabeça em risco, transformando as acusações em processo judicial. E olhem que as imputações do alegado companheiro de farras são o que há de mais brando e insignificante no currículo negativo de Obama.

Infinitamente mais sério é o processo por falsidade ideológica que corre contra ele num tribunal da Pensilvânia.

Não foi movido por nenhum republicano fanático, mas por um conhecido militante democrata e antibushista, o advogado Phillip Berg. A petição inicial do processo vem anexada de várias peritagens que demonstram ser falsa a certidão de nascimento divulgada pela campanha de Barack Obama para provar sua cidadania americana. O que está em jogo não é somente a possível inelegibilidade do candidato, mas, independentemente disso, a sua condenação como falsificador de documento público. Berg solicitou que o tribunal apressasse a intimação do réu, por um motivo muito simples: se esta questão não for resolvida logo, e Obama vier a ser eleito, os EUA estarão metidos na maior crise constitucional da sua história. O presidente legalmente eleito não só terá de ser declarado inempossável, mas irá direto da glória para a cadeia. O eleitorado de Obama, após o monstruoso investimento emocional num candidato cuja biografia desconhece quase por completo, ficará naturalmente enfurecido e acusará a justiça americana de golpe. O país terá de escolher entre a Constituição e a paixão obâmica. Se escolher a primeira, estará dividido por uma fronteira de ódio insanável. Se escolher a segunda, terá, de um só lance, abdicado de toda a sua história, de todos os seus valores e de toda a sua dignidade no altar de um capricho de seus inimigos.

Como a carreira e a projeção de Barack Obama são obviamente uma criação de forças antiamericanas conjugadas - coisa que pode ser demonstrada facilmente pelas fontes do seu financiamento -, creio que aí se pode encontrar uma explicação bastante razoável para o desinteresse aparente com que o Partido Democrata tem tratado essa bomba-relógio destinada a explodir dentro de algumas semanas. Para fins de destruição dos EUA, colocar Obama na presidência é um grande avanço, mas a crise constitucional que pode se seguir à declaração da sua inelegibilidade retroativa é melhor ainda. Não tenho a menor dúvida de que os criadores do personagem Barack Obama estão perfeitamente conscientes do processo e da absoluta impossibilidade de contorná-lo.

As atitudes independentes e até insolentes tomadas nos últimos dias pelo candidato vice-presidencial Joe Biden são um sinal, discreto mas revelador, de que talvez os engenheiros do fenômeno Obama não contem tanto com usá-lo como presidente dos EUA, mas apenas como vírus para gerar a crise e dividir a nação por um conflito que ela não pode suportar.

Acoisa é tão grave que a própria campanha McCain-Palin prefere encobri-la, continuando a fingir que não há nada de errado com a candidatura. Nunca houve, na história americana, um silêncio tão explosivo. Muito provavelmente McCain sabe da destruição iminente do seu adversário e não quer posar como diretor de cena do vexame espetacular que se prepara. Mesmo na hipótese de que alguém intimide Philip Berg e o obrigue a retirar o processo, nada impede que milhares de outros processos similares sejam abertos até a véspera das eleições ou - pior ainda - mesmo depois delas. Obrigar o país a escolher entre sua Constituição e um ídolo pop – com o risco de uma guerra civil no primeiro caso e da completa desmoralização no segundo - parece mesmo uma piada demoníaca. Se os dois partidos fazem de conta que não sabem de nada é porque estão conscientes do inevitável.

No último dia 24, fim do prazo para responder ao processo de inelegibilidade movido por Berg, Barack Obama não respondeu nada: apresentou um pedido de dispensa (motion for dismissal), típico recurso embromatório que, em geral, só torna o réu mais suspeito ainda.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos no jornal "Diário do Comércio" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém um site em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias.
E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio" (editorial).
Domingo, 28 de setembro de 2008, 22h35.



Uma Singela referência aos "Ustra" – Gen Valmir Fonseca Azevedo Pereira



Friday, September 05, 2008

Palin, a "pitbull" caçadora de "raposas" comunistas!










































Sarah Palin "embaralha as cartas" da campanha eleitoral nos EUA.
por William Waack

Não é preciso concordar com o que diz Sarah Palin, a candidata republicana a vice-presidente dos Estados Unidos, para admitir que ela é a grande sensação da convenção republicana. No momento em que este texto foi enviado para publicação, o candidato a presidente, John McCain, ainda não havia falado – e arrisco-me a dizer que seu pronunciamento terá menos repercussão que as palavras pronunciadas pela companheira de chapa na véspera.

A pergunta que não cala desde a última sexta-feira é saber se Sarah acrescenta votos ou se atrapalha a campanha republicana, que parece bem menos organizada e agressiva do que a dos democratas, pelo menos até agora. Minha opinião é a de que ela acrescenta, e bastante, simplesmente pelo fato de ter embaralhado as cartas de forma, creio, irrecuperável.

A mensagem de Obama é a da mudança dos hábitos políticos num país cansado de "Washington" (aqui entendida a velha política)? Palin acusa Obama de fazer parte do clube que ele critica. É a mensagem dos democratas a proximidade com o sofrimento das classes médias americanas, as mais atingidas pela atual crise? Palin diz que ela vive ainda como uma mãe de família de classe média, enquanto Obama…

Palin soltou uma grande piada em seu discurso: a da diferença entre uma "hockey mom" (as mães que levam os filhos para a aula de esporte) e um pitbull. "É o batom", disse ela. A combinação aqui é perigosíssima, e boa parte da imprensa liberal (no sentido americano) e dos ativistas democratas já percebeu isso.

Ataca-se uma mulher como Palin, e o resultado é torná-la uma vítima de machismo, sexismo, preconceito, etc. Dá-se as costas a ela, e você sai com uma bela mordida no traseiro. O de Obama deve estar ardendo: Palin o atacou como nem mesmo Hillary Clinton tivera a audácia de fazê-lo. Ela não poupou sequer a mulher de Obama, Michelle.

Quando falo que Palin embaralhou as cartas, refiro-me também ao fato de que ela mudou para as próximas nove semanas os argumentos mais esgrimidos até agora entre os contendores – a saber: a) quem é mais experiente para conduzir o país; b) quem traz mudanças nos hábitos políticos; c) quem sabe melhor o que acontece com o americano médio; d) quem conserta a economia.

A chapa McCain-Palin reinventou-se como corajosa e competente não por abordar temas específicos, mas, ao contrário, por arriscar falar sem se importar com as consequencias políticas. Palin atacou boa parte da chamada "grande" imprensa americana acusando-a de preconceito em relação a alguém, como ela, que não era conhecida nos coquetéis frequentados por políticos e jornalistas bem informados em Washington.

Mas ironia, sarcasmo e bom humor são componentes de discursos bem organizados para um público escolhido quando o jogo é em casa (o caso da convenção republicana). É difícil calcular o quanto Palin aguentará no mesmo ritmo as próximas nove semanas, especialmente quando ela não for mais novidade alguma. A eleição não está perdida para os democratas, mas Obama-Biden estão longe ainda de ter garantido a vitória.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Quinta-feira, 04 de setembro de 2008, 19h17.



A foto abaixo é dedicada ao blogueiro de VEJA, Reinaldo Azevedo,
pelo seu bem humorado artigo "Sexo é política"










































Raw Data: Sarah Palin Remarks at GOP Convention - Sharon Kehnemui Liss.



Palin, a "pitbull" caçadora de "raposas" comunistas!

Thursday, September 04, 2008

SPEECH BY SARAH PALIN: ON THE WAY TO VICTORY!



Click on the arrow or the PLAY button, to activate the video.

Raw Data: Sarah Palin Remarks at GOP Convention
by Sharon Kehnemui Liss

SARAH PALIN: Mr. Chairman, delegates, and fellow citizens, I will be honored to accept your nomination for vice president of the United States.

(APPLAUSE)

I accept the call to help our nominee for president to serve and defend America. And I accept the challenge of a tough fight in this election against confident opponents at a crucial hour for our country.

And I accept the privilege of serving with a man who has come through much harder missions, and met far graver challenges, and knows how tough fights are won, the next president of the United States, John S. McCain.

(APPLAUSE)

It was just a year ago when all the experts in Washington counted out our nominee because he refused to hedge his commitment to the security of the country he loves.

With their usual certitude, they told us that all was lost, there was no hope for this candidate, who said that he would rather lose an election than see his country lose a war. But the pollsters…

(APPLAUSE)

The pollsters and the pundits, they overlooked just one thing when they wrote him off. They overlooked the caliber of the man himself, the determination, and resolve, and the sheer guts of Senator John McCain.

(APPLAUSE)

The voters knew better, and maybe that’s because they realized there’s a time for politics and a time for leadership, a time to campaign and a time to put our country first.

(APPLAUSE)

Our nominee for president is a true profile in courage, and people like that are hard to come by. He’s a man who wore the uniform of his country for 22 years and refused to break faith with those troops in Iraq who now have brought victory within sight.

(APPLAUSE)

And as the mother of one of those troops, that is exactly the kind of man I want as commander-in-chief.

I’m just one of many moms who will say an extra prayer each night for our sons and daughters going into harm’s way. Our son, Track, is 19. And one week from tomorrow, September 11th, he’ll deploy to Iraq with the Army infantry in the service of his country.

My nephew, Casey, also enlisted and serves on a carrier in the Persian Gulf.

My family is so proud of both of them and of all the fine men and women serving the country in uniform.

(APPLAUSE)

(AUDIENCE: USA! USA! USA! USA! USA!)

So Track is the eldest of our five children. In our family, it’s two boys and three girls in between, my strong and kind- hearted daughters, Bristol, and Willow, and Piper.

(APPLAUSE)

And we were so blessed in April. Todd and I welcomed our littlest one into the world, a perfectly beautiful baby boy named Trig.

You know, from the inside, no family ever seems typical, and that’s how it is with us. Our family has the same ups and downs as any other, the same challenges and the same joys.

Sometimes even the greatest joys bring challenge. And children with special needs inspire a very, very special love. To the families of special-needs…

(APPLAUSE)

To the families of special-needs children all across this country, I have a message for you: For years, you’ve sought to make America a more welcoming place for your sons and daughters. And I pledge to you that, if we’re elected, you will have a friend and advocate in the White House.

(APPLAUSE)

And Todd is a story all by himself. He’s a lifelong commercial fisherman and a production operator in the oil fields of Alaska’s North Slope, and a proud member of the United Steelworkers union. And Todd is a world champion snow machine racer.

(APPLAUSE)

Throw in his Yup’ik Eskimo ancestry, and it all makes for quite a package. And we met in high school. And two decades and five children later, he’s still my guy.

(APPLAUSE)

My mom and dad both worked at the elementary school in our small town. And among the many things I owe them is a simple lesson that I’ve learned, that this is America, and every woman can walk through every door of opportunity.

And my parents are here tonight.

I am so proud to be the daughter of Chuck and Sally Heath.

(APPLAUSE)

Long ago, a young farmer and a haberdasher from Missouri, he followed an unlikely path — he followed an unlikely path to the vice presidency. And a writer observed, “We grow good people in our small towns, with honesty and sincerity and dignity,” and I know just the kind of people that writer had in mind when he praised Harry Truman.

I grew up with those people. They’re the ones who do some of the hardest work in America, who grow our food, and run our factories, and fight our wars. They love their country in good times and bad, and they’re always proud of America.

(APPLAUSE)

I had the privilege of living most of my life in a small town. I was just your average hockey mom and signed up for the PTA.

(APPLAUSE)

I love those hockey moms. You know, they say the difference between a hockey mom and a pit bull? Lipstick.

(APPLAUSE)

So I signed up for the PTA because I wanted to make my kids’ public education even better. And when I ran for city council, I didn’t need focus groups and voter profiles because I knew those voters, and I knew their families, too.

Before I became governor of the great state of Alaska…

(APPLAUSE)

… I was mayor of my hometown. And since our opponents in this presidential election seem to look down on that experience, let me explain to them what the job involved.

(APPLAUSE)

I guess — I guess a small-town mayor is sort of like a community organizer, except that you have actual responsibilities.

(APPLAUSE)

I might add that, in small towns, we don’t quite know what to make of a candidate who lavishes praise on working people when they’re listening and then talks about how bitterly they cling to their religion and guns when those people aren’t listening.

(APPLAUSE)

No, we tend to prefer candidates who don’t talk about us one way in Scranton and another way in San Francisco.

(APPLAUSE)

As for my running mate, you can be certain that wherever he goes and whoever is listening John McCain is the same man.

(APPLAUSE)

Well, I’m not a member of the permanent political establishment. And…

(APPLAUSE)

… I’ve learned quickly these last few days that, if you’re not a member in good standing of the Washington elite, then some in the media consider a candidate unqualified for that reason alone.

(AUDIENCE BOOS)

But — now, here’s a little newsflash. Here’s a little newsflash for those reporters and commentators: I’m not going to Washington to seek their good opinion. I’m going to Washington to serve the people of this great country.

(APPLAUSE)

Americans expect us to go to Washington for the right reason and not just to mingle with the right people. Politics isn’t just a game of clashing parties and competing interests. The right reason is to challenge the status quo, to serve the common good, and to leave this nation better than we found it.

(APPLAUSE)

No one expects us all to agree on everything, but we are expected to govern with integrity, and goodwill, and clear convictions, and a servant’s heart.

And I pledge to all Americans that I will carry myself in this spirit as vice president of the United States.

(APPLAUSE)

This was the spirit that brought me to the governor’s office when I took on the old politics as usual in Juneau, when I stood up to the special interests, and the lobbyists, and the Big Oil companies, and the good-old boys.

Suddenly, I realized that sudden and relentless reform never sits well with entrenched interests and power-brokers. That’s why true reform is so hard to achieve.

But with the support of the citizens of Alaska, we shook things up. And in short order, we put the government of our state back on the side of the people.

(APPLAUSE)

I came to office promising major ethics reform to end the culture of self-dealing. And today, that ethics reform is a law.

While I was at it, I got rid of a few things in the governor’s office that I didn’t believe our citizens should have to pay for. That luxury jet was over-the-top.

(APPLAUSE)

I put it on eBay.

(APPLAUSE)

I love to drive myself to work. And I thought we could muddle through without the governor’s personal chef, although I got to admit that sometimes my kids sure miss her.

(APPLAUSE)

I came to office promising to control spending, by request if possible, but by veto, if necessary.

(APPLAUSE)

Senator McCain also — he promises to use the power of veto in defense of the public interest. And as a chief executive, I can assure you it works.

(APPLAUSE)

Our state budget is under control. We have a surplus. And I have protected the taxpayers by vetoing wasteful spending, nearly $500 million in vetoes.

We suspended the state fuel tax and championed reform to end the abuses of earmark spending by Congress. I told the Congress, “Thanks, but no thanks,” on that Bridge to Nowhere.

(APPLAUSE)

If our state wanted to build a bridge, we were going to build it ourselves.

(APPLAUSE)

When oil and gas prices went up dramatically and filled up the state treasury, I sent a large share of that revenue back where it belonged: directly to the people of Alaska.

(APPLAUSE)

And despite fierce opposition from oil company lobbyists, who kind of liked things the way that they were, we broke their monopoly on power and resources. As governor, I insisted on competition and basic fairness to end their control of our state and return it to the people.

(APPLAUSE)

I fought to bring about the largest private-sector infrastructure project in North American history.

And when that deal was struck, we began a nearly $40 billion natural gas pipeline to help lead America to energy independence.

(APPLAUSE)

That pipeline, when the last section is laid and its valves are open, will lead America one step farther away from dependence on dangerous foreign powers that do not have our interests at heart.

The stakes for our nation could not be higher. When a hurricane strikes in the Gulf of Mexico, this country should not be so dependent on imported oil that we’re forced to draw from our Strategic Petroleum Reserve. And families cannot throw more and more of their paychecks on gas and heating oil.

With Russia wanting to control a vital pipeline in the Caucasus and to divide and intimidate our European allies by using energy as a weapon, we cannot leave ourselves at the mercy of foreign suppliers.

(APPLAUSE)

To confront the threat that Iran might seek to cut off nearly a fifth of the world’s energy supplies, or that terrorists might strike again at the Abqaiq facility in Saudi Arabia, or that Venezuela might shut off its oil discoveries and its deliveries of that source, Americans, we need to produce more of our own oil and gas. And…

(APPLAUSE)

And take it from a gal who knows the North Slope of Alaska: We’ve got lots of both.

(APPLAUSE)

Our opponents say again and again that drilling will not solve all of America’s energy problems, as if we didn’t know that already.

(LAUGHTER)

But the fact that drilling, though, won’t solve every problem is no excuse to do nothing at all.

(APPLAUSE)

Starting in January, in a McCain-Palin administration, we’re going to lay more pipelines, and build more nuclear plants, and create jobs with clean coal, and move forward on solar, wind, geothermal, and other alternative sources. We need…

(APPLAUSE)

We need American sources of resources. We need American energy brought to you by American ingenuity and produced by American workers.

(APPLAUSE)

And now, I’ve noticed a pattern with our opponent, and maybe you have, too. We’ve all heard his dramatic speeches before devoted followers, and there is much to like and admire about our opponent.

But listening to him speak, it’s easy to forget that this is a man who has authored two memoirs but not a single major law or even a reform, not even in the State Senate.

(APPLAUSE)

This is a man who can give an entire speech about the wars America is fighting and never use the word “victory,” except when he’s talking about his own campaign.

(APPLAUSE)

But when the cloud of rhetoric has passed, when the roar of the crowd fades away, when the stadium lights go out, and those Styrofoam Greek columns are hauled back to some studio lot…

(APPLAUSE)

… when that happens, what exactly is our opponent’s plan? What does he actually seek to accomplish after he’s done turning back the waters and healing the planet?

(APPLAUSE)

The answer — the answer is to make government bigger, and take more of your money, and give you more orders from Washington, and to reduce the strength of America in a dangerous world.

(AUDIENCE BOOS)

America needs more energy; our opponent is against producing it. Victory in Iraq is finally in sight, and he wants to forfeit. Terrorist states are seeking nuclear weapons without delay; he wants to meet them without preconditions.

Al Qaeda terrorists still plot to inflict catastrophic harm on America, and he’s worried that someone won’t read them their rights.

(APPLAUSE)

Government is too big; he wants to grow it. Congress spends too much money; he promises more.
Taxes are too high, and he wants to raise them. His tax increases are the fine print in his economic plan.

And let me be specific: The Democratic nominee for president supports plans to raise income taxes, and raise payroll taxes, and raise investment income taxes, and raise the death tax, and raise business taxes, and increase the tax burden on the American people by hundreds of billions of dollars.

(AUDIENCE BOOS)

My sister, Heather, and her husband, they just built a service station that’s now open for business, like millions of others who run small businesses. How are they…

(APPLAUSE)

How are they going to be better off if taxes go up? Or maybe you are trying to keep your job at a plant in Michigan or in Ohio…

(APPLAUSE)

… or you’re trying — you’re trying to create jobs from clean coal, from Pennsylvania or West Virginia.

(APPLAUSE)

You’re trying to keep a small farm in the family right here in Minnesota.

(APPLAUSE)

How are you — how are you going to be better off if our opponent adds a massive tax burden to the American economy?

Here’s how I look at the choice Americans face in this election: In politics, there are some candidates who use change to promote their careers, and then there are those, like John McCain, who use their careers to promote change.

(APPLAUSE)

They are the ones whose names appear on laws and landmark reforms, not just on buttons and banners or on self-designed presidential seals.

(APPLAUSE)

Among politicians, there is the idealism of high-flown speech- making, in which crowds are stirringly summoned to support great things, and then there is the idealism of those leaders, like John McCain, who actually do great things.

(APPLAUSE)

They’re the ones who are good for more than talk, the ones that we’ve always been able to count on to serve and to defend America.

Senator McCain’s record of actual achievements and reform helps explain why so many special interests, and lobbyists, and comfortable committee chairmen in Congress have fought the prospect of a McCain presidency from the primary election of 2000 to this very day.

Our nominee doesn’t run with the Washington herd. He’s a man who’s there to serve his country and not just his party, a leader who’s not looking for a fight, but sure isn’t afraid of one, either.

(APPLAUSE)

Harry Reid, the majority of the current do-nothing Senate…

(AUDIENCE BOOS)

… he not long ago summed up his feelings about our nominee. He said, quote, “I can’t stand John McCain.”

Ladies and gentlemen, perhaps no accolade we hear this week is better proof that we’ve chosen the right man.

(APPLAUSE)

Clearly, what the majority leader was driving at is that he can’t stand up to John McCain and that is only…

(APPLAUSE)

… that’s only one more reason to take the maverick out of the Senate, put him in the White House.

(APPLAUSE)

My fellow citizens, the American presidency is not supposed to be a journey of personal discovery.

(LAUGHTER)

(APPLAUSE)

This world of threats and dangers, it’s not just a community and it doesn’t just need an organizer.

And though both Senator Obama and Senator Biden have been going on lately about how they’re always, quote, “fighting for you,” let us face the matter squarely: There is only one man in this election who has ever really fought for you.

(APPLAUSE)

There is only one man in this election who has ever really fought for you in places where winning means survival and defeat means death. And that man is John McCain.

(APPLAUSE)

You know, in our day, politicians have readily shared much lesser tales of adversity than the nightmare world, the nightmare world in which this man and others equally brave served and suffered for their country.

And it’s a long way from the fear, and pain, and squalor of a six-by-four cell in Hanoi to the Oval Office.

But if Senator McCain is elected president, that is the journey he will have made. It’s the journey of an upright and honorable man, the kind of fellow whose name you will find on war memorials in small towns across this great country, only he was among those who came home.

To the most powerful office on Earth, he would bring the compassion that comes from having once been powerless, the wisdom that comes even to the captives by the grace of God, the special confidence of those who have seen evil and have seen how evil is overcome. A fellow…

(APPLAUSE)

A fellow prisoner of war, a man named Tom Moe of Lancaster, Ohio…

(APPLAUSE)

… Tom Moe recalls looking through a pinhole in his cell door as Lieutenant Commander John McCain was led down the hallway by the guards, day after day.

And the story is told, when McCain shuffled back from torturous interrogations, he would turn towards Moe’s door, and he’d flash a grin and a thumbs up, as if to say, “We’re going to pull through this.”

My fellow Americans, that is the kind of man America needs to see us through the next four years.

(APPLAUSE)

For a season, a gifted speaker can inspire with his words. But for a lifetime, John McCain has inspired with his deeds.

If character is the measure in this election, and hope the theme, and change the goal we share, then I ask you to join our cause. Join our cause and help America elect a great man as the next president of the United States.

Thank you, and God bless America. Thank you.

(EIGHT MINUTES OF UNINTERRUPTED APPLAUSE)

Notes:
GOP - Grand Old Party (Nickname for the Republican party in the United States)
PTA - Parent-Teacher Association (Name of a voluntary organization bringing together parents, teachers, and sometimes students)


Published in "FOXNews.com".
Wednesday, September 3, 2008.



CÂMARA DOS DEPUTADOS TENTA MOLESTAR CRIANÇAS – Reinaldo Azevedo



Friday, August 29, 2008

McCain & Palin: Simply the best choice!

Foto: Sarah Palin, Governadora do Alasca e candidata a vice de John McCain.









































O apelo eleitoral de Sarah Palin
por William Waack

A escolha feita por John McCain de uma jovem (para os padrões políticos) governadora como companheira de chapa foi um extraordinário feito político dos republicanos. Transformou mesmo em coisa da história o discurso da véspera feito por Barack Obama – do qual boa parte da imprensa instantânea parou de falar 12 horas depois dele ter sido chamado de “histórico”.

Aos 72 anos de idade, John McCain não é exatamente um triatleta. Ao contrário, sempre se comentou que tão importante quanto o candidato republicano seria saber qual seu vice. E que vice! Uma “hockey mom”, como a própria governadora Sarah Palin se define: uma dessas mães de subúrbio (lá, subúrbio tem outra conotação), que levam as crianças de tarde para o treino do time de hockey. E vão torcer pela prole no domingo – depois da igreja, claro.

Se houvesse um rosto da americana típica de classe média, e um jeito de falar também, seria o de Sarah Palin. É óbvio que ela tem apelo eleitoral até para as democratas que continuam infelizes pelo fato de Hillary Clinton não ter sido escolhida sequer a vice de Obama. Ela é arquiconservadora em questões morais e sociais, o que fala também a um grande número de eleitores americanos.

E, se Obama é o “candidato mensagem”, Palin dá à campanha dos republicanos um inesperado ar de jovialidade. Foi uma brilhante tacada política. O nome do qual mais se falava até agora para vice era o do empresário-governador Mitt Romney – competente, bem sucedido, monótono. Até McCain tinha um sorriso meio bobo quando anunciou Sarah Palin – sorriso de velho quando ganha elogio de mulher muito mais nova.

O discurso de aceitação de Obama foi até agora o mais importante de sua carreira, mas faltou a ele o típico carisma com que encantou muita gente durante as primárias. Obama tinha de mostrar os dentes e, desta vez, não era para sorrisos. Foi duro e contundente nos ataques a Bush e McCain – algo pelo qual os democratas imploravam. E fez pelo menos duas promessas retumbantes, de difícil realização, e pelas quais será cobrado.

Primeira promessa: acabar em dez anos com a dependência americana do petróleo do Oriente Médio. Talvez seja o objetivo estratégico mais importante formulado por um chefe de governo americano desde a política de contenção da União Soviética no início da Guerra Fria, e já lá se vão uns 60 anos (o “star wars” de Reagan foi a continuação dessa política). Tem um subproduto interessante: o reconhecimento que é melhor retirar-se de um lugar onde os conflitos parecem mesmo intratáveis.

Segunda promessa: reduzir impostos para 95% das famílias de classe média. A principal dificuldade em reduzir impostos reside no fato, reconhecido pelo próprio Obama no discurso de quinta à noite, de que ele precisa financiar programas sociais, programas de investimento em infraestruturas e, conforme prometeu também, manter equilíbrio fiscal. Conciliar tudo isso requer extraordinário senso de equilíbrio, visão de longo prazo e articulação política.

Faltam 67 dias para as eleições americanas e elas parecem em aberto. São as mais fascinantes para pelo menos três gerações. O eleitorado americano – e o mundo, pode-se dizer, dadas as conseqüências das decisões que são tomadas nos Estados Unidos, gostemos delas ou não – está diante de escolhas reais. E não é fácil decidir entre uma e outra.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Sexta-feira, 29 de agosto de 2008, 14h20.



Contra a demarcação: Coronel vê risco de surgir "nação étnica" na fronteira – Entrevista do Cel Fregapani à Folha de S. Paulo.



 
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