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Friday, October 03, 2008

Echelon- HAARP: Fluorização atmosférica.
Efeitos: Consenso, prostação, indiferença e estupidez pela ação do
flúor no sistema nervoso central.
































Uma suspeita inconveniente
por Edvaldo Tavares

Fotografias obtidas de satélites, em dias de boa visibilidade, sobre países europeus, têm acusado imagens muito estranhas que foram denominadas de estrelas químicas ou "chemtrails", que podem ser entendidas como rastros ou vestígios químicos. Essas marcas estranhas foram observadas sobre o Canal da Mancha, Itália, Inglaterra, França, ilhas Canárias e Oceano Atlântico e estranhamente estão sendo ignoradas pelos veículos de comunicação, apesar de muita gente tê-las visto. Imagens fornecidas pelo satélite Meteosat registraram também essas trilhas no lado ocidental da península Ibérica.

Esses vestígios misteriosos poderiam ser confundidos com os gases e vapores emitidos pelos aviões, que no céu formam rastros de muitos quilômetros de extensão. Algumas características diferenciam essas marcas químicas das condensações habituais emitidas pelos aviões. Na composição química desses misteriosos registros são encontrados polímeros constituídos de filamentos de silício, o dibromoetano (EDB) que é um pesticida proibido, células humanas, entre estas células sanguíneas, glóbulos vermelhos e brancos. Foram detectados também os elementos químicos bário e alumínio e uma larga escala de substâncias não identificadas.

Aviões com dispositivos especiais, com a finalidade de aspersão de produtos químicos, não identificados, promoveram a fumigação de toneladas desses agentes químicos na atmosfera em diversas partes do mundo durante muitos dias.

O que dizem os governos dos países desenvolvidos

Diante dessas misteriosas comprovações, quando questionados, o Parlamento Europeu, Italiano, Grego e os governos americanos, espanhol e alemão, procuram ignorar os questionamentos. Quando respondem, contestam com as seguintes argumentações: "as estrelas são parte de estudos para contrastar o efeito da invernagem"; "são condensações normais da aviação comercial"; "fazem parte de estudos para combater o terrorismo". Não é fornecida uma resposta consistente capaz de convencer e sustentar a verdade dos fatos.

Na falta da confiança nas argumentações governamentais, surgem suspeitas que os rastros químicos espalhados pelos céus de diversas partes do mundo, são registros de parte de projetos secretos com a finalidade de estudar e controlar o clima. Há a considerar a especulação de que façam parte de projetos de guerra biológica com o emprego de agentes patogênicos, capazes de causar doenças.

Controle climático - a nova arma de guerra

Existem tratados e convenções internacionais proibindo o estabelecimento de projetos objetivando o controle climático. A posse desse controle conferiria ao seu detentor o poder de destruição de massa, mais poderosa e eficiente do que o emprego do arsenal nuclear.

Diferentemente da ação destruidora e contaminação ambiental promovida pelas radiações liberadas pela explosão de artefatos nucleares, os equipamentos que causam o descontrole climático com finalidade de conquista de vastas áreas terrestres com suas riquezas intactas promovem seca, inundação, tornados, ciclones e diversas catástrofes ambientais, ficando intactas as variadas riquezas à disposição dos poderosos "donos do clima" e candidatos a tomada da posse do mundo.

Reina uma dúvida de que existe verdadeiramente um aquecimento global, a confundir a natureza. Desequilíbrios climáticos são responsáveis por diversas catástrofes, constantemente veiculados nos órgãos de comunicação, resultantes do acúmulo de gás carbono liberado das queimadas, dos desmatamentos e dos resíduos da queima de combustíveis fósseis.

As nações pobres que apresentam riquezas em seu território e as em desenvolvimento, que lutam para alcançar o estágio de potência desenvolvida, entre elas, o Brasil, devem ficar atenta a esta nova arma que está sendo empregada pelos países desenvolvidos, com tendências hegemônicas, que não medirão esforços para serem os senhores absolutos do planeta.


Edvaldo Tavares é Tenente-Coronel Médico do Exército Brasileiro.
Nota: Autor do livro: "Sucesso na vida é para qualquer um. Inclusive para você!".









Publicado no site "Opinião e Notícia".
Sexta-feira, 19 de setembro de 2008.



UMA DOR ABAFADA E QUE REVOLTA - Gen Torres de Melo



Sunday, July 27, 2008

O "golpe" do terceiro mandato continua em marcha.
"Eles" apenas, aguardam o momento oportuno. Não de iludam!










































A mosca azul e o terceiro mandato
por Wilson Figueiredo



O presidente Lula não poderia escolher pior momento para tirar da gaveta assuntos adiáveis e devolver ao debate a sovada reforma política. Começa que o plural seria mais adequado por serem várias as reformas sob a rubrica política. Os incomodados, os políticos, que se retirem se não gostarem. As reformas são exigência dos cidadãos e dos eleitores, sem os quais a democracia perde o sentido. A proposta de Lula pode ser também a maneira de descartá-las mais uma vez, depois que a discussão conflagrar as eternas divergências de fundo. A responsabilidade pelo insucesso recairá sobre a qualidade política nacional. Se foi proposital, Lula acertou na mosca azul, que responde pelo nome de terceiro mandato, recusado tanto pela veemência presidencial quanto pelo enraizamento da candidatura Dilma Rousseff e a exclusão dos demais pretendentes.O sucesso da operação foi conseqüência do empenho de Lula, a ponto de dar novo encaminhamento à sucessão. Ainda assim, urnas são também capazes de custar lágrimas e ranger de dentes mais adiante.

O propósito de renunciar com estardalhaço, passando por cima do PT, foi a maneira pessoal de Lula consolidar a solução, sem levar em conta a posição alternativa de Ciro Gomes. Sendo assim, na cota de imprevistos, a retomada da reforma política só pode ser útil a prazo curto. Suficiente apenas para alimentar o esgotado debate que a oposição recusará para não fornecer a moldura ao debate do terceiro mandato que ficou para trás, se tiverem sido para valer as palavras de Lula. O próximo problema será a ocupação política de todo o ano de 2009, mas sem ceder às pressões aos interessados no pronto início da campanha presidencial. A variedade de acordos regionais é fonte de atritos e velhas incompatibilidades municipais. Ainda bem que Lula, no caso do terceiro mandato, desarmou primeiro a oposição, mas não satisfez ao balaio de gatos acomodados na coalizão parlamentar.

A demora da reação indignada, por parte da oposição (se é que é mesmo), à proposta da reforma política, tem a esta altura o sinal fatídico de tempestade a caminho. Não faz sentido, do seu ponto de vista, regar de esperança enganosa um buquê de reformas apenas para enfeitar, por oportunismo, a democracia na hora em que seus piores costumes serão avivados na campanha de prefeitos e vereadores. Servirá apenas para confundir sentimentos e ressentimentos em prejuízo da democracia. Sob a poeira a ser levantada, o terceiro mandato pode surgir cabalisticamente como moeda de troca e solução de mais baixo custo (e não apenas custo) político. É dar marcha-à-ré sair pela tangente que nada tem a ver com o que neste momento separa governo e oposição, sem nada capaz de uni-los.

A teoria do mal menor está de sobreaviso. Desde que Luís XV fez o acordo com o dilúvio e ficou com a prioridade, o terceiro mandato pode ganhar respaldo inesperado ou favorecer novo entendimento acima das circunstâncias. A dificuldade de remover a recusa de Lula será, ironicamente, a última carta do jogo perigoso, e baixar sobre a mesa de negociação o terceiro mandato como peça de valor. Quando nada, para aliviar as costas presidenciais expostas na desastrada intromissão de Lula na Polícia Federal (primeiro, quando se derramou em elogios à prisão de poderosos, depois quando tomou o partido contra as algemas utilizadas sem fazer distinções). Ninguém entendeu e muitos suspeitam ainda de muito mais coisas, entre o céu e a terra, do que constou da vã apuração.

Não se espere muito da oposição, como tal entendidos os que desconfiam deste governo, se tiver de negociar com figuras administrativas. Politicamente, a banda larga (a governista) será orientada por um ex-social democrata que tirou a casaca para vestir o macacão do PT. Para entender-se com o próprio Lula, falta sotaque sindical à retórica oposicionista. O máximo que o PSDB e o DEM podem conseguir numa batalha em cima da mesa é inserir na hipótese do terceiro mandato um parágrafo único declarando-o optativo. Salva-se, ao menos, a face do presidente.

Com o passar do tempo, se nada der certo para preencher o vazio político por mais de 24 horas, o imprevisível terceiro mandato vai reaparecer. A oposição nem se arrisca a sair da toca desde que a incerteza ficou compatível com o pós-Lula. Ninguém sabe como será o dia seguinte, mas tudo faz crer que terá a ver com o que já está aí, sem antecedentes históricos suficientes para soluções de emergência. Nos áureos tempos, falsas soluções eram montadas por pensadores e executadas por mãos militares, mas os golpes de Estado se esgotaram. Já o terceiro mandato -- mesmo em remoto caráter optativo -- pode não estar embutido na reforma política, mas ficou com o rabo de fora. A ausência de crise não deixa de ser o disfarce da crise, da qual as sucessões presidenciais nunca abriram mão. Tendo sido, desde o primeiro presidente, a parteira da República, a crise só não mais faz cesarianas por falta de um César pleonástico e de um rio chamado Rubicão, que cruzou em cima da hora para entrarem juntos na História.


Wilson Figueiredo é jornalista com 63 anos de carreira. Trabalhou em inúmeros veículos, como a "Agência Meridional", "Folha de Minas", "Manchete", "Mundo Ilustrado" e "O Cruzeiro". Foi um dos principais colaboradores do "Jornal do Brasil", onde trabalhou por 47 anos.






Publicado no site "Opinião e Notícia".
Quinta-feira, 24 de julho de 2008.



Sociedade covarde e subordinada aos patifes da corrupção e aos escroques da política prostituída – Geraldo Almendra



O "golpe" do terceiro mandato continua em marcha. "Eles" apenas, aguardam o momento oportuno. Não de iludam!
 
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