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Saturday, September 15, 2007

"Bo-rato Mercador": O tarefeiro aloprado do PT!










































É preciso coragem para tanta covardia
por Augusto Nunes

O senador Aloizio Mercadante anda ruim da vista desde a campanha eleitoral de 2006. Candidato do PT ao governo de São Paulo, continua jurando, contra todas as evidências, não ter enxergado a movimentação do bando de aloprados que, a centímetros do bigode, negociavam a compra de um dossiê fraudado para prejudicar o oponente José Serra.

Na quarta-feira, ao explicar por que optara pela abstenção no julgamento de Renan Calheiros, Mercadante voltou a candidatar-se a uma longa temporada no Instituto Benjamin Constant. Nestes últimos 100 dias, desabaram sobre o delinqüente montanhas de provas com suficiente consistência para que Renan troque a cadeira de presidente pelo colchão de um catre. Mercadante não enxergou nenhuma.

"Achei melhor esperar o fim das investigações", recitou, sem ficar ruborizado. Antes de virar estafeta de Lula, ele não precisava de provas, sequer de indícios, para decidir que um adversário inocente era culpado. Nesta semana, voltou a bancar o míope para liderar o bloco da abstenção na mais obscena das sessões - e livrar da punição merecidíssima o parceiro bandido. É preciso coragem para tanta covardia.

Quase quatro meses depois de iniciada a procissão de bandalheiras protagonizadas por Renan Calheiros, só podem invocar o benefício da dúvida senadores pertencentes a uma de três subespécies: os cretinos fundamentais, os idiotas uterinos e os imbecis irremissíveis. Mercadante não se enquadra em nenhuma delas. Ele sabe que Renan merece a cassação. Entrou na luta para absolvê-lo porque o chefe Lula mandou.

Dúvidas reais recomendam reflexões solitárias e silenciosas. Dúvidas imaginárias, como as simuladas por Mercadante, convidam a movimentos nas sombras. Durante a sessão, o hesitante profissional procurou colegas já resolvidos a condenar o réu. Em vez de ouvi-los, tentou convencê-los a ficar em dúvida também. Ajudou a salvar Renan. Mas assassinou o próprio passado político. E pode ter ferido de morte o futuro.


Augusto Nunes da Silva é jornalista, nascido em Taquaritinga, interior de S. Paulo, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação das revistas Época e Forbes e dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Zero Hora. Foi também apresentador do programa Roda Vida, da TV Cultura. Augusto Nunes escreveu diversos livros, entre os quais: "Minha Razão de Viver - Memórias de um Repórter" (livro de memórias de Samuel Wainer), "Tancredo" (biografia de Tancredo Neves), "O Reformador: um Perfil do Deputado Luís Eduardo Magalhães" e "A Esperança Estilhaçada", sobre a atual crise política, entre outros. É um dos personagens do livro "Eles Mudaram a Imprensa", da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que selecionou os seis jornalistas mais inovadores dos últimos 30 anos, além de ter ganho por quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente é colunista do Jornal do Brasil e apresentador do programa "Verso & Reverso" da TVJB.


Publicado no jornal "Jornal do Brasil".
Sexta-feira, 14 de setembro de 2007.



E pensar que este personagem é filho de General e irmão de Coronel do Exército...
Nem sempre filho de peixe, peixinho é!
























ALOIZIO MERCADANTE
O senador eleito com 10 milhões de votos foi reduzido a tarefeiro do partido na
batalha contra a moralidade. Uma pena.
(Revista "VEJA" - Edição n° 2026 de 19/09/2007.)



Friday, September 14, 2007

As quatro patas do senador "Incitatus".

































Senado prova que instituições também se suicidam
por Josias de Souza

O nome da crise não é mais Renan Calheiros. O caos agora se chama Senado da República. Ao absolver um presidente indefensável, os senadores comprovaram a existência de um par de axiomas indubitáveis: 1) só há duas formas de fazer política, as ruins e as muito piores; 2) a exemplo dos indivíduos, também as instituições pretensamente republicanas podem cometer suicídio.

Dias antes da votação secreta, o líder tucano Arthur Virgílio dissera que, no escurinho do plenário, longe dos holofotes e das câmeras da TV Senado, a sessão sigilosa em que Renan Calheiros seria julgado se transformaria numa espécie de “terapia de grupo”.

De fato, o Senado converteu-se nesta quarta-feira num imenso centro terapêutico. Deveria tratar a demência de seu presidente. Mas, ao dar alta a Renan, 40 senadores deitaram, eles próprios, no divã. Pior: convidaram toda a sociedade a compartilhar de sua esquizofrenia, num sacrifício coletivo das evidências.

O Brasil foi intimado a fingir-se de louco. O Senado pede ao país que esqueça as notas frias, os bois voadores, os frigoríficos de fancaria, o lucro agropecuário fictício, os pagamentos feitos com dinheiro vindo sabe-se lá de onde, o empréstimo não declarado à Receita, a rádio e o jornal adquiridos em moeda sonante e por meio de laranjas... Nada disso existiu, eis o que informa o Senado. Tudo não passou de uma alucinação coletiva.

Restou demonstrado que os políticos brasileiros não se sentem pessoas públicas. Eles pedem à nação que pare de atrapalhar suas vidas privadas. Recomendam ao eleitor que aceite, compulsoriamente, a tese de que o presidente do Senado é um homem bom. Aconselham aos jornalistas que deixem de fazer perguntas incômodas –O que o senador comeu hoje? Ou, por outra: Quem ele comeu ontem?

O país deve aceitar, babando na camisa, a existência de um patrimonialismo docemente arcaico, alegremente eterno. Ficou estabelecido que, no universo psicanalítico do Senado, é o privado que rege o público. E os senadores não devem nada a ninguém. Muito menos explicações.

Diante de um Renan que bate na barriga e diz “Brasília é a minha Murici”, não resta ao cidadão em dia com o fisco senão ouvir, respirar fundo, e seguir em frente, fingindo uma patológica normalidade. Seja maluco, caro leitor. E não encha mais o saco.

Ao optar pelo impasse, ao dar sobrevida à crise, o Senado virou as costas para a sensatez, fez uma opção pela delinqüência, deu as mãos à desmoralização. Há muito não se via um ataque tão frontal à democracia. A política vai se consolidando como um parafuso espanado. Roda a esmo, incapaz de dar solução às suas próprias crises. Que não reclamem depois das loucas divagações berzoínicas, do desvario de um Brasil sem Senado. Os senadores suicidaram o Senado.



Josias de Souza, nascido em 1962, é jornalista desde 1984. Trabalha na Folha de S.Paulo há 20 anos. Nesse período, ocupou diferentes funções, de repórter a Secretário de Redação do jornal. Hoje, é colunista da Folha. Publicou em 1994 o livro "A História Real" (Editora Ática), em co-autoria com Gilberto Dimenstein. O trabalho revela os bastidores da primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República. Em 2001, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo (Regional Sudeste) com a série de reportagens batizada de "Os Papéis Secretos do Exército".





Publicado no blog "Josias de Souza".
Quarta-feira, 12 de setembro de 2007, 20h11.


Friday, June 29, 2007

Senado Federal: Circo mambembe ou dos horrores?






























Discursos delinqüentes. E chegou a hora de cobrar ingresso no Senado
por Reinaldo Azevedo

- Renan: do antilulismo a principal aliado de Lula
- O festival de trapalhadas da tropa de choque
- Lula e o ataque à PF e ao MP
- Quem conspira contra Renan é a matemática
- O discurso de Dilma e as duas injustiças
- As esquerdas queriam direito de defesa?
- O que diz o Manual da Guerrilha de Marighella
- Roriz, misto de Odorico Paraguaçu e Dirceu Borboleta
- Cuidado com a pipoca ao visitar o Senado


Quando é possível explicar o país com mais clareza por meio da ironia, do sarcasmo, é sinal evidente de que estamos fritos. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou ao primeiro time da política com Fernando Collor, em 1989. Foi o líder do PRN na Câmara, o tal Partido da Reconstrução Nacional, que afundou junto com o impichado. Renan vinha, então, do PMDB e, no começo dos anos 80, de uma renhida oposição a Collor em Alagoas, a quem chamava de “príncipe herdeiro da corrupção”. Aliou-se ao caçador de marajás, foi seu líder, assistiu à queda do chefe e nunca deixou de ser governista: apoiou Itamar, FHC, de quem foi ministro da Justiça, e Lula. A síntese: atingiu o topo da política ajudando a derrotar Lula e, agora, como seu principal aliado no Congresso (ainda que um tanto incômodo), submete o Senado a um vexame inédito.

Pior: a desfaçatez e o festival de trapalhadas que seus aliados protagonizam, mesmerizando e paralisando a Casa, fazem supor, e indícios não faltam, que ele cobra dos aliados o apoio até a última gota de vergonha na cara. Ou, então, abrirá a sua caixa de Pandora. A conclusão é uma só: boa parte do Senado e o governo Lula são reféns de Renan.

É impressionante. No passado, aqui e ali, escândalos também respingaram ou mesmo surgiram no Senado. Nem poderia ser diferente. O material humano que compõe as duas Casas do Congresso é o mesmo. Mas o fato de ser um grupo muito menor sempre conseguiu, de algum modo, manter as disputas e desentendimentos em padrões um pouco mais civilizados. As crises eram mais curtas, como a da violação do painel eletrônico, que resultou na renúncia de ACM e de José Roberto Arruda, ou a do embate entre o mesmo ACM e Jader Barbalho. Agora, não.

A barafunda parece interminável, e, como se vê e confessou o próprio Renan, a tropa de choque do presidente do Senado não tem limites. A lambança protagonizada por Leomar Quintanilha (PMDB-TO), que, em menos de 24 horas, convidou, desconvidou e convidou de novo o senador Renato Casagrande (PSB-ES) para relator do caso Renan assombra o processo político com o vale-tudo. Isso depois de, em três semanas, dois relatores e um presidente terem renunciado a suas funções no Conselho de Ética.

Não bastasse o espetáculo deprimente, a mesma maquinaria que degrada as instituições, posta para funcionar no período do mensalão e do dossiê fajuto, foi ontem acionada pelo Palácio do Planalto para tentar salvar Renan. O senador exige a solidariedade e, por razões que ele e Lula conhecem muito bem, recebe o amparo incondicional. A fala do presidente e a de Dilma Rousseff, ontem, entram para a história das imposturas, da avaliação política delinqüente. Exercitando uma das máximas do estado democrático de direito, segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário, o presidente perfilou-se com Renan na posse do procurador geral da República.

Lula misturou alhos com bugalhos, deixando escapar aquelas que certamente são preocupações do governo. Mandou bala: “Uma coisa que me inquieta, e me inquieta como cidadão, que me inquieta no comportamento da Polícia Federal e que me inquieta no comportamento do Ministério Público, é que, muitas vezes, não termos o cuidado de evitar que pessoas sejam execradas publicamente antes de serem julgadas”.

Há, aí, vários problemas. A Polícia Federal e o Ministério Público, até agora, não investigam o Renangate. Vai ver o presidente pensava em outra coisa: a operação que flagrou em conversas estranhas Vavá, um de seus irmãos. Quanto ao Ministério Público, vá lá, Lula não pode mesmo, em tese, fazer nada. O órgão é independente, ainda que seu chefe máximo seja nomeado pelo presidente da República. Mas e a Polícia Federal? Ele não tem o direito de se indignar “como cidadão”. A PF é um ente do Executivo, subordinada ao Ministério da Justiça, que, por sua vez, subordina-se à Presidência. Lula, evidentemente, não está reclamando do MP e da PF que põem seus adversários na fogueira. Não gosta é de ver amigos e companheiros em situação difícil. Ademais, note-se: os dois órgãos, às vezes, são de uma discrição e de uma incompetência notáveis — para sorte dos petistas: tomemos os exemplos do mensalão e do dossiê...

O presidente nada mais fez do que vir com aquela cascata de sempre, sugerindo uma espécie de conspiração, que estaria se movendo nas sombras, para depor o presidente do Senado. E convenham: a mais severa militante anti-Renan é quem? Não é Mônica Veloso, mas a matemática.

Dilma
Evidenciando que o discurso fora ensaiado, Dilma Rousseff, a chefe da Casa Civil, também falou da inocência presumida. E concluiu: “Acho que se aplica a todos nós brasileiros, nós que somos, inclusive, a velha geração, que participou das lutas de resistência à ditadura e sabe perfeitamente o que significa o respeito aos direitos individuais da pessoa humana, que é o direito à defesa, que é o direito de todos nós iguais perante a lei e o fato de que ninguém é culpado até que se prove que ele é culpado. Ele é inocente”.

Vamos ver. Se eu penetrar na razão de fundo das esquerdas a que ela se refere, corro o risco de ficar nauseado antes de dizer o que precisa ser dito. Esse misto de vitimismo e triunfalismo é uma das farsas históricas que tendem a perdurar ainda por um bom tempo. Até parece que a “velha geração” de guerrilheiros e terroristas estava muito preocupada com “direitos individuais”, “direito à defesa” e afins. Posso lembrar aqui algumas regras do Manual da Guerrilha Urbana, de Carlos Marighella, para evidenciar o humanismo daquela turma:

- “O espião apreendido dentro de nossa organização será castigado com a morte. O mesmo vai para o que deserta e informa a polícia.” (Capítulo 10);

- “colocar minas caseiras no caminho da polícia, utilizar gasolina, ou jogar bombas Molotov para incendiar seus veículos” (Capítulo 9);

- “O guerrilheiro urbano é um inimigo implacável do governo e infringe dano sistemático às autoridades e aos homens que dominam e exercem o poder. O trabalho principal do guerrilheiro urbano é de distrair, cansar e desmoralizar os militares, a ditadura militar e as forças repressivas, como também atacar e destruir as riquezas dos norte-americanos, os gerentes estrangeiros, e a alta classe brasileira.” (Capítulo 1)

- “Aprender a fazer e construir armas, preparar bombas Molotov, granadas, minas, artefatos destrutivos caseiros, como destruir pontes, e destruir trilhos de trem são conhecimentos indispensáveis a preparação técnica do guerrilheiro.” (Capítulo 3)

Procurei um trecho falando em direito de defesa, democracia, estado de direito, essas frescuras burguesas, e não encontrei nada. Aliás, o primeiro texto da esquerda militante brasileira, com algum alcance teórico, escrito em defesa da democracia, e, ainda assim, entendida como instrumento para o socialismo, é de 1978. Antes disso, todo esforço era direcionado, consoante com a tradição socialista, para a desmoralização do rito democrático “burguês” — nota: a cultura antidemocrática não morreu; persiste até hoje.

Voltando
Mesmo sendo esse lixo teórico e humanista, trata-se de uma impostura adicional evocar aquele tempo para se referir ao caso que toca Renan Calheiros. Não existe um estado discricionário no Brasil — não por enquanto... O senador tem amplíssimo direito de defesa, garantido pelo Conselho de Ética. Não responde, é bom que se diga, nem mesmo a uma acusação policial. O que se argumenta é que houve quebra de decoro. A meu juízo, duas vezes: a) quando foi flagrado em relações estranhas com o lobista de uma empreiteira; b) quando passou aos senadores um pilha de documentos que virou pó. Renan não resiste a um repórter com um microfone na mão e a pergunta certa na cabeça:

— O senhor comprou boi de Renan Calheiros?

— Eu não, meu filho. Nunca vi esse aí.

O que isso tem a ver com a visão certamente heróica que a senhora tem da "resistência", ministra Dilma Rousseff? O que isso tem a ver com os, como é mesmo que os chamava José Dirceu?, companheiros de armas? A sugestão chega a ser indecorosa e duplamente desrespeitosa: com o senador (até onde se sabe, não matou ninguém) e com os terroristas daquele tempo - a maioria ao menos julgava fazer o que fazia por idealismo. Não consigo ver um idealista em Renan a cada vez que ele se diz “BIS-SO-LU-TA-MEN-TE tranqüilo”, insistindo em omitir a vogal que existe para acrescentar a que não existe.

Depreda-se tudo: a verdade, as instituições, a história. Para não dizer, claro, a ética, hoje a cargo de Leomar Quintanilha. O Senado já está desmoralizado. Precisa, agora, de um plano para recuperar-se. Mas afunda um pouco mais.

Roriz
Os que, como eu, têm 45 (ou mais) se lembram. Os outros talvez tenham de recorrer a imagens de arquivo. Eu não ouvia aquela entonação do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) num discurso de político desde o fim da novela (e depois seriado) O Bem Amado, de Dias Gomes. Roriz era o próprio Odorico Paraguaçu, com um certo banho de loja. A sinceridade que emanava de sua fala era rigorosamente a mesma: palavras ocas, pompa, sentimentalismo, gesto dramático e, como direi?, a verdade absolutamente estampada na cara. Ainda se atreveu a falar em nome de Deus e de Nossa Senhora, numa prova evidente de que não poderá ser socorrido por Um ou por Outra.

Odorico era melhor do que Roriz numa coisa: nas pausas. As ênfases não recaíam no substantivo quando deveriam estar no adjetivo, por exemplo. E também não procurava despertar a piedade da platéia. Pensando bem, Roriz, ontem, era um misto de Odorico com Dirceu Borboleta.

Em breve, o Senado pode começar a cobrar ingresso. Prometemos não dar pipoca aos senadores — se muitos deles não a roubarem de nossas mãos.


Reinaldo Azevedo é jornalista, guia cultural, assessor de imprensa e blogueiro. Foi editor-chefe da revista Primeira Leitura, colunista da revista Bravo! e também editor do jornal Folha de S. Paulo. Escreve freqüentemente sobre política nos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo, hoje é colunista da revista Veja. Formado em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e em Jornalismo pela Universidade Metodista, foi professor de literatura e redação dos colégios Quarup, Singular e do curso Anglo.





Publicado no "
Blog Reinaldo Azevedo".
Sexta-feira, 29 de junho de 2007, 06h46.

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