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Thursday, January 21, 2010

Para bom entendedor, meia palavra basta.
Ou seja: A ONU não tem nenhuma serventia!
















































GEOPOLÍTICA NO HAITI
por José Nivaldo Cordeiro

Se existe o horror na terra, algo parecido com o fim do mundo, está no Haiti. Nenhuma alma pode deixar de lamentar e prantear o que está acontecendo naquela ilha do Caribe. Em nenhum lugar a frase bíblica se aplica melhor: os vivos terão inveja dos mortos. Ao lado da pobreza crônica, histórica, tivemos agora a destruição física. A infra-estrutura desapareceu com o terremoto, a linha se suprimento foi interrompida, a fome e a sede, como raras vezes uma sociedade padeceu, ali se instalaram. O governo desapareceu. O futuro desapareceu. Só resta aos que sobreviveram contar com a caridade internacional.

Mesmo essa caridade, que chegou, não está isenta de interesses. Vários artigos, como o do Le Monde reproduzido pela Folha de S. Paulo, (v. AQUI ) mostram que a ação pronta norte-americana, necessária e humanitária e, sob todos os aspectos, digna de aplausos, precisa ser compreendida dentro do duelo em que a maior das soberanias nacionais, os EUA, está em confronto direto com aqueles que desejam implantar o projeto de governo mundial e usam a ONU como escada para alcançar esses objetivos. Até a data do terremoto o Haiti estava sob jurisdição da ONU, na qual o Brasil desempenha, a mando do Lula, o papel de administrador e de polícia. A chegada unilateral e espetacular dos EUA surpreendeu e serviu para expor a fonte do poder real. A ONU não tem músculos sequer para mandar no Haiti.

A situação daquele pequeno país não é de emergência militar, mas humanitária. O recurso militar serve apenas para garantir a ordem e exibir o poder de quem o tem. Não há inimigos a combater ali, exceto os infortúnios, agora agravados com o terremoto (ou os terremotos, vez que vários vieram na seqüência). A ação dos EUA mostrou que aquele país tem recursos, capacidade de mobilização pronta e vontade política de fazer a coisa certa no prazo exíguo, coisas que faltaram aos burocratas da ONU. Nenhum dos apoiadores da Força de Paz lá instalada tinha quaisquer desses requisitos. O Brasil, coitado, tem Forças Armadas sucateadas e jamais teria como mandar um porta-aviões carregado para servir de unidade supridora de bens ao povo vitimado. Nem tinha um gigantesco navio-hospital para, no prazo de 48 horas, zarpar pronto para entrar em ação. Nem dinheiro. E, menos ainda, vontade política para realizar empreitada de tamanha envergadura. Afinal, como diz a canção, o Haiti também é aqui e sequer temos como enfrentar as nossas próprias mazelas com os parcos recursos de que dispomos.

O fracasso da ONU é rotundo e o Brasil, por apoiar suas aventuras imperiais canhestras, acabou por se envolver com um problema maior do que poderia resolver. Vimos o comando brasileiro perder o controle, que agora está com quem de direito, com quem paga a conta e pode lá enviar quantos soldados for preciso. Não deixou de ser uma prova humilhante. A perda do aeroporto foi a mais emblemática confissão de fracasso.

Acredito que a mobilização norte-americana foi generosa e unilateral. Tudo dentro da tradição daquele povo bendito, que sempre está disposto ajudar alhures, na paz e na guerra, onde precisar. Não faltaram análises de observadores mal intencionados, dizendo que o cálculo de Barack Obama foi eleitoral, que pretende impedir o agravamento da imigração, que é a oportunidade de colocar em prática um grande exercício de enfrentamento de grandes catástrofes. Se há um elemento de realidade em cada uma dessas motivações, basta lembrar que mais importante que o Haiti é o México, o que não impediu a construção de um muro fronteiriço contra a emigração ilegal. Situações diferentes, soluções diversas. Vi a motivação humanitária sobrepor-se a todas as outras.

A brincadeira amadora da ONU acabou e os profissionais de verdade chegaram ao cenário de operações. A experiência provou que os delirantes revolucionários encastelados na ONU estão muito longe de pôr a operar a sua Cosmópolis.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br


Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Quarta-feira, 20 de janeiro de 2010.




Existe apenas um poder, que é o "poder militar".
Os outros poderes fazem rir e deixam rir.
































Atuação dos Estados Unidos no Haiti é uma questão de liderança
por Corine Lesnes, correspondente em Washington para o "Le Monde".

Com seu presidente aparecendo com tanta frequência nas telas, os americanos poderiam acreditar que a catástrofe havia acontecido em seu solo. Nos três dias que se seguiram ao terremoto no Haiti, o presidente Barack Obama fez diversas declarações na Casa Branca, enviou 10 mil soldados, um porta-aviões munido de 19 helicópteros, e desbloqueou US$ 100 milhões. A Marinha foi convocada a fazer milagres. O navio-hospital Comfort, um mastodonte equipado com doze salas de operações, nunca havia sido preparado tão rapidamente. Em menos de 48 horas, levantou âncora para Porto Príncipe, onde deveria chegar na quarta-feira (20).

Barack Obama logo assumiu o controle de tudo – quase que instintivamente, poderiam dizer. Ainda que ele tenha designado como coordenador o novo diretor da Agência Americana para o Desenvolvimento USAID, Rajiv Shah, um jovem médico de origem indiana, foi ele que declarou a situação "prioritária", a ponto de merecer manter em Washington os secretários da Defesa e das Relações Exteriores, esperados na Austrália para uma cúpula dedicada ao Afeganistão e à luta antiterrorista.

Obama também enviou a Porto Príncipe um de seus colaboradores mais próximos, Dennis McDonough, para coordenar a comunicação. É verdade que os apresentadores dos telejornais da noite também desembarcaram no Haiti (em que avião?, perguntariam alguns).

Reação instantânea bem vista nos Estados Unidos

A administração Obama se antecipou ao chamado? Teria ela se precipitado indevidamente? Certamente essa é a opinião daqueles – franceses, italianos, brasileiros – cujos aviões de socorro se viram desviados para os outros aeroportos da região por americanos que acreditavam estar fazendo a coisa certa, mas que nenhuma autoridade superior havia ordenado.

Na edição de segunda-feira (19) do jornal "USA Today", os especialistas da Força Aérea dos EUA contaram como haviam procedido ao desembarcarem no aeroporto 24 horas após o terremoto. Foi um caos. A torre de controle estava quebrada. "Fomos falar com os pilotos e dissemos: ei, somos controladores de combate da aeronáutica. Estamos assumindo o controle do aeroporto", contou o sargento Chris Grove.

Dito e feito. Os americanos sabem que foram criticados por terem evacuado seus compatriotas como prioridade, e por terem privilegiado os voos militares em detrimento dos socorros: em outras palavras, a segurança em vez da ajuda humanitária. Mas tudo entrou nos eixos, eles afirmam. Os voos do Exército americano agora estão programados para a noite.

Quanto aos outros aviões, as prioridades são estabelecidas "pelo governo haitiano". E a secretária de Estado, Hillary Clinton, durante sua visita assinou um acordo com o presidente René Préval regularizando a tomada de controle do aeroporto. A conversa aconteceu no hangar "tomado" pelo sargento Chris Grove e depois transformado em QG americano.

Para os americanos, o Haiti é tanto uma exigência humanitária quanto uma exigência de segurança nacional. Cada vez que acontece um tumulto relacionado ao Caribe, especialmente com Cuba, eles temem um êxodo que mandaria centenas de milhares de refugiados para a Flórida, situada a somente 1.200 quilômetros.

Para justificar seu comprometimento em favor do Haiti, Barack Obama também acrescentou uma exigência moral em nome da "humanidade comum" compartilhada por todos os povos da Terra. Para a imagem que os americanos fazem de si mesmos, e para aquela que seus vizinhos têm deles, é necessário ajudar o salvamento do Haiti, disse ele. É uma questão de liderança.

Mesmo que as duas situações não tenham nada a ver, o paralelo com o furacão Katrina foi abordado, em sua vantagem – e para a grande satisfação da Casa Branca. A reação instantânea do presidente – meia hora depois de saber do terremoto, ele já publicava um comunicado – foi bem vista nos Estados Unidos, com algumas exceções.

A crítica mais ácida foi a de Rush Limbaugh, apresentador ultradireitista de rádio, que o acusou de adular a comunidade afro-americana, em um momento em que ela se sente abandonada por seu presidente "pós-racial".

Longa história muitas vezes turbulenta

O Haiti mantém uma longa história – e muitas vezes turbulenta – com os Estados Unidos desde a primeira campanha de julho de 1915, decidida por Woodrow Wilson, precursor das intervenções armadas conduzidas em nome da promoção da democracia (a ocupação durou 19 anos).

Os Estados Unidos "voltaram" em 1994, quando Bill Clinton resolveu restabelecer no poder o padre Jean-Bertrand Aristide, vítima de um golpe de Estado. E depois em 2004, para expulsar o mesmo Aristide, que se tornara um ditador sanguinário. Todas as vezes o exército americano serviu de elemento avançado de uma força multinacional da ONU.

Tomada por uma ambição de fazer o "bem", a administração Obama desta vez promete um compromisso a longo prazo para acabar com um mal crônico. Em um momento em que duas guerras estão esgotando seus recursos, é difícil acusar os americanos de estarem comandando uma nova "ocupação" qualquer.

Se a ONU tivesse enviado controladores aéreos a Porto Príncipe no dia seguinte ao terremoto, o sargento Chris Grove não estaria tumultuando os céus do Haiti.

Tradução: Lana Lim


Publicado no jornal "Folha de S. Paulo".
Quarta-feira, 20 de janeiro de 2010.




Lula o "capoeirista" (calção branco), enfrentando o "gente branca de olhos azuis" (calção preto).





Wednesday, November 18, 2009

COCÔ-FECOM: UMA CONFERÊNCIA EXCREMENTOSA.



































CONFECOM: A SOVIETIZAÇÃO DO BRASIL
por José Nivaldo Cordeiro

No próximo dia 14 de dezembro acontecerá em Brasília um grande evento político, a CONFECOM – Conferência Nacional de Comunicações. Quem olha o assunto pela primeira vez pode não se dar conta da importância do mesmo. Aqui não se trata meramente de um evento para tratar do setor de comunicações e nem mesmo se trata de preservar a liberdade de imprensa. O que está em jogo é um ensaio inovador de formulação de políticas públicas, a partir de um modelo basista – aos moldes dos sovietes leninistas – devidamente controlados por maioria do partido governante.

O que ganha o governo com isso? O que ganha o PT? Praticamente, se este ensaio der certo, ficará criada uma forma de decisão política paralela ao Congresso Nacional, cabendo a este apenas a figura homologatória de fazer a norma positiva. É uma ousadia sem precedentes do governo Lula, ensaiar essa sovietização do Brasil, passando por cima da Constituição e do Poder Legislativo. Mesmo que as tais recomendações do relatório final da CONFECOM sejam devidamente recusadas pelos legisladores, haverá a vitória política de Lula e do PT por ter levado a cabo a gigantesca mobilização, que está mexendo com gente de todos os recantos do Brasil. Um processo que certamente será repetido com outros temas no futuro. É uma tentativa de acabar com a democracia representativa como a conhecemos, mesmo sem alterações na Constituição.

Lamento não ter ouvido uma palavra da grande imprensa contra essa violência às instituições. As empresas do setor são vítimas coniventes. Nem um discurso no Congresso Nacional contra a usurpação do seu poder. Os representantes eleitos são coniventes. Certamente que essa omissão custará caro aos brasileiros. Tenho visto, há anos, aqueles que têm dinheiro e poder para enfrentar os revolucionários comunistas irem recuando a cada passo de avanço dos inimigos da sociedade aberta. Sempre preservando interesses particularistas e recebendo, em troca, concessões econômicas, nem sempre legítimas. O episódio do "Mensalão" revelou o grau de corrupção de que o sistema é capaz. Este método de cooptação, todavia, parece que foi esgotado e o partido de Lula resolveu agora implantar o modelo consagrado nos manuais de Lênin. Todo o poder aos sovietes!

E bem sabemos o que são os sovietes: uma caricatura de democracia direta, em que os delegados "livremente eleitos" são marionetes do partido e cumprem disciplinadamente as decisões tomadas dentro do chamado "centralismo democrático". Calar diante do que está acontecendo é mais do que omissão e covardia: é entregar o país aos celerados revolucionários. Não podemos subestimar o que estão fazendo. É hora dos que têm responsabilidade agir, em nome da liberdade da gente brasileira, em nome das gerações futuras.

O fato é tão importante que o a Executiva Nacional do PT baixou uma resolução (v. AQUI ) específica para o evento, para a qual convido você, meu caro leitor, fazer uma leitura atenta. Já no Preâmbulo do documento estão contidas todas as más intenções políticas do PT:

"A Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo Lula é uma importante conquista dos movimentos que lutam pela democratização do setor no Brasil. O PT apóia o conjunto de reivindicações desses movimentos, conforme resolução aprovada em conferência partidária realizada em abril de 2008. Na 1ª Confecom, a intervenção petista se dará de duas maneiras: uma, ao lado das lutas especificas de cada área; outra, mais ampla, na construção de um novo modelo legal para todo o setor das comunicações – sem o que dificilmente haverá avanços nas questões pontuais. A definição de um marco regulatório democrático estará no centro de nossa estratégia, tratando a comunicação como área de interesse público, criando instrumentos de controle público e social e considerando a mudança de cenário provocada pelas tecnologias digitais. O PT também lutará para que as demais ações estatais nessa área promovam a pluralidade e a diversidade, o controle público e social dos meios e o fortalecimento da comunicação púbica, estatal, comunitária e sem finalidade lucrativa. Mais do que combater os monopólios e todos os desvios do sistema atual, é preciso intervir para que eles não se repitam ou se acentuem nesse novo cenário tecnológico – que dentro de poucos anos superará completamente o antigo modelo".

A Conferência não é tida como um ato de rotina administrativa do governo, mas como "conquista" dos movimentos, que todos sabemos são aparelhados pelo PT. No Capítulo Segundo, declara que o marco regulatório deve estabelecer, entre outras coisas: "Atribuições e limites para cada elo da indústria de comunicação (criação, produção, processamento, armazenamento, montagem, distribuição e entrega), impedindo que uma mesma empresa possa atuar nos mercados de conteúdo e infra-estrutura". No seu Capítulo Terceiro está escrito que o PT defenderá a criação do Conselho de Comunicação Social, a própria institucionalização da censura prévia, já rejeitada anteriormente pela sociedade. No Quarto, que a Internet deve ser regulada, ou seja, controlada politicamente. Não há dúvida de que os documentos que vão emergir desse conclavesovietizado estarão em sintonia com a vontade política expressa nessa resolução.

É a instância partidária se sobrepondo ao Estado, não apenas ao Poder Legislativo, como também ao Poder Executivo. Quem manda é o partido.

Há um site (v. AQUI ) pró-conferência, composto por entidades vinculadas aos militantes esquerdistas, que está à frente das mobilizações. O panfleto que sugere ser distribuído na mobilização é uma peça antimercado, anticapitalista e anti-sociedade aberta. Um clone do Manifesto Comunista aplicado às comunicações. Lá está escrito que "É dever do Estado garantir que todo mundo possa acessar e produzir conteúdos para se informar e se comunicar". Bem sabemos o que significa isso: o fim da liberdade de produzir e veicular notícias sem a censura prévia dos comissários do partido.

Fique atento, caro leitor: os sovietes já chegaram e estão agindo para tomar o poder total no Brasil. A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente.


José Nivaldo Cordeiro: "Quem sou eu? Sou cristão, liberal e democrata. Abomino todas as formas de tiranias e de coletivismos. Acredito que a Verdade veio com a Revelação e que a vida é uma totalidade, não podendo ser cindida em departamentos estanques. Abomino qualquer intervenção do Estado na vida das pessoas e na economia, além do imprescindível para manter a ordem pública. Acredito que a liberdade é um bem que se conquista cotidianamente, pelo esforço individual, e que os seus inimigos estão sempre a postos para destruí-la. Preservá-la é manter-se vigilante e sempre disposto a lutar, a combater o bom combate. Acredito que riqueza e prosperidade só podem vir mediante o esforço individual de trabalhar. Fora disso, é sair do bom caminho, é mergulhar na escuridão da mentira e das falsas promessas".



José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP e editor do site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado". E-mail: nivaldocordeiro@yahoo.com.br


Publicado no site "NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado".
Terça-feira, 17 de novembro de 2009.




PMSP: AÇÃO PATÉTICA!







Friday, October 03, 2008

Echelon- HAARP: Fluorização atmosférica.
Efeitos: Consenso, prostação, indiferença e estupidez pela ação do
flúor no sistema nervoso central.
































Uma suspeita inconveniente
por Edvaldo Tavares

Fotografias obtidas de satélites, em dias de boa visibilidade, sobre países europeus, têm acusado imagens muito estranhas que foram denominadas de estrelas químicas ou "chemtrails", que podem ser entendidas como rastros ou vestígios químicos. Essas marcas estranhas foram observadas sobre o Canal da Mancha, Itália, Inglaterra, França, ilhas Canárias e Oceano Atlântico e estranhamente estão sendo ignoradas pelos veículos de comunicação, apesar de muita gente tê-las visto. Imagens fornecidas pelo satélite Meteosat registraram também essas trilhas no lado ocidental da península Ibérica.

Esses vestígios misteriosos poderiam ser confundidos com os gases e vapores emitidos pelos aviões, que no céu formam rastros de muitos quilômetros de extensão. Algumas características diferenciam essas marcas químicas das condensações habituais emitidas pelos aviões. Na composição química desses misteriosos registros são encontrados polímeros constituídos de filamentos de silício, o dibromoetano (EDB) que é um pesticida proibido, células humanas, entre estas células sanguíneas, glóbulos vermelhos e brancos. Foram detectados também os elementos químicos bário e alumínio e uma larga escala de substâncias não identificadas.

Aviões com dispositivos especiais, com a finalidade de aspersão de produtos químicos, não identificados, promoveram a fumigação de toneladas desses agentes químicos na atmosfera em diversas partes do mundo durante muitos dias.

O que dizem os governos dos países desenvolvidos

Diante dessas misteriosas comprovações, quando questionados, o Parlamento Europeu, Italiano, Grego e os governos americanos, espanhol e alemão, procuram ignorar os questionamentos. Quando respondem, contestam com as seguintes argumentações: "as estrelas são parte de estudos para contrastar o efeito da invernagem"; "são condensações normais da aviação comercial"; "fazem parte de estudos para combater o terrorismo". Não é fornecida uma resposta consistente capaz de convencer e sustentar a verdade dos fatos.

Na falta da confiança nas argumentações governamentais, surgem suspeitas que os rastros químicos espalhados pelos céus de diversas partes do mundo, são registros de parte de projetos secretos com a finalidade de estudar e controlar o clima. Há a considerar a especulação de que façam parte de projetos de guerra biológica com o emprego de agentes patogênicos, capazes de causar doenças.

Controle climático - a nova arma de guerra

Existem tratados e convenções internacionais proibindo o estabelecimento de projetos objetivando o controle climático. A posse desse controle conferiria ao seu detentor o poder de destruição de massa, mais poderosa e eficiente do que o emprego do arsenal nuclear.

Diferentemente da ação destruidora e contaminação ambiental promovida pelas radiações liberadas pela explosão de artefatos nucleares, os equipamentos que causam o descontrole climático com finalidade de conquista de vastas áreas terrestres com suas riquezas intactas promovem seca, inundação, tornados, ciclones e diversas catástrofes ambientais, ficando intactas as variadas riquezas à disposição dos poderosos "donos do clima" e candidatos a tomada da posse do mundo.

Reina uma dúvida de que existe verdadeiramente um aquecimento global, a confundir a natureza. Desequilíbrios climáticos são responsáveis por diversas catástrofes, constantemente veiculados nos órgãos de comunicação, resultantes do acúmulo de gás carbono liberado das queimadas, dos desmatamentos e dos resíduos da queima de combustíveis fósseis.

As nações pobres que apresentam riquezas em seu território e as em desenvolvimento, que lutam para alcançar o estágio de potência desenvolvida, entre elas, o Brasil, devem ficar atenta a esta nova arma que está sendo empregada pelos países desenvolvidos, com tendências hegemônicas, que não medirão esforços para serem os senhores absolutos do planeta.


Edvaldo Tavares é Tenente-Coronel Médico do Exército Brasileiro.
Nota: Autor do livro: "Sucesso na vida é para qualquer um. Inclusive para você!".









Publicado no site "Opinião e Notícia".
Sexta-feira, 19 de setembro de 2008.



UMA DOR ABAFADA E QUE REVOLTA - Gen Torres de Melo



Saturday, June 02, 2007

A "Sala de Controle" do Brasil.






































Hugo Chávez e a “sala de controle” de Washington
por Josias de Souza

Hugo Chávez considera-se um gênio. Gênio do socialismo pós-pós. Em casos do gênero, só há três alternativas: ou o sujeito é maluco, ou é idiota, ou é gênio mesmo. As evidências encarregaram-se de refutar a última hipótese. Remanesce, porém, a dúvida: tolo ou débil mental?

Tudo leva a crer que o caso é de esquizofrenia. A maioria dos venezuelanos ainda acha que votou em São Jorge. Mas, em vez de salvar a donzela, Chávez casou-se com o dragão. Lança chamas em todas as direções. Na noite passada, esquentou os miolos dos congressistas do Brasil.

Entre uma explicação de Renan ‘Encrenca’ Calheiros e uma entrevista de Romeu ‘Quero Absolvê-lo’ Tuma, o Senado brasileiro encontrou tempo, no meio da semana, para aprovar uma mensagem dirigida a Chávez. No texto, pedia-se a São Jorge que recolocasse no ar emissora RCTV.

Abespinhado, o dragão venezuelano fumegou: “O Senado brasileiro age como um papagaio do Congresso americano”. Disse que é mais fácil o Brasil voltar a ser colônia portuguesa do que o seu governo devolver a concessão ao canal retirado do ar. Em Brasília, houve repúdio e indignação. Lula, de passagem por Londres, também esboçou uma reação.

Chávez, por doido, tem dificuldade para enxergar a realidade. Há, de fato, uma salinha em Washington. Fica nos fundos do prédio do Departamento de Estado. Abriga os nossos controladores –três funcionários obscuros, que decidem o futuro do Brasil. Preocupam-se, porém, com o Executivo, não com o Legislativo.

Durante anos, os controladores do Brasil apostaram nos militares. Cansados, idealizaram a redemocratização lenta e gradual. Depois de uma seqüência de apostas erradas, decidiram que Fernando Henrique Cardoso era o homem para executar a tarefa no Brasil. Deram-lhe duas chances. Mas acharam que FHC não entregou tudo o que combinara.

Para punir o tucanato, autorizaram a eleição de Lula. O objetivo de nossos controladores era dar um susto de quatro anos. Depois, retomariam o “Tucano’s Project”. Porém, os três funcionários da sala de controle surpreenderam-se com Lula. Acharam que ele se revelou um FHC melhor do que o original.

Sem nenhuma combinação, Lula aparou a barba, vestiu Armani, manteve a abertura econômica, preservou o rigor fiscal e pagou a dívida com o FMI. De quebra, tornou-se amigo de Bush. Os controladores o rebatizaram de “Fernando Terceiro”. E lhe deram mais um mandato.

As declarações de Hugo Chávez levaram os controladores do Brasil às gargalhadas. Ninguém mais do que os funcionários da salinha do Departamento de Estado sabem da irrelevância do Congresso brasileiro. Sossegados em relação ao Brasil, eles decidiram que, nos próximos meses, para passar o tempo, vão se divertir assistindo às transmissões da venezuelana RCTV pela internet.


Josias de Souza, nascido em 1962, é jornalista desde 1984. Trabalha na Folha de S.Paulo há 20 anos. Nesse período, ocupou diferentes funções, de repórter a Secretário de Redação do jornal. Hoje, é colunista da Folha. Publicou em 1994 o livro "A História Real" (Editora Ática), em co-autoria com Gilberto Dimenstein. O trabalho revela os bastidores da primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República. Em 2001, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo (Regional Sudeste) com a série de reportagens batizada de "Os Papéis Secretos do Exército".





Publicado no blog "Josias de Souza".
Sexta-feira, 01 de junho de 2007, 16h36.


 
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