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Friday, February 12, 2010

"Os homens de carácter firme são as colunas mestras da sociedade a que pertencem"

*Atualizações deste post em 13/02/2010 e 14/02/2010 (click nas datas para ver)

Foto: General-de-Exército Maynard Marques de Santa Rosa – (v. "Curriculum Vitae")













































O General Santa Rosa não ficará só
por Luís Mauro Ferreira Gomes

O general genérico Nelson Jobim pediu a exoneração do General-de-Exército Maynard Marques de Santa Rosa, este verdadeiro, e foi noticiado na televisão que o Comandante do Exército concordou com tal pedido. Preferimos nem imaginar que esse apoio pudesse ser possível.

A exoneração, feita por covardes, como sempre, foi divulgada às vésperas de um feriado, desta vez, o carnaval. Com isso, pretendem minimizar a reação que, sem dúvida, virá.

Aliás, esse governo vive em eterno carnaval de indignidades. Essa é, apenas, mais uma: a destituição de um chefe militar por ter dito a verdade, enquanto o seu algoz, fraudador confesso da Constituição, continua impune.

O Gen. Santa Rosa conta com a nossa mais absoluta solidariedade, pois ele simplesmente disse o que todos os militares e civis que têm vergonha pensam.

Da última vez que Jobim foi contestado e pediu a exoneração de membros do Alto-Comando do Exército, foi obrigado a dizer que o assunto estava superado, e tudo ficou como estava.

Se assim não for desta vez, alguma coisa terá mudado para muito pior.

Vamos esperar que a coragem não abandone os nossos colegas da ativa neste momento crítico e que defendam o General com todas as suas forças, até as últimas conseqüências.

Assim, estarão defendendo-se, também. Se todos se unirem, não acontecerá nada a ninguém. Se não o fizerem, estarão cavando a sepultura onde serão enterrados, muito brevemente, um de cada vez.

Os fracos somente conseguem o desprezo de todos. Daqueles a quem bajulam não terão gratidão. Serão descartados sem piedade quando tiverem perdido a utilidade ou se apresentarem outros mais servis para ocupar os seus lugares. Dos seus pares se esconderão, com vergonha de aparecer em público, quando caírem na realidade do ostracismo, depois de perderem a pompa. É muito triste não ter quem lhes trate das feridas depois da derrota.

Esse grupo de terroristas não se manterá no poder por muito tempo. Quando tiverem perdido ou lhes tenham sido tomadas a caneta e a chave do cofre, encontrão o seu lugar na história entre os traidores e os criminosos, e levarão junto aqueles que os tenham ajudado. E isso acontecerá muito mais cedo do que alguns imaginam.

Para quem tem pouca memória, a Redentora Revolução Democrática 31 de Março virou ditadura militar na boca dos aproveitadores de sempre. Quem poderia imaginar, durante o milagre brasileiro, por enquanto esquecido, que assim seria?

O mesmo acontecerá com a ditadura petista, hoje, aparentemente toda poderosa. Os governos de esquerda e seus líderes estão começando a cair na América Latina, como previu Alexandro Peña Esclusa.

Em Honduras e no Chile já se foram. No Uruguai quase perderam. No Paraguai, vão muito mal. Hugo Chávez enfrenta problemas muito sérios e, ou cairá também, ou se transformará em ditador sem disfarce.

Esta é a razão do desespero de setores do governo que querem acelerar o processo de consolidação da ditadura no País, para não correrem o risco de fracassar outra vez, como aconteceu em todas as tentativas anteriores.

Não podemos perder mais esta oportunidade de nos fortalecermos, para abortarmos, depois, o atentado à nossa democracia que está em curso, patrocinado pelo governo federal.

Fraquejar agora seria muito mais do que um erro. Seria um desastre. Não pode ser esse o lugar reservado para os militares brasileiros na nossa história.

Não temos o direito de macular o nome das nossas Forças dessa forma. Como já dissemos anteriormente, deixar para as gerações futuras aquilo que é nosso dever a ser cumprido agora não seria nunca perdoado.

Não nos esqueçamos jamais que, um dia, juramos "dedicar-nos inteiramente ao serviço da Pátria, cuja Honra, Integridade e Instituições, defenderíamos com o sacrifício da própria vida".

Como nunca antes, a Pátria depende de nós.

Deixemos a prudência excessiva e o medo de lado e cumpramos o nosso juramento. É o que o que o Brasil espera de nós.

"COMME IL FAUT!"


Luís Mauro Ferreira Gomes, é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.









Publicado no site "Brasil acima de tudo" – (BAT).
Terça-feira, 12 de fevereiro de 2010.




"CURRICULUM VITAE" DO GEN SANTA ROSA































































O PNDH-3 E A IGREJA CATÓLICA: SERÁ APENAS UM "GAP" OU,
FINALMENTE A FICHA ESTÁ COMEÇANDO A CAIR?

















































Direitos humanos: vamos com calma
por Dom Odilo P. Scherer*

Os "direitos humanos" estão sendo motivo de controvérsias, ultimamente, e não é sem razão: algumas questões bem controvertidas estão querendo se fazer passar por "direitos humanos". Embora não seja recente, esse conceito emergiu e se afirmou no século 20; a humanidade tomou consciência sempre mais clara sobre a dignidade humana, sobretudo diante das aberrantes atrocidades cometidas contra pessoas e inteiros povos por regimes totalitários. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, em dezembro de 1948, representou um marco histórico na civilização. João Paulo II, no seu discurso às Nações Unidas em outubro de 1979, definiu-a como "pedra miliar no caminho do progresso moral da humanidade".

A Igreja Católica reconheceu no movimento que levou a sociedade a identificar e proclamar os direitos humanos um dos esforços mais relevantes da humanidade para responder, de modo eficaz, às exigências decorrentes da dignidade humana (cf. Dignitatis Humanae 1). A Declaração é um instrumento extraordinário para defender e promover universalmente a dignidade da pessoa. De fato, os direitos não são separáveis da dignidade da pessoa.

Infelizmente, porém, o respeito aos direitos humanos ainda não é um fato geral e consumado; sua violação, mesmo grave, continua sendo constatada diariamente; não é unânime a sua interpretação e, com frequência, o teor ideológico de certos discursos leva a olhar com desconfiança a própria questão dos direitos, com o risco de relegá-los ao descrédito. Hoje há também certa pressão de grupos para fazer valer, como direito humano universal, algo que é subjetivo e posição ideológica de parte. Não é aceitável afirmar os próprios interesses, ou supostos direitos, passando por cima da dignidade e dos direitos fundamentais de outros.

Penso que seja necessário retomar uma reflexão serena e bem fundamentada sobre a questão, para que os direitos humanos não sejam desacreditados; isso abriria o caminho para um retrocesso preocupante da civilização humana, com o risco de fazê-la embrenhar-se novamente na barbárie. Alguns sinais já estão por aí, como o aumento da violência e a indiferença diante dela, o exploração da prostituição como mercado rentável, até com a pretensão de fazê-la reconhecer como profissão, uma entre as tantas, enquanto é pura escravidão degradante; ou as propostas de aborto, eutanásia e eugenia, por vezes envoltas em discursos pseudo-humanitários, como fizeram regimes autoritários do passado, hoje claramente identificados como bárbaros. É por aí que queremos enveredar?

Qual é o fundamento dos direitos humanos? O consenso da sociedade? A posse de riquezas ou de poder? O poder do grupo reinante ou o poder conferido pela posse de riquezas não é base segura nem critério aceitável para a definição de direitos humanos fundamentais; o poder, isso sim, deve estar a serviço do respeito aos legítimos direitos. Certamente, o consenso da sociedade é importante, mas, por si só, não é base segura para definir direitos humanos. Estes, mais que concordados mediante um pacto, devem ser constatados e reconhecidos, como tais, pela sã razão e pelo bom senso, mesmo sem receber a aprovação das maiorias. Muito simples de exemplificar: o direito a existir e a viver não depende da aprovação da maioria; ninguém de nós aceitaria que fosse submetido a uma votação o nosso direito a viver... Da mesma forma, o direito a respirar, a se alimentar, de ir e vir, à liberdade de pensamento e de opinião, de aderir ou não a uma religião. Esses direitos são primários, não são outorgados por outrem, nem pelo conjunto da sociedade; pertencem à pessoa, por ser pessoa; são inalienáveis e precisam ser, apenas, reconhecidos. A competência e o dever de fazê-los reconhecer e respeitar é da autoridade constituída, mas também é tarefa de toda a sociedade.

Já ensinava o papa João XXIII, na encíclica Pacem in Terris, que a fonte última dos direitos humanos não é a vontade dos homens, nem o poder do Estado ou dos poderes públicos, mas a natureza do próprio ser humano e, enfim, Deus, seu Criador. Mais recentemente, Bento XVI, na encíclica Caritas in Veritate, lembrou que o fundamento dos direitos humanos não está apenas nas deliberações de uma assembleia de cidadãos; neste caso, poderiam ser alterados a qualquer momento, dependendo das convicções e da ideologia de quem está com a mão no poder; assim, os direitos careceriam de referência objetiva e universal, ficando diluído e sem eficácia na consciência dos cidadãos o dever de os reconhecer e respeitar.

A raiz dos direitos humanos precisa ser buscada na dignidade fundamental e originária de cada ser humano, membro da família humana; tal dignidade, apreendida antes de tudo pela sã razão, é inerente a cada pessoa, igual para todos. No horizonte do cristianismo, esse fundamento natural dos direitos é destacado ainda mais com a afirmação de fé de que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus e que o Filho de Deus uniu a si a nossa humanidade mediante seu nascimento entre nós; isso deu ao ser humano uma dignidade incomparável; ele também é chamado a viver como familiar e íntimo de Deus. E isso não vale apenas para alguns, mas para todos, mesmo para aqueles que parecem ter perdido ou desmerecido a sua humana dignidade.

Universalidade e indivisibilidade são dois traços distintivos e inseparáveis dos direitos humanos, que também devem corresponder a uma exigência inalienável da dignidade humana. Portanto, direitos humanos não podem ser assimiláveis a bandeiras de luta ou interesses de grupos particulares.


(*) Dom Odilo Pedro Scherer é Cardeal-Arcebispo metropolitano de São Paulo.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" – (Editorial Opinião).
Sábado, 13 de fefereiro de 2010.










A VERGONHA É NACIONAL, MAS O (UL)TRAJE É BOLIVIANO.

Foto: Escora o "bebaço" Sarkozy, senão ele despenca. Vale tudo para vender uns "Rafales"! É ou não é?











































ESQUERDA SINISTRA
por Aileda de Mattos Oliveira*

Diz a propaganda turística de Garanhuns que "quem bebe a água desta cidade, a ela retorna". A ser verdadeira a legenda publicitária, o berço do nosso estadista não verá de novo o seu dileto filho, e do Brasil, tendo em vista, há muito, preferir as goladas dos alambicados e dos maltados. Integrar-se-á ao exótico acervo político-folclórico das grandes metrópoles, pois o Agreste, provinciano, será pequeno para conter a jactância do "homem que sabia javanês". Lima Barreto, se vivo fosse, teria um mote de porte para a sua caricatura política.

Do macacão ou da calça jeans ao terno bem-talhado, há uma diferença de visual, mas não de mudança intelectual. De sindicalista à Sua Excelência, substituiu-se o tratamento, mas não o comportamento. Qual a razão da palavra "esquerda" designar uma opção de tipos tão estranhos, tão revoltados com a natureza social, que insistem em impor o avesso das coisas, como norma de conduta? É como quererem pôr no pé direito o sapato esquerdo e vice-versa, sem questionarem o incômodo da troca imbecil e considerarem-na como norma natural.

Não é sem razão que "esquerda" é sinônimo de "sinistra" e na Idade Média era relacionada ao Tinhoso. Nada é gratuito na língua e, numa análise político-ideológica da palavra, há que considerar as novas possibilidades semânticas postas em prática pelo falante e que vão, por repetição, enriquecer o vocabulário de toda a sociedade.

A própria bíblia diz que "Jesus assentará à destra do Pai" o Pai é o Criador do Cosmos, palavra que, em grego, significa "ordem". Compreende-se, então, que só os bons, os puros de espírito, os ordeiros, gozarão de tal privilégio. Estar "à direita" torna-se uma expressão bastante significativa e passa a ser, por analogia, o espaço onde estão congregados os que obedecem às normas e às leis, cumprem os seus deveres, respeitam as tradições, honram a família e os símbolos nacionais, e acreditam que os filhos são o seu maior legado e devem ser educados para a vida. No lado oposto, opostas também são as suas convicções.

Surge então uma terrível contradição. Jesus é tido como um "ativista social", por aqueles que estão à esquerda de Deus, o que viria a afetar todo o raciocínio anterior. Porém, não há contradição há uma inversão de ótica, pois a leitura das ações de Cristo é feita através do espelho vermelho, uso habitual da doutrina sinistra.

Se as ações de Jesus fossem qualificadas de "socialistas", no sentido que hoje se dá ao termo, a história de sua prisão seria diversa da que é sobejamente narrada e conhecida por todos. Se Jesus fosse socialista, para não ser preso, teria denunciado Caifás a Pilatos, como um perigoso intrigante contra Roma teria entregado Judas, como beneficiário da transação que resultou na sua (de Jesus) prisão não teria chicoteado os mercadores no pátio do templo, porque estes seriam os discriminados e oprimidos da sociedade da época. Jesus teria denunciado todos, porque é assim que agem os socialistas de hoje. José Genoíno sabe disso. Portanto, não vinga a idéia do socialismo de Cristo, porque se ele é a luz da vida, não pode estar no mesmo espaço dos sinistros, porque lá é o lado das trevas, o lado niilista, o da desordem, o da amoralidade, o da promiscuidade. Jesus não pode ser e não ser, ao mesmo tempo.

Caifás e Judas, estes sim, torna-se impossível negar que sejam de esquerda, pelo procedimento semelhante ao dos políticos sinistros atuais, que confabulam, na surdina, para pôr em prática a ação nefasta da venda do patrimônio nacional.

Os esquerdistas, em geral, confundem humanismo com socialismo. Apropriam-se dos conceitos filosóficos humanistas e transformam-nos em conceitos ideológicos, fazendo da prestidigitação de idéias a cultura inútil que alimenta a vaidade dos intelectualoides do partido e de seus simpatizantes.

Há pouco tempo, Sua Excelência foi buscar Jesus e Judas e os pôs como exemplos, inconscientemente, de representantes, respectivamente, da direita e da esquerda que seriam levados à coalizão política, naturalmente convencidos por ele, o deus brega do Olimpo, o Baco de Garanhuns, o apedeuta verborrágico, tal é a vaidade que lhe é estimulada pelos gozadores presidentes estrangeiros, que lhe aplicaram o apelido de "estadista", sendo ele homem de baixo partidarismo político e não de Estado.

Assim, o esquerdista sinistro, tinhoso e cínico, na sua asa voadora, vai destroçando com a sua ignorância, com as suas gafes, por onde pousa, todo o trabalho diplomático que os verdadeiros estadistas construíram em favor do Brasil, ao longo de sua história.

Ele não está só, mas auxiliado pela incompetência e má fé dos que tomaram posse do Itamaraty, com projetos de ampliar a influência do PT na política externa brasileira, criando um conselho formado por ONGs, centrais sindicais e movimentos sociais, de caráter oficial e que funciona paralelamente ao Ministério das Relações Exteriores, pois este grupelho de ativistas já está em plena atividade. É esta gente que vai decidir o destino da Amazônia, do Pantanal e de outras regiões que deveriam ser intocadas pelos estrangeiros.

Um partido sinistro governa o Brasil e um rude e tinhoso escoteiro do mal é quem decide a sua sorte.

Nefasta e sinistra doutrina, abominável e sinistro presidente, inúteis e sinistros "cumpaêro", mas todos sôfregos do dinheiro fácil, retirado dos bolsos dos contribuintes altamente lesados.

Depois de usufruir gostosamente do erário público, não será a Garanhuns que o desprezível presidente escolherá para viver considerar-se-á, um homem internacional de múltiplos conhecimentos políticos e, como imitação de FHC, fará "palestras", se exibirá às plateias europeias, que morrerão de rir, com as suas tiradas de improviso, na sua linguagem dialetal, regada à melhor cachacinha da temporada. Sem o poder nas mãos, sem a caneta nervosa que assina de motu proprio, não haverá esquadrilha que faça Sarkozy segurar-lhe o braço, na bajulação nojenta, para que não desabe da tribuna, o desbocado, o etílico, a Vergonha Nacional.


(*) Aileda de Mattos Oliveira é Professora Titular de Língua Portuguesa na Faculdade Gama e Souza - RJ.


Publicado no site "TERNUMA – Grupo Terrorismo Nunca Mais".
Domingo, 14 de fefereiro de 2010.











VALORES INVERTIDOS – José Nivaldo Cordeiro


Vender a alma – João Pereira Coutinho





Monday, January 25, 2010

De todos os perigos, o maior é subestimarmos o poder secreto da
principal cabeça da "Hidra Vermelha". Precisa ser decepada!

Foto: Quem nasceu para obedecer, obedecerá mesmo no trono.
















































A Crise
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Normalmente, quando nos sentamos para escrever um artigo, ele já está quase mentalmente pronto, restando apenas o trabalho de digitá-lo, penoso, aliás. Por mais que se leiam e releiam os textos, sempre sobram aqueles erros de digitação tão desconcertantes quanto difíceis de encontrar.

Desta vez, porém, ao tentarmos expressar-nos sobre o a crise desencadeada pelo decreto que instituiu o "III Plano Nacional de Direitos Humanos" encontramos uma dificuldade incomum, nem tanto pela grande extensão do documento ou pela enorme quantidade de absurdos, de ilegalidades, de inconstitucionalidades, de mentiras e de bobagens que ele contém, senão por serem contraditórias as notícias divulgadas sobre o assunto, o que nos levou a esperar por mais fatos, em vez de versões.

Como o tempo se encarregou de tornar irrelevantes todas as interpretações e todos os boatos que poderiam alterar o quadro vamos produzir este texto somente com o que já temos, que é mais do que suficiente.

A crise.

Antes de mostrarmos o que essa crise verdadeiramente é, começaremos por dizer o que ela não foi. Quase todos os que se manifestaram antes de nós tem-na chamado de crise militar. Os aspectos que afetam os militares – como a deturpação da Lei da Anistia para garantir impunidade a assaltantes, seqüestradores e assassinos, e condenar os agentes do Estado que os combateram no estrito cumprimento do dever; a interferência no ensino das Escolas Militares, para contaminá-las com ideologia de esquerda; a substituição dos nomes de logradouros públicos que reverenciam os heróis que lutaram contra a guerrilha comunista e a venceram, enquanto preservam os que homenageiam terroristas, como Luís Carlos Prestes, Carlos Lamarca, entre tantos outros – são gravíssimos, mas se diluem no contexto muito maior da preparação do golpe de Estado que consolidará a ditadura já instalada no Brasil.

Ditadura, sim, ainda que os seus mentores procurem vestir-lhe a máscara de normalidade democrática. Como se poderia falar em democracia, em um país onde o governo não respeita as Leis nem a Constituição, atropelando-as, sempre que lhe convém, diante da omissão conivente, ou mesmo do apoio direto daqueles que têm o dever institucional de impedi-lo? Omissão e apoio criminosos, conseguidos mediante as práticas também criminosas da coação, da chantagem, da corrupção e do suborno.

Os militares entraram nesse decreto para satisfazer a necessidade sádica de vingança dos guerrilheiros de ontem, hoje no governo, que não perdoaram a derrota do passado, mas essa não foi ainda a principal motivação. O que, verdadeiramente, querem é desmoralizar as Forças Armadas, colocando-as na defensiva, para impedir qualquer possibilidade de reação contra mais essa tentativa de implantar o comunismo no Brasil. Além da neutralizá-las, a inevitável resposta enérgica das Forças Armadas será usada como camuflagem das intenções ditatoriais dos governantes terroristas, que procurarão ocultar o golpe de Estado que planejam empreender, atribuindo-o aos militares e a todos os patriotas que os apóiem, a quem acusarão de golpista e de saudosistas da Revolução de 1964, a que têm o desplante de chamar de ditadura militar.

Esses pseudo-salvadores da pátria e falsos defensores dos pobres e das minorias sempre atribuem aos outros a culpa pelo mal que fizeram ou pretendem fazer.

Não é nossa intenção repetir aqui todas as inconstitucionalidades e violências contra a democracia brasileira e os direitos fundamentais dos nossos cidadãos contidas no decreto, que já foram muito bem expostas nos excelentes artigos daqueles que nos antecederam.

Apenas, para que os nossos leitores recordem a gravidade desse documento que pretende manter, jungidas ao governo, instituições de Estado e entidades privadas – como a Justiça; as Forças Armadas; os meios de comunicação; as religiões; o ensino; as empresas – selecionamos duas cartas publicadas no jornal O Globo de 12 de janeiro:

"O Programa Nacional de Direitos Humanos me parece um pesadelo bem real. Se ele já estivesse em vigor, ao manifestar aqui meu desagrado sobre alguns itens, poderia ser perseguida, tendo em vista que minha mensagem será censurada. Se eu sair com minha cruz no pescoço, que uso desde criança, vou ostentar símbolos religiosos. Ao condenar a prostituição, estarei sendo preconceituosa com uma profissão legalizada. Se possuir algumas terras e, por alguma dificuldade financeira, não puder plantar nada, minha propriedade será invadida e não vou ter direito à reintegração de posse. Concluo que o melhor mesmo é ser ignorante, não manifestar nada, não ter religião, ser prostituta e pertencer a grupos que invadem terras alheias. Só assim vou ter meus direitos garantidos." CÉLIA PAULA BORGES, Rio.

"O Programa dos Direitos Humanos é mais uma tentativa de consolidar aqui uma ditadura civil nos moldes da Venezuela bolivariana. Com a clara intenção de rever a Lei da Anistia, acabar com o agronegócio, amordaçar a imprensa, extinguir o direito de propriedade, dentre outras barbaridades inconstitucionais, Paulo Vannuchi preparou com os demais ex-parceíros da subversão armada uma aloprada miniconstituição que se propõe a substituir nossa Carta Magna. Tanto a tortura quanto o terrorismo são crimes inafiançáveis e imprescritíveis, conseqüentemente não serão penalizados apenas os torturadores, como imaginam os comitês populares que pretendem substituir a Justiça." SERGIO VILLAÇA, Recife, PE.


"Vox populi, vox Dei!"

Por tudo isso, confirmamos que as nossas dificuldades não são militares. Estamos diante de uma crise política e institucional sem precedentes, que envolve todos os poderes, setores e atividades da Nação, que ficarão, se depender do governo federal, a ele submetidos, sob o pretexto de defesa dos direitos humanos, direitos esses que são as maiores vítimas desse maldito decreto inconstitucional.

As versões:

Os militares foram os primeiros a reagir contra mais essa investida. Inicialmente, noticiou-se que, os Comandantes Militares e o ministro da defesa haviam pedido exoneração de seus cargos, em conseqüência do que, o presidente teria prometido rever o decreto (que assinara sem ler!). Segundo Jobim o presidente garantira que não haveria revanchismo.

Em seguida, novas versões afirmavam ora que seria suprimido do texto a referência ao exame das violações dos direitos humanos, ora que também seria incluída a investigação das violações praticadas pelos guerrilheiros.

Mais tarde, dizia-se que Jobim estava "negociando", uma solução que atendesse as duas partes, que fosse boa para as esquerdas e para os militares, como se isso fosse possível.

Com o passar do tempo, outros segmentos da sociedade foram tomando conhecimento dos graves riscos que o decreto impunha à nossa cambaleante democracia, e começou a aparecer uma avalanche de contestações.

Algumas agências de notícias passaram a divulgar que, diante desse fato novo, o presidente teria decidido suprimir várias partes do decreto, entre as quais, aquelas que tratavam da eliminação das restrições ao aborto, do casamento entre homossexuais com a possibilidade de adoção de crianças e da restrição ao uso de símbolos religiosos em lugares públicos. Outras chegaram a noticiar a revogação total do decreto.

As esquerdas se assanharam e grupos radicais manifestaram apoio ao plano.

Ao mesmo tempo em que tudo isso acontecia, Lula se escondia da crise, enquanto poluía uma unidade militar da Bahia com a sua presença inútil.

De volta ao palácio, nada fez do que supostamente prometera. Como era de se esperar, a única alteração que introduziu no decreto foi aquela tal solução "que seria boa para as esquerdas e para os militares": a supressão inócua da expressão, "no contexto da repressão política", da parte que trata do exame das violações dos direitos humanos. Supressão inócua, sim, porquanto, embora possa parecer aos ingênuos que se ampliou o espectro das investigações com a inclusão dos terroristas de esquerda, isso jamais ocorreria, pois quem vai administrar a execução do decreto são eles mesmos, para os quais nem as proibições explícitas das Leis e da Constituição constituem óbices para as arbitrariedades que praticam, quanto mais um decreto de sua própria lavra.

Além disso, desde quando comunistas cumprem acordos? Acordos, contratos, ética, valores, princípios, leis, constituições somente obrigam as pessoas honestas e normais. Os bandidos e os psicopatas são imunes a tudo isso.

Os erros.

Infelizmente, muitas das vozes de protesto que se têm insurgido apenas se preocupam com os ataques que ameaçam os seus próprios setores, fingindo ignorar o perigo iminente que paira sobre todos.

Aceitar essa alteração insignificante é mais um erro gravíssimo que cometemos, principalmente, porque nos isolamos, deixando a impressão de que resolvido o nosso problema (que, como sabemos, não foi), as ameaças à sociedade como um todo nada significariam para nós. Devemos ter em mente, ainda, que foi justamente o somatório desses erros que nos levou a esta situação insustentável, da qual jamais sairemos enquanto persistirmos nessa mesmice de leniência e falta de firmeza. Ninguém respeita o fraco, e o forte que descrê do seu poder ou se deixa intimidar somente colherá desprezo.

Mais uma vez, fomos vítimas da mesma técnica. Sempre que os abusos socialistas ultrapassam de muito os limites do suportável e provocam alguma resposta, eles fingem que vão ceder ou simplesmente ignoram a reação, à espera de que o tempo desgaste os seus opositores.

Nós, por outro lado, em vez de potencializarmos as pequenas crises que raramente criamos, gerando fatos políticos novos a cada dia, aguardamos, passivamente, o fortalecimento do inimigo, enquanto nós mesmos nos desmilingüimos cada vez mais, para, por fim, aceitarmos, como se fora uma grande vitória, a primeira concessão cosmética que nos façam. E tudo continuará como antes, ou seja, muito pior do que estava.

O que virá?

O problema está resolvido, disse Jobim, como dissera quando capitulara diante da reação do Alto-Comando do Exército às suas bravatas iniciais. Mais uma vez capitulou.

A questão está longe de ser resolvida, e nos imporão esse decreto goela abaixo a não ser que o impeçamos, opondo-lhes força muito maior do que a deles.

O presidente teria dito não entender a celeuma que se criou em torno do seu decreto, uma vez que quase todos os pontos polêmicos dependem de aprovação do congresso, o que dificilmente aconteceria. Ora, todos sabemos que o governo faz aprovar tudo o que quer, já que tem um poder coator e corruptor sem limites. E se não pretende aprovar essas medidas, por que não revoga pura e simplesmente essa porcaria?

Enganam-se, redondamente, os pobres e as minorias que neles acreditam.

Quando esses socialistas bolivarianos do século XXI tiverem o poder absoluto, a primeira coisa que farão é cercear toda e qualquer liberdade que ainda exista.

Os pobres passarão a miseráveis escravos, cujo único direito será trabalhar de sol a sol, para sustentar a nomenclatura petista balofa, ociosa e esbanjadora.

As minorias perderão todos os "direitos" concedidos pelas esquerdas, assim como todos aqueles conquistados anteriormente. É impossível ser livre pela metade. Como se poderia imaginar uma pessoa sexualmente livre, sem ter quaisquer direitos políticos, econômicos, sociais ou religiosos? A liberdade sexual pressupõe, ainda, a liberdade de ir e vir, mas tal direito se resumirá a ir, no início da manhã, do barraco coletivo miserável (se o tiver), para o trabalho, e vir, deste, de volta ao barraco, no fim do dia.

Os empresários terão as suas empresas expropriadas e, com sorte, poderão receber um salário único – que será muito pior do que o mínimo de hoje – por um emprego aviltante qualquer.

Os militares mais antigos e os que não se sujeitarem a funcionar como milicianos, sob a chefia do comissário militar do partido, serão presos, sob a acusação de tentativa de golpe, de inimigos do Estado ou do povo, enfim, de qualquer coisa assim, e terminarão por ser eliminados. Se "os tempos mudaram" e não tiverem a força suficiente para matá-los por outros meios, deixarão que morram de fome, depois de viverem dias de humilhação, tortura e terror.

Os políticos adesistas, como todos os outros já citados, perderão as suas mordomias, já que estas estarão todas reservadas para os integrantes do partido único. Como os empresários, terão sorte se conseguirem um dos tais empregos aviltantes remunerados com o já referido salário único.

Nós estamos exagerando? Não, estamos, simplesmente, expondo o que aconteceu em todos os países onde comunismo foi imposto.

Isso jamais aconteceria no aqui! É o que diziam, enquanto nada faziam, quase todos os cidadãos das nações que sucumbiram a essa praga, quando estava sendo implantada.

O que fazer?

O lançamento desastrado e insistente desse plano só pode indicar que os nossos governantes estão desesperados diante da perspectiva de que mudanças políticas lhes comprometa a finalização do projeto de suas vidas, mas têm a certeza absoluta de que o povo brasileiro já está de tal forma alienado, que o processo de implantação da ditadura comunista pode ser acelerado por meio de fatos consumados, sem que haja qualquer reação significativa.

É inacreditável que a maioria dos brasileiros não tenha percebido ainda o desastre que está para abater-se sobre eles, mesmo que aquilo que os algozes pretendiam e estão realizando tenha sempre sido anunciado em documentos diversos e páginas da Internet do próprio governo e de partidos e outras instituições que o apóiam e são por ele financiados, obviamente, com dinheiro público.

Desta vez a divulgação foi muito mais explícita e a repercussão tão grande que provocou um clamor generalizado contra o referido plano que põe em risco a liberdade de todos e ameaça definitivamente o que ainda existe de democracia no Brasil.

Se eles partiram para o tudo ou nada, que fiquem com o nada!

Seria outro grande erro desperdiçarmos mais esta oportunidade.

Há poucos dias, lemos um excelente artigo sobre o tema, intitulado "Lula e as Cobras Criadas", no qual o autor, o Dr. Emílio Nina Ribeiro, indaga ao final:

"Até quando, abusarão da paciência deste povo sofrido?"

Responderemos sem hesitar: até quando e tão somente até quando nós o permitirmos.

Espontaneamente, eles jamais desistirão desse projeto criminoso no qual vêm trabalhando intensamente, no Brasil, pelo menos, desde 1935.

Faz-se, portanto, imperioso abandonarmos os papéis passivos de vítimas e de espectadores, para recobrarmos a condição de agentes determinantes no curso da História.

Devemos isso ao nosso povo.


Luís Mauro Ferreira Gomes, é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.









Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais".
Terça-feira, 19 de janeiro de 2010.






UM TEMA, DUAS VISÕES.





Monday, May 11, 2009

SÓ RESTARÁ UMA SOLUÇÃO: À FORÇA!































A Disputa pelo Poder
por Luís Mauro Ferreira Gomes

A Inicialmente, pedimos desculpa por nos termos alongado demais, contudo, preferimos esgotar essa matéria que, faz tempo, nos incomoda, escrevendo-a para aqueles que tiverem a paciência de lê-la até o fim.

Desculpamo-nos, também, por apresentarmos uma concepção excessivamente pessoal e, talvez, um pouco pessimista, mas é assim que vemos a nossa situação política.

Especular a partir dos dados conhecidos é fundamental para a compreensão da realidade, infelizmente, muitos perderam a capacidade de conjecturar, preferindo aceitar, passivamente, as verdades oficiais dos meios de comunicação.

Optamos por renunciar a essa comodidade, para apresentar algumas reflexões.

Faz algum tempo, dissemos, em um de nossos artigos, que a avaliação da conjuntura estava feita e a situação era conhecida de todos, restando, apenas, tomar a decisão, fazer o planejamento dela decorrente e executá-lo.

Isso continua verdadeiro de um modo geral, no entanto, alguns aspectos, antes não muito claros, tornaram-se cada vez mais explícitos. Voltaremos, portanto, ao assunto para comentar a evolução de tais acontecimentos.

Começaremos, nesta oportunidade, por abordar a disputa pelo poder, não necessariamente ligada às eleições de 2010.

Embora a maioria seja dissimulada e não o admita formalmente, alguns políticos de esquerda agem às escâncaras, enquanto outros atuam mais nos bastidores. Entre estes últimos estão José Dirceu e Cyro Gomes. Ainda que não sejam menos perigosos, não trataremos deles agora, pois não estão muito claros os caminhos que seguirão na disputa pelo poder. Por enquanto, aparentemente estão em franca preparação, procurando acumular dinheiro ou articular-se politicamente à espera do evoluir da situação para exporem as suas verdadeiras intenções.

Entre os explícitos estão Lula, Dilma Rousseff, Tarso Genro e Nelson Jobim.

Lula

Ao contrário do que afirma e do que pensam muitos, Lula pretende, sim, concorrer ao terceiro mandato. E ao quarto, e ao quinto, e ao sexto, enfim, indefinidamente, enquanto o demônio o permitir. Somente não o fará se for impedido ou se concluir que não se reelegerá.

Para facilitar-lhe a busca do objetivo primeiro, todos os políticos que tinham a possibilidade ou a pretensão de virem a concorrer à Presidência foram neutralizados. Vejamos alguns exemplos, entre outros de que trataremos mais tarde:

– Renan Calheiros, então todo-poderoso presidente peemedebista do Senado, envolvido em escândalos que ele mesmo criou, foi estimulado a resistir com a ajuda do governo federal, até desmoralizar-se completamente, quando lhe foi subtraído o apoio e teve de renunciar para não perder o mandato. Agora, qual fênix moderna, ressurge da lama, como aconteceu com todos os governistas envolvidos nos mais escabrosos casos de corrupção. Reabilitado, enfim, mas inviabilizado como candidato à Presidência.

– Jaques Vagner, governador da Bahia, começou a aparecer muito, e logo surgiu o seu nome como possível alternativa petista. Prontamente, os jornais noticiaram supostos envolvimentos em casos de corrupção ou em escândalos que passaram a assombrar-lhe o passado e o presente. Depois de alguns meses, nunca mais se ouviu falar de tais casos, que, certamente, poderão ser ressuscitados a qualquer momento. Coincidentemente, não mais se falou também na sua pré-candidatura presidencial. Nem os políticos do PT escapam.

– Geraldo Alckmin começou a ter a sua possível candidatura desconstruída, ainda quando concorria contra Lula em 2006, em um processo que culminou nas últimas eleições para a prefeitura de São Paulo, em 2008. Nesse caso, o presidente contou com a inestimável ajuda do PSDB, falso partido de oposição que, obcecado com a idéia de defender a postulação de Serra, não se furtou de fazer todo o trabalho sujo.

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff tem-se comportado como candidata oficial e, sem qualquer vestígio de pejo, faz, sistematicamente, campanha em que usa o dinheiro público e a máquina do Estado para se promover fora dos prazos legais, com a conivência do TSE, acovardado, corrompido e infiltrado por militantes políticos.

Ela vem sendo apresentada como "a candidata do presidente" somente para ocupar o lugar e desestimular novos pretendentes nas bases do governo. Não seria razoável que Lula resolvesse arriscar tudo em uma candidata arrogante, antipática e sem carisma, ainda que, aparentemente, lhe seja fiel e não lhe represente qualquer perigo. Mesmo que a reeleição para o terceiro mandato se torne inviável, não nos parece que Dilma venha a ter a verdadeira preferência presidencial. Seria muito mais interessante tentar uma composição com José Serra, com quem tem grandes afinidades ideológicas (somente os separam a disputa pelo poder e as origens). Essa composição poderia render a participação em um possível governo do peessedebista, com a "apropriação indébita" de alguns ministérios e todas as benesses que isso implicaria.

Lula continuaria no poder e muitos militantes petistas infiltrados em funções do Estado manteriam seus cargos, enquanto o partido se encarregaria de sabotar a administração Serra, para que, quatro anos depois, o próprio Lula pudesse voltar apoteoticamente à Presidência. É claro que esse acordo poderia ser secreto, e Dilma, lançada como candidata de fachada. Se ganhar, ótimo, se perder, também.

Resta saber, como diria Garrincha, se seria possível combiná-lo com Serra. Isso somente aconteceria se ele concluísse que precisaria do apoio de Lula para vencer.

Se essa tentativa falhar, algo semelhante poderia ainda ser tentado com Aécio Neves. Essa possibilidade teria o condão de dividir de vez a enganadora oposição política brasileira.

Assim, é provável que Dilma somente seja verdadeiramente candidata, se fracassarem todas as outras possibilidades.

Em tal caso, se ela perdesse e não fosse possível a composição com o governo eleito, o PT voltaria a fazer oposição radical, visando à eleição de 2014. Se vencesse, desistiria da reeleição em favor do seu guia. De novo, resta saber se ela cumpriria o trato. Parece-nos que sim.

Em entrevista coletiva recente, a ministra informou que está em tratamento de grave enfermidade, felizmente detectada logo no início, quando os prognósticos de cura são favoráveis. As motivações e os desdobramentos dessa divulgação são ainda indetermináveis ou imprevisíveis. O certo é que o fato novo poderá estimular reações contra a candidatura dita oficial, por parte de postulantes petistas frustrados, mas, também, poderá servir como jogada de "marketing", para promovê-la, ao despertar a compaixão do eleitorado.

Nesse sentido, O Globo de 26 de abril diz que "o presidente avaliou que era preciso dar satisfação à opinião pública para evitar especulações" e que "os estrategistas políticos do governo temem prejuízo nas alianças, mas apostam em solidariedade da população".

A doença da ministra seria, ainda, no momento certo, uma ótima desculpa para justificar a desistência em favor de um terceiro mandato ou de outra composição partidária.

Nelson Jobim

Nelson Jobim foi colocado no Ministério da Defesa primariamente para sofrer desgaste político. No dia de sua nomeação, escrevemos o artigo "Seleção Antinatural" em que dissemos: O presidente da República encontrou um ótimo cabide, ou melhor, um excelente depósito para estocar o Nelson Jobim, arrefecendo-lhe, de imediato, a sede de poder, para, logo, inviabilizar – como conseqüência do fracasso que, sabidamente, colherá – qualquer pretensão de candidatura à Presidência da República que, por falta de autocrítica, pudesse ter. Excessivamente autoconfiante e soberbo, assumiu o Ministério "cheio de marra", crente de que havia recebido um passaporte para a Presidência. Vazio de conteúdo, procurou impressionar, assumindo a caricatura de machão "de cinco facas".

Por conta disso, no lançamento de um livreco vulgar e mentiroso, editado sob os auspícios da Presidência da República, ameaçou os militares que reagissem ao conteúdo da "obra". Pretendeu, ainda, dividir o Exército, insinuando uma dicotomia entre integrantes da Ativa e da Reserva. Esse é um de seus discursos favoritos.

O Alto-Comando do Exército emitiu nota memorável em que, não somente condenou o livro, como reafirmou o que todos sabemos: somente existe um Exército – o de Caxias. Sentindo-se confrontado, o ministro fanfarrão, inteiramente fora da realidade e dos limites de sua competência, ameaçou de demissão os integrantes do Alto-Comando. Sem conseguir o apoio do presidente para a retaliação pretendida, Jobim compreendeu, finalmente, que, se insistisse em afastar os generais, seria ele o afastado. Viu-se, então obrigado a "considerar o caso encerrado", como afirmou, publicamente, aos jornalistas que o questionaram.

Coerente com o seu caráter, deixou as bravatas de lado e aproximou-se dos Comandantes das Forças, procurando afinar o discurso com o daquelas autoridades a tal ponto que alguns militares mais ingênuos chegaram a ver nele um "amigo" das Forças Armadas". Em verdade, o que procurou foi blindar-se contra o próprio Lula, ameaçando-o, veladamente, com o respaldo que, supostamente, os militares lhe dariam.

Continuando com o seu plano maquiavélico, juntou-se ao ministro virtual Mangabeira Unger para elaborar uma "Estratégia Nacional de Defesa". Quem a lê logo percebe que a principal, senão única, finalidade do documento é aumentar o seu poder como ministro da Defesa, ao mesmo tempo em que descaracteriza as Forças Armadas, avilta os militares e usurpa a autoridade do presidente da República, enquanto comandante supremo. Nessa posição confortável, espera por uma situação favorável que lhe permita dar o bote e tornar-se presidente, seja por que via seja.

Tarso Genro

Inicialmente como ministro da Educação, presidente nacional do PT e ministro chefe da Secretaria de Relações Institucionais, teve uma atuação discreta, mas, com o passar do tempo, já no Ministério da Justiça, começou a afirmar-se como representante das alas mais radicais do PT, as quais, tudo indica, pretende liderar. Acostumado às intrigas palacianas e conhecedor dos companheiros com quem lida, rapidamente percebeu a vulnerabilidade da situação em que se encontrava e, da mesma forma que Nelson Jobim, tratou de encontrar uma blindagem que o tornasse invulnerável às investidas presidenciais. Não foi difícil. Tendo como subordinadas a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública, logo as transformou em fonte de poder que garantisse a sua sobrevivência.

Dedutivelmente sob sua inspiração, a Polícia Federal, transformada em KGB pessoal, começou a colher, ilegalmente, farto material comprometedor contra várias autoridades da República, e a realizar operações policiais pirotécnicas para tornar explícito esse poder, que, uma vez conhecido, serviria como forte agente dissuasório contra quem quer que lhe pretendesse criar obstáculos.

A quem aproveitaria a coleta de informações sobre pessoas tão distintas quanto o presidente do STF Gilmar Mendes; o empresário Daniel Dantas que, supostamente, contribuíra para o rápido enriquecimento do filho do presidente; o senador oposicionista Demóstenes Torres; o deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh, também advogado de Daniel Dantas; ou a ministra Dilma Rousseff?

O primeiro nome que nos ocorre é o do próprio ministro Tarso Genro que, possivelmente, as usaria para constranger os oposicionistas, neutralizar seus adversários políticos dentro do próprio PT e tornar-se indemissível, por saber demais sobre o presidente e sua família. Lula deve ter custado a perceber a manobra em toda a sua extensão, pois, de início, parecia que as ações truculentas e em desrespeito a todas as formalidades legais também lhe eram úteis, enquanto feitas contra alguns empresários ou políticos da oposição.

O perigo somente se tornou completamente claro quando vazaram as investigações do delegado Protógenes Queiroz e as relações duvidosas entre a PF e a ABIN, tornando públicas as escutas telefônicas clandestinas contra oposicionistas do governo, mas, também, contra seus aliados.

Disfarçadamente, o presidente tem dado farta quantidade de corda para Tarso enforcar-se. Assim é que deixou prosperar a campanha difamatória e revanchista contra as Forças Armada, que o ministro atrabiliário e seu companheiro de subversão Paulo Vanucci vêm patrocinando, com o objetivo de rever a lei da anistia. Isso é muito mais arriscado para os terroristas escondidos no poder do que para os militares propriamente. É provável que, pela mesma razão, tenha apoiado a iniciativa ministerial de negar a extradição do terrorista assassino Cesare Battisti pedida pela Itália, concedendo-lhe o "status" de refugiado político.

Detentor de forte aparato de comunicação para afastar de si a responsabilidade pelos erros do governo, Lula contaria com o agravamento das crises decorrentes da insatisfação dos militares brasileiros, dos terroristas aliados e do governo italiano para, se vierem tais tribulações, agir com a absoluta convicção de que quase todos o veriam como vítima. Ele se apresentaria como tendo sido enganado e induzido ao erro, mas diria que Tarso Genro fora injustiçado, que tem a sua irrestrita confiança, que praticara um ato bonito ao pedir exoneração para não comprometer o governo. Contudo, entregaria, com grande tranqüilidade, a cabeça do ministro, que fingiria acreditar em tudo isso, para, depois de uma pequena quarentena, voltar como se nada tivesse acontecido, não obstante, muito fraco para disputar qualquer parcela de poder. Quem viveu, já viu.

Notícias veiculadas pela imprensa há algum tempo sugerem que, sentindo-se ameaçado por tantos correligionários perigosos, o presidente tenha resolvido enviar uma mensagem codificada. Ainda está forte na nossa memória um desses boatos que circularam insistentemente na Internet. Segundo disseminou-se, Lula teria pretendido fazer, logo depois das eleições municipais, uma reforma ministerial em que Nelson Jobim deixaria o Ministério da Defesa pelo da Justiça, Tarso Genro sairia deste, possivelmente para concorrer a algum cargo eletivo e o deputado Aldo Rebelo, mais uma vez, estaria cogitado para assumir a pasta da Defesa.

O plano seria genial, se o presidente tivesse força para executá-lo. Imporia mais uma desmoralização aos militares, forçando-lhes sujeição a um comunista, não bastassem os corruptos, os incompetentes, e os fraudadores nomeados, anteriormente, para o Ministério da Defesa. A principal razão da genialidade, porém, estaria em afastar Jobim e Tarso de suas respectivas fontes de poder, colocando-os, ainda, em disputa mortal pelo controle da Polícia Federal, o primeiro, para assumi-lo de fato, e o outro, para mantê-lo, remota e informalmente.

Obviamente, a idéia não prosperou, por não estar Lula disposto a pagar o preço por implantá-la. Mas o recado estava dado. Seria alguma coisa mais ou menos assim: "olhem, eu estou acompanhando o movimento de vocês, não ultrapassem os meus limites, porque continuo com a caneta na mão e, em último caso, posso demiti-los sumariamente.

Recentemente, o assunto foi requentado, como adoram dizer os governistas, em um artigo de Jorge Serrão, o que induziu muitos a pensarem que se tratava de matéria nova. Não era. Por certo, hoje, não mais o presidente cometeria a imprudência de aproximar Aldo Rebelo dos militares. Não depois das posições surpreendentemente patriotas e corajosas que deputado assumiu com relação à demarcação das terras indígenas.

Mais uma vez, Lula

Lula foi o mentor da idéia difundida no Foro de São Paulo de implantar ditaduras de esquerda em toda a América Latina. Com o aumento do preço do barril de petróleo, que passou de cerca de US$ 12,00, em 1999, para quase US$ 150,00, em julho de 2008, e, também, com o lucro fácil do narcotráfico das FARC, Hugo Chávez passou a nadar em dinheiro e a financiar a eleição dos presidentes regionais, inclusive o nosso. Todos devem lembrar-se, ainda, daquela suposta "doação" de cinco milhões de dólares para a campanha da reeleição, jamais apurada, graças à atuação rápida e decidida da "base aliada".

Isso levou Lula a perder parte da liderança que exercia para o ditador venezuelano, que avançou, muito mais rapidamente, com a sua revolução bolivariana. Contudo, o presidente brasileiro não perdeu totalmente o controle da situação e continua com o objetivo de transformar-se no "Big Brother" da região. Com o recuo do preço do barril de petróleo, que, atualmente, oscila entre US$ 40,00 e US$ 50,00, a tendência será Hugo Chávez perder importância e Lula reafirmar-se novamente como o líder de todas as esquerdas do Hemisfério Sul.

E por favor, não se iludam. Se a ditadura venezuelana está mais avançada do que a nossa, não é porque, como querem algumas pessoas, Lula seja um líder moderado. Tal se deve exclusivamente a que essa tem sido a revolução possível no Brasil, até agora.

Lá como cá, os ditadores submeteram o congresso e o judiciário, corrompendo-os, coagindo-os, desmoralizando-os. Igualmente foram neutralizadas todas as forças de oposição, mas há uma diferença básica que ainda nos permite viver aqui, com certo grau de liberdade. O Tenente-Coronel Hugo Chávez, em boa parte, controla ou limita as Forças Armadas venezuelanas, o que lhe permite submeter toda a nação. Aqui, o sindicalista Lula não tem esse poder ainda, e a simples presença do Exército lhe tem imposto certos limites, assegurando um mínimo de independência às outras instituições. É por isso que estão em curso todas essas campanhas de desmoralização contra os militares.

A situação é muito mais grave do que parece. Existem duas cosmovisões antagônicas e excludentes, em franco enfrentamento, aproximando-se do confronto final. Uma, de natureza socialista e totalitária, a outra, liberal e democrática. Se nada for feito para impedi-lo, continuaremos nessa marcha inexorável rumo ao atraso, à escravidão e à morte.

Os nossos ideais de democracia e liberdade são incompatíveis com a ideologia totalitária dos governantes de quase todos os países sul-americanos e caribenhos, incluído o Brasil. Somente sobreviverá o vencedor. Se tivermos de pagar um preço muito caro pela vitória, este será insignificante, diante das conseqüências da derrota. Pelas mesmas razões pelas quais o nazismo foi e continua a ser reprimido, também essa praga ideológica deve ser destruída.

Alternativas eleitorais

Embora se torne cada vez mais difícil qualquer solução institucional para o caos político em que nos encontramos, uma eventual saída eleitoral implica livrarmo-nos dessa inaceitável opção ilusória entre PT e PSDB, que são, como temos afirmado, as duas faces de uma mesma moeda falsa e sem valor.

Inviabilizada por seu próprio partido, como vimos, a candidatura de Geraldo Alckmin, que pertence a uma nova geração de políticos que não participaram da Revolução de 31 de Março, mas também não foram terroristas nem subversivos, muito se tem falado em Aécio Neves, como uma possibilidade para interromper esse ciclo nefasto se iniciou com a eleição de Fernando Henrique Cardoso.

O governador de Minas Gerais tem um nome de grande tradição histórica e, por ocupar esse cargo importante, está em evidência para concorrer à sucessão presidencial. Muitos fatores contribuíram para que ele se tornasse um dos políticos mais influentes do País. Com a característica dos políticos mineiros, tem, na cautela e na segurança, as linhas mestras das suas ações, tendo sinalizado, em seu discurso de posse, que vai alinhar-se, cada vez mais, com os ideais de seu avô Tancredo Neves, falecido em 1984.

Como tem o controle sobre grande parte do eleitorado mineiro, o segundo maior do País, deverá abrir as portas para a aproximação com outros partidos políticos, em busca de apoio para a sua candidatura. Mesmo enfrentando a forte oposição de José Serra dentro do PSDB, ainda assim, aspira chegar à Presidência da República, em 2010.

O caminho se nos apresenta difícil, porquanto o próprio Lula o corteja com certo grau de reciprocidade, mas todas as possibilidades devem ser exploradas, inclusive essa, diante da gravidade da situação atual que deverá piorar a cada dia.

Outra possibilidade vislumbramos quando estivemos em Brasília, há cerca de dois meses, ocasião em que um amigo nos disse que circulavam, naquela cidade, comentários sobre a possibilidade de o ministro das Comunicações Hélio Costa vir a ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, como uma forma de conquistar votos da oposição para a candidata petista.

Não, isso nos parece muito pouco para o ministro. Ademais, seria grande ingenuidade imaginar-se que a presença de um político moderado da base aliada na chapa petista pudesse levar alguma pessoa esclarecida a votar em uma candidata extremista.

Não obstante, veríamos com simpatia a possível candidatura de Hélio Costa à Presidência, como cabeça de chapa. Tratasse de um tradicional político mineiro da muito querida cidade de Barbacena, conhecido como empreendedor e bom administrador, mas, sobretudo, como moderado, que, mesmo sendo ministro do governo, nada tem de radical, nem no presente nem no passado, que não tenha sido superado.

Quem sabe, poderia o ministro vir a ser uma solução que garantisse quebrar essa seqüência de governos de esquerda de vocação totalitária, ao mesmo tempo em que asseguraria aos governistas certa tranqüilidade, por ser o candidato oriundo de suas próprias bases, tornando-o, assim, aceitável para ambos os lados.

Sem dúvida, seria uma boa alternativa a Dilma Rousseff e a José Serra, e, talvez, a última possibilidade de obtermos a conciliação nacional.

Seja como for, neste momento, é importante que todas as forças da Nação se unam para abortar a ditadura em avançado estado de gestação no ventre do governo federal.


Luís Mauro Ferreira Gomes, é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais".
Terça-feira, 05 de maio de 2009.




O candidato Serra – Ipojuca Pontes





Saturday, March 07, 2009

VASSALAGEM EXPLÍCITA!









































Que bela foto esta aí em cima não? Ela me faz sentir tremendamente orgulhoso do comandante do Exército Brasileiro, notem que postura, que galhardia, vejam senhores "passageiros" que belo tipo faceiro é este nosso general quando na proeminente companhia do bravo "patriota" e criminoso confesso, de haver enxertado artigos para beneficiar credores da dívida externa na Constituição de 1988. Vibrem camaradas, tendes um comandante à altura de vossa influência nos destinos do Brasil.
Bootlead


Sobre a Estratégia Nacional de Defesa (END)
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Tenho evitado, a todo custo, fazer comentários que possam, de alguma forma, representar qualquer reparo à ação dos Comandantes Militares.

Considero, como não me canso de afirmar, que eles são, tanto quanto todos nós, outros brasileiros, particularmente os militares, vítimas desse governo incompetente, sectário, maniqueísta, corrupto e arbitrário.

Não me parece justo, cobrarmos de companheiros investidos de autoridade, o que nós mesmos, possivelmente, também não pudéssemos fazer em condições semelhantes.

Pelo contrário, venho exortando os leitores dos meus artigos a prestigiarem e apoiarem os Comandantes e os nossos colegas da ativa, como forma de fortalecê-los e protegê-los dos abusos e das violências, disfarçadas ou não, que sofrem dos revanchistas governamentais.

Obviamente, isso não quer dizer que tenhamos de concordar com tudo o que se faz nos níveis de comando das Forças Armadas. Parece-me, contudo, que devemos, sempre que possível, manifestar as nossas divergências, respeitosamente, e, de preferência, em caráter reservado. Isso é importante para preservá-los e ajudá-los a melhor comandar.

Com relação à notícia que circula na Internet de que o Comandante da Marinha teria “defendido a Estratégia Nacional de Defesa das críticas feitas por Generais em um documento apresentado anteontem, na reunião do Alto-Comando do Exército”, vou permitir-me fugir à regra.

Se o faço, é por não acreditar na veracidade do que se afirma.

Não é crível que o Comandante de uma Força deixasse de lado o que lhe compete para comentar documento apresentado por Oficiais-Generais ao Auto-Comando de outra.

Parece, igualmente, inacreditável que um chefe militar, em pleno domínio da razão, pudesse defender um trabalho primitivo; demagógico; cheio de erros conceituais e doutrinários; contaminado por ideologias espúrias; e irrealista, quanto possibilidade de se conseguirem os recursos indispensáveis à implementação. Não se poderia esperar mais do que isso, considerando-se que foi feito por dois analfabetos em Defesa, os ministros Nelson Jobim e Mangabeira Ungers, cuja grande preocupação parece ter sido a hipertrofia do ministério da defesa, com inaceitável avanço sobre as competências constitucionais do presidente da República e das Forças Armadas.

Não pretendo, aqui, analisar a Estratégia Nacional de Defesa. Tenho certeza de que isso já foi muito bem feito pelos Generais do Alto-Comando do Exército.

Assim, limitar-me-ei ao seguinte comentário: quem a leu, com atenção, logo percebeu que as únicas coisas aproveitáveis, em meio ao monte de bobagens que ela contém, não constituem novidade para os militares, pois já eram praticadas pelos governos da Revolução de 31 de Março e foram abandonadas, justamente, pelos governos ditos civis que se sucederam. Esta parte é para “inglês ver” ou, melhor, para enganar militar, e dificilmente terá curso.

Dito isso, volto a insistir em que devemos apoiar, fortemente, os nossos companheiros contra as investidas dos inimigos. Inimigos, sim, pois não merece outro tratamento quem nos quer destruir, e o fará, se continuarmos a nos hostilizar mutuamente. Devemos, igualmente, repelir, com grande intensidade, tudo o que nos divida.

Finalmente, por mais conveniente que possa parecer a composição com o universo antagônico, devemos resistir a essa tentação com todas as nossas forças. Ser disciplinado não é ser subserviente, e, menos ainda, conivente.

Os que traem os seus não merecem respeito nem daqueles a quem favorecem. A História mostra que cometem suicídio, a médio prazo. Serão, impiedosamente, eliminados, assim que não mais sejam úteis. E estarão sozinhos, então.


Luís Mauro Ferreira Gomes, é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais".
Sábado, 07 de março de 2009.




Bombaim é aqui – Nelson Motta





Wednesday, August 27, 2008

Podemos "chiar" à vontade.
Ele continua rindo e "avançando", "avançando" e rindo, inexoravelmente.








































ATENÇÃO: NÃO PERCA! Entrevista do Cel Ustra e do Gen Azevedo ao programa "E aí?" da Rede Gênesis de TV.




A Hora da Decisão
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Mais uma vez, vive o Brasil um momento decisivo em sua História.

Sempre que a nacionalidade se viu ameaçada, fosse por quem fosse, não faltou quem, independentemente de quaisquer considerações, enfrentasse e batesse o inimigo, para devolver ao País a segurança indispensável ao desenvolvimento, e à paz e à harmonia dos que aqui vivem e trabalham honestamente.

Assim agia o Imperador, assim agiam os Militares, entre os quais, destacamos o Duque de Caxias, herói máximo que dedicou toda a vida a defender a nossa integridade territorial, que, hoje, um bando de terroristas apátridas, a serviço de ideologias e interesses espúrios, resolveu demolir.

Herói que o Presidente da República, com a falta de compostura e de decoro de sempre, mas fingindo uma ignorância maior do que a que lhe é peculiar, fez questão de desconhecer, em comício recente, mesquinho e desagregador.

No mesmo ato sectário e maniqueísta, o presidente, eterno candidato, cometeu, ainda, a apologia do seqüestro, do assalto, do assassinato e do terrorismo, e esbanjou dinheiro público para financiar meia dúzia de estudantes subversivos.

Desta vez, a responsabilidade por colocar esta grande Nação a salvo recai sobre os Ministros da Suprema Corte e, como sempre, sobre as nossas Forças Armadas.

No dia 27 próximo, o STF decidirá sobre a inconstitucionalidade da demarcação contínua das terras indígenas.

Na tentativa de garantir o sucesso de sua política indigenista deletéria e criminosa, o governo federal não tem poupado, nestes últimos dias, ataques preventivos a essas duas Instituições, não hesitando em, mais uma vez, afrontar a Constituição para constranger o Presidente do Supremo com uma cilada cuidadosamente preparada, numa interferência absolutamente indevida e intolerável em outro Poder da República, sepultando o que ainda restava da farsa de Estado de Direito em que vivemos.

A tentativa não deu, de todo, certo, e o governo, com a covardia característica de seus militantes, temendo o agravamento da crise, teve de retroceder e admitir os abusos da Polícia Federal – não por desistência, mas, apenas, para ganhar tempo.

Antevendo o sério risco de derrota no STF, os marqueteiros devem ter orientado os jornalistas a soldo da traição, que já começaram a insinuar, quase como uma proposição, que "o Supremo poderia adotar uma solução intermediária que conciliasse todos os interesses envolvidos". Nova tentativa de dar os anéis para salvar os dedos.

Infelizmente, tal solução não existe. O governo é mal-intencionado e não desistirá dos seus propósitos e dos compromissos secretos já assumidos internacionalmente.

Se perdermos este momento histórico, enquanto ainda é possível por fim, definitivamente, a todas as mazelas que nos são impostas – uma das quais a demarcação das terras indígenas – eles se fortalecerão e logo voltarão aos objetivos clandestinos tradicionais, levando, inevitavelmente, a grande derramamento de sangue em confronto com a sociedade, que tem dado claras mostras de que não está mais disposta a tolerar as arbitrariedades de governos ditatoriais e populistas.

Não há, portanto, solução sem que se fulmine, como inconstitucional, a demarcação contínua das terras indígenas. Reservas, quando imprescindíveis, não deverão passar de pequenas ilhas indispensáveis à vida dos índios ainda não aculturados, sempre cercadas de Brasil por todos os lados, e bem longe das nossas fronteiras.
É primordial que os brasileiros lúcidos e ainda livres, que tenham acesso aos Ministros do STF, lhes digam que eles terão todo o apoio da sociedade brasileira para enfrentar as prováveis investidas retaliativas do Governo e dos que lhe são coniventes.

Isso ficou claro depois das denúncias do General Heleno, quando, praticamente, a unanimidade dos intelectuais, dos formadores de opinião, dos jornalistas, dos políticos, dos empresários, do povo, e, também, dos militares expressou-se contra a posição do governo, condenando-o a um isolamento absoluto.

Somente se disseram favoráveis o ministro da justiça, o presidente da FUNAI, o advogado da geral da União, e o próprio presidente da República, todos, partes integrantes do problema. Nem a "base aliada" ousou manifestar-se.

O que vimos, então? Mais uma vez, a covardia entrou em cena e, em um esforço infantil de dissimulação, essas mesmas autoridades passaram, a falar em soberania nacional (palavras cujo significado não conhecem), em controle das ONG (só agora descobertas) e, em aumentar a presença das Forças Armadas na Amazônia (com a ajuda de dois analfabetos em Defesa Nacional, os ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger).

Tudo falso, enganador, hipócrita, para esconder as verdadeiras intenções.

Mas vislumbramos dias melhores para o Brasil, cujos cidadãos nunca lhe faltaram. Sempre que algum falhou, logo apareceu outro para fazer o que deveria ser feito.

Neste grave momento, depositamos as nossas esperanças no Supremo Tribunal Federal, que saberá ficar com os brasileiros de bem, neutralizando as manobras dos aproveitadores, cujo apetite insaciável terminaria por nos levar ao esgotamento, caso não fosse detido.

Todos os dias vemos no que dá ser conciliador com quem não quer concerto. Foram eles que se posicionaram em termos de "nós ou eles".

Assim, o mal precisa se cortado pela raiz.

Não é possível conviver com que nos quer destruir.


Luís Mauro Ferreira Gomes é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais".
Segunda-feira, 25 de agosto de 2008.



A falácia do quadro de medalhas - Marcos Tavares Martins (O Globo)

EM MARCHA SOLDADOS DO BRASIL! (HOMENAGEM AO DIA DO SOLDADO)



Podem "chiar" à vontade! Ele continua rindo e "avançando", "avançando" e rindo, inexoravelmente.

Friday, August 08, 2008

QUEM OUSA, VENCE! ÀS ARMAS, JÁ!










































Omissão Imperdoável e Reação Heróica
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Entre a dor e o nada, (William Faukner) preferia a dor, certamente, porque a dor, comparada ao nada, não é nada."
(O inspirado jornalista e poeta Jésus Rocha, citando o escritor William Faulkner, no Monitor Mercantil, de 29 de julho de 2008).

Hoje falaremos, ainda que implicitamente, de ingenuidade, desinteresse, alienação, egoísmo, medo, covardia, mas, também, de desprendimento, perseverança, bravura, heroísmo, patriotismo e outros sentimentos e atitudes que pautam os nossos comportamentos. Como seres humanos, somos, em maior ou menor grau, condicionados por quase todos eles, cabendo-nos, com o arbítrio que Deus nos deu, decidir os que prevalecerão, pelos quais seremos conhecidos na História.

Nunca duvidamos de que devemos enfrentar a morte com coragem, lutando até o último momento, jamais sucumbindo à sedução da desistência precoce, para que o fim chegue mais rapidamente e com menos sofrimento.

Talvez, por isso, tenhamos tanta admiração pelos animais que vendem caro a vida. Se tiverem de ser devorados, que não se tornem presas fáceis, que o predador pague o preço pela caça: um lábio mordido, um nariz arranhado, ou quem sabe, um olho furado.
Merecem todo o nosso respeito as presas e os predadores menores que resistem aos maiores até o fim, e, sem desprezá-las, sentimos enorme pena das reses que marcham resignadas para o abatedouro.

Elas, pelo menos, não têm escolha.

Mas, para tranqüilidade dos nossos leitores tradicionais, é sobre política, e não do instinto de sobrevivência dos animais, que vamos tratar.

Faz bastante tempo, a sociedade brasileira parece perdida diante de um dilema inexplicável: reagir heroicamente em defesa de seus valores e princípios ameaçados por maus governantes ou renunciar à liberdade e, talvez, à vida, enquanto assiste, inerte, estabelecer-se a ditadura que se avizinha, ou melhor, agravar-se o terror que já se instalou.

Há muito ninguém governa o País, que vive de crise em crise. E sobejam os casos de corrupção, que envolvem grande número de ministros, além da cúpula partidária da base de apoio do governo, a ponto de comprometê-lo inteiramente.

Agora, com a divulgação seletiva de trechos do conteúdo do computador de Raúl Reyes (que, brevemente, de uma ou de outra forma, se dará a conhecer no seu todo), começam a surgir fortes indícios comprobatórios daquilo que todos já sabíamos: o envolvimento de ministros e outras importantes personalidades do governo com o narcoterrorismo das FARC.

Infelizmente, começam a aparecer, também, talvez por má fé, talvez pela leviandade de quem quisesse mostrar serviço, referências a pessoas de reputação ilibada, cuja trajetória política desautoriza qualquer ilação a esse respeito. Deve-se ter bastante cuidado, portanto, para que, por açodamento, por imprudência ou por insídia, não se venham a comprometer reputações injustamente.

Mas, em nenhuma hipótese, a comprovação da inocência de uns deverá servir de pretexto para a absolvição antecipada daqueles que, para atingir seus objetivos políticos escusos, não hesitaram em pactuar com terroristas e traficantes, deles recebendo ajuda, inclusive financeira, em troca de favorecimentos ilegais.

Não devemos desperdiçar mais esta oportunidade.

Nossos inimigos são covardes e jamais atuam diretamente, crescendo, apenas, diante da nossa leniência. Devemos, por isso, mantê-los acuados, sob ataque cerrado em todas as frentes. No passado, fizemos isso e sempre vencemos.

Dizem que os militares ganharam a luta armada, mas perderam a guerra da comunicação. Grande bobagem. Militares combatem com armas, como instrumento das ações, e é assim que continuará a ser. Políticos, entre outros, é que usam a “propaganda como a arma do negócio”.

Se alguém está perdendo a guerra da comunicação, portanto, são eles.

Eles, que receberam a responsabilidade de conduzir os destinos da Nação e se revelaram inteiramente incapazes de fazê-lo, permitindo ou promovendo a deterioração quase total dos serviços essenciais do Estado; a generalização da corrupção; as práticas criminosas dos movimentos ditos sociais, financiados com dinheiro público; a valorização dos bandidos e o aniquilamento do cidadão; a oficialização do racismo estúpido e extemporâneo.

Promoveram ou permitiram, também, o estabelecimento da insegurança jurídica; a desmoralização do poderes constitucionais, a invasão da competência de Estados da Federação; o desrespeito sistemático à ordem constitucional, o comprometimento da segurança nacional, pelo enfraquecimento intencional das Forças Armadas e pela adoção de políticas irresponsáveis que colocam em sério risco a nossa soberania e a integridade territorial do País.

E ainda fingem não ver os avanços totalitários do governo, quando não se vendem barato, passando a coniventes da traição.

Não obstante, muito me preocupam as desculpas que alguns encontram para a omissão (inicialmente cômoda, mas, logo depois, trágica): "está tudo perdido"; "não há mais nada a fazer"; "nada cola nele"; "enquanto tiver toda essa popularidade, não há como reagir".

Realmente, diante da renúncia, não há salvação.
Faz algum tempo, o presidente dá OAB disse em entrevista, após reunião da Ordem para decidir se seria pedido o impedimento do presidente da República, que, embora tivessem encontrado fortes indícios da prática de Crime de Responsabilidade, nada seria feito, dada a grande popularidade de que o ele gozava.

Recordamo-nos de que, à época, escrevemos sobre isso em um artigo, no qual dizíamos ser a convicção da prática do referido crime o que leva ao processo de impedimento. Destituir um presidente porque é impopular, sem que o tenha cometido, é, simplesmente, dar um golpe de Estado, enquanto deixar de fazê-lo, alegando-se a popularidade presidencial, não passa de conivência.

Que políticos se escondam atrás desses argumentos, até entendemos, mas o militar, que existe e é pago para defender a Pátria com o sacrifício da própria vida, não tem o direito de usá-los para furtar-se de agir.

Demonstrar qualquer tolerância com quem nos quer destruir, na vã esperança de receber, amanhã, algum tipo de tratamento piedoso dos possíveis vencedores, além de uma indignidade, é um grave erro, que terminaria por nos levar, aí sim, à derrota.

Como diz o aforismo: somente devemos sentar-nos à mesa com o inimigo, quando este for assinar a rendição.

Bem, a Avaliação da Conjuntura está pronta, e todos conhecemos, muito bem, a situação. Todos sabemos, igualmente bem, o que fazer.

Chega de diagnósticos!

Se algumas instâncias deixaram-se corromper ou cooptar e não coíbem esses abusos criminosos como deveriam, aquelas que ainda permanecem livres têm o sagrado dever de usar todos os remédios disponíveis, por mais amargos que sejam, para salvar-nos da servidão iminente.

Para tanto, resta-nos, apenas, aposentar as desculpas esfarrapadas para a omissão imperdoável, aceitar os riscos decorrentes das ações e fazer o que tem de ser feito, com a bravura e o heroísmo de sempre.

Ainda há tempo.


Luís Mauro Ferreira Gomes é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








































Aos meus compatriotas
por Gélio Fregapani

É certo que o nosso País está reagindo. Sabíamos que uma vez alertado reagiria, mas o estrangeiro, os traidores e os inocentes úteis não desistiram.

A cidadezinha de Pacaraima, exatamente na fronteira com a Venezuela, é a única povoação brasileira nas serras que marcam, no norte, o início do nosso país. Apesar de toda a pressão, essa povoação está crescendo. Isto torna mais difícil a missão dos traidores da Pátria: acabar com o enclave brasileiro na pretensa nova “nação” separada do Brasil.

Uma das vilas sob pressão dos traidores resiste. Surumu, que mantém hasteada das 6 as 18 horas uma grande bandeira nacional como símbolo da decisão de se manter brasileira. Sorrateiramente, no fim de semana, gente do Conselho Indígena de Roraima (CIR) a retirou e a teria espezinhado.

A população local, - na maioria índios mas todos brasileiros, indignada com o ato antipatriótico e com a indiferença das autoridades, preparou-se para retomar a bandeira a força. Na iminência de conflito a Funai finalmente se mexeu; fez com que os asseclas do CIR devolvessem a bandeira, que novamente tremula em Surumu. Entretanto, ao devolver a bandeira, declararam que depois de agosto haveria outra bandeira hasteada; e não seria a brasileira.

Após este incidente, o CIR declarou que bloqueará o entroncamento da BR 174 para a vila Surumu, o que me parece difícil pelo seu pouco efetivo, embora prenhe de recursos das ONGs e mesmo da Funasa. O CIR solicitou ainda à Funai 15 passagens para seus índios virem à Brasília reforçar seus lobies. Eles mantém a pressão enquanto tentam reduzir Pacaraima pelo estrangulamento de recursos.

Setores governamentais mal informados ou mal intencionados cortam-lhe os recursos. Com o refluxo dos brasileiros expulsos das pequenas fazendas e vilas que existiam antes da homologação da Raposa-Serra do Sol as necessidades da prefeitura são desproporcionais para atender aos nossos conterrâneos, índios e não índios. Se você puder ajudar de alguma forma, O Brasil precisa de todos nós para permanecer inteiro.

Um pequeno trecho retirado de uma homenagem aos ancestrais que nos legaram a Amazônia:

Ganhamos um país. Herdamos controvérsias, mas temos o idioma e o território, os fundamentos imortais da cristandade e o sentimento de sermos uma única nação.

Acima de tudo, não nos esqueçamos que aqueles sonhos, aquela fibra ingente singram eternamente nosso sangue, que se mescla ao sangue de outros povos que se uniram ao nosso original na construção de uma grande nação.

Então, invoco os mortos, aquela gente, e dos que a eles se uniram, a energia desmedida que geraram, por tanto que sofreram e que lutaram.

Rogo que nos inspirem com altanaria, no cumprimento da missão que se avizinha, a tarefa maior de nosso tempo: De manter a Amazônia em nossas mãos.

Ùltimas notícias: A batalha de comunicação continua

Nesta 2ª feira, reúne-se em Pacaraima pessoal da Confederação Nacional de Agricultura, para conhecer a ameaça ao Brasil. Em Brasília, o ministro da (in)justiça, numa audiência tentará convencer de seus pontos de vista, com o auxílio de gente do CIR e da ex-ministra do atraso – (Os)marina Silva. O contraponto será o senador Mozarildo, e o ministro não terá como o enfrentar. A marcha dos produtores rurais à Pacaraima também está tomando vulto.

Agora a melhor notícia:

Já há tempos alguns patriotas da Polícia Federal têm me expressado desacordo com a retirada de brasileiros. Agora chegou a informação de que a Força Nacional, compreendendo o malefício que a entrega da Raposa-Serra do Sol ao CIR causará, inicia uma reação que pode conduzir à mesma atitude do Exército – recusar a missão, e até mais. Palmas para eles.

Na semana que vem trarei novas informações.

Saudações nacionalistas.
Coronel Gélio Fregapani


Gélio Augusto Barbosa Fregapani é Coronel do Exército Brasileiro.









Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais".












PREVISÃO DO TEMPO
Vento de LESTE moderado, por enquanto.








Veja a "valente" polícia política em ação na Raposa-Serra do Sol.




 
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