Wednesday, August 29, 2007

FFAA: Agora só falta arriar as calças.



























Próximo ato dos canalhas comunistas: Ordenar ao Gen Enzo Peri a condecorar "Post Mortem" o "bravo cumpanheiro" Carlos Marighella com a "Medalha da Ordem do Mérito Militar". A condecoração será recebida pela não menos "brava cumpanheira" Clara Charf diretamente das mãos do Gen Peri, em uma alardeada solenidade no Palácio do Planalto, com a presença do (????). Isso se o assassino vagabundo também não for promovido à "General-de-Exército Honorário", com todos os direitos pertinentes ao posto, principalmente $$$$. E ai de alguém que ouse contestar, terá que se entender com o "general" Jobim, que já mandou o recado: "Não haverá indivíduo que possa a isso reagir, e se houver terá resposta". É esperar para ver, quem manda mais se os Cmts das FFAA ou o falsificador da "Constituição" e rábula do Zeca Diabo Dirceu? É preciso não confundir "obediência à Constituição", com "condescendência com a humilhação".
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ORDEM UNIDA
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Nos Manuais de Ordem Unida, encontramos as várias posições que o militar adota, seja quando em formação, ou mesmo só. Assim, as posições de "sentido", "descansar" e um punhado de outras, são praticadas à exaustão, mesmo por que, como sabemos, a Ordem Unida é um instrumento complementar válido para o forjamento da disciplina castrense. Contudo, creio que os manuais e regulamentos omitem uma posição que a muito deveria estar embutida no cotidiano militar, uma vez que, aparentemente, já faz parte do seu imaginário. Refiro – me à "posição de quatro".

De preferência de olhos bem fechados, para não ver o que vai acontecer.

Na recente história da Instituição, invariavelmente em pequenas doses, mas não menos dolorosas ou em maciças doses cavalares (comumente, anuais), "de quatro", a Instituição é atropelada (?) por acusações explícitas, com origem nos órgãos do governo, quando não do próprio governo que, virtualmente, recomenda - se, é preciso adotar a corajosa "posição de quatro", para não ver e sentir o estrago.

Esta reflexão decorre em razão do Relatório de 500 páginas elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, denominado "Direito à Memória e à Verdade", que acusa os integrantes dos órgãos de repressão da ditadura militar (1964/1985) de decapitar, esquartejar, estuprar, torturar, ocultar cadáveres... O lançamento do Relatório será na próxima quarta – feira, no Palácio do Planalto em cerimônia oficial, e contará com a presença do "magnânimo – mor". O documento atinge em cheio a honra e a dignidade de Chefes Militares e das Forças Armadas. Entretanto, pelo silêncio que se segue a tais ataques, pela modorra, pelo descaso, pelo ar de "deixa disso" ou "deixa pra lá", pode parecer aos desavisados, que a intenção daquele calhamaço é vilipendiar os militares e suas instituições que vivem, ou viveram alhures, um lugar desconhecido e incerto situado na vasta galáxia celestial. Assim sendo, não é conosco.

Portanto, o melhor é incorporar a máxima do insigne colunista do passado, Ibrahim Sued, que sentenciava "os cães ladram e a caravana passa". A nossa caravana, lamentavelmente, perdida no deserto, perdeu sua bússola, rumo e siso, e sacrificou o último camelo.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.








Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais".
Sábado, 25 de agosto de 2007.




Revanchismo e mitologia esquerdopata querem rever Lei da Anistia
por Reinaldo Azevedo

"Está previsto para hoje, em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Lula, ex-preso político, e de vários ministros, o lançamento do livro "Direito à Memória e à Verdade", cujas páginas registram o perfil dos mortos e desaparecidos sob a ditadura militar brasileira. A obra resulta de cuidadoso trabalho da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, presidida pelo advogado Marco Antônio Rodrigues Barbosa. Editada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República nesta gestão do ministro Paulo Vannuchi, é, com certeza, o mais importante documento histórico sobre os anos de chumbo desde a publicação de "Brasil: Nunca Mais", assinado pelo cardeal d. Paulo Evaristo Arns, hoje arcebispo emérito de São Paulo, e o reverendo Jaime Wright."

Assim começa Frei Betto o seu artigo na Folha desta quarta. Opinião é como intestino: todo mundo tem. E a democracia, onde há democracia (não é o caso da Cuba de Fidel Castro... e de Betto), garante a sua expressão, o que é ótimo para o regime de liberdades públicas, mas nem sempre a verdade sai ganhando. Tá bom. Podemos pagar o preço de uma impostura ou outra para ter um regime democrático. Mas elas precisam ser denunciadas.

Uma das mentiras esquerdopatas que costumam triunfar é a de que a história é sempre contada pelos vencedores. Não é regra. Às vezes, sim; às vezes, não. Leiam, por exemplo, Os Doze Césares, de Suetônio. Os mandatários romanos não aparecem ali fazendo, necessariamente, um bom papel. Nem A Ilíada, que é literatura (e, pois, também história), é sempr airosa com os gregos — Heitor, o vencido, é uma grande personagem. Muitas vezes, a crítica vem embutida no próprio elogio. David, o pintor, puxando o saco de Napoleão, fala muito mais do temperamento do baixinho invocado do que seus inimigos. Essa conversa de que é preciso contar a história dos vencidos é pura mistificação submarxista. Marx, aliás, um quase-helenista, morreria de rir dessa tolice. Até porque o discurso histórico também é história. Supor que haja dois pontos de vista apenas — o do vencido e o do vencedor — é flertar com a tentação de haver um juiz da história, que venha a desempatar a contenda. Coisa de mulas intelectuais e de totalitários.

Pedem-me que comente a iniciativa da Secretaria Nacional de Direitos Humanos de publicar o tal livro, mais um, com o relato dos horrores da tortura durante o Regime Militar. É coisa do secretário Paulo Vannuchi. Um anterior, Nilmário Miranda, tem a sua própria obra a respeito: Dos Filhos Deste Solo, em parceria com o jornalista Carlos Tibúrcio. Quem sabe o próximo se dedique à mesma iniciativa... Vejam só: se há fato histórico em que a versão vitoriosa é a dos vencidos, é este. A esquerda perdeu a batalha, mas ganhou a guerra de propaganda. Escrevi um artigo sobre isso na extinta Primeira Leitura. Neste blog, tratei do assunto no dia 18 de julho do ano passado. Esta tese é minha. No caso do golpe militar de 1964, até agora, só os vencidos deram a sua versão porque amparados, olhem que coisa!, em sua suposta superioridade moral.


É o habitual

É o único caso em que o vencido é o vencedor? Não. No Ocidente, especialmente depois que a academia e os meios de comunicação foram ocupados pela cultura da contestação, isso é uma constante. O aparato analítico da esquerda, no entanto, fazia-se presente na história das idéias muito antes. Já escrevi aqui também: até hoje, os assassinos de Robespierre são exaltados como verdadeiros heróis dos direitos do homem. As melhores conquistas da chamada Revolução Francesa foram obra de conservadores, o que é solenemente omitido tanto na França como no Brasil. O único historiador que conseguiu furar o bloqueio da "mentira dos vencidos" com razoável sucesso foi François Furet. Parte da historiografia brasileira se dedica a resgatar a memória dos "vencidos" mesmo que sejam notórios bandidos, como é o caso do ditador paraguaio Solano López, visto como um "socialista" endêmico destruído pela brutalidade dos brasileiros. E quem diz isso? Brasileiros, ora essa. Em matéria de estupidez, a nossa academia não tem preconceitos.

Mas volto lá ao tal livro. Eu vinha evitando o assunto porque já escrevi muito a respeito. Se vocês acessarem o Google e botarem lá palavras-chave como "Reinaldo Azevedo indenização pensão esquerda terrorismo", verão quantas vezes já escrevi a respeito dessa história. Quem, comprovadamente preso, foi vítima de maus tratos tem mesmo de ser indenizado — ou alguém da família no caso de morte. Quem optou pela luta armada ou pelo terrorismo (em suma: deliberadamente, pegou em armas para derrubar o governo) fez uma escolha consciente. Se morreu na batalha, pagou o preço de uma opção. Poderia ter matado. E alguns mataram. E também não sou sensível à falácia de que a guerrilha e o terror eram a última saída. Não eram. Ou seria preciso abolir todas as outras formas de resistência que houve. Mais: essa hipótese se sustenta em outra mentira, combinada com a anterior: a decisão de promover a luta armada seria posterior à decretação do AI-5. Foi anterior.

Ora, qual é o sentido de se fazer um novo livro sobre os mortos, carregando agora, mais do que antes, na descrição dos horrores a que teriam sido submetidos? E fazê-lo com patrocínio oficial, quando o estado brasileiro já admitiu, como ente legal, as suas culpas, pagando uma indenização bilionária? Sim, o que Frei Betto e seus serviçais na mídia escondem é que as indenizações às "vítimas" do Regime Militar já custaram R$ 3,5 bilhões aos cofres públicos. A cada mês, as pensões somam outros R$ 28 milhões. Eles quiseram implantar o comunismo no Brasil, e nós pagamos o pato. Já foram concedidas 17 mil reparações, 13 mil foram rejeitadas, e ainda há outras 30 mil na fila.

Lula, que Frei Betto chama de "preso político" (este apoiador de Fidel Castro não tem mesmo nenhum senso de ridículo), é um dos pensionistas. No mundo inteiro, é verdade, os "vencidos" de carteirinha lutam para contar a sua versão dos fatos. Só que, no Brasil, eles decidiram passar primeiro no caixa. Parênteses: o discurso da "versão dos vencidos", com que se tenta enobrecer o livro, seria um argumento muito interessante num tribunal. Não é legítimo supor que, uma vez "vencidos", usam a sua narrativa extremada como mais uma arma contra o inimigo, agora a retórica — quiçá a imaginação?


Lei de Anistia

A Lei de Anistia é de 1979. Qual foi o seu sentido? Justamente eliminar esse discurso de "vencidos" e "vencedores" e impedir, para usar uma expressão da época, o afloramento do "revanchismo". A maioria das correntes de esquerda, diga-se de passagem, endossou essa perspectiva. E notem bem: não faltou, na linha dura militar, quem alertasse para o fato de que a lei seria apenas o primeiro passo da revanche, que viria mais cedo ou mais tarde. Tais setores argumentavam — e não sem razão — que, estivessem invertidos os papéis, e as esquerdas não lhes dariam a chance do perdão. A julgar pela experiência histórica do comunismo, viria mesmo é o paredão para os que então estavam no poder e para milhões de outros brasileiros.

O livro a ser lançado hoje cita 475 casos. O de Nilmário, 424. Não li o de agora. O outro era bastante generoso nos critérios para atribuir mortos e desaparecidos ao Regime Militar. Nem sempre a vinculação fica clara. Seja um número ou outro, Fidel Castro, o guia moral de Frei Betto, riria da brandura da ditadura brasileira. O que eu acho? Uma barbaridade, é óbvio. Com uma diferença: eu deploro as duas ditaduras; Betto, apenas uma.

Resistindo à linha dura, felizmente prosperou a corrente que propugnava em favor da abertura política, e o país pôde, então, caminhar para a conciliação e para uma transição pacífica do Regime Militar para a democracia. Reavivar agora aquelas contendas serve a quais interesses? Se o governo Lula patrocina um livro como esse, embalado por forte propaganda, poderia muito bem ter atuado, por meio da comissão que cuida do assunto, para tentar localizar corpos que ainda não tenham sido encontrados. Em vez da eficácia, busca-se, no entanto, a propaganda. E os promotores de tal iniciativa mal escondem a intenção de levar os anistiados "do outro lado" para o banco dos réus.

Escreve Frei Betto:
"A nação, entretanto, tem o direito de resgatar a sua memória e corrigir aberrações jurídicas como a "anistia recíproca" do governo Figueiredo. Inútil querer impedir que as famílias pranteiem seus mortos e clamem por seus entes queridos desaparecidos. E, a exemplo do Chile e da Argentina, o princípio elementar do direito exige que crimes, sobretudo aqueles cometidos em nome do Estado, sejam investigados, e seus responsáveis, punidos, para que a impunidade não prevaleça sobre a lei nem se perpetue como tributo histórico."

Há, aí, dois truques sujos no que respeita à retórica e à história. "Resgatar a memória" — e os corpos — é uma coisa. Rever a "anistia recíproca" é que é uma aberração. Andaram bem, no passado, os que assaltaram bancos, promoveram o terrorismo, a guerrilha e também mataram? Até onde chega a paixão de Frei Betto pela revisão da história? O segundo truque é equiparar a ditadura militar brasileira à argentina ou à chilena. A primeira matou 30 mil pessoas; a outra, 3 mil — com populações muito menores do que a brasileira. Naqueles países, a ditadura deixou uma chaga social; no Brasil, felizmente, não. Ah, claro: por mil habitantes, o campeão em mortes, prisões e exílios é o ditador Fidel Castro, o amigo de Frei Betto.

Matou ou não?

Indagado pela revista Playboy se já matou alguém, José Dirceu não quis responder. Deixou para o futuro, para as suas memórias. Eu, por exemplo, posso dizer: nunca matei ninguém. É bem provável que quem me lê também não. E outras tantas figuras do governo e da base aliada que participaram da luta armada e de ações terroristas? Eles têm ou não as mãos sujas de sangue? Em alguns casos, é quase fatal supor que sim. Mataram em nome do quê? De uma causa? A causa do comunismo era moralmente superior à do combate ao comunismo? Ou terão a cara-de-pau de dizer que seus assassinatos ajudaram a construir o regime democrático no Brasil?

Os "vencidos" já venceram e já contaram a história do seu jeito. Partidários óbvios de um regime facinoroso, estão por aí fazendo as vezes de combatentes da liberdade. O livro é só uma peça a mais no proselitismo vitimista, que busca ajustar contas com o passado. E que governo o promove? Um capaz de se meter numa conspirata — não com um, mas com dois ditadores (os amigos de Betto) — para devolver dois pobres pugilistas a uma tirania; a tirania que os "heróis" de si mesmos, sem qualquer apoio popular, queriam implantar no Brasil.

Que interpretação é esta?

Este é um texto de vencido ou de vencedor? Conheci a truculência da ditadura com 15 anos, como estudante secundarista, perseguido por um agente de sobrenome "Olay". Estará vivo ainda? Isso faz 30 anos. Túlio Bulcão, meu professor então, meu amigo ainda hoje, militante do PT, conhece bem a história. Outros que me davam aula também. Eu era socialista? Ainda não exatamente, mas me interessavam as pessoas que diziam coisas que o "sistema" (usava-se muito esta palavra naqueles tempos) não deixava dizer. Quando decidiram me "pegar", era um pretexto para tentar chegar a alguns professores de esquerda — com os quais, de resto, justiça seja feita, eu nem tinha contato. Quando ingressei num grupo trotskista, cruzei com um deles na reunião, e foi difícil saber quem ficou mais surpreso.

Era 1976. Fiquei, é claro, apavorado. Mas não o suficiente para me afastar da "luta", à qual dediquei alguns anos. Até entender, ainda bem que a tempo, que aquilo que eu buscava era a democracia, não o socialismo — descoberta que não se faz sem alguma dor e sem alguma perda. Mas isso não interessa agora, e não há qualquer risco de eu me tornar um sentimental nesta questão. O que penso hoje, e já há muitos anos, da esquerda, vocês sabem. Fiz escolhas intelectuais e morais. Mas também conheço como funciona a racionalização da barbárie e da violência na cabeça de um esquerdista. Este livro é parte de uma representação que procura entronizar santos e exorcizar demônios, contra o sentido da Lei da Anistia. Reitero: buscar corpos ou tentar saber o destino de desaparecidos é coisa diversa de rever a lei, como querem Frei Betto e seus propagandistas. Em tempo: continuam a me interessar as pessoas "contra o sistema".

Finalmente...

A democracia no Brasil não morreu em 1964 porque a direita deu um golpe. Morreu porque não havia quem a defendesse, de lado nenhum. Um governante responsável não teria promovido ele próprio a subversão, como fez João Goulart, incentivado pelos nacionalistas bocós e pelos bolcheviques tupiniquis, que imaginavam que ele pudesse ser o seu Kerensky. Não podia. Era ainda mais idiota. Deu no que deu. O Brasil não merece reabrir uma ferida porque um populista meio vulgar decidiu dar as mãos a meia-dúzia de "vencidos-vencedores" que não conseguem nem superar nem se livrar de suas próprias obsessões.


Reinaldo Azevedo é formado em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e em Jornalismo pela Universidade Metodista, foi professor de literatura e redação dos colégios Quarup, Singular e do curso Anglo, foi também redator-chefe das revistas República e Bravo!, diretor de redação da revista Primeira Leitura, além de coordenador de política da sucursal de Brasília do jornal Folha de S. Paulo. Escreve freqüentemente sobre política nos jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo". Reinaldo atualmente é articulista da revista "VEJA" e escreve o blog político mais influente da rede, "Blog Reinaldo Azevedo". Polêmico, irônico, ferino, Reinaldo Azevedo é autor dos livros "Contra o Consenso: Ensaios e Resenhas", pela Editora Barracuda, do best seller "O país dos Petralhas" e por último "Máximas de um País Mínimo", ambos da Editora Record.





Publicado no "Blog Reinaldo Azevedo".
Quarta-feira, 29 de agosto de 2007, 05h24.


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3 comments:

Anonymous said...

Carta ao povo.
Por espírito.
Da Divindade Humana.
Ricardo Antonio Filgueiras
Rio de Janeiro 25 agosto 2007.
· Venho por meio destas linhas me expressar aos meus irmãos brasileiros na forma carnal e na forma espiritual. Eu estou junto a vós nesta complexidade humana que vem de algumas decaís para cá as dificuldades que atravessamos do dia a dia para a nossa existência básicas em vários setores da vida do cotidiano, os desleixos dos setores públicos vem tomando forma crescente e a cada dia mais grotesca esta ficando, muitos de vós não tem onde morar não existe política de moradia outros empregados estão mais os salários minguados são e as necessidades básicas ficam a desejar, outros na camada dos desempregados são e nada a comprar podem, outros a desejar na saúde estão e pagam através do CPMF imposto criado especial para saúde mais doente ainda são e muitos sem atendimento ficam, outros as crianças e adolescentes nos seus trajetos da escolaridade no caminho sem destino vão, outras vidas nas cidades atormentas pela violência são diversos crimes em seus lares passam e já não bastando por tanta pobreza e aflições espalhadas pelos cantos do Brasil, o povo ainda atravessa neste sistema que não tem cura (só a revolução). Os representantes que se dizem políticos que (Lá) estão, foram colocados para dirigir a política e assim pudessem nos representar dignamente mesmo errando mais tendo a hombridade de consertar o que estivesse errado mais nada o fizeram para melhorar a vida do povo. Muitos se aproveitam da legitimidade que foi dada para se enriquecer através do dinheiro que não é deles é da sociedade produtora que produzirão através das mãos trabalhadora e pagos os impostos a estes que nos submetem diariamente para saciar estes opressores que lá estão sem contar os roubos que lá o fazem e não bastando ainda impunemente ficam em seus partidos alimentados pelo nosso dinheiro. Os representantes do judiciário que deveriam ir contra estas desgraças que flagela toda a sociedade também nada fazem a não ser manter a venda nos olhos da LEI, coberto no lenço sentado no trono da hipocrisia judiciária e pagos da mesma forma que os políticos são pagos pelo contribuinte, aqueles que se sacrificam e constrói as riquezas brasileiras. Mando uma mensagem para aqueles que estão nos ERROS e não querem sair, saiam enquanto há tempo e conserte o quanto é tempo, pois a cobrança será centavo por centavo e haverá aferição, choro e ranger dos dentes, para o meu povo sofrido que junto eu estou a voz eu digo com a maior certeza não se revolte e não se acovarde por aqueles que lá estão lhe trazendo o mal, tenha piedade e compaixão por eles, pois o quinhão deles já esta sendo pago neste mundo e logo terão que se despir de tudo, pois a jornada será longa, para vocês que houve a voz do ESPIRITO SANTO não temais entregais a JESUS CRISTO o seu corpo e sua alma tendo FÉ pedindo assim o seu intermédio das aferições que passa pela terra e veras o DIVINO se manifestar em seu ser.
· O que vocês esperam do fim do mundo coisas boas só quando recomeçarmos do zero ai só vai ter coisas boas ate lá é lutar para não se entregar ao sistema do COMUNISMO que grande vira e se implantara e o final acontecera. TERRA VASIA ficara.
· Se DEUS é por nós quem será contra NÓ

maristela said...

Reinaldo é realmente um cara admirável - deve dar inveja a tanto sujeito que só tem escolha de fachada. Como muitos do "partidodotrabalhadô" que depois que descobriram as cócegas das bolhas de champagne não admitem mais que tomam pinga. Essa gente já encheu a paciência. E agora, que, além da bolsa família vamos ter de pagar a bolsa adolescente? affffemaria

CAntonio said...

Se a condecoração acontecer....Melhor fechar esse país... com uma bomaba.

Assim não dá!


SDS

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