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Sunday, September 07, 2008

7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil! É para rir ou para chorar?

Sem nenhuma vontade, mas para não dizer que não falei da "Independência", abaixo vai um vídeo produzido pelo canal de videoreportagem AEROVIA-FAB, para o Dia da Independência de 2007, muito bem feito por sinal, exceto pelas imagens de alguns seres abjetos, que não foram possíveis editar devido a problemas de sincronismo do áudio/vídeo no YouTube, também a musiqueta de fundo é muito "nipônica" para a data, deve ter sido escolha do Brig Saito, que provavelmente confunde o início do Hino da Independência com: "japonês" da Pátria filhos (...). Por outro lado, o vídeo vale a pena pela singela declaração do Coronel que comandou o destacamento da FAB no desfile militar do ano passado, em: "De que é feita a espada?". Não deixem de assistir!

Independência de Portugal: Bom, para começar os portugueses não eram "invasores", e sim "descobridores", é certo que nos espoliaram por 322 anos (dentro das possibilidades exploratórias e tecnológicas da época), em contrapartida para cá trouxeram a maioria dos nossos antepassados ou lhes permitiram que viessem, como também nos deixaram de herança o idioma único e um país-continente, graças a sua "bravura" e sua poderosa frota naval, caso contrário seríamos divididos em algumas dezenas de republiquetas (bolivarianas, espanholas, francesas, holandesas, inglesas, entre outras), além do mais, tudo que daqui levaram, não chega a "fazer cócegas" perto do que já nos foi e está sendo roubado nestes últimos vinte anos, bem como as pretensões dos "invasores" comunistas, já em sua terceira tentativa, esta sim uma "invasão" derradeira, onde eles pretendem fatiar as nossas Terras com a raça mais peçonhenta que jamais existiu no planeta.

Sendo hoje, o 6º ano consecutivo que nossos soldados terão que desfilar para os porcos-comunistas (que me perdoem os suínos genuínos), desta feita inclusive com a presença da "boca-de-sopro" portenha (quem sabe o macaco bolivariano também não aparece de última hora, que aí sim o "circo" ficaria completo), pois bem, imagino como deve estar sendo difícil para os "camaradas" que honram a farda e o Brasil e hoje terão que desfilar perante aquelas "autoridades alienígenas", invasores, força de ocupação, sim senhores, a "pátria-mãe" dessa raça é Cuba e não o Brasil, hoje estarão nos palanques, não para comemorar a data máxima da nossa Pátria, mas comemorando a sua mais fácil vitória, nem um tiro precisaram disparar, a não ser em seus próprios "soldados" (Celso Daniel, Toninho do PT e outras centenas não tão conhecidos), do alto de sua arrogância, eles assistirão os "subjugados" desfilarem garbosos, prestarem-lhes continência, apresentarem-lhes armas e ainda seus comandantes, todos pimpões a darem-lhes tapinhas nas costas e sorrisos amarelos, amarelos de vergonha e covardia. É isso aí, pergunto novamente: Comemorar o quê? A rendição incondicional por pura covardia?

Comunista bom é comunista morto, mas não enterrado neste solo "Mãe Gentil", e sim com suas carcaças fedorentas lançadas nas profundezas do oceano, lá para os lados do tal pré-sal de que tanto eles tagarelam, como é sabido que bosta flutua e peixe não come, devemos atar aos seus "pedaços" alguns bons quilos de "Pb" ou na falta vai de pedra mesmo.
Bootlead




Click na seta ou no botão PLAY, para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE, aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY.


O DONO DA ESPADA

Brigadeiro-do-Ar Helio Langsch Keller, quando ainda 2º Ten Av, cumpriu 95 missões sobre os céus da Itália, como integrante do 1º Grupo de Caça. Após o retorno do 1º Grupo de Caça ao Campo dos Afonsos em 1945, Keller foi Comandante da "Esquadrilha de Paus", Comandante do 3º/1º Gp.Av.Ca. e Comandante do 1º Grupo de Caça. Filho do Geneneral Floriano Peixoto Keller, era um respeitado e respeitável Instrutor da aviação de Caça. Amava assuntos de tática de emprego. Leitor incansável fundou a "Pequena Biblioteca do Piloto de Caça (3º/1º Gp Av Ca)", na certeza de que os pilares da "excelência do piloto de combate", também passava pela cultura especializada.

Foi um dos componentes do grupamento de Pilotos de Caça escolhidos para serem treinados na aeronave a reação P-80 nos EUA. Comandou o 1º Grupo de Caça quando já equipado com F-8 Gloster Meteor.

Ao deixar a carreira, cursou Economia e foi incorporado à equipe da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos - Min. Planejamento). Nessa função, assegurou o financiamento (fato inédito) para o desenvolvimento do Projeto EMBRAER T-27 (US$ 18 milhões), o que garantiu a produção dos protótipos, seus ensaios e as "cabeças de série" da produção. Uma decisão muito mais do Aviador do que do economista. O Brig Helio Langsch Keller, faleceu em 1991. Herói de guerra brasileiro, completamente desconhecido para a grande maioria dos brasileiros.




Caso queiram ouvir o bonito Hino da Independência, é só acessar o "mini-player" abaixo e clicar PLAY. Infelizmente o refrão "Brava gente brasileira! (...)", tornou-se uma piada de mau gosto.






Click AQUI para ver a letra do Hino da Independência.





Sarah Palin "embaralha as cartas" da campanha eleitoral nos EUA – William Waack







Wednesday, February 06, 2008

Lembrem-se: É assim que os comunistas honram seus militares.

Foto: © by retlaw snellac - Soldado russo (ex-U.R.S.S.), gravemente mutilado na guerra da Chechênia e hoje
vivendo de esmolas na entrada do Monastério Alexander Nevski em São Petersburgo-RU.



































Nem esmola, nem fortuna
por Ternuma

Eles, os que estão no poder, sabem disso, mas, no entanto, insistem em promover deslavadas gorjetas àqueles que fazem da vida profissional um sacerdócio, sem, todavia, terem optado por voto de pobreza. Os militares brasileiros têm, por formação e vocação, um forte apego ao Brasil, desprezando, na juventude em que fizeram o solene e sincero juramento à Bandeira, quaisquer outras motivações que não sejam a extrema dedicação à pátria a quem oferecem o sacrifício da própria vida.

São os militares classe diferente, sem, contudo, apartarem-se da sociedade brasileira, que lhes deposita confiança e reconhece a sua importância e os valores que os sustentam.

Valores, ética, sacerdócio e dedicação esbarram em limites impostos pela decência pessoal e pela obrigação de manter a família em condições dignas de subsistência. Lutar pela pátria ou embrenhar-se nos sertões para aplicar vacinas, no esforço de sanar incúrias dos governantes, são tarefas que os militares executam com o mesmo estoicismo, malgrado saberem que deixam em seus lares famílias desassistidas. Suas heroínas esposas não têm, ao contrário do que disse o chefe do cofre do governo, nenhuma condição de amenizar a penúria que lhe impõe o sacerdócio de seus maridos, pois que têm de cuidar de filhos e das suas modestas moradas, sem as oportunidades de emprego do aparelhamento do Estado e, muito menos, sem a excrescência dos cartões de crédito corporativos que fazem o butim de governantes e apaniguados.

Falar em reajuste de vencimentos sempre causou um engulho na consciência dos militares. Soa como algo mercenário, incompatível com o bendito juramento sacerdotal. Hoje, porém, isso contrasta com um voto de pobreza que eles não fizeram. São todos voluntários, é certo, mas não são mendigos e nem querem enricar. Desejam, tão-somente, que lhes dêem equipamentos, soldos condignos e farta munição para poderem cumprir a sua missão constitucional, na certeza de que têm famílias realmente assistidas na retaguarda das frentes para as quais irão com destemor.

Não é isso que vemos no Brasil de hoje. Revanchismo ou não, os militares são tratados como classe de segunda ordem. Perderam eles históricas e merecidas conquistas, como gratificação de tempo de serviço. Quem lhes tirou, confunde tempo de serviço à pátria com tempo de serviço a governos. Os inativos e pensionistas das Forças Armadas hoje são responsabilizados pela incapacidade do governo em reajustar os vencimentos dos militares. Afinal, dizem os engravatados, eles oneram demais a folha de pagamento. E os congêneres do funcionalismo público não implicam o mesmo ônus? Entra ano e sai ano, arremedos de reajuste vêm do governo, assim mesmo parceladamente, como lambuja a homens silentes por serem disciplinados. É a paga e o açoite do Estado a quem servem com extremada dedicação.

O fim da famigerada CPMF serve de pretexto para esse governo desonrar compromissos formalmente assumidos e, cinicamente, oferecer esmolas aos militares. Afinal das contas, devem compreender os homens de farda que os governantes têm compromissos com Cuba, com a Bolívia, com a pobre África, além de pagar mensalões e um sem número de indignidades. Se isso não der certo, esperem que no próximo almoço de fim-de-ano vamos embevecer os oficiais-generais com novas perspectivas e novas promessas, dirão eles...

Os Chefes Militares estão com sério problema. A insatisfação da tropa é uma realidade, mesmo que a hierarquia e a disciplina a contenha. Não são eles, temos certeza, coniventes com isso tudo, mas a incerteza de muitos outros oferece riscos à coesão que tanto prezamos.

A quem isso serve? Será que ao revanchismo idiota que ousa fazer dos militares cidadãos de segunda classe?

Os enroupados de "Armanis" e os de gravatas italianas finíssimas não têm os dedos nos gatilhos dos fuzis e não ostentam as espadas de Caxias, Tamandaré e de Eduardo Gomes. Esquecem que elas são poderosas, na guerra e na paz.

Pensem bem, engravatados, ao convocar as Forças Armadas Brasileiras para resolver os problemas causados pela desídia governamental.

Pensem bem se elas cumprem a missão pela própria missão, sem estarem refratárias, mas dispostas a servir a isso tudo que está por aí.

Até quando elas estarão dispostas a tão ingrata servidão?

Entretanto, continuam a crer em seus valores e em seus Chefes, ainda que repilam esmolas ou fortunas, que, acreditam, hão de ser rechaçadas pelos seus Comandantes, no exercício dos seus elevados cargos, com honra e altivez.

Será o apanágio dos braços fortes e mãos amigas.


Grupo Terrorismo Nunca Mais – Ternuma (Regional Brasília)


Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais".
Quarta-feira, 06 de fevereiro de 2008.






Revelados os horríveis abusos das FARC a menores - Gonzalo Guillen (El Nuevo Herald)

A armadilha do Fox – Flavio Machado (Revista ÉPOCA)

Thursday, January 24, 2008

MILITARES SÃO SINGULARES!




























MILITARES NÃO FAZEM REIVINDICAÇÕES!

MILITARES NÃO FAZEM OPERAÇÕES PADRÃO!

MILITARES NÃO FAZEM GREVES!

MILITARES NÃO SE SUBMETEM!

MILITARES NÃO SE HUMILHAM!

MILITARES NÃO SE VENDEM!



MILITARES DECIDEM!

MILITARES DETERMINAM!

MILITARES EXIGEM!

MILITARES CUMPREM!

MILITARES AGEM!


Assim falou BOOTLEAD!




 
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