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Monday, December 01, 2008

UMA FIGURA ABJETA DE MUITAS CARAS E NOMES.










































As três faces de um canalha
por Paulo Carvalho Espíndola

A primeira delas é o seu nome de batismo, José Dirceu de Oliveira e Silva, nome pomposo que bem poderia nomear um herói. Muito menos que isso, nomeia um nefando terrorista e um dos maiores criminosos da História recente do Brasil.

A segunda é a do "companheiro" Daniel, desde cedo traidor da pátria e fiel seguidor do facínora Carlos Marighela, aquele mesmo que Lula, muito recentemente, rotulou de herói. Daniel logo descambou para a subversão, até ser preso em um congresso estudantil ilegal. Recuperou a liberdade ao ser banido do território nacional na troca por um embaixador norte-americano, seqüestrado por terroristas. O terror era a sua causa e o crime a sua vocação. Por eles fez cursos de guerrilha em Cuba, onde estabeleceu fortes laços de cumplicidade com o assassino Fidel Castro e formou nova quadrilha de malfeitores políticos, o Movimento de Libertação Popular (MOLIPO), de curta duração e de triste destino.

A terceira é de Carlos Henrique Gouveia de Melo - o mesmo "companheiro" Daniel - na sua volta clandestina ao Brasil. Sob essa face, estabeleceu-se em Cruzeiro do Oeste/PR, iludiu uma pobre-rica mulher e com ela se casou, assim aumentando um pouco mais a sua extensa folha-corrida criminal.

A tão falada anistia, que a esquerda hoje tanto tenta invalidar para o lado que a venceu na luta armada, libertou Carlos Henrique da sua máscara e do seu casamento ilegal, com o quê ressurgiu das cinzas a pior face de um canalha.






















Voltou à cena José Dirceu.

Curiosamente livre de um passado sujo, José Dirceu enveredou pela política legal e tornou-se expoente do Partido dos Trabalhadores e, muito mais, eminência parda daquele que acabou por eleger-se presidente do Brasil.

O circo tornou-se seu. Fazia e desfazia com o beneplácito de Lula, que tinha e ainda tem muito medo dele, por razões que a própria razão desconhece. Acredito que seja porque ele saiba de muita sujeira.

Foi o mandatário de fato e, assim, tinha toda a liberdade de ação. Ágil, voltou ao crime, aliando-se ao colarinho branco e a uma nova quadrilha. Daí vieram os mensalões e uma incontável série de malfeitos, capazes, em um país sério, de implodir toda a estrutura governamental. Não foi o caso do Brasil.

José Dirceu foi defenestrado do governo e teve cassado o seu mandato parlamentar. Agora é lobista e prossegue nas suas articulações de bastidores, com Lula e seus parceiros como as suas marionetes.

A memória nacional é cada vez mais curta e disso ele se vale.

Anteontem mesmo, um grande jornal brasileiro abriu espaço para José Dirceu para ele vomitar o seu canto de sereia e afrontar a Marinha do Brasil.

Críticas são sempre bem-vindas na democracia - tenho por hábito grafar essa palavra com inicial maiúscula. Ler a matéria de José Dirceu, entretanto me causou asco e, sobretudo, a certeza de que ele continua o mesmo, ao exaltar o assassino João Cândido, o "almirante negro". Misturou alhos com bugalhos, perversa e maldosamente, à guisa de defender um anti-racismo muito mais presente nas mal encobertas intenções de "movimentos sociais" do que na realidade de um país miscigenado como o Brasil.

É emblemática a parcialidade do articulista José Dirceu no seu agravo à Marinha do Brasil: A Marinha não condena a chibata, os castigos físicos e nem os métodos de alistamento militar utilizados então, quando os conscritos negros eram caçados a laço – contra os quais Cândido liderou o movimento – mas condena a revolta por causa das vítimas entre os oficiais (quatro) e a população civil (duas crianças) do Rio de Janeiro, bombardeado. Pior, a Marinha não condena a prisão de João Cândido, sua expulsão da Marinha, sua vida na miséria e nem o assassinato de seus 16 companheiros.

É subliminar a diferença que faz entre "vítimas" (as da Marinha) e o "assassinato" dos companheiros de José Cândido.

Não sou psicólogo e, muito menos, psiquiatra para interpretar o que diz esse homem, mas me parece desigual a relação entre os mortos de cada lado. Para mim é bem nítida a tendência para deturpar a História: danem-se as vítimas da Marinha e glória aos companheiros de um assassino frio que urinou no cadáver de seu comandante. Nessa redação comprometida, duas crianças e quatro oficiais não significam nada; os rebeldes, sim.

José Dirceu continua o mesmo, fiel à traição e ao derramamento de sangue, desde que assim seja para os seus desígnios.

Vários dos seus vinte e oito companheiros da MOLIPO tombaram em confronto com os órgãos de segurança. Com certeza, foram delatados e "deletados" por um companheiro em Cuba. Isso pode ter sido obra de Fidel Castro ou de algum amigo "revolucionário" brasileiro. Não me atrevo a apontar culpados, no entanto, tenho convicção de que Daniel conhece muito bem essa estória macabra.

Antes de redescobrir e de reinterpretar os arquivos da História da Marinha, "companheiro" Daniel, abra os seus. Os companheiros da MOLIPO descansarão em paz ou não.

Interessante em tudo isso é que um órgão da grande imprensa ainda abre espaço para essa gente.

E o contraditório?

Ah! Ele virá, certamente, em outro bostejo de José Dirceu...

































Paulo Carvalho Espíndola é Coronel do Exército Brasileiro.









Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais"(Regional Brasília).
Segunda-feira, 01 de dezembro de 2008.





Queda-de-braço – Olavo de Carvalho


Anestesia obâmica – Heitor De Paola



Friday, October 17, 2008

Coroado o "imperador do pocilgão". Viva Dom Pedro LI!































Sou monarquista
por Paulo Carvalho Espíndola

Em 21 de abril de 1993, dei meu voto para a Monarquia, aderindo à campanha "Vote no Rei". Minha participação no plebiscito fez-me parte dos 7,5% dos votantes pelo 3º Império do Brasil. Perdi a parada e fui obrigado a votar, por mais três pleitos, em candidatos a mandatários desta República viciada e falida. Votei errado nos três.

Creio firmemente, entretanto, que nunca na história deste país a necessidade de um imperador impôs-se de maneira tão premente. Temo-lo de fato; falta-nos efetivá-lo de direito, sem nenhuma convulsão e na harmônica composição das forças políticas. O Imperador está diante de todos nós. Só nos falta entregar-lhe o cetro imperial para o regozijo de 80% dos brasileiros, segundo o que dizem os insuspeitos institutos de pesquisa.

Luiz Inácio Lula da Silva será Dom Pedro III e reinará absoluto!

Os arautos da dúvida e amantes do "deixa como está", certamente argumentarão com o berço pobre desse homem e pela falta de sangue azul em suas veias. Berço pobre? Isso é piada, em vista dos berços e das alcovas dos reis absolutistas; faltavam neles até as mínimas condições de higiene, embora sobrassem filigranas de ouro nos penicos. E o sangue azul? Isso é balela, pois todo sangue é vermelho e o do nosso candidato a monarca é vermelhíssimo, como sói acontecer com seus parceiros latino-americanos das potências Cuba, Bolívia, Equador, Paraguai e Venezuela. Malgrado o berço pobre, o virtual monarca do Brasil fez o que quis fazer em penicos aceitos da nobreza do sindicalismo e de financiadores do grande baile da Ilha Fiscal ainda vindouro.

Notícias alvissareiras li por estes dias. Na primeira delas, soube da pretensão dos bastidores do governo petista de prorrogar o mandato de Lula por mais dois anos, transferindo as próximas eleições presidenciais para 2012. Na segunda, a êxtase: a convocação de uma Constituinte não sei para quê. Suponho que seja para a divinação de um soberano absoluto.

Para isso, todavia, em primeiríssimo lugar precisamos escoimar os vícios da nossa práxis política. Reformas constitucionais não são necessárias. Tudo pode continuar como aí está na estrutura legal; apenas algumas poucas adaptações, talvez – e digo isso sem grande convicção -, sejam oportunas.

Visualizo essas mudanças, fundamentalmente e antes de tudo, com a purificação das "zelites". Imagino isso numa extrema unção a corruptos, comunistas, mensaleiros, "regenerados" criminosos políticos e outras figuras de rapina. Dez maracanãs, quinze morumbis, dezessetes mineirões e setecentos e vinte estádios de menor porte receberiam essa gente e todos nós assistiríamos, via satélite e pela internet, à grande remissão dos pecados. Incontáveis clones do Sumo Pontífice desceriam de helicópteros e ungiriam a todos. Xô satanases! Será o nascedouro de uma grande nobreza. De viscondes a barões nascerá a nova corte, sob a direção do maior dos nobres: o Duque José Dirceu.

Ao imperador Dom Pedro III, cortesãos renascidos. Dª Domitila de Castro, a revigorada Marquesa de Santos, substituirá com mais viço sessentonas guerrilheiras e psicoterapeutas sexuais tão em moda e candidatas a mandar em todos nós.

O nosso maior arquiteto, se ainda vivo estiver, modificará a sua obra e projetará na concha do Congresso um monumento ao monarca libertador.

Do pré-sal emergirão as nossas riquezas, que trarão meios e recursos para construção das Forças Armadas Imperiais. O Exército, inspirado pelo novo patrono, Marechal-de-Campo Carlos Lamarca, estará pronto a intervir, com presteza e extrema eficiência, na guarda do patrimônio da nobreza, no apartamento de brigas de cachorros bravos e em outras missões "constitucionais", sem descurar-se de missões subsidiárias, como a "improvável" defesa da integridade territorial do Brasil.

Infelizmente, o Império terá gente que, nos subterrâneos, conspirará.

Ratos do esgoto que imaginavam lutar pela democracia, no máximo conseguirão pensões e indenizações do Estado por terem defendido, de armas nas mãos, uma República cruel. Quão nobre será a nobreza, nessa comiseração...

Dom Pedro III, antes de "noço" guia, será o condutor do III Reich que vai dar certo. As marolas da economia global levá-lo-ão ao grande destino.

Palavras da salvação...


Paulo Carvalho Espíndola é Coronel do Exército Brasileiro.








Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais" (Regional Brasília).
Sexta-feira, 17 de outubro de 2008.



PRESIDENTE URIBE: AGORA É A VEZ DA COLÔMBIA. NÃO VACILE, ELIMINE-OS SEM A MÍNIMA PIEDADE!



Coroado o "imperador do pocilgão". Viva Dom Pedro LI!

Wednesday, July 16, 2008

A corrupção é o resultado do aparelhismo do Estado pelas ratazanas lulo-petistas.

Foto: Um petista em ação na administração pública.











































Ciranda da corrupção: novos fatos e velhos personagens
por Paulo Carvalho Espíndola

Passa o tempo e fatos novos surgem com velocidade cada vez maior na ciranda da corrupção no Brasil, mas o governo é o mesmo, assim como os personagens do mar de lama.

O interregno entre os escândalos reduz-se a poucas horas. Algemas policiais em peixes graúdos não mais escandalizam uma opinião pública já entorpecida diante de tanta desonestidade. O orgulho de ser brasileiro nem no futebol ora encontra respaldo, em vista dos tropeços e da bisonhice da seleção canarinho. Entretanto, Lula e seu governo continuam batendo recordes de popularidade, num fenômeno que Freud jamais explicaria.

As supostas motivações políticas do assassinato de Celso Daniel - lembram-se dele? - quedaram-se no esquecimento e sequer o Ministério Público encontra ânimo para prosseguir investigando, malgrado ruidosos indícios contra a alta cúpula do Partido dos Trabalhadores nesse crime brutal. Se não me falha a memória, os fatos seriam conseqüência de corrupção eleitoral e enredaram figuras de proa como: José Dirceu, a velha eminência parda do regime; Gilberto Carvalho, hoje chefe-de-gabinete do presidente Lula; Luiz Eduardo Greenhalg, preposto do partido, que teria cumprido o encargo de abafar o caso e mascarar evidências; e outros do baixo clero petista.

O escândalo do mensalão, as cuecas recheadas de dólares, as trapalhadas de Pallocci versus caseiro Francenildo, o dossiê de Dilma Rousseff, os cartões corporativos, as CPI de pizzaiolos, as propinas do Severino, a compra da Varig, hoje parecem coisas do passado e até saíram do anedotário político por não terem mais graça, inclusive alguns porres do presidente flagrados por fotógrafos abelhudos. Por oportuno, Lula há poucos dias, na iminência de sancionar a lei seca, teve a descerimônia de declarar que o seu último porre foi na copa do mundo 1974, após a derrota da seleção para a Holanda...

Curiosamente, porém, porres e cuecas à parte, em toda essa barafunda pontuam velhos personagens, gravitando direta ou indiretamente na endêmica sujeira nacional: José Dirceu, Gilberto Carvalho, Luiz Eduardo Greenhalg, Marcos Valério, Delúbio Soares, Roberto Teixeira, Naji Nahas e mais vários santos, como se vê nas páginas da revista “Veja”, edição de 16 de julho de 2008, na reportagem sob o prende-e-solta de Daniel Dantas, o agora inimigo público número um do governo.

Lamentável em tudo isso é que, além do transbordamento desse mar de corrupção, se abriu grave crise no seio do Judiciário e mais uma picuinha entre este e o Executivo.

É ainda mais curioso que Lula tenha reunido o conselho político do seu governo para discutir o imbróglio da operação Satiagraha e da prisão de Daniel Dantas. Será demonstração de zelo ou medo do que poderá vir à tona?

Oficialmente sóbrio, Lula há poucos dias resolveu dar curso a mais uma de suas fanfarrices imbecis, afrontando explicitamente o povo norte-americano, ao exaltar a vitória dos vietcongues na guerra do Vietnã. Ao lado da sua sorridente comitiva de ex(?) - comunistas brasileiros, o apedeuta escarneceu dos milhares de jovens mortos nessa guerra cruel e do que ela representa para o povo americano. Com qual propósito Lula ofendeu o aliado histórico e o maior parceiro comercial do Brasil? Que diplomacia é essa que olvida as mais caras tradições da casa de Rui Barbosa para pôr em prática a política externa de aloprados como Marco Aurélio Garcia, Celso Amorim, Dilma Rousseff e demais “itamaratecas” do comuno-petismo? O boquirroto falou em nome de quem, se o povo brasileiro não lhe dá carta-branca para tanta verborragia irresponsável? Não se assustem e nem sejam levados por patriotadas de arquibancada se o governo americano retaliar de algum modo.

Enquanto isso, no Brasil, algemas, presos, advogados e juízes mostravam ao mundo a lavação da imundície verde-amarela.

Voltando à ciranda, será que desta vez se rasgará a máscara do cego-surdo-mudo? É humanamente impossível alguém enganar um povo inteiro por tanto tempo.

Um dia a casa cai na cabeça dessa gente.

Esperemos, com olhos no futuro e com as mãos nos bolsos para defender o nosso dinheiro pelo menos, uma vez que a honra nacional já está pra lá de indefensável.


Paulo Carvalho Espíndola é Coronel do Exército Brasileiro.








Publicado no site "TERNUMA – Terrorismo Nunca Mais" (Regional Brasília).
Quarta-feira, 15 de julho de 2008.


Tabuleiro e xadrez – Francisco Marcos


Wednesday, January 09, 2008

O fanfarrão no mato sem cachorro.
Tira essa roupa camuflada, que você não é Soldado, você é moleque!













































Senhor Zero Um, peça pra sair!
por Paulo Carvalho Espíndola

O número um do Ministério da Defesa não comanda ninguém das Forças Armadas, na prática e ainda segundo a estrutura de comando. Essa coisa esdrúxula que o revanchismo político impôs aos militares no Brasil surtiu o efeito desejado. As Forças Armadas continuam comandadas por chefes legitimamente fardados e, mesmo sob a penúria a que são submetidas, permanecem disciplinadas e patrioticamente voltadas para a sua missão constitucional. Falta-lhes, entretanto, o peso específico que lhes fazia influir na vida nacional e, até, intervir no processo político, com o histórico estofo ético e moral sublimado desde a Independência e assegurador, até hoje, da confiança e da admiração do povo brasileiro. Golpismo nunca conformou a vocação dessa gente.

O Sr. Zero Um, nomeado ministro da deformidade chamada Ministério da Defesa, segue a mesma incompetência dos seus antecessores, seja do governo corrupto-socialistóide de Fernando Henrique, seja dessa excrescência alcunhada de “governo popular”, encabeçada por um apedeuta cego para as falcatruas dos “traidores” que o cercam e mudo-loquaz segundo as suas conveniências.

O Sr. Zero Um começou a mal falada gestão cheio de empáfia e de bravatas, começando por ameaçar a quem lhe desafiasse. Envergou uniforme de oficial-general, borrando a farda que não lhe pertence, nem por direito ou, muito mesmo, por um sagrado juramento que não fez, qual seja o de servir à Pátria com o sacrifício da própria vida. A primeira providência do Zero UM, no início do caos aéreo da aviação civil, foi determinar às companhias de aviação que aumentassem o tamanho das poltronas dos aviões, para que o seu corpanzil tivesse conforto. Nem as companhias mexeram nas configurações das aeronaves, nem o Zero Um sentou-se mais nessas espremidas poltronas. Deve ser porque os jatinhos da Força Aérea oferecem-lhe melhor comodidade. Ficou provado que autoridade nada tem a ver com avantajada estrutura corpórea de nenhum bravateiro.

O Sr. Zero Um prometeu mundos e fundos para as Forças Armadas, desde o premente reaparelhamento operacional, até o necessário e urgente reajuste de vencimentos dos militares e da família militar.

Depois de seguidos adiamentos de reuniões com o “companheiro” Lulla e adormecendo o traseiro em chás-de-cadeira impostos pela “equipe” econômica disso a que chamam de governo, o Zero Um manteve as suas promessas, falando a mesma linguagem dos geniais planejadores governamentais e acirrando a cizânia com que, de há muito, ameaçam os militares ativos, os inativos e as pensionistas, na perversidade da luta de classes. Desse modo, pela ótica marxista-leninista-imbecil, criar-se-ão remediados e oprimidos no público interno das Forças Armadas.

O Zero Um, agora, com a cara lavada pela incompetência, não tem coragem para admitir a nula autoridade do seu cargo, calando-se ante a cínica e infeliz declaração do ministróide do “pranejamento” lullista: “com o fim da CPMF, terão todos de fazer mais um furo em seus cintos”. Cintos de quem, cara pálida? Os seus, com a máxima certeza são largos o suficiente para envolver a barriga empanturrada por isso a que chamam de “poder”.

Sr. Zero Um, peça pra sair! O Sr. é um fanfarrão e, jamais, terá condições de fazer parte de nenhuma tropa de elite. Nem entre os escoteiros o Sr. obterá guarida, já que “sempre alerta e obediente”, para eles, é um compromisso sagrado de servidão, ao contrário da verdadeira compulsão de “V Exa” de enganar e de ser um servidor se si mesmo.

Sr. Zero Um, volta para o Congresso para fraudar, novamente, a Constituição, como o Sr. fez, fato do qual o Sr. se orgulha. Antes, no seu lugar, o sargento Garcia, o corpulento e disfarçado amigo do Zorro. Ao menos, teríamos uma espada certeira a marcar a cara dos caras-de-pau que desgraçam o Brasil.

Peça para sair, Sr. fanfarrão. Não ofenda mais a confiança de gente crédula e leal.

Assuma o Ministério do Turismo e viaje, confortavelmente, em camarotes de primeira classe, que o levem do nada a coisa nenhuma!

Relaxe e goze, antes que o Zorro venha aí.

Espada é coisa séria...


Paulo Carvalho Espíndola é Coronel do Exército Brasileiro.

Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais".
Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008.





 
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