Showing posts with label Canalhas. Show all posts
Showing posts with label Canalhas. Show all posts

Friday, August 27, 2010

E "eles", o que dizem? Ora, "batem" continência!

LEIA TAMBÉM: FILME VELHO

































O crime continuado do PT
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião, com a mesma sórdida intenção de atingir o candidato tucano ao Planalto, José Serra.

Em 16 minutos, na hora do almoço do dia 8 de outubro de 2009, na delegacia do Fisco em Mauá, na Grande São Paulo, foram abertas e impressas as declarações do ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique, Luiz Carlos Mendonça de Barros; do arrecadador informal da campanha de Serra ao Senado em 1994 e em seguida diretor da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira; e do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima de Serra.

Os sistemas de controle da Receita identificaram como pertencendo à analista fiscal Antonia Aparecida Neves Silva a senha utilizada para a invasão no computador da servidora Adeilda Ferreira dos Santos. Antonia, contra quem foi aberto processo administrativo, admitiu ter passado a senha a Adeilda e a outra colega, Ana Maria Caroto Cano. Todas negam envolvimento no caso. O processo depende de uma perícia que não tem data para terminar. É incerto igualmente se aparecerão os nomes dos autores e mandantes do crime. Se aparecerem, não será antes da eleição.

O que parece fora de dúvida é que a devassa foi ordenada de dentro do apparat petista para a formação de um dossiê a ser eventualmente usado contra Serra, conforme revelado pela Folha de S.Paulo, que teve acesso ao material. Na campanha de 2006, quando ele concorria ao governo paulista, o coordenador da campanha do então candidato ao Senado pelo PT, Aloizio Mercadante, envolveu-se com a malograda tentativa de um grupo de companheiros de comprar uma papelada para atacar o tucano. Eles foram presos em flagrante com uma bolada de dinheiro. O presidente Lula limitou-se a chamá-los de aloprados.

Não se sabe se desta vez também há dinheiro envolvido na sujeira afinal desmascarada. Ainda que haja, deve ter prevalecido na montagem da operação o mais autêntico espírito partidário do vale-tudo para tomar e permanecer no poder, como, por palavras e atos, o próprio Lula ensina sem cessar à companheirada. Esse espírito está na origem do mensalão, do escândalo dos aloprados e das demais baixarias que vieram à tona nestes 8 anos. Do PT se pode dizer, parafraseando uma citação clássica, que nada esqueceu e nada deixou de aprender em matéria de vilania política.

Aprendeu, sobretudo, que os fins não apenas justificam os meios, mas dependem de meios eficazes para ser alcançados. O principal deles é o controle - no sentido mais raso do termo - da máquina pública. Dos muitos objetivos a que serve o aparelhamento do Estado, um dos mais importantes é criar um disseminado e leal "exército secreto", como já se escreveu nesta página, pronto para fazer os trabalhos sujos que dele se demandem. A ordem tanto pode partir dos mais altos escalões do governo ou do partido como resultar da iniciativa de indivíduos e grupos que conhecem as regras do jogo na casa e sabem a quem recorrer numa ou em outra circunstância.

No caso da violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e a Serra, é até possível que Dilma só viesse a saber dela quando já estava em curso ou depois de escancarada. O que teria sido possível graças a inconfidências de membros da campanha em conflito com o setor de onde parece ter partido a decisão de arrombar o cofre de informações da Receita. Mas, na ordem das coisas que contam, o essencial, o assustador, é que se constituiu no governo uma rede de agentes que a qualquer momento pode funcionar como uma organização criminosa.

Essa estrutura, que se nutre do próprio Estado em que se encastelou, só deverá se fortalecer com a provável vitória da candidata presidencial do PT.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Sexta-Feira, 27 de agosto de 2010.











FILME VELHO


































Governo Lula violou sigilo fiscal de generais

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência fez a Receita Federal quebrar o sigilo fiscal de seis oficiais do Exército (três generais da ativa) que criticaram o governo Lula ou seriam indicados a cargos. "Nada consta", informou a Receita sobre todos eles. A ordem do GSI chegou ao Ministério da Fazenda pelo sistema "Note", de comunicação entre ministros, às 15h37 de 18 de janeiro. O pedido foi enviado à Receita às 13h08 de 23 de janeiro. Procurados pela coluna, GSI, Receita e Fazenda se recusaram a comentar a informação.

Fonte: claudiohumberto.com.br - 10/05/2010



DIÁLOGO ENTRE DOIS PAISANOS SOBRE A NOTÍCIA ACIMA:

– Caramba! E o que "eles" fizeram?

– Ora, ora! "Bateram" continência!

– O que "eles" irão fazer quando a terrorista, traidora da Pátria, ladra e assassina de soldados assumir a presidência devido a uma eleição eletronicamente fraudada e com os votos de uma massa de parasitas que vivem de esmolas, ajudas, auxílios e benefícios sem dar nada em troca ao país?

– Ora pois! "Baterão" continência, afinal "eles" são disciplinados (leia-se "amestrados") e a sacripanta terá sido "eleita" pela "maioria", de acordo com os resultados defecados das "urnas funerárias eletrônicas". Pois, como bem disse recentemente o atual comandante e supremo pinguço "deles", agora são todos "tovarishches".

– Cáspite! E o tal juramento "deles"?

– Foi modificado, agora ficou assim:

"Recebendo a nomeação de Aspirante a Oficial do Exército Bolivariano da URSAL*, assumo o compromisso de cumprir rigorosamente as ordens do PT a quem estou inteiramente subordinado; de respeitar os meus superiores hierárquicos, tais como: O Supremo Pinguço, o Comandante Chávez, a Comandante Stella e o Marechal Jobim; de tratar com desconfiança e permanente vigilância os "tovarishches" e com muita afeição os subordinados GLBTs; e de me dedicar inteiramente a causa do "Socialismo Bolivariano do Século XXI" cujos crimes, corrupções e déspotas, defenderei com o sacrifício da própria vida. PÁTRIA, SOCIALISMO OU MORTE!"

(*) URSAL: União das Repúblicas Socialistas da América Latrina, composta por Cuba, Venezuela, Bolívia, Argentina, Brasil, Equador, Paraguai, Uruguai, Nicarágua entre outras merdas cucarachas.



NE: Já que me foi solicitado um esclarecimento, segue a explicação para os três zeros antes da vírgula no quepe da figura representando um militar prestando continência, conforme consta no dicionário Aulete:

Zero à esquerda

1 – Fig. Aquilo que nada acrescenta, que não faz diferença, que não tem significado, irrelevância de valor (como o zero, quando escrito à esquerda de um número).

2 – Pessoa que não tem valor próprio, que não cria, não trabalha, não ajuda outras, etc.

Obs.: Os três zeros = Marinha, Exército e Aeronáutica.

Understand now, friend?




Estadistas não consultam marqueteiros – Augusto Nunes







Monday, September 07, 2009

Excelente "lembrado" para um medíocre 7 de Setembro!
Seria, O. de C. um profeta? Não! "Apenas" um sábio.

Foto: O Professor Olavo de Carvalho durante uma transmissão ao vivo do seu talk show: "TRUE OUTSPEAK".

































LULA NA TV
por Reinaldo Azevedo

Lula falou ontem em rede nacional de rádio e TV. Fez campanha eleitoral desavergonhada. Não se limitou ao nacionalismo de ocasião, com as fantasias do pré-sal. Aproveitou para exaltar as virtudes do seu governo e, de modo nada discreto, insuflar a população contra o Congresso. Eu os convido a ler o que segue.

*
Os apóstolos do Estado nacional, que espumam de indignação patriótica à simples idéia de privatizar alguma empresa estatal, tornam-se de repente globalistas assanhados quando um poder supranacional vem defender os interesses deles contra os interesses da pátria.

Essa conduta é tão repetida e uniforme que só um perfeito idiota não perceberia nela um padrão, e por trás do padrão uma estratégia. Desde logo, "a pátria" que eles celebram se constitui exclusivamente de estatais, onde têm sua base de operações e de onde dominam não somente uma boa fatia do Estado, mas também os sindicatos de funcionários públicos e seus monumentais fundos de pensão.

Defendendo sua toca com a ferocidade de javalis acuados, desprezam tudo o mais que compõe a noção de "pátria" e não se inibem de colocar-se a serviço de ONGs e governos estrangeiros quando atacam as instituições nacionais, desmoralizam as Forças Armadas, desmembram o território brasileiro em "nações indígenas" independentes, impõem normas à educação de nossas crianças, fomentam conflitos raciais para destruir o senso de unidade nacional e, em suma, arrebentam com tudo o que constitui e define a essência mesma da nacionalidade. Da pátria, só uma coisa lhes interessa: o dinheiro e o poder que lhes vêm das estatais.

Em segundo lugar, o nacionalismo que ostentam é de um tipo peculiar, desde o ponto de vista ideológico. É um nacionalismo seletivo e negativo, que enfatiza menos o apego aos valores nacionais do que a ojeriza ao estrangeiro - e mesmo assim não ao estrangeiro em geral, como seria próprio da xenofobia ordinária, mas a um estrangeiro em particular: o americano.

Assim, por exemplo, não sentem a menor dor na consciência quando, sob o pretexto imbecil de que toda norma gramatical é imposição ideológica das classes dominantes, demolem a língua portuguesa e acabam suprimindo do idioma duas pessoas verbais (mutilação inédita na história lingüística do Ocidente); mas, ante o simples ingresso de palavras inglesas no vocabulário - um processo normal de assimilação que jamais prejudicou idioma nenhum, e que aliás é mais intenso no inglês do que no português -, saltam ao palanque, com os olhos vidrados de cólera, para denunciar o "imperialismo cultural". (v. AQUI )

Ser nacionalista, para essa gente, não é amar o que é brasileiro: é apenas odiar o americano um pouco mais do que se odeia o nacional. Mas, para cúmulo de hipocrisia, seu alegado antiamericanismo não os impede de celebrar o intervencionismo ianque quando lhes convém, por exemplo quando ajudam alegremente a desmoralizar a cultura miscigenada que constitui o cerne mesmo do estilo brasileiro de viver e lutam para impor entre nós a política americana das quotas raciais, em consonância com as campanhas milionárias subsidiadas pelas fundações Ford e Rockefeller.

Do mesmo modo, seu antiamericanismo fecha os olhos à entrada de novos códigos morais - feministas e abortistas, por exemplo - improvisados em laboratórios americanos de engenharia social com a finalidade precisa de destruir os obstáculos culturais ao advento da nova civilização globalista.

Redução do nacionalismo à defesa das estatais, substituição do antiamericanismo ao patriotismo positivo, adesão oportunista ao que é americano quando favorece a esquerda: desafio qualquer um a provar que a conduta constante e sistemática da chamada "esquerda nacionalista" não tem sido exatamente essa que aqui descrevo, definida por esses três pontos.

Nunca, na História, houve patriotas a quem se aplicasse tão exatamente, tão literalmente e com tanta justiça a observação de Samuel Johnson, de que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.

(*)
Gostaram? O título do artigo é "O nacionalismo de esquerda é uma fraude" e foi escrito por Olavo de Carvalho em maio de 2001. Parece-me uma excelente análise da fala de Lula, feita com mais de oito anos de antecedência…


Reinaldo Azevedo é formado em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e em Jornalismo pela Universidade Metodista, foi professor de literatura e redação dos colégios Quarup, Singular e do curso Anglo, foi também redator-chefe das revistas República e Bravo!, diretor de redação da revista Primeira Leitura, além de coordenador de política da sucursal de Brasília do jornal Folha de S. Paulo. Escreve freqüentemente sobre política nos jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo". Reinaldo atualmente é articulista da revista "VEJA" e escreve o blog político mais influente da rede, "Blog Reinaldo Azevedo". Polêmico, irônico, ferino, Reinaldo Azevedo é autor dos livros "Contra o Consenso: Ensaios e Resenhas", pela Editora Barracuda, do best seller "O país dos Petralhas" e por último "Máximas de um País Mínimo", ambos da Editora Record.





Publicado no "Blog Reinaldo Azevedo".
Segunda-feira, 07 de setembro de 2009, 6h33.




A Candidata Dilma – Ipojuca Pontes





Tuesday, August 25, 2009

Políticos brasileiros: Só pendurando-os no "varal"!






























Aprendemos de cabeça para baixo
por Arnaldo Jabor
Nunca nossos vícios ficaram tão visíveis

Os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Temos assistido, como nunca antes, a um show de verdades através do chorrilho de negaças, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. O Brasil está evoluindo em marcha a ré! Nessas últimas semanas, só tivemos des-acontecimentos. O senador Mercadante ia sair da liderança do PT, irrevogavelmente.

Depois, oscilou, seu mestre deu-lhe um esculacho e ele voltou atrás. Marcha a ré.

Des-aconteceu.

A Dilma também. Ela "não" se encontrou com a Lina Vieira, não. Querem nos convencer que a Lina é maluca e resolveu inventar tudo aquilo para prejudicar a ministra. Ninguém se lembra que essa polêmica do "fui não fui" é útil para camuflar o fato de que a expulsão de Lina aconteceu somente por causa do questionamento à Petrobras...

Tudo marcha a ré. Tudo some. As fitas de VT do Planalto se apagaram. Ninguém existe mais nas fitas. Os atos secretos voltam pouco a pouco e deixam de sê-lo. O nosso Sarney foi absolvido de tudo; as 11 acusações foram arquivadas pelo mordomo-suplente – des-aconteceram, sumiram na descarga do Conselho de Ética. Sarney, o Comandante do Atraso, disse que não se sente culpado de nada. Está certo – seus servos decretaram que nada, houve. Nossa frágil república esta sumindo.

As tramoias e as patranhas de hoje são deslavadas; não há mais respeito nem pela mentira.

Está em andamento uma "revolução dentro da corrupção", tudo na cara da população, com o fito de nos acostumar ao horror.

Com a dissolução do PT, que hoje é o verdadeiro partido da "direita", com o derretimento do PSDB, o destino do país vai ser a maçaroca informe do PMDB (Oba! Vem aí o tesouro da legislação do pré-sal, a ser entregue a seus malandros-chefes, que já devem estar babando).

No entanto, justiça ao narcisismo deslumbrado de Lula, com seu projeto de si mesmo: nunca nossos vícios ficaram tão explícitos, nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo.

E aí, nossa única esperança: talvez estejamos aprendemos sobre a dura verdade nacional nesse rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Por exemplo: uma visão do cabelo do Wellington, a cara dura de seres como o Almeida Lima, o rosto feliz do Renan e Jucá, ensinam-nos muito. Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos! Já sabemos que a corrupção no país não é um "desvio" da norma, não é um pecado ou crime; é a norma mesmo, entranhada nos códigos, nas línguas, nas almas.

Aprendemos a mecânica da sordidez: a técnica de roubar o Estado para fazer pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, esgotos à flor da pele, orgasmos entre empreiteiras e políticos. Querem nos acostumar a isso, mas, pode ser, (oh Deus!) que isso seja bom: perdermos o autoengano, a fé. Estamos descobrindo que temos de partir da insânia e não de um sonho de razão, de um desejo de harmonia que nunca chega.

Até que enfim nossa crise endêmica está sujamente clara, em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades imundas, tão fecundas como um adubo sagrado, belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. Como é educativo vermos as falsas ostentações de pureza e candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a bilontragem nas cumbucas, nos esgotos da alma..Que emocionante esse sarapatel entre o público e o privado: os súbitos aumentos de patrimônio, fazendas imaginárias, açougues fantasmas, netinhas e netinhos, filhinhos ladrões, a ditadura dos suplentes, cheques podres, piscinas em forma de vaginas, mandingas, despachos, as galinhas mortas na encruzilhada, o uísque caindo mal no Piantela, as diarreias secretas, as flatulências fétidas no Senado, diante das evidências de crime, os arrotos nervosos, os vômitos, tudo compondo o grande painel da nacionalidade.

Já se nos entranhou na cabeça, confusamente ainda, que, enquanto houver 20 mil cargos de confiança no país, haverá canalhas, enquanto houver estatais com caixa preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, nunca haverá progresso. Já sabemos que, enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados e que enquanto não chegarem ao fim as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver.

Já sabemos que mais de R$5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas.

A cada punição, outros nascerão mais fortes, como bactérias resistentes a antigas penicilinas, e mais: os que foram desonrados no Congresso voltaram fortes e mandam no Legislativo. Temos de desinfetar seus ninhos, suas chocadeiras.

Só nos resta a praga. Isso. Meu desejo é maldizer, como já fiz aqui várias vezes.

Portanto, malditos sejais, ó mentirosos, negadores, defraudadores, vigaristas, trampistas, intrujões, chupistas, tartufos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas pútridas, que vossas línguas mentirosas sequem e que água alguma vos dessedente, que vossas mentiras, marandubas, fraudes, lérias e aldravices se transformem em cobras peçonhentas que se enrosquem em vossos pescoços, que entrem por vossos rabos e fundilhos e lá depositem venenosos ovos que vos depauperem em diarreias torrenciais.

Que a peste negra vos devore a alma, políticos canalhas, que vossos cabelos com brilhantina vos cubram de uma gosma repulsiva, que vossas gravatas bregas vos enforquem, que os arcanjos vingadores vos exterminem para sempre! No entanto, além das maldições, sou um otimista inveterado; fico procurando algo de bom nessa bosta toda! Talvez essa vergonha seja boa para nos despertar da letargia de 400 anos. A esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno.

Através desse escracho, pode ser que entendamos a beleza do que poderíamos ser!


Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.
E-mail: a.j.producao@uol.com.br


Publicado no jornal "O Globo".
Terça-feira, 25 de agosto de 2009.




DIA DO SOLDADO??? QUEM SABE, DAQUI A UNS QUINZE OU VINTE ANOS...




Políticos brasileiros: Só pendurando-os no "varal"!

Wednesday, March 04, 2009

PMDB: Pomos a Mão no Dinheiro do Brasil!






































"Consciência social de brasileiro é medo da polícia"
por Arnaldo Jabor

Nelson Rodrigues previu a onda atual de neocanalhas

Uma das obsessões de Nelson Rodrigues era o canalha. Ele dizia: "Ninguém sai na rua e bate no peito berrando: "Eu sou um canalha"". O maior dos pulhas se achava um santo de vitral. Mas isso mudou muito.

Hoje, o canalha se orgulha de sê-lo. Veste-se de canalha, bigode e gravata de canalha, cabelo pintado, carantonhas ferozes. Antes, o canalha se ocultava pelos cantos, escondido da própria sombra. Hoje, os sem-vergonhas ostentam orgulho pelo que chamam de "realismo político" ou necessidade de alianças. Roubar são ossos do ofício. A pornopolítica tomou conta de tudo, e Nelson é que tem fama de pornográfico - logo quem... um moralista que corava diante de um palavrão. Mas, hoje, Nelson, revisto como estilo e como visão de mundo, traz uma lição política.

Filho do jornalismo policial com o fundo talento de Dostoievski caboclo, Nelson mostrava como um escritor deveria se posicionar diante do texto neste país. Uma vez ele me disse ao telefone que o "problema da literatura nacional era que nenhum escritor sabia bater escanteio". Ensolarada imagem esportiva para definir muito literato folgado.

Formado nas delegacias sórdidas, vendo cadáveres de negros plásticos e ornamentais, metido no cotidiano marrom do jornal do pai, Nelson flagrou verdades imortais que estavam ali, no meio da rua, na nossa cara, e que ninguém via.

Uma vez ele me disse: "Se Deus perguntar para mim se eu fiz alguma coisa que preste na vida para entrar no céu, eu responderei a Deus: "Sim, Senhor, eu inventei o óbvio!""

Sua literatura nos ensina o óbvio e isso é profundo numa literatura eivada de ambiciosos engajamentos "corretos" ou cheia de intenções formais desesperançadas que transformam o cinismo debochado numa visão de mundo.

Como criar (querem uns), sem denunciar o "mal latino", a miséria, como o chatola García Márquez, ou como criar (querem outros) sem babar o ovo de Joyce, Kafka ou Beckett?

Ele foi o primeiro a sacar o futuro dos marxistas de galinheiro do passado que hoje lutam por boquinhas e roubam no mensalão.

Até hoje, muita gente não entendeu que sua grandeza está justamente na sincronia com os detritos do cotidiano. A faxina que Nelson fez na prosa é semelhante à que João Cabral fez na poesia. Nelson baniu as metáforas a pontapés "como ratazanas grávidas" e criou o que podemos chamar de antimetáforas feitas de banalidades condensadas. Suas comparações sempre nos remetem a um "mais concreto" que denota comicamente a impotência da literatura. Shakespeare tinha isso, Cervantes também. Suas frases famosas nunca aspiravam ao sublime. Exemplos: "O torcedor rubro-negro sangra como um César apunhalado", "A mulher dava gargalhadas de bruxa de disco infantil", "Seu ódio era tanto que ele dava arrancos de cachorro atropelado", "Seu peito se encheu de um ar heroico como anúncio de fortificante", "A bola seguia Didi com a fidelidade de uma cadelinha ao seu dono", "O juiz correu como um cavalinho de carrossel", "A virtude é bonita, mas exala um tédio homicida. Não acredito em honestidade sem acidez, sem dieta e sem úlcera", "O sujeito vive roendo a própria solidão como uma rapadura".

Às vezes, ele dá lições de arte e literatura: "Enquanto o Fluminense foi perfeito, não fez gol nenhum. E vem a grande verdade: a obra-prima no futebol e na arte tem de ser imperfeita. A partir do momento em que o Fluminense deixou de ser tão elitista, tão Flaubert, os gols começaram a jorrar aos borbotões".

Gilberto Freyre sacou sua "superficialidade profunda", assim como André Maurois entendeu que a genialidade de Proust era "a épica das irrelevâncias...". E isso é muito saudável, num país onde ninguém escreve um bilhete sem buscar a eternidade.

Em meio a esta crise, dominados pela mídia, sem projeto político claro, "somos uns Narcisos às avessas que cuspimos na própria imagem", "vivemos amarrados no pé da mesa bebendo água numa cuia de queijo Palmira", "hoje o brasileiro é inibido até para chupar um Chicabon". E uma das razões para estarmos "mergulhados em negra e cava depressão" é a visão épica, generalista, ideológica ou ambiciosa demais nos projetos e programas e utopias para o Brasil. Se bem que ele mesmo dizia: "Sou de um patriotismo inatual e agressivo, digno de um granadeiro bigodudo".

A lição política de Nelson é de que talvez as coisas sejam muito mais simples. Não adianta nem nos "atolarmos em brutais euforias" nem vivermos com "complexo de vira-latas", atravessando a "aridez de três desertos".

O Brasil não se salvará com planos messiânicos ou ideias gerais de "epopeias de Cecil B. de Mille", sejam elas epopeias operárias ou epopeias neoliberais. O "óbvio ululante" é limpar a casa e cuidar do detalhe, do enxugamento do Estado, "chupando a carótida dos chefes das estatais como tangerinas" quando se mostrarem obviamente ladrões ou favorecendo correligionários, como vemos todo dia.

Salvar o Brasil é óbvio, tão simples e puro como a prosa do NR - é só pensar no presente e não sonhar com um futuro impossível. O PMDB, por exemplo, é um partido que extirpou o canalha e instituiu o pragmatismo dos delitos permitidos, de modo a nos anestesiar com a impossibilidade de solução ou de punições. A extraordinária entrevista de Jarbas Vasconcelos, fundamental para o país, teve até o sabor de algo arcaico, nostálgico dos parlamentos do Império. Seus colegas velhacos até riram da "inatualidade" de seu gesto - que coisa "antiga", denunciar ladrões...

O brasileiro precisa se convencer de que não é um vira-lata e protestar, como fez agora com sucesso na tentativa de assalto à mão armada do PMDB ao fundo Real Grandeza de Furnas.

Não conseguiram. Porque, como Nelson dizia: "Consciência social de brasileiro é medo da polícia." E, agora sabemos, da opinião pública também.


Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.



Publicado no jornal "O Globo".
Terça-feira, 03 de março de 2009.



ASSOCIE-SE!












O caso Morel – Ipojuca Pontes"





Thursday, February 12, 2009

Covardia tem nome e sobrenome: José P. S. D. B. Serra

AI QUE MARAVIIIIILHA LULINHA! ASSIM NÃO DÓI ...









































CHAPA PRONTA PARA 2010: LULA PRESIDENTE – SERRA VICE. TENHO DITO! ...

































A síndrome do presidente
editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Mais o presidente Lula parece ficar fora de si, mais autêntico ele se revela. Nos seus furiosos destampatórios, quando perde a "postura" - como reconheceu, alterado, a certa altura do seu discurso de 50 minutos para alguns milhares de prefeitos e acompanhantes reunidos em um centro de convenções de Brasília na terça-feira - é que ele expõe as suas "metamorfoses". Os 84% de aprovação popular deixaram-no totalmente despreocupado com a possibilidade de ser prejudicado por alguma bobagem que fale ou mesmo por alguma das patranhas a que costuma recorrer em seus discursos cotidianos. Aos 63 anos, duas vezes titular da República, Lula ainda conserva, entalada, uma profunda compulsão de desforra da ordem social que o fez comer o pão que o diabo amassou, antes que conseguisse dar a volta por cima como nenhum outro brasileiro que tivesse passado pelas mesmas adversidades.

Lula, a figura pública, com a sua excepcional inteligência e senso de realidade, aprendeu a se conciliar com (e a desfrutar de) um sistema que o Lula, retirante, engraxate e operário, jamais perdoará. A dupla personalidade tem menos que ver com esquerda e direita - se algo não mudou nele é o seu entranhado desdém pelas ideologias - do que com o apaziguamento íntimo dos desencontros entre o "antes" e o "depois" de sua singular biografia. E é por isso que Lula não é cínico quando toma a calculada decisão de se deixar transtornar para jogar as suas plateias contra as "elites" e a instituição que mais ama odiar - a imprensa. Nem por serem de caso pensado, para acentuar a construída polaridade entre ele e "os de cima", como gosta de dizer, as suas investidas deixam de externar o que de inextricável lhe vai pelo espírito. Simplificadamente, é a lógica de sua (aparente) incoerência.

Está para nascer o governante que não se queixe dos meios de comunicação. Mas, no caso de Lula, trata-se de uma obsessão - parte da sua síndrome. Olhe-se ao redor e não se encontrará um líder nacional que diga que a leitura dos jornais lhe dá azia. Mesmo o ex-presidente Bush, que tem em comum com Lula o desprazer de ler, temperou com elogios à imprensa a confissão de que não se informava pelos diários, mas pelos assessores que os digeriam para ele. Foi, portanto, um ponto absolutamente fora da curva - quem sabe por ter achado que passou dos limites com a sua teoria gástrica do jornalismo - a sua surpreendente barretada à mídia, há dias. "É preciso parar com essa mania de dizer que, porque a imprensa deu, é porque é contra o governo, porque não gosta do governo", admoestou sabe-se lá quem. "Se a imprensa deu e o fato aconteceu, em vez de a gente reclamar, tem de consertar."

Deve ter-lhe custado a retratação. Não surpreende, pois, que o verdadeiro Lula tenha voltado com tudo contra a mídia no grande comício político que foi o Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas. Ele disse que acordou "virado" com o noticiário sobre o pacote de bondades com que o governo os presenteou, a começar do escandaloso parcelamento, em até 20 anos, das dívidas das prefeituras com o INSS, beneficiando até aquelas que fizeram acordo com a Previdência em 2004 e não pagaram as prestações devidas. Foram "insinuações grotescas", atacou. Não foram nem uma coisa nem outra. A imprensa não insinuou nada, mas, sim, associou as bondades à promoção da candidata de Lula à sua sucessão, Dilma Rousseff. E não há nada de artificial no nexo, como ele próprio fez questão de explicar às mulheres dos prefeitos em reunião depois do comício com seus maridos, ao justificar a candidatura Dilma com os exemplos de Michele Bachelet, no Chile, e Cristina Kirchner, na Argentina.

Lula se disse triste "porque estão abusando da minha inteligência". Abusa da inteligência alheia o presidente que tenta tapar o sol com a peneira, negando o que não cessa de fazer, como fez no encontro com os prefeitos, quando, previsivelmente, elogiou a "mãe do PAC" (que subiu ao palco ao seu lado) e, sem mais aquela, soltou uma patranha direta contra o governador-presidenciável José Serra. Triste, no episódio, foi Lula negar que teria chegado aonde chegou sem a liberdade de imprensa, como não se cansava de lembrar. Agora, da nova "metamorfose" sai a versão de que "nunca fui eleito porque a imprensa brasileira ajudou", mas "porque o povo quis". Só que, antes disso, a imprensa apresentou Lula ao País e cobriu exaustivamente o seu percurso - no estrito cumprimento do seu dever de informar.


Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" (Editorial Opinião).
Quinta-Feira, 12 de fevereiro de 2009.










BASTIAT E A LEI (II) – José Nivaldo Cordeiro





Sunday, February 10, 2008

Quem realmente manda nas FFAA? Ela: "Stella"!
Sua "voz de comando", faz tremer generais, almirantes e brigadeiros.










































MENSAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS
por Geraldo Almendra

Será sempre fácil obedecer a um canalha quando somos covardes ou se somos cúmplices da sua canalhice.

Em artigo anterior titulado "Mensagem ao Presidente", exerci meu direito de dizer o que penso dessa fraude como político e ser humano chamado Luís Inácio Lula da Silva, que foi eleito no maior estelionato eleitoral de nossa história, e que permanece aprofundando seu domínio da sociedade com um grotesco populismo assistencialista-corrupto-corporativista-prevaricador.

Desse senhor e de seus desgovernos, não há mais nada a dizer, pois os adjetivos mais pejorativos perderam a condição de qualificar esse sórdido filho dos ovos da serpente da prostituição da política, que transformou, impunemente, as sementes da degeneração moral e ética, espalhadas na sociedade pelos desgovernos civis anteriores, em "valores" quase definitivos nas relações públicas e privadas.

Suas trupes, as "gangs dos quarenta" e seus cúmplices, escandalizaram e ainda surpreendem, diariamente, o país, com suas falcatruas; a mais recente, mas já anunciada há tempos, é o roubo dos contribuintes através do uso imoral, desonesto e inescrupuloso, dos cartões corporativos – um dos hediondos instrumentos de suborno dos canalhas mais esclarecidos, que tem, no sistema de controle do desgoverno petista, os gastos da cúpula do poder executivo classificados como confidenciais sem suporte legal, em uma clara, imoral e criminosa obstrução ao direito da sociedade de tomar conhecimento do que está sendo feito com o dinheiro dos contribuintes.

A freqüência e a quantidade de escândalos de grotesca corrupção, evidenciados ao longo dos desgovernos petistas, e a falta de reação relevante da sociedade esclarecida, estabeleceu, no nosso país, a vitória da impunidade da corrupção, da prevaricação, e do relativismo da justiça dos Tribunais Superiores, que ajudam a consolidar a imagem do Poder Judiciário como o mais corrupto e corporativista dos podres poderes da República.

Diante da falência moral dos poderes instituídos e da cumplicidade explícita da sociedade esclarecida corrupta, que se beneficia com a degradação das relações públicas e privadas, somente uma dura intervenção civil-militar poderia trazer para o país novos caminhos para a construção de uma sociedade justa e digna.

O presidente da República, sempre afirmando nada saber, que nada vê, e que nada escuta, já perdeu a legitimidade do comando das Forças Armadas, papel constitucional que tem uma premissa que não poderia ser agredida, que é a premissa da moralidade, da honestidade e da ética no exercício do seu mandato; este senhor já está desqualificado para qualquer cargo público, seja por culpabilidade direta, ou por criminosa omissão diante do que está acontecendo dentro do seu desgoverno.

Se não fosse a falência da Justiça em nosso país, a omissão dos Tribunais Superiores, o corporativismo público-civil, e a transformação do Congresso em uma casa de tolerância da política prostituída, a postura do presidente já o teria desqualificado até como cidadão com direito à liberdade civil, quanto mais como presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas.

O ex-presidente Collor foi deposto, de forma merecida, por prevaricações rigorosamente "irrelevantes", se comparadas ao que já foi denunciado e evidenciado nos desgovernos do PT, mas salvo, também, de punições mais duras, graças ao corporativismo criminoso que tomou conta das instituições públicas após um regime militar, que tinha seus defeitos, mas elevou o país à classe das maiores economias do mundo e o transformou em uma potência econômica, mais tarde meticulosamente destruída pelas canalhices dos desgovernos civis.

Nos desgovernos petistas o poder público acabou perdendo sua razão de ser, se transformando, de forma definitiva, em um covil de malfeitores com a cumplicidade das elites dirigentes e seus protegidos, que ficam mais milionários a cada dia que passa.

Enquanto isso o absurdo de impostos que pagamos não nos garante mais saúde, educação, segurança e saneamento. Não recebemos do poder público nada mais que justifique a extorsão que nos é imposta, obrigando o pagamento de tributos que correspondem a mais de cinco meses de trabalho dos contribuintes todos os anos.

Quando defendemos uma intervenção civil-militar não estamos pedindo para que o país seja conduzido nos moldes de uma ditadura genocida.O que estamos defendendo é que a sociedade sofra um duro choque moral e ético de cima para baixo, com a ajuda do poder militar; somente isso poderá salvar nosso país de ser engolido pelo regime socialista populista e corrupto.

Estamos falando do poder de intervenção das forças armadas legalistas, que junto com civis descomprometidos com as canalhices que imperam no país, tenham o compromisso de defender nossa pátria da canalha comunista que está tomando conta das instituições públicas e subvertendo, de forma grotesca, os valores éticos e morais que devem nortear as atitudes do poder público.

Nossa sociedade, por suas raízes históricas e sua premeditada falência cultural e educacional, precisa ser reconduzida a uma nova construção, que não pode prescindir mais de uma dura intervenção civil-militar; estamos no caminho do apodrecimento acelerado dos mais básicos valores que conduzem uma sociedade na direção do progresso econômico e social, para tornar-se desenvolvida em todos os sentidos.

A impunidade da imoralidade e da falta de ética dentro do poder público está nos deixando órfãos da democracia e da liberdade, diante da inevitabilidade do declínio da sociedade brasileira na direção de um regime político e de um poder público sórdidos nas próximas décadas, com o aval dos esclarecidos e bem formados, que estão sendo subornados e corrompidos no jogo do poder político prostituído.

A falta de atitude das Forças Armadas, que apenas defendem aumentos de salários, nos transmite a perspectiva que somente uma guerra civil sanguinária poderá livrar nosso país dos canalhas da corrupção e da prostituição da política, que fazem, sistematicamente e impunemente, os contribuintes de palhaços e imbecis do circo do Retirante Pinóquio.

Quando os pobres perceberem que não passam de imbecis e idiotas manipulados pelo mais canalha dos canalhas da prostituição da política e seus cúmplices, patifes que fazem absurdos e imorais gastos com os cartões corporativos enquanto subornam os ignorantes com os cartões da bolsa-preservação-da-pobreza, iremos todos presenciar a revolução de baixo para cima. Quando os "morros" descerem para os asfaltos...

Já existe uma formação de opinião comum no nosso país que a honestidade, a moralidade e a ética já são encarados como os vírus de uma doença, que impede os cidadãos de crescerem na pirâmide social quando confrontados com o poder dos canalhas da corrupção e do corporativismo. Portanto, vamos todos sermos canalhas...

Somente continuaremos sendo governados por políticos inescrupulosos e corruptos, se aceitarmos sermos qualificados de ignorantes, covardes ou cúmplices dos mesmos crimes que esses canalhas vêm cometendo.

"Os silêncios" dos últimos defensores – as Forças Armadas – de nossa pátria, das mãos dos canalhas da corrupção e da prevaricação, os colocam no mesmo nível desses patifes que estão roubando nossas esperanças de que nossos filhos e suas famílias possam, um dia, viver num país que não tenha a corrupção, a imoralidade e a falta de ética como os melhores instrumentos para o crescimento na pirâmide social.

Nesse triste momento de nossa história, está sendo registrado que nossas Forças Armadas estão sendo coniventes, por cumplicidade ou patética omissão, com a entrega do nosso país nas mãos de uma das piores mutações do socialismo populista e corrupto, comandado por uma fraude política e traidor de nossa pátria, fundador e dirigente durante mais de uma década da representação das FARC no país.

As sinecuras, a transformação de militares da ativa em pessoas jurídicas para receberem remunerações adicionais, o suborno corporativista, e as promessas de aumentos de salário, podem estar sendo, para os comandantes militares, mais fortes do que o amor à pátria, à democracia e à liberdade, que são cantados em versos nas suas marchas, mas esquecidos na hipocrisia de suas relações com o poder público.

Esses senhores estão manchando a biografia militar do país e fazendo por onde merecerem todas as humilhações que as Forças Armadas vêm sendo submetidas pelos canalhas da corrupção e da prevaricação, desde que entregaram o poder aos civis.

Neste momento cabe aos verdadeiros militares conspirarem a favor da libertação do país da tirania dos canalhas civis e militares ou, alternativamente, à semelhança das elites dirigentes, se juntarem aos marginais que tomaram conta do poder público, aceitando serem cúmplices da transformação do país em um Estado Comunista de Direito.

Agora uma pergunta aos comandantes militares dignos de vestirem suas fardas.Como os senhores, diante da falência da Justiça para punir os canalhas da corrupção, da prevaricação, e do corporativismo sórdido dentro dos podres poderes da República, podem continuar em estado de covarde omissão diante da seguinte notícia:

"Por ordem do presidente Lula, o Portal da Transparência do governo escondeu os titulares de cartões corporativos responsáveis pelos gastos com mordomia, instalações pessoais e assistência a seus filhos. Entre os titulares de cartões cujos nomes viraram "segurança de Estado" estão o tenente-coronel Rui Chagas Mesquita, chefe da Ajudância de Ordens de Lula, e Maria Emilia Évora, ecônoma ligada à primeira-dama, d. Marisa."

Será que algum militar honesto e comprometido com a dignidade da farda de sua força, com nossa pátria, e com a honra de sua função constitucional, poderia me responder por que não se juntam a civis decentes e destituem essa fraude política e humana do poder junto com toda a canalha que lhe é cúmplice? Será por medo da milícia urbana ou sem-terra do petismo?

E não me venham com essa leviandade de que é necessário a sociedade sair às ruas pedindo sua intervenção. Que sociedade? A dos milhões de ignorantes subornados com os cartões-preservação-da-pobreza? A dos banqueiros e seus investidores podres de ricos com a exploração dos contribuintes? A dos vagabundos que vivem do assistencialismo público? A dos artistas hipócritas, comunistas nas idéias, mas capitalistas no seu patrimonialismo e cúmplices da entrega do país ao socialismo corrupto e espúrio? A da imprensa maioria chapa-branca? A da academia que vive das mordomias do poder público? Ou das elites dirigentes públicas subornadas com sinecuras e cartões corporativos? A da classe média covarde que está aceitando a fronteira da pobreza ou se associando aos canalhas da corrupção e da prevaricação para sobreviverem? A dos sem-terra e sem-nada que invadem as propriedades privadas destruindo o patrimônio daqueles que trabalham e não vivem do roubo do dinheiro público?

Que sociedade é essa que precisa sair às ruas para trazer à tona a dignidade, a honra e o patriotismo dos que vestem as fardas das Forças Armadas?

Ou será que o suborno material, corporativista, aético e imoral das consciências dos esclarecidos foi coletivo?

Por que os militares não se reúnem e mandam uma mensagem clara para os podres poderes da República que se não pararem imediatamente com essa grotesca e pública sacanagem com o dinheiro do povo, Brasília estará sitiada para uma dura intervenção civil-militar?

QUE VERGONHA! QUANTA OMISSÃO E IMPOTÊNCIA DIANTE DOS CANALHAS DA CORRUPÇÃO E DA PREVARICAÇÃO!

Senhores militares e seus comandantes. O PT assumiu o poder graças ao seu discurso ético prometendo acabar com a picaretagem no poder público.

O PT não mudou nada nas relações públicas e privadas. Melhor dizendo, este partido é que mudou, tirando a carapuça que escondia suas verdadeiras intenções de executar um projeto de poder perpétuo-corrupto-prevaricador com a cumplicidade dos picaretas que tanto atacou.

"Os lugares mais quentes do INFERNO estão reservados para aqueles que EM TEMPOS DE CRISE MORAL optam por ficar na NEUTRALIDADE." (Dante Aligheri).


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site "Brasil acima de tudo".
Sábado, 09 de fevereiro de 2008.






Luiz Inácio "Fausto" da Silva, é o resultado de um pacto com "Mefistófeles"! – Fenix

Quando a vaca vai pro brejo? - Bootlead

Thursday, January 10, 2008

Para "barnabés" fardados e de costas para o Brasil, salário fala mais alto.































A arte da canalhice
por Geraldo Almendra


"Os Comandantes Militares deveriam mandar as suas Forças entrarem de Prontidão, todos deveriam ir para bordo dos Navios, para os Quartéis e para as Bases Aéreas, deveriam recomendar ao Presidente que não saísse do Palácio, como Comandante Supremo Ele também estaria de Prontidão, para que os Parlamentares não corressem nenhum risco, Eles deveriam ficar em seus Domicílios, enfim uma paralisação total, ninguém entra nem sai, inclusive os Ministros dos Tribunais Superiores também ficariam em casa."


Quando li o texto acima publicado na internet senti uma pontinha de ânimo e me perguntei: - será que a caserna está se movimentando para salvar o país das mãos dos canalhas?

Engano. É uma proposta para forçar o desgoverno petista a cumprir suas promessas de aumentos para os militares.

Pessoas canalhas, principalmente as que infestam o poder público, deveriam ser banidas do jogo do poder pela aplicação das leis no combate às suas falcatruas assim como pelo desprezo dos contribuintes e dos eleitores, que deveriam impor-lhes vaias e ovos podres sempre que os encontrassem.

Institutos de pesquisa provam a absurda situação em que acima de 80 % da população não confia no Poder Legislativo e demonstra, também, que mais de 50 % não confia no Poder Executivo, um percentual menor, obviamente influenciado pelo assistencialismo populista espúrio praticado pelo petismo.

Para completar esse quadro dantesco, é opinião comum entre as classes esclarecidas que o Poder Judiciário, que deveria combater o crime e evitar a impunidade, se apresenta como o grande vilão da corrupção, e o mais corporativista entre os podres poderes da República.

A sociedade, então, já reconhece que o poder público é o maior propagador da degradação moral e ética nas relações públicas e privadas.

O paradoxo da covardia é a falta de atitudes dessa mesma sociedade em lutar de forma objetiva e direta contra a disseminação do ato canalha como um valor para sobrevivência pessoal dentro das estruturas dos poderes dominantes.

Estamos permitindo que o país seja conduzido por canalhas, sejam os de ofício, sejam os canalhas covardes que tiram todo o proveito possível da canalhice dos outros em benefício próprio, por omissão, ou por cumplicidade.

Aumenta nossa apreensão, em relação à tomada do poder pelos comunistas, lermos na Internet mensagem incentivadora de revolta militar apenas por questões de vencimentos.

Traduzindo, se nossos militares das Forças Armadas estiverem ganhando bem que se “exploda” o resto.

Se não podemos mais confiar no patriotismo dos homens da caserna para defender o país da patifaria sem controle dentro do poder público, temos que reconhecer que realmente estamos nas mãos dos canalhas.

Quando o petismo assumiu o poder, uma grande parcela da sociedade tinha esperanças que os picaretas do poder público seriam combatidos. Contudo, temos que reconhecer a consolidação da canalhice da política, herdada dos governos FHC, e pior, no desgoverno petista o país afundou, definitivamente, no lamaçal da degradação moral e ética dentro do poder público.

Os representantes da sociedade civil, artistas, acadêmicos, religiosos, professores, empresários, sindicalistas, jornalistas, estudantes universitários, etc., com poucas exceções, já jogaram a toalha da covardia e da falta de patriotismo; estão permitindo que as "gangs dos quarentas" consolidem seu projeto de poder fundamentado na sacanagem do socialismo populista espúrio, na formação de um poder público absolutamente corrupto e corporativista, e na garantia da proteção das elites financeiras do país que nunca ganharam tanto dinheiro como no desgoverno petista.

O beijo da Senadora Ideli Salvati na boca do Senador José Sarney em pleno Parlamento, após expressões e gestos de carinho, cuja foto está sendo distribuída na Internet, é apenas mais uma das imagens da podridão da política canalha que tomou conta do Congresso Nacional.

Provavelmente ninguém vai se importar com isso, a exemplo daquelas fotos do cachaceiro em “estado etílico”, comandante das "gangs dos quarenta", que também foram amplamente distribuídas pela Internet.

Estamos trabalhando mais de cinco meses por ano para sustentar instituições absolutamente desacreditadas pela sociedade.

"...acostumado (o governo) que está a se valer da ignorância para enganar, burlar e depois invocar o direito de reinventar a realidade, mudando o nome das coisas, chamando enganação de mudança de opinião. Agiu assim desde o começo, firmou um padrão, incorporou a mentira ao modo de governar e se relacionar com a sociedade e as instituições ao ponto de a agressão à verdade não representar mais riscos políticos nem servir à denúncia de conduta indevida. E porque fez da mentira um hábito, o governo não vê insulto nem se defende quando chamado de mentiroso. Aceita a constatação e vive feliz com isso, livre, dando asas às artimanhas e ao seu dom de iludir oficial, solene e honorificamente." (Dora Kramer - Jornalista)

O Brasil precisa da ação de um duro movimento interventor formado por pessoas decentes - civis e militares - para acabar com essa patifaria que tomou conta das relações sociais públicas e privadas, que já colocou o país no topo do ranking mundial da corrupção e do corporativismo sórdido. Está se consolidando no mundo uma versão de que somos um povo otário comandado por bandidos.

Somos um país falido na educação, na cultura, na moral, na ética, na vergonha na cara e na coragem. Nossos filhos e suas famílias um dia olharão para trás e dirão: que geração covarde, sem vergonha, e corrupta, essa que entregou nosso país nas mãos dos canalhas comunistas!

Estamos no início de mais uma temporada do BBB, sigla que reflete, como nenhuma outra, a prostituição de valores de nossa sociedade.

Os calhordas e os aprendizes, vítimas da falência da cultura, da educação, e da família, terão dezenas de horas de puro deleite de como ser falso, mentiroso, infiel, hipócrita, leviano, canalha, com todos os derivativos da falta de ética e imoralidade estando à mostra.

Enquanto isso a grande vilã das comunicações continuará se enchendo de glória e dinheiro com o patrocínio de canalhices ao vivo e a cores de 14 candidatos a um grande prêmio, vitória pela maior habilidade em agirem como devassos das relações com o próximo.

Enquanto a sociedade der audiência a esse tipo de patifaria televisiva, a falência da família e dos valores morais e éticos não vai mais retroceder.

"Estamos nos acostumando demais com a corrupção, com a falta de responsabilidade de quem produz gêneros e produtos, com os discursos falaciosos dos políticos em geral e outras autoridades que assumem cargos por decorrência da posição dos amigos. Estamos criando o pernicioso hábito de conviver com a canalhice sem que ela nos incomode." (Sandra Silva - Socióloga)


Geraldo Almendra é economista, consultor e professor de matemática.








Publicado no site " Brasil acima de tudo ".
Quinta-feira, 10 de janeiro de 2008.


*Barnabé: Bras. Pop. Funcionário público de categoria modesta - Novo Dicionário Aurélio. (P.N.)


Thursday, December 27, 2007

Que Cristo se apiede de nós.




O IMPÉRIO DO MAL
por Ipojuca Pontes

Não sei se os senhores já ouviram falar de Palhares, o Canalha, personagem marcante da safadeza carioca criado pelo dramaturgo Nelson Rodrigues. Palhares era o perfeito velhaco, freqüentador de festas grã-finas, onde, com suas narrativas vis, fazia sucesso retumbante. Entre outras, Palhares gostava de contar a história da própria cunhada, que fora ao hospital visitar a irmã - sua mulher - nas dores de um câncer terminal. Em dado momento, enquanto a moribunda agonizava no leito, o canalha correu atrás da cunhada e atracou-a no corredor. Ele dizia e repetia, para o gozo da platéia grã-fina com a qual se identificava:

- Sim senhor, sim senhor: ali, no corredor, liquidei a fatura!

O Palhares era um personagem rodrigueano do final dos anos de 1960, juntamente com a Grã-fina de Narinas de Cadáver, o Padre de Passeata, a Estagiária de Calcanhar Sujo, o Comunista de Galinheiro e outros que tais, representantes de uma época em que a esquerda apenas ululava. Hoje, 40 anos depois, em vista do que ocorre no Brasil da era Lula, a canalhice do Palhares - pode-se garantir - não passa de brincadeirinha de criança. De fato, é como se o espírito do canalha, multiplicado por mil, contagiasse o organismo combalido da nação e, em especial, o ativo aparato político-administrativo do governo.

Os mais realistas (ou cínicos) diriam que um pouco de canalhice faz parte do espetáculo da vida - de resto, uma perversão da conduta humana até certo ponto perdoável. Mas o que se passa hoje no país é que o canalha, travestido de “salvador da pátria”, não apenas estupra a cunhada nos corredores, mas agride - em gestos, ações e palavras - o corpo, a alma e os cofres da nação. E não fica por ai, o canalha. Promovido, por assim dizer, como um padrão de comportamento, tornou-se um monumento nacional: em torno dele e sobre ele se deitam glórias, honrarias e medalhas de toda espécie, para não falar no seu enriquecimento rápido e ilícito.

Vejamos um caso recente - o escândalo do Padre Júlio Lancelloti, acusado de manter relações sexuais com Anderson Batista, ex-interno da antiga Febem. Segundo o advogado de Anderson, Nelson Bernardo da Costa, o religioso engajado não só prodigalizava somas em dinheiro (cerca de R$ 700 mil, em oito anos) como presentes caros (automóveis de luxo) ao pretenso amante, com recursos supostamente sacados de uma ONG que o padre administra: “Eles chegaram a ter relações dentro da igreja” - afirmou o advogado. “O relacionamento dos dois acabou quando Anderson casou” - concluiu.

O Padre Lancelotti negou as acusações de Anderson e o delegado do setor de investigações, André Luiz Pimentel, diz que o padre foi “vítima de extorsão”. A polícia abriu inquérito e quebrou o sigilo bancário do padre, mas o advogado garante que os presentes foram dados ao indiciado a título de “gratificação”.

Claro, há que se levar em conta que uma pessoa é inocente até sentença transitada em julgado. Mas antes mesmo de qualquer veredicto, o governo Lula resolveu agraciar Lancelotti, acusado de pedofilia, com o prêmio Direitos Humanos de 2007. Aplaudindo o ato, D. Marisa.

Já dom Luiz Flávio Cappio, o bispo de Barra (BA), voltou a enfrentar o martírio da fome para sustar a transposição do Rio São Francisco, um “hidronegócio” no valor de R$ 6 bilhões, que faz acender a voracidade dos políticos profissionais e dos empreiteiros espertos. Tanto dinheiro correndo solto em 2008, ano das eleições municipais, deixa o pessoal do governo com apetite capaz de devorar cobras e lagartos. O problema é que, agora, ao contrário do que ocorreu em 2005, quando enfrentou solitário outra greve de fome, o bispo não está só: tem a companhia de artistas, o pessoal da igreja materialista (CNBB) e do terrorista João Pedro Stédile, um especialista em tomar dinheiro dos cofres públicos para subvencionar a malandragem virulenta dos Sem-Terra e dele próprio.

Outro caso digno de admiração é o do deputado José Genoíno, ex-presidente do PT, indiciado pela Procuradoria Geral da República por crime de distribuição de dinheiro no esquema do mensalão – de repercussão internacional -, bem como de formação de quadrilha e corrupção ativa. Segundo a Procuradoria, o deputado do PT assinou junto aos bancos Rural e BMG empréstimos no valor de R$ 5,4 milhões, tidos como fraudulentos, pois visavam ocultar a origem do dinheiro ilícito do valerioduto.

Exibindo colarinho impecável ao sentar no banco dos réus do Supremo Tribunal Federal, Genoíno se fez de vítima: - “Nunca passei dinheiro para ninguém, nunca tratei desse assunto e nunca recebi nada. Quero afirmar minha confiança na justiça e na verdade”.

Antes mesmo de ser julgado pelo STF, o ex-presidente do PT já encontrou quem acredite e teça loas à sua verdade escandalosa: a Fundação Biblioteca Nacional (subordinada ao Minc) premiou com publicação e dinheiro (R$ 12,5 mil, grana do contribuinte) a pesquisa “José Genoíno - Escolhas políticas”, de autoria de Maria Francisca Coelho, que se destaca por um dado no mínimo singular: passa por cima do indiciamento do deputado feito pela Procuradoria Geral da República e da denúncia cabal, feita pelos militares de 64, de que Genoíno entregou sem pestanejar os companheiros da guerrilha do Araguaia.

Sim, nesta época de Natal é necessário reconhecer com humildade cristã: salvo em raras ocasiões, o acanalhamento da vida institucional brasileira é um fato. Na esfera do poder público, por exemplo, onde o sujeito enfiar o dedo corre o risco de encontrar pus. O meu sentimento é de que se trata de uma coisa minuciosamente planejada, com o objetivo fundamental de abalar o que resta dos alicerces morais do país para transformá-lo, em definitivo, no Império do Mal.

Que Cristo se apiede de nós.



Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.







Publicado no site "MídiaSemMáscara".
Quarta-Feira, 26 de dezembro de 2007.





Desproporção monstruosa – Olavo de Carvalho

Sunday, December 16, 2007

Um grande país nas mãos de um energúmeno:
Lamentavelmente, este país é o Brasil!











































"metar-mofose ambulanto"

"Como uma sociedade pode permitir que um desqualificado de tal porte permaneça no comando do país? Será que algum empresário deixaria tal espécie entrar na sua empresa e ocupar alguma função executiva? E os hipócritas batendo palmas para suas sandices? O que pensar dessa corja de aproveitadores do imbecil coletivo liderado pelo apedeuta?"



MENSAGEM DE ANO NOVO PARA O PAÍS
por Geraldo Almendra

Enfim uma derrota para esse espúrio desgoverno petista: vai acabar a CPMF, a maior fonte de sustentação do populismo assistencialista e do suborno dos esclarecidos, cúmplices dos calhordas, que estão abarrotando o Estado graças ao empreguismo praticado ostensivamente nos podres poderes da República.

Infelizmente temos que escutar o lamento dos hipócritas que infestam o poder público; alguns declaram de forma cínica que assistiram o enterro da saúde, como se essa contribuição estivesse sendo usada, de forma relevante, para melhorar o sistema de saúde do país; outros imbecis ameaçam dizendo que a sociedade irá cobrar de alguém o que vier acontecer também com a saúde e com outros "investimentos", fazendo o jogo sujo da política prostituída para repassar para os outros as irresponsabilidades sociais de um desgoverno desqualificado, imoral, aético e prevaricador. Como é calhorda essa gente! Nojentos!

Agora o plim-plim apresenta, em horário nobre, notícias e comentários sobre o paradoxo das mentiras deslavadas, demonstrando para a sociedade imbecilizada que a CPMF era usada para quase tudo, mas muito pouco para a finalidade pela qual foi criada; antes, essa rede de televisão espúria calava-se sobre as verdadeiras destinações dessa contribuição e da verdade econômica que todos, ricos e pobres, pagavam esse imposto covarde no preço dos produtos que comprava, e ainda fazia a sutil propaganda das mentiras dos prostitutos da política para convencer a sociedade que a CPMF deveria continuar sendo imposta aos contribuintes.

Como disse um antigo opositor do desgoverno petista, subornado pelas sinecuras públicas, agora ministro, sustentado pelos palhaços e imbecis dos contribuintes: "Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional".

Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos. Como o poder corrompe! Esse mesmo vendido participa da "limpeza ideológica" do Estado tirando de cena os opositores dos comunistas. A verdade é que esse desgoverno calhorda queria usar a CPMF para garantir a reeleição do apedeuta através do financiamento do assistencialismo populista prostituto e do empreguismo corporativista, e depois praticar a mesmice do estelionato eleitoral das mentiras de promessas não cumpridas.

O país está imbecilizado pela falência da educação e da cultura, absolutamente corrompido pela degradação moral que tomou conta das relações públicas e privadas com o aval de esclarecidos, que assinam em baixo da canalhice da prostituição política. Acompanhamos durante o ano de 2007 o poder público continuar sendo tomado pelos vermes da corrupção, do corporativismo e da prostituição política. Continuamos testemunhando um inimaginável suborno da sociedade pelo empreguismo público, por exorbitantes ganhos financeiros de banqueiros e aplicadores na dívida do poder público.

Permanecemos inertes diante do populismo assistencialista praticado por um desgoverno que está plantando as sementes da devassidão da prostituição da política para, sofregamente, colher seus frutos, correndo contra o tempo, para garantir o projeto de poder perpétuo do petismo. A máquina pública continuou se agigantando, enquanto as responsabilidades sociais do desgoverno comunista do PT não foram, novamente, cumpridas; seguem as promessas de “bilhões” - que nunca são realizadas - para recuperar a infra-estrutura econômica do país, esburacada e ultrapassada, e para investimentos na saúde, educação e saneamento básico.

O crescimento econômico continua carente de uma arquitetura econômica auto-sustentada e ocorre apenas em função de uma capacidade produtiva próxima do seu limite, de uma demanda externa extremamente favorável, e de uma irresponsável oferta de crédito mais do que proporcional ao pífio aumento da renda, levando milhões de incautos cidadãos a um crescente endividamento garantido por descontos em folha de pagamento.

O assistencialismo populista aumentou sem controle - sustentado com o trabalho dos outros - sua sanha para garantir a manutenção do petismo no poder nas próximas eleições graças aos votos dos menos favorecidos que, por falta de consciência crítica ou cumplicidade, se vendem por uma bolsa-esmola qualquer, por um pedaço de terra tomado dos outros, ou pela chance de invadir, roubar e destruir propriedades privadas.

Diante de um Poder Judiciário subalterno a um traidor da pátria, continuam sendo praticados os subterfúgios do submundo do corporativismo e da manipulação dos códigos legais, com o descarado objetivo de proteger as "gangs dos quarentas" e seus cúmplices, formalizando, pelo lado da "Justiça", uma absurda impunidade para os que têm a acolhida do poder político mais prostituído de nossa história.

Voltamos a assistir nossas Forças Armadas serem, novamente, moralmente e materialmente aniquiladas, para continuarem no papel de marionetes do Circo do Retirante Pinóquio; agora com a desculpa da queda da CPMF seus aumentos salariais e o reaparelhamento prometido ficarão novamente em terceiro plano, enquanto nossos soldados continuam hibernando nas casernas, assistindo seu país ser transformado em um Estado Comunista de Direito.

Presenciamos o Congresso Nacional ser definitivamente transformado em uma casa de tolerância da prostituição da política e do suborno, com prostituta de classe fazendo a festa com a falência moral e ética do Parlamento. Nunca na história do nosso país, como diz o grande imbecil, se presenciou tanta promiscuidade no poder público.

Sempre pensamos que após tantos escândalos que transitaram quase que diariamente pelas páginas dos jornais, tanta patifaria, tanta mentira, tanta leviandade, tanta falsidade e tanta hipocrisia, a sociedade iria para as ruas pedir a destituição dos canalhas que transformaram o poder público em um verdadeiro puteiro da corrupção, e do mais sórdido corporativismo.

Nada aconteceu, para limitar as ações dos bandidos que tomaram conta do poder público, a não ser a decretação da falência moral e ética das relações públicas e privadas. As ações da PF redundam em nada, pois a "Justiça", com seus meandros e subterfúgios do mundo do corporativismo sórdido, acaba postergando as ações punitivas, nos levando à conclusão que os canalhas continuarão impunes e, mais cedo ou mais tarde terão seus crimes "esquecidos".

Diante de tal quadro de degeneração moral e ética de uma sociedade acovardada e subornada, devemos pedir a Deus que em 2008 possamos presenciar um início de revolução de costumes, dignos de cidadãos minimamente civilizados e que tenham amor à sua pátria:

- as Forças Armadas recusando o papel de avalistas da tomada do poder no país pelos cúmplices do Foro de SP;

- os pobres perceberem seu papel de otários manipulados pelas bolsas preservação da pobreza e passarem a lutar por empregos com salários dignos, dizendo não à corja que os fazem de imbecis e palhaços dependentes do poder público;

- os idiotas dos torcedores que ficam matando uns aos outros por "amor" à bandeira do seu clube tenham a mesma disposição para amar a bandeira do seu país e lutar na revolução contra os que estão nos empurrado para o socialismo corrupto e plantando as sementes da destruição do nosso país;

- a sociedade tomar vergonha na cara e vaiar os prostitutos da política cada vez que circularem nos espaços públicos;

- a classe média esclarecida tomar coragem e passar a defender nossa pátria das mãos dos comunistas, colocando em segundo plano seu individualismo, seu egoísmo, e seu patrimonialismo;

- os artistas que ainda não foram subornados pelo desgoverno petista tomarem, também, coragem e passarem a lutar, com seu poder de comunicação, para a destituição das "gangs dos quarenta" que se apossaram do poder público;

- os estudantes universitários voltarem a defender sua pátria, e que não mais sejam conduzidos por líderes que querem entregar o país ao comunismo genocida e corrupto que já ceifou a vida de mais de 100 milhões de pessoas no mundo durante o último século;

- os acadêmicos, os profissionais mais bem preparados, os homens do saber, não aceitarem mais vender sua moral, sua ética e sua honra em troca de sinecuras públicas ou privadas, para servirem ou serem capachos do mais sórdido filho da serpente da prostituição da política;

- os jornalistas íntegros ajudarem seus colegas demitidos dos seus empregos e que estão sendo perseguidos pela ditadura petista, não se deixando subornar pelo jogo de poder dos canalhas que estão transformando o país em um Estado Comunista de Direito controlado pela nova burguesia petista subordinada ao Foro de SP, que quer fazer do país um pólo da revolução comunista da América Latina;

- a sociedade não se deixar mais enganar pelas propagandas dos bancos e entender que o Sistema Financeiro é sempre o grande beneficiário do seu sofrimento diante da escorchante carga tributária que é obrigada a pagar para bancar o superávit primário e enriquecer a elite de investidores que avaliza os desmandos do desgoverno petista;

- a sociedade não mais permitir que suas escolas públicas sejam vergonhosamente transformadas em centros de doutrinação socialista e continuem sendo um exemplo mundial da falência da educação;

- a sociedade não mais aceitar que os canalhas das "gangs dos quarenta" continuem livres, leves e soltos, zombando e fazendo de palhaços e imbecis os contribuintes que continuam pagando seus assaltos aos cofres públicos;

- a sociedade entender que o Brasil está perdendo sua soberania e poderá ser invadido por grupos revolucionários comunistas com a aquiescência do desgoverno petista;

- a sociedade perceber que o desarmamento da população civil é uma estratégia para evitar sua reação à tomada do poder pelos comunistas;- os assassinos de índios nas ruas de Brasília não fiquem mais impunes e, além disso, não sejam promovidos para ganharem altos salários, à custa dos imbecis dos contribuintes e da falência da "Justiça", quando se trata de punir os poderosos.

Enfim, que a sociedade brasileira tome vergonha na cara e não permita mais que um desqualificado golpista continue a conduzir o país para o caos social, econômico, moral e ético. Que em 2008 a sociedade tenha a coragem patriótica para destituir do poder esse golpista e todos os seus cúmplices corruptos ou vendidos, ou então assine um cheque em branco para autorizar esse calhorda transformar nossos filhos e suas famílias em escravos de um Estado Comunista de Direito subordinado ao Foro de SP e suas ramificações na América Latina.


Geraldo Almendra é Economista, Consultor e Professor de Matemática.
E-mail: glaf@superig.com.br









Publicado no site " Brasil acima de tudo ".
Domingo, 16 de dezembro de 2007.



Wednesday, November 21, 2007

PT: A síndrome fascista!










































A IRRESISTÍVEL SEDUÇÃO DO TERCEIRO MANDATO
por Arnaldo Jabor

Um país é como uma pessoa. Tem traumas infantis, tiques nervosos, tem doenças genéticas e até venéreas. Há pessoas expansivas, transparentes, ingênuas. Há pessoas dissimuladas, que disfarçam bem suas perversões. Um país pega os cacoetes de seus políticos que, por sua vez, usam os cacoetes antigos do país e isso vai numa corrente viciosa, fazendo a história andar, tortamente, através de acasos, de acidentes de percurso, de neuroses tradicionais, muito além de "relações de produção" ou de "blocos históricos".

Lula sabe usar muito bem nossa ignorância política, fingindo até participar dela, logo ele, um Maquiavel do ABC, como acabou de fazer na defesa de Chávez, o fascista da Venezuela, misturando ditadura com parlamentarismo, de propósito, para confundir a "massa".

O governo Lula tem a destreza de usar toda nossa deficiência mental, os vícios antigos que a Colônia nos legou, para seu proveito. A ignorância do povão analfabeto e a desinformação confusa da classe média são seus principais instrumentos de poder. Somos um povo que reclama, mas sem massa crítica, com rasa formação política.

A estranha ideologia do lulo-sindicalismo está corrompendo o Legislativo e a opinião pública sem mexer, claro, na superestrutura financeira do País – Lula agindo como um Napoleão III do sertão. Ele se coloca como que "acima" da política, essa coisa "menor", pairando num "bonapartismo molenga" que trabalha na desmoralização da democracia representativa. Isso é uma sopa no mel para corruptos e vagabundos aliados (nunca a voracidade corrupta do Atraso foi tão grande como agora) e uma preparação para um lento "chavismo light".

Como sabemos, o PMDB é a cara do Brasil. O Brasil é um PMDB. E nesse mar, com seus partidinhos periféricos, Lula navega em direção ao terceiro mandato.

A "grande aliança", que abençoa todos os vícios do Parlamento, teve um efeito desmobilizador das oposições. Quanto mais vergonhoso o Parlamento, melhor para ele. Lula lucra com episódios como o de Renan no Senado.

Não é que a oposição (O vago PSDB e o pálido DEM?) foi destruída por um ataque direto. Não. Ela está sendo desossada, engolida por uma maré venenosa de alianças corruptas, de conformismo, de obediência, de oportunismos atendidos. A oposição sumiu como uma pedra que afunda no meio de um terreno que apodrece em volta.

O lulo-sindicalismo cria aos poucos uma moleza na sociedade civil que, como não há crise econômica, vai perdendo a clareza de opiniões. É o chamado "efeito desalento": a sensação de que tudo é "assim mesmo no Brasil", que não adianta reclamar nem denunciar nada. Todo o espírito reformista que houve no período FHC (sabotado pelo PT implacavelmente), e mesmo o ar de militância popular que o primeiro Lula ainda tinha, tudo virou uma sopa morna de "fracassomania" que está deprimindo o País, de volta aos velhos tempos do "isto não tem mais jeito". O governo Lula nos anestesia politicamente. Assistimos, por exemplo, impotentes, à recauchutagem de todo o esquema de corrupção do Ministério das Minas e Energia, do escândalo Gautama (lembram?), pois o PMDB não pode ficar fora de um orçamento de 260 bilhões de reais para os próximos dois anos. Esperam passar um tempo e voltam todos.

Outra descoberta do lulo-sindicalismo é o "efeito da confusão proposital de informações". Como é difícil a leitura da complexidade administrativa do País, nada se explicita para a população. Na crise aérea tem sido assim, na listagem real das obras do governo, de projetos administrativos. A idéia de reformar, essencial no País, é jogada para ???córner, e os portos, estradas, gargalos, burocracia, tudo fica intocado, dissimulado pelo marketing, com ministros anunciando obras nem começadas (transposição do Rio São Francisco, por exemplo), nada sendo feito, mas tudo sendo anunciado, pois descobriram, maravilhados, que mesmo sem sair coisa alguma do papel, basta a divulgação. Listem-me, por favor, obras concretas do governo, além do Bolsa-Cabresto. Onde está o PAC? Como não há crise econômica, a pasmaceira política da população tem uma sensação de "normalidade".

O governo Lula tem o álibi de ser um governo "do povo". Assim ele pensa, assim pensam os empregados públicos na máquina, assim pensam os intelectuais dualistas. O discurso oficial ideológico é um sarapatel de idéias. É uma cepa herdada (resistente a antibióticos) de um autoritarismo leninista, que cruzou com o germe do sindicalismo oportunista, com o stafilococus do populismo pós-getulista, formando um novo tipo de micróbio que, com a baixa imunidade da democracia representativa, se espalha de forma letal.

Em cima desse álibi, tudo pode ser justificado: o "mensalão" foi chato, mas "os fins justificavam os meios, pois assim funciona o sistema burguês", a morte dos prefeitos foi "inevitável" para o bem do Partido, as alianças mais sujas são um "mal necessário" e vejo até uma certa volúpia revolucionária (quase sexual) em se aliar com o oposto do que se proclama, volúpia visível por exemplo, com Lula e Edir Macedo unidos e o súbito ardor indignado de Lula defendendo Chávez contra o "rei", pois o rei teria conotações de ancien regime, ecos franquistas, apesar do infinito progresso e felicidade da Espanha atual.

Creio que neste discurso de Lula se inicia uma nova etapa, em direção a uma provável tentativa de terceiro mandato, apesar de todas as denegações que, como sabemos, são o avesso da afirmação de um desejo. Claro que Lula não é o psicopata da Venezuela, mas dá para ver indícios de que as frestas da democracia serão usadas para, aos poucos, com jeitinho brasileiro, se atingir a continuidade. O PMDB está aí para isso. É difícil acreditar que o DNA dos sindicalistas se modifique e abra mão da estabilidade nos nichos onde se infiltraram. Sem oposição visível, é difícil imaginar que Lula resista a essa tentação. Ainda há três anos.



Arnaldo Jabor, carioca nascido em 1940, é cineasta e jornalista, também já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e na Rádio CBN. O estilo irônico e mordaz com que comenta os fatos da atualidade brasileira foi decisivo para o seu grande sucesso junto ao público. Arnaldo Jabor também é colunista do jornal “O Estado de S. Paulo”, além de escrever regularmente para diversos outros jornais do Brasil.




Publicado no jornal "O Estado de S. Paulo".
Terça-feira, 20 de novembro de 2007.


Leia mais artigos de ARNALDO JABOR no BOOTLEAD:

¤ Pequenas bobagens traçam nosso destino

¤ A IRRESISTÍVEL SEDUÇÃO DO TERCEIRO MANDATO

¤ Em Tropa de Elite, queremos vingança

¤ 'Brasileiro tem de assumir a própria lepra!'

¤ Os aviões andaram bebendo

¤ Síndrome da incompetência generalizada

¤ O troço. O lulismo é uma nova categoria política

¤ Um bode preto assola o país

¤ Lula, o intocável

¤ Será possível que ninguém se toca?

¤ Qual é a origem do dinheiro (Comentário de Jabor censurado na Internet pelo TSE)





 
Copyright © 2004-2019 Bootlead