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Wednesday, October 15, 2008

PRESIDENTE URIBE: AGORA É A VEZ DA COLÔMBIA.
NÃO VACILE, ELIMINE-OS SEM A MÍNIMA PIEDADE!

AS FOTOS FALAM POR SI MESMAS.
O QUE AS PESSOAS NÃO ENTENDERAM AINDA, É QUE: SERÃO "ELES" OU "NÓS", DECIDAM!

Fotos: © Agência EFE





















BRASILOFOBIA URGENTE: CRISE FAZ SUBIR O PREÇO DA MELANCIA





































CCJ triplica soldo de generais

A CCJ da Câmara aprovou proposta de emenda constitucional que estabelece o salário de generais das Forças Armadas em 95% do de ministros do Superior Tribunal Militar, elevando os soldos de R$ 7.143 para R$ 22.111. (Globo)

"Com aumento salarial eles não reclamam" - (GBMF)

Publicado no "DOIS EM CENA" – 16/10/2008 – 6h01.



GRANDE GIANNETTI!

Inperdível entrevista do economista, filósofo e professor Eduardo Giannetti da Fonseca à FOLHA ONLINE, sobre a atual crise financeira mundial.

"O mercado financeiro, que parecia seguro, se desequilibrou. Quem se acostumou a ganhar sempre, passou a vender desesperadamente seus ativos. O mundo vinha caminhando em cima de uma tábua estreita, avançando, e todos acreditavam que enriqueciam cada vez mais. De repente, as pessoas se deram conta de que a tábua está suspensa no abismo, e elas se sentiram inseguras, incertas e perderam o equilíbrio."




Publicado no blog "JOSIAS DE SOUZA" – 16/10/2008 – 16h33.



O APOCALIPSE ESTÁ CADA VEZ MAIS PRÓXIMO!

A Sangre Fría – Rafael Poleo



Monday, September 22, 2008

Plano de Defesa do Brasil: Lero-leros e "goiabeiras".
Os problemas das FFAA não estão nos "planos" e sim na DOUTRINA!

Foto: É por aqui que deve ser iniciada uma nova DOUTRINA.
























Click AQUI para ver esta foto no tamanho original (1280 x 700).


E o Plano de Defesa, ministro?
por Alexandre Barros

Depois do acidente da TAM em Congonhas, o ministro Nelson Jobim anunciou o novo Plano de Defesa do Brasil para setembro de 2008. Por que setembro? Por que não julho ou outubro? Suspeito, seriamente, que seria para coincidir com o 7 de Setembro, que já passou e, até agora, nada de plano.

O anúncio foi feito na cerimônia de apresentação dos novos generais ao presidente, ainda em 2007. Comparados comigo, eles são todos muito jovens. Em relação à velocidade de mudança do mundo, receio que estejam muito velhos.

Afinal, por que a idade é tão importante? É simples: Forças Armadas são burocracias que operam fora do mercado. Nelas existe apenas uma maneira de subir: fazer só o que os chefes mandam. E, como todas as burocracias não sujeitas às punições do mercado, elas não são capazes de aprender com seus próprios erros.

Só progridem nas burocracias os muito obedientes e os pouco criativos. Qualquer burocracia pública é assim. Inovação e atrevimento são punidos. O conformismo é premiado.

Oficiais jovens norte-americanos combatentes no Iraque estão começando a se insurgir contra essas características burocráticas das Forças Armadas dos EUA, que nisso são iguais a todas as outras. Os generais não vão ao campo de batalha nem costumam ter agilidade mental para acompanhar as mudanças do mundo, da tecnologia e, conseqüentemente, da estratégia. O resultado é que uma das coisas mais caras aos militares, a doutrina (que, trocando em miúdos, quer dizer: como se empregam as Forças Armadas em batalhas), acaba ficando desatualizada. Isso é muito grave num mundo que se move cada vez mais rapidamente.

No caso brasileiro é mais sério ainda, porque nossas Forças Armadas não se envolvem em guerras há muito tempo. Disse-me um oficial: "As Forças Armadas brasileiras medem a capacidade dos oficiais pelas notas que tiram nas escolas militares. Seus méritos são testados em batalhas simuladas entre azuis e vermelhos, e não em combates reais, com munição de verdade."

Em exércitos guerreiros, mesmo com a inércia burocrática, ainda há espaço para a inovação nas guerras. Heróis são os indisciplinados que dão certo. Militarmente, isso é simples: o indisciplinado que fez alguma coisa diferente das ordens que recebeu, e morreu, deu errado. O que sobreviveu e ajudou a ganhar a batalha virou herói e contribuiu para a mudança da doutrina.

Sem guerra e com promoções dos mais conformistas, nossa rota para a inovação militar está cheia de obstáculos.

Militares não são pagos para olhar o que militares de outros países fazem. Eles são pagos para adivinhar o que potenciais inimigos externos ou elementos desestabilizadores podem ou vão fazer. Daí a importância dos serviços de espionagem.

Os orçamentos militares, no Brasil, sempre foram definidos pelos militares, sem ouvirem ninguém. Eles definem quem acham que são os inimigos (ou acreditam em histórias que lhes contam), determinam do que precisam para combater quem eles acham que são os inimigos e o Congresso vota sem ter idéia do que está aprovando.

Numa democracia com controle civil, como se presume que seja a nossa, espera-se que os militares digam à sociedade ou aos representantes por ela eleitos, primeiro, contra o que e contra quem eles pretendem nos defender; segundo, como pretendem fazer isso; terceiro, com que meios e recursos eles precisam contar; quarto, quanto isso vai custar. E, finalmente: será que não dá para fazer isso por um preço mais barato?

Nenhuma dessas condições tem sido atendida pelos militares brasileiros.

Agora vamos ao que comprar. Como não temos tecnologia militar de ponta - se deveríamos ter ou não é outra questão -, estamos limitados a comprar o que está disponível no mercado.

Essas coisas se dividem em três categorias: material não-letal, letal de baixa tecnologia e letal de alta tecnologia.

No primeiro quesito estamos bem: fardas, botinas, marmitas, cozinhas de campanha, caminhões e coisas que tais. Destas a indústria local dá conta. Quanto ao material letal de baixa tecnologia, ainda damos conta de boa parte. Afinal, a indústria nacional de armas, bem como as de metalurgia, podem, em curto espaço de tempo, adaptar-se para suprir boa parte das necessidades.

A porca torce o rabo é nos materiais letais de alta tecnologia. Estes os países fornecedores cedem ou vendem sem transferir tecnologia (e as Forças Armadas brasileiras só gostam de adquirir material com transferência de tecnologia, o que limita significativamente o número de supridores). Temos de aceitar o que nos for oferecido, na quantidade e nos prazos que os vendedores fixarem. Negociações nessa área são longas e complicadas.

Desde o ano passado as coisas se complicam na Bolívia. O país está dividido e o grau de violência aumenta.

A Rússia manda bombardeiros para manobras conjuntas com as forças militares da Venezuela.

Os anúncios da Petrobrás informam que as reservas presumidas de petróleo brasileiro no Atlântico são bem maiores do que se pensava.

Os EUA reativaram a IV Frota, responsável pelo patrulhamento e segurança no Atlântico Sul.

E o Plano de Defesa, anunciado pelo ministro Jobim para setembro, que fim levou?

Numa de suas primeiras declarações o ministro Jobim disse muito energicamente, sobre a crise aérea, que não importava a cor do gato, desde que ele matasse o rato.

A ausência de um Plano de Defesa claro, para uma politéia que tem crises pipocando em volta, parece levar a crer que o ministro se atrapalhou na sua declaração e disse o contrário do que talvez quisesse dizer: que ele achava que, na realidade, a cor do gato é muito mais importante do que a morte do rato.


Alexandre de Souza Costa Barros é Ph.D. em Ciência Política (University of Chicago), é Pró-Reitor do Centro Universitário Unieuro (Brasília). Sócio-Diretor da Early Warning e Presidente do Fórum Empresarial Brasil, membro do Advisory Board do Institute of Brazilian Business and Public Management Issues da George Washington University, de onde é professor visitante. Alexandre também escreve regularmente para o Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo e Gazeta Mercantil, já atuou como comentarista das TVs Globo e Manchete.
E-mail: alexandrebarros@unieuro.edu.br



Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" - (Opinião – Espaço Aberto).
Segunda-feira, 22 de setembro de 2008.



Estão pensando que eu sou bobo – João Ubaldo Ribeiro



Wednesday, May 21, 2008

SENHORES GENERAIS:
ESTÁ NA HORA DE DESEMBAINHAR AS ESPADAS!










































PÁTRIA E HONRA
por Bader

Senhores generais, vós que sempre encarnais as melhores tradições do nosso glorioso Exército, vós que fostes permanentemente o bom exemplo para as gerações jovens, vós que sempre honrastes as nossas armas, onde estais neste momento em que a Pátria está ameaçada por inimigos internos e externos?

Acaso não percebeis quão vulneráveis estão as nossas fronteiras? Acaso não notastes que se criou um paredão de extremismo em nossas vizinhas, do Paraguai à Bolívia, ao Equador, à Venezuela, à Guiana?

Vossas experiência e capacidade devem estar à disposição do Brasil, jamais em torno de eventuais governos que não se revestem do aparato da legitimidade porque não cumprem a Constituição, não asseguram o exercício incontrastável da autoridade, dos poderes constituídos e não defendem os interesses genuínos do povo brasileiro.

Que Poderes são estes sob os quais pareceis jugulados? Um Executivo corrompido pela pestilência de uma corrupção desenfreada, escondida pela mídia? Um Legislativo que se transformou em casa de vantagens para cinco centenas de “eleitos” através, em sua maioria, de processo espúrio de compra de votos? Um Judiciário que se transforma em casta, em capitania hereditária, passando a toga de pai para filho?

Um apelo vindo do fundo dos corações brasileiros pede assumíeis a soberania do País, encarregando-vos do tesouro inestimável da honra nacional. Nesse domínio, não podereis, por nada deste mundo, renunciar, transigir, sem que sobre vós venha a cair no futuro o desprezo da própria História.

Tendeis o dever de desempenhar o honroso papel de defensores perpétuos da Nação, das suas tradições, das suas legítimas aspirações, dos seus sonhos e de suas esperanças. Deveis subordinar ao interesse comum os elementos diversos da Pátria, preservar-lhe as instituições com as armas de que dispões. Conduzi-la à salvação, ao reencontro com o futuro, com a dignidade na vida pública, até a altura em que instituições renovadas e dignas possam receber de vossas mãos o encargo de liderar o nosso amado povo.

Tomais depressa uma decisão. O tempo conspira contra tudo que nos é sagrado. Anuncieis, primeiro nos quartéis, depois para a sociedade, a decisão irretratável de doravante não mais permitir ofensas à lei e à ordem. Tomais em vossas mãos, sem hesitação, as responsabilidades reclamadas pela paz social, pelo desenvolvimento, pela prosperidade. Em vós se concentra a atenção do povo brasileiro. Aquele povo que pensa, que não se vende pela oferta de óbolos caritativos pagos pelos cofres públicos; aquele povo que trabalha e paga impostos, que não vive na sonegação, nos negócios escusos, nas sociedades secretas e abertas do crime organizado.

Por que motivos tendeis a necessidade de tomar logo uma decisão? Porque para vós convergem os sentimentos mais comoventes dos que amam esta Pátria Brasileira e não a querem escrava do extremismo ideológico que infesta todas as instituições nacionais e mesmo os chamados Três Poderes.

Como disse Chamfort*, os razoáveis duram, os apaixonados vivem. Não queremos apenas durar. Não vale a pena viver sem honra, viver na desgraça de um País tão rico e tão saqueado, tão forte e tão enfraquecido pelos seus maus filhos.

Eis-vos em face de vós mesmos. Para esta previsível confrontação há atitudes a tomar, planos a fazer, sem ilusões de que a batalha será vencida facilmente. Contudo, tendeis um Exército sólido, disciplinado e coerente. Tendeis a bandeira da verdade e da justiça. Sem iludir-vos sobre os obstáculos do caminho, o poderio do inimigo, a sua capacidade de influenciar a opinião pública, a hostilidade dos vencidos de ontem e agora encastelados no Poder, tereis a clarividência, a firmeza e a habilidade de, como um bloco monolítico, dominar até ao fim das provações que infelizmente ainda nos esperam.

Se for inevitável a luta, que venha a luta. Se é preciso lutar, que começais ainda hoje os indispensáveis preparativos antes que seja tarde; mostrais a todos os caminhos da salvação nacional. Muitos já se vos juntaram e muitos outros aguardam vossas ordens de comando. Do fundo do abismo, o Brasil se levanta e sobe com esforço a encosta.

Querida Pátria! Aqui estamos para servi-la!

(*) NR. Sébastien-Roch Nicolas de Chamfort (1741-1794). Escritor, autor e humorista francês.


Bader é um membro do Grupo Guararapes.

Publicado no site do Grupo Guararapes.
Terça-feira, 20 de maio de 2008.





Os homens certos no lugar certo – Olavo de Carvalho

Wednesday, February 06, 2008

Lembrem-se: É assim que os comunistas honram seus militares.

Foto: © by retlaw snellac - Soldado russo (ex-U.R.S.S.), gravemente mutilado na guerra da Chechênia e hoje
vivendo de esmolas na entrada do Monastério Alexander Nevski em São Petersburgo-RU.



































Nem esmola, nem fortuna
por Ternuma

Eles, os que estão no poder, sabem disso, mas, no entanto, insistem em promover deslavadas gorjetas àqueles que fazem da vida profissional um sacerdócio, sem, todavia, terem optado por voto de pobreza. Os militares brasileiros têm, por formação e vocação, um forte apego ao Brasil, desprezando, na juventude em que fizeram o solene e sincero juramento à Bandeira, quaisquer outras motivações que não sejam a extrema dedicação à pátria a quem oferecem o sacrifício da própria vida.

São os militares classe diferente, sem, contudo, apartarem-se da sociedade brasileira, que lhes deposita confiança e reconhece a sua importância e os valores que os sustentam.

Valores, ética, sacerdócio e dedicação esbarram em limites impostos pela decência pessoal e pela obrigação de manter a família em condições dignas de subsistência. Lutar pela pátria ou embrenhar-se nos sertões para aplicar vacinas, no esforço de sanar incúrias dos governantes, são tarefas que os militares executam com o mesmo estoicismo, malgrado saberem que deixam em seus lares famílias desassistidas. Suas heroínas esposas não têm, ao contrário do que disse o chefe do cofre do governo, nenhuma condição de amenizar a penúria que lhe impõe o sacerdócio de seus maridos, pois que têm de cuidar de filhos e das suas modestas moradas, sem as oportunidades de emprego do aparelhamento do Estado e, muito menos, sem a excrescência dos cartões de crédito corporativos que fazem o butim de governantes e apaniguados.

Falar em reajuste de vencimentos sempre causou um engulho na consciência dos militares. Soa como algo mercenário, incompatível com o bendito juramento sacerdotal. Hoje, porém, isso contrasta com um voto de pobreza que eles não fizeram. São todos voluntários, é certo, mas não são mendigos e nem querem enricar. Desejam, tão-somente, que lhes dêem equipamentos, soldos condignos e farta munição para poderem cumprir a sua missão constitucional, na certeza de que têm famílias realmente assistidas na retaguarda das frentes para as quais irão com destemor.

Não é isso que vemos no Brasil de hoje. Revanchismo ou não, os militares são tratados como classe de segunda ordem. Perderam eles históricas e merecidas conquistas, como gratificação de tempo de serviço. Quem lhes tirou, confunde tempo de serviço à pátria com tempo de serviço a governos. Os inativos e pensionistas das Forças Armadas hoje são responsabilizados pela incapacidade do governo em reajustar os vencimentos dos militares. Afinal, dizem os engravatados, eles oneram demais a folha de pagamento. E os congêneres do funcionalismo público não implicam o mesmo ônus? Entra ano e sai ano, arremedos de reajuste vêm do governo, assim mesmo parceladamente, como lambuja a homens silentes por serem disciplinados. É a paga e o açoite do Estado a quem servem com extremada dedicação.

O fim da famigerada CPMF serve de pretexto para esse governo desonrar compromissos formalmente assumidos e, cinicamente, oferecer esmolas aos militares. Afinal das contas, devem compreender os homens de farda que os governantes têm compromissos com Cuba, com a Bolívia, com a pobre África, além de pagar mensalões e um sem número de indignidades. Se isso não der certo, esperem que no próximo almoço de fim-de-ano vamos embevecer os oficiais-generais com novas perspectivas e novas promessas, dirão eles...

Os Chefes Militares estão com sério problema. A insatisfação da tropa é uma realidade, mesmo que a hierarquia e a disciplina a contenha. Não são eles, temos certeza, coniventes com isso tudo, mas a incerteza de muitos outros oferece riscos à coesão que tanto prezamos.

A quem isso serve? Será que ao revanchismo idiota que ousa fazer dos militares cidadãos de segunda classe?

Os enroupados de "Armanis" e os de gravatas italianas finíssimas não têm os dedos nos gatilhos dos fuzis e não ostentam as espadas de Caxias, Tamandaré e de Eduardo Gomes. Esquecem que elas são poderosas, na guerra e na paz.

Pensem bem, engravatados, ao convocar as Forças Armadas Brasileiras para resolver os problemas causados pela desídia governamental.

Pensem bem se elas cumprem a missão pela própria missão, sem estarem refratárias, mas dispostas a servir a isso tudo que está por aí.

Até quando elas estarão dispostas a tão ingrata servidão?

Entretanto, continuam a crer em seus valores e em seus Chefes, ainda que repilam esmolas ou fortunas, que, acreditam, hão de ser rechaçadas pelos seus Comandantes, no exercício dos seus elevados cargos, com honra e altivez.

Será o apanágio dos braços fortes e mãos amigas.


Grupo Terrorismo Nunca Mais – Ternuma (Regional Brasília)


Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais".
Quarta-feira, 06 de fevereiro de 2008.






Revelados os horríveis abusos das FARC a menores - Gonzalo Guillen (El Nuevo Herald)

A armadilha do Fox – Flavio Machado (Revista ÉPOCA)
 
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