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Wednesday, September 17, 2008

ATENÇÃO! ISTO É GRAVE, GRAVÍSSIMO.

VEJAM NESTE VÍDEO: O EXÉRCITO BOLIVIANO ESTÁ ATIRANDO PARA MATAR! Um cinegrafista conseguiu registrar o Exército boliviano tomando o controle do aeroporto de Cobija, capital de Pando. Os militares dispararam contra manifestantes desarmados e um homem morreu sem socorro.

A Bolívia já se encontra na eminência de uma guerra civil, causada pelo "índio cocainômano", a despeito do que diz o vagabundo "pinto-cego", que atende pelo vulgo de "celso amorim": "A prisão do governador (Leopoldo Fernández, governador da província de Pando) não acirra a crise na Bolívia". Huuummm! Então está combinado.




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AGORA VEJAM ESTA NOTÍCIA (meio que escondida no site do "Estadão"):

Brasil ajudará na luta contra grupos armados na Bolívia, diz Evo
Publicado no jornal on-line "Estadão.com.br", na seção Internacional, ontem, 16 de setembro de 2008 às 19h24. (Notem: A notícia é procedente de Caracas)

Lula "prometeu enviar ministro da Defesa para ação conjunta", diz presidente boliviano; confrontos já mataram 15.

CARACAS - O chefe de Estado da Bolívia, Evo Morales, pediu nesta terça-feira, 16, a seus opositores que "não façam o povo sofrer" e anunciou que acordou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atuar em conjunto para desmantelar grupos armados em seu país. Lula "me prometeu enviar seu ministro da Defesa para fazer essa ação conjunta", ressaltou Evo por telefone em uma conversa transmitida em meio a uma coletiva de imprensa do presidente venezuelano, Hugo Chávez.

O presidente boliviano acusou o governador de Pando, Leopoldo Fernández, detido nesta terça, e o ex-presidente da Bolívia Jorge Quiroga, dirigente da aliança opositora Podemos, de "organizar" o grupo paramilitar Forças Expedicionárias. "Estão acostumados a utilizar a violência" e "agora usam narcotraficantes, paramilitares e sicários" que operam na fronteira com o Brasil.


VEJAM BEM SENHORES, ESTES VAGABUNDOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER, ESTÃO PRESTES A ENVOLVER O NOSSO PAÍS EM UMA TRÁGICA AVENTURA, COM CONSEQÜÊNCIAS IMPREVISÍVEIS.

O "ser rastejante", que atualmente habita o Palácio do Planalto, o "filho do demônio", que possui apenas nove dedos como se fosse uma marca de sua malevolência, além de estar semeando a discórdia e o desalento entre nossos legítimos cidadãos e a prostituição cívica entre aqueles que por pura safadeza e ignorância são chamados de "povo" ou simplesmente "massa", agora, por ordem de seus "cumpanheiros" do "FORO DE SÃO PAULO", querem nos jogar em uma catastrófica situação de confronto com nossos vizinhos "anticomunistas" da região boliviana da "Media Luna", tudo para "salvar" seus parceiros "comunos-foropaulistanos-bolivarianos", Evo Morales, Hugo Chávez e Rafael Correa da derrocada final que se aproxima inevitavelmente.

Para isto, já encarregou seu "marechal-de-campo", o bundão que responde por "lero-lero jobim", de colocar nossas FFAA à disposição do fornecedor de "coca" dos sócios do "Foro" e com certeza o mesmo será acompanhado por aquela pornográfica figura "boca-de-fossa" que atende por "marco top-top garcia. Esperemos para ver, qual será a atitude que tomarão os "cumandantes" das FFAA, em especial o "cumandante" do EB, aceitará ser "carne-de-canhão" do troglodita "tenente curonel" Chávez, esbirro do "coma-andante" Castro? É capaz!

E o Congresso (Senado Federal), aonde entram nisso? E a Constituição permite que interfiramos na soberania de outro país? Que merda é essa, estamos dependendo unicamente da vontade de um desprezível vagabundo eleito pelos seus iguais? Esse amoral, apenas por enviar um "ministro" do Estado Brasileiro para debater este assunto sem a prévia e devida autorização do Congresso Nacional já poderia ser destituído por crime de responsabilidade. IMPEACHMENT NO CRETINO!

Juro que jamais pensei que isso fosse possível, nosso País sendo exposto internacionalmente como leão-de-chácara de um filho-da-puta de um cocalero-comunista, que usurpou nossas refinarias e gasodutos, pagos com o suor e com certeza algum sangue de CIDADÃOS BRASILEIROS.

Essa "incumbência", foi determinada na tal reunião de Santiago do Chile (Unasul ou Ursal como preferirem), tendo em vista que se o macaco-louco da Venezuela, como era de seu desejo, viesse a interferir diretamente no problema, levaria uma "bordoada" norte-americana, na forma de uma ação mais ou menos semelhante de quando os mesmos invadiram o Iraque (Operação Tempestade no Deserto), com o intuito de defender a soberania do Kuwait, ou seja: deitavam para correr da Bolívia os venezuelanos, cubanos e qualquer outra raça alienígena que por lá estivessem e como de praxe completariam o "serviço" seguindo até Caracas, capturando o "porco escarlate", dando-lhe o mesmo fim que o "temível" Saddam Hussein e libertando o povo da Venezuela do pesadelo que hora lhes acomete.

Mas agora, esta situação parece que está mais próxima de acontecer com o nosso País, ou os nossos "oficiais" antiamericanistas, imaginam que os EUA, ficarão de braços cruzados no caso de uma interferência de nossa parte na Bolívia? Experimentem e verão a canoa furada que irão embarcar, direto para Guantánamo!

Alguns sinais estimulante por parte dos "brothers":

(1) Estão retirando seus cidadãos da Bolívia e já se preparam para operacionalizar as mesmas condições na Venezuela e no Equador.

(2) Puseram em movimento, mesmo ainda não totalmente equipada a tão temida 4a. Frota, inclusive algumas embarcações já encontram-se atracadas no porto da Cidade de Belize-Belize, a meio caminho da região-alvo.

(3) Os bombardeiros russos Tu-160 que estavam estacionados na Venezuela, com data para o retorno somente em meados de outubro, já estão de malas prontas para retornarem as suas bases, fato que deveria acontecer ontem (terça, 16) ou mais tardar hoje (quarta, 17).

G. W. Bush não quer deixar para seu sucessor (McCain), essa "bomba" da América Latrina, ainda mais com os russos querendo se aproveitar da situação, vai resolver essa parada logo. A Bolívia é só o "startup". Tomara!

ACAUTELAI-VOS GENERAIS MELANCIAS: PONHAM SUAS BARBAS PETISTAS-COMUNISTAS DE MOLHO.
THE MARINES ARE COMING!

Bootlead


Foto: General do Exército Brasileiro, ostentando uma
barba "à la Genoíno-PT" (Geraldo). Uma beleza, não?





























Radiografia do caso Obama – Olavo de Carvalho



Friday, May 30, 2008

UNASUR-UBA CUCARACHA




A NATIMORTA UNASUL
por Maria Lucia Victor Barbosa

A constituição da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) foi mais um fiasco retumbante da política externa brasileira. Gerado pelo Itamaraty, o organismo sub-regional tem as digitais do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, o que é suficiente para conduzir qualquer projeto ao fracasso. E, sem dúvida, pode-se dizer que a Casa, nome anterior do bloco que foi rejeitado e ridicularizado por Hugo Chávez, caiu.

Vários presidentes sul-americanos consideram, apropriadamente, que a Unasul é apenas mais um foro de discussão. O presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, nem se deu ao trabalho de comparecer à reunião de constituição. O presidente do Peru, Alan Garcia, foi embora assim que assinou o ato constitutivo. O secretário-executivo já escolhido da Unasul, o ex-presidente do Equador, Rodrigo Boria, renunciou ao cargo por não querer se comprometer com uma espécie de "academia de debates". E o que é mais desmoralizante para o governo brasileiro: o Conselho Sul-Americano de Defesa, tão acalentado pelo ministro Nelson Jobim, e que deveria ter adquirido vida jurídica durante a reunião da cúpula, não foi aceito pela Colômbia e encontrou resistência entre os demais presidentes. Para não ficar muito feio a presidente do Chile, Michele Bachelet, propôs a criação de um grupo de trabalho para estudar o Conselho, tática sintomática quando não se quer resolver um assunto.

Naturalmente o discurso de abertura da reunião, lido pelo pai da Unasul, presidente Lula da Silva, soou com aquele inconfundível toque de megalomania tão característico das falas presidenciais. Disse nosso mandatário supremo: "Uma América do Sul Unida mexerá com o tabuleiro do poder no mundo".

Será esse outro mundo sul-americano possível? A retórica do presidente brasileiro pode agradar, enaltecer, massagear egos nacionalistas, mas esconde dura realidade. Primeiro porque a América do Sul não tem poder nem militar nem econômico para mexer com o tabuleiro do mundo. Segundo porque a Unasul não terá capacidade de promover a pretendida união uma vez que os países que formam o bloco têm direções diferentes de acordo com suas necessidades ou mesmo posições irreconciliáveis. São os seguintes os doze países que constituem o bloco: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela.

No tocante ao Brasil e seus vizinhos cabe lembrar o que afirmou em sua magistral obra, "Do bom selvagem ao bom revolucionário", o escritor e jornalista venezuelano, Carlos Rangel:

"Todo hispano-americano sabe bem que quando encontra um brasileiro está diante dele, não ao lado dele, que um e outro têm acerca do mundo pontos de vista diferentes, se não opostos". "Pode-se dizer que existem pontos comuns, afinidades, um parentesco entre o Brasil e a América Espanhola, mas suas diferenças levam de vencida suas afinidades se tivermos em conta, além disso, a espetacular consolidação do Brasil numa única e gigantesca nação que toca em todos os outros países da América do Sul à exceção do Equador e do Chile, particularidade que contrasta com a fragmentação da América Espanhola em múltiplas parcelas".

Aí está uma das maiores causas da inexistência de maior afinidade entre o Brasil e os demais vizinhos de origem espanhola: somos grandes demais, fortes demais e, como os Estados Unidos, causamos um misto de inveja e temor. É sintomático que recentemente tenhamos sido chamados de imperialistas na Bolívia e no Paraguai, sendo que no Paraguai nossa bandeira foi queimada. Algo que não foi mostrado nas TVs como seria se fosse a bandeira norte-americana.

Ainda assim, ou mesmo por isso, em que pese o enorme prejuízo dado ao Brasil pela Bolívia, as recentes hostilidades paraguaias, as imposições comerciais da Argentina, as queixas do Uruguai com relação ao tratamento que é dado no Mercosul a este país, pelo Brasil, o governo petista tenta impor Lula da Silva como o grande líder sul-americano, o irmão magnânimo capaz de eliminar a "influência nefasta" dos norte-americanos.

Desse modo, o Conselho Sul-Americano de Defesa, na verdade, uma aliança militar sub-regional que muito interessaria a Hugo Chávez, substituiria a Organização dos Estados Americanos (OEA) na solução de conflitos localizados.

Bem fez o presidente Uribe, da Colômbia, ao não aceitar o Conselho de Defesa. Como observou o sociólogo Demétrio Magnoli, "como pretender que a Colômbia se incorpore a um Conselho de Defesa incapaz de pronunciar uma condenação incondicional das Farc?". (O Estado de S. Paulo, 29/05/2008). E bem agora quando o competente presidente Uribe está prestes a derrotar os narcoterroristas, como demonstram as mortes dos principais chefes do bando de celerados.

Como diz o ditado, há males que vêm para bem. Que a Unasul seja mesmo uma academia para tomar chá e fazer turismo. Caso contrário servirá não aos interesses do Brasil ou da América do Sul, mas do esperto Hugo Chávez, o verdadeiro senhor da "Casa".


Maria Lucia Victor Barbosa é formada em sociologia e administração pública e tem especialização em ciência política pela Universidade de Brasília. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou a escrever em jornais aos 18 anos. Tem artigos publicados no Jornal da Tarde, O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Valor Econômico, entre outros. É autora de cinco livros, incluindo "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem" e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido".
E-mail: mlucia@sercomtel.com.br




Enviado por Maria Lucia Victor Barbosa.
Sexta-feira, 30 de maio de 2008, 11h52.





A hora e a vez dos ideólogos – Demétrio Magnoli

Thursday, May 29, 2008

UNASUL = União das Nações que Apoiam Seqüestradores, Usurpadores e Ladrões.

Foto: Futura reunião de cúpula de presidentes membros da Unasul.









































A hora e a vez dos ideólogos
por Demétrio Magnoli

O Conselho Sul-Americano de Defesa pode aspirar a um lugar de honra nos manuais de relações internacionais, como caso exemplar para estudo de uma política externa emparedada entre o imperativo do interesse nacional e os delírios ideológicos de uma esquerda que não aprende nada. Numa declaração contaminada pelo cinismo, Lula registrou que, "dos 12 países, apenas a Colômbia colocou objeção". Não seria porque, em seu esforço para derrotar as Farc, o Estado colombiano conta com o apoio dos EUA, mas enfrenta a hostilidade explícita da Venezuela e do Equador?

O interesse nacional brasileiro consiste em promover a estabilidade no entorno sul-americano. A Organização dos Estados Americanos (OEA), atravessada pela disparidade de poder entre os EUA e os demais Estados, não deveria ser um obstáculo à constituição de um órgão de segurança regional na América do Sul. Mas um órgão assim só pode existir com base no respeito à soberania dos Estados democráticos da região. Como pretender que a Colômbia se incorpore a um Conselho de Defesa incapaz de pronunciar uma condenação incondicional das Farc?

Politicamente, as Farc morreram quando, numa seqüência de ações terroristas, destruíram o processo de paz impulsionado pelo ex-presidente Andrés Pastrana entre 1998 e 2002. A eleição de Álvaro Uribe, sobre a plataforma de derrotar militarmente a guerrilha, representou uma decisão nacional. O governo Uribe prometeu desmantelar os grupos paramilitares de direita e está cumprindo o compromisso. Os golpes assestados pelo Exército eliminaram a capacidade de combate da guerrilha e a promessa de liberdade para os guerrilheiros que renunciarem às armas provoca fraturas generalizadas entre os insurgentes. As Farc só podem ser salvas pela interferência externa.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, crismou as Farc como um "movimento bolivariano" e se entregou a uma operação de socorro que se utiliza dos reféns para chantagear a Colômbia. A meta do caudilho é intercambiar a liberdade dos reféns pelo reconhecimento das Farc como parte beligerante. Nessa hipótese, o grupo conservaria suas armas e sua liberdade de ação enquanto os colombianos, contra a vontade que exprimiram em duas eleições sucessivas, seriam submetidos novamente a supostas negociações de paz. O entusiasmo chavista pelo Conselho de Defesa só pode ser compreendido à luz do que se passa na selva colombiana.

"O plano de Bolívar, quando regressou do Panamá, era formar uma aliança não só econômica e política, mas militar também, para nos defender e para assegurar nossa independência do imperialismo, do neoimperialismo e das guerras preventivas". Na visão de Chávez, o Conselho de Defesa é o embrião de uma aliança estratégica e de um exército regional destinados a prover segurança contra os EUA. Essa concepção se inspira nas teses do sociólogo alemão Heinz Dieterich, confidente do presidente da Venezuela até o fracassado referendo constitucional do ano passado, que imaginou a construção de um "bloco militar de poder latino-americano" sob a liderança do próprio Chávez.

Na forma sem conteúdo aventada pelo Brasil, o Conselho de Defesa não tem cérebro nem músculos - será, unicamente, um foro consultivo de debates, algo como uma antecâmara da OEA. Chávez aceita começar com tão pouco, pois sua prioridade tática é tecer uma articulação regional que isole a Colômbia, propiciando caminhos para evitar a iminente derrota das Farc.

A voz do venezuelano já se converteu numa ordem de comando para os partidos da esquerda stalinista latino-americana. Na declaração da reunião do Foro de São Paulo, encerrada no domingo em Montevidéu, está escrito: "Introduziu-se na região o conceito de guerra preventiva e aumentou-se a militarização em uma situação inédita comandada pelos EUA, que utiliza o governo da Colômbia como ponte". O documento, plenamente alinhado à operação de salvamento chavista, recomenda "aumentar os esforços para conseguir uma saída negociada para o conflito armado". No fim do encontro, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, expressou seu profundo pesar pela morte de Manuel Marulanda, o Tirofijo, chefão das Farc.

Desde Rio Branco a política externa brasileira adquiriu um perfil de política de Estado, elevando-se quase sempre acima do jogo político doméstico. No governo Lula, contudo, a pressão crescente dos ideólogos ameaça a paliçada que protege o interesse nacional. Em razão dos laços estreitos que ligam o PT ao castrismo e da emergência do chavismo, a ofensiva ideológica tem intensidade singular no domínio crucial da política para a América do Sul. O espectro da falência das Farc destruiu um equilíbrio precário no núcleo decisório da política externa brasileira.

Quando Chávez mediava a libertação dos reféns, o assessor presidencial Marco Aurélio Garcia declarou que o Brasil se mantém "neutro" diante do conflito colombiano. Logo depois, na hora do ataque à base do chefe guerrilheiro Raúl Reyes, Garcia tentou alinhar o Brasil à Venezuela e forçar uma condenação em bloco da Colômbia, mas foi afastado de cena pelo Planalto, que transferiu o comando diplomático para o Itamaraty. A tensão filtra-se no governo e no aparelho petista. O ministro do Exterior, Celso Amorim, rebelou-se contra a idéia de conferir às Farc um estatuto político, enquanto o senador Aloizio Mercadante ergueu a voz para sugerir uma condenação incondicional à guerrilha degenerada.

Agora os ideólogos voltam à carga. Diante das informações encontradas no computador de Reyes que atestam o apoio político e material da Venezuela às Farc, o Brasil conserva um silêncio oficial ignóbil. Simultaneamente, o PT eleva o tom da campanha de propaganda contra a Colômbia e o Conselho de Defesa vai sendo preenchido com os conteúdos que interessam a Caracas. Pagaremos caro pelo erro de brincar com os princípios permanentes de nossa política externa.


Demétrio Magnoli é graduado em Ciências Sociais e Doutor em Geografia Humana pela FFLCH-USP, editor da publicação Mundo - Geografia e Política Internacional, assina coluna semanal na Folha de S. Paulo e integra o GACINT - Grupo de Análises de Conjuntura Internacional da USP. Autor e co-autor de vários livros nas áreas de Geografia, Conjuntura Internacional, História Contemporânea, tais quais: " O Que é Geopolítica", "Da Guerra Fria à Detènte" e "O Mundo Contemporâneo", entre outros, além ministrar palestras e colaborar em diversos órgãos da mídia.
E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br




Publicado no jornal " O Estado de S. Paulo".
Quinta-feira, 29 de maio de 2008.





O germe do autoritarismo – Ricardo Noblat
 
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