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Monday, December 29, 2008

Um engodo que renderá "gordas" comissões.


































Uma aventura cara
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Uma coisa são as manifestações de entusiasmo do ministro da Defesa, Nelson Jobim, pela assinatura do acordo entre o Brasil e a França para a construção de submarinos, um dos resultados da visita do presidente Nicolas Sarkozy. Outra é o frio texto do documento - que é o que vale. Pelos cálculos do ministro, "no vigésimo ano (de vigência do acordo), vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas". Essa previsão, contudo, é um mero exercício de wishful thinking.

É política do governo brasileiro, nos últimos anos, só comprar equipamento militar acompanhado de transferência de tecnologia. Essa exigência cria graves limitações para o reequipamento das Forças Armadas de um país que não tem contenciosos internacionais que exijam meios militares abundantes e de última geração. Nenhum fornecedor se dispõe a transferir tecnologia em troca de uma venda relativamente pequena. É esse o caso dos 16 aviões de caça que a Força Aérea tenta comprar há mais de uma década.

No máximo, dependendo do tamanho e valor da encomenda, o fornecedor aceita produzir o armamento no país comprador, sob licença. Nesses casos, a transferência de tecnologia é limitada e o vendedor se beneficia com o prolongamento da vida útil de um produto que já entrou em fase de obsolescência ou enfrenta no mercado a concorrência de equipamentos mais modernos. É o caso dos 50 helicópteros franceses que serão montados pela Helibrás, ao custo de 1,899 bilhão.

O acordo para a construção de quatro submarinos convencionais Scorpéne e do casco de um outro, que poderá receber propulsão nuclear, num estaleiro a ser erguido no litoral do Rio de Janeiro, prevê, de fato, a transferência de tecnologia. Mas limita essa transferência à tecnologia de construção do estaleiro, de uma base de submarinos e do casco do submersível. Ou seja, refere-se a produtos e serviços que poderiam ser feitos pela engenharia nacional.

E como o quinto casco poderá acomodar um reator nuclear, o acordo está repleto de salvaguardas. A principal delas é que a França não repassará para o Brasil qualquer tipo de conhecimento que envolva a produção ou o uso de equipamentos nucleares. Isso começa com o estaleiro e a base. "A concepção, a construção e a manutenção das infra-estruturas e dos equipamentos necessários às operações de construção e manutenção da parte nuclear do submarino nuclear estão excluídas do âmbito do presente acordo" - esclarece o documento.

Além disso, "a parte brasileira não receberá assistência da parte francesa para a concepção, a construção e a colocação em operação do reator nuclear embarcado, das instalações do compartimento do reator nuclear e dos equipamentos e instalações cuja função seja destinada principalmente ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear".

Da mesma forma, a França não fornecerá "equipamentos e instalações que contribuam de forma acessória ao funcionamento do reator ou à segurança nuclear" - e com isso a construção do estaleiro e da base de submarinos fica praticamente reduzida a uma questão de engenharia civil.

O Brasil, ao assinar o acordo, ainda aceitou condicionantes políticas. A tecnologia e os equipamentos fornecidos pela França não poderão ser repassados a terceiros e só poderão ser usados para os fins definidos no acordo. Além dessa cláusula de usuário final, a França - que se eximiu explicitamente de colaboração na parte nuclear - exigiu que o Brasil assumisse a responsabilidade exclusiva, em relação a terceiros, por danos nucleares causados pelo submarino ou instalações nucleares associadas ao apoio terrestre.

O acordo estabelece as bases da cooperação. A partir de agora, o governo brasileiro terá de negociar com empresas francesas os custos de construção do estaleiro, da base e dos submarinos - afinal, o acordo prevê que equipamentos, serviços e tecnologia serão vendidos. E, como o ministro Jobim pretende que em 20 anos o submarino nuclear esteja navegando, o Tesouro terá de providenciar recursos para o desenvolvimento da tecnologia de propulsão nuclear, ainda não dominada pela Marinha. Haja dinheiro!


Publicado no jornal "O Estado de S.Paulo".
Domingo, 28 de dezembro de 2008.









A liberdade e a esquerda – Thomas Sowell


Freedom and the Left – Thomas Sowell


Thursday, December 18, 2008

Recado ao "fardados" que ainda se considerem MILITARES:
LIMPEM A BUNDA COM ESSE PAPELUCHO! É sua única serventia.

Nota: Vejam que o logotipo de tal merdança representa o Brasil como um "alvo".
Sugestivo, não?


















































Fico cá pensando, como pode, dois "protozoários" da malta de um jobim e um mangabeira serem tão audaciosos, a ponto de parirem pelos seus respectivos ânus um troço pomposamente chamado de "Estratégia Nacional de Defesa", quando sabemos que tais elementos não serviriam nem ao menos para limpar as cocheiras de um Regimento de Cavalaria. Como diria o "profeta": O fim está próximo!





VERGONHA SEM FIM!


AÇÃO MAÇÔNICA



Recado ao "fardados" que ainda se considerem MILITARES: LIMPEM A BUNDA COM ESSE PAPELUCHO!

Thursday, September 18, 2008

Honra e interesse, não cabem no mesmo saco!

Foto: Pátio Tenente Moura (AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras)






























O Exército que temos e o Exército que precisamos.
por Gélio Augusto Barbosa Fregapani

A História está cheia de exemplos de derrotas de bons exércitos que pararam no tempo. Durante uma guerra, os exércitos evoluem se ainda tiverem oportunidade, mas a deusa da vitória só sorri para quem, se antecipando, soube quando, por que e como mudar.

Querendo preparar o nosso Exército para vencer nas guerras que podem acontecer , devemos primeiro identificar quais as ameaças à nação que possam justificar uma guerra, em que tipo de guerra teríamos que lutar e, finalmente como poderíamos vencer tal guerra.

Exércitos servem para garantir, pela força, os objetivos nacionais. Isto só funciona se for forte suficiente e adequado ao tipo de luta que se pode prever. Ainda que os Objetivos Nacionais devam ser definidos pelos governos, todos conhecem alguns deles que necessariamente devem ser garantidos pela força: a Independência; a Integridade Territorial, a Autonomia em face de pressões militares e a Ordem Interna. Consideramos que não existe ameaça à Independência. A independência é um fato consolidado e irreversível. Entretanto quanto aos outros objetivos...

Até a década de 60, a Amazônia não era motivo de preocupação. Era tida como Região Amortecedora — na nossa Geopolítica e na de alguns ‘brasilianists’ norte-americanos. A partir de então, os oficiais em serviço na área iniciaram a detectar sinais de perigo. Mesmo para os desavisados a Amazônia passou a ser algo mais do que uma região ocupada por uma densa floresta tropical em 1986, quando milhares de cidadãos europeus assinaram documento que foi submetido ao Congresso Constituinte no Brasil com a intenção de que fosse incorporado ao texto da Carta Magna que estava sendo elaborada, dando às tribos indígenas o status de Nação. Na década de 90 as pressões internacionais atingiriam um grau alarmante.

No ocaso da Guerra Fria, já estava evidente que a ameaça estava ao norte, e não partia de nossos vizinhos, mas de povos mais evoluídos contando com forças muito superiores. Para esta última hipótese, estudos do Estado Maior mostravam nossa completa inferioridade não só de efetivos como principalmente de armamentos e tecnologia

Reconhecida como principal, ameaça, a ambição estrangeira pela Amazônia, evidenciou-se que entre os cenários possíveis haveria o de confronto militar. Os dois sub-cenários mais prováveis: a secessão de terras indígenas apoiadas pelas grandes potências ou a simples tomada a "manu militari" para se apoderar de matérias primas, sempre nas desabitadas mas altamente mineralizadas serras do norte da Amazônia.

Obviamente que, em qualquer dos casos, enfrentaríamos um inimigo infinitamente superior, impossível de vencer em campo raso, que contará com supremacia aérea e naval e ainda terá ao seu lado as tribos indígenas industriadas pelas ONGs. No caso de secessão de terras indígenas, mesmo apoiadas militarmente por países desenvolvidos, a guerra provavelmente se circunscreveria às terras do norte da Amazônia. No caso de agressão militar aberta, numa tentativa de quebra da vontade nacional podemos esperar bombardeios seletivos como das hidrelétricas, tomada ou destruição das plataformas de petróleo, bloqueio naval, bombardeios e mesmo tomada de cidades, centros industriais e de decisão. Em ambos os casos, o tamanho do território nacional impede uma ocupação total, o que significa que sempre teremos uma base para contra-atacar.

Identificada a ameaça, a boa doutrina aponta o método a ser seguido: perguntamos se a nossa organização, nossos equipamentos e nossos procedimentos conteriam a ameaça. Caso negativo, o que necessitaremos modificar nos procedimentos, equipamentos e organização para garantir o sucesso. Trataremos aqui, para esta hipótese, apenas da preparação das Forças de Terra abstraindo a ação das demais Forças armadas e da também indispensável Defesa Civil. Mesmo limitando o estudo ao Exército, será necessário alguma "quebra" de paradigmas. Algo difícil, pois abarca aspectos de ordem cultural e requer mudanças na doutrina e nos conceitos organizacionais e operacionais, porém devemos encarar a necessidade da transformação da Força Terrestre como inevitável se quisermos vencer, ou mesmo termos uma oportunidade de dissuadir o adversário de por seus planos em execução.

– O Exercito que temos. Como está?

Com parcos recursos o Exército Brasileiro faz grande esforço para manter algum poder de combate. Tal como na maioria dos Exércitos atuais, a brigada e a divisão são os tipos de Grande Unidade permanente. A brigada com 2 a 5 batalhões e a Divisão com 2 a 5 Brigadas, sempre com as unidades complementares de artilharia, engenharia comunicações e apoio logístico. A estrutura é flexível; seria adaptada para o combate campal se fosse dotada de material atualizado.

Possuímos quatro divisões razoavelmente completas (ainda que dotadas de material defasado), sendo as demais incompletas. Poucas unidades e apenas uma brigada são constituídas por tropa profissional. A maioria das unidades, sujeita ao ciclo anual de incorporação e baixa dos conscritos quase nunca está pronta para o combate. Em sua maioria os batalhões têm boas condições de montar patrulhas de combate, mas não de atuar como uma unidade em combate moderno. Em operações, podem ser empregadas brigadas orgânicas ou Forças-Tarefa compostas por elementos de uma ou mais brigadas, como acontece nas Forças de Paz enviadas ao exterior.

Convencido que não teria inimigos a altura na América do Sul, o Exército deu mais ênfase à mobilização do que ao pronto emprego. A dimensão do País e a experiência da Guerra do Paraguai reforçavam a certeza que, uma vez atacado, as forças vivas da nação teriam condições de reagir e montar o exército que fosse necessário. Durante um século nossas hipóteses de guerra versavam em torno da herança colonial, contra os castelhanos da Argentina ou mesmo contra uma coligação de países do Cone Sul. Para aquela guerra estávamos relativamente preparados: bastava retardar o inimigo até uma linha defensiva, agüentar lá até que o nosso potencial fosse mobilizado, quando passaríamos a ofensiva. Isto não aconteceu. Em vez disso tivemos que enviar uma Força Expedicionária contra a Alemanha, e só conseguimos juntar uma Divisão, assim mesmo equipada pelos nossos aliados. A partir daí, com a Guerra Fria, esta hipótese foi perdendo força, avultando as necessidades da defesa interna, aliás, bem sucedida, e a pressuposição que numa próxima guerra, nossa participação seria com nova força expedicionária. Que a defesa do território se resumiria a questões intestinas.

As falhas do sistema, já vivenciadas por ocasião da FEB, evidenciavam cada vez que devia ser montada com rapidez uma força expedicionária, mesmo que fosse só um batalhão em missão de paz. Avultou a necessidade de haver tropas de pronto emprego e de mobilidade aérea para as operações internas. Mesmo carente de recursos, o Exército preparou como pode tropas de pronto emprego e criou uma aviação própria. Para enfrentar a hipótese de confronto com forças muito superiores, especialmente nas serras do norte da Amazônia, estudos do Estado Maior mostravam nossa completa inferioridade não só de efetivos como, principalmente, de armamentos e tecnologia. Temos consciência de que uma nossa unidade militar com o armamento e o equipamento existentes, que se choque em campo raso com uma unidade dotada com armamento e equipamento modernos, se desmanchará como um pote de barro trombando com um pote de ferro.

Nosso Exército, da forma em que está não tem possibilidade de superar esta ameaça, quer se circunscreva às áreas ambicionadas da Amazônia quer inclua atuação nos pontos chaves do espaço ecúmeno nacional visando quebrar a vontade de resistir. Podemos agüentar bombardeios em nosso território, por muito prejuízo que cause. Havendo invasão de espaço povoado, até poderemos responder com guerrilhas rurais e urbanas, se as tivermos preparado com antecedência; entretanto mesmo as tropas de pronto emprego não teriam como fazer face ao poderoso inimigo em batalha campal, e a tão necessária mobilidade aérea, indispensável face ao tamanho do nosso território, é completamente inútil quando o inimigo tem a supremacia no ar.

Caso o inimigo se limite a estabelecer uma "Zona de Exclusão" no estilo que houve nas Malvinas abrangendo apenas as reservas indígenas da fronteira (Ianomami, Raposa, Uai-Uai, Atroari e outras, - exatamente nas mineralizadas serras do norte), reação possível somente com as tropas existentes no local da invasão ou com as que conseguirmos levar até lá. Com certeza se repetiriam, em nossos pelotões de fronteira, episódios como o de Antonio João em Dourados, de significado moral, mas de nulo efeito operacional. Os atuais pelotões de Fronteira são marcos da nacionalidade, mas em termos bélicos não têm maior significação; ao contrário, por não serem auto-suficientes, terão que ser sustentados logisticamente mesmo estando fora da área atacada em ocasião em que todos os meios disponíveis serão necessários em combate. Só articulando com antecedência se poderia contar com o auxílio de umas poucas tribos indígenas e principalmente dos garimpeiros.

No momento, para evitar a atuação de inimigo muito superior em apoio à independência de nações indígenas, o Exército aposta no que lhe resta: a dissuasão que possa ser provocada pela certeza de que faríamos uma guerrilha infindável na selva, estratégia denominada "de resistência"; transfere toda a tropa que pode para a Amazônia, mas ainda está longe de ter a força necessária nas proximidades das serras da fronteira, o verdadeiro teatro das prováveis disputas, onde se encontram as cobiçadas jazidas de minérios estratégicos.

Considera-se inevitável a supremacia aérea inimiga. O bloqueio aéreo dos rios e estradas nos impedirá de levar para lá um só batalhão sem atravessar centenas de quilômetros de selva. Isto significa que deveríamos estar lá antes da guerra.

Resumindo: Exército tem boas condições de superar as ultrapassadas hipóteses de Guerra e de atuar eficazmente na segurança interna, mas está com o dispositivo, a organização equipamento e armamento inadequado para enfrentar as principais ameaças que podemos vislumbrar.

– Muito bem, e daí? – Qual o próximo passo?

Antes de pensarmos qual o tipo de Exército que nos convém, façamos algumas considerações sobre a natureza das guerras na atual conjuntura.

Dia a dia as armas são aperfeiçoadas e novas aparecem. Os mísseis, cada vez mais portáteis se revelam eficazes contra aeronaves, contra pessoal e principalmente contra carros de combate. A situação destes últimos se assemelha a do cavaleiro medieval quando do aparecimento do mosquete; pensava-se que ainda haveria muitas flechas e lanças, e que a armadura deveria ser conservada. Foi necessário um século de perdas sangrentas para aprender que o mosquete era o novo rei. O mesmo acontece agora; a mobilidade continua importante, a blindagem não. Os exércitos modernos (ainda não é o nosso caso) podem identificar alvos pela assinatura eletrônica, pelo calor e podem destruir qualquer alvo identificado. Em conseqüência, as armas devem ficar longe da guarnição, manejadas por controle remoto ou então não apresentar alvos compensadores ou ainda se deslocar rapidamente após o tiro.

Devemos também considerar que, com a ampliação das áreas urbanas, a concentração das riquezas e nós de comunicação nas cidades, o combate tende a ser cada vez mais em ambiente urbano. Será vantajoso reavaliar a organização e o equipamento criado para o combate campal na hipótese dos combates se desenvolverem predominantemente em cidades. Já no presente, com as armas acionadas por controle remoto, e cada vez mais no futuro as armas serão dotadas de sensores que apontarão e decidirão quando atirar. Algumas elementares (minas e armadilhas) são empregadas desde muito tempo, mas o futuro nos promete a grande ampliação do uso de armas com sensores que decidirão por si quando atirar ou explodir. Muito da camuflagem será o como "enganar" os sensores.

Por fim, pode-se esperar que os alvos serão fugazes; as situações evoluirão com muita rapidez e as comunicações não serão confiáveis, tal o espectro de interferências. Em conseqüência dificilmente haverá oportunidade de informar novos dados para receber ordens. Desta forma valerá a iniciativa, boa ou não, dentro de um objetivo geral tipo "fazer algo que ajude a ganhar a guerra". A História está cheia de exemplos de derrotas de bons exércitos que pararam no tempo. De exércitos que se prepararam para a guerra que passou. Durante a guerra, os exércitos que não cedem podem evoluir, mas a guerra de hoje pode não ser longa suficiente. A deusa da vitória sorri para quem, se antecipando, soube quando, por que e como mudar.

Já reconhecemos como principal a ameaça de ataque de forças muito superiores, e selecionamos os dois principais cenários: a secessão de terras indígenas, guerra necessariamente circunscrita ainda que apoiada pelas grandes potências, ou a simples tomada por estas, a "manu militari" das mineralizadas serras do norte da Amazônia. Já vimos que, neste caso tenderia a haver ações inimigas no restante do território visando quebrar a vontade nacional por bombardeios seletivos como das hidrelétricas e a tomada ou destruição das plataformas de petróleo e mesmo tomada de cidades centros industriais e de decisão.

Obviamente que, em ambos os casos, enfrentaremos um inimigo que contará com supremacia aérea e naval, impossível de vencer em campo raso. Considerando que não poderemos vencer exércitos muito superiores em campo aberto, nos resta a selvas e as cidades, que reduzem de muito a eficiência dos equipamentos superiores e são reconhecidamente locais adequados à defesa. Nas cidades contaríamos com o auxílio da população. Na selva, nossa superioridade de conhecimento do terreno fica diminuída se o inimigo tiver ao seu lado as tribos indígenas industriadas pelas ONGs.

Também concluímos que dificilmente conseguiríamos deslocar tropas para o local da invasão. Sabemos também que é impossível uma ocupação total do território nacional, e que sempre teremos uma base para contra-atacar. Articulando com antecedência, se pode conseguir, nas serras da Amazônia a cooperação de umas poucas tribos indígenas e principalmente dos garimpeiros.

Resumindo: Já que o nosso dispositivo, nossos meios e nosso procedimento se mostram inadequados para enfrentar as ameaças que identificamos, devemos adaptá-los o quanto antes. Conseguindo em tempo útil talvez até possamos evitar a guerra. Enquanto nossas forças forem reconhecidamente insuficientes, deixam de ser um elemento de dissuasão e passam a ser mais um atrativo.

– O Exército que precisamos

Recordando: considerando que, na hipótese de combatermos exércitos muito superiores, não poderemos enfrentá-los em campo aberto. Nos restará a selva, que reduz de muito a eficiência dos equipamentos superiores e as cidades, reconhecidamente locais adequados à defesa e onde a população é brasileira. Sendo a guerra circunscrita à área em disputa, ou seja, abrangendo as reservas Ianomami, Raposa-Serra do Sol, Uai-Uai Atroari-Uaimiri, (exatamente nas mineralizadas serras do norte) a guerra será na selva, mas o bloqueio aéreo dos rios e estradas nos impedirá de levar para lá um só batalhão sem atravessar centenas de quilômetros de selva. Isto significa que devemos estar lá antes da guerra. Caso a guerra se estenda além da área ambicionada certamente haverá bombardeios e ocupação de cidades, especialmente as portuárias, exigindo também uma adequação para a nova situação

– Baseado nessas premissas, proporemos:

1- Alterações no dispositivo

2- Alterações no recrutamento e formação

3- Alterações na organização

4- Alterações nos armamentos e equipamentos

5- Alterações nos procedimentos de combate

1 - ALTERAÇÕES NO DISPOSITIVO

Objetivo: localizar a tropa para fazer face à ameaça.

Considerando que a principal ameaça estará nas serras do Maciço Guianense (as serras que separam nosso País dos vizinhos do norte), é lá que devemos reunir, com o máximo de antecedência, as tropas de combate especializadas e as de apoio, também especializadas à região. Como exemplo, nas áreas Ianomâmi e Raposa-Serra do Sol, os atuais pelotões de Fronteira necessitam ser transformados com urgência em tropas de combate. Penso ser factível no momento transformá-los em Companhias Especiais, com quatro pelotões de Infantaria de Selva e um pelotão de defesa de base, que é o atual pelotão de Fronteira. Outras companhias necessitam ser criadas nas áreas Tiriós, Uai-Uai e Atroari. Essas Companhias Especiais devem preparar a guerra no local, estocando gêneros e munição em locais ocultos e se ligando com antecedência com garimpeiros e índios leais. Cada pelotão de Selva, com quatro grupos de combate, e deve ser dotado de mísseis portáteis, inclusive anti-aéreos. Estas companhias "de emboscada" devem ter condições de desenvolver operações independentes, juntamente com seus aliados índios, caboclos locais e garimpeiros.

A massa das tropas de combate que não forem localizadas na região onde se espera o combate seja localizada nas cidades que forem mais ameaçadas (Belém, Manaus, Boa Vista, Brasília, Rio, Salvador etc.), e especializadas, em combate em localidade. Nas proximidades da sede dos Comandos Militares de Área um batalhão de comandos pára-quedistas e da Capital Federal também um de Operações Especiais. Excelente medida já foi a criação de Bases Logísticas, liberando tropas para saírem e atuar em outros locais.

2 - ALTERAÇÕES NO RECRUTAMENTO E FORMAÇÃO

Objetivo: Ter tropas sempre prontas para uma reação imediata e reservas para uma ação prolongada.

Considerando que, nas atuais condições, nossas tropas são pouco mais do que escola de recrutas, os quais só estarão treinados no final do ano de instrução, e assim permanecerão por poucos meses; considerando ainda que os quadros, empenhados na instrução de recrutas e na administração têm pouco tempo e pouco estímulo para exercitar sua função primordial, qual seja, - bem comandar sua fração em combate, - a mudança se faz necessária quer no recrutamento, quer na preparação dos soldados e dos quadros.

2.1 - Recrutamento e formação de soldados

Por muitas razões, nos convém o recrutamento universal. Entretanto, a pequena quantidade de conscritos que podemos incorporar anualmente não passa de 0,5% dos rapazes em idade militar. É necessária uma reformulação, não só para que seja recebida alguma instrução militar, mas para que seja incutida e cultivada a noção de Pátria e dos valores indispensáveis à nacionalidade. A solução são os "Tiros de Guerra". Será fácil estabelecê-los nas cidades, um por cem mil habitantes. Isto atenderá a 10% dos jovens, o que ainda é pouco mas bem melhor do que os atuais 0,5%. É óbvio que os reservistas/atiradores terão melhores condições de, liderados pelos próprios diretores do Tiro de Guerra, de desencadearem guerrilhas em seus locais de formação do que se não tivessem alguma instrução militar.

A incorporação na tropa, para voluntários, só após o Tiro de Guerra. Como o uso de armamento moderno não é assunto para amadores, nos parece conveniente o engajamento mínimo de três anos, mas na tropa não mais será necessário perder tempo com os ensinamentos elementares de ordem unida, armamento individual e procedimento em situações diversas. A tropa passa a ser tropa e não escola de recrutas como na atualidade. As escolas de recrutas seriam os Tiros de Guerra.

2.2 - Recrutamento e formação de sargentos e de oficiais temporários

O ideal é transformar os CPOR em Centros de Preparação de Quadros da Reserva – CPQR. Um por Região Militar. Estes formariam sargentos temporários no primeiro semestre e oficiais temporários no segundo. Livres da formação básica militar, já que seria requisito para a matrícula o serviço no Tiro de Guerra, (com ingresso mediante concurso) o CPQR ensinaria a ser sargento, e em função específica. Todos os terceiro sargentos seriam temporários. A partir de 3 anos de sargento poderiam fazer concurso para o Curso de Aperfeiçoamento, na ESA, onde, concluído o curso, seriam promovidos a segundo sargentos a passariam a profissionais, de carreira. Assim o Exército teria todos os terceiros e segundos sargentos que necessitasse, sem se preocupar com o gargalo nas promoções. Analogamente no segundo semestre seriam formados os oficiais temporários. Requisitos para prestar concurso: ter concluído o curso de sgt e sido aprovado em um vestibular. Tal como no curso de sargentos, a formação será para funções específicas, a partir dos ensinamentos aprendidos nos cursos de sargento (cobrados no concurso).

Na tropa não haveria recrutas. Isto nos permitirá que a mantenhamos permanentemente em condições de pronto emprego, livrando-as da atual função de serem pouco mais do que escolas de recrutas, ao contrário da situação atual, em que as tropas só estão em condições de emprego poucos meses por ano.

2.3 - Recrutamento e formação de oficiais de carreira

Ter cursado um Tiro de Guerra deve ser um dos pré-requisitos para os candidatos á Escola Preparatória, que equivaleria a um curso de sargentos no CPQR. Para o ingresso, uma média ponderada da prova intelectual com um exame psicotécnico que possa medir a vocação guerreira. Um chefe militar não pode ter como aspiração uma carreira dedicada à burocracia de tempo de paz.

Quando a pátria está em perigo, todos entram na luta, mas o sucesso é mais difícil quando ela não é conduzida por guerreiros vocacionados.

3 - ALTERAÇÕES NA ORGANIZAÇÃO

Objetivo: adequar a organização para aproveitar ao máximo as inovações tecnológicas e as particularidades do terreno de selva e do ambiente urbano, onde se espera a busca das decisões.

A aceitação cega da tradição faz com que, muitas vezes, os militares não percebam que a situação mudou. Um exemplo disto foi a lenta morte da cavalaria hipomóvel, muito depois de sua obsolescência no campo de batalha. Nosso sistema de organização em armas e serviços, herdados da História, já deixou de ser útil desde que a complexidade da organização impôs idênticas funções em muitas tarefas das diferentes armas e serviços atuais. Assim, o soldado que maneja uma metralhadora tem a mesma função na atual Infantaria, Cavalaria ou Intendência, não se justificando mais estarem "presos" a uma arma ou serviço. Tratando-se de graduados e de oficiais, mais ainda se acentua a possibilidade de "intercâmbio", chegando ao auge entre oficiais de Estado Maior, cujo ecletismo felizmente é adotado nas Grandes Unidades.

Sendo o atual sistema de armas e serviços ultrapassado e passível de aprimoramento, sugerimos que as unidades sejam definidas por sua finalidade e, seus componentes, por especialidade. Assim haveria unidades de assalto, de choque, de guerra urbana, de guerra na selva, de reconhecimento, de apoio de fogo, de apoio ao movimento, de apoio logístico, de guarnição e o que mais for necessário. As especializações de pessoal que forem comuns se tornam intercambiáveis nos diversos tipos de Unidades.

Além da organização geral, o Estado Maior deverá estudar a adequação de todos os escalões, a começar pelos elementares. Como exemplo vejamos o Grupo de Combate. Considerando que a moderna psicologia de combate nos indica que normalmente, em cada agrupamento reunido apenas um homem combate e os outros acompanham, convém seja criada uma fração elementar de três homens, que é o menor grupamento com psicologia de grupo. Esta fração só pode ser a esquadra, certamente a ser comandada por um cabo. Em conseqüência o grupo de combate ficará composto por três esquadras de três homens cada. A partir daí, cada escalão deverá ser adequado ao ambiente, visando à futura necessidade que terão de agir muitas vezes sem ligação com os escalões superiores e, o quanto possível, sem cauda logística. Naturalmente o Estado Maior do Exército terá que estudar a organização conveniente para todos os escalões, e o respectivo equipamento.

4 - ALTERAÇÕES NOS ARMAMENTOS E EQUIPAMENTOS

Objetivo: Aproveitar as evoluções tecnológicas no que estiver ao nosso alcance, cuidando de minimizar os efeitos da superioridade tecnológica do inimigo

Ameaçando a utilidade das armas tradicionais, as novas armas ameaçam fazer uma revolução na guerra, que corre paralela à evolução das táticas. Houve um momento na história em que o tiro do mosquete varou a armadura do cavaleiro. Isto foi reconhecido de imediato, mas se pensou que ainda haveria muitas flechas e que valeria a pena manter a couraça. A mobilidade continuou importante, mas a armadura não. O mesmo acontece hoje com a blindagem face aos mísseis, cada vez mais portáteis, e a ameaça aérea, esta capaz de varrer completamente o carro de combate do campo de batalha. Em nossa hipótese de guerra contamos que o inimigo terá a supremacia aérea. Contamos também que poderá atingir, com mísseis guiados por GPS, o que quer que tenha sido localizado pela imagem, pelo som, pela assinatura eletrônica e outros meios. E teremos que nos adequar a esta situação.

O rumo da adequação passa pela camuflagem, pelo uso de túneis e subterrâneos, pelos alvos simulacros para atrair o fogo inimigo, pela mobilidade e pelas armas distanciadas das guarnições, neste caso aceitando sua destruição depois de cumprida sua tarefa. Para enfrentar a ameaça aérea, mísseis adequados e dispersão. Veículos maiores serão armadilhas mortais. Podem ser usadas motocicletas, dentro do "conceito dragão", isto é deslocamento motorizado e combate a pé. A maior viatura imaginada para o ambiente descrito é o "boogie" ou bugre como chamado em alguns locais, armado com um poderoso míssil.

O primeiro cuidado será com a adequação do equipamento individual. Tal como o armamento, o equipamento atualmente usado foi pensado para o uso no campo. O armamento ideal de uma esquadra de três homens seria um míssil portátil, um fuzil 762 de precisão com luneta e um FM. Com o homem do míssil, ainda uma submetralhadora, que continua sendo a melhor arma para o combate aproximado. É verdade que isto complica a logística. Complica, mas facilita o combate. O tiro de precisão a longa distância é o mais mortífero e o que causa maior efeito moral. O FM é a base do poder de fogo. Melhor que seja de calibre 556 para poder ser transportada mais munição, diminuindo a necessidade logística. O míssil portátil uma vez disparado com sucesso terá cumprido sua finalidade e o soldado ainda terá a sua submetralhadora, que continua sendo a melhor arma para o combate aproximado. Tudo fácil de ser fabricado. Mísseis elementares são de fácil fabricação por qualquer fabricante de fogos de artifício.

A Avibrás está em condições de igualar os melhores do mundo, os Karl Gustav suecos, e de planejar e fabricar mísseis maiores, capazes de fornecer eficaz apoio de fogo e contra-bateria. Obviamente necessário para este tipo de guerra, o desenvolvimento de minas e outras armas acionadas por controle remoto. Quanto ao ambiente urbano, pensar em armas com jogo de espelhos que permitam o tiro com o atirador abrigado por uma esquina. Substituir as ferramentas de sapa, inúteis nas cidades, por picaretas de minerador ou algo similar para abrir paredes. Importante equipamento: extintores de incêndio. Quanto ao armamento das demais tropas especializadas, é só seguir a mesma metodologia. Em todos dar especial ênfase a armas que possam ser acionadas de longe, por controle remoto ou mesmo com sensores que acionem o disparo ou a explosão.

5 - ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS DE COMBATE

Objetivo: entender a forma de luta com a qual possamos vencer um exército superior e tecnologicamente mais avançado.

Premissas da guerra:

1ª terá supremacia aérea;

2ª as nossas comunicações não serão confiáveis ou mesmo serão impossíveis;

3ª a superioridade de fogo do inimigo tornará inconveniente o enfrentamento onde as condições geográficas não limitem a eficácia do armamento superior.

Em conseqüência, neste contexto, pouco adiantaria apenas dotarmos algumas brigadas com material moderno; mas devemos evitar o combate campal, levar a guerra onde a superioridade inimiga possa ser reduzida ou neutralizada por fatores ambientais, ou seja as cidades e as florestas. É necessário o intenso uso de minas e de armas acionadas a distância. Contra elas é difícil a defesa e os contra-ataques destruirão armas, mas não causarão baixas. Acima de tudo será necessário desenvolver uma forte doutrina que privilegie a iniciativa.

Sabemos que em ambiente onde haverá interferência contínua nas comunicações, onde será impossível de haver sigilo, as comunicações não serão confiáveis e as ordens recebidas podem ser apenas um engodo da interferência eletrônica do inimigo. Os alvos fugazes e as situações fluidas tenderão a exigir ação imediata, não comportando a espera de nova orientação. Isto exigirá iniciativa em todos os escalões. Claro, algumas iniciativas serão erradas e até podem causar dano, mas no seu conjunto será altamente vantajoso. Esta é a única forma de enfrentar esse tipo de guerra. Aos comandantes, nos vários escalões, caberá dar a orientação geral. Num ambiente fluído, onde as comunicações serão inexistentes ou inconfiáveis, apenas a capacidade de decisão dos combatentes poderá ser usada para aproveitar as oportunidades de reagir em tempo útil. Isto é uma nova forma de disciplina, muito mais consciente a que teremos que nos acostumar.

Talvez o nosso País não tenha escolhido ser potência; certamente também não é por sua vontade que é objeto de cobiça, - isto tudo é uma imposição da geografia. O desafio com que hoje nos defrontamos é escolher entre defender o que é nosso ou desistir de aproveitar as benesses em minérios com que o Criador nos brindou. Já dizia o grande Bismarck: "Riquezas minerais em terras de povos que não querem ou não podem utilizar deixam de ser vantagens para se tornar um perigo para seus detentores".

Direitos, sabemos que o Brasil tem sobre seu território. Aqui cabe uma expressão do nosso Ruy Barbosa:

"PAÍSES QUE CONFIAM MAIS EM SEU DIREITO DO QUE EM SEUS SOLDADOS, ENGANAM A SI MESMO E CAVAM SUA RUÍNA"


Gélio Augusto Barbosa Fregapani é Coronel do Exército Brasileiro.








Publicado no blog "A Continência" (Cel Erildo).
Quarta-feira, 17 de setembro de 2008, 02h02.



ATENÇÃO! ISTO É GRAVE, GRAVÍSSIMO – Bootlead



Friday, August 08, 2008

QUEM OUSA, VENCE! ÀS ARMAS, JÁ!










































Omissão Imperdoável e Reação Heróica
por Luís Mauro Ferreira Gomes

Entre a dor e o nada, (William Faukner) preferia a dor, certamente, porque a dor, comparada ao nada, não é nada."
(O inspirado jornalista e poeta Jésus Rocha, citando o escritor William Faulkner, no Monitor Mercantil, de 29 de julho de 2008).

Hoje falaremos, ainda que implicitamente, de ingenuidade, desinteresse, alienação, egoísmo, medo, covardia, mas, também, de desprendimento, perseverança, bravura, heroísmo, patriotismo e outros sentimentos e atitudes que pautam os nossos comportamentos. Como seres humanos, somos, em maior ou menor grau, condicionados por quase todos eles, cabendo-nos, com o arbítrio que Deus nos deu, decidir os que prevalecerão, pelos quais seremos conhecidos na História.

Nunca duvidamos de que devemos enfrentar a morte com coragem, lutando até o último momento, jamais sucumbindo à sedução da desistência precoce, para que o fim chegue mais rapidamente e com menos sofrimento.

Talvez, por isso, tenhamos tanta admiração pelos animais que vendem caro a vida. Se tiverem de ser devorados, que não se tornem presas fáceis, que o predador pague o preço pela caça: um lábio mordido, um nariz arranhado, ou quem sabe, um olho furado.
Merecem todo o nosso respeito as presas e os predadores menores que resistem aos maiores até o fim, e, sem desprezá-las, sentimos enorme pena das reses que marcham resignadas para o abatedouro.

Elas, pelo menos, não têm escolha.

Mas, para tranqüilidade dos nossos leitores tradicionais, é sobre política, e não do instinto de sobrevivência dos animais, que vamos tratar.

Faz bastante tempo, a sociedade brasileira parece perdida diante de um dilema inexplicável: reagir heroicamente em defesa de seus valores e princípios ameaçados por maus governantes ou renunciar à liberdade e, talvez, à vida, enquanto assiste, inerte, estabelecer-se a ditadura que se avizinha, ou melhor, agravar-se o terror que já se instalou.

Há muito ninguém governa o País, que vive de crise em crise. E sobejam os casos de corrupção, que envolvem grande número de ministros, além da cúpula partidária da base de apoio do governo, a ponto de comprometê-lo inteiramente.

Agora, com a divulgação seletiva de trechos do conteúdo do computador de Raúl Reyes (que, brevemente, de uma ou de outra forma, se dará a conhecer no seu todo), começam a surgir fortes indícios comprobatórios daquilo que todos já sabíamos: o envolvimento de ministros e outras importantes personalidades do governo com o narcoterrorismo das FARC.

Infelizmente, começam a aparecer, também, talvez por má fé, talvez pela leviandade de quem quisesse mostrar serviço, referências a pessoas de reputação ilibada, cuja trajetória política desautoriza qualquer ilação a esse respeito. Deve-se ter bastante cuidado, portanto, para que, por açodamento, por imprudência ou por insídia, não se venham a comprometer reputações injustamente.

Mas, em nenhuma hipótese, a comprovação da inocência de uns deverá servir de pretexto para a absolvição antecipada daqueles que, para atingir seus objetivos políticos escusos, não hesitaram em pactuar com terroristas e traficantes, deles recebendo ajuda, inclusive financeira, em troca de favorecimentos ilegais.

Não devemos desperdiçar mais esta oportunidade.

Nossos inimigos são covardes e jamais atuam diretamente, crescendo, apenas, diante da nossa leniência. Devemos, por isso, mantê-los acuados, sob ataque cerrado em todas as frentes. No passado, fizemos isso e sempre vencemos.

Dizem que os militares ganharam a luta armada, mas perderam a guerra da comunicação. Grande bobagem. Militares combatem com armas, como instrumento das ações, e é assim que continuará a ser. Políticos, entre outros, é que usam a “propaganda como a arma do negócio”.

Se alguém está perdendo a guerra da comunicação, portanto, são eles.

Eles, que receberam a responsabilidade de conduzir os destinos da Nação e se revelaram inteiramente incapazes de fazê-lo, permitindo ou promovendo a deterioração quase total dos serviços essenciais do Estado; a generalização da corrupção; as práticas criminosas dos movimentos ditos sociais, financiados com dinheiro público; a valorização dos bandidos e o aniquilamento do cidadão; a oficialização do racismo estúpido e extemporâneo.

Promoveram ou permitiram, também, o estabelecimento da insegurança jurídica; a desmoralização do poderes constitucionais, a invasão da competência de Estados da Federação; o desrespeito sistemático à ordem constitucional, o comprometimento da segurança nacional, pelo enfraquecimento intencional das Forças Armadas e pela adoção de políticas irresponsáveis que colocam em sério risco a nossa soberania e a integridade territorial do País.

E ainda fingem não ver os avanços totalitários do governo, quando não se vendem barato, passando a coniventes da traição.

Não obstante, muito me preocupam as desculpas que alguns encontram para a omissão (inicialmente cômoda, mas, logo depois, trágica): "está tudo perdido"; "não há mais nada a fazer"; "nada cola nele"; "enquanto tiver toda essa popularidade, não há como reagir".

Realmente, diante da renúncia, não há salvação.
Faz algum tempo, o presidente dá OAB disse em entrevista, após reunião da Ordem para decidir se seria pedido o impedimento do presidente da República, que, embora tivessem encontrado fortes indícios da prática de Crime de Responsabilidade, nada seria feito, dada a grande popularidade de que o ele gozava.

Recordamo-nos de que, à época, escrevemos sobre isso em um artigo, no qual dizíamos ser a convicção da prática do referido crime o que leva ao processo de impedimento. Destituir um presidente porque é impopular, sem que o tenha cometido, é, simplesmente, dar um golpe de Estado, enquanto deixar de fazê-lo, alegando-se a popularidade presidencial, não passa de conivência.

Que políticos se escondam atrás desses argumentos, até entendemos, mas o militar, que existe e é pago para defender a Pátria com o sacrifício da própria vida, não tem o direito de usá-los para furtar-se de agir.

Demonstrar qualquer tolerância com quem nos quer destruir, na vã esperança de receber, amanhã, algum tipo de tratamento piedoso dos possíveis vencedores, além de uma indignidade, é um grave erro, que terminaria por nos levar, aí sim, à derrota.

Como diz o aforismo: somente devemos sentar-nos à mesa com o inimigo, quando este for assinar a rendição.

Bem, a Avaliação da Conjuntura está pronta, e todos conhecemos, muito bem, a situação. Todos sabemos, igualmente bem, o que fazer.

Chega de diagnósticos!

Se algumas instâncias deixaram-se corromper ou cooptar e não coíbem esses abusos criminosos como deveriam, aquelas que ainda permanecem livres têm o sagrado dever de usar todos os remédios disponíveis, por mais amargos que sejam, para salvar-nos da servidão iminente.

Para tanto, resta-nos, apenas, aposentar as desculpas esfarrapadas para a omissão imperdoável, aceitar os riscos decorrentes das ações e fazer o que tem de ser feito, com a bravura e o heroísmo de sempre.

Ainda há tempo.


Luís Mauro Ferreira Gomes é Coronel Aviador da Força Aérea Brasileira.








































Aos meus compatriotas
por Gélio Fregapani

É certo que o nosso País está reagindo. Sabíamos que uma vez alertado reagiria, mas o estrangeiro, os traidores e os inocentes úteis não desistiram.

A cidadezinha de Pacaraima, exatamente na fronteira com a Venezuela, é a única povoação brasileira nas serras que marcam, no norte, o início do nosso país. Apesar de toda a pressão, essa povoação está crescendo. Isto torna mais difícil a missão dos traidores da Pátria: acabar com o enclave brasileiro na pretensa nova “nação” separada do Brasil.

Uma das vilas sob pressão dos traidores resiste. Surumu, que mantém hasteada das 6 as 18 horas uma grande bandeira nacional como símbolo da decisão de se manter brasileira. Sorrateiramente, no fim de semana, gente do Conselho Indígena de Roraima (CIR) a retirou e a teria espezinhado.

A população local, - na maioria índios mas todos brasileiros, indignada com o ato antipatriótico e com a indiferença das autoridades, preparou-se para retomar a bandeira a força. Na iminência de conflito a Funai finalmente se mexeu; fez com que os asseclas do CIR devolvessem a bandeira, que novamente tremula em Surumu. Entretanto, ao devolver a bandeira, declararam que depois de agosto haveria outra bandeira hasteada; e não seria a brasileira.

Após este incidente, o CIR declarou que bloqueará o entroncamento da BR 174 para a vila Surumu, o que me parece difícil pelo seu pouco efetivo, embora prenhe de recursos das ONGs e mesmo da Funasa. O CIR solicitou ainda à Funai 15 passagens para seus índios virem à Brasília reforçar seus lobies. Eles mantém a pressão enquanto tentam reduzir Pacaraima pelo estrangulamento de recursos.

Setores governamentais mal informados ou mal intencionados cortam-lhe os recursos. Com o refluxo dos brasileiros expulsos das pequenas fazendas e vilas que existiam antes da homologação da Raposa-Serra do Sol as necessidades da prefeitura são desproporcionais para atender aos nossos conterrâneos, índios e não índios. Se você puder ajudar de alguma forma, O Brasil precisa de todos nós para permanecer inteiro.

Um pequeno trecho retirado de uma homenagem aos ancestrais que nos legaram a Amazônia:

Ganhamos um país. Herdamos controvérsias, mas temos o idioma e o território, os fundamentos imortais da cristandade e o sentimento de sermos uma única nação.

Acima de tudo, não nos esqueçamos que aqueles sonhos, aquela fibra ingente singram eternamente nosso sangue, que se mescla ao sangue de outros povos que se uniram ao nosso original na construção de uma grande nação.

Então, invoco os mortos, aquela gente, e dos que a eles se uniram, a energia desmedida que geraram, por tanto que sofreram e que lutaram.

Rogo que nos inspirem com altanaria, no cumprimento da missão que se avizinha, a tarefa maior de nosso tempo: De manter a Amazônia em nossas mãos.

Ùltimas notícias: A batalha de comunicação continua

Nesta 2ª feira, reúne-se em Pacaraima pessoal da Confederação Nacional de Agricultura, para conhecer a ameaça ao Brasil. Em Brasília, o ministro da (in)justiça, numa audiência tentará convencer de seus pontos de vista, com o auxílio de gente do CIR e da ex-ministra do atraso – (Os)marina Silva. O contraponto será o senador Mozarildo, e o ministro não terá como o enfrentar. A marcha dos produtores rurais à Pacaraima também está tomando vulto.

Agora a melhor notícia:

Já há tempos alguns patriotas da Polícia Federal têm me expressado desacordo com a retirada de brasileiros. Agora chegou a informação de que a Força Nacional, compreendendo o malefício que a entrega da Raposa-Serra do Sol ao CIR causará, inicia uma reação que pode conduzir à mesma atitude do Exército – recusar a missão, e até mais. Palmas para eles.

Na semana que vem trarei novas informações.

Saudações nacionalistas.
Coronel Gélio Fregapani


Gélio Augusto Barbosa Fregapani é Coronel do Exército Brasileiro.









Publicado no site "Ternuma - Terrorismo Nunca Mais".












PREVISÃO DO TEMPO
Vento de LESTE moderado, por enquanto.








Veja a "valente" polícia política em ação na Raposa-Serra do Sol.




Sunday, February 10, 2008

Quem realmente manda nas FFAA? Ela: "Stella"!
Sua "voz de comando", faz tremer generais, almirantes e brigadeiros.










































MENSAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS
por Geraldo Almendra

Será sempre fácil obedecer a um canalha quando somos covardes ou se somos cúmplices da sua canalhice.

Em artigo anterior titulado "Mensagem ao Presidente", exerci meu direito de dizer o que penso dessa fraude como político e ser humano chamado Luís Inácio Lula da Silva, que foi eleito no maior estelionato eleitoral de nossa história, e que permanece aprofundando seu domínio da sociedade com um grotesco populismo assistencialista-corrupto-corporativista-prevaricador.

Desse senhor e de seus desgovernos, não há mais nada a dizer, pois os adjetivos mais pejorativos perderam a condição de qualificar esse sórdido filho dos ovos da serpente da prostituição da política, que transformou, impunemente, as sementes da degeneração moral e ética, espalhadas na sociedade pelos desgovernos civis anteriores, em "valores" quase definitivos nas relações públicas e privadas.

Suas trupes, as "gangs dos quarenta" e seus cúmplices, escandalizaram e ainda surpreendem, diariamente, o país, com suas falcatruas; a mais recente, mas já anunciada há tempos, é o roubo dos contribuintes através do uso imoral, desonesto e inescrupuloso, dos cartões corporativos – um dos hediondos instrumentos de suborno dos canalhas mais esclarecidos, que tem, no sistema de controle do desgoverno petista, os gastos da cúpula do poder executivo classificados como confidenciais sem suporte legal, em uma clara, imoral e criminosa obstrução ao direito da sociedade de tomar conhecimento do que está sendo feito com o dinheiro dos contribuintes.

A freqüência e a quantidade de escândalos de grotesca corrupção, evidenciados ao longo dos desgovernos petistas, e a falta de reação relevante da sociedade esclarecida, estabeleceu, no nosso país, a vitória da impunidade da corrupção, da prevaricação, e do relativismo da justiça dos Tribunais Superiores, que ajudam a consolidar a imagem do Poder Judiciário como o mais corrupto e corporativista dos podres poderes da República.

Diante da falência moral dos poderes instituídos e da cumplicidade explícita da sociedade esclarecida corrupta, que se beneficia com a degradação das relações públicas e privadas, somente uma dura intervenção civil-militar poderia trazer para o país novos caminhos para a construção de uma sociedade justa e digna.

O presidente da República, sempre afirmando nada saber, que nada vê, e que nada escuta, já perdeu a legitimidade do comando das Forças Armadas, papel constitucional que tem uma premissa que não poderia ser agredida, que é a premissa da moralidade, da honestidade e da ética no exercício do seu mandato; este senhor já está desqualificado para qualquer cargo público, seja por culpabilidade direta, ou por criminosa omissão diante do que está acontecendo dentro do seu desgoverno.

Se não fosse a falência da Justiça em nosso país, a omissão dos Tribunais Superiores, o corporativismo público-civil, e a transformação do Congresso em uma casa de tolerância da política prostituída, a postura do presidente já o teria desqualificado até como cidadão com direito à liberdade civil, quanto mais como presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas.

O ex-presidente Collor foi deposto, de forma merecida, por prevaricações rigorosamente "irrelevantes", se comparadas ao que já foi denunciado e evidenciado nos desgovernos do PT, mas salvo, também, de punições mais duras, graças ao corporativismo criminoso que tomou conta das instituições públicas após um regime militar, que tinha seus defeitos, mas elevou o país à classe das maiores economias do mundo e o transformou em uma potência econômica, mais tarde meticulosamente destruída pelas canalhices dos desgovernos civis.

Nos desgovernos petistas o poder público acabou perdendo sua razão de ser, se transformando, de forma definitiva, em um covil de malfeitores com a cumplicidade das elites dirigentes e seus protegidos, que ficam mais milionários a cada dia que passa.

Enquanto isso o absurdo de impostos que pagamos não nos garante mais saúde, educação, segurança e saneamento. Não recebemos do poder público nada mais que justifique a extorsão que nos é imposta, obrigando o pagamento de tributos que correspondem a mais de cinco meses de trabalho dos contribuintes todos os anos.

Quando defendemos uma intervenção civil-militar não estamos pedindo para que o país seja conduzido nos moldes de uma ditadura genocida.O que estamos defendendo é que a sociedade sofra um duro choque moral e ético de cima para baixo, com a ajuda do poder militar; somente isso poderá salvar nosso país de ser engolido pelo regime socialista populista e corrupto.

Estamos falando do poder de intervenção das forças armadas legalistas, que junto com civis descomprometidos com as canalhices que imperam no país, tenham o compromisso de defender nossa pátria da canalha comunista que está tomando conta das instituições públicas e subvertendo, de forma grotesca, os valores éticos e morais que devem nortear as atitudes do poder público.

Nossa sociedade, por suas raízes históricas e sua premeditada falência cultural e educacional, precisa ser reconduzida a uma nova construção, que não pode prescindir mais de uma dura intervenção civil-militar; estamos no caminho do apodrecimento acelerado dos mais básicos valores que conduzem uma sociedade na direção do progresso econômico e social, para tornar-se desenvolvida em todos os sentidos.

A impunidade da imoralidade e da falta de ética dentro do poder público está nos deixando órfãos da democracia e da liberdade, diante da inevitabilidade do declínio da sociedade brasileira na direção de um regime político e de um poder público sórdidos nas próximas décadas, com o aval dos esclarecidos e bem formados, que estão sendo subornados e corrompidos no jogo do poder político prostituído.

A falta de atitude das Forças Armadas, que apenas defendem aumentos de salários, nos transmite a perspectiva que somente uma guerra civil sanguinária poderá livrar nosso país dos canalhas da corrupção e da prostituição da política, que fazem, sistematicamente e impunemente, os contribuintes de palhaços e imbecis do circo do Retirante Pinóquio.

Quando os pobres perceberem que não passam de imbecis e idiotas manipulados pelo mais canalha dos canalhas da prostituição da política e seus cúmplices, patifes que fazem absurdos e imorais gastos com os cartões corporativos enquanto subornam os ignorantes com os cartões da bolsa-preservação-da-pobreza, iremos todos presenciar a revolução de baixo para cima. Quando os "morros" descerem para os asfaltos...

Já existe uma formação de opinião comum no nosso país que a honestidade, a moralidade e a ética já são encarados como os vírus de uma doença, que impede os cidadãos de crescerem na pirâmide social quando confrontados com o poder dos canalhas da corrupção e do corporativismo. Portanto, vamos todos sermos canalhas...

Somente continuaremos sendo governados por políticos inescrupulosos e corruptos, se aceitarmos sermos qualificados de ignorantes, covardes ou cúmplices dos mesmos crimes que esses canalhas vêm cometendo.

"Os silêncios" dos últimos defensores – as Forças Armadas – de nossa pátria, das mãos dos canalhas da corrupção e da prevaricação, os colocam no mesmo nível desses patifes que estão roubando nossas esperanças de que nossos filhos e suas famílias possam, um dia, viver num país que não tenha a corrupção, a imoralidade e a falta de ética como os melhores instrumentos para o crescimento na pirâmide social.

Nesse triste momento de nossa história, está sendo registrado que nossas Forças Armadas estão sendo coniventes, por cumplicidade ou patética omissão, com a entrega do nosso país nas mãos de uma das piores mutações do socialismo populista e corrupto, comandado por uma fraude política e traidor de nossa pátria, fundador e dirigente durante mais de uma década da representação das FARC no país.

As sinecuras, a transformação de militares da ativa em pessoas jurídicas para receberem remunerações adicionais, o suborno corporativista, e as promessas de aumentos de salário, podem estar sendo, para os comandantes militares, mais fortes do que o amor à pátria, à democracia e à liberdade, que são cantados em versos nas suas marchas, mas esquecidos na hipocrisia de suas relações com o poder público.

Esses senhores estão manchando a biografia militar do país e fazendo por onde merecerem todas as humilhações que as Forças Armadas vêm sendo submetidas pelos canalhas da corrupção e da prevaricação, desde que entregaram o poder aos civis.

Neste momento cabe aos verdadeiros militares conspirarem a favor da libertação do país da tirania dos canalhas civis e militares ou, alternativamente, à semelhança das elites dirigentes, se juntarem aos marginais que tomaram conta do poder público, aceitando serem cúmplices da transformação do país em um Estado Comunista de Direito.

Agora uma pergunta aos comandantes militares dignos de vestirem suas fardas.Como os senhores, diante da falência da Justiça para punir os canalhas da corrupção, da prevaricação, e do corporativismo sórdido dentro dos podres poderes da República, podem continuar em estado de covarde omissão diante da seguinte notícia:

"Por ordem do presidente Lula, o Portal da Transparência do governo escondeu os titulares de cartões corporativos responsáveis pelos gastos com mordomia, instalações pessoais e assistência a seus filhos. Entre os titulares de cartões cujos nomes viraram "segurança de Estado" estão o tenente-coronel Rui Chagas Mesquita, chefe da Ajudância de Ordens de Lula, e Maria Emilia Évora, ecônoma ligada à primeira-dama, d. Marisa."

Será que algum militar honesto e comprometido com a dignidade da farda de sua força, com nossa pátria, e com a honra de sua função constitucional, poderia me responder por que não se juntam a civis decentes e destituem essa fraude política e humana do poder junto com toda a canalha que lhe é cúmplice? Será por medo da milícia urbana ou sem-terra do petismo?

E não me venham com essa leviandade de que é necessário a sociedade sair às ruas pedindo sua intervenção. Que sociedade? A dos milhões de ignorantes subornados com os cartões-preservação-da-pobreza? A dos banqueiros e seus investidores podres de ricos com a exploração dos contribuintes? A dos vagabundos que vivem do assistencialismo público? A dos artistas hipócritas, comunistas nas idéias, mas capitalistas no seu patrimonialismo e cúmplices da entrega do país ao socialismo corrupto e espúrio? A da imprensa maioria chapa-branca? A da academia que vive das mordomias do poder público? Ou das elites dirigentes públicas subornadas com sinecuras e cartões corporativos? A da classe média covarde que está aceitando a fronteira da pobreza ou se associando aos canalhas da corrupção e da prevaricação para sobreviverem? A dos sem-terra e sem-nada que invadem as propriedades privadas destruindo o patrimônio daqueles que trabalham e não vivem do roubo do dinheiro público?

Que sociedade é essa que precisa sair às ruas para trazer à tona a dignidade, a honra e o patriotismo dos que vestem as fardas das Forças Armadas?

Ou será que o suborno material, corporativista, aético e imoral das consciências dos esclarecidos foi coletivo?

Por que os militares não se reúnem e mandam uma mensagem clara para os podres poderes da República que se não pararem imediatamente com essa grotesca e pública sacanagem com o dinheiro do povo, Brasília estará sitiada para uma dura intervenção civil-militar?

QUE VERGONHA! QUANTA OMISSÃO E IMPOTÊNCIA DIANTE DOS CANALHAS DA CORRUPÇÃO E DA PREVARICAÇÃO!

Senhores militares e seus comandantes. O PT assumiu o poder graças ao seu discurso ético prometendo acabar com a picaretagem no poder público.

O PT não mudou nada nas relações públicas e privadas. Melhor dizendo, este partido é que mudou, tirando a carapuça que escondia suas verdadeiras intenções de executar um projeto de poder perpétuo-corrupto-prevaricador com a cumplicidade dos picaretas que tanto atacou.

"Os lugares mais quentes do INFERNO estão reservados para aqueles que EM TEMPOS DE CRISE MORAL optam por ficar na NEUTRALIDADE." (Dante Aligheri).


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site "Brasil acima de tudo".
Sábado, 09 de fevereiro de 2008.






Luiz Inácio "Fausto" da Silva, é o resultado de um pacto com "Mefistófeles"! – Fenix

Quando a vaca vai pro brejo? - Bootlead

Thursday, January 24, 2008

MILITARES SÃO SINGULARES!




























MILITARES NÃO FAZEM REIVINDICAÇÕES!

MILITARES NÃO FAZEM OPERAÇÕES PADRÃO!

MILITARES NÃO FAZEM GREVES!

MILITARES NÃO SE SUBMETEM!

MILITARES NÃO SE HUMILHAM!

MILITARES NÃO SE VENDEM!



MILITARES DECIDEM!

MILITARES DETERMINAM!

MILITARES EXIGEM!

MILITARES CUMPREM!

MILITARES AGEM!


Assim falou BOOTLEAD!




Tuesday, August 28, 2007

BRADO DE ALERTA!




































O PREGADOR DO ÓDIO E CONSTRUTOR DO CAOS
por Sergio Tasso Vásquez de Aquino

Depois da estrondosa vaia no Maracanã, repetida nas seis vezes em que seu nome foi citado e forte de dezenas de milhares de vozes, na inauguração dos Jogos Pan-Americanos no Rio, que o vem perseguindo e sendo repetida pelo país afora, sempre que se apresente em público para auditórios não selecionados adrede e constituídos de áulicos amestrados, o Chefe de Estado, Sr. Lula da Silva passou por radical transformação.

Despiu-se das maneiras, do figurino e dos comedimentos da personagem “Lulinha paz e amor”, diabólica criação do marqueteiro Duda Mendonça, para vencer os receios e as resistências da classe média, dos verdadeiros cultores da democracia, da paz e do progresso para a Nação brasileira, e que o tornava mais palatável para um número de eleitores bem maior que os do PT, elevando-o ao governo já por duas vezes, em corrida acelerada e programada para o poder total.

Desde o Maracanazo, ressurgiu para o público o Lula de sempre, iracundo e furibundo, olhar esgazeado e avermelhado, bochechas escarlates, como se tomado por fortes espíritos, a pregar abertamente o ódio, a cizânia, a separação do Brasil e dos brasileiros em segmentos irreconciliáveis e divididos por diferenças abissais, a luta de classes, enfim, dos seus heróis, ídolos e mentores maiores. Assim tem percorrido o Brasil, a estimular o ódio, a divisão, ameaçando convocar suas tropas de choque dos “movimentos sociais” para o enfrentamento cruento das ruas, se e quando necessário.

O homem que detém o poder maior no Brasil vive imerso numa fantasia, segundo a qual é o maior e o mais dotado dos brasileiros já nascidos, condutor do mais completo e eficaz governo de todos os tempos, em plena e bem sucedida atuação de resgatar todos os erros e injustiças acumulados em quinhentos anos de História, e capaz de libertar, salvar e redimir o País. Em tal visão irreal e megalônama, do “nunca antes, nesse(sic) país”, expressão tão costumeiramente por ele repetida, não admite, nem aceita, quaisquer críticas, reparos ou chamamentos à realidade, contra os quais reage de forma violenta e irascível, como se crimes de lesa-majestade fossem...

Com as vendas que tem nos olhos e no espírito, não percebe a mega-ampliação do caos nacional, por ele realizada, e iniciada no tempo dos seus antecessores neoliberais, com ênfase para o seu grande eleitor, Fernando Henrique Cardoso, que, de tanto vender o patrimônio nacional e de tanto destruir o que o país tinha de bom, deu azo à vitória primeira de Lula e do PT, pela iludida esperança popular de que seriam diferentes, melhores, mais éticos e preocupados com o Bem Comum, com a segurança e o desenvolvimento do Brasil...

Não eram, nem nunca foram, e a realidade trágica dos últimos anos tem demonstrado isso à saciedade! Só temos andado para trás, e a destruição programada e sistemática de tudo o que o Brasil tem de bom tem continuado de forma terrível e aterrorizantemente eficaz!

O sucateamento constante da infra-estrutura de transportes, comunicações e energia, saúde, saneamento, educação, habitação, previdência, segurança tem cobrado o preço do atraso e de milhares de vidas, a cada ano, por acidentes nas estradas e aeroportos mal conservados, baixos padrões de higiene, de higidez e da assistência médica prestada aos desvalidos, miséria que se espraia por toda à parte, violência sem controle que toma conta das cidades e dos campos! É o holocausto brasileiro, a clamar aos céus!

A irresponsabilidade, a corrupção e a impunidade associada estenderam-se de forma assustadora, além de qualquer limite racional e tolerável em sociedades nacionais ainda sadias. A sucessão de escândalos, de roubalheiras, de desvios de recursos que deveriam ter o destino de desenvolver o Brasil, fruto dos impostos cobrados de forma escorchante da Nação – 40% da Renda Nacional ou o dobro do “quinto” (20%) espoliativo arrecadado por Portugal no tempo do Brasil-colônia -, mata a esperança e a fé no projeto nacional permanente do Brasil potência ou “país do futuro”.

Legislativo, Executivo e, até mesmo, Judiciário – poder que representaria a esperança de justiça e equilíbrio em qualquer sociedade nacional bem constituída – são alcançados diuturnamente por escândalos, denúncias de mal-feitos, apropriações indébitas ou desvios de recursos públicos, seguidos sempre da impunidade que se transforma em moda entre nós. O mais grave, porém, é que tudo isso faz parte de um esquema de desmoralização do tipo de “dar corda ao enforcado”, patrocinado por figuras sombrias em permanente maquinação e atuação e com respaldo poderoso, visando à tomada definitiva do poder e à transformação da ordem vigente, segundo o planejado pelo “Foro de São Paulo”, que congrega as organizações e pessoas de extrema esquerda do continente, em conluio com poderosos interesses neoliberais neocolonialistas, e da qual são co-fundadores e membros importantes e festejados o PT e o Sr. Lula da Silva. No mesmo cenário, orbitam Fidel Castro, Hugo Chávez, Evo Morales e outros corifeus da “pátria grande socialista latino-americana..."

O mais assustador é que tudo isso se vem passando sem a reação eficaz dos brasileiros. Parece que tudo e todos são vítimas de sinistro encantamento... Não há uma só instituição civil, militar, leiga, religiosa, sindical, empresarial, profissional, corporativa, legislativa, executiva, judiciária, beneficente... que, como tal, denuncie e combata energicamente a trágica situação em que estamos embarcados, em caminho célere para a grande desgraça nacional. Apenas vozes individuais ou de pequenos grupos, sem articulação ou união entre si, se têm feito ouvir até agora, em defesa da Pátria ameaçada e de um futuro promissor para ela e seus filhos. Parece que a maioria está apenas preocupada em “se dar bem”, obter lascas do butim ou um lugar ao sol nos despojos do patrimônio comum rateado entre os amigos do poder, ou completamente alienada pelo fatalismo e pelo comodismo, pela novela das oito, o “big brother Brasil”, o acompanhamento do futebol, as fofocas das revistas e jornais sensacionalistas...

A passividade geral é muito estranha, em verdade, e apenas a compra, por dinheiro ou outras tentações espúrias, das consciências das pessoas em funções e cargos de responsabilidade, com capacidade de influir e com repercussão de atuação não justifica o tamanho da inércia, da acomodação, da passividade, da conivência ou da cumplicidade a que vamos, tristemente, assistindo. Isso, e mais a incrível “blindagem” do sr. Lula da Silva diante da enxurrada, que não pára, de casos de imoralidade, desídia e incompetência administrativas e mau emprego dos recursos públicos, desmandos que vêm sendo associados ao seu governo e ao seu partido e “companheiros” e, já agora, a pregação aberta que ele mesmo vem fazendo, sistemática e publicamente e às escâncaras, sem qualquer reparo de quem quer que seja, da luta de classes e do ódio, leva-nos à necessidade de buscar um outro nível de explicação, com toda a seriedade que o caso requer. Nada o parece atingir, enquanto que os Poderes da República se vão esfacelando na credibilidade do povo, pelo menos a julgar pelas pesquisas de opinião, que se sucedem e são generosamente difundidas, buscando eternizar o erro. Parece ter o “corpo fechado”, protegido por tenebrosas forças ocultas...

O ambiente parece armar-se para a mudança previsível e radical da ordem vigente, a continuar tudo como agora, com o apoio aparente da maioria desavisada da população, traída pela ignorância dos fatos e pela maciça propaganda oficial, e atraída pela política “bolsista” do governo, de estagnação e exploração da miséria, e diante da inércia suicida das elites tão vergastadas, que teriam a missão e o dever de servir ao povo e de liderá-lo, pelo exemplo e pela doação de talentos, pelos caminhos do bem, da paz, da justiça e do progresso, e que tudo têm a perder, a começar pela liberdade. A maldade está de tal modo disseminada na antiga e sofrida “Pátria da Esperança e do Evangelho”, que se deve suspeitar do apoio do “príncipe das trevas” para a obra de destruição e de criação do caos em andamento. Torna-se necessário, pois, uma vez mais e sempre, orar a Deus Misericordioso, para que venha em apoio do seu povo e coloque São Miguel e suas legiões contra os anjos do mal que rondam nosso Brasil, tentando levá-lo à perdição de sua alma generosa e ao mergulho sem volta no desespero, e que protegem e inspiram os homens que pregam o ódio e constroem o caos, e para que suscite a união dos brasileiros de bem, corajosos e combativos, sob Suas bênçãos, para liderar os patrícios na luta pela salvação do Brasil. Impelidos pelo amor à Pátria, aos brasileiros e às suas instituições, pois só ele constrói!

Ao ódio que orienta o Sr. Lula da Silva, seus mentores e seguidores, respondamos com nossas ações, sentimentos, palavras e gestos inspirados pelo Amor de Deus e pelo Brasil!

TUDO PELA PÁTRIA!

Rio de Janeiro, RJ, 25 de agosto de 2007, Aniversário do Duque de Caxias.


Sergio Tasso Vásquez de Aquino é Vice-Amirante da Marinha do Brasil.









Recebido para divulgação através do "Grupo Inconfidência".
Segunda-Feira, 27 de agosto de 2007, 15h44.



 
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