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Wednesday, October 27, 2010

E aí EB, qual é a explicação?
Trata-se "apenas" de um tubo lançador descartado? Conta outra.































Polícia de São Paulo encontra lança-míssil no meio da rua
do telejornal "Bom Dia Brasil"

Em Guarulhos, na Grande São Paulo, durante uma perseguição policial, dois homens abandonaram no meio da rua uma capa de violão. Dentro, tinha um lançador de míssil de uso restrito das Forças Armadas.

Os dois suspeitos conseguiram escapar.

O lançador foi fabricado na Suécia e é tão potente que pode destruir até tanques de guerra.



Reportagem apresentada pelo telejornal "Bom Dia Brasil" da Rede Globo.
Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, 08h11.








O súbito encanto de Marina Silva – Arnaldo Jabor







Saturday, February 02, 2008

"Por um mundo melhor, compre um Fox". E perca um dedo!
Ao menos você já estará apto para ser presidente do Brasil.





















UTILIDADE PÚBLICA: Leia e divulgue.


A armadilha do Fox
por Flavio Machado

Oito donos do carro da Volkswagen perderam parte do dedo ao rebater o banco traseiro. A empresa descarta fazer recall

O primeiro carro do químico Gustavo Funada, de 58 anos, morador de São José dos Campos, São Paulo, foi um Fusca 1972. De lá para cá, Funada já foi proprietário de um Passat, uma Variant, um Gol e uma Kombi – todos carros da Volkswagen. Em dezembro de 2004, a afinidade de Funada com a marca alemã se transformou em trauma. Quando tentava ampliar o espaço do porta-malas de seu Fox, Funada teve parte do dedo médio da mão direita decepado. "Fui rebater o banco para guardar compras. Como não achei a alça, puxei uma argola com o dedo e empurrei o encosto, que desceu com violência. Foi uma dor intensa. Quando percebi, a ponta do meu dedo estava caída dentro do porta-malas", diz.

Rebater o banco traseiro do Fox não é uma operação complicada. O usuário deve puxar uma pequena alça flexível que fica presa a uma argola de metal na parte inferior do encosto. O problema é quando alguém ajusta o dedo na argola, como fez Funada. Ao ser destravado, o mecanismo aciona uma mola que puxa a argola para dentro, prendendo assim o dedo do usuário (leia o quadro). Nos últimos três anos, pelo menos sete pessoas, além de Funada, dizem que perderam parte do dedo assim. Um nono usuário, o pecuarista Antônio Félix de Souza, de Goiânia, Goiás, afirma que teve a mão esquerda gravemente atingida ao tirar um dedo da mão direita da argola. Segundo ele, o banco parcialmente suspenso caiu sobre sua mão esquerda, apoiada no assoalho. Souza conseguiu reconstruir três dedos esmagados e recuperar os movimentos.

Para a advogada Maria Inês Dolci, coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, há dados suficientes para que a Volkswagen convoque um recall. "Pela quantidade de pessoas prejudicadas com o mesmo problema, o recall já devia ter sido feito", diz. Em mensagem enviada por e-mail, a assessoria de imprensa da montadora diz que a empresa estudou todos os acidentes e concluiu que o sistema está de acordo com as normas de segurança. O recall foi descartado. "Os procedimentos do manuseio do sistema de rebatimento encontram-se descritos no Manual do Proprietário", diz.

A pedido de ÉPOCA, o engenheiro Márcio Montesani, diretor do Núcleo de Perícias Técnicas de São Paulo, analisou o rebatimento do Fox. Especialista em perícias automotivas, ele critica o sistema e o manual: "Há erro de projeto. O dispositivo induz o usuário a colocar o dedo instintivamente na argola, o que pode resultar em mutilação. E o manual deveria prevenir sobre falhas na operação. Dizer como proceder na ausência da alça".

"Não é possível sofrer esse tipo de ferimento no Fox europeu", diz engenheiro

De acordo com Montesani, o Fox exportado para a Europa tem um sistema mais seguro. No lugar da alça e da argola, há uma alavanca de metal paralela à base. "Não é possível sofrer esse tipo de ferimento no Fox europeu", diz. A Volks afirma que as diferenças são decorrentes dos aspectos técnicos e legais de cada mercado: "Na Europa, o veículo é concebido para quatro lugares, enquanto nos demais países é para cinco. Nesse sentido, pode haver diferentes conceitos de produtos".

Desde 2004, Funada passou por quatro cirurgias para recuperar a sensibilidade e até hoje relata dores. Ele diz que demorou cinco meses para chegar perto do porta-malas novamente, mas não se desfez do carro: "Não o vendi por medo de mais alguém se machucar". Dos nove feridos entrevistados por ÉPOCA, só dois ainda não entraram na Justiça contra a montadora: o servidor Marcos Aurélio Dias, de Suzano, São Paulo, acidentado no dia 19 de janeiro, e o técnico de som Pedro Saldanha, do Rio de Janeiro. "Pior que a dor física é a sensação de perder uma parte do corpo", afirma Saldanha. Os dois disseram que irão à Justiça.


























Publicado na revista "ÉPOCA" - Edição nº 507.
Quinta-feira, 31 de janeiro de 2008.


N.R. A principal diferença que existe entre os modelos produzidos para o mercado brasileiro e os modelos exportados para os europeus, é uma só: "JUSTIÇA". No Brasil os coitados que perderam dedos nos veículos da montadora em questão, vão ficar a ver navios. Já se esses fatos houvessem ocorridos na Europa, essas pessoas estariam sem dedos, mas no mínimo com US$ 1 milhão de dólares no bolso cada uma. ISTO AQUI É O BRASIL!





Revelados os horríveis abusos das FARC a menores - Gonzalo Guillen (El Nuevo Herald)

Espírito militar está presente nas primárias americanas – William Waack

Saturday, January 19, 2008

FARC: Fornecedores Abandalhados e Repugnantes de Cocaína.

Foto: Resultado da lavagem cerebral comunista: ADOLESCÊNCIA NARCÔMANA E ASSASSINA MOVIDA A SEXO E "PÓ"!




























Click AQUI para ver as terríveis atrocidades cometidas por estes narcoterroristas, denominados FARC, através de uma horripilante coletânea de fotos difundidas pela colombiana Silvia Andrea Moreno. A VERDADEIRA FACE DOS ASSASSINOS!



Só governo não percebe: Farc são ameaça
por William Waack

Os recentes episódios em torno da narcoguerrilha das Farc são uma excelente aula sobre como a falta de princípios atrapalha uma política externa. No caso, a política externa brasileira. Vamos deixar de lado neste momento princípios como ética, justiça, direitos humanos, etc, etc, e pensar apenas naquilo que se chama de Realpolitik – na esmagadora maioria das vezes, no meu entender, o fator dominante em relações internacionais.

O que representam as Farc do ponto de vista dos interesses brasileiros? Um perigo, sem dúvida. Trata-se de um grupo bem armado e bem organizado, com controle efetivo sobre uma excelente fonte de financiamento (plantio, colheita, processamento da folha da coca, distribuição e venda de pasta de cocaína e, em certos casos, do produto final). Partes desse agrupamento armado operam na fronteira brasileira e, conforme exemplo recente atestou, em contato direto com o crime organizado na Amazônia e em algumas grandes cidades.

Supondo, como suponho, que às autoridades brasileiras não interessa um grupo armado junto às nossas fronteiras em colaboração direta com o crime organizado, cabe perguntar o que é feito para combatê-lo. O governo colombiano comprou da Embraer um esquadrão de aviões monopostos turbo-hélice de excelente reputação em operações táticas, o Super Tucano. Depois dos helicópteros especiais de transporte e ataque (vendidos pelos americanos), é a melhor arma aérea contra guerrilhas.

Os principais pontos de passagem de fronteira do Brasil com a Colômbia foram reforçados pelo Exército, Marinha, FAB e Polícia Federal – embora todos eles sofram de crônica falta de pessoal e equipamentos e enfrentem enormes dificuldades para controlar fronteiras na Amazônia. Mas aquilo que os Estados-Maiores consideram uma real ameaça à nossa soberania não encontra a mesma avaliação no Planalto e no Itamaraty.

É o famoso “viés ideológico”, aliado ao fato do presidente Lula empenhar-se sempre em aparecer bem em todas as fitas, seja Havana, seja Caracas, seja Bogotá, seja Washington. Parece haver grande dificuldade, por parte de alguns personagens próximos a Lula, em desligar-se de uma visão de mundo que, por exemplo, celebrava as “conquistas” do regime comunista da Alemanha Oriental quando o Muro estava caindo, e que continua acreditando em “internacionalismo” e “solidariedade” de forças de esquerda que, na prática, também jamais existiu – especialmente quando estavam em jogo os interesses maiores de potências patrocinadoras do “internacionalismo” e da “solidariedade”.

As Farc perderam há muito tempo sua agenda política, típica de guerrilhas de inspiração cubana que também não mais existem. As autoridades brasileiras passaram perigosamente perto de conceder aos narcoguerrilheiros um status político que eles não merecem, e nem nos interessa (se a gente pensar no Estado brasileiro, e não apenas no atual governo). As Farc são uma ameaça não apenas distante à nossa soberania territorial: elas colaboram com forças (o crime organizado) que se infiltraram em uma parte considerável de nossas instituições.

Ou seja, não é necessário discutir por muito tempo se as Farc merecem ser chamadas de terroristas, insurgentes, beligerantes, heróis da luta pela liberdade ou o rótulo que você, leitor, preferir. Se é princípio da nossa política externa (e, até agora, foi) a defesa de nossa integridade territorial, o empenho em manter vizinhos estáveis e confiáveis (Evo Morales é? Uma Colômbia em guerra é?) e a ampliação da nossa capacidade de influência, parece-me uma grotesca e diletante atitude, a de tratar as Farc como parte do governo o faz.



William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2008, 19h47.




Saturday, April 28, 2007

PERIGO REAL E IMINENTE!


































PREVENDO O FUTURO
por Prado

Brasil, 2010.

Outubro, 6 – O Presidente Lula, reeleito para um terceiro mandato, acaba de anunciar que o País terá agora o nome oficial de República Popular Socialista do Brasil. A bandeira passará a ter no desenho uma estrela branca em fundo totalmente vermelho.

Outubro, 7 – A Polícia do Povo (POLIP) criada pelo atual governo acaba de prender centenas de subversivos em todo o território nacional, dentre eles 2.657 estudantes e 4.698 empresários que haviam protestado contra o suposto fim do regime democrático em nosso País. As Forças Armadas permanecem de prontidão rigorosa às ordens do Comandante Supremo, o Presidente. O General Banana anunciou a solidariedade dos militares aos novos rumos tomados pelo País.

Outubro, 9- O Presidente acaba de baixar Decreto-Lei determinando a desapropriação compulsória de todos os imóveis residenciais vazios nas grandes capitais. Os antigos proprietários serão indenizados com os chamados “Bônus de Dna. Marisa Letícia”, resgatáveis a partir de 2090 com juros anuais de 0,5%.

Outubro, 25 - Quarenta oficiais das FFAA (Forças Armadas) foram transferidos compulsoriamente para a inatividade por decreto assinado pelo Presidente Lula e referendado pelo Primeiro Ministro José Dirceu. Foram acusados de atividades antigovernamentais ao devolverem medalhas em represália pela concessão das mesmas comendas ao Sr. Marco Valério, atual Presidente do Banco Central. O Comandante do Exército, General Banana, declarou que não admitirá a quebra da disciplina em seu meio e que o gesto dos militares punidos foi, no mínimo, mal educado.

Novembro, 14 - A Confederação Nacional dos Trabalhadores Livres e Socialistas solicitou ao presidente um expurgo total no Supremo Tribunal Federal onde ainda “restariam um ou dois ministros conservadores”.

Novembro, 27 – O Presidente da República inaugura hoje no interior do Pará o Panteão dos Heróis de Araguaia, em homenagem às vítimas dos criminosos massacres perpetrados pelas FFAA (Forças Armadas), durante o combate às guerrilhas populares em 1973. Na ocasião, os restos mortais de Carlos Lamarca, promovido “Post mortem” ao posto de General-de-Exército foram sepultados no Panteão. Visivelmente emocionado, Lula leu as inscrições lapidadas no monumento, obra do arquiteto Oscar Niemeyer: “Neste solo brasileiro jazem aqueles heróis que enfrentaram a ditadura e tombaram na luta pelo povo”.

Dezembro, 24 – O presidente Lula, em gesto de profunda generosidade, acaba de comutar a pena dos integrantes do chamado GG (Grupo Guararapes) que se encontravam presos sob acusação de atividades antipatrióticas. O maior beneficiado foi o subversivo alcunhado de “mãe”, cuja pena de prisão perpétua foi reduzida para 22 anos de trabalhos forçados na selva Amazônica.



Prado é um membro do Grupo Guararapes.

Publicado no site do Grupo Guararapes.
Quinta-feira, 26 de abril de 2007.


 
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