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Sunday, June 01, 2008

Este palhaço não tem nenhum senso de ridículo!


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Chatarra militar estaría vendiendo Rusia a Venezuela.

Analistas de temas militares sugieren que Rusia no habría vendido tecnología de punta a Venezuela, como parte de acuerdos tácitos (o no tan tácitos…) con EEUU.
"El Nuevo País"


O REI DOS IDIOTAS LATRINO-AMERICANOS
por Bootlead

O mentecapto que está levando a Venezuela à bancarrota, mesmo com suas imensas reservas de petróleo, caiu no conto-do-vigário dos russos, que lhe venderam duas dúzias do caça Sukhoi Su-30 MK (uma versão melhorada do Su-27), aeronaves estas que já vinham sendo substituídas na Força Aérea Russa pelos Sukhoi Su-35 de última geração, ou seja: Venderam ao pateta do Caribe aeronaves usadas, meramente repintadas, que na realidade não passam de sucatas. Mas, o estúpido vive se vangloriando destas verdadeiras insignificâncias e fazendo ameaças aos EUA, como se aquele país temesse seu "grande poderio aéreo". Seria cômico, se não fosse trágico!

Será que não passa pela doida cachola daquele "macaco vermelho", que o seu análogo, Saddam Hussein, possuía uma força aérea vinte ou trinta vezes superior a sua, e nenhuma aeronave chegou sequer a sair do chão, foram todas destruídas ainda em terra pelo fantástico poderio aéreo das forças norte-americanas e que somente um porta-aviões da frota da U.S. Navy carrega três vezes mais a quantidade de aeronaves com que conta o bufão, além de muito mais bem equipadas e muito melhores pilotadas.

Com Saddam, que também proferia ameaças risíveis aos EUA, sabemos como terminou sua história: "Pendurada" a uma corda. Será que esse que atende por Hugo Chávez Frias, seguirá o mesmo caminho? Esperemos que sim!


ANTES: Logo abaixo uma foto do caça Sukhoi Su-27, antes de receber a nova pintura com as cores da Força Aerea Bolivariana e de ser rebatizado ("potencializado") como Su-30MK, para ser entregue ao déspota venezuelano como "novo em folha". Uma bela sucata!































DEPOIS: Abaixo uma foto da "sucata" russa depois de devidamente "garibada". Só a tinta é nova.































Consta ainda que o "maricon de Miraflores", adquiriu da mesma Rússia para reequipar sua "temível" Fuerza Aérea Bolivariana, a extraordinária quantidade de 10 (dez) aeronaves de transporte tipo Ilyushin Il-76, em substituição aos C-130 Hércules, que serão doados à "poderosa" Fuerza Aérea da Bolívia, sob o comando do índio fornecedor de cocaína Evo Morales, agora sim o transporte da "droga" estará garantido. A seguir uma foto das novas aquisições, a caminho de uma "garibada" geral antes da entrega aos otários venezuelanos. Haja tinta!
































A NATIMORTA UNASUL – Maria Lucia Victor Barbosa

Friday, May 02, 2008

Sr. Nelson "Chupim": Pode "vender" todas as aeronaves da FAB para a URSAL.
A nossa verdadeira "Força" já se encontra em alerta máximo!

Foto: O impiedoso "caçador" de Chavez, Castros, Kirchners, Correas, Morales, Lugos, Ortegas, Bachelets,
Lulas, Jobins, Saitos e caterva.































Click AQUI para ver esta foto em tamanho maior (1024 x 731).

O porta-aviões e a influência dos EUA
por William Waack

Poucos militares gostam de dizer que sua atividade tem fins políticos -e os americanos que comandam o porta-aviões George Washington não são exceção. Numa breve visita ao navio principal das manobras Unitas, nesta segunda feira (28/04), o almirante Phil Cullon, o comandante da frota americana, só admitiu um "significado político" da presença do George Washington no Atlântico Sul na sua abrangência mais ampla.

Na verdade, a vinda do poderoso navio de guerra –o centro de uma força de ataque conhecida como Strike Group 8– para manobras conjuntas com as marinhas da Argentina e Brasil tem um precedente político importante. Entre oficiais da Marinha de Guerra do Brasil causou enorme descontentamento o fato de a Unitas (o nome oficial dessas manobras conjuntas) não terem sido realizada três anos atrás por interferência política atribuída por oficiais brasileiros a Hugo Chávez.

"Já que o governo brasileiro não nos dá verbas para reequipar a Marinha, porque pelo menos não nos deixam participar de manobras conjuntas com uma marinha muito mais avançada (a americana) da qual podemos aprender muitas coisas que não estão nos manuais?", perguntava, há alguns meses, um importante comandante brasileiro que prefere não ter o nome divulgado.

Nesse sentido, o "recado" dado pelos americanos é razoavelmente claro. O George Washington tem 85 aviões de combate, entre eles o Super Hornet, a aeronave mais poderosa operando a partir de navios. Em um único porta-aviões dessa classe (a Nimitz) é mais avião de guerra de última geração voando do que a totalidade das aeronaves equivalentes à disposição da Força Aérea Brasileira.

Os pilotos e técnicos americanos provavelmente voam mais horas por semana em condições próximas às reais (45% dos vôos, por exemplo, são noturnos) do que seus colegas brasileiros e argentinos fazem em um ano, arrisco-me a dizer. Um dos pilotos brasileiros que assistia de camarote ao espetáculo de aviões ultramodernos sendo lançados e recolhidos à razão de 1 a cada 3 minutos (quase o ritmo de um movimentado aeroporto internacional civil) do convés de vôo do George Washington comentava com óbvia admiração: “o que eles fazem não é muito diferente do que a gente faz, mas a diferença é quantas vezes eles fazem”.

Porta-aviões mudaram a história das guerras nos mares, e a data precisa é o começo da Segunda Guerra Mundial, quando aviões japoneses acabaram em poucos minutos com dois formidáveis navios de superfície britânicos. Depois disso, e excetuando-se o uso da arma submarina para fins estratégicos, é impossível pensar em projeção do poder naval sem a aviação embarcada. Nesse sentido, a presença do George Washington é – quer seu almirante concorde com isso ou não – uma clara exibição de poderio militar e político.

A mensagem já é conhecida há muito tempo pelos militares brasileiros da Marinha: para proteger tanto mar declarado como o nosso temos muito poucos recursos. E nem se trata de fazer comparações com um "strike group" como o do George Washington (cujo preço de construção foi quase duas vezes o PIB de um país como a Bolívia, por exemplo).

Outra experiência foi bastante interessante a bordo desse porta-aviões americano. Entre os 4 mil e tantos tripulantes havia vários brasileiros. É bom insistir na palavra brasileiros pois esses marinheiros e marinheiras, embora trajando o uniforme de uma Força Armada de um país estrangeiro, continuam se sentindo…brasileiros. Em outras palavras: consideram-se militares americanos de profissão e brasileiros de alma e coração.

Os nomes pintados nas fuselagens dos modernos aviões de combate, as tarjas com os nomes nos uniformes dos técnicos e marinheiros e grande parte dos oficiais a bordo são latinos. Ouve-se muito espanhol a bordo do George Washington, que é considerado um padrão em termos de treinamento e capacidade de combate. Obviamente essa capacidade é função da "mão-de-obra", digamos assim, e não do hardware ou software de sistemas bélicos.

É o mesmo que acontece com a construção civil: um mexicano ou brasileiro com 7 a 8 meses de permanência numa grande cidade americana alcança, em média, nesse mesmo espaço de tempo, a produtividade de um trabalhador americano. Ou seja, esses imigrantes ou filhos de imigrantes a bordo de uma arma de primeiro mundo demonstram o mesmo padrão de eficiência e capacidade técnicas de “soldados” de primeiro mundo.

Minha leitura dessa curta visita ao George Washington tem dupla natureza. Primeiro: essas águas do Atlântico teriam, sim, de ser nossas não só por direito, mas de fato. Segundo: podemos, sim, ser tão bons quanto eles. É só parar de acreditar nas coisas erradas. E perder aquele complexo de vira-lata tão bem descrito por Nelson Rodrigues, e tão bem encarnado por Hugo Chávez.


William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Terça-feira, 29 de abril de 2008, 18h31.




Desintegrar para Entregar! – João Nemo



Tuesday, December 05, 2006

A Marinha do Brasil já está sob o comando de Hugo Chávez!
































Click aqui para ver a imagem ampliada.


O gigante Brasil foi empurrado para o joguinho dos pequenos
por William Waack

A vitória de Chávez era uma certeza, a dúvida é apenas saber quanto tempo dura o novo tipo de populismo sul-americano pelo qual o Brasil está cercado. Promete durar bastante. Suas conseqüências, da mesma maneira, prometem ser das piores. Mas não é assim que o governo brasileiro encara os recentes resultados eleitorais na Bolívia, Equador e Venezuela e nem a provável reeleição de Kirchner na Argentina.

O problema aqui não é simpatia ou antipatia em relação a Chávez, Evo Morales e Correa. Trata-se de examinar em que a articulação das políticas anunciadas pelos dirigentes desses três países (em parte com a Argentina) nos interessa ou nos prejudica. Argentina e Bolívia dão a sensação de que defendem o que lhes importa com mais ênfase, e êxito, sobretudo quando lidam com o Brasil. O novo governo do Equador, e suas declarações contraditórias, só trazem incertezas a empresas estrangeiras que investem lá, como a Petrobras.

O caso da Venezuela é mais grave. Chávez é um populista e demagogo clássico em certo sentido: acredita é na própria pessoa, idéias, visões, projetos e programas são secundários, e servem apenas aos próprios interesses. Elevou um assistencialismo que é pouco mais do que distribuição de esmolas ao pretenso patamar de programas de erradicação de pobreza. Mas criou discípulos, cultivados em parte com dinheiro do petróleo, e faz do Brasil um grandão bobo.

Se fosse só discurso, poderíamos ouvir a Chávez (como se ouve a Fidel) com aquela benevolência composta de boa educação e interesse antropológico, e com a qual se costuma encarar indivíduos, e países, de idéias estapafúrdias e grau de periculosidade nulo. Mas não é. O presidente da Venezuela, apoiado pelo governo argentino, conseguiu impedir, por exemplo, que a Marinha brasileira participasse de manobras conjuntas com a Marinha dos Estados Unidos.

Os exercícios, conhecido como Unita, são tradicionais e proporcionam aos almirantes brasileiros uma extraordinária possibilidade de atualização em equipamentos e procedimentos, já que não têm verbas para modernização em ampla escala. Este ano não foram realizados, depois de a Venezuela bater o pé numa reunião realizada há pouco mais de um mês em Buenos Aires (mas exercícios idênticos aconteceram no lado do Pacífico na América do Sul). Decepcionados, os militares brasileiros não escondem um sorriso: os americanos prometem passear pelo Atlântico Sul, no começo do ano que vem, com um "battle group" em torno de um porta aviões. Em outras palavras, vão fazer uma demonstração de força.

Não se sabe qual é a procedência nem a qualidade das informações obtidas pelos serviços de inteligência das Forças Armadas brasileiras, mas circula nos altos escalões em Brasília a versão de que Chávez estaria armando milícias na Bolívia com os fuzis antigos dos quais ele não precisa mais, depois da importação de 100 mil armas novas para infantaria. O simples fato desses comentários vazarem dão uma idéia do tipo de tensão interna que o presidente Chávez está provocando.

Ele está sendo indiretamente ajudado pelos acontecimentos em Washington. Por razões protecionistas, os democratas que retomaram o controle das duas casas no Congresso provavelmente impedirão a ratificação de um acordo de comércio bilateral entre o Peru e os Estados Unidos. E não renovarão a autorização para que Bush negocie outros acordos comerciais com a região a ignorância dos americanos em relação à América Latina (resultado, nos tempos recentes, da pouquíssima importância que atribuem à área) é mais perigosa ainda do que sua arrogância no trato com os vizinhos do Sul.

Políticos como Chávez, Morales, Correa e, em boa parte, Kirchner vivem de se afirmar contra inimigos reais ou imaginários. Agem notoriamente como donos da verdade, como autodenominados defensores dos pobres e oprimidos (quando, na verdade, os exploram impiedosamente para fins políticos), manipulam o afago e a ameaça sem dar a mínima para os valores de instituições políticas. Seus programas econômicos sugerem ganhos eleitorais a curto prazo, mas nenhuma perspectiva de crescimento, prosperidade e estabilidade a médio e longo prazos.

Vizinhos irriquietos e barulhentos jamais interessaram ao Brasil. É estranho ver Lula, que em particular chama Evo Morales por palavrões impublicáveis e se diz "farto" da companhia indesejável de Chávez, encontrando-se tão freqüentemente com ambos e aparentemente articulando políticas comuns cujos resultados, do ponto de vista brasileiro, teimam em não aparecer. Ou não é nada estranho? Ou é só a admiração mal disfarçada pelo que Morales e Chávez por lá podem, mas que a (em termos relativos) sofisticação, complexidade e avanço das sociedade e instituições políticas brasileiras não permitem que aqui se repita?

Fez parte de décadas da política externa brasileira tentar jogar o jogo dos grandes como um grande, apesar de todas as dificuldades. É triste ver um gigante como o Brasil empurrado para o joguinho dos pequenos. E ainda fazendo o papel do grandalhão que aplaude a piada, sem perceber que a piada é ele mesmo.



William Waack nasceu em São Paulo, SP em 30/08/1952 é jornalista, formado pela USP. Cursou também Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha, e fez mestrado em Relações Internacionais. Tem quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo, pela cobertura da Guerra do Golfo de 1991 e por ter revelado informações sobre a Intentona Comunista de 1935, até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou. Waack trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Durante 20 anos, William Waack foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Desde 1996, trabalha para a TV Globo e voltou ao Brasil em 2000. Apresenta, desde maio de 2005, o Jornal da Globo e em 2006, passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.



Publicado no Portal G1.
Segunda-feira, 04 de dezembro de 2006.






“É só pegar os panfletos e as entrevistas dos líderes dos partidos para perceber que eles estão de esquerda para enterrados. São como cadáveres insepultos vagando por aí. A maioria dos grupos que se dizem de esquerda são igrejinhas, seitas, um bando de loucos e dogmáticos”

Herbert José de Souza, Betinho, setembro de 1995.








 
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