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Friday, September 25, 2009

Yeeesss! Ganhei o dia. Ótimo trabalho "caçador", menos um!

*Atualizado em 26/09/2009.

Vídeo: O tiro de comprometimento do Major Busnello (Ch de Plan e Op do 6º BPMERJ-Tijuca)




NR. A princípio, pensei em cortar o último comentário da tonta da apresentadora, onde ela diz: "Uma tragédia", mas... Tragédia para quem "cara pálida"? Só se for para o boné do bandido, porque para a sociedade é uma dádiva, menos um vagabundo no mundo. Porém, como esse tipo de evento é recorrente no Rio de Janeiro, ou melhor, no Brasil inteiro, quem sabe tal apresentadora, uma defensora contumaz dos "derechos zumanos" de bandidos, não seja ela ou um familiar da mesma, um dos próximos reféns desse tipo de situação. Seria interessante saber se ela continuaria achando "uma tragédia".

BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO! – Pois é, lá se foi um "bandido bom" para a "casa do capeta", ou uma outra casa mais popular, que também começa com "ca".


O TAMANHO DO ESTRAGO




































O "CAÇADOR"

Foto: Major João Jaques Busnello.



































Atirador da PM aproveitou o momento em que a vítima abaixou a cabeça para atirar
por Ronaldo Braga

RIO - Foi o Major Busnello, chefe da 3ª Seção do 6º BPM (Tijuca) o responsável pelo tiro de fuzil 7,62, a uma distância de 40 metros, que matou o bandido que tinha invadido uma farmácia, durante assalto na Rua Pereira Nunes, na Tijuca. Ele contou que já estava posicionado havia uma hora e meia, em local que ele não quis informar, acompanhando o desenrolar do caso.

A partir do momento que recebeu uma ordem do comandante, coronel Fernando Príncipe, ele aproveitou a oportunidade: quando a vítima, a comerciante Ana Cristina Garrido, passou mal e abaixou a cabeça para fazer o disparo.

Busnello contou ainda que, em tese, o disparo neste momento é difícil porque a vítima pode reerguer a cabeça rapidamente. Ele disse ainda que foi a primeira vez que fez disparo como atirador de elite no 6º BPM. Ele fez cursos de tiro no Bope, na Polícia Federal, na Aeronáutica, em Brasília, e também em Canoas, no Rio Grande do Sul.

Publicado no jornal "Extra Online".
Sexta-feira, 25 de setembro de 2009, 13h59.




E OS "DERETCHOS DOSMANOS"? AQUI "Ó"!




































Foto acima: O dia seguinte, "Tudo Azul" – Maj Busnello e a "renascida" Ana Cristina Garrido, recebe flores do seu "salvador", flores de alegria, poderia ser uma coroa funebre, aí sim seria "uma tragédia", viste dona Annenberg.

Fazer reféns, a nova moda do crime
por Aurílio Nascimento

Os abelhudos e abelhudas da segurança pública são mestres em difundir análises e opiniões adequadas apenas aos seus interesses pessoais. Normalmente, tais trabalhos possuem o foco nas instituições e em seus integrantes. Nunca se destacou que quem se lança na vida criminosa o faz por escolha, e não por falta de oportunidade, como querem outros. A frouxidão das leis e um exército de falsos defensores dos direitos humanos fazem com que, cada vez mais, idiotas pratiquem crimes, sem levar em conta que a empreitada pode levar à morte. Como tudo começa? Dois ou três aprendizes de marginal, já reprovados anteriormente, se encontram na favela, e tem início o diálogo.

Aprendiz de bandido 1 – E aí Mané? Tá de bobeira?

Aprendiz de bandido 2 – Demorô. Qual é?

Aprendiz de bandido 1 – Aí, vamô meter uma parada?

Aprendiz de bandido 2 – Já é.

Aprendiz de bandido 1 – Vamô escolher o quê? Tem a padaria, a farmácia, a banca de jornal...

Aprendiz de bandido 2 – Padaria meti ontem. Vamô na farmácia.

Aprendiz de bandido 1 – Já é. Pega as peça.

Aprendiz de bandido 2 – Manô, os vermes tá na área. E se eles chegar junto? O que nóis faz?

Aprendiz de bandido 1 – Qual é? Vai dá prá trás? Se os vermes chegar junto, nóis faz refém, chama os caras dos direitos humanos, nosso adevogado, e fica tudo certo. Nóis vai preso, mais nóis não morre.

Aprendiz de bandido 2 – Demorô. Vamô nessa.

Fazer reféns, quando a polícia chega em minutos ao um local de roubo em andamento, parece que está se tornando moda. Mesmo sabendo da presença da polícia por perto, os aprendizes parecem não se incomodar com isto. Cercados, pedem a presença dos defensores dos direitos humanos, pastores, advogados, imprensa, familiares. Não deu certo desta vez? Descansam um pouco à custas dos que pagam impostos e vivem assustados e depois tentam novamente.

Hoje, 25 de setembro de 2009, um aprendiz não considerou os riscos de sua empreitada e, na quase certeza de que arranjaria uma boa grana para gastar no baile logo mais à noite, foi assaltar uma farmácia. Cercado, não estremeceu. Fez uma refém e esperou a chegada de seus salvadores. Só que o pastor estava rezando, o advogado estava em audiência, a imprensa tinha mais o que fazer e a mamãe estava ocupada lavando roupa. Mas a PM estava lá. A falta de avaliação do aprendiz foi determinante na sua partida antecipada. Muito embora a ação policial tenha sido bastante aplaudida pela opinião pública, amanhã certamente será condenada pelas ONGs financiadas pelo dinheiro público. Em todo o mundo é assim que a polícia age. Cercado, o marginal tem apenas duas opções: se entregar pacificamente ou enfrentar a polícia, colocar em risco a vida do refém e morrer. Parabéns à PM.

Publicado no "Blog do Comissário Aurílio Nascimento" – Casos de Polícia e Segurança.
Sexta-feira, 25 de setembro de 2009, 16h00.




HOMENS-BOMBA

Foto: A arma do crime, provavelmente "desviada" de alguma unidade das FFAA.



































O POVO HONESTO E TRABALHADOR ESTÁ CANSADO

Foto: Um espectador aplaudindo a prestância da PM-Rio e o "deletamento" do inservível.





























Atenção blogueiros da "Luta" e do "Poder Patriótico":

É preciso esclarecer esse "povo" que parabeniza e aplaude a primorosa ação da PM-Rio, que o marginal devidamente eliminado da face da terra, é um dos inúmeros filhos do Lula, da Dilma e do PT. Precisamos inverter este inexplicável paradoxo, no qual o povo trabalhador e de bem, elege e apóia a cambada lulo-petista-comunista e não faz a devida relação causal, entre a criminalidade galopante, o péssimo sistema de "saúde", "educação" ineficaz, etc. Enfim, é preciso tornar claro a esse mesmo povo, que a televisão de LCD de quatrocentas polegadas que ele compra às custas de um endividamento sufocante, não passa de um ardil montado pela canalha "desgovernante", para que eles, "o povo", sinta uma falsa ascensão social, quando na realidade estão comprometendo o futuro de seus filhos e netos com um projeto político que os conduzirá inevitavelmente à miséria e ao sofrimento.



O FIM TRÁGICO DE UM "INOCENTE" BONÉ

Foto: "Coitado", estava na cabeça errada e na hora errada.




























Não deixe de ver também: É ASSIM QUE FUNCIONA! (Uma situação similar em Caracas-Venezuela)




Lula: Psicótico delirante crônico, sociopata histriônico, et cetera e tal.






Yeeesss! Ganhei o dia. Ótimo trabalho "caçador", menos um!

Monday, October 20, 2008

É ASSIM QUE FUNCIONA!



Click no botão PLAY, para ativar o vídeo.
Obs: Caso o download esteja lento ou intermitente, click no botão PAUSE, aguarde completar o carregamento e então pulse PLAY.


Os desacertos da polícia paulista
editorial do Jornal do Brasil

Uma dose de irresponsabilidade, somada a uma fatal pitada de trapalhada. Estes foram os ingredientes que resultaram no desfecho trágico do seqüestro mais longo da história do Estado de São Paulo, no qual a adolescente com 15 anos foi mantida refém durante 100 horas pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22, no apartamento da vítima, em Santo André, Grande São Paulo. Perplexa e indignada, a população assistiu às imagens do seqüestrador saindo ileso da operação, que ao que desejávamos, teria sido meticulosamente planejada pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar, para resgatar com toda segurança a adolescente e sua amiga das garras de um criminoso desequilibrado.

Mas parece que a polícia de São Paulo insiste em esquecer que zelar pela segurança de vítimas inocentes é, segundo informa a Constituição, obrigação do Estado, por meio de suas corporações. Neste caso, as duas meninas, após tantas horas de desespero, tensão e dúvidas sobre o futuro, acabaram premiadas com graves ferimentos à bala.

O primeiro sinal de que as negociações policiais estavam fragilizadas veio com o retorno ao cativeiro da amiga da adolescente, que já havia sido libertada pelo seqüestrador. É fato comprovado por especialistas que, em casos como este, quando o criminoso demonstra ser uma pessoa perturbada, é vetado o uso de um interlocutor que não seja especialmente capacitado para uma ação com tamanha periculosidade e cercada de incertezas.

A amiga da seqüestrada – outra adolescente – jamais poderia retornar ao cativeiro, quer fosse para ajudar a negociar ou mesmo para cumprir exigência do criminoso. É sabido que, neste caso, havia um alto risco de falência em todas as promessas chanceladas pelo retorno da menina ao cárcere, e o seqüestrador, ao contrário do esperado, radicalizar a negociação. A atitude, além de colocar mais uma pessoa em risco, não constituía nenhuma garantia de sucesso e de fim do tormento, como de fato aconteceu, o que a tornou inócua.

Trapalhadas, aliás, nos últimos dias, acabaram se tornando uma prática rotineira da Polícia Militar de São Paulo. O recente confronto entre a Polícia Civil, em greve há 30 dias, e a Militar nas ruas paulistanas, mediante a ameaça de invasão dos grevistas ao Palácio Bandeirantes, onde estava o governador José Serra (PSDB), gerou inconcebíveis cenas em um espetáculo de mau gosto que, infelizmente, reavivou na memória de muitos as violentas ações de repressão aos que se manifestavam contra as ordens dos governos militares.

O bizarro episódio abre espaço para uma dúvida: como estabelecer uma relação de confiança com as autoridades de segurança quando as duas corporações responsáveis por manter a ordem se digladiam em praça pública, quiçá sob a batuta de uma turva disputa política?

É estranho – para dizer o mínimo – que, diante de tal barbaridade em território paulista, que resultou em 30 feridos, o ministro da Justiça, Tarso Genro, tenha se preocupado exclusivamente com a elucidação do assassinato de José Roberto do Amaral Lourenço, diretor de Bangu 3, presídio localizado na Zona Oeste do Rio. Genro sugeriu a atuação da Polícia Federal no caso carioca, quando mais interessante seria reverter os esforços da instituição na investigação sobre a veracidade das denúncias do governador José Serra de que o movimento da corporação paulista foi articulado por segmentos sindicais ligados ao Partido dos Trabalhadores. A simples desconfiança de que o mesmo partido que ocupa o poder federal também organiza manifestações contra o governo estadual já é lamentável. Mais grave se tiver uma ponta de verdade.


Publicado no "Jornal do Brasil" (Editorial).
Domingo, 19 de outubro de 2008.




UMA INJUSTIÇA PLANEJADA E CONSENTIDA – Gen Valmir Fonseca Azevedo Pereira



Friday, November 09, 2007

Se real fosse, seria a melhor solução para:
O próprio Fidel, Lula, Chávez, Evo, Correa, Ortega, os Kirchner, etc


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RECADO AOS "CAMARADAS" ...
"Para o bom entendedor meia palavra basta!"

"O mundo é perigoso não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que vêem e deixam o mal ser feito."

Albert Einstein








Friday, October 05, 2007

Como tratar as FARC nas fronteiras da Amazônia?
Resposta no vídeo abaixo:


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Entre tiros e afagos
por Olavo de Carvalho

Nossas tropas trocam tiros com guerrilheiros das Farc, enquanto Lula afaga as cabeças dos líderes da organização.

Oque escrevi aqui dias atrás sobre a incompatibilidade entre as pretensões da esquerda e as tradições constitutivas das Forças Armadas teve logo em seguida a mais significativa das confirmações quando fiquei sabendo que os três clubes que congregam a oficialidade nacional –o Clube Militar, o Clube Naval e o Clube da Aeronáutica – estão movendo, juntos, uma ação judicial contra a promoção post mortem do terrorista Carlos Lamarca ao posto de coronel de um Exército que ele traiu. A petição, redigida pelo advogado carioca Nina Ribeiro, não foi noticiada pela grande mídia, empenhada em fazer parecer que toda a encrenca entre o governo e os militares é apenas uma rusga passageira entre um ministro fanfarrão e alguns oficiais magoados. O sr. Nelson Jobim é, de fato, presunçoso e mandão, ao ponto de tornar-se insuportável, mas sua conduta grotesca não faz senão trazer à mostra um conflito bem mais profundo, estrutural e, a longo prazo, sem solução.

As Forças Armadas estão bem conscientes de que não servem ao governo, muito menos a governantes, mas ao Estado brasileiro. Toda a estratégia petista, ao contrário, consiste em submeter o Estado não só ao governo, mas ao partido governante e, através deste, ao esquema revolucionário continental protagonizado pelo Foro de São Paulo, com todas as entidades estrangeiras que o compõem e que, através dele, se sentem autorizadas a interferir nos assuntos nacionais com a mesma naturalidade amoral, quase candura sociopática, com que o sr. Luís Inácio confessa ter usado o governo brasileiro como instrumento para dar uma ajudinha ao sr. Hugo Chávez no plebiscito venezuelano.

O que há aí não é uma querela de ocasião, mas uma contradição antagônica que só pode ser resolvida mediante a eliminação de um dos termos: ou o PT desiste de suas alianças com o movimento comunista latino-americano e consente em tornar-se um partido burguesmente inofensivo, submisso à ordem capitalista democrática que ele jurou substituir por um paraíso socialista, ou as Forças Armadas desistem de ser o que são e aceitam servir sob as ordens do Foro de São Paulo, juntando-se às tropas de Hugo Chávez e de Fidel Castro na “guerra anti-imperialista do povo inteiro” contra os EUA. As duas hipóteses são desastrosas: a primeira jogaria contra o PT a totalidade da esquerda revolucionária continental, sujeitando os líderes petistas à ameaça dos seqüestros, atentados e demais truculências que eles acham lindas quando praticadas contra os outros. A segunda transformaria as nossas Forças Armadas não só em servidoras de seus inimigos, mas em cúmplices de uma aventura revolucionária que só pode resultar na total destruição da nossa soberania, se não das bases materiais da existência nacional.

Consciente dessas tremendas dificuldades, a liderança esquerdista tem procurado ganhar tempo, adiando o confronto enquanto busca persistentemente levar para dentro dos quartéis a “revolução cultural” incumbida de transmutar as Forças Armadas no seu oposto, pelos meios ardilosos, lentos, delicados e anestésicos criados pelo gênio maligno de Antônio Gramsci.

Sabemos que um dos cérebros mais ativos por trás dessa operação é o sr. João Carlos Kfouri Quartim de Moraes, sendo este o motivo pelo qual eu ter pisado no calo dessa figura apagada e discreta suscitou uma reação tão histérica da parte da intelligentzia esquerdista.

Oantagonismo entre o futuro da revolução continental e o passado histórico das Forças Armadas é simbolizado de maneira eloqüente pelo contraste entre duas cenas que se repetem de tempos em tempos: de um lado, nossos soldados das tropas de fronteira trocando tiros com os guerrilheiros das Farc na Amazônia, de outro o presidente da República, em Brasília, afagando as cabeças dos líderes da organização. O sr. Luís Inácio é um mestre na arte de empurrar com a barriga, mas há contradições objetivas, cujo peso resiste até mesmo à respeitável protuberância ventral de S. Excia.


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos no jornal "Diário do Comércio" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém um site em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias.
E-mail: olavo@olavodecarvalho.org


Publicado no jornal "Diário do Comércio".
Quarta-feira, 03 de outubro de 2007.





Desproporção monstruosa – Olavo de Carvalho
 
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