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Monday, July 27, 2009

Terminantemente, essa dívida não será prorrogada!
Já está mais do que na hora de efetuarmos a devida cobrança.

Foto: A execução de alguns "filhotes" de Fidel, à moda da "isla paraíso". Porém, sem direito à venda.























Click AQUI para ver a foto no tamanho original.


Nenhum de nós lhes deve nada. Eles nos devem tudo, a começar pela vida.
por Augusto Nunes

"Ainda bem que a gente não chegou ao poder: se isso acontecesse, teria de devolver no dia seguinte", disse Vladimir Palmeira, em maio do ano passado, num debate entre veteranos de 1968. "A gente sabia muito pouco, não tinha preparo para governar país nenhum". Certíssimo. "A gente não tinha nem mesmo um projeto de poder". Errado. Os comandantes do movimento estudantil (e, sobretudo, seus mentores na clandestinidade) tinham um projeto, sim. Tão claro quanto perverso: substituir a ditadura militar pela ditadura do proletariado.

Quem não tinha projeto de poder era a "massa de manobra", como se referiam os chefes à multidão dos ingênuos, generosos, anônimos que repetiam palavras-de-ordem cujo real significado ignoravam e cumpriam ordens e instruções que vinham de cima. Os soldados rasos lutavam pela liberdade. Os comandantes planejavam suprimi-la. O rebanho sonhava com a ressurreição da democracia. Os pastores queriam muito mais, confirma Daniel Aarão Reis, ex-militante do MR-8, ex-exilado e hoje professor de história da Universidade Federal Fluminense.

"As esquerdas radicais não queriam restaurar a democracia, considerada um conceito burguês, mas instaurar o socialismo por meio de uma ditadura revolucionária", fala de cadeira Aarão Reis, principal ideólogo de uma dissidência do PCB que desembocou no MR-8. "Não compartilho da lenda segundo a qual fomos o braço armado de uma resistência democrática. Não existe um só documento dessas organizações que optaram pela luta armada que as apresente como instrumento da resistência democrática".

Recrutados na massa de manobra, os alunos dos cursinhos intensivos de revolução ainda estavam na terceira vírgula de O Capital e no quinto parágrafo de Engels quando descobriam que desistir das aulas semanais era crime sem perdão. "Ele desbundou", diziam os mestres de algum discípulo sumido. Meia dúzia de panfletos de Lenin depois, os aprendizes descobriam que se haviam tornado oficiais do exército mobilizado para sepultar o capitalismo e conduzir o povo ao paraíso comunista.

Muitos se diplomavam sem sequer desconfiar da grande missão. Mas gente como Vladimir Palmeira tinha idade e milhagem suficientes para saber que perseguia um regime ainda mais selvagem, brutal e infame que o imposto ao Brasil. Conviviam com tutores de larga milhagem. O sessentão Carlos Marighela, por exemplo, ensinava aos pupilos da ALN a beleza que há em "matar com naturalidade", ou por que "ser terrorista é motivo de orgulho". Deveriam todos orgulhar-se da escolha feita quando confrontados com a bifurcação escavada pelo AI-5.

A rota certa era a esquerda, avisavam os que nunca tinham dúvidas. Passava pela luta armada e levava à luz. A outra era a errada. Passava pela rendição vergonhosa e levava à cumplicidade ostensiva com os donos do poder. Ou, na menos lamentável das hipóteses, aos campos da omissão onde se amontoavam desertores da guerra justa. A falácia foi implodida pelos que se mantiveram lúcidos, recusaram a idiotia maniqueísta e percorreram o caminho da resistência democrática.

Estivemos certos desde sempre. Desarmados, prosseguimos o combate contra quem os derrotara em poucos meses. Enquanto lutávamos pela destruição dos porões da tortura, eles se distraíam em cursinhos de guerrilha ou no parto de manifestos delirantes. Estavam longe quando militares ultradireitistas tentaram trucidar a abertura política. Só se livraram do cárcere e do exílio porque conseguimos a anistia, restabelecemos as eleições diretas e restauramos a democracia. Nós vencemos. Eles perderam todas. Alguns enfim conseguiram tornar-se contemporâneos do mundo ao redor. Quase todos permaneceram com a cabeça estacionada em algum lugar do passado. E voltaram com a pose dos condenados ao triunfo.

Fantasiados de feridos de guerra, os sessentões de 68 se apropriaram de indenizações milionárias, empregos federais, mesadas de filho mimado. Com a velha arrogância, seguem convencidos de que quem está com eles tem razão. Passa a fazer parte da esquerda, formada por guerreiros a serviço das causas populares. Quem não se junta ao bando é inimigo do povo, lacaio dos patrões, reacionário, elitista, golpista vocacional. O comportamento e a discurseira dos dirceus, franklins, dilmas, genoínos, palmeiras, garcias, tarsos, vannuchis e o resto da turma confirmam: passados tantos anos, estão prontos para errar de novo. Infiltrados no governo de um presidente que não lê, não sabe escrever, merece zero em conhecimentos gerais e faz qualquer negócio para desfrutar do poder, eles aparelharam o Estado e vão forjando alianças com o que há de pior na vizinhança para eternizar-se no controle do país. Se não roubam , associam-se a ladrões. Se não matam, tornam-se comparsas de homicidas.

Sequestradores da liberdade e assassinos da democracia jamais deixam de sonhar com o pesadelo. Não têm cura. Nenhum democrata lhes deve nada. Eles é que nos devem tudo, a começar pela vida.


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes, dos jornais O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Zero Hora, além de diretor-executivo do Jornal do Brasil. Foi também apresentador do programa Roda Vida da TV Cultura e do programa "Verso & Reverso" da TVJB. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente, Nunes escreve uma coluna na edição eletrônica da Revista "VEJA".




Publicado na seção Direto ao Ponto da "Coluna do Augusto Nunes".
Domingo, 26 de julho de 2009.



Resenha da História do Brasil – A verdadeira





Wednesday, May 28, 2008

Um "jogo" muito estranho! Quem perdeu: $$$ GANHOU $$$.






































O germe do autoritarismo
por Ricardo Noblat

Fui preso quatro vezes durante a ditadura militar inaugurada no país em 1964. Estudava jornalismo no Recife e ao mesmo tempo trabalhava em jornais. Em 1969, eu e mais vinte e poucos colegas fomos expulsos da Universidade Católica de Pernambuco, acusados de subversão. E durante um ano proibidos de estudar em qualquer outra universidade. Fiquei desempregado por algum tempo.

Eu simpatizava com a Ação Popular, uma das muitas organizações de esquerda que lutavam contra a ditadura. Mas nunca a ela me filiei - nem a nenhuma outra. Sabia que não dava para ser jornalista e militante político ao mesmo tempo - e o jornalismo me atraía mais. E não estava convencido de que o comunismo era a salvação do mundo. Não queria trocar a ditadura que nos esmagava por qualquer outro tipo de ditadura.

Todas ou quase todas as organizações que pregavam o fim da ditadura rejeitavam o modelo de "democracia burguesa" que temos hoje, aqui e na maior parte do mundo. Eu respeitava quem pensava assim, mas não estava convencido do acerto de sua opção - pelo contrário. E não via a mais remota chance de sucesso na tentativa de se derrubar a ditadura via luta armada. Ela venceria, como de fato venceu.

Parte dos jovens daquela época era "generosa", como observou, ontem, a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, em entrevista ao Programa do Jô. Por generosa, entenda-se: capaz de arriscar a integridade física em defesa de suas idéias. Mas isso não quer dizer que suas idéias fossem corretas. Ou Dilma ainda acredita na "ditadura do proletariado"? Ou ainda acredita que "o poder está na ponta do fuzil"? Não creio.

Tenho horror e nojo à ditadura, como disse certa vez o deputado Ulysses Guimarães, então presidente do PMDB. E a todas as suas práticas - a suspensão dos direitos e garantias individuais, a tortura e a morte dos seus adversários. Mas por ter combatido a ditadura de 64 ao meu modo, e arrostado com as consequências disso, não me acho merecedor de indenizações ou de qualquer outro tipo de reconhecimento.

A glorificação dos que enfrentaram armados a ditadura pensando em substitui-la por outra revela oportunismo e a dificuldade de se abdicar de idéias carcomidas . Há nisso também muito de arrogância e de autoritarismo.


Ricardo Noblat, nasceu em 1949 na cidade de Recife-PE, formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, trabalhou como repórter dos jornais "Diário de Pernambuco" e "Jornal do Commercio", além das sucursais do "Jornal do Brasil" e revista "VEJA", também foi repórter e chefe da extinta revista "Manchete" no Recife. Chefiou a sucursal da revista "VEJA" em Salvador-BA, por dois anos, revista esta, onde depois foi editor-assistente em Sâo Paulo-SP. Trabalhou ainda em Brasília-DF, como editor regional da sucursal do "Jornal do Brasil" e repórter na também sucursal do jornal "O Globo", de onde saiu para chefiar a sucursal da revista "IstoÉ" e posteriormente a direção de redação do jornal "Correio Braziliense". De volta a Salvador-BA, chefiou a redação do jornal "A Tarde" por quase um ano. Ainda teve uma passagem pelo jornal "O Estado de S. Paulo", onde além de uma coluna aos domingos, manteve um blog. Atualmente Ricardo Noblat é editor-chefe do "Blog do Noblat" e publica uma coluna às segundas-feiras no jornal "O Globo". Noblat também é autor de vários livros na área de Jornalismo.


N.R. Além de política e atualidades o Blog do Noblat também é ótimo para quem gosta da boa música.

Publicado no Blog do Noblat.
Terça-feira, 27 de maio de 2008, 14h19.





A IDIOTIA DE LULA – José Nivaldo Cordeiro

Wednesday, February 27, 2008

Este é o tipo de armamento que se encontram nas mãos do MST.

Foto: De cima para baixo, fuzil de assalto AKM (Irã ou China?) e fuzil de assalto Kalashnikov AK-103 (Rússia).

































Reflexão IV
por Aluisio Madruga

Partido dos Trabalhadores
Seu desgoverno e as Forças Armadas - a Revolução Petista em marcha

Depois de tudo que já foi dito, creio ser fácil concluir que não é possível continuarmos perpetuando a falácia dos "pobres heróis", que tombaram sob a fuzilaria do "opressor" Exército Brasileiro.

Esses "pobres heróis inocentes" estavam a serviço de quem? Quem os recrutava? Quais eram seus objetivos? Quem os comandava?

É importante que fique claro que desde 1961 já havia uma Revolução em andamento, liderada pelos comunistas, e que a Nação estava em perigo, a soberania do Brasil estava ameaçada e foi preciso agir em defesa da Pátria – então veio a Contra–Revolução de 1964.

Devemos ter em mente que a farsa dos esquerdistas, seguidores de Marx, Lênin, Stalin, Trotski e Gramsci, além de outros, continuará. Não há interesse de que as suas idéias sejam discutidas e entendidas popularmente, porque, se assim o forem, elas não poderão ser utilizadas como bandeiras de manipulação das massas.

Ainda há muito a dizer e é preciso ser dito. Vamos então citar várias declarações feitas por militantes do Partido dos Trabalhadores para que o leitor, ao conhecê-las, possa aquilatar o grau de violência revolucionária existente dentro do partido, particularmente, em relação às Forças Armadas. Então vamos a elas:

"Nossa estratégia, desde logo, prevê a acumulação de forças visando uma ruptura radical com a ordem burguesa, pois a destruição do Estado burguês, historicamente, é um passo imprescindível para a construção de uma sociedade sem classes, igualitária". (Encontro de sindicalistas do PT- Diadema-SP, de 16 a 18 de maio de 1986).

O Presidente do PT afirmou, em Caçapava/SP, que: "O poder tem que ser tomado pelos trabalhadores, pela conscientização como classe, ou na marra". Não chega a ser uma doutrina, apesar do reiterado gosto do Sr, Luís Inácio Lula da Silva pela Luta Armada. (Publicado no "Jornal do Brasil" - Editorial de 23 de julho de 1986).

"A transformação da sociedade será armada, porque a burguesia estará armada para impedir que os trabalhadores acabem com esse estado de exploração. Infelizmente haverá muitas mortes e correrá muito sangue, pois ninguém é ingênuo para pensar ao contrário". (Otávio Rodrigues de Carvalho, a época vereador do PT e militante da organização trotskista Tendência Partidária Democracia Socialista - TP/DS, em entrevista ao jornal. "A Gazeta", edição de 09 de abril de 1989.)

"Não se constrói o socialismo apenas com um processo político meramente nacional. Deve-se, portanto, trabalhar em conjunto com o PT peruano, o Movimiento de Isquerda Revolucionário(MIR) do Chile, o Movimiento Al Socialismo (MAS) da Argentina etc. A tática a ser adotada, deve ser a de tomar o poder através do movimento de massas, e não pela via eleitoral". (Anísio Garcez Homem, militante da organização trotskista “ O Trabalho Para Reconstrução da Quarta Internacional – OT/QI. Discurso na Câmara Municipal de Curitiba-PR, durante encontro promovido pelo PT paranaense, em 02 de Julho de 1989).

"Estamos no processo revolucionário; A revolução não começa com a ruptura, mas por mudanças de comportamento, de idéias, por uma ruptura ideológica; A revolução já está acontecendo e ver tantos jovens aqui reunidos, discutindo, demonstra isso; A Prefeitura pode representar um instrumento da revolução; Assim como as Comunidades Eclesiais de Base, os movimentos populares politizados e partidos políticos como instrumento de classe, também uma Prefeitura pode representar um instrumento da revolução; O que nos identifica é nossa condição de trabalhadores revolucionários." (Discurso da então prefeita de São Paulo pelo PT Luíza Erundina, durante encerramento do Curso de Verão em 04 de fevereiro de 1989 - São Paulo-SP, para agentes pastorais das Comunidades Eclesiais de Base).

"Não descarto o uso das armas se esta for uma decisão não só de um partido mas da maioria da população". (Entrevista de Luíza Erundina ao Jornal Report on The América, editado em Nova Iorque e publicada no jornal "Correio Braziliense" de 25 de maio de 1989).

Luiz Carlos Prestes e seus seguidores tinham abandonado o PCB por não concordarem com o nível, segundo eles, de pacifismo do partido, tendo sido criada a "ALA PRESTES" que se enquistou no PT, ocasião em que Prestes declarou: "A forma de revolução é secundária. O importante é o emprego de uma tática justa. Não creio que se possa descartar uma revolução sem conflitos do tipo guerra civil ou armada. Em qualquer situação haverá violência". (Publicado no jornal "Folha de S. Paulo" de 04 de maio de 1986).


Aluisio Madruga de Moura e Souza é Coronel do Exército Brasileiro, e autor dos livros: "Movimento Comunista Brasileiro: Guerrilha do Araguaia - Revanchismo: A Grande Verdade" e "Documentário - Desfazendo Mitos da Luta Armada"

N.R. A leitura destes dois livros é imprescindível para aqueles que se interessam pela verdade dos fatos e não pelas versões mentirosas difundidas pelos comunas. Ambos estão à venda na Livraria Brasil.Net.

Publicado no site "Ternuma – Terrorismo Nunca Mais" - (Regional Brasília).
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008.





O Brasil progride enquanto dorme – Arnaldo Jabor

A História jamais absolverá "el comandante" – Carlos Alberto Montaner
 
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