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Sunday, June 15, 2008

Quando Ele "obra", os dejetos resultam em "demônios-comunistas".
Abaixo o registro de uma "obrada" realizada em 27 de outubro de 1945.

Obs.: Infelizmente Ele esqueceu de acionar a descarga.









































FORÇA: A PARTEIRA DAS REVOLUÇÕES
por Maria Lucia Victor Barbosa

É profundamente lamentável que não tenhamos instituições e partidos de oposição com determinação para barrar a corrupção obscena que se desenrola diante das vistas dos poucos brasileiros perceptivos e, portanto, capazes de avaliar o que realmente se passa no governo e no seu partido, o PT.

Os últimos dias têm ilustrado com claras evidências a bandalheira oficial e foram ricos em notícias escandalosas, que rapidamente se apagarão da memória coletiva sem maiores problemas ou conseqüências.

Em todo caso, quem tomou conhecimento, ainda que só pela TV, do depoimento da ex-diretora da Anac Denise Abreu, que na Câmara discorreu sobre as pressões da Casa Civil e a interferência “imoral e até ilegal” do compadre do presidente da República, Roberto Teixeira, com relação ás negociações ou negociatas que culminaram com a compra da Varig pela Gol, deve ter desconfiado, e esse é o ponto mais grave, que desta vez Lula da Silva não poderá dizer que não sabia de nada. Impossível ele afirmar que jamais conheceu o homem que o sustentou durante tantos anos, que priva de sua intimidade, que freqüenta seus palácios. Entretanto, pede-se o impeachment da governadora Yeda Crusius por suposto envolvimento em corrupção de alguns de seus auxiliares enquanto o nível federal fica acima de qualquer suspeita, aconteça o que acontecer de mais escabroso e escancarado.

A questão é que não existe quem enfrente com coragem a desonestidade que apodrece o país e o PT se preparou muito bem para assumir o poder, dele não pretendendo sair tão cedo. Agora está tudo contaminado, corrompido, achincalhado. A propaganda é asfixiante e Lula da Silva, bem orientado e tarimbado nas lides sindicais e populistas, agrada com seus discursos a todas as classes.

Note-se que nem uma palavra foi dita sobre o compadre Teixeira, porém, segundo o presidente, atacar Dilma Roussef, coitadinha, é abominável. São intrigas da oposição porque ela é candidata à presidência da República.

Outra imoralidade da semana apareceu nas notícias sobre a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), fundada pelo atual presidente do PT Ricardo Berzoine.

Segundo Hélio Malheiros, irmão de Luís Eduardo Malheiros, ex-presidente da entidade que morreu em acidente de carro em 2004, ele “tinha de ceder às pressões políticas e, muitas vezes, se via obrigado a entregar valores de grande monta para as campanhas eleitorais do PT, desviando recursos que eram destinados à construção das unidades habitacionais” (O Estado de S. Paulo. 07/06/2008).

Aqui se configura mais ações do tipo mafioso, como se o Brasil tivesse se transformado num grande e impune “sindicato do crime”. Naturalmente, os acusados negarão até a morte o caixa dois para campanhas de companheiros, especialmente as de 2002.

Diante das pressões palacianas para negociatas, onde não falta o compadrio capaz de abrir latas e arrombar portas, nenhum espanto da sociedade como um todo. Nenhuma reação partidária mais veemente. Nenhuma instituição a demonstrar indignação.

Coroando a semana tivemos a aprovação na Câmara, por dois votos, da famigerada CPMF rebatizada de CSS. O presidente da República mais uma vez se fez obedecer por um Congresso venal, mas diz para efeitos externos que não quer o imposto. Contraditoriamente exalta a aberração tributária como se fosse o elemento salvador da Saúde.

Como é óbvio Lula da Silva e seu governo, não contentes com arrecadações cada vez maiores, não abrem mão do imposto, em que pese sabermos que as vultosas quantias arrecadadas dificilmente irão tirar a Saúde da UTI.

Enquanto falcatruas explodem na imprensa e factóides entretêm a população desviando o foco para outros temas, a inflação vai crescendo e juros subindo.

Diante disso está faltando uma nova pesquisa para mostrar que, simultaneamente, aumentou a popularidade de LILS, algo que provaria “cientificamente” que nosso povo adora inflação e impostos. É o povo categoria “mulher de malandro”, povo que gosta de apanhar.

Tem mais. E é algo gravíssimo que passa despercebido do respeitável público: a sanha dos ditos movimentos sociais como o MST e a Via campesina. Financiados e estimulados oficialmente seus integrantes avançaram recentemente sobre 18 Estados. Como onda de violência avassaladora eles invadiram usinas hidrelétricas, ocuparam e destruíram estações experimentais, bloquearam ferrovias, dominaram fazendas, obras, rodovias, indústrias, como seguissem a palavra de Karl Marx: “a força é a parteira das revoluções”. Ninguém do governo se manifestou.

O que está realmente por trás do vandalismo revolucionário apelidado de movimento social? Isso é tema para outro artigo. O que se sabe, porém, é que o PT se preparou longamente para chegar ao poder e não pretende deixá-lo tão cedo. O PT não dá ponto sem nó e o MST é uma de suas crias. Reflitamos sobre isso.


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido".
E-mail: mlucia@sercomtel.com.br



Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sexta-feira, 13 de junho de 2008,12:30.


Veja também a entrevista concedida por Maria Lucia Victor Barbosa ao blog "direto do abismo!" em 18 de junho de 2008.





ACORDA BRASIL – Ten Cel Mayrseu Cople Bahia

Wednesday, June 11, 2008

Não há o que se discutir! É caso para "impeachment" e cadeia.


























Nós, os parvos, os néscios, os idiotas...
por Ricardo Noblat

Lula disse ontem assim:

- Acho abominável as ilações que estão sendo feitas sobre a Dilma. As pessoas que fazem essas críticas não têm autoridade moral para falar sobre isso.

Escaldada pelo caso dos gastos irregulares com cartão corporativo que deu em nada, a oposição está bem comportadinha até aqui quanto ao possível envolvimento da ministra Dilma Rousseff na venda suspeita da Varig.

É razoável imaginar, portanto, que Lula não disse o que disse pensando na oposição. É mais do que razoável supor que ele tenha se referido indiretamente a Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ela não teria autoridade moral para fazer ilações sobre Dilma.

Ora, quer dizer que Denise tinha autoridade moral para ser nomeada por Lula diretora da Anac com direito a mandato e tudo mais. Renunciou ao mandato depois que Nelson Jobim sucedeu Waldyr Pires no Ministério da Defesa.

Mas Denise perdeu a autoridade moral depois de ficar desempregada. Ou para ser mais exato: depois de ter dito que foi pressionada por Dilma para facilitar a vida dos compradores da Varig.

Repito, seu Lula: não somos parvos, néscios, idiotas como o senhor pode imaginar.

Denise não é nenhuma santinha. Por que não chiou na hora que foi pressionada por Dilma? Por que não renunciou ao mandato de diretora da Anac quando se viu forçada a avalizar um negócio que lhe parecia errado? Por que não abriu a boca tão logo foi mandada embora?

Mas nenhuma dessas questões que ela deveria responder, hoje, durante depoimento no Senado, desqualifica de antemão o que ela possa dizer a respeito da venda da Varig.

Na semana passada, um senador de partido do governo comentou assim com Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB:

- A Denise é uma desequilibrada, sempre foi.

Ouviu de volta:

- Pelo amor de Deus, não diga isso. Ela não pode ser desequilibrada. Durante anos voamos aos cuidados dela e dos demais diretores nomeados pelo governo. Vocês não manteriam em cargo tão delicado uma pessoa desequilibrada.


Ricardo Noblat, nasceu em 1949 na cidade de Recife-PE, formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, trabalhou como repórter dos jornais "Diário de Pernambuco" e "Jornal do Commercio", além das sucursais do "Jornal do Brasil" e revista "VEJA", também foi repórter e chefe da extinta revista "Manchete" no Recife. Chefiou a sucursal da revista "VEJA" em Salvador-BA, por dois anos, revista esta, onde depois foi editor-assistente em Sâo Paulo-SP. Trabalhou ainda em Brasília-DF, como editor regional da sucursal do "Jornal do Brasil" e repórter na também sucursal do jornal "O Globo", de onde saiu para chefiar a sucursal da revista "IstoÉ" e posteriormente a direção de redação do jornal "Correio Braziliense". De volta a Salvador-BA, chefiou a redação do jornal "A Tarde" por quase um ano. Ainda teve uma passagem pelo jornal "O Estado de S. Paulo", onde além de uma coluna aos domingos, manteve um blog. Atualmente Ricardo Noblat é editor-chefe do "Blog do Noblat" e publica uma coluna às segundas-feiras no jornal "O Globo". Noblat também é autor de vários livros na área de Jornalismo.
N.R. Além de política e atualidades o Blog do Noblat também é ótimo para quem gosta da boa música.


Publicado no Blog do Noblat.
Quarta-feira, 11 de junho de 2008, 09h24.





"MOMENTO HUMORÍSTICO" – Bootlead

Monday, June 09, 2008

Sargentos pederastas = Cortina de fumaça sobre o caso Varig
e aviltamento das FFAA, ou: Como matar dois coelhos de uma só cajadada.

Foto: ?????? ou: "O bêbado entre Cruzes".































Hipocrisia Presidencial
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Toda vez que o presidente Luiz Inácio da Silva ou o seu governo se vêem fortemente questionados pela sociedade, surge, invariavelmente, algum tipo de campanha de desmoralização das Forças Armadas. Trata-se, sem dúvida, de uma ação preventiva, visando a colocar, na defensiva, a única Instituição capaz de respaldar qualquer ação concreta das defesas do Estado contra a atuação de governantes que cometam crime de responsabilidade.

Desta vez, o questionamento partiu, diretamente, dos militares, cujas denúncias contra a política indigenista deu grande visibilidade aos riscos dela decorrentes, cujo conhecimento, até então, estava restrito a poucos formadores de opinião mais esclarecidos.

Assim, era de se esperar uma reação mais sórdida e menos explícita do que as costumeiras acusações de desrespeito aos direitos humanos de terroristas, muitos dos quais homiziados nos palácios da República.

É o que está acontecendo com o súbito surto de maus militares homossexuais que criam constrangimentos para os seus respectivos comandos e que denigrem a imagem das Forças Armadas de um modo geral.

São notórios os casos de indivíduos que se submeteram a cirurgia para mudança de sexo e insistem em permanecer no Serviço Ativo, ou daqueles que querem manter seus relacionamentos homossexuais dentro dos quartéis, sob as bênçãos das Instituições Militares, ou, ainda, dos que, supostamente, desfilam em “paradas gays”. Tudo, com a ajuda ou a orientação de elementos da imprensa, de integrantes do judiciário, de políticos da base governista ou de defensores de plantão dos “direitos humanos”.

Em pleno aproveitamento do êxito, o presidente da República compareceu à abertura da “1ª conferência nacional de gays, lésbicas, travestis e transexuais” (nome grande, não?), onde, entre outras bobagens, disse: “Ninguém pergunta a opção sexual de vocês quando vocês vão pagar imposto de renda. Por que discriminar na hora que vocês vão decidir o que fazer com o próprio corpo?". Não poderia ter sido mais inconveniente, pois parece clara a referência implícita ao caso dos dois sargentos que, recentemente, escandalizaram o País ao encenarem uma palhaçada monumental em um programa de televisão.

Afirmou, ainda, o presidente que o Brasil precisa de um Dia Nacional da Hipocrisia, para vencer o preconceito contra os homossexuais. Sua Excelência deveria começar por conter a sua própria hipocrisia.

Foi ele quem disse que Pelotas era exportadora de veados e, tendo sido flagrado por uma câmara indiscreta, tratou de censurar os meios de comunicação para impedir a divulgação do vexame.

Em certos momentos, o presidente parece ir muito além da hipocrisia, para resvalar pelo terreno do deboche e do cinismo, como quando comparou a Amazônia com um vidro de água benta.

No mesmo evento, o ministro da Saúde, mais uma vez na contramão do bom-senso, anunciou que os hospitais do SUS farão cirurgias para mudança de sexo. Obviamente, com o dinheiro gerado pelo furor “arrecadatório” do governo, que pretende extorquir-nos com mais um tributo, mas não usa os recursos confiscados para coisas muito mais urgentes e importantes.


Vejamos alguns exemplos do caos reinante nos serviços públicos de saúde:

– todos os dias, pacientes morrem, sem atendimento, nos corredores ou nas calçadas dos hospitais, ou, ainda, perambulando entre eles, em busca de vaga;

– os serviços de atendimento de emergência estão quase todos fechados;

– faltam vacinas nos postos médicos (vimos, recentemente, o drama de um Senhor que procurava, em vão, pela vacina antitetânica de que precisava);

– faltam remédios para tratamento ambulatorial de esclerose múltipla, hepatite, câncer e outras doenças que demandam medicação cara e de uso constante;

– transplantados não recebem, há meses, os indispensáveis remédios contra a rejeição;

– os prazos de atendimento são superiores a seis meses, nos casos mamografias, ultra-sonografias, ressonâncias eletromagnéticas, exames cardiológicos, além de mais três meses de espera para obtenção do resultado;

– a demora é de anos para o tratamento dos casos de obesidade mórbida;

– não há disponibilidade de tratamentos mais sofisticados ou caros;

– a alimentação é inadequada para os pacientes internados (em alguns casos, as famílias têm de levar as refeições para os parentes hospitalizados);

– as unidades hospitalares estão “caindo aos pedaços”, cheias de infiltrações e vazamentos de esgoto dentro das clínicas;

– maternidades ficam nos últimos andares dos hospitais, sem que haja elevadores funcionando;
E o presidente? Ah! Este acha que temos serviço de saúde pública de “primeiro mundo”.

Impressiona-nos o que esses demagogos fazem para conquistar alguns votos!

Nas democracias, as minorias têm o direto de ser respeitadas e de viver com dignidade, mas isso não lhes garante a imposição de suas práticas e de seus costumes a todos os demais, o que somente se tem tornado possível, devido à conivência de um governo ilegítimo, que se instalou e se mantém às custas de sucessivas fraudes.

Aparentemente sem relação com o que acabamos de dizer, os jornais noticiam que, em mais uma operação espalhafatosa, a Polícia Federal prendeu, sob a acusação de pedofilia, o procurador geral do Estado de Roraima, justamente aquele que entrou com a ação que conseguiu do Supremo Tribunal Federal a suspensão da operação destinada a tirar os não-índios das ditas “terras indígenas”, no Estado.

O grupo que integra o governo federal tem demonstrado não se pautar por quaisquer princípios ou valores éticos, ocupado que está, exclusivamente, em perpetuar-se no poder a qualquer preço, para implantar, no Brasil, um regime totalitário de esquerda, o que nos leva à convicção de que seus integrantes não têm a mínima preocupação com o abuso sexual que possam sofrer as nossas crianças.

O que parecem querer é usar a comoção que tais crimes causam na sociedade, para coagir e chantagear aqueles que se lhes opõem.

A forma de ação pode variar desde coligir fatos verdadeiros e guardá-los para usar, oportunamente, quanto algum agente deixar de atender os interesses da ditadura petista, até formular acusações falsas que, em função da forte carga emocional que essas situações envolvem, levam, logo, à presunção de culpa e à neutralização daqueles que, até então, criavam dificuldades. A técnica traz, ainda, a vantagem de amedrontar outras pessoas que se sentirão temerosas de agir contra um governo ameaçador, perigoso, sem escrúpulos e vingativo.

Por certo, isso somente acontece com quem faz oposição. Se o procurador fosse governista, bastaria negar o envolvimento, que alguém apareceria, imediatamente, para dizer: “O procurador já deu as explicações, e o caso está encerrado!”, como o fez o senador Romero Jucá, líder do governo no Senado, com relação à ministra Dilma Rousseff, acusada, entre outras coisas, de coagir uma diretora da ANAC para que não impedisse suposta negociata envolvendo um lobista (compadre do presidente) a serviço de interesses estrangeiros relacionados a possível compra fraudulenta da VARIG.

Se, de repente, chegassem à conclusão de que o número de pedófilos eleitores é muito grande, provavelmente, o presidente compareceria às conferências nacionais de pedófilos, usaria o boné e posaria com a bandeira do movimento pedófilo, e, quem sabe, até afirmasse pateticamente: “Ninguém pergunta a opção sexual de vocês quando vocês vão pagar imposto de renda. Por que discriminar na hora que vocês vão decidir o que fazer com os corpos das criancinhas?”

Enfim, essa é a lógica dos inescrupulosos. Para eles, é tudo uma questão de mais ou menos votos.
Torna-se urgente que a sociedade dê um basta no uso dos instrumentos do Estado para coagir os adversários e para assegurar a impunidade dos governistas.

Os militares, como quaisquer outros cidadãos responsáveis, estão muito preocupados com esse quadro e com as suas conseqüências para o futuro do País, e, além disso, vêm sofrendo com a ação hostil de algumas instâncias do Estado, que comprometem, seriamente, a capacidade operacional das Forças Armadas, chegando a pôr-lhes em risco a própria existência, em alguns casos.

É imperativo que imponhamos limites, tanto maiores quanto maior for a ameaça, àqueles que nos querem desestruturar. Somente assim, preservaremos a nossa capacidade de atuação intacta, para uso decisivo, quando isso se torne necessário.

Muito se tem falado de desobediência civil. Talvez, uma primeira ação defensiva seja, mesmo, a desobediência militar.

Todos aprendemos, se não nos enganamos, ainda nos tempos do “Breviário do Recruta”, que ordem absurda não se cumpre.

Assim, todas as vezes que nos depararmos com o desatino e o contra-senso de decisões que nos afetem, bastará, simplesmente, ignorá-las, venham de onde vierem.

Este seria o primeiro passo. Que nos venham obrigar a cumpri-las.


Luís Mauro Ferreira Gomes, é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








Publicado no blog "A Continência".
Domingo, 08 de junho de 2008.






A vítima é o Exército Brasileiro – Reinaldo Azevedo
 
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