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Thursday, December 11, 2008

Afastem-se que o "presidemente" vai "discursar"!
Um microfone nas mãos, muita merda na cabeça e sai de baixo, senão...

Fotomontagem: © by Bootlead 2008
































Como ser popular no Brasil moderno
por Augusto Nunes

O presidente Lula atribui o alto índice de popularidade à linguagem que usa. "Falo diretamente ao coração do povo", explicou. A colagem a seguir reúne uma reduzidíssima parcela dos melhores momentos do improvisador infatigável.

Minha mãe foi uma mulher que nasceu analfabeta. Então, eu já nasci no meio de uma crise, porque era filho de mãe pobre e sem marido. Outra crise foi quando conheci meu pai, porque ele estava casado com outra mulher. Crise é comigo mesmo. Essa agora pode ser um tsunami longe daqui, aqui vai ser uma marolinha. Tem gente que não gosta que eu sou otimista. Se vocês fossem médico e tratassem de um doente em situação grave, o que falariam pra ele? Dos avanços da medicina ou diriam: "meu, sifu"?. O chato é que a gente trabalha feito um disgramado e aí vem a turma do cassino arrumar problema.

Um dia acordei invocado, telefonei pro Bush e disse: Bush, meu filho, cuida da tua crise, porque não vou deixar ela atravessar o Atlântico. A crise elegeu pra presidente o primeiro americano negro. Acho que vou me dar bem com o Obama. Passei muitos anos achando que ser antiamericano era não beber Coca-Cola, depois fui ficando mais maduro e percebi que, quando a gente levanta de madrugada, e tem uma Coca-Cola gelada na geladeira, não tem nada melhor. Na conversa com o Khadaffi, contei que o Brasil ficou um tempão sem conversar com a Líbia porque os americanos não gostavam dos libaneses.

O Obama tem que cuidar da crise e acabar com o embargo de Cuba. Não precisa estudar em Harvard pra governar melhor que os outros. É a primeira vez que o Brasil tem um presidente e um vice que não têm diploma universitário. Isso não é mérito, mas é histórico. Fiz em cinco anos o que não tinham feito em 500. Pernambucano não deixa pra depois. Na primeira noite de casamento engravidei minha galega.

Nunca antes neste país existiu um presidente como eu. Eu sempre falei a língua do povo. O resto a gente aprende. É importante falar onde o povo está, como foi num dia em que fui falar de biodiesel no Nordeste, quando eu expliquei: vim aqui trazer uma mensagem positiva que já falei na fábrica porque pensei que vocês estavam lá, e se eu soubesse que vocês estavam aqui não tinha feito o discurso lá, tinha feito aqui.

Não adianta falar com essa gente que vive torcendo todo santo dia pra que dê tudo errado no governo do operário nordestino que virou presidente. Todo santo dia vem uma acusação sem prova contra amigo ou parente do Lula. Brasileiro é a favor do combate à corrupção nos outros, não nele.

Presidente tem de viajar bastante, me orgulho de ser um camelô do Brasil, que só não faz fronteira com Chile, Equador e Bolívia. É um aprendizado lascado. Em qualquer lugar do mundo que eu vou, eu tenho que levar flores ao túmulo do herói nacional. No Brasil não tem. O Panamá conheço só de dormir. Sempre que eu ia a Cuba, tinha que dormir uma noite lá. De avião, o mundo ficou pequeno. Até falei pro presidente do Gabão que o Atlântico é apenas um rio caudaloso, de praias de areias brancas, que une os países.

A imprensa fica vigiando pra ver se faço alguma coisa errada. Prestam mais atenção no papel que joguei no chão, no cigarro que fumei escondido, nem escuta o discurso. Se estou com uma dor no pé, não posso nem mancar, para não dizerem que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência. Os companheiros deficientes não querem ser chamados de coitadinhos. Está cheio de gente que tem duas pernas, duas mãos, enxerga com os dois olhos e tem deficiência que o mundo inteiro não conserta.

Do que gosto mesmo é de um improviso, falo sobre qualquer coisa sem dificuldade, graças a Deus. Numa vez que falei de doença mental, falei que isso não deve ser difícil para ninguém. Sabemos que o problema não atinge apenas os que já foram identificados como pessoas com algum problema de deficiência, porque a dura realidade é que todos nós temos um pouco de louco dentro de nós. Quem não acreditar, é só fazer uma retrospectiva do seu comportamento pessoal nos últimos 10 anos.

Quando me aposentar, não vou pra Harvard, nem quero ganhar dinheiro fazendo palestra. Volto pra São Bernardo, pra ficar com meus amigos do sindicato. Vocês, quando se aposentarem, têm que procurar alguma coisa pra fazer. Ficar em casa só atrapalha o resto da família.


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes e dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Zero Hora. Foi também apresentador do programa Roda Vida, da TV Cultura. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente é colunista do Jornal do Brasil e do jornal Gazeta Mercantil, além de apresentador do programa "Verso & Reverso" da TVJB.


Publicado no jornal "Jornal do Brasil" (Coisas de Política).
Quarta-feira, 10 de dezembro de 2008, 02h00.




Lula surfando na marolinha.
por Carlos Alberto Cordella

O presidente Lula parece não ter limites. A cada discurso ele se supera. A platéia vai ao delírio. Apupos retumbam endossados pelas gargalhadas e mugidos. A claque ensandecida atinge o orgasmo com a verborréia do presidente.

Nunca antes na história desse país tivemos um presidente tão afinado com essa escória de romeiros e puxa-sacos que o rodeiam e engrossam esse respeitável séqüito de bovinos.

Um verdadeiro chafurdeiro. De causar inveja as mais conservadoras pornocracias. O presidente quando discursa freqüentemente traduz em palavras o que o meu intestino produz regularmente.

A diferença, talvez, esteja no resultado. Enquanto o linguajar esmerado do presidente consegue contagiar multidões, a produção do meu intestino perde-se em alguma fossa séptica sem nenhum aproveitamento.

Invariavelmente, o presidente é acometido por sucessivas diarréias cerebrais, espalhando sua verborréia como máximas a serem cultuadas e seguidas. Milhares de crianças neste país padecem por diarréias pela falta de saneamento básico. Não confundir diarréia no mercado financeiro com diarréia presidencial. Na primeira você fica sem dinheiro e quebra, na segunda você já sabe o resultado. Se não sabe vá a um comício do presidente. Mas, não esqueça de levar uma capa protetora, com capuz.

Deveríamos propor sanear a cabeça do presidente. Vamos imaginar que um cidadão vá ao Palácio do Planalto tomar café da manhã com o presidente. Evidentemente, que esse cidadão não vai chegar ao presidente e dizer: "Pô, presidente o senhor quando discursa parece estar com diarréia cerebral, de sua boca só sai M".

Caso esse cidadão se dirigisse ao presidente nestes termos, ele na bucha lhe responderia vá sifu.

Vivemos três situações distintas. Ou o Brasil não é um país sério, ou o presidente não é sério ou o povo não é sério.

Gosto de pensar que apenas o presidente não é sério, não conseguiria conviver com a idéia que os três não são sérios.

Ainda outro dia, o presidente em mais um rompante de bravatas e bazófias disse textualmente, que a crise financeira internacional passaria pelo Brasil como uma marolinha.

Alguns dias depois, a Petrobrás, aquela empresa fundada no governo Getúlio Vargas, e que um dia já foi séria, após anunciar a descoberta de mais dois poços de petróleo na Bacia de Campos correu à Caixa Econômica Federal e retirou empréstimo para honrar sua folha de pagamentos.

A Vale anunciou a demissão de 1300 funcionários e deu férias coletivas para mais 5 mil.

Os produtores de cana-de-açúcar de São Paulo ficaram sem receber dos Usineiros o pagamento por sua produção. Estes alegaram falta de financiamento bancário.

Após a Ministra Dilma afirmar que a Petrobrás já estava fazendo grandes investimentos no Pré-sal, vem o presidente da Petrobrás e a desmente. Explica que uma broca ficaria em torno de 1 bilhão de reais e que talvez fossem necessárias em torno de 300 brocas. Que com a queda do barril de Petróleo, em torno de 35 dólares, seria inviável a Petrobrás investir no pré-sal, nos próximos anos, sem grandes investimentos externos.

O presidente discursa mandando o povo gastar, O Unibanco associado a AIG seguros, empresa americana, é vendido ao Itaú cheio de dólares podres.

O presidente manda todo mundo gastar e eu pergunto inocentemente quem pagará a conta?

O mercado de carros usados está parado e o presidente diz que a crise passará pelo Brasil como uma marolinha.

Lula continua surfando na marolinha. Vamos torcer para que a marolinha não se transforme numa onda gigantesca e que esta onda gigantesca não se transforme numa grande diarréia, porque se isto acontecer nós sifu...


Carlos Alberto Cordella é Coronel do Exército Brasileiro.








Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais"(Regional Brasília).
Quarta-feira, 10 de dezembro de 2008.




Surfe de Lula depende é do rumo da onda – José Nêumanne



Afastem-se que o "presidemente" vai "discursar"! Um microfone nas mãos, muita merda na cabeça e sai de baixo, senão...

Wednesday, May 23, 2007

O PT e sua grandiosa "obra" para o Brasil.


































QUANTOS ZULEIDOS AINDA VAMOS TER QUE AGÜENTAR?
por Augusto de Franco

Você conhecia algum Zuleido? Nem eu. Quantos Zuleidos existem (operando a partir de suas boas relações com autoridades) no governo Lula? Quantos ainda vamos ter que agüentar?

Em artigo na Folha de São Paulo do início deste mês (“Confiança Zero”: 03/05/07) afirmei que o governo corrupto de Lula da Silva seria corroído por dentro, pelos seus próprios aliados... Disse, também, que não precisaríamos esperar muito: “basta que o (falso) governo de coalizão deste segundo mandato comece a funcionar para que apareçam os sintomas de putrefação”. E esses sintomas começam a aparecer.

Mas a PF - tão afiada na 'Operação Navalha' - não conseguiu ainda dizer de onde veio o dinheiro do falso dossiê, naquela aloprada operação que envolvia gente da mais íntima confiança (e convivência) de Lula. Qual era mesmo o nome da operação do falso dossiê? Ah! Nem nome tinha? Nem mesmo "operação" era? "Operação" só pode ser montada contra os outros?

Contra os lulopetistas, não? Quem já ouviu falar da 'Operação Waldomiro-Dirceu'? E da 'Operação Mensalão'? E da 'Operação Japonês 1'? E da 'Operação Japonês 2'? E da 'Operação Cuecão'? E da ‘Operação Mansão dos Prazeres’? Para nada disso teve operação? Foi tudo descoberto por acaso? Quantas PFs existem no Brasil?

Se não existe oposição para fazer tais perguntas, é sinal não apenas da traição de meia dúzia de caciques tucanos e pefelistas que pensam somente em suas carreiras. É sinal de que o sistema de partidos apodreceu, assim como boa parte das nossas instituições representativas. Não é a minha opinião: é o que estamos vendo todos os dias.

Não me venham dizer que a democracia é “assim mesmo”. Que a democracia não tem proteção eficaz contra o discurso inverídico, a cara de pau, a manipulação e o crime, conquanto – em contrapartida – permita que todas essas coisas apareçam à luz do dia e, assim, possam ser corrigidas “no processo”. Que “processo”, mané? Quem participa desse “processo”? E como? Apenas votando de dois em dois anos? Quá! Isso é puro auto-engano.

Da premissa (correta) de que a democracia que temos deva ser preservada contra os que querem autocratizá-la, manipulá-la ou corrompê-la (como fazem os lulopetista), não se deve derivar que não se possa modificar a democracia no sentido de radicalizá-la, quer dizer, de democratizá-la cada vez mais. A que está aí – conquanto necessária – revela-se francamente insuficiente. E por um simples motivo: o cidadão não tem canais efetivos para interferir nos procedimentos da política. Não tem. Pode-se fazer qualquer campanha para qualquer candidato a qualquer cargo que os Zuleidos continuarão lá. E muito pior do que um Zuleido (que não passa de um corrupto tradicional) é quem mimetiza o comportamento zuleidiano para roubar para o partido, para corromper em nome de um projeto de poder.

Estou dizendo que o corrupto lulopetista mais honesto – aquele que não bota um tostão do assalto, do desvio ou da “gatunagem altruísta” no bolso – é muito pior do que qualquer Zuleido. Muito pior, é claro, para a democracia. Nesse sentido, conquanto seja duro fazer essa afirmação (sobretudo para mim, que o conhecia pessoalmente e me dava bem com ele), o falecido Celso Daniel fez mais mal para as gerações presentes e futuras do que o indigitado Sombra.

Há fortes indícios ou suspeitas (devo falar assim para não ser processado?) de que, durante anos a fio, o PT desviou dinheiro das prefeituras que governou. Não que tivesse qualquer predileção por saquear o erário municipal, mas porque era o que tinha à mão. Foi com esse dinheiro, no início pouquinho, que conseguiu chegar aonde chegou. Foi com essa “acumulação primitiva”, feita por gente honesta, honestíssima até, que o partido se capitalizou e se profissionalizou. Gente que foi convencida de que esse era o único caminho para o poder. Gente boa, que passou a avaliar que a política infelizmente é assim, é o que é, não tem conversa; ou seja, de que o jogo é esse mesmo: é pegar ou largar. Assim, é preciso jogar o jogo ou cair fora. Pelo visto, entre abandonar aquele acalentado sonho de tomar o Estado brasileiro para dele fazer um instrumento de conquista de hegemonia de um grupo que quer se eternizar no poder e botar ‘a mão na merda’ (como disse outro dia aquele artista), os dirigentes optaram pela segunda alternativa.

Se alguém me pedir provas – no sentido jurídico do termo – de tudo isso, não as tenho. Nem me cabe produzi-las. Não estou acusando ninguém em juízo. Quem o fez, sustentando formalmente que havia uma sofisticada organização criminosa na direção do PT alocada no Palácio do Planalto, foi o Procurador Geral da República. Falo sobre convicções que formei a partir de evidências, indícios, sinais. Articulo opiniões. Construo argumentos que fazem sentido. Não faço investigações. Não sou da Polícia Federal. Não organizo operações com dinheiro público para desbaratar quadrilhas. A mim, me cabe apenas perguntar por que tais operações não foram organizadas por quem de direito.

Se algum petista ler este artigo e achar que não é bem assim, então de duas umas: ou é um bobalhão ou um desinformado. Nos dois casos, ele não saberá, mas eu sei o que estou dizendo. E digo. E reafirmo. Foi essa a grande transformação do PT (não a bobagem de aceitar o mercado, pois que só o fez em termos táticos, para preservar o que julga mais importante estrategicamente): sua conversão à realpolitik. Uma realpolitik exacerbada (e, como toda realpolitik, antidemocrática).

Hoje o PT – e seu chefe maior e único: Lula (só meia dúzia de basbaques na imprensa continuam acreditando na lorota e disseminando a idéia de que há um distanciamento entre Lula e o PT) – constitui uma força regressiva em termos democráticos. Regressiva e agressiva. Agressiva e muito perigosa.

Na América Latina estão em curso nesta quadra dois projetos autoritários. As “protoditaduras” de Chávez e seus aliados ou pupilos Evo, Correa e Ortega e as “manipuladoras” de Lula e Kirchner. Em essência, o projeto é o mesmo: autocratizar a democracia por meio do populismo (ou de um neopopulismo). A diferença entre os dois projetos fica por conta das diferenças de complexidade das sociedades em que se aplicam: na Venezuela, na Bolívia, no Equador ou na Nicarágua, estão sendo feitas algumas coisas que não são possíveis no Brasil e na Argentina. Por isso que, nesses dois últimos, não há propriamente “protoditadura” e sim “manipuladura”: a manipulação é a autocratização possível da democracia nas condições do Brasil e da Argentina. Mas as iniciativas são semelhantes: controle da imprensa (sob o eufemismo da ‘democratização dos meios de comunicação’), degeneração das instituições, aparelhamento do governo e das empresas estatais, banditismo (e corrupção) de Estado et coetera.

Como, no Brasil, Lula e o PT não têm força para governar sozinhos, precisam se aliar a gente que negocia com Zuleidos como se isso fosse a coisa mais normal do mundo (a política para eles é isso – e a democracia realmente existente permite que tal aconteça e se reproduza ao invés de ser corrigido “no processo”). Ora, os Zuleidos não roubam para causa alguma e sim para enriquecer. Mas isso, mais cedo ou mais tarde, acaba aparecendo, pois como é possível esconder aquela lancha maravilhosa, aquele carro de luxo, aquele apartamento de cobertura?

Bom, aí começa a encrenca que vai – como estou prevendo – levar o governo Lula à bancarrota. Desde, é claro, que a imprensa permaneça livre. Desde que exista gente que possa falar essas coisas que estou falando aqui sem ser morta, presa, processada ou intimidada de qualquer outra forma. E desde que não se confie mais nos líderes dos chamados partidos de oposição, os quais, em parte, estão imersos no mesmo lamaçal e, em outra parte, ou estão no mundo da política apenas para realizar suas carreiras pessoais, ou não têm idéia alguma de democracia na cabeça ou não têm juízo (ou tudo isso junto).

Mas mesmo que Lula e o PT venham a se estrepar (a despeito dos esforços que as oposições farão novamente para salvá-los, agora de um segundo naufrágio), isso não significa que o nosso sistema representativo melhorará. Não vai melhorar muito, a menos que haja uma reforma democratizante da política. Uma reforma que jamais será feita a partir de dentro, por iniciativa dos próprios interessados. Uma reforma que só acontecerá se houver pressão ambiental da sociedade, de fora para dentro e emergência, em quantidade suficiente, de inovações políticas, ensaiadas de baixo para cima.

Apenas com as instituições que existem e com as regras que estão em vigor, não tem conserto. Não há “processo” algum capaz de resgatar a política do buraco profundo e imundo em que caiu. Ou se meteu.


Augusto de Franco é Coordenador-Geral da AED – Agência de Educação para o Desenvolvimento, é autor de mais de 12 livros. Além de Coordenador Geral da AED é também Diretor Presidente da ARCA – Sociedade do Conhecimento. Augusto de Franco é professor convidado da Fundação Dom Cabral na área de responsabilidade corporativa, sustentabilidade empresarial e gestão de stakeholders, articulista do jornal Folha de São Paulo, conferencista, consultor senior de governos estaduais e municipais, empresas e organizações internacionais e professor de vários MBA nas áreas de terceiro setor e desenvolvimento local.
Site do autor: democracia.org.br.



Publicado no site " DIEGOCASAGRANDE.COM.BR.".
Terça-feira, 22 de maio de 2007.


O PT e sua grandiosa "obra" para o Brasil.
 
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